Blogue FATO Agenda divulga: 1) vagas e oportunidades em comunicação social, mkt e design em Curitiba e região. 2) Agenda cultural da cidade. 3) Livros e discos de vinil (do Sebinho FATO Agenda). Editado há 17 anos (desde 2009) pelo jornalista Leandro Hammerschmidt.
Artista paraibano realiza cinco apresentações entre 3 e 5 de julho em formato voz e violão
A CAIXA Cultural Curitiba recebe, entre os dias 3 e 5 de julho de 2026, em cinco sessões, o cantor e compositor Chico César para apresentação do show de lançamento do álbum “FOFO”. Em formato voz e violão, o espetáculo reúne canções inéditas e revisita origens da trajetória do artista.
Em cena, o público acompanha músicas cuja sonoridade reflete as diversas influências que marcaram a formação do jovem Chico César. Guardadas por décadas, essas composições ganham nova vida no décimo primeiro álbum de estúdio do artista, que também é escritor e jornalista.
Mais do que revisitar o passado, “FOFO” propõe um diálogo entre diferentes momentos de uma mesma existência artística. O jovem compositor, que experimentava linguagens e sonoridades, encontra o artista consolidado na música brasileira contemporânea. “Embora o show seja em formato voz e violão, isso não significa facilidade. O formato é minimalista, mas não é simples. As canções são difíceis, intrincadas. O público atual está acostumado a músicas rápidas e diretas, mas acredito que ainda há espaço para obras mais complexas, especialmente entre quem cresceu acompanhando minha trajetória e entre jovens que buscam novas camadas de escuta”, afirma Chico César.
Reencontro com as origens As 16 faixas de “FOFO” recuperam composições escritas durante a passagem de Chico César pelo grupo Jaguaribe Carne e nos primeiros anos vividos em São Paulo, antes de seu álbum de estreia.
O trabalho preserva características originais dessas criações, ao mesmo tempo em que revela novas camadas de significado adquiridas ao longo do tempo. O formato voz e violão aproxima público e artista, com foco na palavra, na melodia e na interpretação.
A proposta dialoga com o disco “Aos Vivos” (1995), que projetou Chico César nacional e internacionalmente. Em “FOFO”, o movimento é de reencontro com suas origens criativas.
Entre as faixas estão “Hino da Coroação”, “Com Licença da Palavra”, “Lençóis Maranhenses”, “Fofo”, “Saudade Senhora Dona”, “Profano” e “Pobre Vila Rica”.
Espetáculo intimista A temporada na CAIXA Cultural Curitiba propõe uma experiência intimista, construída a partir das canções e das histórias que as acompanham. Durante o espetáculo, Chico César apresenta músicas inéditas e compartilha elementos de sua trajetória artística.
Reconhecido por obras como “Mama África”, “À Primeira Vista” e “Pensar em Você”, o artista tem carreira marcada pela diversidade de ritmos, pela força poética de suas composições e pela conexão com a cultura brasileira. Em “FOFO”, a memória é elemento central da criação artística.
Sobre o artista: Chico César é cantor, compositor, escritor e jornalista paraibano, reconhecido como uma das vozes da música brasileira contemporânea. Revelado nacionalmente com o álbum Aos Vivos(1995), construiu trajetória marcada pela diversidade musical e pela força poética de suas composições.
Com mais de três décadas de carreira, já se apresentou em diversos países e desenvolveu obra que dialoga com temas como identidade, diversidade, afeto e pertencimento. Em FOFO, seu décimo primeiro álbum de estúdio, revisita composições escritas na juventude e promove um encontro entre suas origens criativas e a maturidade artística.
SERVIÇO: Chico César – Show de lançamento do álbum “FOFO” Local: CAIXA Cultural Curitiba (Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro) Datas e horários: 03/07 (sexta-feira), às 18h e 20h; 04/07 (sábado), às 18h e 20h; 05/07 (domingo), às 19h Sessão com interpretação em Libras: 04/07 (sábado), às 18h Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada) Vendas: a partir de 27/06, às 10h, na bilheteria física e às 15h na bilheteria online Classificação indicativa: 12 anos Funcionamento da bilheteria: Terça a sábado, das 10h às 20h | Domingos, das 10h às 19h Informações: (41) 3041-2155 Programação completa: Instagram @caixaculturalcuritiba
Assessoria de Imprensa: BB Comunica – @bb_comunica
Entre junho de 2026 e abril de 2027, o projeto “Pílulas de Histórias – Pharmacia Literária”, realizado pela Malasartes – Educação Sensível, percorre cinco municípios da região metropolitana de Curitiba — Colombo, Fazenda Rio Grande, Pinhais, Almirante Tamandaré e Piraquara — realizando 210 sessões de leituras compartilhadas. A iniciativa ocupa escolas da rede pública em regiões de vulnerabilidade social, propondo um gesto de descentralização cultural e integração legítima através da literatura. O projeto opera no entendimento de que a leitura compartilhada é capaz de sensibilizar crianças, jovens e adultos que se disponham ao encontro. As intervenções ocorrem de forma lúdica, buscando criar um ambiente de troca e cumplicidade onde a obra literária não é vista como um fim, mas como um percurso investigativo.
Na “Pharmacia Literária”, as obras são escolhidas a dedo para encantar e provocar. Nesses encontros, a “automedicação” é estimulada: cada participante é convidado a aviar suas próprias receitas literárias, ciente de que os múltiplos efeitos colaterais da leitura são muito bem-vindos. As bulas não exigem condições especiais, além da disponibilidade para a vivência, e a posologia mantém-se dinâmica, flexível e aberta à experimentação coletiva. Para iluminar esse prazer da investigação, o projeto evoca o pensamento do cineasta Wim Wenders, para quem o que as crianças adicionam aos livros com sua imaginação é o que realmente faz a história acontecer.
As sessões, gratuitas, são guiadas pelos mediadores Adriane Havro e Luis Teixeira, profissionais com mais de 20 anos de trajetória em projetos de incentivo à leitura. A postura é de escuta e recepção: o diagnóstico para prescrever novas leituras é guiado pela partilha de impressões, imagens e descobertas. A “prescrição literária” inclui autores renomados como Ricardo Azevedo, Bartolomeu Campos Queirós, Ana Maria Machado, Michael Ende, Ruth Rocha, Rogério Andrade Barbosa e Angela Lago. Embora o foco principal seja o público do Ensino Fundamental I, toda a comunidade escolar — incluindo educadores, merendeiras e inspetores — é convidada a habitar novas narrativas, experimentando o livro como percurso e deleite para desvelar o que se esconde entre as linhas.
O projeto “Pílulas de Histórias – Pharmacia Literária” é aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura (PROFICE) da Secretaria de Estado da Cultura | Governo do Estado do Paraná, com apoio da Copel.
Sobre a Malasartes – Educação Sensível O batismo do grupo buscou inspiração no personagem folclórico Pedro Malasartes — figura presente em diversas culturas sob nomes como Pedro Urdemales, Till Eulenspiegel ou Nasrudin. O grupo evoca a ideia do saber oportuno e da ação que intervém no momento preciso, resgatando as “malas artes”: as artes do povo, dos anônimos artesãos da palavra e dos contadores de histórias, muitas vezes ofuscadas.
Inspirada por esse carisma, a Malasartes escreve uma história andarilha, repleta de encontros transformadores em escolas rurais, vilarejos e bairros periféricos. Suas propostas são itinerantes, ganhando vida em hospitais, bibliotecas e recantos abertos ao cultivo da infância. Através de oficinas lúdicas, peças teatrais e rodas de leitura, o grupo busca reanimar espaços em um tempo que está além do relógio: o tempo do brincar, do ouvir e encantar. Suas interações funcionam como “sopas de pedra”, preparadas para saciar fomes de fantasia e despertar sementes de uma educação mais sensível.
SERVIÇO: Onde: Escolas públicas de Colombo, Fazenda Rio Grande, Pinhais, Almirante Tamandaré e Piraquara. Período: Junho de 2026 a abril de 2027. Sessões: 210 mediações de leitura compartilhada.
Espetáculo propõe uma coreografia de autodefesa da memória sapatão e integra programação gratuita em julho, com apresentações e oficina abertas ao público
A performance solo GALOPE, mais recente trabalho da artista Patricia Cipriano, será apresentado em duas únicas sessões nos dias 3 e 4 de julho, às 19h30, na Casa Hoffmann – Centro de Estudos do Movimento. Com entrada gratuita, a obra investiga memória, identidade e pertencimento a partir da experiência sapatão, construindo uma coreografia de autodefesa que articula dança, performance, palavra e arte sonora. A programação inclui ainda a oficina gratuita “Do Trote ao Galope”, ministrada por Cipriano e Janaine Karma e realizada em 1º de julho.
Em GALOPE, a figura do cavalo surge como metáfora de deslocamento, sobrevivência e conexão entre diferentes temporalidades. A partir dessa imagem, Patricia constrói uma dramaturgia corporal que mobiliza memórias individuais e coletivas para reivindicar a presença de pessoas e trajetórias frequentemente invisibilizadas.
Resultado de uma pesquisa iniciada durante residência realizada na Casa Hoffmann, em 2025, GALOPE tem origem no trabalho experimental TROTE, apresentado na Mostra de Residentes. A criação, que agora chega ao público em sua primeira versão integral, foi desenvolvida em parceria com a artista Amira Massabki e integra uma investigação de longa duração sobre arte sapatão e linguagens híbridas que transitam entre teatro, performance, audiovisual e experimentação sonora.
A partir da pergunta “como não desaparecer na história?, Patricia Cipriano investiga a memória como ferramenta de permanência e resistência, especialmente diante do apagamento histórico de experiências e vivências sapatão. “Me interessa pensar a memória como um animal vivo, que continua seu percurso mesmo quando tentam interromper seu caminho e, talvez, não desaparecer seja justamente isso: continuar produzindo vida, arquivo vivo e através do corpo e dos afetos deixar vestígios pelo caminho, marcas que tempo nenhum apaga.”, fala a artista.
Além das apresentações, Patricia Cipriano e a artista e pesquisadora Janaine Karma conduzem a oficina “Do Trote ao Galope” no dia 1º de julho. O encontro propõe o compartilhamento de procedimentos criativos e investigações ligadas ao corpo, à memória e à identidade. A atividade busca construir coletivamente uma coreografia de autodefesa a partir das experiências e repertórios das pessoas participantes, promovendo reflexões sobre proteção à vida, enfrentamento das violências e promoção da igualdade para pessoas LGBTQIAP+.
Sobre Patricia Cipriano Com mais de duas décadas de atuação nas artes da cena, no audiovisual e na produção cultural, Patricia Cipriano desenvolve uma trajetória marcada pelo diálogo entre criação artística e engajamento político. Integrante da Selvática em Rede e colaboradora da Súbita Companhia, a artista pesquisa práticas dissidentes e investiga as relações entre corpo, performance, gênero e memória, afirmando perspectivas LGBTQIAP+ como eixo central de sua produção.
SERVIÇO: GALOPE – Performance solo de Patricia Cipriano 03 e 04 de julho, às 19h30Casa Hoffmann – Centro de Estudos do Movimento (Rua Dr. Claudino dos Santos, 58 – São Francisco, Curitiba/PR) Entrada gratuita Classificação indicativa: 18 anos A apresentação do dia 04 de julho contará com audiodescrição e bate-papo após a performance.
Oficina – Do Trote ao Galope Com Patricia Cipriano e Janaine Karma 1º de julho, das 14h30 às 17h30 Casa Hoffmann – Centro de Estudos do Movimento (Rua Dr. Claudino dos Santos, 58 – São Francisco, Curitiba/PR) Participação gratuita Inscrições: em breve, pelos perfis das produtoras no Instagram. Mais informações: @furiosasproducoes | @flutuaproducoes
FICHA TÉCNICA Idealização e performance: Patricia Cipriano Desenho de som: Amira Massabki Iluminação: Semy Monastier Interlocução artística: Janaine Karma Direção de produção: Gilmar Kaminski Produção executiva: Dânatha Siqueira Audiodescrição: ElasAD – Joselba Fonseca Design gráfico: Pablito Kucarz Assessoria de imprensa: Thays Cristine Redes sociais e criação de conteúdo: Gabriela Berbert Realização: Furiosas Produções Produção: Flutua Produções
Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio, Fomento e Incentivo à Cultura de Curitiba – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.
¿CÓMO LAS COSAS LLEGARON AQUÍ? de Iván Haidar. Foto: Tato Giannini.
De 5 a 13 de junho de 2026, a CAIXA Cultural Curitiba recebe a segunda edição de ENCUENTROS | ações de diálogo em dança Curitiba – América Latina, transformando Curitiba em um território de intersecção e partilha ao longo de 9 dias de programação. Durante este período, o projeto reúne criadores dedicados ao trabalho colaborativo e coletivo. A programação articula apresentações de espetáculos, residências artísticas, pocket shows e espaços de convívio, transformando a mostra em um campo de investigação contínua. ENCUENTROS se estrutura sob a premissa de que o encontro é uma ação imperativa que constrói, modifica e urge. É a partir desse entendimento que a mostra se desenha, criando espaços voltados ao compartilhamento de trajetórias, perguntas e inquietações artísticas, estéticas e políticas, focando na potência dos processos e no movimento.
Conceitualmente, a edição 2026 se articula a partir da relação somática entre corpo e território. Curitiba torna-se o ponto de partida para caminhar, mover-se e conversar sobre as performatividades, mapeando as cartografias singulares que cada artista produz em sua comunidade e na cidade que habita. A mostra de dança acompanha criadores que investigam suas práticas estéticas, inserções territoriais e projeções em rede, indagando como essas manifestações dialogam com outros contextos sem perder suas singularidades. O projeto surge também diante do distanciamento cultural histórico entre o Brasil e os demais países latino-americanos, que frequentemente desconhecem as realidades, as narrativas e as referências artísticas das nações vizinhas. Diante desse panorama, a mostra amplia os espaços de interlocução para construir redes de intercâmbio entre artistas de várias nacionalidades, provocando alteridade e mexendo com a cena curitibana.
Esse ambiente de intersecção e cooperação é costurado por uma comissão curatorial heterogênea, composta pela curadora e gestora argentina Jimena Garcia Blaya, pela artista e curadora mexicana Olga Gutiérrez, e pelo artista-gestor curitibano Leonardo Kunta, que desenham o chamamento e acompanham toda a programação para potencializar as redes internacionais de colaboração nas artes vivas latino-americanas, contando ainda com a interlocução curatorial da idealizadora e diretora artística Mariana Mello. Ao acionar esses espaços coletivos de intercâmbio, ENCUENTROS entende a travessia, o embate e a relação com outros corpos-geografias como uma provocação fundamental para os modos atuais de organização e criação nas artes vivas da América Latina e de Curitiba.
O panorama internacional reúne artistas de diferentes territórios latino-americanos na programação da CAIXA Cultural Curitiba. Do Uruguai, a criadora Eugenia S. Chirimini apresenta KRUMPFORMismo. Da Argentina, participam Iván Haidar, com a obra ¿Cómo las cosas llegaron aquí?, e a dupla formada por Constanza Copello e Delfina Serra, que apresenta Tropismo y Nastía. Representando a cena colombiana, Sara Idárraga Hamid integra a mostra com Des-emboca-dura con-mover lo atascado. Já o México marca presença com Azhareel Sierra e a performance Códice del placer. Em diálogo direto com as propostas internacionais, a cena de Curitiba se faz presente com os trabalhos ULTRAVIOLETA, de Adriana Omoto, Suíte Deserto, da Korpa Enkantada, MARIMBONDO, de André Oliveira, REGENERAÇÕES, de Majo Farias e Vitória Gabarda, e Por onde o corpo é rastro, de Nadya Romanowski.
A experiência na CAIXA Cultural Curitiba se expande ainda por meio de ações formativas e apresentações musicais que complementam a dimensão coletiva e relacional da mostra. O público e os artistas compartilharão saberes nas oficinas ministradas por Cinthia Kunifas, Laremi Paixão, Raphael Fernandes e Juliana Adur, que propõem práticas corporais de sensibilização e pensamento sobre o corpo e o mundo.
O cruzamento entre música e performance ganha força nos pocket shows que acontecem ao longo da programação. No dia de estreia, ENCUENTROS recebe Lu Faccini e o espetáculo convidado MONSTRUOSAS ALIANÇAS, de Gabriel Machado. Na segunda semana de evento, Gabriel conduzirá também o Diálogo # CITA, bate-papo público entre artistas, curadoria e público; ação acompanhada pela performance musical de Klüber. A mostra encerra com o pocket show Las Pájaras, e com o lançamento e a distribuição gratuita de uma publicação criada por Luana Navarro e Raro de Oliveira com registros criativos do projeto, estendendo a memória das escritas corporais, dos afetos e dos diálogos travados durante a mostra.
Ao conectar a cena local às urgências criativas da América Latina, ENCUENTROS consolida-se como uma cartografia viva. Cada movimento gerado ao longo desses nove dias ativa redes de alteridade, colaboração e intercâmbio. Porque o encontro é uma ação perfurativa.
Códice del placer. Crédito foto: Azur Martínez.
PROGRAMAÇÃO COMPLETA ENCUENTROS
05.06 SEX 19h30: ABERTURA ENCUENTROS POCKET SHOW VOA NOITE DUO de Lu Faccini e Leo Gumiero [LIVRE] MONSTRUOSAS ALIANÇAS de Gabriel Machado, Hedra Rockenbach e Stéfani Belo [LIVRE]
06.06 SÁB 14h – 17h OFICINA CORPO-CORPO CORPO-MUNDO com Cinthia Kunifas [16] 19h30 MARIMBONDO de André Oliveira (Curitiba) [LIVRE] TROPISMO Y NASTÍA de Constanza Copello y Delfina Serra (Argentina) [18]
07.06 DOM 14h – 17h OFICINA DANÇAR É PERTENCER com Laremi Paixão [16] 18h KRUMPFORMismo de Eugenia S. Chirimini (Uruguai) [LIVRE] SUÍTE DESERTO de Korpa Enkantada (Curitiba) [16]
09.06 TER 19h30 POCKET SHOW MELINDRE de Julia Klüber Diálogo Curitiba # América Latina Bate-papo entre artistas, curadoria e público. Mediação: Gabriel Machado.
10.06 QUA 19h30 ¿CÓMO LAS COSAS LLEGARON AQUÍ? de Iván Haidar (Argentina) [LIVRE] ULTRAVIOLETA de Adriana Omoto (Curitiba) [16]
11.06 QUI 19h30 REGENERAÇÕES de Majo Farias e Vitória Gabarda (Curitiba) [18] CÓDICE DEL PLACER de Azhareel Sierra (México) [18]
12.06 SEX 19h30 POR ONDE O CORPO É RASTRO de Nadya Romanowski (Curitiba) [LIVRE] DES-EMBOCA-DURA CON-MOVER LO ATASCADO de Sara Idárraga Hamid (Colômbia) [10]
13.06 SÁB 10h – 13h OFICINA ARQUITETURAS ORGÂNICAS DO MOVIMENTO com Raphael Fernandes [16] 14h – 17h OFICINA JOGO DE INTERESSES – O INTERESSE COMO FORÇA DE APROXIMAÇÃO E CRIAÇÃO com Juliana Adur [16] 19h30 ENCERRAMENTO ENCUENTROS POCKET SHOW LAS PÁJARAS [LIVRE] Lançamento e distribuição da PUBLICAÇÃO | REGISTRO CRIATIVO [LIVRE]
SERVIÇO: Mostra ENCUENTROS | ações de diálogo em dança Curitiba – América Latina # 2ª Edição Data: De 05 a 13 de junho de 2026 Local: CAIXA Cultural Curitiba Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro, Curitiba – PR Ingressos por noite: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada) Oficinas gratuitas INFOS E INSCRIÇÕES OFICINAS: https://linktr.ee/mostraencuentros https://www.encuentros.art
Na foto de Cibele Rowena, a bailarina, coreógrafa e tangoterapeuta Samara Sfair e o bailarino argentino Maximiliano Gomes.
“Ecos de um Abraço” transforma espaços de Curitiba em cenário para uma experiência sensível entre dança, teatro e memória afetiva; projeto circula de 15 a 18 de junho, com apresentações gratuitas abertas ao público em 16 de junho, no Teatro do Memorial de Curitiba
A bailarina, coreógrafa e tangoterapeuta Samara Sfair estreia, em junho, o projeto “Ecos de um Abraço”, espetáculo de dança-teatro que utiliza o tango para contar uma história sobre amor, perda e reencontro. Com circulação entre os dias 15 e 18 de junho em diferentes espaços de Curitiba, a montagem transforma ambientes públicos e institucionais em cenário para uma narrativa construída a partir da memória afetiva.
Ao lado do bailarino argentino Maximiliano Gomes, Samara conduz o público por uma travessia emocional que começa pela ausência: um homem entra em cena carregando um casaco vazio, símbolo do abraço e da presença de quem já partiu. A partir dessa imagem, o espetáculo retorna no tempo por meio de lembranças fragmentadas, encontros, paixão e despedidas, criando uma experiência que mistura dança, teatralidade e a força poética do tango argentino. “O tango fala sobre presença, mas também sobre aquilo que permanece depois da ausência. O espetáculo nasce justamente desse lugar da saudade, das memórias que continuam vivendo no corpo e nos afetos”, afirma Samara.
Dividido em seis atos que percorrem diferentes estados emocionais, do desejo ao luto, da paixão ao reencontro espiritual, o espetáculo utiliza o próprio espaço como parte da dramaturgia. O som ambiente, a arquitetura dos locais tornam-se elementos da cena, aproximando a obra do caráter popular e urbano que marcou o nascimento do tango.
A circulação do espetáculo acontece entre os dias 15 e 19 de junho em diferentes espaços de Curitiba. A programação tem início em 15 de junho, com uma apresentação aberta ao público no Centro Cultural Miguel de Cervantes, na Praça da Espanha, às 14h. Em caso de chuva, a atividade será transferida para um espaço fechado. Na mesma data, o projeto realiza uma apresentação fechada no Colégio Estadual Julia Wanderley, às 19h. No dia 16 de junho acontecem as duas sessões gratuitas abertas ao público no Teatro Londrina, dentro do Memorial de Curitiba, às 16h e às 19h30. A circulação segue em 17 de junho com uma apresentação fechada na Sociedade Morgenau, às 15h30, e continua no dia 18 de junho com apresentações em locais que serão definidos pela Fundação Cultural de Curitiba.
O tango que nasce das ruas Com atuação no Brasil e na Argentina, Samara Sfair desenvolve uma pesquisa artística que conecta tango, memória afetiva e relações humanas. Professora Adjunta da Faculdade de Tango Del Angel, na Argentina, e produtora da Copa Tango Curitiba, a artista investiga há anos o potencial da dança como ferramenta de expressão, conexão emocional e transformação social.
Seu trabalho também inclui experiências voltadas para pessoas com Parkinson e depressão, utilizando o movimento como caminho para fortalecer vínculos, autonomia e qualidade de vida. “A rua aproxima a arte da vida real. Quando levamos o tango para espaços públicos, ele retorna para sua origem: uma dança criada entre encontros, afetos e histórias urbanas”, comenta.
A obra integra o projeto Ecos de Um Abraço, contemplado pelo Fundo Municipal de Incentivo à Cultura, e propõe uma experiência sensível sobre aquilo que permanece mesmo após a despedida.
Um espetáculo sobre o que fica Ao longo da montagem, o abraço surge como símbolo central da narrativa: gesto de amor, memória e permanência. Entre cenas silenciosas, deslocamentos pelo espaço e tangos marcados pela intensidade emocional, o espetáculo constrói uma reflexão poética sobre os vínculos humanos e os ecos deixados por cada encontro.
No desfecho, passado e presente se encontram novamente em cena, transformando o tango em uma celebração delicada da memória, da continuidade dos afetos e da capacidade humana de seguir adiante sem apagar aquilo que foi vivido.
Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.
SERVIÇO: Espetáculo – ECOS DE UM ABRAÇO Datas: 15, 16 e 17 e 18 de junho de 2026 Apresentações fechadas 15 de junho: Colégio Estadual Julia Wanderley às 19h 17 de junho: Sociedade Morgenau às 15h30 18 de junho: Local a ser definido pela FCC
Apresentações abertas ao público 15 de junho: Centro Cultural Miguel de Cervantes na Praça da Espanha às 14h (em caso de chuva a apresentação será remarcada em local fechado) 16 de junho: Memorial de Curitiba no Teatro Londrina às 16h e 19h30 | Entrada gratuita Classificação: Livre Duração: Aproximadamente 45 minutos
FICHA TÉCNICA: Concepção, direção e atuação: Samara Sfair | Atuação: Maximiliano Gomez | Produção executiva: Maria Sousa | Coordenação e produção: Beatriz Marçal | Assessoria de imprensa: Bruna Bazzo | Trilha sonora: Tango Bardo e clássicos do tango argentino | Realização: Projeto contemplado pelo Fundo Municipal de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba
Samara Sfair é bailarina, coreógrafa, professora e tangoterapeuta, com atuação no Brasil e na Argentina. É também Professora Adjunta da Faculdade de Tango Del Angel, na Argentina. Pós graduada em Dançaterapia e Dança e Educação, possui formação em tango pelo Método Dinzel, Formada pela Faculdade Tango del Anjel, Buenos Aires e especialização em Tango-Terapia. Como produtora da Copa Tango Curitiba, difunde a cultura tangueira e suas múltiplas expressões. Além de atuar como DJ de tango e organizadora de milongas, desenvolve pesquisas sobre a reabilitação através da dança, aplicando suas técnicas em casos de Parkinson e depressão. Seu trabalho valoriza a improvisação e o estilo pessoal dos alunos, promovendo um ensino acessível e envolvente.
Maximiliano Gomes é bailarino, coreógrafo, jurado e professor argentino de tango, nascido na província de Buenos Aires e atualmente residente em Manaus (AM). Fundador da Companhia FC Tango e com formação pela Universidad Nacional de Arte (UNA) e pelo formado pelo Intituto das Artes Folklóricas (DAF), Buenos Aires, construiu uma trajetória dedicada ao ensino, à pesquisa e à difusão do tango e do folclore argentino, atuando em grandes companhias internacionais, espetáculos e projetos culturais na Argentina e no Mundo.
Assessoria de Imprensa: BB Comunica – @bb_comunica
Rapper curitibano apresenta repertório de “Futuro Passado” pela primeira vez ao vivo. Show será no dia 18 de junho, quinta-feira
O Brasis no Paiol abre a sua 14a temporada com um show inédito: o músico e compositor Dow Raiz sobe ao palco do Teatro do Paiol com as músicas do seu novo álbum, “Futuro Passado”, lançado em abril. Essa será a estreia nacional do repertório ao vivo, dia 18 de junho, quinta-feira. Os ingressos estarão disponíveis por R$ 30 e R$ 15 (meia entrada).
No seu novo show, Dow propõe uma experiência imersiva que combina música, artes visuais e encenação para traduzir a narrativa do artista sobre a importância de compreender o passado – como ele molda o presente e projeta os caminhos do futuro. O espetáculo amplia essa reflexão no palco, transformando cada faixa em parte de uma construção estética e sensorial potente.
O álbum “Futuro Passado” reúne 13 faixas, sendo nove inéditas, e conta com participações marcantes de nomes de peso como Russo Passapusso (BaianaSystem), Sombra (SNJ), Pecaos, Xis, Dalsin, Rodrigo Ogi e Adrielly. Lançado pela EME Cultural, com pouco mais de um mês nas ruas, o trabalho já ultrapassa a marca de 900 mil plays somados nas plataformas digitais e reafirma, com autenticidade, a força e a essência do hip hop.
Em 2026, o Brasis no Paiol é viabilizado com o apoio de Music Invest, Pixta, Angelo Vanhoni, Effex – Tecnologia e Criação, restaurante Na Casa Delas, Blip Art, Cantina do Délio, Oide, Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba.
Confira os próximos shows do Brasis no Paiol 2025: 30/07 – Souto 20/08 – Bruna Lucchesi 08/10 – Fitti 12/11 – Zé Manoel
Brasis no Paiol Iniciativa cultural realizada desde 2012 em Curitiba pela produtora Bina Zanette (Santa Produção) e pelo produtor Heitor Humberto (Fineza Comunicação e Cultura), o Brasis no Paiol realizou mais de 150 shows desde sua primeira temporada, sempre com artistas de diferentes regiões do país. É um dos projetos musicais independentes em atividade mais longevos do país, consolidando-se como importante veículo de divulgação de trabalhos contemporâneos independentes e de formação de público em Curitiba.
O projeto promove a circulação de artistas de diferentes partes do Brasil, consolidando-se como uma das mais importantes plataformas para a música autoral independente. Em mais de uma década de existência, trouxe nomes como Juçara Marçal, Luedji Luna,Tulipa Ruiz, Rael, Fióti, Katú Mirim, Jup do Bairro, Aíla, entre muitos outros.
Campanha “Solta essa Voz, Mulher” integra a primeira etapa de uma trilogia de projetos de Mayra Fernandes que unem escuta, pesquisa e criação dramatúrgica a partir de vivências femininas
A arte como espaço de escuta, acolhimento e transformação social move o projeto “Fluxo Floema, Periféricas”, idealizado pela artista, produtora cultural e pesquisadora Mayra Fernandes, da Cardume Cultural, em Curitiba. Inspirado na obra Fluxo Floema, da escritora Hilda Hilst, o trabalho investiga as experiências femininas na sociedade contemporânea a partir de relatos reais de mulheres em contextos de vulnerabilidade.
A proposta une pesquisa de campo, escuta ativa e criação artística para construir uma dramaturgia inédita, atravessada por temas comuns de nós mulheres na sociedade contemporânea. As histórias compartilhadas pelas participantes tornam-se matéria poética e cênica, criando espaços de reconhecimento, pertencimento e reflexão coletiva.
Como parte desse processo, o projeto realiza a campanha “Solta essa Voz, Mulher”, que recebe relatos anônimos até o dia 10 de junho pelo e-mail fluxofloemapesquisa@gmail.com. A iniciativa busca criar um canal seguro de escuta e acolhimento para mulheres compartilharem experiências, memórias e vivências que poderão contribuir para o desenvolvimento da pesquisa artística.
A campanha reúne vozes, memórias e experiências que alimentam uma pesquisa artística comprometida com a escuta das múltiplas realidades femininas na contemporaneidade. Cada relato recebido amplia um processo investigativo que busca compreender como mulheres elaboram, atravessam e narram suas experiências em uma sociedade marcada por diferentes formas de violência, silenciamento e resistência.
Ao longo do mês de maio, o projeto também promoveu oficinas inclusivas voltadas a mulheres em situação de vulnerabilidade, idosos e pessoas com deficiência, incentivando autoestima, criatividade e expressão emocional. As atividades integraram a etapa formativa da pesquisa e contribuíram para ampliar os espaços de diálogo e escuta coletiva.
“Fluxo Floema, Periféricas” constitui a primeira etapa de uma trilogia de projetos que será desenvolvida entre 2026 e 2027. A pesquisa investiga diferentes dimensões da experiência feminina na contemporaneidade, tendo a escuta como metodologia central e a criação dramatúrgica como forma de elaboração artística dessas narrativas. Os próximos desdobramentos aprofundarão o diálogo entre memória, corpo, linguagem e representação feminina nas artes da cena.
Com recursos de acessibilidade, transcrição de conteúdos e valorização da diversidade de corpos e vozes, o projeto reafirma a potência da arte como ferramenta de diálogo, pertencimento e transformação social.
Sobre o projeto “Fluxo Floema, Periféricas” integra uma trilogia de ações artísticas e de pesquisa que serão realizadas entre 2026 e 2027, investigando as vivências femininas por meio da escuta, da dramaturgia e da criação cênica.
Na foto de Mariana Ayala: arte, escuta e transformação social a partir das vozes femininas. Até o dia 10 de junho, o projeto “Fluxo Floema, Periféricas” promove ações de acolhimento, oficinas e escuta coletiva em Curitiba.
Oficinas Dia: 14 de maio de 2026 – com Mayra Fernandes no CIC Dia: 21 de maio de 2026 – “Brincadeiras Coloridas para Nunca Mais Dar Branco”, com Carol Mascarenhas Dia: 28 de maio de 2026 – com Mayra Fernandes no CIC
Sobre Mayra Fernandes Atriz, diretora de produção e pesquisadora, atuante no cenário artístico desde 2010. Graduada em Teatro pela FAP/UNESPAR, ampliou sua formação em Antropologia, Cinema, Produção Cultural e Neurociência, com foco na experiência da mulher na sociedade contemporânea. Em 2026 desenvolve sua primeira dramaturgia, fruto de quase 15 anos de pesquisa, no projeto Fluxo Floema, que terá desdobramentos importantes em 2026 e 2027. Envolvida com as artes desde a infância, do circo ao teatro, também é palhaça formada pela Escola do Ator Cômico. Como produtora e curadora, integrou equipes de festivais como Psicodália, Festival de Curitiba e Novos Olhares. No teatro, compõe os elencos da Cia Setra Teatral e da Ap. da Treze, tendo recebido o Troféu Cabeça de Chinchila de melhor atuação junto ao elenco do espetáculo Multidão (2025). Sua trajetória foi reconhecida pela Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, e sua produtora, Cardume Cultural, foi certificada como Ponto de Cultura pelo Ministério da Cultura em 2025.
Assessoria de Imprensa: BB Comunica – @bb_comunica
Na foto de Gus Benke, Bruna Pena em performance durante a Experiência Língua Solta
Projeto de Bruna Pena reúne música, dança e mostra de videoclipes em uma noite de experimentação audiovisual
A Experiência Língua Solta – vol. 4 acontece no dia 11 de junho como parte da programação do Olhar de Cinema. Criado e conduzido pela cantora e diretora audiovisual Bruna Pena, o projeto vem se consolidando como um espaço de encontro entre linguagens, e nesta edição amplia sua proposta ao incorporar a mostra de videoclipe que abre a festa.
Bruna Pena apresenta um show que combina voz, camadas eletrônicas, guitarra e performance, com projeções visuais e a participação de dançarinos em cena. Sua pesquisa artística transita entre o íntimo e o coletivo, criando atmosferas sensoriais que convidam o público a uma escuta expandida – e nesta edição expande ainda mais sua dimensão audiovisual. Clara Gomes e Samuca Melo assumem a pista de dança durante o show.
Ela convida para a Experiência FERALKAT LAB, projeto experimental da também diretora audiovisual Natasha Durski. Ela assume o palco com uma performance que atravessa beats, texturas e ruídos, explorando uma sonoridade que se desloca entre a pista e a experimentação eletrônica, mantendo a energia da noite em fluxo contínuo.
Abrindo a programação, a noite conta com uma mostra de videoclipes composta por 10 trabalhos selecionados por meio de chamada aberta online. Os artistas escolhidos passam a integrar o evento, com direito a entrada liberada e +1 acompanhante, fortalecendo o caráter do projeto como plataforma de circulação e troca entre produções audiovisuais independentes. O resultado será divulgado no instagram da cantora (@oibrunapena).
O evento será realizado na Blind Pig – espaço anexo ao Ginger Bar, conhecido na cidade por seus excelentes drinks e programação cultural. Endereço Rua Saldanha Marinho, 1220 – Centro – Curitiba/PR
SERVIÇO: Confira a programação completa abaixo: Programação 22h00 – Abertura da casa 23h00 – Mostra de Videoclipes (10 videoclipes de até 5 minutos) 00h00 – Show Feralkat c/ laboratorio de projeções 01h00 – Show Bruna Pena c/ laboratório de projeções e dançarinos
Valores Ingresso antecipado R$15,00 Ingressos 1º Lote: R$25,00 Ingresso na hora R$35,00 Ingresso Credenciados Olhar de Cinema R$15,00 Link Ingressos, aqui Link Inscrição Videoclipes, aqui
Segunda edição do festival que reúne espetáculos, performances, mesas públicas, oficinas e ações imersivas de 29 de maio a 6 de junho, com artistas do Brasil, Peru e Sérvia
Curitiba e São Luiz do Purunã recebem, de 29 de maio a 6 de junho de 2026, a segunda edição do REVERBE – Encontro Internacional de Mulheridades em Cena, festival independente que transforma diferentes espaços culturais em território de criação, convivência e intercâmbio artístico. Com programação aberta ao público, o encontro reúne espetáculos, performances, mesas públicas, residências e ações formativas com artistas do Brasil e do exterior.
Idealizado por Janaina Matter, diretora da Alfaiataria, em parceria com Greice Barros, diretora da Núcleo Produções Cultura e Desenvolvimento, o REVERBE integra o The Magdalena Project, rede internacional de mulheres do teatro e da performance presente há mais de três décadas em diferentes continentes. Em sua segunda edição, o festival amplia sua atuação ao conectar arte, presença e troca coletiva em experiências que atravessam linguagens, corpos e territórios.
Com curadoria assinada por Janaina Matter, Greice Barros, Daniele Santana e Patricia Braga Alves, a programação reúne artistas nacionais e internacionais em atividades distribuídas entre Alfaiataria, Casa Hoffmann, Teatro José Maria Santos, Patuscada, em Curitiba e no Campo das Artes, em São Luiz do Purunã.
“O REVERBE nasce da vontade de criar espaços de encontro onde a arte também possa ser vivida como convivência. A programação foi pensada para aproximar artistas e público em experiências que atravessam criação, pensamento e presença”, afirma Janaina Matter.
Entre os destaques da programação estão a atriz peruana Débora Correa, do Grupo Cultural Yuyachkani; a performer sérvia Zoe Gudović; a Cia Biruta, de Petrolina (PE); a Baciada das Mulheres do Juquery (SP); e as artistas paranaenses Saravy, Adriana Omoto, Gladis das Santas, Larissa Lima e Priscilla Pontes.
Programação aberta ao público O festival inicia no dia 29 de maio, no Campo das Artes, em São Luiz do Purunã, com a Residência Imersiva de Escrita conduzida por Helena Vieira e apresentações gratuitas do espetáculo Pianinho, da Palhaça Siriema. No dia 30, o espaço recebe os trabalhos Ultravioleta, de Adriana Omoto, e Chão de Dentro, de Priscila Pontes.
Em Curitiba, a programação começa oficialmente em 1º de junho, na Alfaiataria, com roda de abertura e sarau das artistas Camila Jorge e Má Ribeiro, do projeto Filhas da Fruta.
Entre os dias 2 e 6 de junho, o festival promove oficinas rodas de conversa gratuitas na Casa Hoffmann, discutindo temas como corpo político, teatro de grupo, criação solo e assinatura cênica. No mesmo período, a performer da Sérvia Zoe Gudović apresenta a ação Life of Life, instalação-performance realizada na Alfaiataria.
Os espetáculos noturnos ocupam o Teatro José Maria Santos e a Alfaiataria com diferentes propostas estéticas e narrativas. No dia 2 de junho, Débora Corrêa apresenta Por Trás da Máscara, Conferência Cênica. No dia 3, a Baciada das Mulheres do Juquery encena Eu, a Gorda. Já no dia 4, Saravy sobe ao palco com Raçudas.
A programação segue no dia 5 com Notícias do Dilúvio: Um Canto a Canudos, da Cia Biruta de Teatro, e encerra no dia 6 com os espetáculos A 100 Graus Celsius, de Gladis das Santas, e Manifesto de uma Mulher de Teatro, de Tânia Farias. Na mesma noite, o REVERBE realiza festa de encerramento gratuita na Patuscada, com o Samba da Nega de Janine Mathias.
“O encontro foi pensado para criar uma rede viva entre artistas, público e cidade. Existe algo muito potente quando diferentes trajetórias e experiências compartilham o mesmo espaço, seja no palco, nas oficinas ou nas conversas que surgem ao longo dos dias”, destaca Greice Barros.
Experiência imersiva e intercâmbio internacional Além das atividades abertas ao público, o REVERBE promove uma programação exclusiva para artistas residentes, incluindo oficinas nacionais e internacionais, residência intensiva de escrita com Helena Vieira e mostra de processos criativos. A convocatória está aberta até o dia 21/05 e as inscrições podem ser feitas pelo Sympla.
Ao todo, o festival reúne nove espetáculos, ações performativas, oficinas, rodas de conversa e residências artísticas, consolidando-se como espaço de intercâmbio entre artistas de diferentes gerações, territórios e linguagens.
Criado em 2022, o REVERBE vem se fortalecendo como plataforma de circulação e criação coletiva nas artes da cena, propondo um espaço em que arte e convivência caminham juntas como formas de resistência, escuta e invenção de futuros.
O projeto é realizado com incentivo do PROFICE (Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura do Paraná), e apoio da Copel.
SERVIÇO:
2º REVERBE – Encontro Internacional de Mulheridades em Cena Data: 29 de maio a 06 de junho de 2026 Locais: Curitiba e São Luiz do Purunã Ingressos gratuitos. Garanta antecipadamente pelo DiskIngressos: https://reverbe.diskingressos.com.br/ ou 1h antes do espetáculo. Entrada sujeita a lotação.
Locais: Alfaiataria (Rua Riachuelo, 266 – Centro) Casa Hoffmann (Rua Dr. Claudino dos Santos, 58 – São Francisco) Teatro José Maria Santos (Rua Treze de Maio, 655 – São Francisco) Patuscada (Praça João Cândido, 238 – São Francisco) Campo das Artes (Estrada da Lage, 370 – São Luiz do Purunã – Balsa Nova/PR)
A 100 graus Celsius. Foto: Thais Rosa.
PROGRAMAÇÃO COMPLETA – REVERBE 2026 SÃO LUIZ DO PURUNÃ – Campo das Artes Dia 29 de maio (sexta-feira)
20h – Espetáculo Pianinho com Palhaça Siriema (PR) Gratuito | 1h05 | 14 anos
Dia 30 de maio (sábado) 20h – Espetáculo Ultravioleta com Adriana Omoto (PR) Gratuito | 20 min | 16 anos
Na sequência: Chão de Dentro com Priscilla Pontes (PR) Gratuito | 30 min | Livre
*Apresentações com intervalo de 15 minutos.
CURITIBA Dia 01 de junho (segunda-feira) Alfaiataria 17h – Roda de abertura Com artistas participantes e convidadas
20h – Sarau Filhas da Fruta Com Camila Jorge e Má Ribeiro Gratuito | Livre
Dia 02 de junho (terça-feira) Casa Hoffmann 14h – Roda de conversa Como um corpo político se torna poesia? Com Fredda Amorim, Gladis das Santas e Zoe Gudović Gratuito | Livre
Teatro José Maria Santos 20h – Espetáculo Por Trás da Máscara – Conferência Cênica Débora Corrêa – Grupo Cultural Yuyachkani (Peru) R$ 20 e R$ 10 | 70 min | Livre
Dia 03 de junho (quarta-feira)
Casa Hoffmann 14h – Roda de conversa Teatro de Grupo: tormenta ou sustentação? Com Débora Corrêa, Sueli Araújo e Tânia Farias Gratuito | Livre
Alfaiataria 14h às 18h – Performance Life of Life – Zoe Gudović (Sérvia) Gratuito | sessões de 15 min | 16 anos Agendamento via QR Code
Teatro José Maria Santos 20h – Espetáculo Eu, a Gorda – Baciada das Mulheres do Juquery (SP) R$ 20 e R$ 10 | 45 min | 18 anos
Dia 04 de junho (quinta-feira)
Casa Hoffmann 14h – Roda de conversa Como se tece uma assinatura cênica? Com Adriana Omoto, Cia Biruta e Larissa Lima Gratuito | Livre
Alfaiataria 14h às 18h – Performance Life of Life – Zoe Gudović (Sérvia) Gratuito | sessões de 15 min | 16 anos
17h às 19h30 – Mostra das Residentes Gratuito | conferir classificação indicativa
Teatro José Maria Santos 20h – Espetáculo Raçudas – Saravy (PR) R$ 20 e R$ 10 | 70 min | 14 anos Dia 05 de junho (sexta-feira)
Casa Hoffmann 14h – Roda de conversa Criação solo: impulso ou imposição? Com Baciada das Mulheres do Juquery, Priscilla Pontes e Saravy Gratuito | Livre
Alfaiataria 14h às 18h – Performance Life of Life – Zoe Gudović (Sérvia) Gratuito | sessões de 15 min | 16 anos
17h às 19h30 – Mostra de Processos Partilha Estado de Revolta – Daniele Santana (SP) Chove – Janaina Matter e Greice Barros Gratuito | Livre
Teatro José Maria Santos 20h – Espetáculo Notícias do Dilúvio: Um Canto a Canudos Cia Biruta de Teatro (PE) R$ 20 e R$ 10 | 45 min | Livre
Dia 06 de junho (sábado) Alfaiataria 14h às 18h – Instalação Life of Life – Zoe Gudović (Sérvia) Gratuito | sessões de 15 min | 16 anos
18h – Espetáculo A 100 Graus Celsius – Gladis das Santas (PR) R$ 20 e R$ 10 | 60 min | 18 anos
Teatro José Maria Santos 20h – Espetáculo Manifesto de uma Mulher de Teatro – Tânia Farias (RS) R$ 20 e R$ 10 | 45 min | 16 anos
Patuscada 21h30 – Festa de Encerramento Samba da Nega com Janine Mathias Gratuito | Livre
Evento terá sessões especiais com entrada gratuita para o público no jardim do hospital, além de programação exclusiva para pacientes
De 23 a 29 de maio, o Hospital Pequeno Príncipe recebe a 3ª edição da Mostra de Cinema no Pequeno Príncipe, projeto cultural voltado a crianças, familiares e à comunidade. A abertura contará com sessões especiais ao ar livre, no jardim do hospital, nos dias 23 e 24 de maio, às 19h, com entrada gratuita para o público em geral, sujeita à lotação. Para participar, é necessário retirar os ingressos uma hora antes do início de cada sessão.
Entre os dias 25 e 29, as sessões são exclusivas para pacientes e familiares, mas o público pode ter acesso à programação em formato online, disponível a partir do 23 de maio a 6 de junho no site do evento.
A iniciativa, viabilizada por meio da Lei Rouanet, propõe ampliar o acesso ao cinema dentro e fora do ambiente hospitalar, criando espaços de imaginação, acolhimento e encontro. Assim como nas edições anteriores, a Mostra leva o cinema diretamente aos pacientes internados, com exibições nos televisores do hospital, garantindo acesso seguro e democrático aos conteúdos.
Nas duas primeiras edições, realizadas em 2021 e 2022, foram exibidos mais de 40 filmes, alcançando mais de 7 mil pessoas entre pacientes, acompanhantes e público online. Como nas edições anteriores, a programação contará novamente com recursos de acessibilidade, como Libras, legendas descritivas e audiodescrição, ampliando o alcance das atividades. A nova edição mantém esse compromisso e expande a experiência com sessões presenciais e uma plataforma online aberta ao público.
Olho mágico – Histórias em todo canto Com curadoria de Sabrina Demozzi e produção da Trópico Audiovisual, com direção de Diego Florentino, a 3ª Mostra reúne 20 filmes, entre curtas e longas-metragens, e propõe uma ideia simples e potente: usar o cinema como forma de “espiar” o mundo, despertando curiosidade, empatia e conexão, sob o tema Olho Mágico – Histórias em todo canto. Os filmes percorrem temas como amizade, diversidade, meio ambiente, descobertas e fantasia, criando um percurso sensível e acessível para diferentes idades e serão apresentados em quatro eixos curatoriais:
Cuidar do mundo: histórias que aproximam as crianças da natureza e da vida em relação com o ambiente; Histórias que acontecem de perto: narrativas sobre afeto, cotidiano e relações familiares; Mundos que se encontram: encontros entre culturas, territórios e modos de viver; Inventar a alegria: filmes em que a imaginação e a brincadeira conduzem as histórias.
Para a curadora Sabrina Demozzi, a Mostra é um espaço de conexão. “Poucas coisas aproximam mais as pessoas do que o cinema. E pensar uma Mostra para as crianças é buscar essa conexão com o universo infantil, que é imenso, encantado e fabuloso. Organizamos uma seleção de filmes para que a 3ª Mostra de Cinema do Pequeno Príncipe seja esse tempo de encontro: um recorte em que pessoas de diferentes idades compartilham, juntas, o espaço da imaginação.”
Ao reunir crianças, famílias, pacientes e público externo, a Mostra reforça o papel da cultura como ferramenta de cuidado, escuta e transformação.
Além das exibições dos filmes, o projeto também produziu a reimpressão do Manual Prático de Stop-Motion, um material didático que reúne uma série de atividades e acessórios pensados para estimular a criação de histórias por meio de imagens animadas. A publicação terá distribuição gratuita para pacientes do Hospital Pequeno Príncipe, estudantes da rede pública de Curitiba e região, bem como para o público presente nas sessões abertas dos dias 23 e 24 de maio. O material também estará disponível gratuitamente, em versão digital, no site oficial do projeto.
A 3ª Mostra de Cinema no Pequeno Príncipe conta com patrocínio das empresas Grupo Braspine e Grupo Fasa, e tem o Hospital Pequeno Príncipe como instituição beneficiada.
SERVIÇO: 3ª Mostra de Cinema no Pequeno Príncipe De 23 de maio a 29 de junho de 2026 Hospital Pequeno Príncipe Avenida Silva Jardim, 1677 (esquina com Des. Motta, Curitiba) Sessões de abertura 23 e 24 de maio, às 19h Eventos abertos ao público, mediante retirada de ingressos gratuitos no local uma hora antes de cada sessão (a partir das 18h) Programação online gratuita 23 de maio a 6 de junho www.cinemanopequenoprincipe.com.br Classificação: livre