LEANDRO FERRAZ ANUNCIA NOVO ÁLBUM COM O SINGLE E CLIPE ´TELA VIVA`

Capa: Casa de Ferreiro o Espeto é Ferraz. Foto: Joaquim Bührer.

Com produção musical do icônico Alexandre Fontanetti, “Tela Viva” chega com clipe assinado por Leandro Ferraz

Composição do próprio Leandro Ferraz, “Tela Viva” é o primeiro single onde o artista consolida a parceria musical com a produção musical assinada pelo icônico, Alexandre Fontanetti, premiado em 2017 e 2019 no Latin GRAMMY® e responsável pelo célebre estúdio, Space Blues – onde foi gravado o single.

Com influências do indie-rock e MPB, em “Tela Viva”, Leandro Ferraz anuncia a estreia da sua carreira solo, e celebra 10 anos de trajetória, após integrar a banda Gorú e o trio Cravo Caramelo.

A música faz parte do primeiro álbum do artista, previsto para este ano. O single com distribuição pelo selo californiano Ingrooves Music Group (Universal Music Group) e licenciado pelo selo Camarada já está disponível pelas plataformas de streaming.

“Durante a pandemia eu já estava produzindo. E, o Fabio Raesh que está comigo desde o início da minha trajetória, apoiou a minha volta para São Paulo. Foi quando eu mandei algumas canções para o Alexandre Fontanetti do Space Blues, ele ouviu e gostou do material”, revela Leandro Ferraz.

Segundo o artista, “Tela Viva” é uma extensão poética sobre a sociedade da cultura digital que vive a distopia causada pelos efeitos pandêmicos. Direto ao ponto, Leandro Ferraz contesta a loucura e a correria que a vida é sobre o quanto as relações sociais estão aprisionadas às telas que, muitas vezes, aproxima as distintas realidades. Porém, paralelamente, seduz, domina e transmuta os sentidos.

“’Tela Viva’ me bateu no contexto da pandemia entre outras composições que eu tinha na gaveta. A loucura virtual durante o período pandêmico refletia pela tela e eu senti a necessidade de falar sobre esse sentimento. Principalmente da percepção de espaço-tempo movido pelos aplicativos”, projeta o artista.

Em contraponto ao bucólico, “Tela Viva” é uma crítica social que Leandro Ferraz deixa claro o seu posicionamento em relação ao consumo desenfreado online.

“Quando a gente pensa em gerações, em cinco anos a tecnologia se transmutou excessivamente. Inevitavelmente, o impacto da pandemia refletiu em uma nova forma de consumo. Então, trazer a leveza sobre a compreensão disto, a partir da música, é essencial. O compromisso com o produto é via de mão dupla, tanto de quem produz, quanto quem consome. A ‘Tela Viva’ é isto, ácida e leve”, pondera o multiartista.

Além de assinar os violões e a composição de “Tela Viva”, Leandro Ferraz é o responsável pelo roteiro, direção e montagem do clipe, com produção do coletivo Casa de Ferreiro o Espeto é Ferraz e está disponível pelo canal oficial do artista, pelo YouTube.

“Eu tenho um home studio em casa, o que facilita o desenvolvimento dos meus trabalhos. Eu fiz alguns storyboards e conversei com o Joaquim Bührer, escritor e amigo de infância que, entendeu de prontidão a estética minimalista do clipe e a proposta visual oitentista, com o enredo meio cômico e trágico”, reflete.

Sobre Leandro Ferraz
Natural de Campos do Jordão (SP), aos 29 anos de idade, Leandro Ferraz integra a atual fase da cena musical brasileira. Cantor, compositor, letrista, arranjador, videomaker, produtor cultural e artista visual, a trajetória do multiartista dialoga com referências estéticas e sonoras que complementam o desenvolvimento de sua história entre a música, as artes visuais e digitais.

Leandro Ferraz sempre teve a música como alicerce artístico, embora tenha se formado em design pela Universidade Tecnológica do Paraná – UTFPR, em 2018.

Com dez anos de trajetória, desde a sua estreia com o trio Cravo Caramelo e há seis anos, com a banda Gorú, atualmente, Leandro Ferraz mora em São Paulo onde está em fase de finalização do primeiro álbum.

Alexandre Fontanetti e Leandro Ferraz.

Sobre Alexandre Fontanetti
Alexandre Fontanetti já tocou, produziu, gravou, mixou e masterizou mais de 300 discos, desde que despontou na cena com a produção do álbum “Bossa n’ Roll” (1991) de Rita Lee.

Há 30 anos na cena musical como violonista, guitarrista, produtor e engenheiro de gravação, Alexandre Fontanetti é responsável desde 1997 pelo premiado estúdio Space Blues, em São Paulo, onde trabalhou com artistas como Zeca Baleiro, Gal Costa, Palavra Cantada, Luiz Tatit, Ana Cañas, Bruna Caram, Odair José, Toninho Horta, Alaide Costa, Zé Miguel Wisnik, Funk como Le Gusta, entre tantos outros.

Reconhecido em diversas premiações da música brasileira, Alexandre Fontanetti também foi indicado em oito edições do emblemático Latin GRAMMY® e premiado pelos álbuns “Jardim Pomar” (2017) de Nando Reis, “APKÁ” (2019) da cantora Céu e “Veia Nordestina” (2019) da cantora Mariana Aydar.

Fica técnica do single “Tela Viva”
Composição, voz e violões: Leandro Ferraz
Baixo: P. INSANO Luz
Bateria e Metaphone: Caio Gomes
Guitarras: Alexandre Fontanetti
Trombones: Feldeman Oliveira
Produção musical, mix e master: Alexandre Fontanetti
Estúdio: Space Blues
Distribuição: Ingrooves (Universal Music Group) & Selo Camarada
Foto:  Joaquim Bührer
Capa: Casa de Ferreiro o Espeto é Ferraz
Assessoria de Imprensa: ÁZ Criação Artística + Música é o Canal

Fica técnica do clipe “Tela Viva”
Roteiro, direção, fotografia, montagem, edição final e VFX: Leandro Ferraz
Assist. de Direção e Iluminação: Joaquim Bührer
Styling: Evandro Selva
Beauty: Nicolle Ferraz e Léa Ferraz
Produção: Casa de Ferreiro o Espeto é Ferraz
Assessoria de Imprensa: ÁZ Criação Artística + Música é o Canal

Composição de “Tela Viva”

Tela que me leva através dela
Ver da China até o Ceará
Que der na telha
E me mostra o que eu quero comprar
Até parcela!
Logo vou ter eu que pagar pra ficar OFF
Corre, Corre, louca vida
Não avisa, não para não
Essa tela para a vida
mas a vida não para lá
Corre, Corre, louca vida
Roda viva, não para não
Essa tela muda a vida
Mas a vida não para não
Tela que me leva
Atravessar o mar vermelho e sair no Pará
ou Ilhabela
Ela me mostra o que eu quero lembrar
A caixa cheia.
– Alarme!
É hora de acordar, célula viva!
Ah júa Ah!
Corre, Corre, louca vida
Não avisa, não para não
Essa tela para a vida
Mas a vida não para lá
Corre, Corre, louca vida
Roda viva, não para não
Essa tela muda a vida
Mas a vida não para não!

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DOCUMENTÁRIO “BANDEIRA DE AÇO 35 ANOS” HOMENAGEIA O CANTOR PAPETE

Documentário “Bandeira de Aço 35 Anos”
Sinopse: Celebrando os 35 anos de  lançamento do disco “Bandeira de Aço” de Papete. Entrevistas com os compositores e panorama histórico da época do lançamento. Apresentado no show comemorativo no Teatro Arthur Azevedo, em São Luís do Maranhão, em maio de 2013.
Duração: 22:40 min      
Qualidade: HD 1280 X 720
Fonte: Canal do Youtube, Beto Pio

Ouça o álbum Bandeira de Aço (1978). Segundo do percussionista e cantor maranhense, Papete, lançado pelo selo Discos Marcus Pereira.
Fonte: Canal do Youtube, Pimalves

LANÇAMENTOS SEBINHO FATO AGENDA ::: 15/04/2022

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Livro 03: O PARAÍSO SÃO OS OUTROS. Autor e ilustrador: Valter Hugo Mãe. Rio de Janeiro. Biblioteca Azul, 2018. 2ª Edição. Páginas: 64. Preço: R$27,90. Por favor confirme o preço e disponibilidade atualizados no instagram, aqui.


Livro 04: CLARO ENIGMA. Autor: Carlos Drummond de Andrade. São Paulo. Companhia das Letras, 2012. 1ª Edição. Páginas: 133. Preço: R$19,90. Por favor confirme o preço e disponibilidade atualizados no instagram, aqui.

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DOCUMENTÁRIO “O LEGADO DO PIRATA ZULMIRO”


Doc. Fonte: Canal do cineasta Pedro Merege

O legado do Pirata Zulmiro é um documentário do diretor curitibano Estevan Silvera, que conta a história do último capitão pirata do século XIX, que veio se esconder no sul do Brasil, na cidade de Curitiba, há 190 anos. Com uma documentação surpreendente e depoimentos incríveis, o filme apresenta a maior história de tesouros e piratas do mundo, uma aventura que atravessou séculos.

O pirata Zulmiro sempre foi considerado a maior lenda urbana da cidade de Curitiba, um pirata inglês com o nome de Zulmiro que veio morar na cidade no século XIX. Após quinze anos de pesquisas, Marcos Juliano Ofenbock conseguiu encontrar o pirata Zulmiro no cemitério municipal São Francisco de Paula, ele morreu em 24 de agosto de 1889 com 90 anos. O pirata também foi localizado na escola que ele estudou, Eton College, na Inglaterra, entre os anos de 1811 e 1814.

O pirata Zulmiro foi líder do bando que escondeu o maior tesouro pirata do mundo, em uma ilha deserta no meio do oceano, a Ilha da Trindade, hoje território brasileiro distante 1.200 quilômetros da costa, no paralelo do estado do Espírito Santo.

O documentário é baseado no livro de Marcos Juliano Ofenbock “A Verdadeira ilha do Tesouro, as crônicas do pirata Zulmiro” lançado em 2019.

“O thesouro se acha escondido n ́uma ilha chamada Trindade, distante 648 milhas da costa do Brazil, em dois lugares distinctos: no primeiro existe ouro em pó, em barras e em moedas de diversos paizes, bem como pedras preciosas de grande valor. O outro deposito, consta de obras artisticas em ouro e prata, alem de 63 barras de prata massiça, com as dimensões de 6 x 2 x 4 polegadas, fructo de muitos annos de pirataria.”

Essas palavras foram escritas pelo pirata Zulmiro no ano de 1880 e entregues para um cidadão inglês, chamado Edward Young, que ficou seu amigo em Curitiba. O pirata Zulmiro escreveu um roteiro completo de como encontrar o seu fabuloso tesouro que foi escondido na ilha da Trindade.

No ano de 1850, um pirata russo que possuía uma enorme cicatriz em seu rosto, entregou um mapa de como encontrar o mesmo tesouro escondido na ilha da Trindade, para um capitão de um navio mercante inglês, pouco antes de morrer em Bombaim, na Índia. O mais surpreendente é que os dois capitães piratas faziam parte do mesmo bando que escondeu esse tesouro, e cada um pensava que o outro estava morto. 

O Brasil está no epicentro da maior história sobre tesouros piratas no mundo, pois a ilha da Trindade foi palco de diversas expedições em busca deste grande tesouro pirata. Ocorreram três expedições inglesas no final do século XIX, de posse do mapa do tesouro, quatro expedições brasileiras no início do século XX, de posse do roteiro do tesouro e até uma expedição estadunidense em 1926, do Museu de História Natural de Cleveland.

UMA EXPEDIÇÃO EM BUSCA DO TESOURO
Os detalhes são publicados hoje em Newcastle de uma expedição que está prestes a seguir do Tyne para a Ilha de Trindade em busca de um tesouro escondido. As informações sobre as quais estão agindo foram comunicadas por um velho marinheiro, que alega ter visto a riqueza cuidadosamente escondida, e que foi um dos piratas que saquearam o navio do qual foi tirada. O organizador da expedição foi durante muitos anos o caixa de um corretor de navios em Newcastle.


O Malho – RJ – 10 de junho de 1911 ( 3a expedição brasileira)


A República – PR – 05 de agosto de 1912 ( 4a expedição brasileira)


Correio Paulistano – SP – 31 de julho de 1912 ( 4a expedição brasileira)

UMA EXPEDIÇÃO EM BUSCA DO TESOURO NA TRINDADE
Entende-se que a embarcação Áurea, de Sunderland, que deixou Tyne há alguns meses em uma expedição em busca de um tesouro, para a Ilha da Trindade, está prestes a retornar após uma viagem malsucedida.

Cleveland, Ohio, 13– Nov (A.P.)– Dobrões, moedas de prata e tesouros do Império espanhol estão enterrados em uma Ilha do Tesouro da América do Sul, disponíveis para a pessoa que desejar cavar pela quantia de 50 milhões de dólares. George Finlay Simmons, curador de ornitologia do Museu de História Natural de Cleveland, disse, ao retornar da ilha, que o tesouro roubado dos incas está intacto onde foi enterrado há um século por dois piratas, em uma ilha próxima à costa do Brasil.

Um Conto de Bucaneiros.
Reminiscente dos dias do Capitão Kidd, a história do tesouro está repleta de tradições de bucaneiros itinerantes, espadas cortantes e mapas do tesouro. Um dos tesouros, disse Simmons, chega a 40 milhões de dólares e foi enterrado por um pirata espanhol, José Santos, que capturou um navio carregado com barras de ouro e prata, ornamentos de altar e candelabros das igrejas de Lima, no Peru.

Mais de 8.000.000 de dólares foram enterrados na mesma ilha por um pirata inglês que se autodenominou “Zulmiro”, disse Simmons. Os registros desse “tesouro” foram mantidos e ficaram em posse do contramestre russo de um navio, até que ele morreu no Extremo Oriente.

Oito expedições realizadas.
Oito expedições foram feitas para encontrar o tesouro entre 1800 e 1892, disse Simmons, mas a maioria delas nunca chegou à costa deserta da ilha. Aqueles que encontraram os pontos de referência deixados no mapa do tesouro perceberam que eles foram destruídos por um deslizamento de terra.

“Robert Louis Stevenson usou a ilha como cenário para seu livro ‘A ilha do Tesouro’”, Simmons disse, “mas o dinheiro encontrado na ficção ainda está lá na realidade.”

Um revisor da palestra “Ilha do Tesouro” escreve: — Se você é fascinado por piratas e dobrões de ouro, se sua pulsação acelera ao mexer com velhas canções do mar, em galeões e caravelas, na bandeira negra, em navios afundados e caminhar na prancha – se a vida curta e alegre de marinheiros e contramestres e o convés barulhento o encanta, com certeza você quererá ouvir sobre a Ilha do Tesouro dos Incas do Peru – e de Zulmiro, o último dos capitães piratas, que navegou pelo Império espanhol e enterrou um tesouro autêntico na Ilha da Trindade, a própria Ilha do Tesouro.

O Legado do pirata Zulmiro conta com participações especiais do Prefeito de Curitiba, Rafael Grega e do Consul Honorário do Reino Unido no Paraná, Adam Patterson. Também foram gravados depoimentos surpreendentes, com descendentes dos principais personagens envolvidos nessa incrível história.

O trailer do documentário pode ser visto no link abaixo:
Informações completas sobre a história do tesouro pirata no site: https://averdadeirailhadotesouro.com

CONTATO:
Marcos Juliano Ofenbock – 41 99209-6269 – marcosjuliano77@gmail.com
Estevan Silvera – 41 99152-2842 – estevan_silvera@hotmail.com

O documentário O legado do Pirata Zulmiro foi legendado e vai ser exibido no mês de maio no Consulado Geral do Reino Unido em São Paulo.

PRI LACERDA CELEBRA AS RENOVAÇÕES NO CLIPE EM ANIMAÇÃO “CAPRICORNIANA”

Faixa é o primeiro lançamento autoral em português da artista após EP de estreia

Pri Lacerda abre caminho para as renovações, celebra o presente e a vida em “Capricorniana”, primeiro single em português da artista paranaense. O colorido da canção bem-humorada é acompanhado por um clipe animado e anuncia a nova fase da cantora e compositora.

Pri Lacerda é conhecida como cantora, compositora e vocalista da banda de jazz e blues Snap Jazz. Depois de embarcar no seu projeto solo com o primeiro EP, lançado em 2018 com cinco canções que faziam a ponte entre a nostalgia do soul e a música pop atual. Além de canções próprias, o trabalho contou com “Catch the Ash” e “River of Stars”, ambas do americano Jesse Harris (autor do sucesso “Don’t Know Why”, de Norah Jones). Este ano, Pri olha para o futuro em nova fase.

Atuando no cenário musical de Curitiba desde 2013, Priscilla soma a uma trajetória profissional como jurista, mestre em Direito Econômico, professora universitária há mais de 10 anos e escritora, tendo publicado um livro de Direito sobre igualdade e, recentemente, participou da Bienal do Livro com o seu primeiro livro infantil “O Mundo Colorido da Girafa Zazá”. A música foi rapidamente de uma paixão dormente e hobby a alguns dos principais festivais e palcos da região, participando inclusive do Sofar Curitiba.

Este ano, Pri Lacerda está pronta para dar mais um passo em sua carreira musical, absorvendo o amadurecimento de seu primeiro trabalho e as reflexões diante de acontecimentos que têm nos colocado em contato com questões íntimas e emocionais.

“A pandemia pra mim foi um processo muito louco. Cada um absorveu esse momento de uma maneira diferente e tudo bem! Alguns desengavetando projetos esquecidos até então, outros aprendendo a fazer nada. E outros estão entendo que o fato de a gente estar ainda aqui é um presente. Talvez seja o momento oportuno de fazer uma viagem interna e deixar aqueles julgamentos, aquelas cobranças de lado e simplesmente ser você. É isso que estou tentando fazer, ser EU. A música foi um presente e agora em 2022 quero mostrar a compositora”, reflete Pri.

Nada melhor do que começar essa nova fase apresentando a potente “Capricorniana”, uma canção que abraça nossas contradições e trata com bom humor as características mais marcantes de ser quem somos – independentemente do signo do zodíaco. A nova série de lançamentos de Pri Lacerda ganha um pontapé inicial igualmente inventivo com um clipe assinado por Izabella Francheschi e Rosano Mauro Jr repleto de cores e texturas, com direção de arte e animação de Nathalia Okimoto – um testamento da própria versatilidade da artista.

“Escolhi começar com ‘Capricorniana’, pois é uma música que eu escrevi em casa, bebendo uma taça de vinho tirando sarro de mim, do meu jeito de ser, do que é relevante ou engraçado. O clipe vem para mostrar de uma maneira leve, divertida, que a vida pode ter várias facetas, que podemos sim fazer inúmeras coisas. A girafa foi escolhida fazendo um link direto com o meu livro infantil, mas principalmente pelo fato de a girafa ser o símbolo da comunicação não violenta. A girafa tem orelhas grandes para escutar com empatia; um longo pescoço para ver além dos julgamentos e partilhar esta consciência; nos cascos a girafa expressa sua necessidade de autenticidade, além de ter o maior coração dos mamíferos terrestres”, completa.

“Capricorniana” chega às principais plataformas de streaming através do selo Pomar e o clipe, ao canal de YouTube da artista.

Ficha técnica
Voz/composição – Pri Lacerda
Produção/guitarra/baixo/teclas/samples – Eduardo Rozeira
Bateria – Luís Bourscheidt
Mix e Master – Guigo Berger
Selo Pomar
Gravado por Eduardo Rozeira no Estúdio Gota e Francisco Desalv
Direção. Izabella Francheschi e Rosano Mauro Jr
Roteiro. Izabella Franceschi
Dir. de Fotografia. Rosano Mauro jr
Ass. de câmera. João Fincatto
Figurino. Isbella Brasileiro
1 ass. de figurino. Nathalia Mendes
2 ass. de Figurino. Clara Faraco
Make up. Carol Suss
Produção. Selecta Studio
Produção de Set. Gisela Garcia
Equipe de Pós-Produção
Direção de pós-produção:
Nathalia Okimoto
Ilustração:
Cassia Roriz
Astronauta
Nathalia Okimoto
Thais Perissinotto
Direção de animação:
Nathalia Okimoto
Animação:
Nathalia Okimoto
Thais Perissinotto
Fabio Gular

Voz/composição – Pri Lacerda (@aprilacerda)
Produção/guitarra/baixo/teclas/samples – Eduardo Rozeira (@rozeiracomz)
Bateria – Luís Bourscheidt (@gauspa)
Mix e Master – Guigo Berger (@guigoberger)
Preparadora vocal – Paola Pagnosi (@lolapagnosi)


Asssita a “Capricorniana”: https://youtu.be/ZXCozxDgnE4
Ouça “Capricorniana”: https://pomar.fanlink.to/capricorniana 

Siga Pri Lacerda:
facebook:
https://www.facebook.com/aprilacerda/
instagram:
https://www.instagram.com/aprilacerda/
Canal no Youtube: Pri Lacerda

Letra:
CAPRICORNIANA
Sou capricorniana
Às vezes um tanto insana
Gosto do certo
Do que é correto
Quando o que importa
É o que está por perto

Eu tenho TOC
Isso é comum
Mas nenhum deles
Faz mal algum
Gosto da vida
Gosto da arte
De um leve caos
Antes da morte

Sou capricorniana
Às vezes um tanto insana
Gosto do certo
Do que é correto
Quando o que importa
É o que está por perto

Gosto do outro
Do que ele trás
Ensinamentos
Que a luz atrai
Viver o hoje
Agora eu sei
E dar a pausa
Faz bem também

Mudar um móvel ali
Outro acolá
Pra me aquietar
Sentar no mesmo lugar

Mudar um móvel ali
Outro acolá
Pra desestressar
Sentar no mesmo lugar

Mudar um móvel ali
Outro acolá
Pra me desligar
Sentar no mesmo lugar
Como se pudesse me acalmar

MOSAICOS (TV CULTURA) – CHICO SCIENCE


O cantor e compositor pernambucano Chico Science (1966-1997), líder do mais representativo movimento da música brasileira dos últimos anos, participa dessa edição do Mosaicos. O programa possui participações dos integrantes da banda Nação Zumbi, Fred 04, Siba, além depoimentos de Herbert Vianna e muito mais.

fonte: TV Cultura (canal no Youtube)

TONADA DE LUNA LLENA (SIMÓN DÍAZ)


Tonada De Luna Llena
Simón Díaz

Yo vide una garza mora
Dándole combate a un río
Así es como se enamora
Tu corazón con el mío

Luna, Luna, Luna llena
Menguante

Anda muchacho a la casa
Y me traes la carabina, jio
Pa’ mata este gavilán
Que no me deja gallina

La Luna me está mirando
Yo no sé lo que me ve
Yo tengo la ropa limpia
Ayer tarde la lave

Luna, Luna, Luna llena
Menguante

fonte: verygarbo