CURITIBA VOLKSFEST REÚNE EXPOSIÇÃO DE FUSCAS E DERIVADOS, GASTRONOMIA, ATRAÇÕES CIRCENSES E MUITO ROCK

A expectativa é que mais de 5 mil pessoas visitem o Bosque São Cristóvão, em Santa Felicidade, em Curitiba

No Bosque São Cristóvão acontecerá a 3ª Edição do Curitiba Volksfest. Nos dias 30 de abril e 01 de maio, o público poderá conferir a exposição de fuscas e veículos refrigerados a ar (air cooled). A expectativa dos organizadores é de mais de 5 mil visitantes. O evento atrai expositores de todo o País.

Uma das atrações será o modelo KarmannGhia Lowlight 58 conversível. O carro foi importado dos Estados Unidos e existem apenas duas unidades no Brasil. Ele é um matching number, ou seja, os componentes principais do veículo (chassis, motor, câmbio) são originais ou se combinam. É um veículo que foi restaurado nos mínimos detalhes.

O festival contará com um palco fixo, que terá a apresentação de diversas bandas de rock. No sábado tocam Queen Immortal, Touché Ravel e Rota Meia Meia. Já no domingo a apresentação é por conta de Legião Urbana Cover PR, Museus & Damas de Paus e Mr. Gomes.

O evento também vai reunir feiras de peças e oficinas de performance. Uma grande área gastronômica e aberta, com várias opções de chope Gauden, estarão disponíveis nos dois dias do evento. Atrações circenses como palhaço, perna de pau, malabarista, sombra e mágico irão se apresentar no bosque.

É importante destacar que, este ano, a organização mudou a logística de entrada. Os visitantes poderão estacionar no Clube Mercês, que fica ao lado do Bosque. Já os expositores entrarão pela Rua Domingos Strapasson. “O objetivo é ampliar a exposição de carros e facilitar o estacionamento para os visitantes,” explica Renan Morais, um dos organizadores do evento.

Os ingressos antecipados para visitantes custam entre 25 e 40 reais para o final de semana. Adquirindo um ingresso, a pessoa concorre a um barril de Gauden Pilsen. Para expositores, o valor da entrada é de 100 reais para os dois dias com direito a acompanhante. Quem comprar antecipadamente poderá estacionar os veículos já na sexta-feira, dia 29.

No sábado, o evento acontece das 10h às 22h, e no domingo será das 10h às 20h. O festival é patrocinado pela Gauden Bier e tem o apoio da Bassul Tintas de Alta Performance, PPG Industries, VW Klassik e Volks Porsche.

Serviço:
3ª Edição Curitiba Volksfest
Data: 30 de abril e 01 de maio
Local: Bosque São Cristóvão, R. Margarida Ângela Zardo Miranda, 85 – Santa Felicidade, Curitiba-PR.
Estacionamento para visitantes: Clube Mercês
Estacionamento para expositores: Rua Domingos Strapasson.
Horário: das 10h às 22h no sábado e das 10h às 20h no domingo.
Ingressos: Visitante para 1 dia –  R$ 25,00
Visitante para os 2 dias – R$ 40,00
Expositor para os 2 dias – R$100,00 (motorista e acompanhante)
Onde comprar: Para pedestres, ingressos à venda pelo https://www.sympla.com.br/evento/ingresso-visitantes-curitiba-volksfest/1518140





VERO FAZ POP ALTERNATIVO NO INTENSO ÁLBUM “CONTRAPRANTO”

Trabalho é produzido por lucasbin

Um livro aberto com poesias sensíveis e camadas eletrônicas para trazer, de modo acolhedor, uma ligação com o ouvinte e respeitar suas cicatrizes. É assim “Contrapranto”, disco de estreia da artista curitibana VERO. Em uma brincadeira com o conceito do contracanto, o trabalho faz da fragilidade a sua força e une pop, indie e hip hop com produção musical de lucasbin. O disco está disponível em todas as plataformas de música digital.

Ouça “Contrapranto”: https://ditto.fm/contrapranto_a44338a420

Cantora, compositora, atriz e produtora cultural, Veronica Melhem fez de sua vida uma entrega à arte. Nascida em Curitiba, ela cresceu no interior do Paraná e traz em seu currículo uma pluralidade de trabalhos que é refletido em seu debut.

“Contrapranto” apresenta suas composições em um formato de performance, trazendo um toque de dramaturgia inerente à artista, e misturando gêneros musicais, com participações especiais de Brinsan N’Tchalá, Baeni, Glauber Amaral, Janasq, Mika Mc, Rudson Malheiros, Zopelar. O trabalho está disponível em todos os serviços de streaming de música digital.


Crédito foto: Lucas Ueno

Ficha Técnica:
Composição, idealização, produção executiva e design da capa: VERO
Produção e direção musical: lucasbin
Preparação vocal: Baeni
Fotografia da capa: Lucas Ueno
Styling e maquiagem da capa: Geovana Ribas
Participações: Brinsan N’Tchalá, Baeni, Glauber Amaral, Janasq, Lucas Elion, Mika Mc, Rudson Malheiros, Zopelar.
Direção dos clipes de “Vai Saber” e “Memória de mim”: Willian Klimpel (com assistência de Siamese). 
Direção do clipe de “Azarte”: MD Audiovisual (com participação de Baeni, Luísa Teles, Ramon Costa e lucasbin).

Agradecimentos: Abrão José Melhem Junior, Alessandra Amaral Melhem, Arthur Faraco, Lucas José Amaral Melhem, Lucas Budel, Luísa Teles, Murilo Mendonça, Ramon Costa e Vinicius José Amaral Melhem.

Gravadora: RECAPS LABEL
Acompanhe VERO:
https://open.spotify.com/artist/4jGsOURk2Pxk4BtofViTGj
https://instagram.com/veromelhem


Vero e Lucas Bin. Crédito foto: Lucas Ueno

Assista ao clipe de “Memória de Mim”:


Assista ao clipe de “Vai Saber”:

8ª EDIÇÃO DO SARAU PERIFÉRICO | CRIS SNJ, DOW RAIZ E SOMBRA SNJ

Neste domingo (19) tem a 8ª edição do Sarau Periférico! Desta vez o evento será realizado na Comunidade Dona Cida, na Cidade Industrial de Curitiba, onde rolaram outras edições.

Teremos a participação da CRIS e do SOMBRA, ambos do SNJ e do curitibano DOW RAIZ, além de um lindo Coral de Natal com a banda CENTRAL SISTEMA DE SOM junto com as crianças da comunidade e demais artistas da cena local.

O evento é gratuito, mas estaremos vendendo rifas e camisetas do Núcleo Periférico para custear toda estrutura e a apresentação dos artistas.

Serviço:
8ª edição do sarau periférico
Data: Domingo, 19 DEZ, a partir das 13h
Local: Comunidade Dona Cida, no Cidade Industrial de Curitiba
Entrada gratuita.

fonte: Núcleo Periférico

FESTIVAL PRIMAVERA ENTRE OS DENTES CELEBRA A DIVERSIDADE MUSICAL BRASILEIRA COM SHOWS, OFICINAS E RODAS DE CONVERSA

Érica Silva por Milena Lara.

Realizado pelo Coro Cênico de Curitiba, o evento terá transmissão online

Três dias de shows, oficinas, poesia e rodas de conversa é o que propõe o Festival Primavera Entre os Dentes em sua segunda edição. Realizado pelo Coro Cênico de Curitiba, o evento acontece online, nos dias 27 e 28 de novembro, mas sem deixar de promover uma grande celebração musical da pluralidade e riqueza cultural brasileiras ao longo de todo um final de semana. A programação é gratuita e tem classificação livre.

O Festival Primavera entre os Dentes é um evento de fomento de criação e formação artística que nasceu em 2019 com o intuito de promover o encontro de grupos musicais, bandas e artistas através de apresentações cênico-musicais e shows. Com o objetivo inicial de arrecadar fundos para o espetáculo “Amar e Mudar as Coisas Interessa Mais”, o festival acabou permanecendo no calendário do Coro Cênico de Curitiba, atuando como um espaço de trocas de experiência e vivências artísticas.

Para o ano de 2021, o Coro quer promover novamente essa experiência, ampliando o foco na capacitação dos talentos locais através da realização de oficinas artísticas. Além disso, o festival se abre para a comunidade geral com atividades diversas, como rodas de conversa com artistas/produtoras convidadas que fomentam uma reflexão acerca das produções musicais independentes, apresentações de obras autorais, palco aberto e instalações artísticas. Por fim, uma vivência artística-musical, chamada de Percurso Poético, foi construída para o Festival Primavera entre os Dentes pensando a ocupação de espaços com apresentações simultâneas e em repetição.

A ideia é realizar um festival que encoraja, valoriza e possibilita a expressão dos artistas com suas obras e o trabalho essencial da formação de público, dando a infraestrutura necessária, espaço de acolhimento e visibilidade para os trabalhos em um ano em que o setor cultural sofre os efeitos de muitos meses paralisado.

“O Festival Primavera Entre os Dentes é um marco na existência do Coro Cênico de Curitiba. Um projeto que se iniciou com o objetivo de o grupo juntar renda lá em 2019, hoje faz parte da essência do Coro. Em sua primeira versão presencial em 2019, desenvolvemos um festival como mais uma forma de espalhar a arte e amor pelo mundo, além dos nossos espetáculos. No ano de 2020, fizemos um formato online, mas com uma proposta gravada, sem interação ao vivo. Em 2021, queremos receber as pessoas na nossa casa de forma online, pensando em todos os detalhes para que as pessoas continuem seguras e sem aglomeração, mas que possam vivenciar tudo aquilo que gostaríamos de demonstrar presencialmente”, explica Tainara Baságlia, produtora do Coro Cênico de Curitiba e do festival.

O Coro atua intensamente no cenário cultural da capital paranaense há três anos, desenvolvendo espetáculos, oficinas e formação de público. Oferecendo um olhar artístico sobre a sociedade atual, o projeto apresenta canções conhecidas da música popular brasileira sob um prisma múltiplo  de facetas, vozes e potências. A proposta é produzir espetáculos que discutem temáticas de relevância social numa perspectiva de teatralização da música, e trazer à cena uma visão crítica e reflexiva das situações abordadas, transformando e ampliando o acesso do público ao canto-coral em suas mais diversas possibilidades artísticas.

“O Festival Primavera Entre os Dentes Online vem para mostrar que estamos vivos, estamos sobrevivendo à pandemia, e queremos continuar fazendo histórias com todas as pessoas que nunca soltaram nossa mão. Fico orgulhosa com esse grupo, com a equipe de produção desse festival. Estamos preparando tudo com muito amor e carinho tenho certeza que vamos levar a arte e alcançar muitas pessoas de todo o Brasil para prestigiarem o festival. Quando se tem amor e paixão por aquilo que se faz, os frutos vêm de forma espontânea”, completa Tainara.

A abertura acontece no dia 26/11 (sexta-feira) com uma oficina, e no dia 27 (sábado) a programação inclui mais oficinas criativas e uma Roda de Conversa com Érica Silva e Luna Tik, além de show com a banda Pitombas do Amor e o Percurso Poético com apresentações artísticas de integrantes do Coro Cênico de Curitiba. No último dia, 28 (domingo), a Roda de Conversa tem duas sessões e recebe Juliana Kerexu e Brinsan N’Tchalá às 15h e Donna Bagos e Carol Krauss às 18h; Suel Machado faz show com sua banda e a programação se encerra com o Percurso Poético com integrantes do Coro.

Donna Bagos

Confira a programação completa abaixo:
Serviço:
Festival Primavera Entre os Dentes
27 e 28/11/2021
Horários:
26/11 às 19h30 – oficina online
27/11 às 15h – oficinas online
27/11 das 17h às 21h – programação geral
28/11 das 15h às 21h – programação geral

Programação completa:
26/11 (sexta):
19h30 – Oficina de música

27/11 (sábado):
15h – Oficinas criativas
17h – Roda de Conversa com Érica Silva e Luna Tik
19h – Banda: Pitombas de amor
20h – Percurso Poético: apresentações artísticas de integrantes do Coro Cênico de Curitiba (Ariane Souza, Baeni, Clauber Ramos, Edson Morais e Paxola)

28/11 (domingo):
15h – Roda de Conversa com Juliana Kerexu e Brinsan N’Tchalá
17h – Suel Machado e banda
18H – Roda de Conversa com Donna Bagos e Carol Krauss
20H – Percurso Poético: apresentações artísticas de integrantes do Coro Cênico de Curitiba (Ariane Souza, Baeni, Clauber Ramos, Edson Morais e Paxola)

Onde assistir:
http://corocenicocwb.rds.land/festival-primavera
https://www.youtube.com/c/CoroC%C3%AAnicodeCuritiba

Classificação etária: Livre

BANDA CURITIBANA TROY E OS CALVOS LANÇA VIDEOCLIPES E PROMOVE LIVE NO DIA 04/11

Projeto foi gravado em casa, e traz três músicas conhecidas e uma inédita

A banda Troy e Os Calvos realiza durante o mês de novembro de 2021 o lançamento do seu mais recente trabalho, a produção de videoclipes do repertório autoral. Cada músico gravou de sua casa, respeitando os protocolos de segurança neste período de distanciamento social, tendo a sua finalização executada pela Rockout Magic Estúdio.

As canções selecionadas fazem parte do repertório, sendo três já executadas pela banda em shows autorais e eventos culturais de Curitiba, e uma inédita ao público. São elas: Reza para um Querubim, Se Eu Corro, Inimaginável e Inútil Solidão.

Para apresentar o trabalho e conversar com o público, a banda realiza no próximo dia 04 de novembro, às 20h, uma live pelo canal no Youtube. E cada videoclipe será lançado, semanalmente, em todas as redes sociais da banda.

Troy e os Calvos é uma banda de repertório autoral, e faz parte da cena Curitibana há mais de 12 anos, levando a boa música ao público, destacando-se pela qualidade artística e profissionalismo. Formada por Troy Rossilho, que já teve suas canções gravadas por inúmeros artistas, usadas também como trilhas para peças de teatro e cinema, acompanhado da banda os Calvos, com Leo Barros (voz e guitarra), Mauro Castilhos (bateria) e Thiago Menegassi (voz, baixo e direção musical). A diretora de produção da banda é a jornalista e produtora Mariane Antunes.

“PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.

Serviço:
Live: 04/11 – 20h
Lançamentos dos videoclipes:
11/11, 18/11, 25/11 e 02/12
Facebook e instagram: @troyeoscalvos
Youtube: https://www.youtube.com/user/troyrossilho

SEITHY REFLETE ARTES INVISIBILIZADAS PELO COLONIALISMO EM SINGLE DE ESTREIA

“Sem Nome” antecipa álbum pelo Selo Diáspora

Artista multidisciplinar e luthier curitibano, Seithy faz de sua estreia musical um reflexo de sua identidade enquanto latino americano amarelo que vê sua cultura ser apropriada e invisibilizada. A urgente “Sem Nome” é guiada pela guitarra Kakushin-I de confecção própria e pela produção musical de Hugo Noguchi. A faixa está disponível em todos os serviços de música digital e antecipa o álbum “Haikai Espiritado”.

“Depois de anos num coma colonial, entre não-lugares, inseguranças e naturalmente alocado à margem do possível, decidi saltar. Existo nesse salto, livre, caótico, saturado, conflituoso e humano. De som e de ser”, reflete ele.

No single “Sem Nome”, Seithy busca um olhar descolonial inspirado por todas as histórias, civilização e relatos que foram esquecidos em processos predatórios, desde terras até criações artísticas.

“Essa faixa é sobre o sufocar neo-colonial, não em meu nome, mas em nome de qualquer natureza não hegemônica, sobre artefatos, sobre as histórias caladas, aterradas, queimadas, sobre entrar num museu e se resumir num artefato exótico de autoria desconhecida, da cerâmica indiana do século II ao adorno kaingang de 2017”, conta Seithy.

O lançamento é uma aposta do selo Diáspora, projeto de Hugo Noguchi que pretende dar visibilidade para que artistas racializados se insiram de modo profissional no mercado musical, buscando descendentes das diásporas africana e asiática, bem como das internas brasileiras. “Sem Nome” está disponível em todas as plataformas de streaming musical.

Ouça “Sem Nome”: https://smarturl.it/SeithySemNome
Assista “Sem Nome”: https://youtu.be/8y3eCD4mSbY

Ficha técnica:
Música por Seithy
Voz, violão, guitarra e bateria acústica: Seithy.
Engenharia de som e gravação da voz e bateria acústica por Leonardo Gumiero no Gume Estúdio.
Baixo, produção musical, mixagem e masterização por Hugo Noguchi.


Seithy – crédito Fanny Ogata

Letra
Decolonize o som
Mas tenta ouvir também
A voz que se apagou, que embranqueceu
Amém.
De baixo da terra ou na cinza do fogo, das velhas bocas dos povos negados aqui.
Desestatize a cor, mas tenta ver além
Quem sucumbiu à mão
Que vem de contra-mão, e insiste em esclarecer
Que o lugar pra fala é claro e restrito
Basta que vivo ou revividamente ocupe-o

PAULO LEMINSKI


Gravação em estúdio de Paulo Leminski (voz e violão) e Kito Pereira (bateria e percussão). Esse arquivo foi gravado no final da década de 80 em Curitiba. Leminski canta composições de sua autoria: Mudança de Estação, Valeu e Verdura. http://doclondrina.blogspot.com.br/

“A gravação é um raro documento sonoro do Leminski cantando, com a força da originalidade que lhe era peculiar, foi gravado direto sem ensaio nem foi editado, simplesmente sendo o que era pra ser no momento. Eu na bateria, o Marinho Gall na viola, Leminski no violão, voz e mais nada….. mesmo assim Valeu !!!”,  relembra Kito Pereira

texto / fonte: DocLondrina

LUCYMAR NICASTRO LANÇA ÁLBUM VERSOS MEUS


Lucymar Nicastro lança Versos Meus, álbum com oito músicas de sua autoria. A cantora gravou no estúdio Gramofone, com produção de Alvaro Ramos e arranjos de Davi Sartori e Dudu Ramos.

Disponível nas plataformas digitais: Youtube, Spotfy, Deezer.

O projeto foi viabilizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura, da Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo.

Ficha técnica:
Gravado no Estúdio Gramofone
Arranjos de Eduardo Ramos e Davi Sartori.

Músicos:
Thiago Duarte – contrabaixo
Julião Boêmio – cavaquinho
Marcio Rosa
Marcelo Oliveira
Ricardo Salmazo
Ita Brasil
Lucas Melo
André Ribas
Eduardo Ramos – Arranjo e violão
Alvaro Ramos – violão

Lucymar Nicastro. Foto: Jornal A cena.

Saiba mais sobre a cantora:
Facebook: Lucymar Nicastro
Instagram: @lucymarnicastro

Leia a reportagem completa do lançamento no Jornal A Cena, aqui. Por Giseli Canto.

Siga também:
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A música “Lembranças” foi gravada com a Rosa Lídia, a inesquecível Rosinha do Grupo Nymphas. Linda homenagem! 

MURILO SILVESTRIM FAZ BALANÇO EMOCIONAL DA QUARENTENA NO ÁLBUM “A ÚLTIMA LUZ ACESA MADRUGADA ADENTRO”

Trabalho foi totalmente gravado em isolamento pelo próprio artista

Murilo Silvestrim traduz em música a solidão, insegurança e medos dos últimos meses em forma de álbum, com o lançamento de “A Última Luz Acesa Madrugada Adentro”.  O trabalho foi todo composto durante o período de isolamento social devido à pandemia de Covid-19, com letras inspiradas nos dilemas emocionais desse momento e com o artista assumindo todos instrumentos, produção e gravação. 

Murilo Silvestrim transformou seus anseios e perdas vividos ao longo da quarentena em canções autobiográficas. Embora altamente pessoais, elas trazem uma fácil identificação com o ouvinte, das histórias contidas nas letras à crueza da interpretação. O artista assume voz, violões de aço e nylon, viola, guitarra, ukulele, bateria e synths nesse processo solitário de criação: 7 canções gravadas ao longo de 8 dias. Embora os arranjos sejam minimalistas, as faixas não são intrinsecamente tristes. Em meio ao peso emocional, surge uma outra linha narrativa: a da busca pela beleza nas pequenas coisas da vida.

“Ao final do ano senti que aquelas composições falavam muito sobre mim e sobre o momento que vivemos. Estava terminando a produção de um disco maior, mas resolvi criar um desafio para mim mesmo: me fechar no quarto e gravar com o que eu dispunha. Emprestei instrumentos, organizei os equipamentos e gravei. Também me propus a finalizar o material aqui, fazendo a mixagem e masterização, desconstruindo uma lógica de super produção na qual estava condicionado a pensar”, reflete Murilo, que teve apenas dois colaboradores nesse processo: a participação especial do músico e compositor Cassiano Wogel na guitarra da última faixa; e as ilustrações de capa e encarte digital criadas pela multiartista Surya Amitrano.

Murilo Silvestrim começou a compor muito cedo e graduou-se em Música Popular pela UNESPAR e em Produção de Áudio e Vídeo pelo IFPR. Lançou seu primeiro disco, “Prisma”, em 2016, com o qual circulou pelo Brasil tocando pelo projeto Dandô – Circuito de Música Dércio Marques. Lançou o livro de poesias “Viagem Ao Início das Coisas” no final de 2018 pela editora Medusa e no fim de 2020 lançou o clipe de “Mudando”, o primeiro single que compõe seu próximo álbum, “Encontrar”. Mas a urgência das canções fez com que “A Última Luz Acesa Madrugada Adentro” passasse na frente desse lançamento.

“Acredito que é um momento de experimentar, ousar, despir. O som mais cru, a autoprodução, a quebra do paradigma de uma super produção, tudo isso me ensina muito. Creio que é um momento de expor o que há de mais profundo nos meus dias e na minha música e assim tentar chegar mais próximo das pessoas e da realidade delas”, resume Murilo.

Tomando como inspiração artistas que vão de Joni Mitchell a Bon Iver, Silvestrim faz de cada faixa uma história. “Decorador de Escombros” foi escrita em um dia que uma amiga lhe enviou uma mensagem em estado de choque por ter ouvido o vizinho tirar a vida da esposa e da filha adolescente. “Tordo Marion” fala da perda de uma pessoa querida, e do peso e da tristeza que sentiu por tudo que aconteceu nesses dias.

“O processo criativo foi deixar as canções falarem por elas mesmas. Tentei decompor as levadas das músicas em mais elementos. Foi um desafio importante pra mim nesse momento. Focar a atenção e o suor para materializar algo que eu vim sentindo por tanto tempo. Quase como que um inventário, esse álbum serve pra me lembrar dos meus momentos, das minhas perdas, do amor de pessoas próximas”, finaliza.

“A Última Luz Acesa Madrugada Adentro” está disponível nas principais plataformas de streaming de música.

Ouça “A Última Luz Acesa Madrugada Adentro”, aqui: https://tratore.ffm.to/murilo-silvestrim 

Ficha técnica
Composições, produção, violões, ukulele, viola, bateria, synths e voz – Murilo Silvestrim
Guitarra na faixa Tordo Marion (convidado especial): Cassiano Wogel
Mixagem e Masterização – Murilo Silvestrim
Ilustração de capa e encarte digital: Surya Amitrano

Murilo Silvestrim. Foto de Walter Thoms.                                                             

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