SEITHY REFLETE ARTES INVISIBILIZADAS PELO COLONIALISMO EM SINGLE DE ESTREIA

“Sem Nome” antecipa álbum pelo Selo Diáspora

Artista multidisciplinar e luthier curitibano, Seithy faz de sua estreia musical um reflexo de sua identidade enquanto latino americano amarelo que vê sua cultura ser apropriada e invisibilizada. A urgente “Sem Nome” é guiada pela guitarra Kakushin-I de confecção própria e pela produção musical de Hugo Noguchi. A faixa está disponível em todos os serviços de música digital e antecipa o álbum “Haikai Espiritado”.

“Depois de anos num coma colonial, entre não-lugares, inseguranças e naturalmente alocado à margem do possível, decidi saltar. Existo nesse salto, livre, caótico, saturado, conflituoso e humano. De som e de ser”, reflete ele.

No single “Sem Nome”, Seithy busca um olhar descolonial inspirado por todas as histórias, civilização e relatos que foram esquecidos em processos predatórios, desde terras até criações artísticas.

“Essa faixa é sobre o sufocar neo-colonial, não em meu nome, mas em nome de qualquer natureza não hegemônica, sobre artefatos, sobre as histórias caladas, aterradas, queimadas, sobre entrar num museu e se resumir num artefato exótico de autoria desconhecida, da cerâmica indiana do século II ao adorno kaingang de 2017”, conta Seithy.

O lançamento é uma aposta do selo Diáspora, projeto de Hugo Noguchi que pretende dar visibilidade para que artistas racializados se insiram de modo profissional no mercado musical, buscando descendentes das diásporas africana e asiática, bem como das internas brasileiras. “Sem Nome” está disponível em todas as plataformas de streaming musical.

Ouça “Sem Nome”: https://smarturl.it/SeithySemNome
Assista “Sem Nome”: https://youtu.be/8y3eCD4mSbY

Ficha técnica:
Música por Seithy
Voz, violão, guitarra e bateria acústica: Seithy.
Engenharia de som e gravação da voz e bateria acústica por Leonardo Gumiero no Gume Estúdio.
Baixo, produção musical, mixagem e masterização por Hugo Noguchi.


Seithy – crédito Fanny Ogata

Letra
Decolonize o som
Mas tenta ouvir também
A voz que se apagou, que embranqueceu
Amém.
De baixo da terra ou na cinza do fogo, das velhas bocas dos povos negados aqui.
Desestatize a cor, mas tenta ver além
Quem sucumbiu à mão
Que vem de contra-mão, e insiste em esclarecer
Que o lugar pra fala é claro e restrito
Basta que vivo ou revividamente ocupe-o

FRANCISCO OKABE LANÇA MADRUGADA, SEU NOVO SINGLE

Composta e gravada em casa, canção faz parte de “8”, próximo álbum do músico

Madrugada, o novo single de Francisco Okabe, está disponível em plataformas como Spotify, Deezer, YouTube e Bandcamp a partir desta sexta-feira, 24 de setembro. A canção faz parte de “8”, o próximo álbum do multi-instrumentista, que vai ao ar em outubro em lançamento da Queda Livre Coletiva e do selo Onça Discos.

O novo trabalho dá sequência à discografia de Francisco, nascido em Bauru (SP) e radicado em Curitiba, e mais um passo na pesquisa de sonoridades realizada no ep “80” (2019), além de seus primeiros lançamentos realizados já em período pandêmico no Brasil.

Ao longo de quase 10 anos de carreira, Chico também já produziu outros dois álbuns – “Ah não ser eu toda a gente e toda a parte!” e “Vital” (2015 e 2018) –, além de uma série de singles e participações em projetos musicais independentes, como as bandas Charles Racional, e/ou, Obake, o duo de violões DayChi, a banda ímã e o trabalho autoral da cantora Roseane Santos.

Entre questões e conclusões parciais­. O novo single propõe um passeio por linguagens e parte de uma atmosfera minimalista e gravada em fita cassete para acessar referências contemporâneas e digitais, com melodias se conectando entre violão, flauta e violoncelo, beat e vozes.

“No ep ‘80’, o fluxo era mais de dentro pra fora. Nos últimos singles e agora em ‘Madrugada’, estamos experimentando o caminho contrário, inclusive como tônica do próximo álbum, que está pronto”, conta Francisco. “Um traço comum com as faixas anteriores é a autoprodução, a descoberta de como fazer álbuns em casa. Talvez seja um tipo brasileiro de ‘bedroom pop’, esse som feito em home studio, com referências atuais e usando ferramentas acessíveis, como samplear do YouTube”, destaca. “Esse processo autônomo acaba sendo propício para criar uma mistura de todas referências que temos”.

Queda Livre. Os lançamentos de “Madrugada” e “8” (final de outubro) são realizações da Queda Livre coletiva da qual Francisco Okabe é colaborador: uma movimentação de artistas que já resultou nos discos “Fronteiriça”, de Roseane Santos, e “Ímã de Nove Pontas”, da banda ímã (lançados em 2020), e que também produziu o ep “Livro Vivo”, parceria de Luciano Faccini e Roseane Santos (de 2021). A Queda Livre surge como uma forma de nomear uma rede de apoio e criação múltipla, com trabalhos influenciados e permeados pela inspiração vinda de artistas visuais, poetas, atrizes, palhaças e outras manifestações artísticas.


Gabriel Faccini: Crédito Foto/divulgação

_ Madrugada | Ficha técnica:
Francisco Okabe: composição, arranjo, produção, violão, flauta, teclados e voz
Acácio Guedes: contrabaixo, mixagem e masterização
Day Battisti: violoncelo
Matheus Mantovani: arte
Gabriel Faccini: Crédito Foto/divulgação

Ouça _ Madrugada 
https://onerpm.link/992978221726

_ Francisco Okabe | contato
https://www.franciscookabe.com/
+55 (41) 997 765 500 (whatsapp/telefone)

francisco.okabe@gmail.com

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+        YouTube – canal Onça Discos

_ Queda Livre Coletiva | conheça
https://linktr.ee/QuedaLivreColetiva

INFLUENCIADO POR GODARD E GARCÍA MÁRQUEZ, ARGENTINO ENZO MAQUEIRA DISCUTE EM LIVRO A DESCONSTRUÇÃO DA MASCULINIDADE E A FORMAÇÃO DO HOMEM

Enzo Maqueira. Foto: Paula Moneta.

Faça-se você mesmo, publicado pela PONTOEDITA, chega ao Brasil em edição com J. P. Cuenca e Bernardo Cople.

Influenciado por Godard e García Márquez, argentino Enzo Maqueira discute em livro a desconstrução da masculinidade e a formação do homem

Faça-se você mesmo, publicado pela PONTOEDITA, chega ao Brasil em edição com J. P. Cuenca e Bernardo Cople.

Faça-se você mesmo, do argentino Enzo Maqueira (Buenos Aires, 1977), é uma jornada em busca da literatura que há no real, uma crônica da felicidade perdida. O livro, que foi finalista do Prêmio Silverio Cañada da Semana Negra de Gijón, na Espanha (2019), é uma história de memórias, de projetos, mas também de tragédias e de erros. A edição da PONTOEDITA, com intervenção do escritor e cineasta J. P. Cuenca e capa com fotografia do premiado diretor de arte e publicitário carioca Bernardo Cople, marca a estreia de Maqueira no Brasil. Considerado pela crítica argentina uma das vozes mais proeminentes da literatura latino-americana (La Nación, Clarín), Maqueira aborda em sua prosa temas fundamentais como a religião, as drogas e a heteronormatividade, de modo a evidenciar que toda forma de arte é uma enunciação eminentemente política.

Solilóquio de um personagem atormentado pela possibilidade de estar doente e pela necessidade não apenas de ser outra pessoa, mas sobretudo de imaginar como deverá ser (para ele, a felicidade está em transformar-se em artista), Faça-se você mesmo acompanha alguns dias na vida de um homem sem nome e sem convicções que foge de Buenos Aires para a casa dos avós onde passava os verões de sua infância. A casa — um território sagrado no meio da Patagônia desértica — fica em San Benito, um vilarejo fictício, quase mítico, que não é apenas uma encarnação narrativa de Comodoro Rivadavia (cidade em que o autor de fato costumava, assim como seu protagonista, passar as férias de infância na casa dos avós), mas também uma homenagem a Coronel Vallejos de Manuel Puig e Macondo de Gabriel García Márquez.

Nesse lugar cheio de fantasmas do passado, entre as memórias agradáveis de verões ao lado dos avós, agora mortos, e de amigos, agora ausentes, o protagonista ganha consciência de sua covardia a partir de uma sequência de frustrações. A expectativa de futuro o impede de fazer qualquer coisa no presente, de concluir qualquer tarefa, e se traduz em procrastinação e insatisfação contínuas.

A partir de referências aos grandes mestres da Nouvelle Vague e à banda de rock inglesa Queen, o livro extrapola os limites do gênero e ganha contornos cinematográficos à medida que o protagonista se torna, ele mesmo, personagem da própria ficção. Mas a beleza da prosa de Maqueira está na desconfiança dos limites da palavra (na epígrafe que abre o livro, tirada do filme Adeus à linguagem, de Jean-Luc Godard, lemos: “As palavras — não quero voltar a saber delas”) e isso pode causar nos leitores certo nervosismo ou ansiedade por símbolos e interpretações. Pois se a narrativa começa com um tom quase idílico de busca da felicidade perdida na infância, ela vai aos poucos se transformando em outra coisa, ficando mais sombria.

A maior homenagem, porém, é a Fellini, em especial ao filme Oito e meio (há inclusive um capítulo com esse título). Em certo momento, o narrador declara: “Fellini tinha razão: as únicas memórias que valem a pena estão na infância.” Entretanto, se, como em Fellini, o romance de Maqueira de fato tem um ponto de partida autobiográfico, sua prosa não cai na autoficção, pois se abre às exigências da narrativa e propõe uma reflexão profunda sobre como a sociedade criou, mediante múltiplas ficções, uma idealização da obrigação de ser feliz. Essa obrigação (o último bastião do neoliberalismo) é equacionada no discurso vazio da autoajuda que ressoa na ironia fina presente no título (que torce a fórmula americana “do it yourself”) e dá o tom do estilo que a linguagem de Maqueira coloca em cena: um sarcasmo fellinesco que transita entre realidade, sonho ou suprarrealidade.

Essas fronteiras fluidas ganham forma na figura de um vizinho parecido com Freddie Mercury, ídolo de sua infância. A imagem do líder do Queen, que representa uma nova masculinidade, entra em conflito com a imagem do avô, símbolo de um patriarcado falido, e obriga o protagonista a enfrentar seus próprios demônios.

Mas, conforme pergunta J. P. Cuenca em sua intervenção, como seria o solilóquio de um personagem-macho em tempos de queda do capital simbólico do homem branco, intelectual, heteronormativo no mercado das ideias e da cultura? São perguntas como essa que, entre canções do Queen e referências a Truffaut, Godard e Varda, Maqueira elabora narrativamente.

Sobre o projeto gráfico
O projeto gráfico original da PONTOEDITA explora a fronteira entre realidade e ficção presente na narrativa e materializada na fotografia de Bernardo Cople na capa, impressa em papel texturizado feito com fibras de algodão. Como memória ancestral da paisagem narrativa (com a qual mantém uma relação anacrônica — a fotografia é de 2015 e o livro foi lançado na Argentina em 2018), a imagem é um convite a múltiplas interpretações.

O miolo, na medida em que apresenta em frames de um rolo de filme contínuo os rascunhos de roteiros que o personagem jamais executará, resgata graficamente a consciência cinematográfica que Maqueira imprime na narrativa.

O uso da imagem em preto em branco e do amarelo é uma homenagem às capas clássicas da revista francesa Cahiers du Cinéma e à Série Noire, famosa coleção de romances policiais da editora Gallimard criada por Marcel Duhamel em 1945 e da qual a edição da PONTOEDITA faz uma releitura, também, do formato.

“Faça-se você mesmo” é o livro no. 5 da PONTOEDITA.

Sobre o autor
Enzo Maqueira (Buenos Aires, 1977) é um escritor e jornalista argentino. Formou-se em Comunicação Social no Centro de Altos Estudios en Ciencias Exactas e é colaborador do Clarín e das revistas Anfibia, Vice e Viva, além de apresentador do programa Narraciones Extraordinarias na Radio Provincia de Buenos Aires. Considerado uma das vozes mais proeminentes da literatura contemporânea latino-americana, é autor dos livros “istorias de putas (2008), Ruda macho (2010), El impostor (2011), Electrónica (2014) e Rarities (2021). Publicado originalmente em 2018, Faça-se você mesmo foi finalista do Prêmio Silverio Cañada da Semana Negra de Gijón, na Espanha, e é a estreia do autor no Brasil.

Sobre a editora
A PONTOEDITA é uma editora independente e de nicho que publica literatura, artes visuais, música, poesia, performance e tradução sempre em edições únicas com tratamento editorial autoral e intervenções exclusivas de artistas dos mais variados campos.

Ficha técnica
Título: Faça-se você mesmo
Autor: Enzo Maqueira
Tradutor: Mauricio Tamboni
Apresentação: J. P. Cuenca
Imagem da capa: Bernardo Cople
Número de páginas: 144
Valor: R$99,90
À venda exclusivamente no site da editora, neste link: https://bit.ly/2XzfdQv

RAÍZES DA POESIA PARANAENSE (RÉCITA/MOSTRA) – PARTE 1

Raízes da Poesia Paranaense é um projeto que reúne em vídeorécitas de poemas alguns dos grandes poetas e poetisas do Paraná interpretados por atores e atrizes também paranaenses. As récitas, organizadas em dois episódios, buscam aproximar o público da vida e obra de nomes que fazem parte da história da literatura no Estado do Paraná, mas que, nem sempre, são conhecidos.

O projeto, realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba, foi concebido por Ana Paula Taques, que acumula a direção artística com Claudecir de Oliveira Rocha, e por Ivan Justen Santana.

Junto a eles, atores e atrizes convidados como Geyisa Costa, Luíz Felipe Leprevost, Ricardo Pozzo e Thadeu Peronne, deram vida a doze poetas e poetisas.

Com fotos antigas e raras dos poetas e das cidades em que nasceram, cenário intimista, iluminação cuidadosa e dramática, à “La Caravaggio”, e a música incidental de José Itiberê de Lima, executada pela pianista Gisele Rizental, as récitas “transportam o espectador para meados do século XIX e mostram o trovador Bento Cego. Vão para o início do século XX, passando por Emiliano Perneta até chegar na poeta Laura Santos”, afirma o professor Doutor Claudecir Rocha.

RAÍZES DA POESIA PARANAENSE é uma boa oportunidade não só para professores ilustrarem suas aulas, mas também para todos conhecerem um pouco da literatura feita no Paraná. “Quantas vezes a gente passa pelas ruas Júlia da Costa, Silveira Neto, sem nem imaginar o que essas pessoas escreveram? As récitas dão um gostinho da nossa poesia. São uma forma de incentivar o público a pesquisar mais sobre os grandes nomes da nossa literatura!”, conclui a idealizadora do projeto, Ana Paula Taques.

Poetas paranaenses que fazem parte das Récitas por ordem cronológica:
Bento Cego, Júlia da Costa, Emílio de Menezes, Emiliano Perneta, Dario Velozo, Silveira Neto, Ricardo de Lemos, Leite Junior, Ismael Martins, Rodrigo Junior, Ada Macaggi e Laura Santos.

Parte 1:
Bento Cego: 00:35 – 05:18
Júlia da Costa: 05:19 – 08:38
Emílio de Menezes: 08:39 – 12:54
Emiliano Perneta: 12:55 – 16:26
Dario Velozo: 16:27 – 19:37
Silveira Neto: 19:38 – 21:59

FICHA TÉCNICA
Elenco:
Ana Paula Taques: Júlia da Costa e Ada Macaggi.
Claudecir de Oliveira Rocha: Emiliano Perneta e Rodrigo Júnior.
Geyisa Costa: Laura Santos
Luiz Felipe Leprevost: Emílio de Menezes e Ismael Martins.
Ricardo Pozzo: Dario Velozo e Leite Júnior.
Thadeu Perrone: Bento Cego, Silveira Neto e Ricardo de Lemos

Produção Executiva e Direção Artística: Ana Paula Taques
Produção Executiva e Coordenação: Lucas Marcelli
Pesquisa e Curadoria: Claudecir de Oliveira Rocha
Pesquisa e Curadoria: Ivan Justen Santana
Captação e Edição de Vídeo: Vitral Produções
Direção de corte: Ricardo Janotto
Operação de câmera: Diogo Luiz Schechtel
Designer de Luz: Erica Mityko
Fotógrafia: Eliete Silva
Cenografia: Adriana “Russa” de Lucca
Adereços e Maquiagem: Marcelino de Miranda
Figurinos: Trícia de Almeida
Assessoria de comunicação: Karen Monteiro
Designer Gráfico/ Digital e Ilustração: Pedro Henrique Spolador
Ilustração Digital: Andrew Adriano Kostiuk
Transporte: Abiderman Brito

Locação: Espaço Excêntrico

Trilha Sonora:
Composição Musical sobre trova de Bento Cego (00:35 – 03:40) Thadeu Peronne. Arranjo instrumental: Lucas Marcelli.
Música Incidental – José Itiberê de Lima. Intérprete: Gisele Rizental.

PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.

FONTES DE PESQUISA PARA REALIZAÇÃO DO PROJETO
Acervo Instituto Moreira Salles
Acervo Museu Paranaense
Acervo: Júlia Wanderley IHGPR
Acervo Cid Destefani
Acervo Gazeta do Povo
Acervo Casa da Memória
Acervo INP
Acervo Paulo José da Costa.
CASTRO, Nestor de. Bento Cego. Curitiba: Impressora Paranaense / Correia & C., 1902
MURICY, J. C. de Andrade. Panorama do movimento simbolista brasileiro. [2 vols] 3ª. ed. São Paulo: Perspectiva, 1987.
MENEZES, Emílio. Obra reunida. [Org. Cassiana Lacerda Carollo] Rio de Janeiro: José Olympio; Curitiba: Sec. da Cultura e do Esporte do Est. do Paraná, 1980.
NETO, Silveira. Luar de Hinverno. Curitiba: Farol do Saber, 1996.
PERNETA, Emiliano. Ilusão e outros poemas. Curitiba: col. Farol do Saber, 1996.
ROCHA, C. O. Quadros Provincianos: A Obra de Rodrigo Júnior. Tese. Curitiba: UFPR, 2019.
RODRIGO JÚNIOR. Poesia Completa. Curitiba: Anticítera, 2015.
SABÓIA, A.; FERNANDES, H. V.(orgs.) Antologia didática de escritores paranaenses.. Curitiba: Imprensa Oficial.
SANTANA, Ivan Justen. Emiliano Perneta: vida e poesia de província? Tese. Curitiba: UFPR, 2015.
SANTOS, Laura. Poemas. Curitiba: SEEC, 1990.
SANTOS, Pompília. L. S. (org.) Sesquicentenário da Poesia Paranaense. (antologia). Curitiba: Secretária da Cultura e do Esporte do Paraná, 1985.
SOUSA, Colombo & RAITANI NETO, Felício.(orgs.) Letras Paranaenses. Curitiba: Ocyron Cunha, 1971.
VELOZO, Dario. Cinerário & outros poemas. Curitiba: Farol do Saber, 1996.

Fonte: Canal do Youtube Raízes da Poesia Paranaense

BOLSA QUALIFICAÇÃO 2021 ::: EDITAL RETIFICADO

A Secretaria da Comunicação Social e da Cultura (SECC) do Paraná, por meio da Superintendência-Geral da Cultura, informa que estão abertas as inscrições para as 12 mil vagas do Programa Bolsa Qualificação Cultural – Lei Aldir Blanc 2021. Para macrorregião de Curitiba serão 3.784 vagas.  As inscrições vão de 15 a 04 de outubro de 2021.

O objetivo geral do Programa Bolsa-Qualificação é a oferta de cursos de qualificação e concessão de bolsas para até 12.000 (doze mil) trabalhadores e trabalhadoras da Cultura, pessoas físicas, residentes no Estado do Paraná. 

Os objetivos específicos do Programa Bolsa-Qualificação são:
– Incentivar a participação destes trabalhadores no processo de formação;
– Garantir conhecimentos mínimos necessários para participação em editais e ações desenvolvidas pela Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura-SECC;
– Qualificar os trabalhadores e trabalhadoras no segmento cultural em que atuam, deixando assim um legado de aperfeiçoamento do fazer Cultural e a possibilidade de geração de trabalho, emprego e renda.

Os cursos do Programa Bolsa-Qualificação Cultural serão ofertados na modalidade de Educação a Distância. Os cursos terão duração total de 120 (cento e vinte) horas, divididos em 03 (três) Módulos de 40
(quarenta) horas cada, no período de no período de 19 de outubro a 08 de dezembro de 2021.

São 3 módulos de 40 horas cada, onde você vai estudar sobre cultura e no final de cada módulo ganha R$1.000,00. 

Os cursos do Programa Bolsa-Qualificação Cultural serão ofertados na modalidade de Educação a Distância.
Os cursos contém 03 Módulos:
MÓDULO 1 – comum a todos os Segmentos do Setor Cultural;
MÓDULO 2 e MÓDULO 3 – Qualificação específica para cada segmento do setor cultural: Artes Visuais / Audiovisual / Circo/ Dança / Literatura, Livro e Leitura / Música / Ópera / Povos, Comunidades Tradicionais e Culturas Populares / Teatro / Técnicos que atuam na cadeia produtiva da cultura.

O pagamento das bolsas será realizado ao fim de cada módulo, em três parcelas de R$ 1.000,00 (um mil reais), totalizando R$ 3.000,00 (três mil reais) por bolsista. O pagamento das bolsas está condicionado ao bom desempenho no curso, ou seja, para receber a bolsa referente ao módulo concluído é preciso que o participante seja aprovado e receba o seu certificado de conclusão do módulo.

As inscrições serão realizadas online exclusivamente no endereço eletrônico no período no período de 00h00min do dia 15 de setembro de 2021 até às 23h59min do dia 04 de outubro de 2021. Os interessados devem acessar o link: https://inscricoes.apps.uepg.br/ 

Entre no site da Lei Aldir Blanc para saber mais sobre o programa, neste link.

Bolsa
CONFIRA O EDITAL RETIFICADO,  Edital Bolsa Qualificação Cultural – Lei Aldir Blanc, neste link.

fonte: Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura

Confira a
REUNIÃO COM OS DIRIGENTES MUNICIPAIS DE CULTURA
14 DE SETEMBRO DE 2021 | 9h30 às 11h30min


fonte: Cultura Paraná

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O CURSO “HISTÓRIA DE CURITIBA APLICADA PARA GUIAS DE TURISMO, PROFESSORES E PESQUISADORES”

A Universidade Livre do Tropeirismo (UNILT) é uma Plataforma de Ensino Livre, com a missão de levar para a sociedade cursos que contemplam as áreas de História, Cultura, Turismo, Gastronomia e áreas afins. Com onze anos de existência, é responsável pela implantação de diversos Projetos Didático-Pedagógicos, como o Premiado “Aprendiz de Tropeiro”.

A UNILT possui uma agenda anual de Cursos Livres, os quais têm mostrado grande aceitação e sucesso com o público local. Um exemplo recente foi o curso “História do Paraná Aplicada para Guias de Turismo e Professores”, encerrado em 30 de Agosto, com a participação de mais de 50 participantes.

Neste mês de outubro será realizado o curso “História de Curitiba Aplicada para Guias de Turismo, Professores e Pesquisadores”, cuja primeira aula será aberta para toda a comunidade, com a finalidade de apresentar a Instituição e os conteúdos que serão abordados.

O curso, que terá a duração de cinco aulas on-line e uma aula de campo, contará a trajetória histórica de Curitiba desde a sua gênese, passando por fatos peculiares e pouco conhecidos da capital paranaense, com um enfoque ao público mencionado.

Serviço:
Curso on-line História de Curitiba Aplicada para Guias de Turismo, Professores e Pesquisadores
UNILT – Universidade Livre do Tropeirismo
Inscrições abertas
De 04 a 09 de Outubro
Informações: secretaria@unilt.com.br ou WhatsApp (41) 99612-8224

TRUPE AVE LOLA ESTREIA TEMPORADA EM TEATRO AO AR LIVRE

Trupe Ave Lola. Crédito da foto: Elenize Dezgeniski

Ave Lola ao ar livre – Teatro na tenda, é o espaço onde a trupe fará três meses de temporada com apresentações em ambiente aberto, no jardim da Associação Eunice Weaver do Paraná.

No próximo dia 13 de setembro, o teatro volta a acontecer para a Trupe Ave Lola de Teatro e seu público. Depois de um ano e meio, a companhia retorna com o espetáculo “Manaós – uma saga de luz e sombra” que será apresentado ao ar livre, num parque, localizado no bairro Bacacheri.  Para assistir, o público deverá fazer sua reserva com antecedência no site da trupe. Cada apresentação terá até 50 lugares e as reservas podem ser distribuídas em grupos pequenos de até cinco pessoas. Os assentos serão separados individualmente ou em grupo, conforme as reservas, respeitando os distanciamentos. Serão 20 apresentações, de 13/9/2021 a 3/10/2021, às 14h30 ou às 20h30 em dias variados, sempre na Associação Eunice Weaver do Paraná, na rua Dr. Alarico Vieira de Alencar, 10,  Bacacheri.

Depois de muitas reuniões, planejamentos e estudos, o Teatro Ave Lola reabre as portas adaptado a nossa nova realidade. “A arte é o espaço de afirmação dos valores simbólicos conquistados pela humanidade, logo, em momentos de crise e incertezas, é por meio da arte que resistimos e preservamos a noção de liberdade, de justiça, de solidariedade. É por meio da arte e do universo imaginário que nos é proposto fazermos o exercício de nos projetarmos para além da dor que a realidade histórica nos impõe”, declara Ana Rosa ao contar um pouco de como nasceu a ideia da Ave Lola ao ar livre – Teatro na tenda. Durante três meses a trupe funcionará num espaço alternativo que possibilite um retorno seguro e ao mesmo tempo caloroso. Para retornar aos palcos a trupe Ave Lola realizará a 4ª temporada do espetáculo “Manaós – uma saga de luz e sombra”, espetáculo vencedor do Prêmio Gralha Azul em cinco categorias e com turnê na Europa prevista para 2022. Na sequência acontece a estreia do novo espetáculo da trupe, “Cão Vadio”, com apresentações que se estenderão de outubro a novembro.

A programação detalhada, com todas as datas e horários, está disponível no site da cia. Os ingressos serão cobrados através do sistema “Pague o quanto vale”, adotado desde o primeiro ano da trupe, onde a plateia assiste à peça e ao final efetua o pagamento de forma consciente. Pensando na inclusão dos mais diversos públicos e formação de plateia, a temporada contará com programa em braille e quatro apresentações com tradução simultânea para libras e audiodescrição, além de bate-papos após as sessões. Como ações formativas, a trupe realizou gratuitamente para estudantes de instituições públicas de ensino, cinco masterclasses de diferentes áreas do teatro.

Todas as ações citadas, incluindo as apresentações fazem parte do projeto “Temporada do Espetáculo Teatral: A Pequena Abelha e a Árvore Alta”, viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura, sendo uma realização da Ave Lola e As Meninas Espaço de Criação e da Secretaria Especial da Cultura e do Ministério do Turismo. Com patrocínio de: Blau Farmacêutica, Brother International Corporation do Brasil, Cia de Cimento Itambé, Comtrafo, Renner Sayerlack, Accesstage, Eletrofrio, Aldo Solar, SIL, IG. Transmissão e Distribuição de Eletricidade, Lofra, Sollo Sul, Transmoreno, Paranagran, Vaccinar, Unimed Paraná, Tratorcase Máquinas Agrícolas S/A, Frango Granjeiro.

Cozinha Ave Lola
Como de costume, a Ave Lola sempre recebe seu público com afeto e comida. Na Ave Lola ao ar livre não será diferente. Laura Tezza, produtora executiva da trupe, anuncia que haverá um espaço gastronômico com comidinhas de rua. “Queremos que o público sinta como se realmente estivesse na casa Ave Lola e achamos que a cozinha é uma das melhores formas de trazer esse acolhimento”, explica a produtora. O cardápio traz comidas populares e saborosas como, churrasquinho, pastel, algodão doce, caldo de feijão, contando com opções vegetarianas e veganas.

Sinopse do Espetáculo
O espetáculo teatral “Manaós – Uma Saga de Luz e Sombra” dá continuidade à pesquisa poética da Trupe Ave Lola, que dessa vez se aventura na linguagem do melodrama trazendo como referência uma das formas mais populares do teatro brasileiro. A história acontece na época áurea do ciclo da borracha, em Manaus de 1911. Três mulheres de povos distintos, trazidas pelo destino, encontram-se e são desafiadas a enfrentar os medos e as ameaças de uma dura realidade. A obra teve como disparadores o conto “Pequena-abelha e Árvore-alta”, da escritora acreana Jamilssa Melo, além de beber formalmente no universo fantástico proposto na obra de Hayao Miyazaki.

FICHA TÉCNICA
Elenco: Ailén Roberto, Ana Rosa Genari Tezza, Caro Hampf, Cesar Matheus, Eduardo Giacomini, Helena Tezza e Regina Bastos
Texto e direção: Ana Rosa Genari Tezza
Direção musical: Jean Jacques Lemêtre
Assistente de direção: Giovana de Liz
Músicos: Arthur Jaime e Breno Monte Serrat
Dramaturgia: A Trupe
Conto de inspiração: Jamilssa Melo
Orientação de texto: Edson Bueno
Iluminação: Beto Bruel e Rodrigo Ziolkowski
Figurino: Eduardo Giacomini
Assistente de figurino: Helena Tezza
Intervenções no figurino e cenário: Sandra Hiromoto
Plástica do personagem: Maria Adélia e Trupe
Costureiras: Rose Mary Matias de Oliveira e Larissa Yeda Rodrigues Ruiz
Cenografia e adereços de cenário: Fernando Marés
Cenotécnico: Fabiano Hoffmann, Anderson Purcotes Quinsler e Paulo Batistela (Nietzsche)
Operadores de luz: Rodrigo Ziolkowski e Alexandre Leonardo Luft
Adereços de cena: Eduardo Santos
Produtoras (es): Dara van Doorn, Carlos Becker e Elza Forte da Silva Carneiro
Produção: Entre Mundos Produções Artísticas
Produção executiva: Laura Tezza
Comunicação e assessoria de imprensa: Larissa de Lima e Jamilssa Melo
Registro fotográfico e videográfico: Larissa de Lima
Fotógrafo: Maringas Maciel
Ilustrações e projeto gráfico: Gabriel Rischbieter
Tradução para libras: Jonatas Medeiros / Fluindo Libras
Roteiro de Audiodescrição: Brisa Teixeira
Consultor em Audiodescrição: Rafael Braz
Narração Audiodescrição: Raquel Carissimi e Brisa Teixeira
Cozinha Ave Lola: Mattheus Boeck
Manutenção do espaço: Francisco Theodoro

Parceiros de trajetória: Cléber Pereira Borges, Constantino Viaro, Ety Cristina Forte Carneiro, Jaime Lerner, João Tezza Neto, José Álvaro da Silva Carneiro, Lisiane Cardona, Mayling Ling, Moema Zuccherelli, Mônica Rischbieter, Samuel Ferrari Lago, Thamis Barreto, Valéria Bechara.

Agradecimentos: Isadora Hofstaetter, Luciana Patricia de Morais, Elisa Cordeiro Brito, Tania Campos, Ana Paula Marques dos Santos, Ademar da Silva brasileiro, Orgânicos Fruta-Café, Sítio Vale do Tigre, Luismar Antonio Martins Pinto, Lucilda Schemes Pereira e aos colaboradores da Associação Eunice Weaver (AEW).

Apoio: Associação Eunice Weaver do Paraná, Escrisul Consultoria & Contabilidade, Mago Jardineiro, Flora&Cultura, Lavanderia Blanche, Padaria do Alves, Tamanduá Iluminação, Santo Dolce, Celestiale, Sushi Zen, Escola Junshin.

Patrocínio: Blau Farmacêutica, Brother International Corporation do Brasil, Cia de Cimento Itambé, Comtrafo, Renner Sayerlack, Accesstage, Eletrofrio, Aldo Solar, SIL, IG. Transmissão e Distribuição de Eletricidade, Lofra, Sollo Sul, Transmoreno, Paranagran, Vaccinar, Unimed Paraná, Tratorcase Máquinas Agrícolas S/A, Frango Granjeiro.

Instituição Beneficiada: Hospital Pequeno Príncipe (HPP).

Realização: Ave Lola e as Meninas Produções Artísticas LTDA, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo.

Serviço:
O quê: 4ª Temporada do Espetáculo Teatral “Manaós – uma saga de luz e sombra”.
Onde: Ave Lola ao ar livre – Teatro na tenda (Associação Eunice Weaver do Paraná, na rua Dr. Alarico Vieira de Alencar, 10, Bacacheri, em Curitiba)
Quando: 13/9/2021 a 3/10/2021
Quanto: Sistema “Pague o quanto vale”
Classificação: Livre
Reservas e programação: http://www.avelola.net.br/
Contato de Imprensa: Jamilssa Melo | 92-98161-1848

BATE-PAPOS VIRTUAIS DE CINEMA SOBRE A CARREIRA DE PEDRO ALMODÓVAR, PROMOVIDOS PELO SESC PARANAVAÍ, COMEMORAM O ANIVERSÁRIO DE 72 ANOS DO DIRETOR ESPANHOL

Pedro Almodóvar, um dos cineastas mais aclamados e bem sucedidos do cinema mundial contemporâneo, completa 72 anos em setembro. Quando se fala do espanhol Pedro Almodóvar é impossível não pensar em sua estética única calcada na cultura kitsch e no excesso de vermelho. Filmes com personagens femininas fortes e cheias de liberdade de expressão – herança de seu engajo na “Movida Madrileña”.

Almodóvar dá vitrine para arte em seu cinema, um bom exemplo é: “Fale com Ela” de 2002. No qual o diretor e roteirista constrói uma ode à arte.

Pedro Almodóvar em sua filmografia também recorre em muitos momentos a personagens masculinos que são diretores de cinema, como em “Dor e Glória” de 2019 “Má Educação” de 2004, Abraços Partidos de 2009 e “Ata-me” de 1989.

A metalinguagem, o exercício de fazer arte sempre estão nas narrativas de Pedro. Bem como, as relações familiares, principalmente no que tange o feminino e a experiência de ser mãe.

Em 2021 em meio à pandemia do COVID-19, Pedro presenteia o público com sua nova produção “Madres Paralelas”. Que fala justamente de um dos seus temas mais recorrentes, a maternidade. Incluso Almodóvar foi um dos primeiros diretores de cinema a produzir durante a pandemia, em 2020 rodou o curta metragem “A Voz Humana” sua primeira produção cinematográfica falada em inglês, com Tilda Swinton como protagonista.

Fica difícil em poucas palavras definir, narrar ou contar todo o processo artístico de Pedro Almodóvar. Porém, entretanto, sua estética influenciou e continua influenciado o mudo das artes, do cinema e da moda.

Em sua larga carreira cinematográfica ganhou 2 Oscars, 2 Globos de Ouro, 4 BAFTA e 4 premiações em Cannes.

Para comemorar o aniversário de Pedro Almodóvar, o Sesc de Paranavaí irá realizar virtualmente 4 bate-papos sobre a carreira do diretor. Nos dias 4, 11, 18 e 25 de setembro – sábados das 15h às 18h – pela plataforma Microsoft Teams. Os participantes dos quatro encontros irão receber certificação.

As inscrições devem ser realizadas até 3 dias antes do evento pelos links relacionados:


Bate-papo virtual CineSesc: A Movida Madrileña e Pedro Almodóvar
www.sescpr.com.br/atividade/bate-papo-virtual-cinesesc-a-movida-madrilena-e-pedro-almodovar-04-09-2021-1500/


Bate-papo virtual CineSesc: O Cinema de Pedro Almodóvar Parte 1
www.sescpr.com.br/atividade/bate-papo-virtual-cinesesc-o-cinema-de-pedro-almodovar-parte-1-11-09-2021-1500/


Bate-papo virtual CineSesc: O Cinema de Pedro Almodóvar Parte 2
www.sescpr.com.br/atividade/bate-papo-virtual-cinesesc-o-cinema-de-pedro-almodovar-parte-2-18-09-2021-1500/


Bate-papo virtual CineSesc: O Cinema de Pedro Almodóvar Parte 3
www.sescpr.com.br/atividade/bate-papo-virtual-cinesesc-o-cinema-de-pedro-almodovar-parte-3-25-09-2021-1500/

CRISTO QUEBRA O RIFLE

 “Cristo quebra o rifle” por Otto Pankok

Pankok era um gravador alemão difamado pelos nazistas como um “artista degenerado” porque seu tema central era o sofrimento dos oprimidos. Seu trabalho revela claramente a influência de van Gogh, a quem ele reverenciava. Em 1950, ele criou a xilogravura “Cristo quebra o rifle”, que mais tarde foi usada pelo movimento de paz cristão alemão que levou à queda do muro de Berlim em 1989. 

via Michael Frost, do mural do Padre Júlio Lancelotti