PHEZZTA JAM ESTREIA EM CURITIBA COM LANÇAMENTO DE RAFA GOMES & BANDA

 

Encontro mensal no Studio Azzul Sabiah propõe experiências intimistas e fortalece a música autoral da cidade

Curitiba ganha um novo ponto de encontro da música autoral com a estreia da PHEZZTA JAM, iniciativa do Studio Azzul Sabiah que promove encontros musicais exclusivos um domingo por mês. A primeira edição acontece no dia 19 de abril, às 19h, no bairro Pilarzinho, e recebe o lançamento do projeto de Rafa Gomes & Banda.

A proposta da PHEZZTA JAM é simples e potente: criar um ambiente de escuta, presença e troca real entre artistas e público. A cada edição, um nome de destaque da cena local é convidado para apresentar seu trabalho em formato intimista, valorizando a experiência ao vivo e a proximidade. A iniciativa fortalece a cultura local e reafirma o compromisso do Studio Azzul Sabiah com a produção independente, ampliando o acesso a experiências musicais cuidadosamente selecionadas.

Para DouDou Chai, diretor do Studio Azzul Sabiah, a PHEZZTA JAM sintetiza a proposta do espaço de promover encontros artísticos marcados pela proximidade, diversidade sonora e experiências que fogem do convencional.

“Com seleções ecléticas, a ideia é música boa e diversão. Queremos que as pessoas se permitam viver surpresas exclusivas e sentir a energia da música ao vivo de um jeito diferente”, afirma.

O projeto também dialoga com outras ações desenvolvidas pelo estúdio, que tem realizado intercâmbios, eventos culturais, ensaios abertos e vivências criativas entre artistas da cena local.

Sobre o espaço
Localizado no Pilarzinho, em Curitiba, o Studio Azzul Sabiah é um espaço multicultural idealizado para eventos intimistas e encontros artísticos. O ambiente integra estúdio musical de alto padrão, sala com piano (ideal para exposições e vernissages), copa com cozinha e jardim criativo com possibilidade de projeções externas.

Com estúdio-teatro de 51 m² e capacidade para até 40 pessoas, o espaço vem se consolidando como um polo de produção cultural independente na região e comporta apresentações musicais, aulas, workshops, conferências, ensaios, exposições e outras experiências artísticas.

Rafa Gomes & Banda
A estreia da PHEZZTA JAM recebe o lançamento do projeto Rafa Gomes & Banda, marcando uma nova fase na trajetória do músico curitibano. A proposta apresenta formação renovada e sonoridade potente, aprofundando a mistura entre reggae, MPB e música contemporânea.

Com trajetória consolidada na cena autoral paranaense, Rafa ganhou projeção como vocalista e compositor da banda Afrojah entre 1999 e 2009. Posteriormente, levou sua música para Londres, onde se apresentou em pubs ingleses e ampliou o diálogo da música brasileira com o público europeu. Além da atuação nos palcos, o artista também desenvolve projetos de formação cultural, tendo idealizado iniciativas que conectam música e educação ao longo de sua carreira.

No palco do Azzul Sabiah, Rafa Gomes se apresenta ao lado da nova banda integrada pelos músicos Titi Barros (guitarra), Bomdyan Lohan (baixo), Samir Souza (bateria), Damian Nelson (sax e flauta) e Eduardo Ansay (teclados). A apresentação será única.

SERVIÇO:
PHEZZTA JAM | Edição Reggae e MPB com Rafa Gomes & Banda
Data: Domingo, 19 de abril
Horário: 19h
Local: Studio Azzul Sabiah
Endereço: Rua Desembargador José Pacheco Jr, 228 – Pilarzinho – Curitiba/PR
Ingressos: R$ 50 e R$25 (Meia-entrada para músicos e estudantes)

Ficha Técnica:
Phezzta Jam | Edição Reggae e MPB – com Rafa Gomes e Banda

Convidados:
@carlitobirolli
@fabiosalgueiro
@xaba_rodo
@mairobarbosaoficial

Rafa Gomes & Banda:
@orafagomesoficial – voz e violão
@titi.barros.71 – guitarra
@bomdyan.lohan – baixo
@samir_souzaman – bateria
@damianinelson – sax e flauta
@eduardoansay – teclados

Informações e acesso ao grupo “Amigos do Azzul Sabiah”: https://chat.whatsapp.com/BBt6x74oRKa9gMx3lgIUn0?mode=gi_t

Instagram: @azzulsabiah

Fonte: Aoca Cultural

EXPERIÊNCIA LÍNGUA SOLTA VOL. 3 – JABOTICASA

Adiar o fim do mundo com encantaria e sonhos de carnaval

Língua é músculo da fala, do paladar.
Move o corpo. Lambe o mundo.
Língua é palavra. Idioma, flerte da linguagem.
Território de atravessamento.
Soltar a língua é aprender a ocupar espaços e se deslocar.

Em cada edição, a Experiência LÍNGUA SOLTA se desloca entre fronteiras linguísticas e artísticas, ocupando diferentes espaços e trazendo artistas convidados a partilharem e misturarem suas línguas e linguagens.

Depois de levar o álbum para dentro de um set de filmagem e para uma galeria de arte, propõe agora um deslocamento mais íntimo: atravessar o portão da casa da artista e ocupar o jardim dos fundos – um último rito de resistência antes que o espaço vire um restaurante.

No formato voz e violão, Bruna Pena convida PIETRO e Barbara Campelli, artistas expoentes da cena curitibana. O repertório reúne músicas do álbum LÍNGUA SOLTA, do álbum ONDE EU SOL de Barbara Campelli e da musicografia de PIETRO.

Inspirado nos saraus, o volume 3 celebra esses encontros históricos de partilha, resistência e liberdade criativa. Lugar onde a palavra circula, se mistura e arrisca.

A tarde se estende entre oficinas, comidas, bebidas e um mic aberto que celebra a expressão coletiva – um convite para que outras línguas também se soltem, atravessem medos e digam ao mundo antes que ele mude de forma.
— Oficina “Como escrever cartas e soltar a língua” com Celso Alves, como exercício de escrita e delicadezas para depois serem ditas e ouvidas no mic aberto.
— Oficina “Se enfeita – adereços recicláveis” com Mariana Ayala, ativando corpo e imaginação e transformando o espaço visual do encontro.
— Drinks por Marco Zero, assinados por Marco Zero.
— Comidas de piquenique, assinadas por Ana Spengler.
— Bazar de Roupas e Acessórios Badi e da Mari.

Programação:

OFICINA “Se enfeita – adereços recicláveis” com MARI AYALA
das 15h às 18h

OFICINA “Como escrever cartas de amor e soltar a língua” com CELSO ALVES
das 15h às 18h

SHOW BRUNA PENA + PIETRO + BARBARA CAMPELLI
18h30

MIC ABERTO
das 20h às 21h

BAZAR DA BADI E DA MARI
das 15h às 21h

PIQUENIQUE E DRINKS
das 15h até acabar

Valores:
Ingresso antecipado – R$25,00 (entrada no evento)
Ingresso na hora – R$35,00 (entrada no evento)
Oficina “Se Enfeita – adereços recicláveis” – R$65 (oficina e entrada no evento)
Oficina “Como escrever cartas de amor e soltar a lingua” – R$65 (oficina e entrada no evento)

Link Compra de Ingressos
https://pixta.me/u/experiencia-lingua-solta-vol-3

Endereço
Jaboticasa – Rua Henrique Itiberê da Cunha, 793. Bom Retiro – Curitiba/PR

Serviço
Experiência Língua Solta – Vol. 3
Dia 07/03 a partir das 15h
Show: 18h30
Ingressos: https://pixta.me/events/aa043600-dac4-4ee4-935d-986704705d20
Endereço: Jaboticasa – Rua Henrique Itibere da Cunha, 793
+ Infos: instagram.com/oibrunapena

Assessoria de Imprensa: BB Comunica – @bb_comunica

ALFAIATARIA LANÇA PROJETO ANUAL QUE CONSOLIDA ESPAÇO COMO POLO DE FORMAÇÃO E CRIAÇÃO EM CURITIBA

Na arte de Adriana Alegria, o Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos | 2026. Março a novembro, oficinas, residência artística, Roda de fogo e Mostra Les Latinas. Início com Oficina de Iluminação Cênica, 9 a 11 de março.

Projeto contemplado no edital de Ações Continuadas da Funarte inicia com oficina de iluminação cênica e reúne formação, encontros e intercâmbios artísticos ao longo de 2026.

A Alfaiataria – Espaço de Artes, em Curitiba, inicia em março de 2026 o Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos (AMP), contemplado no edital de Ações Continuadas da Funarte. A iniciativa estrutura uma programação anual dedicada à formação, criação, difusão e intercâmbio nas artes cênicas, conectando artistas a redes de circulação e diálogo que ultrapassam o contexto local. Com produção da Pró Cult, as atividades seguem até novembro e reúnem oficinas, residência artística, ciclo de encontros e uma mostra com participação latino-americana.

A primeira ação acontece entre 9 e 11 de março, com a Oficina de Iluminação Cênica, ministrada pela iluminadora Lucri Reggiani. A proposta que combina prática e teoria, abordando fundamentos técnicos e processos de criação em luz, enquanto problematiza a ocupação de um campo historicamente masculinizado, é voltada a mulheres cis, mulheres trans e pessoas de gêneros dissidentes. As inscrições podem ser localizadas no link da Bio em @alfaiataria_ 

Também em março tem início Roda de fogo: práticas da memória – entre lembrar e esquecer, com curadoria de Francisco Mallmann. O ciclo bimestral, com edições em março, maio, julho e setembro, é aberto ao público e reúne artistas, estudantes e interessados em memória e criação. Cada encontro promove diálogo entre diferentes áreas das artes da cena, reflexão sobre como experiências se inscrevem no corpo e se transformam ao longo do tempo, e práticas de escuta e compartilhamento ao redor do fogo, símbolo ancestral de encontro e transmissão, afirmando a memória como criação coletiva.

Em julho, acontece o Laboratório de Produção Cultural para Pessoas Trans e Travestis, ministrado pelo produtor cultural Guilherme Jaccon. A formação é voltada ao desenvolvimento técnico em gestão e produção cultural, abordando leitura de editais, escrita de projetos, elaboração de orçamentos, cronogramas e prestação de contas, fortalecendo a autonomia profissional e ampliando possibilidades de inserção no circuito cultural.

Entre agosto e outubro, ocorre a 2ª edição do Programa de Formação Cênica Alfaiataria, residência destinada a artistas em formação ou iniciantes. Ao longo de três meses, participantes desenvolvem pesquisa cênica solo com orientação curatorial de Janaina Matter e Carmen Jorge, além de oficinas com Ana Kfouri, Janaina Leite e Mateus Aleluia Filho. O percurso culmina em uma Mostra de Processos aberta ao público.

Para encerrar o ciclo anual, em novembro, a Alfaiataria realiza a Mostra Les Latinas, dedicada a solos teatrais de artistas lésbicas da América Latina, selecionadas por convocatória aberta com curadoria de Janaina Matter e Sueli Araujo. Ao reunir criadoras de diferentes países, a mostra fortalece o intercâmbio artístico internacional e amplia o diálogo entre cena, identidade e território, além da produção de conteúdos em podcast com as artistas participantes.

Para a atriz e diretora artística Janaina Matter, o projeto consolida a Alfaiataria como território de pesquisa e criação. “Sustentar processos no tempo é também sustentar encontros. O Programa Continuado nasce do desejo de criar espaço para a pesquisa artística, para o convívio entre diferentes corpos e para uma cena viva, diversa e profundamente conectada ao seu tempo”, afirma.

A programação completa, assim como informações sobre inscrições e convocatórias, pode ser consultada no site e nas redes sociais da Alfaiataria. O acesso, às apresentações e ações abertas adotam o sistema “pague quanto vale”, garantindo gratuidade a quem não pode pagar. Os cursos contam com valores simbólicos de inscrição, com vagas gratuitas destinadas a pessoas de grupos historicamente marginalizados.

SERVIÇO:
Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos
Local: Alfaiataria – Espaço de Artes (Rua Riachuelo, 247 – Centro – Curitiba/PR)
Período: março a novembro de 2026
Acesso: sistema “pague quanto vale” nas apresentações | cursos com valor simbólico
Informações: @alfaiataria_ / www.alfaiataria.art

Destaques da programação:

– Oficina de Iluminação Cênica, com Lucri Reggiani | de 9 a 11 de março | Inscrições: Sympla, (aqui) | 
Bolsas via formulário (aqui) | Vagas: 15

– Roda de fogo: práticas da memória – entre lembrar e esquecer | Março, maio, julho e setembro

– Laboratório de Produção Cultural para Pessoas Trans e Travestis | Julho

– Formação Cênica Alfaiataria | Agosto a outubro

– Mostra Les Latinas | Novembro

Sobre a Alfaiataria
A Alfaiataria – Espaço de Artes é um espaço cultural independente fundado em 2019, em Curitiba (PR), dedicado à pesquisa, formação, criação e difusão nas artes cênicas e visuais contemporâneas. Com programação continuada, promove ações voltadas à diversidade e ao intercâmbio com a comunidade artística local, nacional e internacional.

Assessoria de Imprensa: BB Comunica – @bb_comunica

LANÇAMENTO DO LIVRO O FEMININO EM TODAS AS COISAS CELEBRA O DIA DA MULHER COM POESIA E MÚSICA

Thelma Oliviera. Foto: Gus Benke.

Evento acontece dia 8 de março, no Museu Paranaense, com distribuição gratuita do livro, sessão de autógrafos e show da banda Choro das 7

Dia 8 de março, domingo, a partir das 10h, o Museu Paranaense recebe o lançamento do livro O Feminino em Todas as Coisas, de Thelma Alves de Oliveira, com poesias inéditas da autora curitibana e ilustrações de Ivana Cassuli. Durante o evento acontecerá distribuição gratuita de exemplares, sessão de autógrafos e show com a banda Choro das 7, formada por sete mulheres, que interpretam clássicos de chorinho.

A escolha da data dialoga com o Dia Internacional da Mulher e com o tema central do livro, que percorre o universo do feminino e das relações sociais e humanas. Com sensibilidade e força poética, Thelma conduz o leitor por textos em que o cotidiano se transforma em delicadeza e descoberta. Onde a infância, maternidade, amor e as dores do mundo se entrelaçam em versos que revelam diferentes facetas do feminino e convidam à reflexão sobre as experiências que nos conectam.

“Este livro tem o fio que borda experiências e percepções sobre ser mulher. A delícia do que a vida nos reserva e a dureza de viver numa estrutura patriarcal. Passeio pela memória e sentimento de criança, pois uma parte de mim se recusa a crescer; pelas descobertas do envelhecimento com vida vivida e amadurecida; pelo amor incomparável da maternidade; pelos ensinamentos da natureza, pelo o poder abusivo dos homens e suas inconsciências; enfim, por tudo aquilo que revela a beleza e a potência do feminino em mim e em nós, humanos”, afirma Thelma.

O projeto é viabilizado pela Lei Rouanet, tem o Hospital Pequeno Príncipe como instituição beneficiada e conta com o patrocínio das empresas: Pizzattoloog, Banco de Lage Landen, Macromaq, Avícola Pato Branco, Eletrofrio Refrigeração e NTT DATA.

Sobre a autora
Thelma Alves de Oliveira é assessora da diretoria do Hospital Pequeno Príncipe , o maior hospital pediátrico do Brasil. É autora dos livros infantis “Eu sei de mim”,  “Eu sei de mim. Ah, sei sim”, lançados em 2015. O Feminino em Todas as Coisas é seu livro de estreia para o público adulto. Se nomeia uma poeta do cotidiano e compartilha alguns poemas no perfil @poesiasdathelma

SERVIÇO:
Lançamento O Feminino em Todas as Coisas de Thelma Alves de Oliveira
Dia 8 de março (domingo), das 10h às 13h
No Museu Paranaense
Rua  Kellers, 289 – São Francisco, Curitiba
* A distribuição dos livros é gratuita, por ordem de chegada e irá acontecer durante o horário do evento conforme o estoque disponível.

ASSESSORIA DE IMPRENSA E MAIS INFORMAÇÕES:
Fernando de Proença – 41. 99996-5292 | fernandodproenca@gmail.com
Paula Melech – 41. 98438-4038 | paula.melech@gmail.com

QUANDO O BEIJO VIRA MANCHETE: GARALHUFA ESTREIA “BEIJO E ASFALTO OU O FATO É:” NO MINI GUAÍRA

Na foto de Lina Sumizono, as atrizes Stephanie Zouza e Mariana Venâncio e o ator Victor Lucas Olivier em preparo para a estreia da nova montagem no Mini Guaíra reinventando um clássico rodrigueano.

Garalhufa estreia montagem investigativa inspirada em Nelson Rodrigues no Miniauditório Glauco Flores de Sá com temporada gratuita em março.

Três atores decidem montar O Beijo no Asfalto. Durante o processo, percebem que talvez não estejam montando a peça, mas investigando-a. A partir dessa provocação nasce “BEIJO E ASFALTO ou O fato é:”, novo espetáculo da companhia Garalhufa, que estreia para o grande público no dia 12 de março, no Miniauditório Glauco Flores de Sá (Mini Guaíra), em Curitiba, com entrada gratuita e sessões acessíveis em Libras.

O projeto parte de um estudo aprofundado de O Beijo no Asfalto, clássico de Nelson Rodrigues. Mas não se trata de uma adaptação ou releitura tradicional. É um espetáculo-investigação. Durante o processo de pesquisa, o grupo mergulhou na dramaturgia rodrigueana e descobriu informações históricas pouco conhecidas sobre a escrita da obra e sobre o próprio autor. A partir desse material, decidiu transformar o palco em laboratório: uma mesa de apuração, sala de ensaio, redação de jornal, tribunal, delegacia e feed de notícias.

Na peça original, o beijo entre Arandir e um homem atropelado vira manchete e serve como cortina de fumaça para encobrir um crime policial. Mais de seis décadas depois, a pergunta permanece: quem constrói os fatos? Por que se contam algumas histórias e não outras? Um jornal mentiria?

Em vez de “atualizar” Nelson, o espetáculo da Garalhufa utiliza a obra como ponto de partida para investigar a permanência das estruturas que ele denunciava: espetacularização midiática, moralismo, violência institucional e fake news. “A obra não é uma adaptação. É um estudo cênico. Investigamos como um gesto íntimo pode ser convertido em escândalo público, e como as versões se consolidam como verdade”, afirma a atriz e idealizadora do projeto Mariana Venâncio.

Peça-ensaio, palestra performativa, investigação
Com orientação artística de Giordano Castro, integrante do grupo pernambucano Magiluth, o trabalho assume uma linguagem híbrida entre peça-ensaio, palestra performativa e investigação documental. A dramaturgia é assinada por Vinicius Medeiros, com direção colaborativa entre elenco e dramaturgo. Em cena estão Mariana Venâncio, Victor Lucas Olivier e Stephanie Zouza.

O projeto nasceu em 2023, durante uma residência de Criação Colaborativa realizada no CPT Sesc Consolação, em intercâmbio com os grupos Magiluth e Quatroloscinco. A partir dessa experiência, iniciou-se a pesquisa que agora chega ao público.

Todas as apresentações da primeira temporada são gratuitas, com ingressos distribuídos 30 minutos antes de cada sessão na bilheteria do teatro. As sessões com tradução em Libras acontecem nos dias 15 (19h) e 19 (20h). A segunda temporada, com data marcada para o meio do ano, no Teatro Cleon Jacques, também oferece ingressos gratuitos e as sessões com Libras acontecem nos dias 17, 18 e 24 de julho.

O projeto é realizado por meio do Mecenato – Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Curitiba, com incentivo do Centro Diagnóstico Água Verde, Florença Veículos e Serra Verde Express.

Sobre a Garalhufa
A Garalhufa é uma trupe teatral, escola de atuação e centro cultural sediado no Largo da Ordem, em Curitiba. Com seis anos de atuação, já produziu seis espetáculos (quatro autorais) e três curta-metragens, além de circular por cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, João Pessoa, Florianópolis e Campinas.

Serviço:

“BEIJO E ASFALTO ou O fato é:”
Temporada de estreia: Miniauditório Glauco Flores de Sá (Rua Amintas de Barros, s/n – Centro, Curitiba)
Data: 11 a 22 de março, de quarta a sábado às 20h e nos domingos às 16h e às 19h. *Dia 14 (sexta) não haverá apresentação. 
Sessões com Libras: dia 15 às 19h e dia 19 às 20h.

2ª Temporada: Teatro Cleon Jacques (Rua Prof. Nilo Brandão, 710 – São Lourenço) 
Data: 17 a 26 de julho, sextas e sábados às 20h, e domingos às 19h. 
Sessões com Libras: 17, 18 e 24 de julho.
*Ingressos: Gratuito – retirar 30 minutos antes de cada sessão na bilheteria do teatro.

Ficha Técnica:
Idealização e direção de produção: Mariana Venâncio | Orientação artística: Giordano Castro | Dramaturgia: Vinicius Medeiros | Direção colaborativa: elenco e dramaturgo | Elenco: Mariana Venâncio, Stephanie Zouza e Victor Lucas Oliver | Sonoplastia: Cadu Machado | Iluminação: Ever Silva | Preparação vocal: Elis Koppe | Preparação corporal: Ana Filimberti | Cenário: Júlia Herculano | Figurino: Beatriz Alves e Izabelle Viana | Assistência de produção: Mateus Sandré | Mediação: Enzo Torre

Assessoria de Imprensa:
BB Comunica – @bb_comunica

RAVI BRASILEIRO E LEO BIANCHINI ENTRAM NO SAMBA COM PARCERIA QUE TRANSFORMA A CRÔNICA DO ABSURDO EM DRAMA COM BATUCADA

Leo Bianchini e Ravi Brasileiro por Odara Vision Oruê Brasileiro

“Melhor Um Final Horroroso Que Um Horror Sem Fim” chega com single, clipe e minidoc que refletem a arte do encontro em não saber protelar a poética do instante

Ravi Brasileiro e Leo Bianchini não vieram para contar história. Mas como todo bom samba que se preze, “Melhor Um Final Horroroso Que Um Horror Sem Fim” é a típica crônica brasileira que vai do drama à ironia sem perder a ternura. Mas também, não passa pano para a sofreguidão. Com pitadas de sarcasmo e malícias suntuosas, a batucada é um espelho do cotidiano repleta de cadências e percepções com direito a clipe e minidoc sobre o processo de composição.

Ouça aqui ´Melhor Um Final Horroroso Que Um Horror Sem Fim“

Entre conversas à distância, foi assim que a letra de “Melhor Um Final Horroroso Que Um Horror Sem Fim” começou a ganhar forma nos encontros entre Ravi e Leo. Mas como reza um bom samba foi pessoalmente que a poesia teve a sua reviravolta.

“Desde as primeiras ligações com o Ravi, ele me convidou para o projeto, e eu aceitei de cara”, rememora Leo Bianchini que do samba, entende bem. Desde 2009, o músico e compositor integra a banda 5 a Seco, reconhecida pela rica diversidade sonora na música brasileira e vencedora do Latin Grammy 2025, na categoria Melhor Álbum de Música Popular Brasileira/Música Afro Portuguesa Brasileira pelo álbum “Sentido”.

Ainda assim, para o artista, o processo de criação do “Melhor Um Final Horroroso Que Um Horror Sem Fim” é um espelho sobre o indivíduo. Porém, o drama com um pouco de samba é uma escolha que pode trazer outras amenidades.

“Eu acho que é uma questão de decisão. De você encarar. Por mais que a coisa seja doída. Você encara de uma vez e resolve, do que ficar estendendo as dificuldades. A gente tende a querer curtir esse drama, e acho que é natural da personalidade do ser humano”, reflete Leo Bianchini no minidoc disponível pelo YouTube, com direção de Oruê Brasileiro. Assista aqui

Ravi e Leo desfilam causos corriqueiros com malícia e se divertem com situações que refletem a arte do encontro em não saber protelar a poética do instante. E claro, deu samba.

“Esta canção cheia de causos já nasceu e sabíamos que fecharia o trabalho. Guardei na minha gaveta de ideias esta frase maravilhosa que ouvi num cafézão daqueles que junta a família toda. Leo matou a charada da canção rapidamente”, comemora Ravi Brasileiro.

Fazer samba não é contar piada como já diz o poeta. Do improviso à construção da letra, ´´Melhor Um Final Horroroso Que Um Horror Sem Fim“ é uma composição que fluiu, justamente por Ravi e Leo terem plena consciência sobre a arte do encontro em não saber protelar a poética do instante.

“O Leo fez a harmonia e a gente cantarolou um monte de histórias improvisando. Sem chegar num lugar certeiro para nossos causos. Mas tínhamos um forte refrão. Com a encomenda na mão, fomos juntos pensando em inúmeras situações que costumam ser proteladas. Dos vários causos, ficamos com a extração do siso, parar de fumar, entrar na água gelada e com o término de um relacionamento”, expõe.

“Melhor Um Final Horroroso Que Um Horror Sem Fim” integra o recém lançado “7por2”, projeto idealizado por Ravi Brasileiro e gravado no Parque Jaime Lerner, no Estúdio Geração Pedreira, na Rua da Música, em Curitiba.

Além de Leo Bianchini, Badi Assad, Dante Ozzetti, Carlos Careqa, Bruna Caram, Flaira Ferro e Caito Marcondes, são os artistas que integram o álbum disponível pelas plataformas de streaming. Ouça aqui.

Projeto realizado por meio da Lei Municipal Complementar 57/2005 do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura. Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba.

Fonte: Cabana Assessoria

FUSÃO CRIATIVA ::: ÚLTIMA EDIÇÃO DO ANO ::: DOMINGO, 2/NOVEMBRO

@sebinhofatoagenda + @antiquariocoisaveia expõem livros e discos na última edição do ano da Feira Fusão Criativa (@fusaocriativa.cwb) neste domingo, dia 2 de novembro, no Ginger Bar (@gingerbarcwb), em Curitiba, das 13h às 20h. Com entrada livre.

Vem viver um dia de arte, moda, música e troca no clima leve do Ginger Bar É a chance de celebrar a criatividade local, curtir bons sons, descobrir marcas autorais e se inspirar nas oficinas que rolam ao longo do dia.

Serviço:
02/11 (domingo)
Das 13h às 20h
Ginger Bar — Rua Saldanha Marinho, 1220, Curitiba
Entrada gratuita

Chega junto pra encerrar o ano com boas vibrações, muita cor e gente criativa!

Arte micalkairos

@nodeisis

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LÍNGUA SOLTA: BRUNA PENA LANÇA SHOW DIGITAL E CELEBRA COM FESTA SENSORIAL EM CURITIBA

Com um álbum que une música, audiovisual, dança e crítica social, a multiartista curitibana apresenta o espetáculo completo no YouTube e convida o público para uma experiência imersiva na Galeria Soma no dia 01 de novembro.


Na foto de Gus Benke, a artista Bruna Pena durante a gravação do show digital: Experiência Língua Solta, que será lançado ao público na celebração do álbum na festa no dia 1º de novembro na Galeria Soma.

A multiartista curitibana Bruna Pena dá mais um passo na divulgação de seu primeiro álbum solo, “Língua Solta”, com o lançamento oficial do show digital que apresenta ao público uma experiência audiovisual completa do disco. A gravação vai ser disponibilizada no YouTube a partir de 1º de novembro, mesma data em que Bruna realiza uma festa imersiva de lançamento, na Galeria Soma, em Curitiba.

Gravado no Low Key Studios, espaço que a artista considera quase uma extensão de sua casa, o show foi dirigido e idealizado pela própria Bruna, que convida o público a entrar em seu universo sensorial. Todo trabalho foi realizado em parceria com o diretor e produtor musical Henrique Gela. Música, dança, imagem, design e artes visuais se encontram em cena, refletindo sua trajetória marcada pela multiplicidade de linguagens.

As coreografias, criadas por Rapha Fernandes, dão forma a figuras simbólicas, os “monstros” e vozes internas que habitam a artista, revelando, ao longo do espetáculo, uma jornada de reconciliação com seus próprios fantasmas. A iluminação, assinada por Anri Aider e Lucas Amado, acompanha esse movimento, ampliando as emoções de cada faixa. “O Língua Solta nasceu da vontade de unir minhas principais linguagens: som e imagem. Mas também quis trazer um pouco de dança, design, elementos das artes plásticas… Foi natural levar o público pra dentro do estúdio, do meu contexto”, conta Bruna.

“Língua Solta”: um álbum como manifesto sensorial
O álbum “Língua Solta” vai além da música: é um manifesto emocional e sensorial. Com uma sonoridade marcada pelo pop alternativo, que flerta com trip hop, dub, reggae e eletrônica experimental, Bruna aborda temas como identidade, desejo, crítica social e coragem.

No show, essas camadas ganham forma visual, criando uma experiência potente e imersiva que atravessa corpo, som e imagem.

Festa imersiva na Soma Galeria
Para marcar o lançamento do show digital, Bruna realiza uma festa imersiva no dia 1º de novembro (sábado), a partir das 16h, na Soma Galeria, em Curitiba. O evento propõe uma verdadeira imersão no universo do álbum, com atrações que misturam música, arte, gastronomia e performance.

A programação começa com uma flash tattoo comandada por Gustavo Rocha, seguida por DJ set de Saintherick, show de Bruna Pena com participações especiais de Dharma Jhaz e Samuca, e exibição do teaser inédito da Experiência Língua Solta, com QR code para acesso direto ao show completo no YouTube.

Durante todo o evento, o público poderá saborear comidas inspiradas nas faixas do álbum, preparadas pelos chefs Rafael Baby e Andressa Tavares, numa proposta que expande os sentidos e aproxima ainda mais o público da narrativa do disco.

SERVIÇO – EXPERIÊNCIA LÍNGUA SOLTA vol. II
Local: Soma Galeria (Rua Mal. José B Bormann, 730 – Bigorrilho)
Data: 01/11 (sábado)
Horário: início 16 horas
Ingressos: https://pixta.me/u/experiencia-lingua-solta
Lote Promocional – R$15,00 | 1º Lote – R$25,00 | 2º Lote – R$30,00 | 3º Lote – R$35,00

Ficha técnica – Show digital “Língua Solta”
Direção Criativa e Voz: Bruna Pena | Assistência de Direção / Produção: Rodrigo Bontempo | Direção Musical / Técnica: Henrique Geladeira | Direção de Movimento: Rapha Fernandes | Criação e Operação de Luz: Anri Aider e Lucas Amado | VJ e Projeções: Chiara Rocha Back | Som / PA: Mizi (José Henrique Miziara de Ávila Nunes) | Câmeras e Cinematografia: Fernanda Simões, Vinícius de Lima, Maria Scroccario, Johann Stollmeier, Richardyson Marafon | Projeto em 3D: Lucas Crummenauer Tatarin | Figurino: Pati Cripriano | Maquiagem: Marina Costa e Giuliana Genari | Dançarinos: Clara Gomes, Íris Barbosa, Gabriel Caetano, Michelle Buffon, Kaue Marcelino | Estúdio: Low Key Studios | Edição e Color Grading: Bruna Pena e Johann Stollmeier | Planejamento de Comunicação: Cami Aguiar | Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo (BB Comunica)

Apoio: @abbadub | @rochedo.oficial | @lerocouto | @iluminaçãotamandua | @victorsabbag1 | @blip.art | @salted_films | @lowkeyestudios

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

CAROLINA DAMIÃO INTERPRETA SOLO POTENTE SOBRE MATERNIDADE NO FESTIVAL NOVOS OLHARES, EM CURITIBA

Na foto de Max Miranda, a atriz Carolina Damião, vive Elisa no espetáculo solo: Não me chame de Mãe, que está na programação do Festival Novos Olhares no Teatro José Maria Santos.

Artista de Maringá apresenta uma adaptação do espetáculo “Não me chame de mãe” no dia 5 de outubro, trazendo à cena os silêncios, urgências e sobrecargas da experiência materna vivida por milhões de mulheres no Brasil.

A atriz, escritora e produtora Carolina Damião, de Maringá, apresenta uma adaptação do monólogo “Não me chame de mãe”, no dia 5 de outubro, durante a primeira edição do Festival Novos Olhares, que acontece entre os dias 3 e 12 de outubro no Teatro José Maria Santos, em Curitiba. . O espetáculo, que estreou em 2024 em Maringá, pelo Prêmio Aniceto Matti, é uma co-criação de Damião com a multiartista Luciana Navarro, e entrará em circulação em 2026 pela Lei Aldir Blanc. Para a Mostra Novos Olhares Carolina preparou uma adaptação da obra, onde “vivo a experiência de me autodirigir para esta montagem adaptada, de encontrar outras nuances da personagem, do ritmo, dos objetos cênicos, da dramaturgia, um exercício desafiador”, comenta a artista.

Nas cenas interpretada por Carolina Damião, acompanhamos uma tentativa de respiro da personagem-título: Elisa, uma mãe solo que busca reaprender a descansar enquanto o pai de sua filha cumpre, pela primeira vez, o horário de convivência estabelecido com a criança. Com pouco tempo livre, Elisa se depara com um universo de escolhas represadas: descansar, resolver pendências, cuidar de si. A cena mergulha com sensibilidade e tensão nas urgências, frustrações e sobrecargas da maternidade, expondo o apagamento social que recai sobre tantas mulheres em situação semelhante.

A participação de Carolina no Festival reforça a proposta do Novos Olhares de abrir espaço para artistas que exploram temáticas urgentes com profundidade e potência cênica. A curadoria do festival – composta por Eduardo Ramos, Mayra Fernandes e Luis Melo – escolheu cenas que dialogam com questões de raça, gênero, território e linguagem, valorizando vozes que ainda buscam visibilidade no circuito profissional. “Quando meu filho nasceu eu pensei que não voltaria mais aos palcos, retornar à Curitiba, onde iniciei minha carreira teatral, para me apresentar interpretando uma mãe solo me emociona”, conta a atriz.

Formada em Artes Cênicas pela Faculdade de Artes do Paraná em 2011, Carolina atua há mais de uma década no teatro e na produção cultural. Desde 2020, sua vivência como mãe solo do pequeno Miguel passou a orientar também sua criação artística e literária. Em suas redes e nos palcos, dedica-se à desromantização da maternidade, abordando com contundência temas como a culpabilização materna, a invisibilização das tarefas de cuidado e a ausência de corresponsabilidade da sociedade na criação de crianças. É autora do livro Manual de Sobrevivência na Maternidade, publicado pela Editora Urutau.

Com entrada gratuita, o Festival Novos Olhares oferece tradução em Libras em todas as apresentações e audiodescrição nos dias 4 e 11 de outubro. A cena “Não me chame de mãe” será apresentada no domingo, dia 5 de outubro, às 18h, junto a outras três cenas da programação.

Serviço:
Festival Novos Olhares
Local: Teatro José Maria Santos (Rua Treze de Maio, 655, São Franciscom, Curitiba)
Apresentação de Carolina Damião: 5 de outubro de 2025 (domingo), às 18h
Ingressos gratuitos: retirada 1h antes na bilheteria do teatro
Instagram: @carolina_damiao_ | @naomechamedemae
Programação completa: @apedatreze

FICHA TÉCNICA
Adaptação e direção da versão para a mostra*: Carolina Damião | Dramaturgia Original: Carolina Damião e Luciana Navarro | Elenco: Carolina Damião | Sonoplastia e operação de som: Natália Gimenes | Iluminação e operação de luz: Fábia Regina | Preparação Vocal: Ariadine Gomes | Consultoria coreográfica: Ale Delgado | Concepção Cenário e Figurinos: Luciana Navarro | Assistência e produção de figurinos e cenários: Carolina Damião | Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo | Designer: Fernando Souza (Maringaense Cultural) | Storymaker: Giulliana Dias | Fotos: Max Miranda (Fenda) | Produção: Horla Produção e Arte | Vozes: Carolina Damião | *Adaptação do monólogo “Não me chame de mãe”, que estreou em Maringá pelo Prêmio Aniceto Matti, em 2024, com direção artística e cênica de Luciana Navarro, criação e dramaturgia de Carolina Damião e Luciana Navarro.

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

COM PEÇAS TEATRAIS, POCKETS SHOWS E PERFORMANCES, 4ª MOSTRA CLAUDETE CHEGA REPLETA DE ATRAÇÕES ARTÍSTICAS GRATUITAS EM CURITIBA

A 4ª edição da Mostra Claudete Pereira Jorge acontece de 11 a 26 de outubro com atrações gratuitas para todas as idades. Arte de Patrícia Cividanes.

Mostra Claudete Pereira Jorge reúne teatro, música e performance de forma acessível e plural no Teatro Novelas Curitibanas Claudete Pereira Jorge, de 11 a 26 de outubro, com entrada gratuita.

De 11 a 26 de outubro de 2025, o Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge recebe a 4ª edição da Mostra Claudete Pereira Jorge, um espaço de encontro, escuta e experimentação da cena cultural de Curitiba. Com 16 atrações gratuitas – entre peças adultas e infantis, performances, contações de histórias e pocket shows – o evento homenageia a atriz paranaense que dá nome ao teatro e celebra o vigor artístico local. “Mais do que reunir espetáculos, a Mostra Clau propõe um convite à convivência. É nesse espaço entre linguagens, histórias e presenças que acreditamos que a arte pulsa com mais força”, conta Helena de Jorge Portela.

Desde 2019, a mostra tem sido uma vitrine de diversidade e renovação. Nesta edição, mantém suas ações de acessibilidade ao oferecer sessões com tradução em Libras e, em parte da programação, audiodescrição. Também promove bate papos após os espetáculos mediados pela crítica cultural Luciana Romagnolli, fomentando a construção de um público mais atento, sensível e inclusivo.

A curadoria, assinada pela atriz Helena de Jorge Portela da Cia Fluctissonante, pelo diretor de produção Igor Augustho da Pomeiro Gestão Cultural, e pelo ator Nautilio Portela da NBP Produções, combinou metade da programação selecionada via convocatória pública e metade composta por atrações convidadas, priorizando projetos protagonizados por artistas trans, negros, indígenas, quilombolas e PCDs. “O propósito é garantir uma programação plural, que representa diferentes vozes e territórios artísticos. Cada escolha foi atravessada por uma escuta ética, comprometida com a diversidade e a urgência das narrativas contemporâneas”, comenta Igor.

Dentre os espetáculos convidados estão o inquietante “Projeto Herbert Daniel”, da Distinta Companhia, e “O Universo está Vivo como um Animal”, da Rumo de Cultura, além de “Deslady”, da Cia dos Palhaços. Já as performances trazem nomes como Vitória Gabarda e Henrique Augusto, com a impactante roda de rima “Pacto da Negritude”. O encerramento será marcado pela irreverente Premiação Chinchila no Espaço Fantástico das Artes – uma festa com humor e ironia, que entrega o simbólico Troféu Cabeça de Chinchila em homenagem à classe artística curitibana.

A programação propõe um mergulho em estéticas diversas e narrativas urgentes. “O Coração da Boca é a Língua”, da Furiosas Produções, abre a mostra com uma dramaturgia lésbica-manifesto que mistura ficção, vídeo e memória sapatão. “Querida Serpente”, da Alameda Teatral, provoca com sua investigação sobre desejo e moralidade no Brasil pós-colonial. “Derretendo Satélites”, da Cia Narratos, mistura autoficção jovem, angústias e crítica social. Para o público infantil, “Entre Janelas” (Tato Criação Cênica) convida a refletir sobre vínculos afetivos em tempos de telas e tecnologia.

A mostra também traz obras e laços com a ancestralidade. “Histórias na Terra”, da Sustenido Produções, propõe contações afro-indígenas inspiradas no Cosmograma Bakongo, enquanto a performance “Voz Invisível”, de Catharine Moreira, atravessa barreiras da linguagem em Libras e português, propondo uma escuta que vai além da fala. E o coletivo Trio Elétrico de Teatro apresenta “Desfile de la Libertad”, performance que convoca o público à utopia, à solidariedade e à reinvenção social.

A música também marca presença com pocket shows de Alexandre França, a banda Cali que apresenta o show poético-musical “Agô Orí”, e ainda uma apresentação em memória ao artista Saimon.


Na foto de Giovanna Branco,  cena do espetáculo “Derretendo Satelites” da Cia Narratos, um dos espetáculos selecionados para a 4ª Mostra Clau.

Sobre a Mostra Claudete Pereira Jorge
Criada para homenagear a primeira mulher a dar nome a um teatro público em Curitiba, a mostra já reuniu mais de 300 artistas em suas edições anteriores e se consolida como um espaço de valorização da arte local, da representatividade e da democratização do acesso à cultura. O festival é realizado pela NBP Produções, Cia. Fluctissonante e Pomeiro Gestão Cultural. A 4ª Mostra Claudete Pereira Jorge conta com apoio da Fundação Cultural de Curitiba, por meio do Mecenato Subsidiado.

SERVIÇO:
4ª Mostra Claudete Pereira Jorge
Data: 11 a 26 de outubro de 2025
Local: Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1222 – São Francisco, Curitiba)
Ingresso: Entrada gratuita (retirada 1h antes, no local)
Acessibilidade: sessões com Libras e audiodescrição
Instagram: @mostraclaudete


Na foto de Giovanna Branco,  cena do espetáculo “Derretendo Satelites” da Cia Narratos, um dos espetáculos selecionados para a 4ª Mostra Clau.

PROGRAMAÇÃO
A programação 4ª Mostra Claudete Pereira Jorge começa no sábado (11) com o espetáculo “O Coração da Boca é a Língua” (19h30), uma dramaturgia lésbica-manifesto que mistura vídeo, ficção e memória sapatão em uma encenação sensível e potente.

Domingo (12): “Histórias na Terra” (15h), contações afro-indígenas inspiradas no Cosmograma Bakongo, para públicos de todas as idades; “Desfile de la Libertad” (18h30), uma performance cênica e musical que convoca o público à utopia, solidariedade e reinvenção social; e a reprise do espetáculo “O Coração da Boca é a Língua” (19h30).

Terça (14) e quarta (15): “Deslady” da Cia dos Palhaços (20h), uma comédia crítica que revisita arquétipos femininos com humor ácido, irreverência e provocação.

Quinta (16): “Querida Serpente” da Alameda Teatral (20h), um espetáculo provocador sobre erotismo, desejo e moralidade no Brasil pós-colonial.

Sexta (17): Pocket Show com “Alexandre França” (19h), um show intimista de voz e violão, com letras que atravessam o cotidiano e o afeto; e a reprise de “Querida Serpente” (20h).

Sábado (18): “Entre Janelas” da Tato Criação Cênica (15h), espetáculo infantil sobre vínculos afetivos e descobertas em tempos de telas e distanciamento; “Agô Orí” com a Banda Cali (19h), pocket show poético-musical que une afrobeat, poesia e espiritualidade, celebrando a ancestralidade; “Derretendo Satélites” da Cia Narratos (20h), autoficção jovem que mistura angústias contemporâneas, crítica social e a jornada de amadurecimento.

Domingo (19): segunda sessão de “Histórias n Terra” (15h); “Vitória Gabarda” (19h), ação performática que parte de vivências pessoais para provocar o olhar e a presença coletiva; reprise de “Derretendo Satélites” (20h).

Abrindo a segunda semana no dia 22 (terça) e 24 (quinta) o “Projeto Herbert Daniel” (20h), uma ficção científica queer que investiga identidade, afeto e memória em um futuro possível; no mesmo “Pacto da Negritude”, pocket show de  Henrique Augusto (19h), performance de spoken word e hip hop que confronta o racismo com força, poesia e ritmo; “O Universo está Vivo como um Animal” (20h), uma narrativa poética e sensível sobre luto, morte e amor, propondo novas formas de existência.

Sábado (25): segunda sessão de “Entre Janelas” (15h); Voz Invisível com Catharine Moreira (19h) uma performance bilíngue (Libras e português) que propõe uma escuta que vai além da fala; e reprise de “O Universo está Vivo como um Animal” (20h).


Projeto Herbert Daniel.

O encerramento da Mostra Clau, muda a festa de endereço para o Espaço Fantástico das Artes com o pocket show em memória a Simon Magalhães, e a premiação do Troféu Cabeça de Chichila, uma festa irreverente e afetiva que homenageia a classe artística local com humor e ironia, a partir das 18h30.

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]