TEATRO PAIOL RECEBE O PALCO DIFUSOR DA BANANEIRA BRASS BAND PARA SHOW DE LANÇAMENTO DE NOVO EP

Cinco artistas selecionados para o Palco Difusor dividem o palco do Teatro Paiol em grande show com Bananeira Brass Band para lançamento do novo EP. Créditos: Miriane Figueira.

As cinco músicas gravadas com os cinco novos nomes da música autoral curitibana entram nas plataformas digitais dia 16 de julho e são apresentadas em grande show de lançamento, no dia 25 de julho, fruto da imersão em produção musical realizada pelo coletivo em 2023.

Dia 25 de julho, é o dia de celebrar e apresentar ao público o resultado de um ano de trabalhos imersivos na produção musical, realizado pelo coletivo Bananeira Brass Band em parceria com a Diversa Produções, o Palco Difusor. Artistas da cena autoral curitibana: Betania Hernandez, Dharma Jhaz, Princesas do Ritmo, Lele Farah e Sem Registro, são os nomes que estão no novo EP – Palco Difusor, que traz além de musicalidades diversas, uma troca de experiências que serão compartilhadas com a plateia que se formará no Teatro Paiol, em apresentação única e gratuita.

Antecede o grande show, o lançamento do EP – Palco Difusor, nas principais plataformas digitais no dia 16 de julho, e também as sessions no YouTube, com início no dia 18 a 23 de julho. De acordo com a produtora e gestora cultural, Pri de Morais, o acesso antes do show, vai permitir que o público conheça o trabalho e chegue no Paiol com as músicas em mente. “A ideia do projeto é impulsionar a carreira destes artistas com a produção de singles, vídeos, ensaios fotográficos e toda a vivência com outros musicistas em estúdio. Também trazer pro conhecimento do público o que a música autoral de Curitiba está fermentando de mais atual”, conta.

O projeto Palco Difusor nasceu do desejo de descentralizar ações culturais na capital. Dessa forma o coletivo Bananeira Brass Band e a Diversa Produções, criaram em 2023 o projeto, que circulou por cinco Regionais e selecionou em edital os cinco artistas com trabalhos autorais para uma imersão completa no processo da produção musical, incluindo vivência no Estúdio Aroeira e grande show de encerramento para apresentar ao público as novidades musicais.

De acordo com Audryn Souza, musicista integrante da Bananeira e idealizador do projeto, o intuito do circuito foi difundir o funcionamento do mercado da música autoral curitibana em três frentes de profissionalização: “os artistas selecionados ganham com a produção de material profissional; a Bananeira Brass Band ganha com o intercâmbio artístico; toda a equipe de produção, comunicação e estúdio ganha com o amadurecimento de sua atuação na cena da cidade”, revela.

Na primeira etapa foi lançado o edital de chamamento. Os 81 inscritos passaram por uma seletiva com os produtores musicais e curadores do Palco Difusor – Erica Silva, Bface e Gian Lucca, que levaram os cinco artistas selecionados para a próxima fase com encontros de criação junto a Bananeira Brass Band em estúdio para trabalhar e ensaiar repertório de show, gravação de single e live session.

Dentro do Palco Difusor, os artistas também tiveram acesso a apresentações nas Regionais de Curitiba. Segundo Pri de Morais, a ideia foi fazer do Palco Difusor um multiplicador nas comunidades, a fim de democratizar o acesso à produção e consumo cultural. “É uma proposta que visa a amplificação do ecossistema da música independente curitibana através da integração de diversas regiões da cidade buscando fortalecimento da economia cultural e profissionalização de todos os agentes culturais envolvidos”.

Com isso o projeto contou com ações sociais e integração com o público em cada Regional, com a realização de cinco oficinas de percussão direcionadas para instituições que atendem adultos em situação de vulnerabilidade social, seguidas de apresentações da Bananeira Brass Band, em cortejo acústico.

Palco Difusor é um projeto realizado com recursos do Programa de Apoio de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba com o incentivo da Celepar e Phil Young’s.

SERVIÇO:
Lançamentos:
Dia 16 de julho: EP disponível em todas as plataformas digitais.
Dias 18 a 23 de julho: lançamentos sessions no Youtube
Show Palco Difusor
Local: Teatro Paiol (Rua Cel. Zacarias, 51 – Prado Velho)
Data: 25 de julho de 2024
Horário: 20h
Ingressos: gratuitos (distribuição 1h antes)
Classificação: 12 anos

Sobre a Bananeira Brass Band
A Bananeira Brass Band é um coletivo de sopros e percussão que surge no cenário musical de Curitiba no ano de 2015 com o propósito de trazer a experiência que seus integrantes tiveram em sua formação musical através das bandas marciais e fanfarras difundindo e valorizando a música instrumental por meio de um show dançante em espírito festivo.  A discografia da Bananeira Brass Band conta com o EP #PotassioNeles (2018) e o álbum Feira Livre (2021), indicado ao Grammy Latino 2022 na categoria Melhor Projeto Gráfico de um Álbum.

A formação instrumental da Bananeira Brass Band é inspirada nas bandas de rua de New Orleans e na cultura das Brass Bands (bandas de sopros). Apesar da influência de grupos estrangeiros, a banda busca trazer em seu repertório autoral a música brasileira, explorando ritmos dançantes de todas as regiões do Brasil, misturando gêneros musicais que vão do funk ao baião.

Formação atual da Bananeira Brass Band: 
Audryn Souza (trompete)
Denusa Castellain (saxofone)
Emilyn Shayene (trombone)
Fernanda Cordeiro (trombone)
Lucas Ramos (trompete)
Luís Fernando Diogo (percussão)
Luís Rolim (percussão)
Pierre de Cerjat (sousafone)

Sobre os cinco novos nomes da música: 

Betania Hernandez
É musicista e começou muito cedo. Aos 8 anos, entrou no Sistema  Nacional de Orquestra da Venezuela e formou-se em bacharel em Composição e Criação Musical, na Uniarte, em Caracas, na Venezuela. Logo depois da graduação, migrou para o Brasil, tornou-se mestre em Estudos Latino-Americanos pela Universidade Unila, em Foz do Iguaçu. A artista já lançou dois álbuns: Passos do Vento e  Lua, Sol, Mar e Estrelas pela sua própria  produtora. Fez parte do Palco Difusor e com a Bananeira Brass Band compôs a música: Tudo de Nós. Segundo Betania, enquanto mulher imigrante, é a liberdade que foi dada às mulheres artistas criadoras, o que tornou a experiência tão rica e necessária para o território curitibano e para todos.

Sem Registro
O grupo veio somar ao projeto trazendo  influências da música eletrônica, rap e do funk adicionando ao som orgânico da Bananeira Brass Band as nuances do sintético numa pegada mais cyberpunk do estilo “Garage”. O grupo tem como  pilar principal e a ponte entre todos os integrantes o Rafael Ludvich. Foi ele quem uniu os fundadores há aproximadamente 6 anos. Sobre a trajetória do grupo, em 2022, em um evento organizado pelo artista “Bface” em parceria com a Budweiser fizeram a abertura do show da dupla de artistas do Rio de Janeiro “Pumapjl”. Para os integrantes do grupo, a participação no projeto deu uma experiência singular de conhecer um estúdio profissional e desenvolver um projeto com outros artistas.

Dharma Jhaz
Travesti multi-instrumentista, cantora, produtora musical, rapper e performer sonora, desenvolve através dos instrumentos de sopro, voz, corpo e performance, experimentações empíricas baseadas em elementos intercontinentais da cultura latina, afro-brasileira, jazz e punk. Tem em suas referências a música brasileira no free jazz mestiço, manifestado nas Jam Sessions e Lives que participa em colaboração com diversos artistas da cena da música experimental e eletrônica nacional e internacional. A artista acredita que a possibilidade de consolidar o conceito autoral Punk Jazz no projeto, pode inspirar as novas gerações a conhecerem o que uma travesti pode fazer, muito além dos estigmas e preconceitos que nos limitam a estatísticas trágicas, e a marginalização.

Lele Farah
Desde da infância envolvida com música por conta do trabalho do pai, que é produtor musical e multi-instrumentista. Após a pandemia juntou-se com um grupo de amigos que já estavam no processo de iniciar uma gravadora voltada ao gênero rap. Em sua trajetória, ela lançou uma sequência de singles que vem elaborando nos últimos 2 anos. As maiores conquistas profissionais foram as participações no palco do festival de bolso no Jazz Festval, aberturas de shows para artistas como Dalsin, Yago Oproprio e ADL do Favela Vive. A artista afirma que a participação no Palco Difusor possibilitou a troca artística com grandes músicos e de certa forma ter a experiência completa de fazer shows, gravação de estúdio, gravação de videoclipes, sessão  de fotos e todo processo em si.

Princesas do Ritmo
As integrantes da Banda se conheceram na Ong Passos da Criança, na Vila Torres, em Curitiba, que tem como princípio básico fortalecer o empoderamento feminino através da musicalidade afro. Maíra, Geovana, Sabrina, Catherine e Polyana se uniram para  formar uma banda de percussão e levar a música a diferentes  espaços públicos, descentralizando a cultura, aproximando a comunidade a sua ancestralidade. A banda já recebeu Menção Honrosa e também elas já participaram de eventos em parceria com a Sanepar em diversos espaços e projetos culturais celebrando o mês da Consciência Negra. No Palco Difusor, as Princesas trouxeram o swing do axé, do samba reggae promovendo autoestima e o protagonismo de mulheres pretas. De acordo com as integrantes da banda, houve um grande crescimento musical.

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

NOVOS OLHARES: AP DA 13 LANÇA CURSO DE INTERPRETAÇÃO

Ações de formação e capacitação nas áreas de atuação e produção cultural são propostas para 32 atores e atrizes curitibanos no segundo semestre de 2024, durante quatro meses, pelo Coletivo AP da 13, que traz ainda 7 oficineiros de diferentes áreas para fomentar as artes cênicas como profissão. Com início em agosto de 2024 os encontros de atuação serão ministrados pelo diretor e dramaturgo Eduardo Ramos. As inscrições abrem dia 8 de julho e seguem até o dia 26, no perfil do @apedatreze

O AP da 13 – Espaço de Criação promove em parceria com a Photon Cooperativa Cultural, o projeto Novos Olhares, com ações de formação e capacitação nas áreas de atuação e produção cultural, para trinta e dois atores e atrizes domiciliados na cidade de Curitiba. Na imersão de quatro meses os participantes vão entrar em contato com as produções e linhas estéticas do Coletivo, com a finalidade de aprendizado e aprimoramento de ferramentas que são essenciais para maior entendimento das artes cênicas enquanto ofício. 

De acordo com o diretor, dramaturgo, idealizador do projeto e fundador do AP da 13, Eduardo Ramos, o projeto Novos Olhares pretende tornar as minorias ativas enquanto sujeitos singulares e desmistificar rótulos, que geram segregação com a maioria da população. “Para isso, Novos Olhares, quer romper barreiras, dar voz aos jovens artistas, que pertencem a alguma minoria vista como racial/étnica/gênero e outros que estão à margem da sociedade, fazendo um câmbio cultural de aprendizados e dar ferramentas para ganharem autonomia e possam se inserir no mercado de trabalho das artes”, revela.

Novos Olhares começa em agosto, com duração de quatro meses, para artistas selecionados em processo de inscrição pelo Instagram, a partir do dia 8  até 26 de julho, do Espaço Cultural – @apedatreze. São 32 vagas, que serão anunciadas no dia 30 de julho, sendo que 50% serão preenchidas por critério de preferência para artistas que se declaram como pretos(as), etnia indígena e pessoas trans. Os outros 50% das vagas serão destinadas para jovens artistas domiciliados nas regiões periféricas de Curitiba, que se encontram em condições de vulnerabilidade e risco social. De acordo com Eduardo Ramos, será oferecida uma bolsa auxílio de R$400,00 mensais. “A ideia é aproximar os artistas das regiões descentralizadas, oferecendo suporte financeiro para que eles possam se eximir de preocupações, promover o câmbio com artistas consagrados, oportunizando pontes de acesso na pluralidade do fazer artístico”, diz Eduardo Ramos. 

Durante o período da imersão, os participantes terão encontros de 3 horas por semana, divididos em 4 turmas, na sede do AP da 13, sob orientação e supervisão de Eduardo Ramos. O projeto conta ainda com sete artistas convidados, nas áreas diversas como: Amanda Leal, Moira Albuquerque, Guenia Lemos, Eduardo Giacomini, Lucas Amado, Edith Camargo e Mayara Nassar. Os artistas já são parceiros do AP e vão dividir suas experiências com os selecionados, por meio de oficinas nas áreas de preparação vocal e corporal, iluminação, cenário, figurino, maquiagem, escrita criativa e produção cultural. 

Após a conclusão dos quatro meses de imersão, as turmas vão celebrar os resultados dos processos, na concepção de quatro leituras dramáticas, com ingressos gratuitos. Além do curso,  a equipe do AP da 13 vai coletar durante o processo registros dos ensaios e depoimentos para a criação de um minidocumentário que será disponibilizado nos canais e redes sociais do Espaço Cultural. 

Sobre o AP da 13
O AP da 13 é uma referência de espaço cultural independente em Curitiba. E movimenta o cenário artístico curitibano há 8 anos, com uma programação multicultural: realização de oficinas de interpretação, residências artísticas, mostras de teatro e dança, festivais e exposições, recebendo neste período mais de 7 mil pessoas entre artistas e público de todo o Brasil. Neste período, o AP colaborou como pioneiro na cidade, na abertura de novos espaços culturais independentes, sendo referência para a classe artística, pelos desenvolvimentos de projetos que fomenta, desde a formação e capacitação de jovens artistas a pesquisas e investigação em novas formas de dramaturgia. 

O espaço também sedia a Setra Companhia, fundada pelo diretor e dramaturgo Eduardo Ramos, coletivo que a cada trabalho, convida artistas de distintas linguagens para a feitura dos seus processos, friccionando suas obras entre o teatro, a dança e performance. Destacam-se as obras MOMMY (2016), com a atriz Rosana Stavis, CONTOS DE NANOOK, espetáculo que recebeu 2 prêmios e nove indicações no Troféu Gralha Azul. 

Em 2019, a Cia estreou o espetáculo FEDRA com co-direção de Michelle Moura e Maikon K. no elenco, na Mostra Oficial do Festival de Curitiba.

Os últimos trabalhos são: Aqui é Minha Casa (Festival de Curitiba – 2023), monólogo com a atriz Ciliane Vendruscolo, e o solo Monstro (Casa Hoffmann – 2023), pela bailarina Flávia Massali.

SERVIÇO NOVOS OLHARES
Inscrições no link da Bio em @apedatreze
De 6 de agosto a 12 de dezembro de 2024 
Local: AP da 13 (Rua Treze de Maio, 1001 – Centro) 

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

3ª MOSTRA CLAUDETE PEREIRA JORGE TEM TERCEIRA EDIÇÃO CONFIRMADA E VOLTA A CELEBRAR ARTISTAS E PÚBLICOS DE CURITIBA

Com 4 semanas de programação, o evento convida pessoas residentes na cidade a imergir num painel plural e diverso da arte local, com atividades 100% gratuitas, até 13 de julho.

A partir do próximo dia 22 de junho a Mostra Claudete Pereira Jorge volta a ocupar o Teatro de Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge. Com o propósito de celebrar artistas e públicos da arte produzida na capital, em sua terceira edição o evento reúne durante 4 semanas espetáculos, performances e pocket shows musicais, que formam um painel plural da produção artística local. A programação se estende até o dia 13 de julho, sempre de quinta a domingo, em diversos horários, com atrações gratuitas.

O público curitibano já habituado a frequentar as salas de espetáculos da cidade se faz presente desde a primeira edição da Mostra Clau. De acordo com Igor Augustho, diretor de produção e curador do evento, “a proposta é também que públicos distantes do circuito cultural possam se aproximar dele e, num curto espaço de tempo, pouco menos de um mês, ter contato com uma multiplicidade de estéticas e criações”, conta.

A Mostra Claudete, que teve sua primeira edição realizada em 2019, surgiu inicialmente para celebrar a vida e a  trajetória da grande atriz paranaense que dá nome ao evento, quando seu nome foi adicionado ao Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge, por projeto de Lei aprovado pela Câmara de Vereadores de Curitiba. Interrompida pela pandemia, retornou em 2022, quando realizou a segunda edição e consolidou-se, enfim, como um importante espaço de troca e compartilhamento entre plateias, públicos, artistas, fazedores e entusiastas do cenário artístico curitibano. 

O carro chefe da programação mais uma vez encontra-se nos espetáculos de artes cênicas: são dezesseis apresentações de 8 espetáculos distintos, todas gratuitas. A curadoria foi composta tanto através de convites a grupos quanto por chamada pública aberta a todos os artistas da cidade. Em complemento às apresentações de dança e teatro, há os pocket shows musicais e performances que ocorrem no andar inferior do teatro. “A gente busca ocupar o teatro de outro jeito, transformando as salas de espera, a bilheteria, o hall de entrada, em lugares onde as pessoas queiram permanecer e possam experienciar outras linguagens da cidade”, conta Helena de Jorge Portela, curadora da Mostra Claudete e também filha da homenageada. 

Outro fator de destaque está nas ações de acessibilidade: todas as peças contam com sessões acessíveis em Libras e quatro delas com audiodescrição, permitindo que públicos com deficiência acompanhem parte considerável da programação. Os ingressos são gratuitos e distribuídos com 1 hora de antecedência no próprio teatro, mas pessoas idosas, gestantes, com deficiência e obesas têm acesso garantido, como explica o diretor artístico da Mostra, Nautilio Portela: “10% dos ingressos são reservados a fim de garantir que pessoas diversas possam acessar as atividades da Mostra. Assim, pessoas que estejam dentro destas identidades, podem chegar ao teatro com apenas 20 minutos de antecedência. É mais uma iniciativa da Mostra Clau que se move na direção de um fazer cultural mais democrático.”

Toda a programação pode ser conferida no Instagram, @mostraclaudete. O evento é uma realização e produção da Pomeiro Gestão Cultural, realizada também pela Cia. Fluctissonante e pela NBP Produções, aprovado pela Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Paraná, com recursos da Lei Paulo Gustavo, Ministério da Cultura – Governo Federal.

Serviço:
3ª Mostra Claudete Pereira Jorge 
De 22 de junho a 13 de julho 
Local: Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge 
Rua: Presidente Carlos Cavalcanti, 1.222 – São Francisco 
Ingressos: Gratuitos (Retirar 1h antes dos espetáculos no local)
Rede social: @mostraclaudete 

Confira a programação das peças, performances, pocket shows e oficinas:

Teatro Adulto
LÍNGUA EM REVISTA
Cia. Fluctissonante | 100Min. | 16 Anos  
22 e 23 de junho | 18h 
Criar outras línguas. Falar outras línguas, sobre outras línguas, línguas que ainda não existem, histórias que ainda não foram contadas. Escrever, reescrever, não escrever, repensar, recriar, ruminar e reestabelecer línguas e histórias. Aqui, nesta língua-história falamos sobre outros caminhos. A língua-história registrada nas apostilas do ensino fundamental jogamos para o alto. Sobre ela, criamos novas estradas. Pisoteamos suas folhas como quem pisoteia folhas que não registram as nossas jornadas ao longo dos séculos. Língua pretuguês, de sinais, língua de mulher, língua preta, intensa, nova. Língua surda, afiada, sudaca, voraz. Projetamos esta nova língua. Vemos-queremos essa nova língua em todos os lugares, o tempo todo. Essa língua que agora falamos é a língua de deus, assim mesmo, em minúsculas, e das Deusas, em maiúsculas. É um contra-ataque ao homem, este homenzinho que se fez engolir ao longo dos séculos. É a língua que poderíamos ser, não fôssemos o que somos agora.

LUSCO FUSCO
Lumiô I 60Min. I 14 Anos 
27 e 28 de junho | 20h
Lusco Fusco é uma reflexão ora dramática ora bem-humorada sobre a luz e suas diversas simbologias ao longo do tempo. Em Lusco Fusco, a luz é mostrada como elemento primordial da existência humana, desde sua concepção mitológica-religiosa até sua relação com a ciência e arte.

RETILÍNEO
Batalhão Cia. de Teatro I 60Min. I 14 Anos 
29 e 30 de junho | 20h
“Retilíneo” é um espetáculo que busca navegar pela história e pela memória do povo negro brasileiro. Acompanha quatro linhas narrativas: a chegada dos portugueses na África pela ótica de uma criança africana; um homem escravizado sendo vendido num mercado público no Brasil de 1700; uma mãe negra que está longe de seu filho (ou seria seus filhos?); e um jovem negro que anda pelas ruas do centro da cidade de madrugada voltando de uma festa, quando é surpreendido por um enorme navio (ou seria uma viatura policial?).   

AQUI É MINHA CASA
Ap da 13 e Sopro Produções I 70Min. I 16 Anos 
4 e 5 de julho | 20h
Não é uma criação de cena. É um evento. Aqui é minha casa, é a construção de uma experiência. Fala sobre ruínas. Um corpo e um planeta em ruínas. Um exercício de conexão mais profunda, um reconhecimento do ser planetário, da necessidade da interdependência entre todos os seres vivos. Uma tentativa de fazer valer o oxigênio que estou respirando.  

KAZA
Tecer Teatro I 40Min. I 12 Anos 
6 e 7 de julho | 20h
Kaza trata de pessoas em situações extremas. Pessoas como eu ou você, com suas vidas ditas normais e que subitamente perdem tudo o que têm, tudo o que construíram. Kaza é sobre ter que partir, sobre perda e em como sobreviver a isso. Perder a família, um filho, a terra, a cultura. Ser obrigado a deixar seu país, sua cidade, a língua natal, o emprego, a casa. Sua história, seu passado e tudo o que nos representa. Os planos para o futuro, o sonho e a esperança. Também sobre incomunicabilidade, sobre como expressar essa dor. E finalmente, como tudo isso transforma seres humanos em invisíveis, marginais, estrangeiros, indesejáveis e estranhos aos olhos de seus iguais. Esse pequeno conjunto de fatores incontroláveis que torna o humano em não humano

5 DANÇAS
Rumo de Cultura I 100Min. I 12 Anos 
11 e 12 de julho | 20h
5 DANÇAS faz agir 5 dançarinas da geração dos anos 60, com trajetória profissional de 40 anos. O trabalho é formado por 5 peças solo autônomas apresentadas entre intervalos. As peças proliferam modos de dança e suas articulações com o contexto. 

Teatro Infantil 

ATRAVESSAR O MAR PARA SEMPRE
Teatro de Bagagem I 40Min. I Livre 
29 e 30 de junho | 15h
Duas pessoas caminham há muito tempo, vivem em travessia por fugir de uma guerra inesperada. Em suas bugigangas possuem um rádio onde ouvem uma rádio-novela e reinventam o próprio cotidiano para seguir o caminho. Durante o caminham recriam a rádio-novela com os bonecos e objetos que tem à mão. é nessa brincadeira que conhecemos a travessia de Pérola, Violeta, Ícaro e Girassol.  

NHANDEREKÓ
Grupo Baquetá | I 50Min. I Livre 
6 e 7 de julho | 15h
Nhanderekó, para o povo mbya guarani, é o verdadeiro modo de ser GUARANI, manter a cultura viva. Isso significa respeitar o meio ambiente e viver em harmonia com a natureza, retirando dela apenas o necessário para a sobrevivência. O Grupo Baquetá reuniu diferentes contos e histórias do povo guarani, que apresentam a relação destes com os animais e com os elementos da natureza (terra, ar, água e fogo).

Pocket Shows 

IMPERADOR SEM TETO
22 de junho | 17h | 14 anos
Imperador Sem Teto é um acontecimento: música, teatro, performance, dança e poesia, articulados de modo a resultar em uma obra maior que conduz o espectador a transitar por um emaranhado de experiências sensoriais. Diferentes artistas reconstroem o cotidiano, refletindo o embate das civilizações, na sua beleza e no seu horror. Daí, emergem reflexões humanas, inclusive existenciais, sobre a civilização contemporânea e suas lógicas, sobre o duelo entre o individual e o coletivo.

NOE CARVALHO
28 de junho | 19h | Livre
“Noe Carvalho – Vínculos” é um pocket show emocionante que mergulha nas profundezas do afeto e na reconexão ancestral, composto pela artista Noe Carvalho. Com batidas envolventes e letras profundamente pessoais, Noe compartilha sua jornada de auto descoberta como pessoa não binária e originária, destacando o poder transformador do amor como uma tecnologia ancestral. Este show é uma celebração da diversidade, da resiliência e da força dos laços que nos unem, oferecendo uma experiência musical e emocionalmente cativante. 

WILLA TOMAS 
5 de julho | 19h | 16 anos
a-Willa apresenta Bonde da Travesti
Willa é uma cantora independente que há 2 anos lança suas composições autorais no cenário da música curitibana. Inspirada em ritmos pop brasileiros como o funk, o brega funk e o trap, Willa canta sobre ser um corpo trans, e também sobre cenários de liberdade e celebração. Seu show na mostra Claudete é um show inédito que mistura o seu repertório com os maiores sucessos das divas brasileiras. Willa te espera dia 5 para uma grande festa cheia de funk.

PITOMBAS DO AMOR
13 de julho | Na Festa de Encerramento | 16 anos
Pitombas do Amor lançou seu primeiro EP, Drag de Lança com faixas autorais que envolvem questões da comunidade LGBTQIA+. A canção que dá nome ao trabalho, Drag de Lança, é o momento clímax do show, em que os artistas prestam homenagem a pessoas vítimas de crimes de homofobia no país, mas também fazem um convite à resistência. Fazem ainda parte do show canções que falam de amor e, principalmente, que celebram a vida através do fazer artístico em cores, movimento e som.

Performances 

ELENIZE DEZGENISKI 
Exposição permanente e outras intervenções na 3 MCPJ | Livre

Eu Luto Outra Luta | língua presa da palavra, invisível cuidado e ouvido esquecimento | Exposição permanente na 3 MCPJ | Livre

Na instalação EU LUTO OUTRA LUTA, que ocupa o corredor do espaço térreo do teatro, a frase LUTO LUTA do poeta Décio Pignatari está abrigada entre as palavras EU e OUTRA. O espectador posicionado diante da obra, entre os espelhos, é colocado em um abismo especular, onde EU LUTO se replica ao infinito, assim como a frase OUTRA LUTA.

A frase que Pignatari criou junto com seus alunos em 1968, circulou pelas ruas do Rio de Janeiro, como um grito de protesto contra o assassinato do estudante Edson Luís, cometido pelos militares durante a ditadura no Brasil. A instalação foi montada pela primeira vez em 2017 na vitrine da Alfaiataria Espaço de Arte em Curitiba.

As intervenções nos espelhos do teatro, com as frases a língua presa da palavra, invisível cuidado e ouvido esquecimento são um aviso e um lembrete. Sempre em letras miúdas, por vezes na moldura. É a reivindicação de um espaço limite, onde transitam as delicadas, e por vezes avassaladoras, relações entre o eu e o tu.

KLÍCIA CAMPOS
23 de junho | 17h | 12 anos
“Sertão Sagrado: Cangaço, Fé e Fogueiras”
Esta performance explora três pilares fundamentais da cultura nordestina: o cangaço, a devoção a Padre Cícero e as festas juninas de São João. Através de histórias de resistência, fé e celebração, inspiradas na literatura de cordel e interpretadas em Libras, a narrativa entrelaça as trajetórias de Lampião, Padre Cícero e uma vila nordestina em festa, destacando a riqueza e a diversidade cultural do sertão.

FEIJOADA DA MEIA NOITE
30 de junho | 19h | Livre 
Por meio de sons, ruídos, frases, registros, papeis e vídeos, a Feijoada da Meia Noite propõe a construção de uma visualidade multilinguagem digital-analógica-sensorial.

MEMÓRIAS DUMA BAOBÁ
6 de julho | 19h | Livre
“Memórias de uma Baobá” é uma peça sobre as histórias, as memórias, os saberes e os afetos compartilhados e vividos por mulheres negras. É uma celebração à ancestralidade feminina negra, uma valorização da oralidade como forma de resistir ao apagamento e ao genocídio. Em cena, acompanhamos a Senhora-Terra, uma mulher negra idosa que retorna à casa onde viveu por muitos anos. Lá, oferece um café para quem está assistindo, enquanto compartilha palavras que ainda habitam o seu corpo e também aquele espaço onde viveu. Ela está à espera de alguém que nunca aparece, como se algo estivesse faltando. Ainda assim, a Senhora-Terra dança pelos momentos do passado, entrelaçando-os a um presente formado por vozes de outras mulheres negras.

PROCURA-SE HISTÓRIAS EXTRAVIADAS
12 de julho | 19h | Livre
Três ações simultâneas ocupam diferentes espaços tecendo entre si uma rede de acontecimentos narrativos efêmeros e relacionais. Escritas a muitas mãos, as histórias articulam mundos antigos, reais e (im)possíveis, mundos que emergirão no encontro da proposição artística com o público. Venha se encontrar com a quandonde! 

NOVELAS CLAU KIKI BALL
13 de julho | Na Festa de Encerramento | 12 anos
Venha conhecer um pouco da cultura ballroom nessa edição da Mostra Claudete Pereira Jorge. Nessa kik ball teremos categorias estéticas de moda, passarela e realidade, além de categorias de vogue performance. A ball é um momento de enaltecer a vivência das pessoas trans, pretas, periféricas, originárias para mostrar que existimos, estamos vivas, fazendo e contando nossas histórias. 

Oficinas


COLARES ECOLÓGICOS – Katia Horn 
Dia 7 de julho 
Horário: 14h às 18h 
Local: CAIXA CULTURAL  (Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro)
15 vagas  
Nesta oficina, mulheres se reúnem para criar colares de papelão, não apenas como acessórios, mas como manifestações da conexão com a natureza e a sabedoria ancestral. Cada corte e dobra não apenas transforma o papelão, mas também renova a autoestima e empodera as participantes. O papelão, antes considerado lixo, ganha vida como uma expressão de criatividade e sustentabilidade, ecoando a ancestralidade feminina que encontrava beleza na simplicidade da natureza. Esta oficina é um convite a reconectar-se com a essência feminina e a transformar materiais reciclados em jóias de significado profundo, lembrando-nos de que nossa história está entrelaçada com a terra. 

DRAMATURGIA PRETA – Kamylla Ngoma 
Dias 11 (quinta) e 12 (sexta) de julho
Horário: 13h30 às 17h30
Local: Sala Pomeiro (Rua da Paz, 51 – Centro) 
8 vagas 
Nesta oficina, as palavras se tornam a ponte que conecta o passado e o presente, a ancestralidade e a luta, a cultura e a identidade negra. É um convite para a criação de textos teatrais que ecoam as vozes há muito silenciadas, destacando as experiências negras e suas complexidades. Em um espaço de criatividade e empoderamento, os participantes exploram temas profundos, celebrando a diversidade e desafiando estereótipos. A dramaturgia negra se torna uma ferramenta poderosa para a representatividade e a transformação, unindo a riqueza da herança cultural afro ao potencial do palco. Esta oficina é um ato político e poético, construindo uma narrativa mais inclusiva e autêntica nas artes, onde cada palavra escrita é um passo em direção a uma sociedade mais justa e igualitária.

BONECAS ABAYOMIS – Geisa Costa 
Dias 12 de julho  
Horário: 15h às 17h
Local: CAIXA CULTURAL (Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro)
15 vagas 
Esta oficina é uma dinâmica de sensibilização, que tem como proposta reunir as pessoas para uma troca de ideias e saberes, promovendo o fortalecimento da autoestima e o reconhecimento da identidade afro-brasileira. Além de retomar o prazer pela oralidade, é uma maneira de discutir a identidade negra, e também um meio de trocas de conhecimentos, contando e cantando suas histórias, ao mesmo tempo em que confeccionam as bonecas feitas apenas com malhas pretas e retalhos coloridos como faziam nossas avós. Abayomi é uma boneca negra ícone de resistência feita a partir de retalhos trançados, enrolados e amarrados, de tamanhos variados e que podem se transformar em brincos, enfeites, adereços e uma de geladeira, etc.

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

ROTAÇÃO ESTREIA NACIONALMENTE EM CURITIBA INVESTINDO NAS RELAÇÕES DE PERSPECTIVAS ENTRE ARTISTAS E PÚBLICO

Giovanni Venturini e Lívea Castro realizam, junto ao público, ROTAÇÃO, botando corpos, coisas e relações em perspectiva no espaço. Foto de Elenize Dezgeniski

Com temporada no Teatro José Maria Santos até 16 de junho, a peça usa escadas para – entre teatro, dança e performance – criar um espaço onde o público faz parte da cena.

Inspirados em questões poéticas e contemporâneas acerca de conceitos como profundidade, altura, linha, ângulo, distância, tridimensionalidade, convergências e divergências, o ator Giovanni Venturini e a dançarina Lívea Castro estreiam em Curitiba, no próximo dia 30 de maio, sua nova criação. ROTAÇÃO é uma obra em que, acompanhados de dezenas de escadas, os artistas movem-se pelo desejo de perspectivar os seus próprios corpos, as coisas e o público, oferecendo – a cada sessão – encontros que multiplicam os modos de olhar e estar em cena e no mundo. A peça ROTAÇÃO terá curta temporada, até 16 de junho, no Teatro José Maria Santos.

Com uma dramaturgia poética, ROTAÇÃO busca expandir e tensionar a aliança entre corpos e tem como ponto de partida-encontro a relação entre Giovanni e Lívea, também idealizadores do projeto, que convidaram, para esta empreitada, o diretor Fernando de Proença, como nos conta Lívea: “Quando começamos a pensar o projeto, entendemos que precisávamos de alguém que tivesse experiência de trânsito entre as linguagens da dança e do teatro, e principalmente, alguém que pesquisasse sobre o encontro. Nesse sentido, Fernando foi essencial para potencializar as discussões que gostaríamos de formular. Foi um processo bem colaborativo onde nós três investigamos juntos os caminhos da criação.” Atuando nas fronteiras entre o teatro, a dança e a performance, esta peça é, também, o encontro entre as linguagens exploradas pelos artistas em suas trajetórias individuais. A ideia de “rotação” surge na peça não como verbo que sugere movimento, mas como possibilidade de olhar para o mundo.

A partir de textos, movimentos, interação entre corpos e objetos e troca entre performers e plateia, a cena provoca diálogos profundos sobre questões da vida. Giovanni Venturini conta que “A relação e o encontro com o público é um fator importante dessa peça e desse diálogo que se constrói. Apesar de termos uma estrutura fechada, existe a possibilidade de inúmeras aberturas a partir do outro, criando assim uma dramaturgia única a cada dia”. Trata-se de uma peça sobre perspectivas variadas de encontro que lança convites para o público viver e seguir até o fim. É preciso virar o olhar para o outro lado, enxergar por diferentes prismas. Quando há uma ROTAÇÃO, tudo aquilo que era visível já não é mais, principia-se uma atualização da perspectiva.

De acordo com o diretor do trabalho, Fernando de Proença, Rotação “investe –  a partir das relações entre artistas, público, escadas e espacialidade – na abertura de um diálogo entre Giovanni, Lívea e participantes que, na experiência de viver a gestualidade de subir e descer, ativam em seus corpos variações de presença, perspectiva e encontro”. Ele continua: “Rotação é sobre encontrar na cena e fazer, gentilmente, movimento lado a lado”. Destacadas no entre da cena, as escadas, que preenchem o cenário, fazem variações escalonadas e diversas sobre ser, estar, olhar, viver e se relacionar, investigando a potência das diferenças dos corpos, conta o diretor.

Com sessões gratuitas de quinta a domingo, a peça conta com intérpretes de Libras aos sábados e possui, em sua dramaturgia, aspectos descritivos, que também permitem a fruição por parte de pessoas cegas. A temporada corre durante apenas três semanas, sendo quinta a sábado às 20 horas e aos domingos às 19 horas. Os ingressos gratuitos estão disponíveis uma hora antes das apresentações na bilheteria do teatro. A temporada de estreia de Rotação é produzida pela Pomeiro Gestão Cultural e conta com recursos do Programa de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Serviço “Rotação”:
Temporada de estreia de 30 de maio a 16 de junho
De quinta a sábado às 20h e domingos às 19h.
Local: Teatro Zé Maria
R. Treze de Maio, 655 – São Francisco, Curitiba – PR, 80510-030
Entrada: Franca – retirar ingressos 1h antes da sessão.
Duração: 50 min – Classificação: 14 anos

Ficha Técnica:
Artistas Criadores e Idealizadores: Giovanni Venturini e Lívea Castro
Direção: Fernando de Proença
Dramaturgia: Bobby Baq, Fernando de Proença, Giovanni Venturini e Lívea Castro
Desenho de Luz: Wagner Côrrea
Trilha Sonora e Desenho de Som: Lilian Nakahodo
Figurino: Luan Valloto
Interlocução de Movimento: Mário Lopes
Preparação Vocal: Jessie Rolim
Interlocução em Descrição: Manoel Negraes
Assistentes de Figurino: Ísis Solano e Laura Bevilaqua
Calçados: Gasp
Operação de Luz: Semy Monastier
Operação de Som: Machison Abreu
Técnico de Luz (Montagem): Nicolas Caus
Motorista e Ajudante: Joacir Furtado da Silva
Intérprete de Libras: TAÉ – Libras e Cultura (Equipe: Elaine Moreira, Jéssica Nascimento, Kelly Caobianco, Nathan Sales e Talita Grünhagen)
Direção de Produção: Igor Augustho
Produção Executiva: Cindy Napoli
Produção: Rebeca Forbeck
Estagiário de Produção: Luciano França
Design Gráfico e Identidade Visual: Daniel Minchoni
Assessoria de Comunicação: Bruna Bazzo – BB Comunica
Gerenciamento de Tráfego Pago: Thays Cristine
Fotografia: Elenize Dezgeniski
Videografia: Lidia Ueta
Motions: Ricardo Kenji
Captação de Recursos: Meire Abe
Realização: Lívea Castro
Realização e Produção: Pomeiro Gestão Cultural

Sobre os artistas:
Lívea Castro é artista de dança, professora, pesquisadora e videoartista. Graduada em Dança pela UNESPAR e pós-graduada em Estudos Contemporâneos em Dança pela UFBA. Foi uma das artistas selecionadas em ENCUENTROS – ações de diálogos em dança Curitiba/Bogotá (2022), e, junto com Giovanni Venturini, artista residente no programa 20minutos.mov (2023). Como artista e mãe indisciplinada, caminha por diferentes áreas de conhecimento, e suas pesquisas e criações são atravessadas pelo interesse no encontro, diversidade de corpos, alteridades e presenças humanas e extra-humanas como potência para repensar relações. Integra o coletivo Nó Movimento em Rede (BR).

Giovanni Venturini, além de ator, é roteirista formado pelo Instituto de Cinema. Protagonizou o curta “Big Bang”, de Carlos Segundo, onde recebeu o prêmio de melhor ator no Festival de Cinema de Brasília de 2022. Está no elenco de “Justiça 2”, série de grande sucesso da Globoplay. Nos palcos, desde 2019, percorre muitas cidades apresentando seu monólogo “A não ser”. Integrou o elenco de “Brian ou Brenda?” com direção de Yara de Novaes e Carlos Gradim também no ano de 2019. Foi dirigido por Clarisse Abujamra em 2014 em uma versão do clássico “Casa de Bonecas” de Ibsen. Seja nos espetáculos ou na escrita, Giovanni sempre traz a discussão de ser um corpo com deficiência, e fora dos padrões estéticos estabelecidos.

Fernando de Proença é diretor, ator, pesquisador de teatro e jornalista. Trabalha na prática de seu ofício na cena entre performance, dança e teatro há 25 anos. Doutor e Mestre em Teatro pela PPGT/UDESC. No entrecruzamento de linguagens, procura se atentar às ideias que moram no tempo, no corpo, nas vias, nos contextos e na experiência.

FESTA MUV: 25 ANOS CELEBRADOS NO ESTILO BAIRRO BLACK

MUV de Kátia Drumond e Ricardo Verocai, completa 25 anos de um projeto musical cheio de grooves e parcerias criativas e, celebra a trajetória em dois grandes shows na Feira Afro da Zumbi e no Espaço Fantástico das Artes, dias 21 e 26 de abril.

Após o lançamento do EP Bairro Black, o projeto musical MUV – Movimento Uniformemente Variado, dirigido pelos artistas Ricardo Verocai e Kátia Drumond finalizam o projeto Difusão Bairro Black com dois grandes shows que marcam os 25 anos de trajetória da música do MUV. O primeiro show será durante a Feira Afro da Zumbi, no dia 21 de abril (15h30) e o encerramento dia 26 de abril (20h) o groove dançante do MUV será no Espaço Fantástico das Artes, e quem embala a pista de dança da festa na sequência é o DJ Jeff Bass.

O MUV tem sua trajetória marcada pela criação de ritmos na origem negra, colocando a negritude como enfoque. Não apenas como pauta, mas também como força criadora, movimentando mentes e corações, vibrando em potentes ondas sonoras. Criado em 1999 no Rio pelo produtor musical, tecladista, compositor e arranjador Ricardo Verocai e pela cantora e compositora Kátia Drumond, o MUV está em Curitiba desde 2005 marcando a história da música local.

Os dois shows fazem parte do Projeto Difusão Bairro Black, que levou ao palco do Teatro José Maria Santos a primeira temporada de shows do EP Bairro Black, em março deste ano. Produzido pela Pomeiro Gestão Cultural, o trabalho engloba outros formatos midiáticos para o público como um curta metragem documental sobre o processo criativo do EP, e ainda uma websérie de 8 episódios com depoimentos de algumas das personalidades negras homenageadas no álbum, que poderão ser acessadas no YouTube.

No repertório dos shows o MUV traz o EP Bairro Black, recheado com as bases do soul, groove, funk, jazz, rap, reggae, ritmos uniformemente dançantes, com ritmos variados da música brasileira como o samba. O MUV traz ainda músicas que fazem parte dos outros álbuns do grupo como “Movimentos”, “Minha Gente Brasileira” e “Guardiões do Groove”.

Acesse os canais e acompanhe a história do MUV: https://beacons.ai/muv.brasil

SERVIÇO:
Show MUV – 21 de abril
Local: Feira Afro da Zumbi na Praça Zumbi do Palmares
Rua: Lothário Boutin, 289 – Pinheirinho, Curitiba
Horário: 15h30
Entrada: Gratuita

Show MUV – dia 26 de abril
Local: Espaço Fantástico das Artes
Rua: Trajano Reis 51 – Centro, Curitiba
Horário: 20h
Entrada: Gratuita

FICHA TÉCNICA:
Direção Musical: Ricardo Verocai
Direção Artística: Kátia Drumond
Produção Geral: Igor Augustho e Kátia Drumond
Voz: Kátia Drumond
Teclados: Ricardo Verocai
Baixo: Evangivaldo Santos
Guitarra: Eduardo Ansay
Bateria: Samir Souza
Backing Vocals: Kabuto e Brenda Calbaizer
Iluminação: Lucas Amado
Direção de palco e Operador de som: Luigi Castel
Assistente de Palco: Ana Luiza e Fernando Atanasio
Assistente e Montador de iluminação: Juan Lis
Produção técnica: Effex Tecnologia e Criação
Roadie: Antonino Rodrigues (Tonico Rasta)
Figurino e Maquiagem: Tassy Dal Nergro
Tradução para Libras: TAÉ – Libras & Cultura
Intérpretes de Libras: Elaine Moreira, Nathan Sales e Talita Grünhagen
Direção de Produção: Igor Augustho
Produção Executiva: Cindy Napoli
Produção: Rebeca Forbeck
Assistente de Produção: Monica Margarido
Estagiário de Produção: Matheus Zaidan
Captação de Recursos: Meire Abe
Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo (Bruna Bazzo [Comunica])
Programação Visual e Mídia Social: Paula Villa Nova
Realização e Criação: MUV
Realização e Produção: Pomeiro Gestão Cultural

“PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.”

SOBRE O MUV:
O projeto musical MUV – Movimento Uniformemente Variado, mistura ritmos em um som único e tem a direção musical de Ricardo Verocai, e direção artística de Kátia Drumond, com assistência de direção do baixista e compositor Evangivaldo Santos. O grupo está entre as bandas que fazem música autoral de Curitiba e é formado por músicos do Rio de Janeiro, Salvador e do Paraná, que residem na cidade.

O MUV se destaca na cena musical brasileira e no exterior com a proposta de reviver o movimento de música preta nacional surgido no Rio de Janeiro no final da década de 60 com Dom Salvador e Herlon Chaves, e fortalecido por nomes como Tim Maia, Gerson King Combo, Banda Black Rio, Cassiano, Lady Zu e Carlos Dafé.

Além destes, também fazem parte das influências musicais do grupo, entre outros: Azymuth, Arthur Verocai, Carlos Dafé, Tania Maria, Leny Andrade, entre outros .

A banda já lançou 03 álbuns e 02 EPs, sendo o último lançamento o Bairro Black, disponível nas principais plataformas de áudio. Entre os discos: ‘‘Os Movimentos’ (2006) e ‘Minha Gente Brasileira’ (2011), ‘Acordes Daqui’ (2013) e os dois primeiros contam com participações do maestro, Arthur Verocai e têm músicas em parceria com Macau, e o segundo tem participação do cantor e compositor Carlos Dafé. Suas composições estão nas playlist de DJ’s nacionais e internacionais, tem reprodução em rádios da Alemanha, França, Sérvia, Rússia, Estados Unidos, Austrália, Itália, Espanha, Canadá, entre outros.

O grupo também realiza projetos de cunho artístico-educacional voltada à valorização da cultura negra e em novembro de 2022 e no início de 2023 realizou o projeto ‘O Som do MUV e a Música Negra nas Escolas Estaduais’, levando oficinas e pocket-shows a 05 municípios da região metropolitana de Curitiba e também no litoral do PR. O projeto teve o apoio da Copel através do Profice, o Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura do Paraná.

Seus principais shows de 2022 e 2023 foram ‘MUV convida Paula Lima’, em comemoração aos 50 anos do Teatro Paiol, a convite da Prefeitura de Curitiba e da FCC e ‘MUV e Michele Mara’, na ‘7ª e 8° Marcha do Orgulho Crespo’, evento destinado à cultura afro-brasileira. Em 2023 participou também dos festivais : Encantadas Jazz Ilha do Mel e Jazz À Gosto (Ilha do Mel – PR) e 7ª edição Curitiba Jazz Festival.

Em janeiro de 2024 levou seu groove ao litoral do PR, no Projeto Verão Maior – palco Sunset, Shangrilá.

Nos grooves variados do MUV transitam diferentes músicos, parceiros de composição, em diversos formatos de shows.

AP DA 13 OFERECE 25 VAGAS GRATUITAS PARA CURSO DE PRODUÇÃO E GESTÃO CULTURAL

Mayra Fernandes (Cardume Cultural) e Eduardo Ramos (Sopro Produções) lançam convocatória para uma imersão em Produção e Gestão Cultural para artistas das regiões descentralizadas de Curitiba. Foto: Iara Elliz.

Com a ideia de fomentar o acesso ao fazer cultura, a Sopro Produções e a Cardume Cultural, promovem a seleção de 25 artistas das artes cênicas de regiões descentralizadas de Curitiba para uma imersão de três meses em curso presencial que propõe conceitos de produção, elaboração de projetos e gestão cultural.

Está aberta a convocatória gratuita que vai selecionar 25 artistas de regiões descentralizadas de Curitiba para uma grande imersão em Produção e Gestão Cultural, a seletiva leva os artistas para um curso presencial com duração de três meses, que vai acontecer de 4 de maio a 20 de julho, no AP da 13 Espaço Multicultural. A proposta é uma parceria entre a Sopro Produções e a Cardume Cultural, dos diretores e produtores, Eduardo Ramos e Mayra Fernandes que fomentam as artes cênicas há mais de 10 anos.

Envolvidos com projetos culturais independentes e também via lei de incentivo, Eduardo Ramos e Mayra Fernandes, pretendem com o curso, oferecer e garantir aos participantes o acesso às ferramentas e aos mecanismos do mercado de trabalho das artes cênicas no Brasil. A ideia é gerar autonomia e entendimento sobre a arte quanto ofício “principalmente para os artistas mais jovens que se encontram distantes do centro e que não possuem acesso aos equipamentos culturais públicos e instituições de ensino voltadas às artes”, diz Eduardo Ramos.

Mayra Fernandes conta que a proposta prevê além da concepção profissional da criação de um espetáculo ou qualquer produto cultural de forma independente, os participantes também terão acesso ao funcionamento das Leis de Incentivo das esferas Municipal, Estadual e Federal. “Este projeto movimenta a economia criativa local e nacional, além de garantir o direito básico ao acesso à cultura”, afirma a produtora.

São 25 vagas ofertadas gratuitamente para o curso de Produção e Gestão Cultural, entre elas, 5 para artistas negros; 5 para PCDs e indígenas; 5 para gênero trans, e 10 ao público geral. Todos devem ter pelo menos 3 anos de trajetória artística comprovada e ser residente de bairros descentralizados ou periféricos de Curitiba. O projeto conta também com Intérprete em Libras, para atender participantes da comunidade surda. O formulário para inscrição está disponível no link da Bio, encontrada no instagram do AP da 13: @apeda13 e @cardumeproducaocultural; ou diretamente neste link, aqui

Eduardo Ramos e Mayra Fernandes
O projeto convida a artista, diretora e produtora Mayra Fernandes, fundadora e diretora da Cardume Cultural, que possui 17 anos de experiência na elaboração e gestão de projetos culturais de diversas áreas, à frente como produtora de grandes festivais.

Eduardo Ramos, é diretor, dramaturgo e produtor da Setra Companhia, por onde idealizou e dirigiu 15 espetáculos de teatro e dança nos últimos 10 anos, partilha também sua bagagem a frente como fundador do Espaço Cultural independente AP da 13, com programação multicultural que movimenta o cenário artístico curitibano nos últimos 8 anos.

SERVIÇO
Inscrições no link da Bio em @apedatreze e @cardumeproducaocultural
PRODUÇÃO E GESTÃO CULTURAL PARA ARTISTAS EMERGENTES
com Eduardo Ramos e Mayra Fernandes
12 encontros aos sábados das 9h às 12h
Início: 04/05 | Término: 20/07
Dia 20/07 serão dois encontros, sendo um das 9h às 12h e outro das 14h às 17h

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

“CONTA-TE” NOVA PRODUÇÃO DA SOCIEDADE POÉTICA ESTREIA EM CURITIBA

Na foto de Nando Porto as atrizes: Raquel Rizzo, Cleo Cavalcanti, Bia Sartoretto que formam o elenco de “Conta-te”, junto com Ciliane Vendeusculo que encena uma das personagens durante as apresentações no Teatro Cleon Jacques.

Escrita pela autora e diretora, Pagu Leal, a comédia traz 3 atrizes de diferentes idades  fazendo 3 atrizes de diferentes idades que mesclam suas vidas ao processo artístico da construção  de uma peça de teatro, sensível e poética, com o tema: assédio moral. A primeira temporada gratuita no Teatro Cleon Jacques, será de 17 a 28 de abril. 

Estreia na segunda quinzena de abril (17 a 28), a primeira temporada gratuita do espetáculo “Conta-te” produzido pela Sociedade Poética, uma comédia que trata temas relacionados à mulher e como elas encaram o assédio moral no ambiente de trabalho, as apresentações serão no Teatro Cleon Jacques, em Curitiba. A peça conta com as atrizes Raquel Rizzo, Cleo Cavalcantty, Bia Sartoretto, três mulheres e artistas de diferentes idades que interpretam conflitos de geração e questionamentos sobre a profissão, a arte e o assédio, na montagem escrita e dirigida pela autora e produtora Pagu Leal. 

A ideia nasceu em conjunto com a  Procuradoria da Mulher de Curitiba e SATED Paraná ,  e trata principalmente das situações diárias de abuso moral; das “cantadas baratas” às expressões  chulas e “corriqueiras”. Experiência vivida por todas as mulheres brasileiras. Não importando idade , região ou classe social.  Expressões de atitudes carregadas de preconceito de gênero e, que assim dizer, estruturam nossa sociedade.  Segundo a autora Pagu Leal, a peça pode auxiliar muitas mulheres a reconhecer situações abusivas e fortalecer a auto narrativa, para que tenham a convicção de que suas impressões, ou incômodos, sejam realmente consideradas. “A arte possibilita ampliar a percepção para questões que muitas vezes nem percebemos como abusivas, e no palco isso fica muito claro”, revela a  autora e diretora. Pagu conta ainda que a produção da Sociedade Poética nasceu da necessidade de criar um material didático, acessível e empático sobre assédio moral. “Situação enfrentada por muitas mulheres no Brasil e que compõem um lamentável traço cultural, em muitos casos “naturalizado”, das hierarquias de trabalho”, diz.

Por meio da encenação, a peça dá uma nova abordagem ao tema em suas variações geracionais e atualizações éticas relacionadas às conquistas de direitos trabalhistas pelas mulheres. O espetáculo quer estimular a uma grande tomada de consciência sobre violência de gênero. A autora desenvolveu ao longo de 2023 uma pesquisa baseada em conversas com setores e segmentos da sociedade, sindicatos e categorias profissionais sobre o tema. Para Pagu, a peça liberta a narrativa das mulheres, legitima seus sentimentos e acolhe suas dores. “Foi o caso das classes artística teatral, da dança e com cantoras, buscando entender e desenvolver um projeto humano e sensível destacando a difícil decisão das vítimas de quando é hora de denunciar”, revela. 

O espetáculo fica em cartaz por duas semanas de 17 a 28 de abril: quarta a sexta às 20 horas. Nos sábados, com duas sessões: às 16 horas, e no segundo horário às 20:00, com intérprete em Libras. Já nos domingos as apresentações serão às 19 horas. 

Sobre Pagu Leal: Autora e diretora 
Há 30 anos em Curitiba a artista das Artes Cênicas, Pagu Leal já atuou em mais de 40 espetáculos profissionais como atriz. Ao longo de sua carreira, foi transformando a sua voz de atriz em uma voz autoral na dramaturgia e também como diretora artística. Em 2020 foi contemplada com o Prêmio Reconhecimento da Trajetória através da Lei Aldir Blanc.

Como dramaturga já teve diversos textos encenados , destaques para: 2021 “Do dia que Olhei no Espelho e Não me Encontrei”, 2011 “A Vênus das Peles” contemplado com o prêmio Myriam Muniz pela Funarte. “Difícil Amor”, contemplado pelo Troféu Poty Lazzarotto de Melhor Texto Teatral em 2004 e, “Que Absurdo!” texto selecionado no projeto: Dramaturgias Contemporâneas Brasileiras da Fundação Cultural de Curitiba. Teve seu próprio programa de humor na TV em 2011,”Coisas de Casal” na RPC TV, Globo Paraná, onde atuava e escrevia . Dentro das pesquisas em Filosofia tem se dedicado à Filosofia da Linguagem, com especial atenção aos estudos sobre Filosofia Analítica da Linguagem e Ética.

Sobre a Sociedade Poética
A Sociedade Poética nasceu em 2006 como consequência do desenvolvimento artístico e intelectual da atriz e autora Pagu Leal. E também, como possibilidade de escrever, produzir e incentivar produtos culturais relacionados à cultura poética de Curitiba e região metropolitana. Concomitante ao trabalho poético, autoral e teatral a Sociedade Poética também atua com profissionais das mais diferentes áreas através de cursos, atendimentos e workshops em Performance Comunicativa. Relacionando assim as práticas artísticas a conceitos filosóficos da oratória e argumentação, formação acadêmica da empreendedora Pagu Leal.

Serviço 
“CONTA-TE” 
Temporada: 17/04 à 28/04
(Quarta a sexta às 20h. Sábados às 16h e 20h – no segundo horário com intérprete em Libras. Domingos às 19h) 
Local: Teatro Cleon Jacques
Rua: Rua Mateus Leme, 4700 – São Lourenço, Curitiba
Entrada: Franca 
Duração: 1h20
Classificação: 14 anos

Fonte: bb_comunica

MUV CELEBRA 25 ANOS E APRESENTA A 1ª TEMPORADA DE SHOWS DO EP BAIRRO BLACK

O projeto musical MUV – Movimento Uniformemente Variado dirigido por Ricardo Verocai e Kátia Drumond, lança o EP Bairro Black em shows gratuitos no Teatro Zé Maria, além de criar em diferentes mídias digitais homenagem às personalidades da cultura negra do Paraná 

O projeto musical MUV – Movimento Uniformemente Variado, celebra 25 anos de trajetória neste ano de 2024. Criado no Rio de Janeiro e radicado em Curitiba a partir de 2005 , foi idealizado em 1999 pelo pelo produtor musical, tecladista, compositor e arranjador Ricardo Verocai e pela cantora e compositora Kátia Drumond. Celebrando a data, o grupo lança em março (14 a 17) a primeira temporada de shows do EP Bairro Black, no Teatro José Maria Santos, em parceria com a produtora Pomeiro Gestão Cultural.

O MUV tem sua trajetória marcada pela criação em ritmos de origem negra, colocando a negritude como enfoque. Não apenas como pauta, mas também como força criadora, movimentando mentes e corações, vibrando em potentes ondas sonoras.

Lançado em 2021 nas plataformas digitais, o EP foi criado durante a pandemia e homenageia bairros da cidade e personalidades pretas que fazem ou fizeram história em Curitiba. Com foco na negritude e na força criadora dos artistas o MUV destaca nomes como Waltel Branco, Odelair Rodrigues, Laura Santos, Lápis, Saul Trumpet, Mãe Orminda, Danilo Avelleda, Geisa Costa, Enedina Alves Marques e Megg Rayara, entre outros.

O Bairro Black, com 5 faixas, tem um repertório que funde as bases do soul, groove, funk, jazz, rap, salsa, reggae, ritmos uniformemente dançantes, com ritmos variados da música brasileira como o samba. Uma das faixas: “Orgulho Crespo” narra o encontro de vários artistas e ativistas negros durante a Marcha do Orgulho Crespo de Curitiba, liderada pela cantora e ativista Michele Mara e reconhece a representatividade da comunidade preta na cidade.

Para a nova etapa do Bairro Black, o MUV vai difundir a história narrada no EP com a realização da primeira temporada de shows gratuitos, somando uma proposta multimídia com o lançamento de um curta metragem documental sobre o processo criativo. Além de uma websérie de 8 episódios com depoimentos de algumas das personalidades negras homenageadas no EP.

Durante a temporada de comemorações de 25 anos, o MUV traz surpresas para o público presente como um lançamento audiovisual: o videoclipe inédito da música Toni Groove, que faz parte de um álbum anterior, os Guardiões do Groove.

O projeto prevê ainda apresentações extras dos shows para alunos da rede pública de ensino, com tradução em Libras em todo o material audiovisual produzido e também nos shows, que poderão ser assistidos pela comunidade surda nos dias 15 e 16 (sexta e sábado), no Teatro Zé Maria.

SERVIÇO:
Lançamento EP Bairro Black
Dias: 14, 15, 16, 17 de março (16 e 17 com tradução para Libras)
Horário: Quinta a sábado às 20h e domingo às 19h.
Local: Teatro José Maria Santos – Rua 13 de Maio, 655 – São Francisco, Curitiba
Entrada Franca: Retirar ingressos a partir de 1 hora antes no teatro. Sujeito à lotação.
Classificação: Livre.

FICHA TÉCNICA:
Direção Musical: Ricardo Verocai
Direção Artística: Kátia Drumond
Produção Geral: Igor Augustho e Kátia Drumond
Voz: Kátia Drumond
Teclados: Ricardo Verocai
Baixo: Evangivaldo Santos
Guitarra: Eduardo Ansay
Bateria: Samir Souza
Backing Vocals: Kabuto e Brenda Calbaizer
Iluminação: Lucas Amado
Direção de palco e Operador de som: Luigi Castel
Assistente de Palco: Ana Luiza e Fernando Atanasio
Assistente e Montador de iluminação: Juan Lis
Produção técnica: Effex Tecnologia e Criação
Roadie: Antonino Rodrigues (Tonico Rasta)
Figurino e Maquiagem: Tassy Dal Nergro
Tradução para Libras: TAÉ – Libras & Cultura
Intérpretes de Libras: Elaine Moreira, Nathan Sales e Talita Grünhagen
Direção de Produção: Igor Augustho
Produção Executiva: Cindy Napoli
Produção: Rebeca Forbeck
Assistente de Produção: Monica Margarido
Estagiário de Produção: Matheus Zaidan
Captação de Recursos: Meire Abe
Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo (@bb_comunica)
Programação Visual e Mídia Social: Paula Villa Nova
Realização e Criação: MUV
Realização e Produção: Pomeiro Gestão Cultural

“PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.”

Acesse os canais e acompanhe a história do MUV: https://beacons.ai/muv.brasil

SOBRE O MUV:
O projeto musical MUV – Movimento Uniformemente Variado, mistura ritmos em um som único e tem a direção musical de Ricardo Verocai, e direção artística de Kátia Drumond, com assistência de direção do baixista e compositor Evangivaldo Santos. O grupo está entre as bandas que fazem música autoral de Curitiba e é formado por músicos do Rio de Janeiro, Salvador e do Paraná, que residem na cidade.

O MUV se destaca na cena musical brasileira e no exterior com a proposta de reviver o movimento de música preta nacional surgido no Rio de Janeiro no final da década de 60 com Dom Salvador e Herlon Chaves, e fortalecido por nomes como Tim Maia, Gerson King Combo, Banda Black Rio, Cassiano, Lady Zu e Carlos Dafé.

Além destes, também fazem parte das influências musicais do grupo, entre outros: Azymuth, Arthur Verocai,Carlos Dafé, Tania Maria, Leny Andrade, entre outros.

A banda já lançou 03 álbuns. ‘Os Movimentos’ (2006) e ‘Minha Gente Brasileira’ (2011), ‘Acordes Daqui’ (2013) e os dois primeiros contam com participações do maestro, Arthur Verocai e têm músicas em parceria com Macau, e o segundo tem participação do cantor e compositor Carlos Dafé. Suas composições estão nas playlist de DJ’s nacionais e internacionais, tem reprodução em rádios da Alemanha, França, Sérvia, Rússia, Estados Unidos, Austrália, Itália, Espanha, Canadá, entre outros.

O grupo também realiza projetos de cunho artístico-educacional voltada à valorização da cultura negra e em novembro de 2022 e no início de 2023 realizou o projeto ‘O Som do MUV e a Música Negra nas Escolas Estaduais’, levando oficinas e pocket-shows a 05 municípios da região metropolitana de Curitiba e também no litoral do PR. O projeto teve o apoio da Copel através do Profice, o Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura do Paraná.

Seus principais shows de 2022 e 2023 foram ‘MUV convida Paula Lima’, em comemoração aos 50 anos do Teatro Paiol, a convite da Prefeitura de Curitiba e da FCC e ‘MUV e Michele Mara’, na ‘7ª e 8° Marcha do Orgulho Crespo’, evento destinado à cultura afro-brasileira. Em 2023 participou também dos festivais : Encantadas Jazz Ilha do Mel e Jazz À Gosto (Ilha do Mel – PR) e 7ª edição Curitiba Jazz Festival.

Em janeiro de 2024 levou seu groove ao litoral do PR, no Projeto Verão Maior – palco Sunset, Shangrilá.

Nos grooves variados do MUV transitam diferentes músicos, parceiros de composição, em diversos formatos de shows.

“LINA FARIA – PASSANDO A LIMPO”: MIS-PR CELEBRA TRAJETÓRIA DE FOTÓGRAFA PARANAENSE COM EXPOSIÇÃO INÉDITA

Na fotografia de João Urban, Lina Faria e seu olhar direcionado a imagem que revela parte do seu trabalho em exposição no MIS-PR.

Com curadoria do fotógrafo João Urban, a artista revela sua abordagem e captação sensível em imagens que protagonizam as mulheres em dimensões e diversas realidades, e hoje faz parte do projeto Memória Viva até 23 de fevereiro de 2024.

Entra em cartaz na segunda (11), na Sala Adalice Araújo, às 17h, a exposição “Lina Faria – Passando a limpo”, realizada pelo Museu da Imagem e do Som do Paraná. A mostra consagra uma homenagem à fotógrafa paranaense e sua contribuição para a fotografia do Paraná, com destaque para sua forma sensível de capturar as imagens.

“A fotografia da Lina Faria é manuscrita, é escrita corrida, é feita “na mão”! Com a caligrafia do carinho pelas pessoas que fotografa, é feita de sorriso e abraços”, diz o curador João Urban, colega de profissão e amigo de Lina desde quando trabalharam juntos no antigo estúdio Zap.

Um dos pontos curiosos dessa exposição é a descoberta de um conjunto significativo de fotografias feitas por Lina na colônia polonesa Tomás Coelho, em Araucária e Campo Largo, no ano de 1984 para a Secretaria de Estado da Cultura. Essas fotos, originalmente creditadas a Urban devido a um erro na identificação, tiveram sua verdadeira autoria resgatada no acervo do MIS, evidenciando o olhar de Lina presente nessas imagens.

Em “Passando a Limpo”, Lina é apresentada como uma fotógrafa do mundo, uma flâneur moderna que explora não apenas as cidades, mas também as histórias e as pessoas que nelas habitam. Sua abordagem fotográfica capta fragmentos do cotidiano, revelando a poesia e a imaginação presentes ao nosso redor, desde os espaços íntimos das pessoas até as paisagens urbanas.

Os projetos de Lina revelam o interesse na relação estética das mulheres com seus espaços, explorando presídios, áreas rurais e urbanas para capturar a vida feminina em diferentes contextos. Seus trabalhos também incluem registros em Cuba, mostrando a rotina das cubanas em suas residências, sempre revelando fascínio pela relação das pessoas com seus ambientes e narrativas pessoais.

“O que posso dizer é que o tempo me tornou tímida para abordagens fotográficas”, relata Lina ao amigo e curador Urban. Apesar dos desafios da violência urbana e da crescente busca das pessoas por privacidade, ela não acredita na morte da fotografia documentária, mas afirma que tem medo. Em relação à verdade na fotografia, ela acredita que esta é a verdade que o fotógrafo quer imprimir ao seu público.

“Essa habilidade de Lina em capturar a essência das coisas, seu olhar sensível para o mundo ao seu redor é o que está estampada na exposição. É como consegue contar histórias através de suas fotografias de um jeito só dela, mesmo em lugares e tempos diferentes. Além de ser uma homenagem à jornada de todas as fotógrafas mulheres do Paraná e do Brasil”, conta Mirele Camargo, diretora do MIS-PR, que busca celebrar a trajetória de grandes fotógrafos paranaenses com o projeto Memória Viva.

HISTÓRIA PASSADA A LIMPO – Nascida no município de Nova Esperança, 1955, Lina teve o primeiro contato com a arte visual aos 17 anos, por meio dos slides projetados por Adalice Araújo durante aulas de História da Arte na UFPR, quando cursava Comunicação Social. Sua paixão pela fotografia solidificou posteriormente, quando teve acesso a equipamentos ao trabalhar com still para cinema.

Ela não se dedicou a pesquisas extensivas, mas absorveu influências significativas. No estúdio Zap, conviveu com o trabalho de diferentes fotógrafos como João Urban, Nego Miranda, Márcio Santos e Dico Kremer, absorvendo a efervescência cultural do ambiente. A poesia de Baudelaire, Walter Benjamin e Italo Calvino, juntamente com seu convívio com arquitetos durante o trabalho no IPPUC, também influenciaram a abordagem do urbano na fotografia.

Cuba, vilas rurais e o cotidiano do centro de Curitiba: sua sensibilidade e olhar atento se direcionam para diferentes cenários. Seus projetos abrangem uma rica variedade de temas, desde a série “Identidade e Intimidade”, que adentra os lares das pessoas para resgatar suas histórias, até “Prisão Feminina”, que explora a estética das mulheres em ambientes carcerários. Esses projetos refletem o tema comum para Lina: o embate entre o ser humano e seu ambiente, seja físico ou arquitetônico.

CRÉDITOS – A busca pelo ensaio perdido de Lina na colônia Tomás Coelho em 1984 se estendeu por anos, em diferentes fontes possíveis. Esse mistério se desenrolou por meio da descoberta de Catarina Knapri Cunha e Maria Fernanda Rodrigues, funcionárias do museu que pesquisavam fotografias e se depararam com uma imagem em preto e branco, semelhante a um cromo identificado como pertencente a João Urban.

Urban explica a origem da confusão: “Ninguém sabia explicar o sumiço dos cromos. Como eu estava fotografando a colônia desde 1980, algum funcionário, que sabia disso, identificou os slides como sendo meus”.

A revelação veio de uma identificação equivocada dos registros como pertencentes a Urban, devido ao seu trabalho fotográfico contínuo na colônia Tomás Coelho na década de 80.

“Foi aí que me buscaram para confirmar se eu e a Lina havíamos fotografado juntos em Tomás Coelho, o que desvendou o mistério do desaparecimento do ensaio que a Lina havia feito em 84… tanto eu como a Lina estávamos atrás desse material justamente para essa exposição”, esclarece Urban.

MEMÓRIA VIVA – “Lina Faria – Passando a limpo” é parte do projeto Memória Viva, uma iniciativa do MIS-PR que busca homenagear a trajetória de importantes agentes culturais do Paraná, ainda em vida.

Serviço:
Abertura 11 de dezembro, às 17h
Visitação até 23 de fevereiro de 2024
De segunda a sexta, das 8h às 12h e das 13h às 17h
Sala Adalice Araújo – Rua Ébano Pereira, 240, Centro – Curitiba – Paraná.
Entrada gratuita

Assessoria de Imprensa:
Anaterra Viana – (41) 999065906
Bruna Bazzo – (41) 998088009

CURITIBA RECEBE EM ÚNICA APRESENTAÇÃO O ESPETÁCULO CARLOTA – FOCUS DANÇA PIAZZOLLA

Teaser | Carlota Focus Dança Piazzolla from Focus Cia. de Dança on Vimeo.

Após temporada com estreia nacional no Rio de Janeiro, com tango, corpo e  música, a premiada companhia carioca traz para Curitiba o espetáculo ‘Carlota – Focus Dança Piazzolla’ para o palco do Guairinha em única apresentação no dia 4 de novembro.

No dia 4 de novembro, às 20 horas, Curitiba vai receber no palco do Teatro  Guairinha a nova coreografia da premiada Focus Cia de Dança, que estreou  nacionalmente no Rio de Janeiro o espetáculo Carlota – Focus Dança Piazzolla. Criada por Alex Neoral, a nova montagem tem inspiração em 11 composições do bandoneonista Astor Piazzolla. Como pano de fundo, o fio condutor que ativa a criação deste trabalho sensível e poético é o papel de cada canção na formação do artista, como Carlota Portella. Já são 23 anos de um percurso sólido da Focus Cia de Dança, expoente da renovação da dança contemporânea dentro e fora do Brasil, que une Neoral e Tati Garcias, diretora de produção e gestora. Carlota – Focus Dança Piazzolla é viabilizada pelo edital Sesc Pulsar 2022/2023, com patrocínio oficial da Petrobras, que comemora 70 anos de atividades, além de celebrar uma década de parceria junto à Focus Cia de Dança.

Carlota – Focus Dança Piazzolla celebra o corpo como obra de arte suprema. Por conceito, no conjunto de oito bailarinos, homens e mulheres são indistintos por figurinos. Funcionam como extensão uns dos outros, condutores da energia de movimentos arrojados e poéticos, sempre com excelência técnica, marca da Focus Cia de Dança. O tango, criado há quase 150 anos na Argentina, vai e vem em referências nos passos que exploram solos e aéreos, engates e até momentos de contornos acrobáticos entram em cena.

“Ao mesmo tempo que faço alusão à minha trajetória formativa, sou extremamente sensível à obra de Astor Piazzolla, sempre quis criar uma obra para suas composições. Outro aspecto interessante é que venho de uma jornada de obras imagéticas desde a sala de ensaios, por exemplo, com Vinte, sobre Clarice Lispector, o infantil Bichos Dançantes, uma fábula infantil que até rendeu meu primeiro livro, além das marcantes As canções que você dançou pra mim, inspirada nas letras do ‘rei’ Roberto Carlos, e Saudade de Mim, a partir dos quadros de Candido Portinari e canções de Chico Buarque. Agora volto a criar num exercício absolutamente único, se fosse comparar como Still Reich, dedicado às composições de Steve Reich”, destaca Alex Neoral.

Carlota – Focus Dança Piazzolla fez apresentação de algumas cenas, ainda sem forma final, no Festival Quartiers Danses, em Montreal, no Canadá, em 2022, arrebatando a plateia. “Carlota se apropria da melancolia e rigidez do tango em cada momento da coreografia. Fala muito de abandono, seja pela atmosfera do gênero, seja por momentos que vivenciei ao longo da minha vida profissional, que faz parte também da vida de todos nós”, reflete.

Sobre a Companhia
Com 25 obras e 16 espetáculos em seu repertório, a Focus Cia de Dança segue consolidando, ao longo de 23 anos, uma história autêntica reconhecida pela crítica especializada e com sucesso de público. Apresentou-se em mais de 100 cidades brasileiras e levou sua arte para países como Colômbia, Bolívia, México, Costa Rica, Canadá, Estados Unidos, Portugal, Itália, França, Alemanha, Madri e Panamá. Logo quando a pandemia aquiesceu, em 2021, estreou o espetáculo Vinte e o seu primeiro infantil Bichos Dançantes, este último contemplado na Chamada Petrobras Cultural de Artes Cênicas.
Em 2020 lançou Corações em espera, criação do grupo, que foi exibida ao vivo, através de streaming, pelo YouTube. A obra foi indicada ao prêmio APCA na categoria criação, ficando em cartaz por 17 semanas. Em 2019 a Focus ganhou o 1º Prêmio Cesgranrio de Dança com a coreografia Keta parte integrante do espetáculo Still Reich e teve seu elenco indicado ao prêmio APCA durante a temporada na capital paulista, ainda no mesmo ano recebeu a indicação de melhor coreografia para Focus Dança Bach, e melhor bailarino pelo 2º Prêmio Cesgranrio de Dança. Em 2017 se apresentou no Rock In Rio, ao lado de Fernanda Abreu. Em 2016 recebeu a Comenda da Ordem do Mérito
Cultural, do Ministério da Cultura, maior condecoração da cultura brasileira. Em 2012, a Focus Cia de Dança foi escolhida, através da seleção pública do Programa Petrobras Cultural, a receber o patrocínio durante três anos para desenvolvimento de suas atividades, dando início a uma parceria de manutenção. Mais de 1 milhão de espectadores já se encantaram com a poesia e a capacidade técnica lapidadas nas coreografias inovadoras de Alex Neoral traduzidas no corpo de baile da companhia que é formada por bailarinos de todo o país.

Em julho de 2023, estreou nacionalmente no Rio de Janeiro, “Carlota – Focus dança Piazzolla”, sucesso de crítica e público, além de representar como convidada especial a dança do Brasil no Festival Hola Rio, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do governo fluminense em Madri, onde apresentou “Trupe” e “As canções que você dançou pra mim” na Casa de Vacas e Casa de América, além de participar de intercâmbio e residência artística com a Dínamo Cia de Danza.

LISTA DE MÚSICAS E INTÉRPRETES
– Pachouli
– El tango
– Oblivion
– Celos
– Soledad
Gidon Kremmer
– Otono Porteno
– Invierno Porteno
– Primavera Portena
– Verano Porteno
Piazzolla Classic Ensemble
– Fugatta
Yo Yo Ma
– Anos de Soledad
LIbertango
 
FICHA TÉCNICA
Direção artística e coreografia: Alex Neoral
Direção de produção e gestão: Tatiana Garcias

Assistente de direção: Luisa Villar
Produção Executiva: Giselli Ribeiro
Coordenação de Projeto: Taísa Diniz
Cenógrafa: Natália Lana
Cenotécnico: André Salles
Figurinos: Maria Osório
Confecção de Figurinos: Jacira Garcias e Lucas Pereira
Iluminação: Anderson Ratto
Direção de Palco: Pedro Junior
Técnico de Palco: Paulo Barbeto
Programação Visual: Bárbara Lana
Fotos: Leo Aversa e Cristina Granatto
Assessoria de Imprensa RJ: Mônica Riani
Assessoria de Redes Sociais | Gestão de Tráfego: GuiiuG Comunicação
Dançado com: Bianca Lopes, Carolina de Sá, Cosme Gregory, Iure de Castro,
Lindemberg Mallí, Paloma Tauffer, Vanessa Fonseca e Wesley Tavares
Realização: Neoral Garcias Produções Artísticas

Foto: Leo Aversa.

Serviço
CARLOTA – Focus Dança Piazzolla – coreografia e direção artística: Alex Neoral 
Sábado, 04 de novembro 
Horário: 20h
Local: Teatro Guairinha – Auditório Salvador de Ferrante
Endereço: Rua XV de Novembro, 971 – Centro
Classificação indicativa: 12 anos
Duração: 65 min | Lotação: 472 lugares
Ingressos:
https://www.diskingressos.com.br/event/5810
Valores: R$ 20 (meia-entrada), R$ 40 (inteira)
Colaboradores Petrobras: 50% de desconto na compra de até 2 ingressos
Informações e Bilheteria:
Shopping Mueller
Telefone: (41) 3315-0808
Endereço: Av. Cândido de Abreu, 127 – Piso L1 – Alameda de Serviços – Loja 5
Bairro: Centro Cívico – Funcionamento de Seg. à Sab. de 10h às 22h. Domingo
e 14h às 20h. 

Patrocínio Oficial @petrobras, Ministério da Cultura

Assessoria de imprensa:
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