UMA NOVA ERA PARA O MERCADO DE ARTE

Galeria de Curitiba é uma das primeiras galerias de arte do Brasil a focar exclusivamente em NFTs.

A AIREZ Galeria, fundada em 2015, se torna neste ano uma galeria de arte exclusivamente dedicada a venda de obras em formato NFT.

NFT, sigla em inglês para Token não-fungível, é uma nova forma de se comercializar arte. Guilherme Zawa, artista e curador da galeria, comenta que “as NFTs surgiram na esteira das criptomoedas, mas acabaram por resolver um problema antigo entre artistas de vídeo ou suportes alternativos que era o de como comercializar estas obras. As NFTs resolvem muito bem isso e inauguram uma nova era para estes artistas” conclui o curador da AIREZ que já foi sede para o evento The Wrong – New Digital Art Biennale que apresentou diversos artistas de GIF e Video. 

Embora ainda desconhecida do grande público as NFTs parecem já ter se estabelecido no exterior, tanto é que a famosa casa de leilões Sotheby’s vendeu este ano uma obra digital NFT por 16 milhões de dólares. Zawa comenta que “as NFTs não são mais um experimento, pois já se encontram
consolidadas. É uma nova era para colecionadores também.”

A AIREZ vai apresentar no mês de julho uma nova leva de artistas junto à outros que já eram representados pela galeria antes. Entre eles está o artista argentino Franco Palioff, formado em engenharia nuclear e que se aplica à construção de obras de arte em 3D, realidade virtual e até robôs. 

Com o intuito de descobrir novos artistas que vendam suas obras como NFTs a AIREZ anunciou um prêmio de aquisição e representação. O ganhador será anunciado no dia 31 de julho. Para saber mais acesse: http://airez.art.br

MANO FLER & MANO RESGATE – BIGODE BRANCO / PROD. DJ SAMU AKA SUGUIURA (VIDEOCLIPE OFICIAL)

Inscreva-se no canal Lado Sujo da Frequência: http://bit.ly/2pIntKb

Produção: Lado Sujo da Frequência
Direção: Cria da Rua
Câmera e Edição: Igor Henrique
Produção Executiva: Verônica Menezes
Produção Geral: Carol Azolin

Música: Lado Sujo
Artista: Mano Fler & Mano Resgate
Produção Beat: DJ Samu aka Suguiura
Mix e Master: DJ Samuel Suguiura
CONTATO: ladosujocrew@gmail.com
WhatsApp: (11) 9 5362-0334

Fonograma exclusivo ®LSF.
Conteúdo exclusivo LSF / Lado Sujo da Frequência Records.
Realização e produção: LSF /2019 ®Todos direitos reservados

PROJETO CURITIBANO QUE ESTIMULA LEITURA E DOAÇÃO DE LIVROS BUSCA PARCERIAS PARA AMPLIAR AÇÕES

Freguesia do Livro cria pontos de leitura e estimula troca de obras gratuitamente. Organização quer que livros doados cheguem em locais onde as pessoas não têm acesso à leitura

Receber e doar livros, criar pontos de leitura, formar novos leitores e promover ações colaborativas são os principais objetivos do projeto curitibano Freguesia do Livro. A organização social está buscando parcerias para manter e ampliar as ações desenvolvidas, e, especialmente, fazer com que os livros doados cheguem aonde as pessoas não têm acesso à leitura. A meta é ter apoio para manter mais de 180 pontos de leituras ativos em Curitiba e região, por onde circulam pelo menos 2000 livros.

Fundada em 2011 por duas amigas apaixonadas por livros, a primeira biblioteca comunitária surgiu em uma escola na Vila Zumbi dos Palmares, em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Desde então, alunos, funcionários e clientes de mais de 500 pontos de leituras criados em escolas, instituições beneficentes, bares, restaurantes, clínicas, entre outros foram beneficiados pelo projeto que já recebeu e doou mais de 90 mil livros.

Segundo Angela Duarte, idealizadora do projeto, a circulação de livros em pontos comerciais da cidade tem uma função ainda mais nobre, a de “tornar a Freguesia conhecida para que mais livros sejam doados e mais pessoas, com acesso limitado à leitura, possam ser beneficiadas”, ressalta.

Ainda de acordo com Josiane Bibas, também fundadora da Freguesia, a iniciativa propõe uma livre circulação literária que coloca livros em movimento, incentivando a leitura para todos em todos os lugares. “Como todo o trabalho é feito de forma voluntária e gratuita, buscamos apoio para dar continuidade a esse trabalho de transformação pela leitura”, conta.

Quando recebidos, os livros são higienizados e organizados em caixas, de acordo com o perfil do público do local que receberá o acervo. Para se cadastrar como um ponto de leitura ou fazer uma doação financeira ou de livros ou ajudar o projeto de outras formas, basta acessar o site da Freguesia na aba Participe e também a página www.apoia.se/freguesiadolivro

As coordenadoras da Freguesia do Livro: Josiane Mayr Bibas, Ângela Marques Duarte, e a voluntária Gabriela Carvalho.

Serviço
Participe da Freguesia do Livro
Informações:
– www.freguesiadolivro.com.br/participe/
– www.apoia.se/freguesiadolivro

INSCRIÇÕES PRORROGADAS PARA EDITAL DE AUDIOVISUAL DO SESC-PR / NOVO PRAZO É O DIA 30 DE JULHO

As inscrições do edital de seleção para licenciamento de obras audiovisuais do Sesc-PR foram prorrogadas ATÉ O DIA 30 DE JULHO DE 2021. As produções classificadas pela curadoria irão integrar a programação de audiovisual da instituição, nos formatos presencial e on-line, pelo período de 24 meses.

Estão aptos a participar pessoas físicas, pessoas jurídicas e microempreendedores individuais, ambos residentes ou estabelecidos no estado do Paraná e com o Cnae compatível com o objeto do edital. Cada proponente pode concorrer com até três obras que tenham sido finalizadas a partir de janeiro de 2019 e que não tenham sido exibidas no circuito cinematográfico comercial.

A avaliação das propostas julgará critérios como qualidade artística, qualidade técnica e relevância para o público do Sesc. A remuneração varia conforme categoria de enquadramento baseado na duração da obra (curta, média ou longa-metragem).

As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo site, no endereço www.sescpr.com.br/cultura/editais , onde também está disponível o edital para consulta de todas as informações do processo, além de ser possível consultar resultados a partir de 30 de julho.

ARTISTAS VISUAIS REÚNEM 8 ANOS DE TRABALHO EM LIVRO DIGITAL

Três artistas brasileiras produzem livro e exposição digital com obras audiodescritas. Em seus trabalhos, elas abordam com diferentes técnicas temas como memória, identidade e vazio. Lançamento da publicação acontecerá no YouTube.

Acontece no dia 23 de junho, às 19h30, o lançamento do livro digital Lugar InComum. A publicação reúne obras das artistas Érica Kaminishi, Julia Ishida e Sandra Hiromoto. Em seus trabalhos, as artistas visuais abordam temas como paisagem, memória, identidade e vazio com o uso de diferentes técnicas.

O livro apresenta o trabalho de cada artista em retrospectiva, com produções feitas entre 2013 e 2021. A curadoria e o texto de apresentação são de Rosemeire Odahara Graça e o prefácio é de Denise Bandeira, professoras da Universidade Estadual do Paraná (Unespar). A edição será bilíngue e contará com audiodescrição para todas as obras.

O título alude a uma exposição de mesmo nome realizada em 2013, no Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC/PR). “É uma brincadeira, um jogo de palavras. As três artistas trabalham com produções bem diferentes, mas, no fundo, possuem pontos em comum”, reflete Érica Kaminishi.

Uma história “incomum”
As trajetórias das três artistas se cruzaram pela primeira vez durante a exposição e o lançamento do livro “Wakane: a arte visual nipo-brasileira no Paraná”, de Rosemeire Odahara Graça, em 2003. Dez anos se passaram até que suas obras fossem reunidas na exposição Lugar InComum no MAC/PR, em 2013, que foi seguida pela exibição “Olhar InComum: Japão Revisitado”, no Museu Oscar Niemeyer, em 2016.

A ascendência japonesa está entre os pontos em comum na história das três profissionais. Porém, as diferenças residem nos processos e técnicas usadas por cada uma. Julia Ishida, por exemplo, produz desenhos e pinturas a partir de fotografias. “Nestes dois últimos dois anos tenho me dedicado quase que exclusivamente ao desenho. São desenhos com muito espaço: chamo de vazio, um vazio onde o branco acaba sendo cheio, pois é um branco chapado, duro que impede você de entrar além do que o desenho permite”, comenta Julia Ishida.

Já Érica Kaminishi trabalha com diversos materiais para criar mapas e outros elementos visuais. “Utilizo Fernando Pessoa para falar da minha língua materna, o português, e alguns elementos da cultura tradicional japonesa: as nuvens, que são uma referência da pintura mais tradicional, e as cores dourado e prata, que são muito fortes no barroco japonês”, conta a artista.

Sandra Hiromoto, por sua vez, incorpora técnicas como estêncil e grafite em seus trabalhos. Suas obras estão expostas nos mais diversos espaços: de museus a muros de escola. “Em minhas obras procuro atingir o espectador com mensagens diretas, camadas de letras, muitas cores e suportes em locais acessíveis. Gosto de me aproximar e dialogar com o maior número possível de pessoas”, explica.

A ideia inicial era fazer um livro impresso e uma exposição presencial. Com a pandemia, o livro será digital e contará com a exposição Lugar InComum — Virtualidades, além do evento de lançamento que será transmitido pelo canal do YouTube do projeto. “Esse bate-papo e o livro estão inseridos numa nova realidade. É um lugar incomum, né? A gente está aprendendo a fazer artes visuais para esse novo espaço”, reconhece Rosemeire Odahara.

Serviço
O quê: Live de lançamento do livro digital Lugar InComum.
Quando: dia 23/06, às 19h30
Onde: No canal do YouTube Lugar InComum art
Link de acesso: www.youtube.com/watch?v=w8dUp3IKppM

LUCYMAR NICASTRO LANÇA ÁLBUM VERSOS MEUS


Lucymar Nicastro lança Versos Meus, álbum com oito músicas de sua autoria. A cantora gravou no estúdio Gramofone, com produção de Alvaro Ramos e arranjos de Davi Sartori e Dudu Ramos.

Disponível nas plataformas digitais: Youtube, Spotfy, Deezer.

O projeto foi viabilizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura, da Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo.

Ficha técnica:
Gravado no Estúdio Gramofone
Arranjos de Eduardo Ramos e Davi Sartori.

Músicos:
Thiago Duarte – contrabaixo
Julião Boêmio – cavaquinho
Marcio Rosa
Marcelo Oliveira
Ricardo Salmazo
Ita Brasil
Lucas Melo
André Ribas
Eduardo Ramos – Arranjo e violão
Alvaro Ramos – violão

Lucymar Nicastro. Foto: Jornal A cena.

Saiba mais sobre a cantora:
Facebook: Lucymar Nicastro
Instagram: @lucymarnicastro

Leia a reportagem completa do lançamento no Jornal A Cena, aqui. Por Giseli Canto.

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A música “Lembranças” foi gravada com a Rosa Lídia, a inesquecível Rosinha do Grupo Nymphas. Linda homenagem! 

SAMBA: 100 ANOS (1916-2016)


Caminhos da Reportagem, programa da TV Brasil, faz uma viagem pela história do samba. O programa foi exibido em 24 de novembro de 2016, comemorando o centenário do samba (em 2016). A data é relativa a gravação de “Pelo Telefone”, considerado o primeiro samba gravado na história, em 1916. Donga consagrou a gravação.

Neste Caminhos da Reportagem, muitos ajudam a narrar a trajetória do ritmo: Beth Carvalho, Zeca Pagodinho, Monarco, Paulinho da Viola, Ismael Silva, Clementina de Jesus, Martinho da Vila, João Bosco, Diogo Nogueira e tantos outros.

Fonte: TV Brasil

SHOW DA DJAMBI NAS RUÍNAS DE SÃO FRANCISCO, EM CURITIBA


Show da banda Djambi nas ruínas de São Francisco, no largo da ordem, em Curitiba. Gravação ao vivo do DVD “Eco” de 2013. 

Breve história:
A banda começou sua trajetória em Curitiba, em 1995, e desde então divulga pelo mundo suas mensagens positivas através de suas músicas. Djambi gravou cinco CDs, um DVD, lançou duas coletâneas e teve dois vídeo-clipes lançados na MTV Brasil. E coleciona passagens pelos principais festivais de reggae e casas de show ao redor do mundo, onde dividiu o palco com grandes nomes como Ziggy Marley, Junior Marvin (ex-The Wailers), Andrew Tosh, Peter Broggs, Toots and The Maytals, Muta Baruka, Julian Marley, Skatalites, Steel Pulse, Michael Rose, Papa Winnie e Linton Kwesi Johnson.

fonte: Djambi TV

NELSON SARGENTO

Documentário “Nelson Sargento no morro da Mangueira”. Ano 1997. Retrato biográfico do sambista Nelson Sargento encontrando seus amigos e comparsas no Morro da Mangueira, um dos recantos do carnaval e do samba no Rio de Janeiro. Com Paulinho da Viola, Carlos Cachaça, Cacá Diegues. Direção: Estevão Ciavatta Pantoja.

FICHA TÉCNICA:
País: Brasil
Duração: 22′
Diretor: Estevão Ciavatta Pantoja
Produtor: Flávio R. Tambellini, Ana Gabriela
Ano: 1997
Formato: HD
Montagem: Cesar Miglorin
Som Direto: Paulo Ricardo Nunes
Fotografia: Dudu Miranda
Festivais:
Melhor Montagem no Festival de Gramado 1997
Prêmio Multishow no Festival Internacional de Curtas de São Paulo 1997
Melhor Montagem no Rio Cine 1997
Prêmio Especial da Crítica no Rio Cine 1997
Prêmio Especial do Júri no Rio Cine 1997
Filmografia do Diretor:
Dilúvio Carioca – Ficção 1994 (7 min)
Perdi a Cabeça na Linha do Trem – Ficção 1992 (14 min)

Fonte documentário: Renato Moço.

Nelson Sargento. Foto: Site Carnavalesco.
Nelson Sargento, Presidente de honra da escola de Samba Mangueira. Fonte / foto: Fanpage do Jards Macalé.

Escute Nelson Sargento. Álbum versátil. Fonte: Canal Play Samba:


Nelson Sargento faleceu dia 27 de maio de 2021, aos 96 anos. O sambista foi diagnosticado com Covid, quando já estava internado no Instituto Nacional do Câncer. Prefeitura do Rio de Janeiro decreta luto de três dias. Fonte: Sambista Nelson Sargento morre no Rio aos 96 anos

Lindo cartaz “Samba do sindicats convida Nelson Sargento”: 

INSPIRADA EM POETISAS LATINO-AMERICANAS, MAÍRA LOUR APRESENTA LEITURA DRAMÁTICA AUDIOVISUAL “INSENSATEZ”

Ailén Scandurra. Foto: Eli Firmeza.

Inspirada em poetisas latino-americanas, Maíra Lour apresenta leitura dramática audiovisual “Insensatez”

Com estreia online e gratuita às 20h do dia 26 de maio, Maíra Lour e Ailén Scandurra interpretam o texto concebido a partir de pesquisas sobre as obras de Ana Cristina César e Alejandra Pizarnik

A leitura dramática em formato audiovisual “Insensatez”, novo projeto autoral de Maíra Lour em parceria com a Flutua Produções, estreia dia 26 de maio (quarta-feira), às 20h, via Youtube. Os ingressos são gratuitos, basta se cadastrar via Sympla para receber o link: sympla.com.br/flutuaproducoes

Maíra Lour, que assina o texto e a direção do espetáculo, contracena com a atriz Ailén Scandurra. A obra é fruto de uma residência artística realizada pelo Programa Iberescena em Buenos Aires no ano de 2017 — quando Maíra investigou a vida e a obra das poetisas Ana Cristina César e Alejandra Pizarnik — e dialoga com questões de vida e morte e a fragilidade do corpo.

Ao misturar leitura dramática e audiovisual, Maíra aposta no texto como criador de imagens, e na intensidade que suas palavras imprimem no espectador somadas à versatilidade de cenas que o audiovisual proporciona. A empreitada foi totalmente pensada, organizada e pré-produzida de forma remota e online, e então gravada seguindo todos os protocolos de saúde exigidos pelas autoridades sanitárias.

Mesmo com o desejo de retornar o quanto antes às salas de ensaio e aos teatros, Maíra vê com otimismo o alcance online que a obra passa a ter dentro dessa realidade: “A leitura online pode atravessar fronteiras com bastante facilidade e encontrar diferentes públicos. Vejo um futuro virtual promissor para essa obra e também idealizo a montagem cênica do texto”, completa a artista.

Como parte do projeto, Maíra também realizou a Oficina “Corpo-Poesia” gratuita e online para 15 pessoas, dentre estudantes das artes cênicas, artistas de teatro, dança e dramaturgos(as), nos dias 04 e 05 de maio. O projeto conta com o incentivo da Lei Aldir Blanc via Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo, e realização da Flutua Produções.

Sobre Maíra Lour
Maíra Lour é diretora teatral, dramaturga e arte educadora. Diretora da Súbita Companhia de Teatro, colaboradora e orientadora do núcleo IMP de pesquisa em dança – Investigação do Movimento Particular e idealizadora do Plataforma – Espaço de Investigação Artística. Artista profundamente interessada pela intersecção entre teatro, dança e literatura. Dedica-se à pesquisa de autoras mulheres latino-americanas; mulheres diretoras de teatro, procedimentos de direção cênica; dramaturgia contemporânea; estudos do corpo dramático-poético e modos colaborativos de criação e produção.

Ailén Scandurra e Maíra Lour. Foto: Eli Firmeza.

SERVIÇO
Estreia online e gratuita da leitura dramática INSENSATEZ
Online via Youtube
Data estreia: 26 de maio (quarta-feira), às 20h
Inscreva-se gratuitamente para receber o link da estreia e ser lembrado: www.sympla.com.br/flutuaproducoes

FICHA TÉCNICA
Direção e dramaturgia: Maíra Lour
Elenco: Ailén Scandurra e Maíra Lour
Assistente de direção: Dafne Viola
Direção de produção: Gilmar Kaminski
Assistente de produção: Luana Camargo
Direção de fotografia e pós-produção: Eli Firmeza
Som direto, desenho de som e trilha sonora: Álvaro Antonio
Direção de arte: Guenia Lemos
Assistente de direção de arte: Vilson Kurz
Iluminação: Lucri Reggiani
Técnica de montagem de iluminação: Taynara Siqueira
Figurinos: Isbella Brasileiro
Projeto gráfico: Pablito Kucarz
Comunicação: Luísa Bonin e Thays Cristine – Platea Comunicação e Arte
Realização: Flutua Produções
Apoio: Pé no Palco, Alfaiataria e Padaria América

Projeto realizado com recursos da Lei Aldir Blanc através do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo.