A CENA CÍNICA REABRE O LABORATÓRIO DO HUMOR DE MAURO ZANATTA EM CURITIBA

Temporada gratuita reúne cerca de 20 artistas em 16 apresentações de esquetes no Espaço Excêntrico, de 8 a 25 de outubro, retomando a experiência da Sexta Cínica sob uma nova perspectiva

O humor volta a ser colocado em jogo no palco do Espaço Excêntrico. De 8 a 25 de outubro, A Cena Cínica reúne cerca de 20 artistas em uma temporada gratuita de esquetes dirigida por Mauro Zanatta. O projeto retoma a experiência da Sexta Cínica, realizada no espaço a partir de 2016, mas parte de outro momento, com novos artistas, diferentes processos e uma investigação renovada sobre a comicidade.

São 16 apresentações, com diferentes combinações de artistas e cenas. A proposta coloca o intérprete no centro da investigação: corpo, voz, movimento e presença são matéria para construir situações, imagens e relações com a plateia. “Eu espero que o Mauro daquela época, se viesse assistir A Cena Cínica hoje, dissesse que está feliz em ver uma evolução no trabalho. Que não está vendo o mesmo material, que o material ganhou uma reflexão nesse período, cresceu, tanto na qualidade estética quanto no conteúdo”, afirma Zanatta.

Da Sexta Cínica a um novo jogo
A Sexta Cínica nasceu como um espaço de experimentação. Os solos permitiam testar cenas, experimentar linguagens e descobrir, diante do público, diferentes caminhos para produzir teatro, nem sempre pelo riso, mas com a potência necessária para encontrar o público.

A Cena Cínica retoma esse princípio sem reproduzir a fórmula original. O processo reúne os Bonobos da Corte, grupo criado por Zanatta a partir de artistas formados na Escola do Ator Cômico, e artistas convidados de diferentes trajetórias.

Desde agosto, o grupo participa de uma imersão conduzida pelo diretor, em encontros dedicados à preparação e à criação. A ideia não é fazer todos trabalharem da mesma maneira, mas permitir que o próprio grupo construa seu modo de jogar. “O próprio grupo é quem gera um sistema de trabalho”, explica.

É também nesse espaço de liberdade que a comicidade ganha outra camada. Para Zanatta, o riso começa pelo próprio artista, pela capacidade de reconhecer e colocar em cena suas contradições. “O princípio pra gente produzir o riso na comédia é você produzir o riso a partir de você, das tuas coisas. Você rir primeiro de si, para daí sim, você ter o direito de rir da sociedade”.

O ator no centro da cena
A investigação de A Cena Cínica passa pela presença do intérprete e por aquilo que ele consegue produzir diante do público a partir de seus próprios recursos. “Eu quero dar uma atenção muito forte, muito exclusiva para o trabalho da atriz, do ator. O que você consegue produzir de imagem nessa plateia a partir do teu corpo, da tua voz, a partir do teu movimento?”, indaga Mauro.

Esse pensamento também atravessa os Sábados Excêntricos, programação formativa que reúne artistas ligados aos Bonobos da Corte em encontros sobre criação, corpo, comunicação e carreira artística. Nos dias 10, 17 e 24 de outubro, no Espaço Excêntrico, serão realizadas oficinas de Marketing Pessoal para Artistas, com Marco Buchmann; Vivência Mulheres de Lua, com Deise Warken; Confecção de Máscaras, com Nelson Prado; Comunicação e Conexão Offline – Jogos e Brincadeiras, com João Ryka; e A Fluidez do Sentir, com Caroline Pellegrini. Antes da temporada, no dia 7, Julia Vidal conduz uma oficina de Escrita Criativa voltada ao público idoso. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo link na bio de @acenacinica

Para Mauro Zanatta, continuar experimentando e encontrando novos artistas é parte do que mantém seu vínculo com o teatro. Depois de mais de quatro décadas de trajetória, ele segue interessado naquilo que ainda pode acontecer quando o ator entra em cena e o jogo começa. “Teatro é um lugar tão inacreditável que eu encontrei na minha vida que eu não quero fazer outra coisa”, compartilha.

A Cena Cínica parte da experiência da Sexta Cínica, mas não tenta voltar ao mesmo lugar. O ponto de partida é conhecido; o que acontece agora depende dos artistas reunidos, do tempo presente e do que o próprio jogo for capaz de produzir.

SERVIÇO:
A Cena Cínica
Data: 08 a 25 de outubro de 2026
Local: Espaço Excêntrico Mauro Zanatta (Rua Lamenha Lins, 1429 – Rebouças)
Ingressos: Entrada gratuita, retirada 1 hora antes na bilheteria.
Horários: Quintas e sextas, às 20h | Sábados, às 18h e às 20h | Domingos, às 18h
Acessibilidade: duas apresentações contarão com tradução em Libras. *confirmar datas
OFICINAS – Sábados Cínicos
Data: 10, 17 e 24 de outubro
Inscrições: gratuitas, pelo link na bio de @acenacinica
Programação gratuita, com atividades voltadas a diferentes públicos e áreas de interesse.
Instagram: @acenacinica | @espacoexcentrico | @bonobosdacorte | @mauro.zanatta

Mauro Zanatta | Cena Cínica | Foto: Thayna Bressan

Ator, diretor, professor e produtor, Mauro Zanatta iniciou sua trajetória no teatro em 1982 e criou a Escola do Ator Cômico em 1994, onde desenvolve há mais de três décadas um trabalho voltado à formação de atores. Fundou o Espaço Excêntrico em Curitiba e pesquisa linguagens como improvisação, jogo cênico, máscara, clown, Commedia dell’arte e teatro físico. Sua trajetória inclui trabalhos no teatro, cinema e televisão, além de experiências de formação no Brasil e no exterior. Na Itália, estudou com Antonio Fava, referência internacional em Commedia dell’arte, e também aprofundou sua pesquisa em mímica, clown e teatro físico na Inglaterra. Em 2015, criou, ao lado de ex-alunos da Escola do Ator Cômico, o grupo Bonobos da Corte, com o qual desenvolveu trabalhos voltados à comicidade e ao jogo cênico. Em 2006, recebeu o Troféu Gralha Azul de Melhor Ator por A Queda. Em 2016/2017, foi novamente premiado na categoria por Contos de Nanook. Em 2026, dirige A Cena Cínica, retomando a pesquisa com esquetes e colocando novamente o humor em campo de experimentação.

FICHA TÉCNICA:
Direção Geral: Mauro Zanatta | Assistente de Direção: Hique Veiga | Direção de Produção: Carol Mascarenhas | Elenco: Adriana Samaan, Carol Mascarenhas, Caroline Pellegrini, Deise Warken, Diego Werner, Elisan Correia, Giovani Ferrari, Hique Veiga, João Ryka, Julia Vidal, Lucca Mascarenhas, Marco Buchmann, Mayra Fernandes, Nathan Gabriel, Nelson Prado, Pedro Melo, Simone Violanti, Stella Mariss e Taciane Vieira | Realização: Espaço Excêntrico e Bonobos da Corte

SINOPSE:
O projeto A Cena Cínica é uma maratona teatral gratuita realizada no Espaço Excêntrico, sob a direção de Mauro Zanatta. Durante a temporada em outubro, um elenco de cerca de 20 atores se revezam em 16 apresentações, cada uma com um espetáculo de esquetes diferente.

AÇÕES FORMATIVAS:
Sábados Cínicos
Inscrições gratuitas pelo link na bio de @acenacinica

10 de outubro | 9h às 12h
Marketing Pessoal para Artistas com Marco Buchmann
30 vagas | Espaço Excêntrico
10 de outubro | 14h às 18h
Vivência Mulheres de Lua com Deise Warken
28 vagas | Espaço Excêntrico

17 de outubro | 9h às 13h
Oficina de Confecção de Máscaras com Nelson Prado
10 vagas | Espaço Excêntrico

17 de outubro | 14h às 17h
Comunicação e Conexão Offline – Jogos e Brincadeiras com João Ryka
20 vagas | Espaço Excêntrico

24 de outubro | 14h às 18h
A Fluidez do Sentir, com Caroline Pellegrini
20 vagas | Espaço Excêntrico

*7 de outubro | 14h às 16h
Escrita Criativa com Julia Vidal
20 vagas | Centro de Convivência da Boa Idade Irmã Catarina Boaventura
Rua Guilherme Ihlenfeld, 664 – Tingui
Atividade fechada.

Assessoria de Imprensa:
BB Comunica – @bb_comunica
Foto: Thayna Bressan.

TRÊS VEZES POE TRANSFORMA CLÁSSICOS DE EDGAR ALLAN POE EM SOLO CONTEMPORÂNEO

O universo de Edgar Allan Poe ganha novas formas no palco com Três Vezes Poe, espetáculo da Lunar Companhia de Teatro que estreia com uma mini temporada em Curitiba, integrando a programação do Festival da Primavera.

As primeiras sessões acontecem no dia 3 de outubro, às 17h e às 20h, no Centro Cultural Espaço de Arte, que recebe também as apresentações do dia 10, nos mesmos horários. No dia 11, às 17h, a montagem chega ao Memorial de Curitiba, em sessão com Libras. Todas as apresentações têm entrada gratuita.

Interpretado por Victor Ferreira, com direção de Beto Meira, o solo aproxima Annabel Lee, O Coração Delator e O Corvo em uma livre adaptação que atravessa amor, perda, solidão, obsessão, saúde mental, memória e existencialismo.

DE O CORVO A TRÊS VEZES POE
A relação de Victor com Poe começou ainda no Colégio Estadual do Paraná, quando estudava teatro e teve contato com uma leitura de O Corvo. Em 2025, o ator levou ao palco uma primeira versão de um solo inspirado em O Coração Delator, no Teatro José Maria Santos, durante a Mostra Novos Olhares, com direção de Marrara Mara.

Agora, essa pesquisa se amplia e aproxima três obras que encontram pontos de contato entre amor, perturbação e existência.

“Poe tem uma capacidade muito particular de construir o terror sem necessariamente torná-lo gráfico. Ele passa pela solidão, pelo mistério e pela fantasia de uma forma muito poética. Em alguns textos, transforma as palavras em uma teia que envolve o espectador pela leitura e pela própria sonoridade”, conta Victor.

A dramaturgia de Lara Rodi e Rafael Delgado parte dos textos originais para criar uma experiência cênica contemporânea. O espetáculo não busca reproduzir os contos, mas fazer com que essas figuras encontrem outro corpo, outra voz e outro tempo.

UM SOLO FEITO POR MUITAS MÃOS
Embora tenha apenas um ator em cena, Três Vezes Poe é construído por muitas presenças. Cenário, som, iluminação e figurino ampliam o corpo de Victor em cena e ajudam a criar as atmosferas que atravessam as três obras de Poe.

“Conceber este espetáculo, a partir da obra de Edgar Allan Poe, reúne uma equipe de jovens realizadores e o desejo de levar à cena um olhar novo, plural e inspirador, nascido da contribuição de cada artista envolvido. Uma criação permeável às possibilidades que surgem da participação apaixonada de cada integrante da equipe”, afirma Beto Meira.

Para o diretor, o encontro com o público também integra o processo de criação e abre uma nova etapa para o amadurecimento da montagem.

Três Vezes Poe tem apresentações nos dias 3 e 10 de outubro, às 17h e às 20h, no Centro Cultural Espaço de Arte, e no dia 11 de outubro, às 17h, no Memorial de Curitiba, em sessão com Libras. Todas as apresentações têm entrada gratuita.

O projeto é realizado com recursos do Programa de Apoio, Fomento e Incentivo à Cultura de Curitiba – Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba.

SERVIÇO:
Espetáculo: Três Vezes Poe
Local: Centro Cultural Espaço de Arte
Rua Alberto Folloni, 1534 – Ahú
Datas: 3 e 10 de outubro, às 17h e às 20h
Local: Memorial de Curitiba
Rua Dr. Claudino dos Santos, 79 – São Francisco
Data: 11 de outubro, às 17h
Sessão com Libras
Ingressos: Gratuito – distribuição 1h antes de cada sessão, sujeitos à lotação.
Duração: aproximadamente 50 minutos.
Classificação: Livre para todos os públicos.

FICHA TÉCNICA:
Direção: Beto Meira
Ator: Victor Ferreira
Dramaturgia: Lara Rodi e Rafael Delgado
Assistência de direção: Marrara Mara
Cenário e figurino: Gui Almeida
Sonoplastia: Victor Willian
Iluminação: Felipe Schier
Caracterização: Anáthaly Kleina
Fotos: Duda Ferreira
Design: Victor Ferreira
Produção: Heleno Rohn
Coordenação do projeto: Cássia Hauari

SOBRE O ARTISTA
Victor Ferreira é ator e artista da cena, com trajetória iniciada ainda no período escolar, no Colégio Estadual do Paraná, onde teve seu primeiro contato com a obra de Edgar Allan Poe a partir de uma leitura de “O Corvo”.

A relação com a literatura do autor se aprofundou ao longo dos anos e, em 2025, Victor apresentou uma primeira versão de um solo inspirado em “O Coração Delator”, no Teatro José Maria Santos, durante a Mostra Novos Olhares, com direção de Marrara Mara.

Na área audiovisual, participou de trabalhos como “Use Sua Voz”, da HBO, “Sessão de Terapia” e “Meu Avô Stanislau”, da Globo, experiências que também aproximaram seu trabalho do circuito de imprensa.

Essa trajetória se encontra agora com sua pesquisa sobre Poe em “Três Vezes Poe”, espetáculo em que interpreta um solo inspirado em “Annabel Lee”, “O Coração Delator” e “O Corvo”.

Além da atuação, Victor assina o design do cartaz da montagem e participa da construção de sua identidade visual, ampliando sua atuação no processo criativo.

Fonte: @bb_comunica
Foto: Duda Ferreira @dferreira.ph

TRIO CUSPÃO DE TEATRO ABRE SELEÇÃO PARA OFICINA GRATUITA QUE INVESTIGA A COMÉDIA COMO LINGUAGEM DE CRIAÇÃO

Ministrada pelo dramaturgo, ator e pesquisador do riso Amande Macedo, atividade acontece de 13 a 16 de outubro, em Curitiba, e integra projeto que dá origem a espetáculo sobre golpes digitais

O que faz uma piada funcionar? Como uma situação ganha ritmo, estrutura e vira dramaturgia? É a partir dessas perguntas que o Trio Cuspão de Teatro abre a seleção para a Oficina de Imersão em Dramaturgia Cômica, que acontece de 13 a 16 de outubro, em Curitiba. Gratuita, a atividade é conduzida pelo dramaturgo, ator e pesquisador do riso Amande Macedo, na Garalhufa Escola de Atuação, no Centro. As vagas são limitadas e as inscrições estão abertas por meio de formulário disponível no link da bio do @triocuspao

Destinada a maiores de 17 anos, a oficina reúne quatro encontros, das 19h às 22h, totalizando 12 horas de imersão na escrita cômica. A seleção acontece por meio de carta de interesse, voltada a pessoas interessadas em escrita, dramaturgia e nas possibilidades do humor como linguagem de criação.

A comédia levada a sério
Durante os encontros, Amande Macedo compartilha metodologias de escrita, elementos da linguagem cômica e técnicas de estruturação de piadas. A proposta combina reflexão e prática, passando por teorias do cômico, análise e construção de estruturas de humor, exercícios de escrita e experimentações.

A ideia é olhar para a comédia por dentro: entender seus mecanismos, testar possibilidades e perceber como ritmo, lógica, expectativa, quebra e absurdo podem ser utilizados na construção dramatúrgica. Para Amande, investigar a comicidade pela dramaturgia também envolve mudar a posição de quem produz e de quem é colocado como objeto do riso. “Investigar o riso no âmbito dramático teatral é como uma retomada de poder, pra mim. É identificar como possibilidade o fazer rir e não somente ser o alvo de riso”, comenta.

A pesquisa parte da possibilidade de assumir o lugar de quem conta a história e de transformar experiências em matéria para o riso. “É recuperar as rédeas de quem conta histórias suas, dos seus, das suas, des sues, e ainda se atreve a ter a intenção disso tudo desembocar em riso”. A oficina também tem uma dimensão prática e divertida. “Vamos levar muito a sério a comédia, analisar estruturas de piadas e investigar como provocar o riso como quem estuda seriamente as placas tectônicas”, afirma Amande.

Entre teorias, exercícios, tentativas e erros, os participantes experimentam as possibilidades da escrita cômica e descobrem, na prática, o que pode provocar um pequeno terremoto no diafragma.

Uma primeira etapa de “Alguém pode me ouvir?”
A oficina integra “Alguém pode me ouvir?”, proposição do Trio Cuspão de Teatro, grupo emergente da cena teatral de Curitiba que pesquisa a comicidade em cena.

O projeto nasce de uma história real que parece saída de uma comédia absurda: um golpista se passa por astronauta ao telefone e convence uma mulher de 65 anos a financiar sua suposta volta à Terra. “Alguém pode me ouvir?” é a primeira frase dita pelo golpista durante a abordagem.

A situação desperta o interesse do Trio Cuspão para investigar as fraudes digitais pela linguagem teatral. O espetáculo aborda estratégias utilizadas por golpistas e formas de prevenção, aproximando informação, humor e teatro.

A oficina acontece antes do processo criativo da montagem. A criação do espetáculo começa no início de 2027, a partir das pesquisas desenvolvidas pelo grupo. A temporada está prevista para maio de 2027, com 16 apresentações em Curitiba.

O projeto inclui ainda audiodescrição integrada, em parceria com a CASA Consultoria, e bate-papos com o público após as sessões.

Neste momento, o Trio Cuspão volta o olhar para a própria matéria-prima de seu trabalho: a comicidade. A oficina cria um espaço de investigação e compartilhamento de ferramentas de dramaturgia que também alimentam a pesquisa do grupo para o futuro espetáculo.

SERVIÇO:
OFICINA DE IMERSÃO EM DRAMATURGIA CÔMICA
Quando: 13 a 16 de outubro de 2026 | 19h às 22h
Carga horária: 12 horas
Onde: Garalhufa Escola de Atuação (Rua São Francisco, 308, Centro)
Público: maiores de 17 anos
Vagas: limitadas
Seleção: por meio de carta de interesse
Inscrições: gratuitas, via formulário disponível no link da bio do @triocuspao | linktr.ee/triocuspao | https://forms.gle/2uvXR3S2MXJi75YS9

Fonte: @bb_comunica
Arte: Will Fagundes

CAIXA CULTURAL CURITIBA ANUNCIA SHOW INÉDITO DE ANA FRANGO ELÉTRICO

“Ana Frango Elétrico de Bolso” será apresentado entre os dias 19 e 20 de setembro, com a presença do multi-instrumentista Vovô Bebê

A CAIXA Cultural Curitiba recebe, em setembro, a estreia na capital paranaense do espetáculo “Ana Frango Elétrico de Bolso”. Em formato intimista, a apresentação reúne a compositora, poeta, artista visual e produtora musical Ana Frango Elétrico e o multi-instrumentista Vovô Bebê, em uma experiência que aproxima os artistas cariocas do público curitibano. As apresentações acontecem em sessões duplas nos dias 19 e 20 de setembro, às 17h e 19h30, com interpretação em LIBRAS na sessão das 19h30 do sábado (19).

“Ana Frango Elétrico de Bolso” evidencia a versatilidade de um projeto que, desde 2023, circula por diversas capitais. A artista e o cantor, compositor e produtor Vovô Bebê (nome artístico de Pedro Dias Carneiro) são parceiros de longa data. A parceria discográfica entre os dois teve início em 2018, com o álbum de estreia de Ana, “Mormaço Queima” (RISCO).

Entre a palavra escrita e a falada, Ana evoca no show a sua multiplicidade. Com voz, guitarra e sampler, ela constrói camadas que se expandem em diálogo com a pulsação elétrica do contrabaixo de Vovô Bebê, que sustenta e intensifica a força dessa junção sonora.

No palco, os artistas percorrem a discografia de Ana Frango Elétrico em um setlist que vai a outros extremos e possibilidades de processo e produção musical, entre versões e faixas inéditas.

“Acho que [Ana Frango Elétrico de Bolso] é um lugar mais intimista, como se o público estivesse em minha casa comendo de minha comida”, pondera a artista.

Neste encontro inédito em Curitiba, o público é convidado a atravessar o universo subjetivo de Ana Frango Elétrico, em uma experiência entrelaçada à poética em expansão no espaço-tempo criativo da artista.

Após a segunda sessão do espetáculo, no sábado (19), Ana Frango Elétrico participa de um bate-papo com o público sobre o processo de criação de “Ana Frango Elétrico de Bolso”, a construção do repertório e a parceria artística que dá forma à apresentação. O encontro acontece logo após a sessão das 19h30 e contará com interpretação em LIBRAS, ampliando as possibilidades de acesso e participação do público.

Sobre Ana Frango Elétrico
Ana Frango Elétrico é uma artista em transmutação. A não-binariedade atravessa a construção de sua linguagem poética e artística. Ela expande o universo de sua obra nas artes gráficas, visuais e sonoras.

Entre dobras e texturas nostálgicas ao longo de seu amadurecimento discográfico, Ana também é reconhecida por sua pesquisa multidisciplinar, com indicação ao Prêmio PIPA em 2021.

No ano seguinte, Ana venceu o Grammy Latino como co-produtora musical, na categoria Melhor Álbum Pop em Português, pelo disco “Sim Sim Sim” (2022, Mr Bongo), único álbum lançado pelo grupo Bala Desejo.

Multifacetada em suas linguagens, a carioca compilou, em seu livro-catálogo de estreia, “Escoliose: paralelismo miúdo” (2020, Edições Garupa), poesias, gravuras e ilustrações produzidas entre os anos de 2015 e 2019, com a apresentação da escritora Heloisa Buarque de Hollanda, intitulada “Um bilhete para Ana F”.

Com o segundo álbum de estúdio, “Little Electric Chicken Heart” (2019, RISCO), Ana consolidou sua projeção nacional e internacional. Ela conquistou a premiação da APCA e foi indicada ao Grammy Latino, ao Prêmio Multishow da Música Brasileira e ao Women’s Music Event Awards. Com repercussão na imprensa especializada brasileira e internacional, o projeto ganhou a versão em vinil no Brasil e no Japão.

O lirismo noir encontra novas formas em “Me Chama de Gato Que Eu Sou Sua”, terceiro álbum de estúdio de Ana Frango Elétrico, lançado em 2023 em parceria com os selos RISCO (Brasil), Mr Bongo (Inglaterra) e Think! Records (Japão).

A partir dele, no ano seguinte, a poética de Ana atravessou novas fronteiras, chegou aos palcos japoneses e ampliou a dimensão internacional de sua obra.

De volta ao Brasil após sua segunda eurotour, realizada em agosto deste ano e com destaque para a participação no Sziget Festival, na Hungria, Ana integra, ao lado do estilista Ronaldo Fraga, a equipe da turnê do show “Que mulher é essa?!”, da cantora Simone, na qual assina direção musical e os arranjos.

Atualmente, além do espetáculo “Ana Frango Elétrico de Bolso”, ela está confirmada no line-up do Primavera Sound São Paulo e do Coala Festival, neste último, em um show ao lado de Marcos Valle.

Ana Frango Elétrico transforma a própria singularidade artística em linguagem, absorvendo os movimentos despretensiosos do universo ao seu redor para construir narrativas de sua própria egrégora, em seu heterônimo mulher-homem-bicho.

SERVIÇO:
Ana Frango Elétrico de Bolso – Show com Ana Frango Elétrico e Vovô Bebê
Local: CAIXA Cultural Curitiba
Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Datas e horários: 19 de setembro (sábado), às 17h (primeira sessão) e 19h30 (segunda sessão); 20 de setembro (domingo), às 17h (primeira sessão) e 19h30 (segunda sessão);
Sessão com interpretação em Libras: Sessão das 19h30 de sábado (19);
Ingressos: R$15 (meia-entrada para clientes CAIXA e casos previstos em lei) e R$30 (inteira)
Vendas: a partir de 12 de setembro, às 10h, na bilheteria física; e às 15h, pela Bilheteria Digital.
Funcionamento da bilheteria: Terça a sábado, das 10h às 20h | Domingos, das 10h às 19h
Duração: 75 minutos
Classificação indicativa: 16 anos
Informações: CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba | (41) 3041-2155

SERVIÇO:
Bate-papo com Ana Frango Elétrico
Data: 19 de setembro (sábado), após a sessão das 19h30
Local: CAIXA Cultural Curitiba
Participação: Ana Frango Elétrico
Acessibilidade: interpretação em Libras
Acesso: atividade realizada após a segunda sessão do espetáculo. Participação condicionada ao acesso à sessão das 19h30.

Fonte: Cabana Assessoria
Crédito Foto: Hick Duarte.

BUTŌ OCUPA CURITIBA COM DANÇA, PERFORMANCE E CORPOS EM TRANSFORMAÇÃO

E se o corpo não precisasse estar sempre funcionando? E se o cansaço, a fragilidade, a deformação e até a morte também pudessem ser matéria de criação? É a partir dessas perguntas que “Liturgia dos Escombros – Mostra de butō contemporâneo” chega a Curitiba. Fruto de uma iniciativa independente dos próprios artistas e produtores envolvidos, a mostra ocupa o Espaço KÀ de Artes e a Casa Hoffmann, entre 18 e 22 de setembro, com performances, cine-butō, oficinas e conversas.

Idealizada pelo butōista Lucca Lírio e pelos dançarinos de butō Beatriz Marçal e Caio Frankiu, com direção e curadoria de Lucca, a mostra parte de uma linguagem nascida no Japão do pós-guerra, que rompeu com padrões tradicionais de beleza, virtuosismo e representação. Inspirada nas linhagens de Tatsumi Hijikata, Kazuo Ohno e Yoshito Ohno, Liturgia dos Escombros aproxima o butō de questões do presente: exaustão, ancestralidade, desejo, precariedade, memória, morte e transformação. “O butō não começa perguntando como um corpo deve parecer. Ele pergunta o que esse corpo carrega, o que o atravessa e o que ainda pode nascer dele. Olhar para a fragilidade pode ser um gesto radical”, afirma Lucca Lírio.

Dois espaços, duas atmosferas
A programação foi pensada em duas frentes curatoriais, criando experiências distintas para o público. No Espaço KÀ acontece o SOMOS KÀ-baret, programação paga que recupera uma dimensão experimental, noturna, erótica e marginal ligada às primeiras experiências do butō. Em diálogo com o Ankoku-Butō, a “dança das trevas” de Tatsumi Hijikata, a programação mistura performances ao vivo, cine-butō, registros históricos e festejos.

Entre os trabalhos estão performances ao vivo e transmissão de vídeo-dança butō, além de vídeos de arquivo da história do Butō e outras produções audiovisuais. “O Espaço KÀ permite uma relação mais carnal, excessiva e indisciplinada com o butō. É um espaço em que a performance pode acontecer junto com o cinema, a música, o encontro e a presença do público”, explica Beatriz Marçal.

Na Casa Hoffmann, as apresentações de 20 a 22 de setembro são gratuitas e assumem uma atmosfera mais ritualística, meditativa e fantasmagórica, aproximando-se das poéticas de Kazuo Ohno e da transmissão de Yoshito Ohno. “Nesse segundo polo da nossa mostra, decidimos honrar a linhagem mais onírica e surreal que chega até nós de Kazuo e Yoshito Ohno, onde se dança com os Ancestrais, dança-se com quem já não está mais aqui nesse plano, encontrando-se no limiar de vida. A morte aqui existe como um último suspiro, um alívio do retorno ao éter primordial” afirma Lucca.

Corpos que viram memória, criatura e paisagem
Nas performances, os corpos deixam de ser apenas instrumentos para se tornar matéria, arquivo, paisagem, criatura, fantasma e raiz.

Entre os trabalhos apresentados estão Bloodline Ritual: O que os Ancestrais deixam no corpo, de Lucca Lírio; A Morte que Nela Habita, de Beatriz Marçal; Cyber, de Alessandra Giacomoni; Kanashibari Hypnagógico, de Bruno Sanctus; Pollen-Pólem(os), de Caio Frankiu; Anemia, de Dani Durães; e Butōsei no YoaKe (Alvorecer Butônico): Uma raiz que atravessa o futuro, criação coletiva dos cinco artistas citados anteriormente sobre transmissão, transformação e continuidade. “O corpo é também espaço. Quando ele ocupa, desloca ou transforma um lugar, cria outra relação com a cena e com quem está assistindo. É esse cruzamento entre corpo, espaço e dramaturgia que atravessa o meu trabalho”, afirma Caio Frankiu.

Quando o butō sai do palco
A mostra também abre espaço para formação e pesquisa. Na Casa Hoffmann, a programação inclui as oficinas Karada – O Corpo Vazio, MA – O Espaço-Entre, além da Roda de Conversa Butô: Origem e História.

Antes da abertura da mostra, no dia 13 de setembro, a Casa Hoffmann recebe, dentro da programação Portas Abertas, a oficina Butô: Inclusão Radical. A atividade é gratuita e aberta a diferentes corpos, idades e habilidades, sem necessidade de experiência anterior em dança.

A proposta parte de uma provocação: e se a fragilidade também fosse beleza? “Existe uma ideia de que determinados corpos precisam ser consertados antes de ocupar uma cena. A gente quer fazer o contrário: começar pelo corpo que existe, com suas marcas, seus limites, sua história e suas possibilidades. O butō começa aí”, afirma Lucca.

A pesquisa também ultrapassa o palco. Lucca Damilano e Nabylla Fiori de Lima tiveram aprovada no 1º Congresso de Dança da UNESPAR a pesquisa Butō como prática de cultivo: investigando a fronteira entre vida e cena, que será apresentada durante o Seminário de Pesquisa Acadêmica, realizado de 14 a 18 de setembro, em Curitiba. O estudo investiga o momento em que o viver cotidiano pode se transformar em dança, a partir da compreensão do butō como uma prática de cultivo, borrando as fronteiras entre arte e vida.

Entre o cabaré e o ritual, o grotesco e o sublime, a sombra e a flor, Liturgia dos Escombros aproxima diferentes linhagens, corpos e modos de criação. Para Lucca, “um corpo que não precisa ser perfeito para estar em cena. Um corpo que pode parar, desaparecer, se transformar, e continuar”, finaliza.

SERVIÇO:
LITURGIA DOS ESCOMBROS – Mostra de butō contemporâneo
Data: 18 a 22 de setembro de 2026
Espetáculos de Classificação: 14 anos

SOMOS KÁ-BARET
De: 18 e 19 de setembro | 19h às 22h
Local: Espaço Kà de Artes (Rua Treze de Maio, 506 – Centro)
*Performances, cine-butō, vídeos e registros históricos.

Ingressos via Sympla aqui

LITURGIA DOS ESCOMBROS
De: 20, 21 e 22 de setembro
Local: Casa Hoffmann (Rua Dr. Claudino dos Santos, 58 – São Francisco)

Horarios: 9h às 13h: oficinas e formação | 14h às 18h: ensaios técnicos | 19h às 22h: performances

*Apresentações gratuitas, retirada de ingressos com uma hora de antecedência. Oficinas gratuitas mediante inscrição., no link: aqui

PORTAS ABERTAS
Dia: 13 de setembro | domingo | 9h às 13h | Casa Hoffmann

Oficina Butô: Inclusão Radical

*Atividade gratuita, aberta a diferentes corpos, idades e habilidades. Não é necessário ter experiência anterior em dança. Inscrições na hora.

Instagram: @pocoependulo | @espacokadeartes

PROGRAMAÇÃO:

A programação começa no dia 13 de setembro, antes da abertura oficial da mostra, com a Oficina Butô: Inclusão Radical, realizada das 9h às 13h na Casa Hoffmann, dentro do projeto Portas Abertas. Gratuita, a atividade é voltada a diferentes corpos, idades e habilidades, sem necessidade de experiência anterior em dança.

Nos dias 18 e 19 de setembro, o Espaço KÀ recebe, das 19h às 22h, o SOMOS KÁ-baret, reunindo performances, cine-butō, vídeos e registros históricos, e uma programação audiovisual dedicada ao universo do butō. A entrada com 3 lotes e venda na hora.

De 20 a 22 de setembro, a Casa Hoffmann concentra a programação principal de Liturgia dos Escombros, com atividades formativas pela manhã e performances à noite. No dia 20, o público poderá assistir a Bloodline Ritual: O que os Ancestrais deixam no corpo, de Lucca Lírio; A Morte que Nela Habita, de Beatriz Marçal; e Butōsei no YoaKe (Alvorecer Butônico): Uma raiz que atravessa o futuro, criação coletiva.

No dia 21, a programação reúne Cyber, de Alessandra Giacomoni; Kanashibari Hypnagógico, de Bruno Sanctus; e novamente Butōsei no YoaKe. Já no dia 22, são apresentados Pollen-Pólem(os), de Caio Frankiu; Anemia, de Dani Durães; e a criação coletiva Butōsei no YoaKe. As apresentações na Casa Hoffmann são gratuitas.

A programação formativa inclui as oficinas Karada – O Corpo Vazio, MA – O Espaço-Entre, a Roda de Conversa Butô: Origem e História e a partitura imagética e corporal do butō. As atividades são gratuitas mediante inscrição.

20 de setembro – Oficina Butō: Karada, O corpo vazio
Manhãs | 9h30 às 13h30 | R$ 75,00 a Inteira

21 de setembro – Oficina Butō: MA – O Espaço-Entre
Manhãs | 9h30 às 13h30 | R$ 75,00 a Inteira

22 de setembro – Roda de Conversa Butō: Origem e História
Manhãs | 10h-12h | Gratuita

Horários e inscrições: aqui

Assessoria de Imprensa: BB Comunica – @bb_comunica
Foto: Maria Tortato.

DROLMAS ESTREIA EM CURITIBA REVISITANDO O MITO DE MEDUSA

Espetáculo cruza mitologia grega, budismo tibetano e cultura popular brasileira em temporada gratuita de 17 de setembro a 4 de outubro, no Espaço Excêntrico Mauro Zanatta

Medusa não nasceu monstro. Foi transformada em um. É a partir dessa história que Drolmas revisita o mito das três górgonas e leva à cena Ana Decker, Katia Horn e Samara Rocha, em uma montagem que cruza mitologia grega, budismo tibetano e referências da cultura popular brasileira. A temporada começa em 17 de setembro, com entrada gratuita, no Espaço Excêntrico Mauro Zanatta.

Com dramaturgia de Samara Rocha, que também idealiza e atua no espetáculo, e direção de Giorgia Conceição, a peça fala de violência, silenciamento, desejo, envelhecimento e transformação a partir de uma narrativa que também se constrói pelo corpo. As atrizes cantam, dançam e permanecem em movimento, atravessando diferentes linguagens teatrais.

“Drolmas foi sendo construído por muitas mulheres, em diferentes momentos do processo. Cada encontro foi deixando uma marca na obra”, conta Samara. A pesquisa começou em 2022, em encontros entre mulheres artistas, e a dramaturgia foi sendo escrita, reescrita e transformada ao longo de leituras, conversas e ensaios.

Da lama ao lótus
Na dramaturgia, a trajetória das três irmãs se organiza em três imagens: lodo, caule e lótus. Medusa, Euríale e Esteno atravessam diferentes tempos, corpos e existências até chegar à flor, associada à transformação e à iluminação.

O próprio nome do espetáculo vem de Drolma, referência tibetana ligada ao aspecto feminino do Buda. A ideia de uma mulher que escolhe buscar a iluminação justamente em um corpo feminino encontra, na peça, o mito de Medusa e histórias de mulheres que foram culpabilizadas, silenciadas ou transformadas em monstros. “Medusa, Euríale e Esteno são também etapas de uma travessia pelas violências, adaptações, resistências e possibilidades de libertação vividas pelas mulheres”, explica Samara.

Um palco em movimento
Giorgia Conceição leva para a montagem sua pesquisa no burlesco, no vaudeville e no teatro de variedades. A música e a dança surgiram e cresceram durante o processo de criação, fazendo com que o espetáculo se aproximasse de uma opereta vaudevillesca. “Eu queria que, apesar de o tema ser denso, a peça fosse muito sedutora e envolvente para o público. Cada cena tem um apelo visual, estético e uma referência teatral diferente”, afirma Giorgia.

A trilha reúne composições e versões sob direção musical de Edith de Camargo, além de marchinhas de carnaval e da gravação de Cantoras do Rádio, com Carmen e Aurora Miranda. Um álbum dos anos 1970 do artista Pedro Sorongo inspira o ato final, Lótus.

As três intérpretes são mulheres maduras, com 60, 51 e 45 anos. Seus corpos, memórias e experiências atravessam questões como beleza, desejo, envelhecimento, julgamento, autonomia e violência.

Ao longo do processo de criação, Drolmas também foi compartilhado com diferentes públicos, em escolas públicas, casa de passagem e outros espaços, aproximando o trabalho de adolescentes, mulheres trans e travestis, pessoas em situação de rua e outros públicos.

A programação inclui ainda duas ações formativas: Oficina de Libras, com Nathan Sales, e Oficina de Contação de Histórias, com Samara Rocha. As inscrições podem ser feitas pelos formulários disponíveis no link da bio, em @coletivodrolmas. A temporada conta também com sessões com Libras na estreia e em todos os sábados.

A realização é do Coletivo Drolmas e Les Paranauês Cia Criativa, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura.

SERVIÇO:
Drolmas
Temporada: 17 de setembro a 4 de outubro de 2026
Local: Espaço Excêntrico Mauro Zanatta (Rua Lamenha Lins, 1429 – Rebouças)

Datas e horários: 17, 18 e 19 de setembro, às 20h | 20 de setembro, às 19h | 24, 25 e 26 de setembro, às 20h | 27 de setembro, às 19h | 1º, 2 e 3 de outubro, às 20h | 4 de outubro, às 19h

Sessões com Libras: Sessões com Libras: 17 de setembro, às 20h | 19 de setembro, às 20h | 26 de setembro, às 20h | 3 de outubro, às 20h

Duração: 1h10 | Classificação: 14 anos
Entrada: gratuita | Ingressos: distribuídos uma hora antes de cada apresentação
Capacidade: 50 lugares

Sinopse: Entrelaçando mitologia grega, budismo tibetano e cultura popularbrasileira, Drolmas ressignifica o mito de Medusa para revelar a força de mulheres que rompem o silêncio e reivindicam o direito decontar a própria história. Amaldiçoada pela deusa Atena, a sacerdotisa Medusa é transformada em monstro ao lado de suas irmãs, Esteno e Euríale. Banidas, culpabilizadas e condenadas ao silêncio, as górgonas atravessam os séculos testemunhando as violências impostas aos corpos femininos – da Grécia Antiga ao Brasil colonial e contemporâneo. Ao retomarem a própria voz, as três irmãs confrontam as narrativas que as transformaram em monstros e iniciam uma jornada de cura, resistência e libertação.

Ficha Técnica:
Concepção e Dramaturgia: Samara Rocha | Direção: Giorgia Conceição | Elenco: Ana Decker, Katia Horn e Samara Rocha | Figurinos e Adereços: Katia Horn | Assistência de | Figurino: Flor Horn | Assistente de figurino: Flor Horn Brasil e Barbara Horn | Cenografia: Giorgia Conceição | Assistência de Cenografia: Michelle Bonatto e Angela Suriani | Iluminação: Raul Freitas | Direção Musical: Edith de Camargo | Assessoria de Dramaturgia e Formas Animadas: Laércio Amaral | Operação de Som: Edith de Camargo | Operação de Luz: Raul Freitas | Contrarregragem: Moizés Benvi | Direção de Produção: Samara Rocha | Produção Executiva: Moira Albuquerque | Design Gráfico: Katia Horn e Ale Horn | Mídias Sociais: Thayna Bressan | Fotografia: Polly Devides | Oficineiros: Nathan Sales e Samara Rocha | Realização: Coletivo Drolmas e Les Paranauês Cia Criativa

Fonte: BB Comunica – @bb_comunica
Foto: Polly Devides.

XXIII FEIRA DO LIVRO DA EDITORA UFPR SERÁ REALIZADA EM AGOSTO NA REITORIA

XXIII Feira do Livro da Editora UFPR será realizada em agosto na Reitoria

Evento gratuito acontece de 4 a 7 de agosto no Pátio da Reitoria da UFPR, com descontos a partir de 30% em livros de editoras universitárias

A 23ª edição da Feira do Livro promovida pela Editora UFPR será realizada de forma presencial entre os dias 4 e 7 de agosto de 2026, no Campus da Reitoria da Universidade Federal do Paraná (UFPR). O evento funcionará diariamente das 9h às 20h, com entrada gratuita.

Reconhecida como um dos eventos literários mais relevantes do calendário nacional, a feira tem como objetivo divulgar as publicações da universidade, valorizar a produção editorial brasileira e incentivar a formação de novos leitores.

Durante os quatro dias de evento, o público poderá adquirir livros com descontos a partir de 30%, abrangendo diversas áreas do conhecimento. A feira contará com a presença de editoras comerciais e universitárias renomadas, além de livrarias e distribuidoras.

Paralelamente, será oferecida uma programação cultural diversificada, que incluirá apresentações musicais, oficinas e atividades especialmente direcionadas a alunos do Ensino Médio. Todas as atividades propostas serão gratuitas e abertas ao público geral.

No espaço de realização do evento, também estará presente a Feirinha de Economia Solidária, com o objetivo de incentivar o empreendedorismo local e valorizar pequenos artesãos e comerciantes de Curitiba e Região Metropolitana.

Além da edição presencial, a XXIII Feira do Livro da Editora UFPR contará com uma versão virtual entre os dias 8 e 10 de agosto, no site oficial do evento.

Serviço:
XXIII Feira do Livro da Editora UFPR
Feira Presencial: 4 a 7 de agosto de 2026, das 9h às 20h
Feira Virtual: 8 a 10 de agosto de 2026, das 9h às 23h59
Local: Pátio do Campus Reitoria – UFPR (esquina das ruas XV de Novembro e General Carneiro, Curitiba – PR)
Site: eventos-editora.ufpr.br

Sobre a Editora UFPR
Criada em 1987, a Editora UFPR é vinculada à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do Paraná. Sua missão é divulgar o conhecimento acadêmico, científico e cultural produzido pela universidade e pela comunidade acadêmica em geral, aproximando essa produção da sociedade por meio de livros e publicações.

PROJETO BRASIS NO PAIOL CHEGA À 14ª TEMPORADA E ANUNCIA LINE UP DE ARTISTAS PARA 2026

Crédito arte: Arthur Reis.

Tradicional mostra musical de Curitiba apresenta shows inéditos na cidade. Abertura será em junho, com lançamento do novo álbum de Dow Raiz

Um dos projetos musicais mais tradicionais de Curitiba, o Brasis no Paiol chega à 14a temporada em 2026. Com início marcado para o dia 18 de junho, a mostra vai apresentar cinco shows inéditos até novembro: Dow Raiz, Souto, Bruna Lucchesi, Zé Manoel e Fitti, sempre às quintas-feiras, 20h. Os ingressos custam R$ 30 e R$ 15.

Em 2026, o Brasis no Paiol é viabilizado com o apoio de Music Invest, Pixta, Angelo Vanhoni, Effex – Tecnologia e Criação, restaurante Na Casa Delas, Blip Art, Cantina do Délio, Oide, Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba.


Dow Raiz. Foto: Henrique Thoms.

18 de junho: Dow Raiz
Destaque do hip hop nacional, o rapper, compositor, MC e DJ curitibano lançou em abril seu terceiro álbum, “Futuro Passado”, com participações marcantes de nomes de peso como Russo Passapusso (BaianaSystem), Sombra (SNJ), Pecaos, Xis, Dalsin, Rodrigo Ogi e Adrielly. Dow Raiz abre a temporada 2026 do Brasis no Paiol com um show inédito, apresentando seu novo repertório pela primeira vez, propondo uma experiência imersiva que combina música, artes visuais e encenação

30 de julho: Souto
Artista da etnia Kariu Kariri, compositora e performer, Souto traz um show inédito a Curitiba. Entre a palavra, o corpo e a memória, a rapper é uma das vozes mais potentes e singulares da cena hip hop brasileira. No Brasis no Paiol, apresenta o repertório do seu álbum “Lunar”, lançado em 2026, traduzindo vivências periféricas e ancestrais em narrativas de resistência, identidade e potência criativa.


Bruna Lucchesi. Foto: Camilla Loreta.

20 de agosto: Bruna Lucchesi
Curitibana residente em São Paulo, faz o show de lançamento de “Bandoleira”, seu primeiro álbum autoral, de 2026. O trabalho apresenta feats de peso como Mariko Reid (EUA), Sissy Dinkle (EUA), Helio Flanders (Vanguart), o poeta Fabricio Corsaletti e a produtora Alice Coutinho. As canções incorporam guitarras, texturas elétricas e momentos de intensidade que ampliam o universo sonoro do disco. Entre as referências que atravessam os arranjos estão Patti Smith, Bob Dylan, Neil Young, Karen Dalton, mas também Gal Costa do final da década de 60.

08 de outubro: Fitti
Natural de Recife, Fitti apresenta o seu álbum “Transespacial” pela primeira vez em Curitiba. O trabalho foi indicado ao Grammy Latino na categoria “Melhor Álbum de Música de Raízes em Língua Portuguesa” em 2025, trazendo uma sonoridade que reflete sua vivênciaa e relação do indivíduo com suas emoções e complexidades. Participou de projetos aclamados como o espetáculo “Dominguinhos – Isso Aqui Tá Bom Demais” e a série “Só Se For Por Amor”, da Netflix.


Zé Manoel. Foto: Kevin Andrad.

12 de novembro: Zé Manoel
Nascido em Petrolina, Pernambuco, Zé Manoel vem a Curitiba com um show inédito: Zé Manoel Duo. Com cinco álbuns lançados, seu disco mais recente, “Coral” (2023), é considerado um marco estético e político de sua discografia, reunindo colaborações com Luedji Luna, Liniker e Alessandra Leão, reafirmando Zé Manoel como uma das vozes mais relevantes da música brasileira contemporânea. Em 2021, seu álbum “Do Meu Coração Nu” foi indicado ao Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Popular Brasileira.

Brasis no Paiol
Iniciativa cultural realizada desde 2012 em Curitiba pela produtora Bina Zanette (Santa Produção) e pelo produtor Heitor Humberto (Fineza Comunicação e Cultura), o Brasis no Paiol realizou mais de 150 shows desde sua primeira temporada, sempre com artistas de diferentes regiões do país. É um dos projetos musicais independentes em atividade mais longevos do país, consolidando-se como importante veículo de divulgação de trabalhos contemporâneos independentes e de formação de público em Curitiba.

O projeto promove a circulação de artistas de diferentes partes do Brasil, consolidando-se como uma das mais importantes plataformas para a música autoral independente. Em mais de uma década de existência, trouxe nomes como Juçara Marçal, Luedji Luna,Tulipa Ruiz, Rael, Fióti, Katú Mirim, Jup do Bairro, Aíla, entre muitos outros.

Serviço:
Brasis no Paiol 2026 – 14ª temporada
Quintas-feiras, 20h
Local: Teatro do Paiol – Praça Guido Viaro, s/n
Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada)
Vendas: https://pixta.me

SÚBITA COMPANHIA LEVA REMONTAGEM DO PREMIADO “AMORES DIFÍCEIS” A DIVERSAS CIDADES PARANAENSES

Fotografia: Carol Castanho.

Com dramaturgia baseada em clássicos da literatura e do teatro, peça retorna aos palcos com nova encenação e elenco renovado para investigar os impasses do amor contemporâneo em sessões gratuitas em junho

Quase sete anos após sua última apresentação, o espetáculo “Amores Difíceis”, da Súbita Companhia de Teatro, retorna aos palcos em uma remontagem que chega de forma gratuita a sete cidades do Paraná. Entre maio e junho de 2026, a montagem percorre os municípios de Antonina, Siqueira Campos, Ribeirão do Pinhal, Bela Vista do Paraíso, Saudade do Iguaçu, Tibagi e Balsa Nova.

“Amores Difíceis” levanta uma pergunta — o que é o amor? — para construir uma encenação contemporânea que aposta na metalinguagem para investigar o amor e seus embates. A obra tem como ponto de partida o conto “Aventura de um esposo e uma esposa”, do escritor italiano Italo Calvino, e trechos das peças de A Gaivota, de Anton Tchekhov, e Bodas de Sangue, de Federico García Lorca.

Dirigido por Maíra Lour, o espetáculo tem elenco formado por Pablito Kucarz, Patrícia Cipriano, Dafne Viola e Zeca Sales, que se revezam em diferentes papéis entre cenas de obras consagradas e textos autorais. Voltada para o público jovem e adulto, a montagem carrega a assinatura da Súbita Companhia com uma encenação contemporânea marcada pelos estudos do corpo e do movimento no teatro.

“O espetáculo traz o tema das relações amorosas, seus prazeres e frustrações, embalado por músicas que falam de amor, de fossa e de superação. O elenco traz para o palco várias situações que provocam reflexões sobre escolhas, atitudes e entrega nas relações amorosas”, conta a diretora e dramaturga Maíra Lour.

A obra estreou em 2013 no Teatro Novelas Curitibanas, percorreu festivais em Curitiba, Maringá e Itacoatiara (AM), foi premiado com o Prêmio de Melhor Iluminação no 10º Festival de Teatro da Amazônia, indicado ao Prêmio Troféu Gralha Azul 2013 nas categorias Melhor Espetáculo e Melhor Direção, e fez temporada na Caixa Cultural do Rio de Janeiro em 2015. Sua última apresentação aconteceu em 2019, em uma mostra de repertório da própria companhia.

Para a circulação, a montagem se renova. “Desde a concepção do espetáculo em 2013 até os dias atuais muitas coisas mudaram em relação ao amor”, explica Lour. “A pandemia transformou as relações afetivas e nós, artistas criadores desse espetáculo, também mudamos muito, amadurecemos e hoje percebemos as relações amorosas de outra maneira. O elenco desta nova montagem trouxe outras inquietações e questões para a remontagem, revelando também uma oportunidade de amadurecimento na linguagem artística da Companhia”, completa Maíra.

Projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Cultura | Governo do Estado do Paraná, com incentivo da Copel.

Sobre a Súbita Companhia de Teatro
Fundada em 2007 e sediada no Centro Histórico de Curitiba, a Súbita Companhia de Teatro é um coletivo de artistas dedicado à criação de espetáculos, produções audiovisuais, publicações e ações formativas. A companhia desenvolve pesquisa continuada em encenação e dramaturgia contemporâneas, com foco nos estudos do corpo e do movimento. Com 18 peças, 3 cenas curtas, 8 curtas-metragens e 13 publicações em dramaturgia ao longo de sua trajetória, a Súbita se destaca pela continuidade e qualidade de seu trabalho no cenário cultural brasileiro. Em 2025, foi premiada no Troféu Gralha Azul, o principal prêmio do teatro paranaense, nas categorias Melhor Espetáculo, por O medo da morte das coisas, e Melhor Direção, por Deriva, tendo recebido outras 15 indicações em diversas categorias.

Serviço
Amores Difíceis
Duração: 60 minutos
Classificação: 14 anos
Entrada: gratuita

SAUDADE DO IGUAÇU
03/junho (qua) | 15h30 e 19h
04/junho (qui) | 15h30 e 19h
Centro Cultural de Saudade do Iguaçu

TIBAGI
10/junho (qua) | 15h e 19h
11/junho (qui) | 15h e 19h
Teatro Municipal Tia Inália

BALSA NOVA
13/junho (sáb) | 16h e 20h
14/junho (dom) | 16h e 20h
Campo das Artes

Mais informações:
www.instagram.com/subitacompanhia
www.instagram.com/flutuaproducoes

Ficha técnica:
Direção: Maíra Lour |  Dramaturgia: Maíra Lour e Álvaro Antonio | Elenco: Dafne Viola, Pablito Kucarz, Patrícia Cipriano e Zeca Sales | Direção de movimento: Juliana Adur | Assistência de direção: Anna Wantuch | Sonoplastia: Álvaro Antonio | Cenário: Fernando Marés | Figurinos: Isbella Brasileiro | Iluminação: Lucri Reggiani | Direção de produção: Gilmar Kaminski | Produção executiva: Dânatha Siqueira | Assessoria de imprensa: Thays Cristine | Redes sociais e criação de conteúdo: Gabriela Berbert | Realização: Súbita Companhia e Flutua Produções

CIA DE 2 APRESENTA O PREMIADO ESPETÁCULO “LEÕES, VODKA E UM SAPATO 23” NO SESC DA ESQUINA, EM CURITIBA

Leões, Vodka e um Sapato 23. Foto: Wedson.

Peça propõe uma reflexão sobre a liberdade ao reinterpretar a trágica história do Circo Vostok. Apresentação única acontece dia 23 de maio (sábado), com ingressos a partir de R$ 10,.

A Cia de 2, grupo teatral com mais de 20 anos de trajetória, chega a Curitiba para uma apresentação única do premiado espetáculo de teatro e circo “Leões, Vodka e um Sapato 23”. A sessão acontece dia 23 de maio (sábado), às 20h, no Teatro do Sesc da Esquina.

A montagem parte do trágico e conhecido evento envolvendo o Circo Vostok para convidar o público a uma profunda reflexão sobre o aprisionamento – seja ele físico, social ou psicológico. Ao colocar em cena leões que enfrentam o seu destino no picadeiro, a obra levanta um questionamento contundente: afinal, quem realmente está enjaulado? Os animais ou nós, presos em nossas próprias contradições e injustiças humanas?

O espetáculo mistura os “restos” de uma banda e de um circo, utilizando pedaços de lona e sobras de vodka em um ambiente tomado por murmúrios russos e rugidos felinos. Em cena, quatro leões bufos convocam a plateia para testemunhar sua própria morte, sua miséria e os amargos dias de fome dentro da jaula. O tom tragicômico e a estética circense criam uma atmosfera imersiva e provocativa.

Desde sua estreia oficial em 2019, na 5ª edição do CIRCOS (Festival Internacional Sesc de Circo, em São Paulo), a peça tem trilhado um caminho de grande sucesso de público e crítica. A obra já circulou por inúmeras unidades do Sesc em São Paulo e no Paraná, além de ter integrado a programação de importantes festivais nacionais e internacionais, como o FESTCLOWN (Brasília), FESTIA (Canoas) e o Festival de Inverno de Bonito (MS).

“Leões, Vodka e um Sapato 23” rendeu a Cia de 2, prêmios de destaque na cena teatral nacional, incluindo: Festival Nacional de Teatro de Duque de Caxias (2023): Vencedor nas categorias Melhor Espetáculo (1º lugar), Melhor Direção e Melhor Cenografia e FENATA – Festival Nacional de Teatro de Ponta Grossa (2019): Vencedor de Melhor Espetáculo (Júri Popular) e Melhor Figurino.

Serviço:
Espetáculo “Leões, Vodka e um Sapato 23” (Cia de 2)
23 de maio, sábado, às 20 horas
Sesc da Esquina — R. Visconde do Rio Branco, 969 – Mercês, Curitiba
Ingressos: R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia-entrada) | R$ 10 (Trabalhador do Comércio)
Classificação Indicativa: Maiores de 12 anos

Ficha técnica:
Elenco: Adriano Laureano, Jean de Oliveira, Jonas di Paula e Guilherme Padilha
Direção: Daniela Biancardi
Direção Musical: Mateus Guimarães
Figurinos: Chris Galvan
Maquiagem: Daniela Biancardi
Iluminação: Miguel Ramos
Orientação Dramat gica: Suzana Aragão
Cenografia: Núcleo de Pesquisa e Montagem do espetáculo
Confecção de Cenário: Willian Alves e Orlando Sales
Edição de Som: DJ Evelyn Cristina
Adereços: Márcio Douglas e Orlando Sales
Produção: Jean Oliveira

Fonte: Cléverton Santana
Foto: Wedson.