RAVI BRASILEIRO E CARLOS CAREQA LANÇAM ´61 91` EM PARCERIA QUE ATRAVESSA GERAÇÕES E VISITA DOIS TEMPOS DO MESMO LUGAR

Com produção musical de Victória Ruiz e clipe por Oruê Brasileiro, os artistas refletem sobre criação, existência e a transição geracional

Aos 64 anos, Carlos Careqa sempre caminhou alguns passos à frente do seu tempo. Aos 34, Ravi Brasileiro aprendeu a habitar o presente com a intensidade de quem sabe ouvir o mundo. Entre eles, há três décadas de distância. Mas é justamente nesse intervalo, entre 1961 e 1991, que nasce ´´61 91“, o novo single e clipe que une dois artistas separados pela idade, mas conectados pela mesma inquietação criativa.


Ouça ´´61 91“

O primeiro encontro entre Ravi Brasileiro e Carlos Careqa aconteceu no Teatro do Paiol, há quatro anos. O espaço, inaugurado em 1971 com um espetáculo de Vinícius de Moraes, Toquinho, Marília Medalha e o Trio Mocotó, já havia atravessado diferentes fases da música brasileira antes de receber, naquela conversa, um artista da década de 1960 e outro de 1990.

A coincidência geracional chama atenção, mas o ponto de partida de “61 91” veio da troca direta entre os dois naquele dia. Em outro espaço‑tempo.

“Essa ideia surgiu há uns quatro anos, quando o Ravi me procurou no Teatro do Paiol. Eu fiz aquela inquirição normal quando você conhece alguém. Qual é o teu signo, e quantos anos você tem? E percebi que a gente tem uma diferença de 30 anos. Eu nasci em 1961 e ele em 1991. Aí pensei, vou fazer uma música falando sobre isso”, pondera o ator, cantor e compositor Carlos Careqa.

Foi então que a diferença geracional entre Ravi e Careqa deixou de ser detalhe biográfico e passou a integrar a própria narrativa dos dois, como um elemento que atravessa suas experiências, mas questiona a permanência no mesmo lugar.

“Ele quis saber mais sobre quem eu era, qual era o meu trabalho. Então mandei várias músicas minhas. Ele ouviu e, a partir disso que ele conheceu sobre mim, fez uma letra”, lembra Ravi Brasileiro.

A primeira versão da música veio ousada, com um compasso sete por quatro que desafiou até mesmo a experiência de Careqa. “Quando o Ravi mostrou a primeira versão, ele propôs uma coisa bem fora da casinha. Uma música difícil. Eu tentei cantar lá em São Paulo, mas não consegui”, admite o artista.

Como acontece em muitos encontros artísticos, o processo criativo de “61 91” passou por diferentes caminhos até chegar à versão atual. A música que chega ao público agora tem a produção musical assinada pela DJ, instrumentista e compositora Victória Ruiz.

Em 2025, outra proposta foi desenvolvida por Du Gomide para o projeto ´´7por2“, explorando outros territórios sonoros entre o orgânico e o eletrônico, em contraponto ao diálogo entre as gerações.

´´Essa foi a primeira música composta para o projeto 7por2. E também, a primeira versão que a gente gravou foi essa, com a produção da Victória. Teve uma pré-produção minha, eu mandei para a Victória. Depois, trocamos algumas figurinhas com o Careqa, que também fez uma produção dele. Juntamos esse emaranhado de ideias, e a Victória, que é bem envolvida na cultura ballroom, trouxe essa estética“, relembra Ravi sobre a música gravada em 2022.

Carlos Careqa e Ravi Brasileiro. Crédito foto: Amanda Sartor.

Sobre a produção musical
Uma curiosidade do processo é que Ravi havia acabado de receber um Quad Cortex, e “61 91” se tornou a primeira gravação com o equipamento. Segundo o artista, durante a configuração, o áudio apresentou uma falha inesperada.

Em vez de descartar o material, a produtora Victória Ruiz incorporou essa imperfeição ao arranjo, transformando a estranheza em textura e explorando novas combinações e traduções sonoras que acabaram marcando a estética da faixa. Entretanto “61 91” vai além da diferença de datas.

“É difícil falar sobre a letra. Mas remete àquelas pessoas que estão fazendo hora extra no mundo, e também àquelas que não poderiam morrer. Um cara como o Hermeto Pascoal, por exemplo, é símbolo de um monte de histórias”, afirma Careqa.

A canção equilibra densidade e leveza, humor sutil e reflexão profunda, características que marcam tanto a obra de Careqa quanto à sensibilidade contemporânea de Ravi.

Ao atravessar essa canção, o público também se torna parte desse diálogo, ocupando o espaço onde passado, presente e futuro deixam de ser fronteiras e passam a ser matéria viva de uma mesma história.

No fim, “61 91” também devolve aos próprios artistas uma reflexão sobre o tempo. “É uma novidade pra mim, mas também um amadurecimento. A canção te ensina alguma coisa. Eu já aprendi várias coisas com ela. O tempo é sempre o senhor de todas as histórias. O tempo é perverso. E ao mesmo tempo muito bondoso”, ensina Careqa.

Sobre o Clipe
A linguagem visual do clipe acompanha a mesma lógica de atravessamento temporal presente na música. Entre gestos, luzes e texturas, a direção de Oruê Brasileiro com a fotografia da Fernanda Simões, revelam um processo que combina simbolismo, experimentação e uma busca constante por uma estética fora do tempo. Conceito que atravessa tanto a criação musical quanto a construção do filme.

´´A gente queria trazer essa dança geracional, essa expressividade. No meu caso, isso vem muito do projeto que eu desenvolvo no ´Dança Livre à Dois`. O Careqa vem do teatro, tem uma vivência única e muito especial. A gente quis usar vários elementos de forma simbólica e, ao mesmo tempo, com elegância e contrastes, para remeter ao passado e ao futuro, à vida e à morte“,

Além das gravações em estúdio, o filme incorpora inteligência artificial como ferramenta criativa, ampliando a discussão sobre temporalidade e linguagem. A IA aparece não como substituição, mas como extensão estética, quanto um recurso que tensiona o real, distorce o previsível e reforça a ideia de uma obra que existe entre tempos e gerações.

´´A Fernanda Simões fez um trabalho muito primoroso e cuidadoso. Cada cena foi milimetricamente cuidada para que tudo fosse harmônico esteticamente. É minimalista. A luz é a personagem que dá vida a toda a construção desse cenário. É imagético. Não é óbvio. Não tem explicação. Cada um vai ter a sua percepção“, pressupõe Ravi.

´´61 91“ ecoa, provoca e desloca o público a refletir sobre o que significa criar e existir entre tempos. Ravi Brasileiro e Carlos Careqa utilizam a temporalidade geracional de forma anacrônica.

“Essa música tem muitos ângulos possíveis. Ela não é óbvia. Tem paradoxos. Não tem o certo e nem o errado. Tem o diferente. O que é uma estética fora do tempo? A gente pega elementos do passado, mistura com linguagens que fazem parte das nossas referências, mas qual é a estética do futuro? Daqui pra frente, a gente não tem como saber”, indaga o artista nascido em 1991.

Projeto aprovado pela Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Paraná, com recursos da Lei Paulo Gustavo, Ministério da Cultura – Governo Federal.

Ficha Técnica Música
Voz, guitarra e composição: Ravi Brasileiro (@oravibrasileiro)
Voz e composição: Carlos Careqa (@carloscareqaoficial)
Produção Musical: Victória Ruiz (@djvr_da_bike)
Baixo: Victor Vieira
Percussão: Téo Ruiz (@teomruiz)
Mixagem e masterização: Edson Borth (@edsonborth)
Estúdio de Gravação: Who Is

Ficha Técnica Clipe:
Direção: Oruê Brasileiro (@oruebrasileiro)
Roteiro: Giulia Dorneles (@giulianatalie), Oruê Brasileiro (@oruebrasileiro) e Ravi Brasileiro (@oravibrasileiro)
Assistente de direção e produção: Giulia Dorneles (@giulianatalie)
Produção Executiva: Ravi Brasileiro (@oravibrasileiro)
Direção de Arte: Ju Choma (@juchomaaa)
Coordenação de pós-produção: Oruê Brasileiro (@oruebrasileiro)
Montagem: Luís Eduardo Paris (@falaparis), Giulia Dorneles (@giulianatalie)
Colarização: Johann Stollmeier (@johannstollmeier)
Maquiadora: Lawana Abade (@lawanaabadeart)
Direção de fotografia e operação de câmera: Fer Simões (@fer_simoes)
1º Assistente de fotografia: Felipe novello (@novello___)
2º Assistente de fotografia e Logger: Carol Lopes (@carolopessc)
3º Assistente de fotografia: Amanda Sartor (@amandasartor.ph)
Gaffer e maquinária: Aron colombo (@aroncbb)
Assistente de maquinária: Inrie maturano (@inriematurano)
Fotos: Carol Lopes (@carolopessc) e Amanda Sartor (@amandasartor.ph)
Produção Musical: Victoria Ruiz (@djvr_da_bike)
Assessoria de Comunicação e redes sociais: Cabana Assessoria (@cabanaassessoria)
Jornalista Responsável: Lucas Cabaña (@lucascabana)
Elenco: Ravi Brasileiro (@oravibrasileiro) e Carlos Careqa (@carloscareqaoficial)

Apoio: Orb Set (@orbsetstudio)
Equipamentos: VideoLoc Estúdios (@videoloc) e Backbros Locadora de Equipamentos (@backbros_)Figurino: Terno Perfeito (@ternoperfeito)
Barbearia: Vandyke Barbearia (@vandykebarbearia)
Catering: Jeito Mineiro Restaurante (@jeitomineirorestaurante), Família Farinha, (@familiafarinha),  Sem Culpa Cozinha Gluten Free (@semculpacozinha) e (@baitnazha)
Realização: Odara Filmes (@odaraefilmes) e Sinergiza Cultura e Desenvolvimento (@sinergiza.me)

AKPALÔ: SARAU AFRO-CURITIBANO CHEGA AO “SEGUNDO ATO” COM PROGRAMAÇÃO GRATUITA VOLTADA À CULTURA URBANA E O RAP

O Akpalô: Sarau Afro-curitibano segue com a programação e chega ao seu “segundo ato” neste sábado (6), na Casa de Cultura Àlàáfíà, no bairro São Francisco, em Curitiba. Serão duas atividades ao longo do dia, ambas com inscrição online para recebimento da certificação de participação: a primeira, uma oficina de rima, das 10h às 12h; e, a segunda, uma oficina de danças urbanas, das 14h às 16h. A entrada é totalmente gratuita.


Samuel Costa e Liah Vitoria. Foto: Bru Silva.

Das 10h às 12h, acontece a oficina “Palavra e seu Modo de Resistência”, conduzida pela Associação de Rimadores – Contraste Social. O presidente do grupo, Samuel Costa, conhecido como Samuka, explica que a atividade busca desenvolver habilidades de escrita e improvisação, explorando a palavra como ferramenta de resistência, transformação social e transmissão de ideias e emoções, além de introduzir técnicas de construção de rimas e ritmo (flow).

Ele destaca que a oficina é voltada a quem deseja conhecer e aprofundar saberes sobre cultura de rua, cultura urbana, poesia e RAP, reforçando a importância de incentivar artistas em início de carreira: “Dar esse ‘up’, valorização, a quem está começando. Isso é muito importante”, inicia. Samuka também chama atenção para os desafios enfrentados pelos artistas da cena: “O maior problema que a associação tem encontrado está em que a maior parte dos artistas ‘são CLT’ e não conseguem viver da cultura.

Principalmente em Curitiba, local que ‘a gente sabe como é’. A maioria dos artistas que participam da associação são mulheres e homens negros e, agora, com a parceria aberta com o Slam Inclusão, também trazemos as pessoas trans e todos aqueles que são invisibilizados na cena cultural, que sai do padrão ‘clássico e europeu’ vigente na cidade. Então, nós estamos vindo na contramão e vamos seguir com esse trabalho de dar o espaço, voz e fomentar o diálogo, para que as pessoas venham conhecer quem são esses artistas, incentivar o trabalho desses artistas”, analisa.

Das 14h às 16h, a dançarina e coreógrafa Isis Silva ministra a oficina de Danças Urbanas. Vice-presidente do Centro Cultural Humaitá e coordenadora do RapPaz – Encontro Metropolitano de Cultura de Rua pela Paz, Isis atua desde 2012 em competições, apresentações e formação em dança, além de integrar a equipe da escola Ori Gem Dance, no Centro de Curitiba.

Ela destaca que quem participar da atividade da manhã chegará à tarde com “a energia aquecida”, também fortalecida pelo almoço servido pela Àlàáfíà.
Isis descreve sua condução artística: “Trabalho com um estilo all style, atravessado por referências como ragga, vogue, samba, house dance, reggaeton e popping, criando uma experiência dinâmica, diversa e viva. O público pode esperar uma vivência intensa, que mistura técnica, groove e identidade”, inicia.

A oficina, segundo ela, envolve aquecimento guiado pela musicalidade e consciência corporal; fundamentos dos estilos que a atravessam; exercícios de freestyle e troca; momentos de criação coletiva; e uma finalização que reconecta corpo, ritmo e território.

“É uma aula que respeita cada corpo, mas provoca cada pessoa a expandir sua expressão, ganhar presença e se conectar com a musicalidade que vem das ruas, das comunidades e das culturas afro”, completa Isis.

Sobre os primeiros dias e toda a programação
Os primeiros dias do Akpalô foram marcados por encontros potentes, que reuniram diferentes gerações e múltiplas linguagens artísticas em momentos de comunhão, troca e emoção. A programação inicial aprofundou debates e vivências sobre ancestralidade e espiritualidade, fortalecendo a presença de artistas afro-curitibanos e ampliando a circulação de seus trabalhos.

Também estiveram simbolicamente presentes figuras importantes da história afro-brasileira, como Chico Rei, evocando memória, resistência e legado. As atividades criaram um ambiente de conexão e diálogo, preparando o caminho para novas interações e experiências que seguem acontecendo na Casa de Cultura Àlàáfíà.


Feira de livros durante todo o evento.

Ao todo, serão sete dias de programação entre novembro de 2025 e fevereiro de 2026, incluindo teatro, música, dança, partilha de textos de autores afro-curitibanos, oficinas de escrita criativa e rodas de conversa. A programação completa está disponível no site da Ariramba Cultural e nos Instagrams: @ariramba_cultural e @centro_cultural_humaita

Sobre o Akpalô: Sarau Afro-curitibano
O Akpalô desponta como uma das principais iniciativas do calendário cultural da cidade. O ciclo é dedicado às oralidades, literaturas e artes de matriz africana e indígena. Inspirado na figura do akpalô, o contador de histórias e guardião de saberes da tradição iorubá, o projeto reúne mestres, educadores(as), artistas e comunidade em práticas que integram arte, educação e ancestralidade.

A realização é da Ariramba Cultural, da Associação dos Rimadores e do Centro Cultural Humaita, com coprodução da Casa de Cultura Àlàáfíà e de Mônica Margarido Produções Culturais. Durante as atividades, o público também poderá saborear pratos da culinária afro-brasileira preparados pela Àlàáfíà.

Apoio institucional
O projeto é viabilizado com apoio da Câmara Municipal de Curitiba e de vereadoras e vereadores que reconhecem a arte e a educação como ferramentas de transformação social. A iniciativa conta com emenda parlamentar coletiva articulada pela vereadora Giorgia Prates (PT), em colaboração com os vereadores Serginho do Posto (PSD) e Pier Petruzziello (PP).

Serviço:
Akpalô: Sarau Afro-curitibano
Data: 06 de dezembro (sábado)
Local: Casa de Cultura Àlàáfíà – Rua Jaime Reis, 480, São Francisco
Horário: 10h às 16h

Atividades:

O dia todo:
– Feira de livros.

10h às 12h:
– Oficina de rima “Palavra e seu Modo de Resistência”, com Associação dos Rimadores. Inscrições: clique aqui.

14h às 16h
– Oficina de Danças Urbanas, com Isis Silva. Inscrições: clique aqui.

Programação completa em www.arirambacultural.com.br

Fonte: Assessoria de imprensa: Gabriel Souza

TÉO RUIZ ANUNCIA SHOW DE LANÇAMENTO DO NOVO ÁLBUM EM CURITIBA COM ÚNICA APRESENTAÇÃO E A PARTICIPAÇÃO ESPECIAL DO PIANISTA RODRIGO HENRIQUE

Téo Ruiz fotografado por Annie Libert.

Em “Espera”, o cantor e compositor consolida sua trajetória com álbum de inéditas e celebra a estreia do seu primeiro álbum solo 

Téo Ruiz anuncia o show de lançamento do álbum “Espera”, em Curitiba, no Estúdio Brasil Nativo Multi Produções. Em tom intimista, a apresentação acontece em 24 de outubro, às 20h, com ingressos a partir de R$35. Em voz e piano, o cantor, compositor e multi-instrumentista, celebra a estreia do primeiro álbum solo, em única apresentação na capital, e recebe a participação especial do pianista Rodrigo Henrique.

Ouça “Espera”

Em um eco sensível e minimalista, “Espera” é um álbum repleto de nuances passionais. Mas não é limitado à fronteira piegas entre o amor e a dor. Vai além. O álbum responsável por consolidar a sonoridade deste trabalho de Téo Ruiz é um reflexo onde o nome da obra, também narra e reverbera a própria história particular do artista em sua estreia solo.

Apesar da longa trajetória artística, principalmente ao lado de Estrela Leminski, com três álbuns e diversos clipes ao longo das últimas duas décadas, ´´Espera“ narra a própria particularidade de Téo Ruiz.

“O disco é como se fosse uma entrega, uma conversa ao pé do ouvido, para uma pessoa que está bem perto, em um momento íntimo”, define o artista.

Sobre as faixas
Da sensibilidade sonora à maturidade harmônica, o álbum reflete a grandeza do compositor e cantor, que, ao longo das nove faixas, também faz um convite às tenuidades quanto intérprete, em regravações de Herbert Vianna, Kid Laroi e José Fernando.

“Perdoa”, faixa compartilhada com o Duo Clavis, formado pelos instrumentistas Marcello Casagrande e Mateus Gonsales é um divisor catártico sobre a grandeza e inteligência emocional sobre as formas de encarar um relacionamento que não se esvai ao encontro do fim.

Téo é perspicaz ao utilizar a interpretação da palavra cantada para saborear as possibilidades sonantes do álbum. A suavidade elegante e discreta em inglês com “My Shadows” e “Bleed” (Kid Laroi), e o vigor latino em “Hubiera” e em trechos de “Quase um Segundo” (Hebert Vianna); ele estabelece uma conexão pueril ao afirmar que o álbum é um sussurro ao pé do ouvido.

“Nem sempre nós, como compositores, conseguimos dar conta de tudo que queremos falar, né? Então comecei a pesquisar canções de outras pessoas com as quais eu me identificasse e que preenchessem essas coisas que eu queria dizer. Aquelas músicas que você pensa: ‘puxa vida, eu queria ter feito essa música!’”, comenta.

Não é um álbum romântico. É uma verdade necessária para reacender a importância real e avassaladora do despertar masculino sobre a sensibilidade ao ardor e amor. Isso é evidente em “Meu Jeito de Ser” (José Fernando), hit concebido pelo Só Pra Contrariar.

“Eu sempre fui um cara romântico, sempre gostei de músicas românticas também. Mesmo que muitas das minhas composições acabassem ficando de fora dos meus outros trabalhos autorais, elas sempre estiveram comigo”, revela.

Com exceção em “O Meu Jeito de Ser” e “Perdoa”, as canções de “Espera” trazem os arranjos assinados por Rodrigo Henrique e abrangem a potência harmônica e intimista entre as faixas.

“Cada música representa uma ‘espera’ diferente dentro de um relacionamento, uma história, trazendo diferentes contornos para esse amor que uma pessoa está dizendo pra outra através dessas canções. Eu espero ser um porta-voz desses sentimentos, dessas esperas que são muito universais”, reverbera.

Os ingressos para o show de lançamento do álbum “Espera”, estão disponíveis pelo site Shotgun, a partir de R$35.

Sobre Téo Ruiz
Téo Ruiz é músico, compositor, produtor e multi-instrumentista. Pós-graduado em MPB e mestre em música pela UVa, na Espanha. Com turnês pela Europa e EUA, o artista lançou três álbuns ao lado de Estrela Leminski, com os quais foram destaques no line-up de diversos festivais no Brasil.

Desde 2016, Téo é o diretor geral da Feira Internacional de Música do Sul (FIMS), um dos principais eventos de negócios do setor musical, com relevância em diversas premiações no Brasil, e destaque no exterior.

Interlocutor Geral do Fórum Nacional da Música entre os anos de 2010 e 2011, no contexto das Câmaras Setoriais, Téo também é reconhecido no campo intelectual pela idealização e autoria do livro “A Autoprodução Musical” (Editora Iluminuras/2015), fruto de suas pesquisas sobre a indústria da música e o papel do compositor.

É um dos organizadores do Festival Paulo Leminski, realizado desde 2024 no Paraná, no Parque Jaime Lerner, um dos principais pontos turísticos de Curitiba, onde está localizada a Pedreira Paulo Leminski, Ópera de Arame e a Rua da Música.

Serviço:
Show Espera com Téo Ruiz
Quando: 24 de outubro (sexta-feira)
Local: Estúdio Brasil Nativo Multi Produções
Endereço: Rua Almirante Gonçalves, 2116 – Rebouças, Curitiba
Abertura do Estúdio: 20h
Ingressos: A partir de R$35 (compre aqui)
Informações: leminskieruiz.com.br

Fonte: Cabana Assessoria

BRASIS NO PAIOL APRESENTA ENCONTRO MAGNÉTICO E LUMINOSO DE ÍMÃ E CACAU DE SÁ

ímã e Cacau de Sa. Crédito foto: Yuka Ogata.

Inventiva grupa musical curitibana mistura samba, rock polirrítmico, jazz e muito mais em show no dia 21 de agosto, no Teatro do Paiol

A temporada 2025 do projeto Brasis no Paiol leva ao icônico teatro de Curitiba um show que vai reunir nomes da cena artística da capital paranaense. No dia 21 de agosto, quinta-feira, às 20h, a grupa musical ímã recebe Cacau de Sá para uma noite que vai contar com diferentes sonoridades, em uma combinação que costura samba e ijexá, rock polirrítmico e jazz, samples e colagens.

Os ingressos estão à venda por R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada) no site pixta.me

Neste show, o repertório aponta para o novo disco da ímã, apresentando diversas novidades, além de reunir também músicas do primeiro álbum da banda, “ímã de nove pontas”. No setlist também estarão canções de Cacau de Sá, algumas delas inéditas e outras gravadas pela Mulamba – banda da qual elu fez parte.

A cantora, flautista e percussionista Nati Bermúdez também participa do show.

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Formada por oito integrantes, a grupa musical ímã é um coletivo de artistas multi-instrumentistas que experimentam com a canção brasileira. Seus shows são resultado de uma combinação de referências artísticas que passam pelo teatro e artes visuais, criando sonoridades coloridas somadas a letras insurgentes e performances marcantes.

O primeiro álbum, “ímã de nove pontas”, foi lançado em 2020 e conta com as participações de Roseane Santos, Cacau de Sá e Soema Montenegro. Em 2021, lançou o EP “Furiosa Aberta: composto e gravado durante a pandemia a partir de jogos de composição e do uso de samples e colagens, com textos das poetas Francisco Mallmann, Julia Raiz e Natasha Tinet. O single “Cachê Cachê Cachê” saiu em 2023.

Daniel D’Alessandro (bateria & percussão),
Dayane Battisti (violoncelo, guitarra, cavaco & voz), Francisco Okabe (violão de 7 cordas, cavaco & flauta transversal), Guilherme Nunes (guitarra),
Leonardo Gumiero (baixo, sintetizador & voz),
Lu Faccini (guitarra, clarinete, percussão e voz),
Má Ribeiro (percussão, sintetizador & voz) e
Fernanda Fuchs (voz & percussão).

Confira os próximos shows do Brasis no Paiol 2025:
18/09 – Noe Carvalho (PR)
23/10 – Jean Tassy (DF)
13/11 – Mãeana (RJ)
18/12 – Tássia Reis (SP)

A 13ª temporada reforça o compromisso do projeto com a diversidade e o ineditismo, reunindo diferentes gêneros, linguagens e regiões do Brasil em uma programação que estimula o encontro e o reconhecimento da música contemporânea feita no país.

Em 2025, o Brasis no Paiol é viabilizado com o apoio de Maria Leticia, Effex – Tecnologia e Criação, restaurante Na Casa Delas, Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba.

Brasis no Paiol
Iniciativa cultural realizada desde 2012 em Curitiba pela produtora Bina Zanette (Santa Produção) e pelo produtor Heitor Humberto (Fineza Comunicação e Cultura), o Brasis no Paiol realizou mais de 150 shows desde sua primeira temporada, sempre com artistas de diferentes regiões do país. É um dos projetos musicais independentes em atividade mais longevos do país, consolidando-se como importante veículo de divulgação de trabalhos contemporâneos independentes e de formação de público em Curitiba.

O projeto promove a circulação de artistas de diferentes partes do Brasil, consolidando-se como uma das mais importantes plataformas para a música autoral independente. Em mais de uma década de existência, trouxe nomes como Juçara Marçal, Luedji Luna, Tulipa Ruiz, Rael, Fióti, Katú Mirim, Jup do Bairro, Aíla, entre muitos outros.

Serviço:
Brasis no Paiol 2025 apresenta imã + Cacau de Sá
Dia 21 de agosto, quinta-feira, 20h
Local: Teatro do Paiol – Praça Guido Viaro, s/n – Curitiba
Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada)
Vendas: https://pixta.me/u/brasis-no-paiol-apresenta-ima-cacau-de-sa
Informações: @santaproducao

COM CONVIDADOS ESPECIAIS, SESC PAÇO DA LIBERDADE RECEBE SHOW GRATUITO, COM O LANÇAMENTO DO NOVO ÁLBUM DO CURITIBANO RAVI BRASILEIRO

Bruna caran e Ravi Brasileiro. Foto: Florebela Leticia.

Com as participações de Janaina Fellini, Lip Sossa, Rapuso, Mister One F.L., Tittocalleht e Nina Brasileiro, o show acontece neste sábado (19), às 17h30

Curitiba recebe em única apresentação, neste sábado (19), o show de lançamento de ´´7por2“, o novo álbum do curitibano Ravi Brasileiro, a partir das 17h30 e com entrada gratuita. Realizado no SESC Paço da Liberdade, em formato intimista, a performance do artista reúne Lucas Abreu na percussão e programação, e as participações especiais de vários artistas da cena curitibana, entre eles Janaina Fellini, Lip Sossa, Rapuso, Mister One F.L., Tittocalleht e Nina Brasileiro. Os ingressos podem ser emitidos pela plataforma Sympla


Badi Assad e Ravi Brasileiro. Foto: Oruê Brasileiro.

´´7por2“ está disponível em todas as plataformas de streaming e traz colaborações potentes com Badi Assad, Dante Ozzetti, Carlos Careqa, Bruna Caram, Caito Marcondes, Flaira Ferro e Leo Bianchini, Ravi entrelaça gerações e linguagens, dando corpo a um trabalho coletivo, ao transformar encontros em movimentos sonoros com o lançamento do álbum. 

Ao longo de sete faixas inéditas, o disco propõe uma travessia entre a palavra escrita e a cantada, celebrando um dos gestos primordiais da arte: a criação compartilhada.

Ouça aqui 

Com produção musical assinada por Du Gomide, as músicas ganham potência ao reunir diferentes sotaques e propõe um panorama da multiplicidade brasileira, tecendo um som que é, ao mesmo tempo, plural e profundamente enraizado. As canções de ´´7po2“ são narrativas que nascem a partir das conexões compartilhadas por Ravi em seu cotidiano. 

“Quando eu apresentei o projeto para o Du Gomide, a proposta era produzir cada música pensando na sua performance em Duo, pra que absolutamente tudo fosse tocado ao vivo. Então, o Du, sabiamente me aliviou e optamos por estruturar muito bem toda a pré-produção. Gostei de ter assumido só a guitarra como instrumento principal, além da voz, e o violão na música ´Dar Tempo ao Tempo`, com o Caito Marcondes. Foi muito bom ter feito dessa forma. Pois, pude me conectar mais comigo em cada música e menos com a tecnologia. E a produção alinhou um norte para canções tão distintas encontrarem uma identidade em comum. De fato, foi tudo muito rápido, mas ainda conseguimos dar espaço para o novo no dia das gravações. Amei as propostas que surgiram e aconteceram a partir do que já estava muito bem estruturado”, revela Ravi.  

Das composições originais idealizadas pelo Ravi, cada canção tem a sua forma poética. Ao longo da produção musical de ´´7por2“, o espaço para o desconhecido foi um elo imprescindível para que a criatividade e a relação com cada artista incorporasse outros sentidos poéticos, reverberando a personalidade sonora das músicas e enriquecendo a potência de cada letra.  

“Com cada artista, o processo teve sua própria singularidade. Dos arranjos elaborados com Dante Ozzetti, às sutilezas na condução da canção e no refinamento da letra com Leo Bianchini; da sensibilidade e fluidez compartilhadas com Bruna Caram às trocas à distância com Flaira Ferro, passando pela construção melódica e harmônica desafiadora com Caito Marcondes. Ou seja, cada parceria trouxe uma camada única. Reunir todos esses encontros é, em essência, realizar o propósito maior do projeto: aprender e criar na troca e na arte do encontro”, conceitua. 

Sobre o álbum 
Ravi Brasileiro chega ao seu quarto álbum de estúdio com amplitude e amadurecimento. O reflexo desta realidade é que, em ´´7por2“, as canções refletem a autenticidade e a riqueza da sua criatividade. 

Desde a composição ao canto, a fonética é um ápice catalisador. Em cada faixa, é notória a precisão das notas sonantes, dissonantes, trava-línguas, palavras homófonas e homógrafas. Transformando o álbum em um grande manifesto poético e percussivo, além do instrumental. 

´´7po2“ é um ponto de partida. Mas, foi entre idas e vindas, por estradas que ligam Curitiba à São Paulo, em ligações online, e os encontros nas casas e vozes de cada compositor que desenharam o mapa afetivo do álbum. 

Ao compartilharem os seus legados, os artistas também ressignificam as letras, reinventam camadas e expressam vestígios íntimos em cada canção. O resultado é uma obra em estado de transmutação: livre de rótulos, movida pela fluidez da criação coletiva. Onde a música é trilha e o destino é uma engrenagem em constante movimento.

Além do álbum, ao longo do ano, Ravi Brasileiro vai disponibilizar pelas redes sociais e canal oficial do YouTube, live sessions e os minidocs com os artistas, sobre o processo de produção de cada faixa, com direção de Oruê Brasileiro. 

Já estão disponíveis as parcerias com Flaira Ferro em ´´Balé da Selva“, Bruna Caram em ´´Fôlego Coração“ e ´´Tem Perrengue, Tem Merengue“, com Badi Assad.


Ravi Brasileiro e Carlos Careqa. Foto: Oruê Brasileiro.

Faixa a faixa do álbum 7por2

Balé da Selva – Flaira Ferro e Ravi Brasileiro 
Quando eu estava no processo de criação das composições, essa, desde o início, eu já sabia que seria para a Flaira. Mandei outras duas opções, mas o lugar da ironia, um tom provocador e a brincadeira com a realidade é algo com o qual ela se identificou. A tragicomédia da vida. Ela mexeu em algumas coisas da letra e trouxe outras propostas. A melodia foi surgindo entre o blue note, rock, foxtrote e o xote. As ideias se lapidaram e a música que nasceu ´´Te Como com Farinha“ agora é ´´Balé da Selva“. 

Fôlego Coração – Bruna Caram e Ravi Brasileiro 
Conversando com a Bruna, sobre os rompantes da vida, ela me entregou uma foto, de uma folha de caderno com um poema guardado. Começamos a trabalhar naquela letra a distância. Estava meio truncado, mas quando nos encontramos pessoalmente, a música ganhou forma em uma tarde. Eu com o meu violão e ela com o teclado. De todas as canções, foi o processo mais rápido e certeiro, da gente se olhar e sentir que a música estava realmente pronta.

Tem Perrengue, Tem Merengue – Badi Assad e Ravi Brasileiro 
A música nasceu de uma fala de uma aluna minha da Dança a Livre Dois, quando ela disse que dançar com pessoas diferentes é como viajar e que a melhor parte da viagem é voltar para casa, assim como depois de ter dançado com várias pessoas, mas poder dançar com seu par. A Badi propôs um groove, a harmonia e fez ajustes certeiros na letra. A melodia a gente fez junto, numa troca bem generosa. O refrão dessa é pegajoso e ‘travalinguístico’, mas o álbum guarda uma surpresa especial neste quesito.

Dar Tempo ao Tempo – Caito Marcondes e Ravi Brasileiro 
Foi um processo muito leve, com várias ideias instigantes e desafiadoras. Ele gosta do movimento musical da cidade. Ele ainda não me conhecia direito quando eu propus a parceria. E quanto pedi que ele trouxesse um tema pra canção, como alguém experiente que orienta com calma a um menino ansioso, ele falou, vamos dar tempo ao tempo. Agradeci o tema da canção e já comecei a escrever. Quando nos encontramos, descobri que além de percussionista, ele é um grande arranjador. Ele trouxe melodias e harmonias caminhando de um jeito muito livre em lugares não convencionais. Com a melodia pronta optei, simplesmente, por refazer a letra inteira. O Du Gomide trouxe alguns acordes e caminhos de modulação que deram aquele toque que precisava. A música pode até parecer bem despojada e despretensiosa, mas foi a mais desafiadora para interpretar. O Caito, sugeriu uma flauta, e prontamente nós convocamos a Marcela Zanette e ficou um trabalho muito bonito.  

61 91 – Carlos Careqa e Ravi Brasileiro
Ele pediu e mandei várias músicas minhas pra ele. E juntando a inspiração de uma entrevista do Paulinho da Viola, com nossa diferença geracional, eu sendo de 1991 e ele de 1961, desta diferença de 30 anos, ele fez uma letra, eu musiquei e num ping pong bom, fomos arrematando juntos. Essa música foi ganhando uma forma viva. Ela foi gestada. Remete às pessoas que não deveriam se esvaecer, ela é curiosa e densa.Tem um toque de humor, ao mesmo tempo que traz uma questão existencial. 

Bruxa Caxuxa – Dante Ozzetti e Ravi Brasileiro 
É uma música bem peculiar. Cada parte da música parece que é um recorte de algo maior. Eu tinha alguns trava línguas na gaveta. Dante escolheu esta e pediu para eu ler, enquanto me gravava, repetidas vezes. Nós encontramos a melodia. Ela não foi construída. Aproveitamos essa ideia rítmica que nasceu da própria letra, que já induz uma história. O Dante construiu um groove pelo violão, e fui ampliando e lapidando esse trava língua. Estudando e pesquisando letras e fonéticas. De todas, foi a música em que mais tivemos espaço para gravar camadas e arranjos juntos em estúdio. Foi bem especial aprender e desfrutar desse talento do Dante.  

Melhor Um Final Horroroso Que Um Horror Sem Fim – Ravi Brasileiro e Leo Bianchini
Esta canção cheia de causos já nasceu e sabíamos que fecharia o trabalho. Guardei na minha gaveta de ideias esta frase maravilhosa que ouvi num cafézão daqueles que junta a família toda. Leo matou a charada da canção rapidamente. Fez a harmonia e a gente cantarolou um monte de histórias improvisando, sem chegar num lugar certeiro para nossos causos. Mas tínhamos um forte refrão. Com a encomenda na mão, fomos juntos pensando em inúmeras situações que costumam ser proteladas, mas que são importantes de se acabar, como uma decisão final. Dos vários causos, ficamos com a extração do siso, parar de fumar, entrar na água gelada e com o término de um relacionamento.

Sobre Ravi Brasileiro
Ao longo de quase três décadas, Ravi Brasileiro é reconhecido como cantor, compositor, dançarino e empreendedor cultural.  A brasilidade é uma característica em seu trabalho desde a sua estreia nos palcos com a direção de Milton Karam e Simone Cit, com o Coral Brasileirinho, na década de 1990.

Em sua discografia, estão os singles ´´Come Cru e Tira Dez“ (2016) e ´´O Vislumbre da Terceira Idade“ (2022). Ravi também lançou em 2018, o EP ´´Quiçá Que Sacudisse“ e em 2021, lançou a versão em álbum, ao vivo no Teatro Paiol, com as participações especiais de Janaina Fellini, Laura Binder e Otto Brasileiro. 

Do seu álbum de estreia ´´Na Trilha do Elo e elas perdidas“ (2009), cinco anos depois, com o álbum ´´Cortinas Abertas“ (2014), Ravi projetou a sua trajetória internacional com shows pelo México e Guatemala.  

Ao longo de 2025, pelo projeto ´´7por2“, Ravi apresenta canções inéditas em parceria com  Badi Assad, Carlos Careqa, Bruna Caram, Dante Ozzetti, Flaira Ferro, Caito Marcondes e Leo Bianchini, com a produção do musical assinada por Du Gomide.

Ficha Técnica 7por2
Coordenação do Projeto: Ravi Brasileiro
Produção Executiva: Josi Forbeci
Assistente de Produção: Giulia Dorneles e Débora Slompo
Artistas: Ravi Brasileiro, Badi Assad, Bruna Caram, Caito Marcondes, Carlos Careqa, Dante Ozzetti, Flaira Ferro, Leo Bianchini
Produção Musical: Du Gomide
Direção Técnica: Lucas Paixão
Captação de Áudio: Lucas Paixão
Mixagem e Masterização: Edson Borth (Audio Architect)
Estúdio: Geração Pedreira 
Direção: Oruê Brasileiro
Assistente de Direção: Giulia Dorneles
Direção de Arte, cenografia e figurino: Ju Choma
Assistente de Arte: Kyra Ferreira e Giulia Dorneles
Maquiagem: Kyra Ferreira
Direção de Fotografia: Oruê Brasileiro
Assistente de Fotografia: Giulia Dorneles e Kyra Ferreira
Operação de Câmera: Oruê Brasileiro, Floribela Leticia, Vino Carvalho e Artur Rodrigues
Captação de Making-of: Floribela Leticia, Kyra Ferreira, Vino Carvalho, Artur Rodrigues
Técnico de Som (Entrevistas): Kyra Ferreira
Logger: Oruê Brasileiro, Giulia Dorneles, Artur Rodrigues
Coordenação de Pós-produção: Oruê Brasileiro
Edição e Montagem: Artur Rodrigues e Giulia Dorneles
Finalização: Oruê Brasileiro
Assessoria de comunicação: BA Comunica
Assessoria de imprensa: Cabana Assessoria
Jornalistas responsáveis: Bruna Alcantara e Lucas Cabaña
Identidade Visual: Carol Lemes 
Apoio Cultural: Família Farinha, Dança Livre a Dois, Pedreira Paulo Leminski, A Caiçara, BA Comunica, Artemísia Produções, Ju Choma Arquitetura e Cenografia, CBN Distribuidora, Viva La Vegan, Palco dos 5 Sentidos, Sem Culpa Cozinha, Teatro Regina Vogue, Café Coado na Calcinha, Padaria América e Effex

Realização: Odaraê Filmes de Impacto e Sinergiza Cultura e Desenvolvimento

Incentivo: Instituto Joanir Zonta e IOP – Instituto de Oncologia do Paraná

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fonte: Lucas Cabaña

CAIXA CULTURAL CURITIBA RECEBE AMARO FREITAS E ZÉ MANOEL APRESENTANDO “CLUBE DA ESQUINA”

Zé Manoel e Amaro Freitas. Foto: Paula Maestrali.

Músicos pernambucanos interpretam em piano e voz canções do icônico álbum de 1972

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, entre 30 de julho e 2 de agosto, os sucessos do lendário álbum “Clube da Esquina”, de 1972, em uma versão intimista na voz de Zé Manoel e no piano de Amaro Freitas. Os pernambucanos fazem 5 apresentações, com direito a bate-papo após um dos shows. 

Lançado há mais de 50 anos pelo grupo mineiro homônimo composto por Milton Nascimento, Lô Borges, Beto Guedes, Ronaldo Bastos, Toninho Horta e Fernando Brandt, o disco conta com clássicos como “Tudo que Você Podia Ser”, “Cais”, “O Trem Azul” e “Um Girassol da Cor do Seu Cabelo”. A obra foi eleita o melhor disco pelo livro “Os 500 Maiores Álbuns Brasileiros de Todos os Tempos”, do podcast Discoteca Básica.

De acordo com Zé Manoel, “cantar o repertório do ‘Clube da Esquina’, além de um grande desafio, é uma oportunidade ímpar de visitar e reverenciar artistas que fizeram e fazem parte da minha formação como músico e compositor. Ainda tenho a honra de estar com um grande artista e amigo, Amaro Freitas, para reviver esse repertório de 1972, que continua vivo, atual e arrebatador”, comenta. 

Aclamados pela crítica, os artistas já tiveram trabalhos autorais indicados para o Grammy Latino, Zé Manoel na categoria Melhor Álbum de Música Popular Brasileira com “Do Meu Coração Nu” (2020), e Amaro na categoria Melhor Canção em Língua Portuguesa por “Esperança”, parceria com Criolo e Dino D’Santiago, e Melhor Álbum de Jazz Latino, Melhor Performance de Música Global e Melhor Embalagem com seu mais recente disco “Y’Y” (2024). Freitas também levou em 2024 o Prêmio Multishow de Instrumentista do Ano e Melhor Disco do Ano pela Associação Paulista dos Críticos de Arte.

AMARO FREITAS 
Amaro Freitas tem o jazz como fio condutor da sua carreira artística e faz a mistura com frevo, baião, maracatu, coco, ciranda e outras riquezas dos ritmos nordestinos. “Sangue negro” (2016), “Rasif” (2018), “Sankofa” (2021) e Y’Y (2024), narram a sua trajetória artística na periferia do Recife. O compositor vem sendo presença marcante em importantes festivais de jazz, como North Sea Jazz, na Holanda; Newport Jazz Festival, nos Estados Unidos; e Pori Jazz, na Finlândia.

ZÉ MANOEL 
Compositor, cantor e pianista, Zé Manoel tem quatro discos lançados no Brasil, sendo dois editados no Japão: “Zé Manoel” (2012), “Canção e silêncio” (2015), “Do Meu Coração Nu” (2020) e Coral (2024). Suas composições foram gravadas por artistas como Ana Carolina, Elza Soares, Fafá de Belém, Vanessa da Mata, Ná Ozzetti, Juçara Marçal, Elba Ramalho, Amelinha e Filipe Catto.

Serviço:
[Música] Amaro Freitas e Zé Manoel apresentam Clube da Esquina (1972)
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro
Data: 30 de julho a 2 de agosto de 2025
Horários:
– 30 e 31 de julho às 20h
– 1º/08 às 20h, com bate-papo após show – sessão com acessibilidade
– 02/08 às 17h e 20h
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada, conforme legislação vigente, e clientes CAIXA) 
Vendas: a partir de sábado 26/07, às 10h presencialmente na bilheteria da CAIXA Cultural Curitiba (de terça-feira a sábado das 10h às 20h; domingos e feriados das 10h às 19h); e a partir das 15h online pela plataforma Sympla 
Classificação: livre para todas as idades
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Mais informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba | (41) 4501-8722

Fonte: Cliteriosa

COM EXPERIMENTALISMOS SONOROS, MARIA BERALDO FAZ SHOW DE LANÇAMENTO EM CURITIBA

Cartaz Brasis no Paiol – Maria Beraldo. Crédito: Felipe Andre.

Uma das vozes queer mais relevantes da música brasileira contemporânea é a atração de julho do projeto Brasis no Paiol, dia 17 de julho, no Teatro do Paiol

A edição de julho do projeto Brasis no Paiol chega com um show que transita entre o jazz, punk, pop, EDM, música noise e música de concerto. Maria Beraldo traz o lançamento do seu mais recente álbum, “Colinho”. A apresentação será no dia 17 de julho, quinta-feira, às 20h, no Teatro do Paiol, em Curitiba. Os ingressos custam R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada) e começam a ser vendidos no dia 1o de julho, na plataforma pixta.me

Produzido por Maria Beraldo e Tó Brandileone, o álbum “Colinho” conta com diversos instrumentistas de renome, como Thiago França, Rodrigo Campos, Fábio Sá, Sérgio Machado, Marcelo Cabral, Chicão e outros. “Colinho” também traz arranjos escritos por Beraldo e constrói pontes entre diferentes universos sonoros, entre o eletrônico e o acústico.

Ao longo de 11 faixas, Beraldo traça arcos rígidos entre ousadia sonora e firmeza estética, ou entre ousadia estética e firmeza sonora. Caminhando por trilhas entre uma cantada embalada por um funk pouco melódico, e o cantar da própria vida em um samba de João Nogueira (“Minha Missão”, que fecha o álbum), a artista costura, com afiada precisão, um colo provocador — e também provocante — para a música brasileira e a população queer.


Maria Beraldo. Crédito foto: Ivi Maiga Bugrimenko

Maria Beraldo
Nascida em Florianópolis, Maria Beraldo é compositora, cantora, produtora, instrumentista e diretora musical. Uma das vozes queer mais relevantes da música brasileira contemporânea, sua obra transita entre gêneros com liberdade e força autoral. Lançou seu primeiro disco solo, “CAVALA”, em 2018, revelando-se como artista multifacetada e recebendo indicações a prêmios como APCA, Prêmio Multishow, SIM São Paulo e WME.

Em 2024, lançou “Colinho”, álbum que propõe uma nova escuta para a canção que flerta com o pop e o contemporâneo a partir de uma perspectiva queer, e que marca sua maturidade artística com composições ousadas e produção refinada. Também atua em trilhas para teatro e cinema, com colaborações premiadas ao lado de Felipe Hirsch, Julia Murat e Lillah Halla, além de integrar o grupo instrumental Quartabê, com o qual circula internacionalmente.

Beraldo também ganhou destaque ao integrar a banda de Arrigo Barnabé, colaborar com Elza Soares e cofundar o grupo Quartabê. Além de colaborar com artistas como Negro Leo, Iara Rennó, Dante Ozzetti, Romulo Fróes, entre outros.

Confira os próximos shows do Brasis no Paiol 2025:
07/08 – Junio Barreto (PE)
21/08 – ímã + Cacau de Sá (PR/RS)
18/09 – Noe Carvalho (PR)
23/10 – Jean Tassy (DF)
13/11 – Mãeana (RJ)
18/12 – Tássia Reis (SP)

A 13ª temporada reforça o compromisso do projeto com a diversidade e o ineditismo, reunindo diferentes gêneros, linguagens e regiões do Brasil em uma programação que estimula o encontro e o reconhecimento da música contemporânea feita no país.

Em 2025, o Brasis no Paiol é viabilizado com o apoio de Maria Leticia, Effex – Tecnologia e Criação, restaurante Na Casa Delas, Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba.

Brasis no Paiol
Iniciativa cultural realizada desde 2012 em Curitiba pela produtora Bina Zanette (Santa Produção) e pelo produtor Heitor Humberto (Fineza Comunicação e Cultura), o Brasis no Paiol realizou mais de 150 shows desde sua primeira temporada, sempre com artistas de diferentes regiões do país. É um dos projetos musicais independentes em atividade mais longevos do país, consolidando-se como importante veículo de divulgação de trabalhos contemporâneos independentes e de formação de público em Curitiba.

O projeto promove a circulação de artistas de diferentes partes do Brasil, consolidando-se como uma das mais importantes plataformas para a música autoral independente. Em mais de uma década de existência, trouxe nomes como Juçara Marçal, Luedji Luna,Tulipa Ruiz, Rael, Fióti, Katú Mirim, Jup do Bairro, Aíla, entre muitos outros.

Serviço:
Brasis no Paiol 2025 apresenta Maria Beraldo
Dia 17 de julho, quinta-feira, 20h
Local: Teatro do Paiol – Praça Guido Viaro, s/n
Ingressos: R$ 30 e R$ 15
Vendas: https://pixta.me/u/brasis-no-paiol-apresenta-maria-beraldo
Informações: @santaproducao

SUED NUNES ESTREIA EM CURITIBA COM SHOW NO PROJETO BRASIS NO PAIOL

Artista baiana traz o repertório do elogiado álbum “Segunda-Feira” para o Teatro do Paiol. Show é dia 26 de junho, com ingressos a partir de R$ 15.

O projeto Brasis no Paiol, em sua 13a temporada, traz a Curitiba a cantora e compositora baiana Sued Nunes. O show marca a estreia da artista na capital paranaense. No dia 26 de junho, quinta-feira, às 20h, ela apresenta o repertório do seu segundo álbum, “Segunda-Feira”. Os ingressos custam R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada) e começam a ser vendidos no dia 11 de junho, às 7h, pela plataforma pixta.me

Sued Nunes mergulha nas tradições da Bahia com um olhar contemporâneo, criando uma sonoridade única que celebra a ancestralidade e a força da cultura afro-brasileira. Seu mais recente álbum, “Segunda-Feira” (2024), lançado pelo projeto Natura Musical, é uma ode ao orixá Exu, explorando os ritmos e símbolos que permeiam a cultura baiana.

Com direção musical e arranjos de Ícaro Sá, o álbum apresenta uma sonoridade que mistura tambores, batuques e ritmos de matriz africana, criando uma experiência musical que convida à dança e à reflexão. Em 2021, lançou seu primeiro álbum, “Travessia”.

Nascida em Sapeaçu, Bahia, Sued traz para sua música a vivência e a força da cultura popular da sua terra. “Segunda-Feira” é um álbum que celebra a espiritualidade e a resistência, com canções que proporcionam um espaço de encontro e reflexão. 

Confira os próximos shows do Brasis no Paiol 2025:

17/07 – Maria Beraldo (SC)
07/08 – Junio Barreto (PE)
21/08 – ímã + Cacau de Sá (PR/RS)
18/09 – Noe Carvalho (PR)
23/10 – Jean Tassy (DF)
13/11 – Mãeana (RJ)
18/12 – Tássia Reis (SP)

A 13ª temporada reforça o compromisso do projeto com a diversidade e o ineditismo, reunindo diferentes gêneros, linguagens e regiões do Brasil em uma programação que estimula o encontro e o reconhecimento da música contemporânea feita no país.

Em 2025, o Brasis no Paiol é viabilizado com o apoio de Maria Leticia, Effex – Tecnologia e Criação, restaurante Na Casa Delas, Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba.

Brasis no Paiol
Iniciativa cultural realizada desde 2012 em Curitiba pela produtora Bina Zanette (Santa Produção) e pelo produtor Heitor Humberto (Fineza Comunicação e Cultura), o Brasis no Paiol realizou mais de 150 shows desde sua primeira temporada, sempre com artistas de diferentes regiões do país. É um dos projetos musicais independentes em atividade mais longevos do país, consolidando-se como importante veículo de divulgação de trabalhos contemporâneos independentes e de formação de público em Curitiba.

O projeto promove a circulação de artistas de diferentes partes do Brasil, consolidando-se como uma das mais importantes plataformas para a música autoral independente. Em mais de uma década de existência, trouxe nomes como Juçara Marçal, Luedji Luna, Tulipa Ruiz, Rael, Fióti, Katú Mirim, Jup do Bairro, Aíla, entre muitos outros.


Brasis no Paiol – Cartaz Sued. Crédito: Felipe Andre.

Serviço:
Brasis no Paiol 2025 apresenta Sued Nunes
Dia 26 de junho, quinta-feira, 20h
Local: Teatro do Paiol – Praça Guido Viaro, s/n
Ingressos: R$30, e R$15,
Vendas: https://pixta.me/u/brasis-no-paiol-apresenta-sued-nunes
Informações: @santaproducao

 
 

CULTURA TANGUEIRA É APRESENTADA EM PROJETO DE SAMARA SFAIR EM CURITIBA

O projeto “Tango: a arte de não estar só” faz duas apresentações interativas e gratuitas durante a Mostra Solar, na Casa Hoffmann, em Curitiba, nos dias 22 e 31 de maio, com a participação do dançarino curitibano, Julian Cazuni. 

A expressiva arte do tango ganha destaque na Mostra Solar, na Casa Hoffmann, com o projeto inovador “Tango: a arte de não estar só”, idealizado pela produtora cultural, dançarina e educadora curitibana Samara Sfair. O público terá a oportunidade de vivenciar duas apresentações interativas e gratuitas nos dias 22 e 31 de maio, sempre às 19h30, com a participação especial do renomado dançarino curitibano Julian Cazuni. As performances prometem envolver a plateia em uma experiência única, apresentando uma coreografia original que narra a história de um casal ao longo de cinco músicas.

A singularidade do projeto reside na participação ativa do público, que será responsável por decidir o desfecho do relacionamento dos dançarinos através da escolha de cartões coloridos. Essa interação, aliada ao jogo de luzes, tornará cada apresentação imprevisível e memorável. “A dança é uma interação entre dois corpos, uma conversa na qual um propõe e o outro escuta e através da dança criar uma sinergia fina para execução dos movimentos com perfeito equilíbrio”, explica Samara Sfair, que tem sido uma figura chave na revitalização e popularização do tango em Curitiba, cidade considerada a terceira capital brasileira mais representativa da cultura tangueira.

Além das apresentações, o projeto “Tango: a arte de não estar só”, produzido pela Poço e Pêndulo Produtora Cultural, oferecerá bate-papos pós-espetáculo para promover o intercâmbio de conhecimentos entre artistas e produtores. Demonstrando um forte compromisso com a inclusão, as sessões contarão com intérprete de Libras durante o bate-papo pós espetáculo e, no dia 31 de maio, com audiodescrição da performance.

O projeto busca democratizar o acesso ao tango, rompendo com a histórica associação elitista e convidando novas gerações a se encantarem com essa rica expressão artística, declarada Patrimônio Imaterial da Humanidade. “Tango: a arte de não estar só” é um Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio de Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

SERVIÇO:
Apresentações “Tango: a arte de não estar só”
Datas: 22/05 – 19h30 | Público geral + roda de conversa com Intérprete de Libras
31/05 – 19h30 | Sessão com audiodescrição, voltada a pessoas com deficiência visual.
Local: Casa Hoffmann (Rua Dr. Cláudio dos Santos, 58 – São Francisco)
Entrada Franca: Retirada de ingressos a partir de 1 hora antes no local. Sujeito à lotação. Parte dos ingressos (10%), serão destinados a pessoas idosas, gestantes, deficientes ou obesas.
Classificação: Livre I Duração: 40 minutos

Ficha Técnica:
Direção: Samara Sfair | Coreografia: Rafael Bittencourt e Samara Sfair | Dançarinos: Samara Sfair e Julian Cazuni | Iluminação: Ike Rocha | Sonoplastia: Julian Cazuni | Operador de Som: Beatriz Marçal | Cenografia: Caio Frankiu | Coordenação: Poço e Pêndulo Produtora Cultural | Produção: Beatriz Marçal e Maria Sousa

Samara Sfair
É bailarina, coreógrafa, professora e tangoterapeuta, com atuação no Brasil e na Argentina. É também Professora Adjunta da Faculdade de Tango Del Angel, na Argentina. Pós graduada em Dançaterapia, possui formação em tango pelo Método Dinzel e especialização em dança-terapia. Como produtora da Copa Tango Curitiba, difunde a cultura tangueira e suas múltiplas expressões. Além de atuar como DJ de tango e organizadora de milongas, desenvolve pesquisas sobre a reabilitação através da dança, aplicando suas técnicas em casos de Parkinson e depressão. Seu trabalho valoriza a improvisação e o estilo pessoal dos alunos, promovendo um ensino acessível e envolvente.

Julian Cazuni
Bacharel e licenciado em Dança pela Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), o profissional se destaca como artista e docente com foco nas Danças de Salão. Idealizador do evento “É Tipo Zouk” em Curitiba/PR, promove processos artístico-educacionais e bailes para a formação de comunidades e a expressão cultural. Iniciou sua carreira como professor em 2015 na escola Danza Mais, retomando em 2024 o ensino do Tango. Com sólida experiência como bailarino, integrou companhias renomadas como “Identidade Cênica” de Renato Zóia, “Turma da Gafieira” de Jall Martins e “Mi Nombre es Tango” de Manuel Ortiz. Atualmente, em parceria com Nina Rodrigues, desenvolve estudos de Tango Escenario e Tango Pista, participando de congressos e maratonas coreográficas, além de apresentações com a Orquestra Paranaense de Tango (OPRT) desde de 2023.

Poço e Pêndulo Produtora Cultural
A Poço e Pêndulo é uma produtora cultural que trabalha com artistas independentes, empresas e demais fazedores de arte. Nosso objetivo é promover a democratização ao acesso das verbas fornecidas dentro da economia criativa por meio da facilitação da escrita e submissão de editais. Possibilitando assim que artistas fora do circuito principal consigam realizar seus projetos e atingir um maior público. A empresa foi fundada por Beatriz Marçal e tem como sócia Maria Sousa.
Site: https://www.instagram.com/pocoependulo/

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

DISCO DE VINIL LP – EVINHA – EVA /// 1974 /// RARÍSSIMO /// SEBINHO FATO AGENDA

Disco de Vinil Lp EVINHA – EVA /// 1974 /// RARÍSSIMO /// Preço: R$1499,00 /// @sebinhofatoagenda + @antiquariocoisaveia

Disco usado. De época, 1974. Disco raríssimo. Disco em ótimo estado, foi testado e não pula. Capa sem encarte. Obs.: Capa com marcas. Capa com escrito à caneta, na frente e no verso, por favor, veja as fotos. Tem uma etiqueta do antigo dono colada na capa, no rosto da artista, por favor, veja as fotos. Seguindo o guia internacional para avaliação de discos de vinil: mídia: VG; capa: G. Código do disco: SMOFB-3819

Informações:
Evinha – Eva
Selo: Odeon – SMOFB-3819, Odeon – SMOFB 3819
Formato: Vinil, LP
País: Brasil
Lançado: 1974
Gênero: Latin, Funk / Soul
Estilo: MPB, Soul

Músicas:
A1 – Teto De Louca (2:38)
A2 – Moon River (2:49)
A3 – Seus Olhos Falam Por Você (2:51)
A4 – Sonho Lindo (3:04)
A5 – Talisma (2:50)
A6 – Virou Lágrimas (3:05)
B1 – Olha Eu Aqui Oh! Oh! Oh!… (2:47)
B2 – Na Baixa Do Sapateiro (3:06)
B3 – Vinte Léguas (2:29)
B4 – Menino Do Bracana (3:00)
B5 – O Homem Do Tempo (2:02)
B6 – Karina (2:05)

Seguindo o “Guia Internacional Para Avaliação de Discos de Vinil”:

AVALIAÇÃO DO VINIL:
VERY GOOD (VG)
Disco usado. Em bom estado. Por favor, veja as fotos.

AVALIAÇÃO DA CAPA:
GOOD (G): Capa com marcas. Escrito à caneta, na frente e no verso, por favor, veja as fotos. Tem uma etiqueta do antigo dono colada na capa, no rosto da artista, por favor, veja as fotos.

FRETE: Taxa de entrega p/ todo país: R$24,90. Com opção de retirada na loja:
ANTIQUÁRIO COISA VÉIA + SEBINHO
Livros, discos, antiguidades, móveis, camisas de time, brinquedos, colecionáveis e objetos de decoração.
Atendimento: Segunda a sexta, 9h às 19h. Sábado: 9h às 17h.
Rua Prof. João Falarz, 409, Orleans, Curitiba-PR.
Referência: nossa loja fica nos fundos do sobrado amarelo, o Restaurante Dona Carolina.
Entre as lojas “Master Pró Audio” e “João Falarz Moto Peças”. Exatamente 400 metros do viaduto do Orleans.

Confira alguns discos de vinil do sebinho, aqui

– Discos de vinil:
– https://sebinhofatoagenda.com.br/vinil
– https://www.antiquariocoisaveia.com.br/vinil

ATENÇÃO: Entregamos um dia por semana (sem taxa) no centro de Curitiba, combine por whats: 41.99745.5294, com Leandro.

Atendimento:
Segunda a sexta, 9h às 19h.
Sábado: 9h às 17h.

Nossos links:
https://linklist.bio/antiquariocoisaveia

Instagram:
– @antiquariocoisaveia
– @sebinhofatoagenda

Confira alguns discos de vinil do sebinho, aqui