Blogue FATO Agenda divulga: 1) vagas e oportunidades em comunicação social, mkt e design em Curitiba e região. 2) Agenda cultural da cidade. 3) Livros e discos de vinil (do Sebinho FATO Agenda). Editado há 17 anos (desde 2009) pelo jornalista Leandro Hammerschmidt.
Mini documentário sobre as 3 décadas do Racionais MC’s. Mano Brown, Edi Rock, KL Jay e Ice Blue lembram os momentos mais marcantes da trajetória do grupo, referência no hip hop brasileiro, que desde 1989 se tornou um dos principais nomes no cenário do rap nacional.
Ficha Técnica Mini-Doc 3 Décadas Direção Artística: Boogie Naipe e Free Birdz Direção Executiva: Kaire Jorge Produção Executiva: Eliane Dias Captação de Áudio Show: FreakHouse Captação Audio Entrevista: Free Birdz Diretor de fotografia entrevista: Moysa Câmera: Moysa & Vitor Hugo Direção Entrevistas: Felipe Barros Edição/ Finalização: Felipe Barros
SEBINHO FATO AGENDA é a loja virtual de livros e discos que ajuda financiar nosso blogue FATO Agenda. O estoque fica em Curitiba, entregamos para todo Brasil por uma taxa fixa de R$10,00 por livro. Temos centenas de livros e discos à pronta-entrega, consulte nosso acervo via insta e/ou whats 41 99745-5294 (com Lelê).
FRETE: Receba nossos livros em casa, via correios. Taxa de entrega: R$10,00 (por livro), válida para todo Brasil. Com opção de retirada (livre de taxa, lógico) no estoque na Travessa Isaacson Chinasso, número 37, bairro Orleans, em Curitiba (ENDEREÇO NOVO!). ATENÇÃO: toda sexta-feira entregamos (sem taxa) no centro de Curitiba, só combinar.
PAGAMENTO: Pagamento via Pix, app MercadoPago, Nubank, Caixa, PicPay, cartão crédito/débito, boleto e/ou transferência bancária. Nossa loja tem CNPJ, os livros são usados, mas podemos emitir nota fiscal, se precisar, solicite!
Papel, lápis, canetas coloridas e até a lanterna do celular. Estes são alguns dos materiais a serem usados na oficina on-line dos artistas Luiz Rettamozo e Mayli Colla que acontecerá no dia 31/03, quarta-feira, às 15h.
A atividade é grátis e faz parte do projeto ComoVer 100 sombra de dúvida, selecionado pelo edital “Difusão, Formação e Reflexão em Artes Visuais” do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura do Fundo Municipal de Cultura.
O público-alvo são os apreciadores de arte que queiram compartilhar com Rettamozo um pouco do seu processo criativo e também exercitar a própria criatividade. A atividade dura 1 hora.
Com mais de 50 anos de carreira e vivência em diversas linguagens artísticas e na publicidade, Rettamozo é verbete do Dicionário de Artes Plásticas da crítica de arte, pesquisadora e professora Adalice Araújo. Mayli Colla, com quem ele dividirá a condução da oficina, também é artista plástica e arte educadora há 30 anos.
Serviço: Oficina on-line com Luiz Rettamozo e Mayli Colla Dia: 31/03/2021 Horário: 15h Grátis todos os públicos Inscrições através do formulário: https://forms.gle/3VPx4d9hE5BeUar59
EBANX abre processo de Recrutamento e Seleção do Estágio. Esta edição é exclusiva para pessoas negras, a iniciativa da empresa é parte do compromisso de valorização e incentivo da diversidade e da equidade. A EBANX reconhece que tem poucos profissionais negras e negros e quer mudar essa realidade.
O programa de estágio do EBANX está com vagas nas áreas de negócios: comercial, finanças, marketing, produto e pessoas. As vagas são para trabalhar em Curitiba.
O PROGRAMA Em 2021, o nosso programa de estágio em negócios será exclusivo para pessoas negras. Essa escolha é parte do nosso compromisso de valorização e incentivo da diversidade e da equidade. Reconhecemos que temos poucos profissionais negras e negros e queremos mudar essa realidade. Queremos enegrecer o EBANX. Com histórias, vivências, experiências, conhecimentos, referências e pensamentos. E precisamos aprender com você para continuar. Aproveite esta oportunidade e tenha uma verdadeira experiência de mercado com a gente. Desde o primeiro dia, você participa de um ciclo de aprendizados e desafios em uma empresa que tem a inovação em seu DNA. Venha e escreva sua história com quem está fazendo história no mercado de pagamentos.
QUEM PROCURAMOS Inscreva-se em um programa de estágio que, neste ano, busca pessoas negras, suas vivências, referências, experiências, sua história e seu olhar. Gente de todos os cursos com disposição para aprender, compartilhar, sonhar grande e encarar desafios. Se está cursando até o penúltimo ano de uma faculdade (bacharel ou tecnólogo) ou está em curso técnico, você pode participar.
O EBANX é uma empresa de tecnologia financeira que processa pagamentos de empresas internacionais na América Latina. Aqui, a cultura de diversidade faz parte da nossa estratégia de crescimento. Pois acreditamos que só assim é possível sonhar grande, mudar o mundo, derrubar barreiras e conectar pessoas e negócios todos os dias. Dar acesso é a nossa missão.
Nesta edição, EBANX conta com a expertise de especialistas. A Eureca contribui com o processo de seleção e trilha de conhecimento, e o programa foi criado em conjunto com ebankers negros. Além disso, as peças contam com ilustrações de Rayssa Dapenha e Rimon Guimarães:
Ilustração de Rayssa Dapenha. Ilustração de Rimon Guimarães.
OUTRAS OPORTUNIDADES: VAGA EXCLUSIVA PARA PESSOAS NEGRAS Além do Estágio EBANX, temos outra vaga exclusiva para pessoas negras: Líder de Time de Engenharia de Software. A posição é para estar à frente de uma equipe de desenvolvedores experientes e ser responsável por manter a nossa plataforma. Clique aqui para saber mais.
Trabalho foi totalmente gravado em isolamento pelo próprio artista
Murilo Silvestrim traduz em música a solidão, insegurança e medos dos últimos meses em forma de álbum, com o lançamento de “A Última Luz Acesa Madrugada Adentro”. O trabalho foi todo composto durante o período de isolamento social devido à pandemia de Covid-19, com letras inspiradas nos dilemas emocionais desse momento e com o artista assumindo todos instrumentos, produção e gravação.
Murilo Silvestrim transformou seus anseios e perdas vividos ao longo da quarentena em canções autobiográficas. Embora altamente pessoais, elas trazem uma fácil identificação com o ouvinte, das histórias contidas nas letras à crueza da interpretação. O artista assume voz, violões de aço e nylon, viola, guitarra, ukulele, bateria e synths nesse processo solitário de criação: 7 canções gravadas ao longo de 8 dias. Embora os arranjos sejam minimalistas, as faixas não são intrinsecamente tristes. Em meio ao peso emocional, surge uma outra linha narrativa: a da busca pela beleza nas pequenas coisas da vida.
“Ao final do ano senti que aquelas composições falavam muito sobre mim e sobre o momento que vivemos. Estava terminando a produção de um disco maior, mas resolvi criar um desafio para mim mesmo: me fechar no quarto e gravar com o que eu dispunha. Emprestei instrumentos, organizei os equipamentos e gravei. Também me propus a finalizar o material aqui, fazendo a mixagem e masterização, desconstruindo uma lógica de super produção na qual estava condicionado a pensar”, reflete Murilo, que teve apenas dois colaboradores nesse processo: a participação especial do músico e compositor Cassiano Wogel na guitarra da última faixa; e as ilustrações de capa e encarte digital criadas pela multiartista Surya Amitrano.
Murilo Silvestrim começou a compor muito cedo e graduou-se em Música Popular pela UNESPAR e em Produção de Áudio e Vídeo pelo IFPR. Lançou seu primeiro disco, “Prisma”, em 2016, com o qual circulou pelo Brasil tocando pelo projeto Dandô – Circuito de Música Dércio Marques. Lançou o livro de poesias “Viagem Ao Início das Coisas” no final de 2018 pela editora Medusa e no fim de 2020 lançou o clipe de “Mudando”, o primeiro single que compõe seu próximo álbum, “Encontrar”. Mas a urgência das canções fez com que “A Última Luz Acesa Madrugada Adentro” passasse na frente desse lançamento.
“Acredito que é um momento de experimentar, ousar, despir. O som mais cru, a autoprodução, a quebra do paradigma de uma super produção, tudo isso me ensina muito. Creio que é um momento de expor o que há de mais profundo nos meus dias e na minha música e assim tentar chegar mais próximo das pessoas e da realidade delas”, resume Murilo.
Tomando como inspiração artistas que vão de Joni Mitchell a Bon Iver, Silvestrim faz de cada faixa uma história. “Decorador de Escombros” foi escrita em um dia que uma amiga lhe enviou uma mensagem em estado de choque por ter ouvido o vizinho tirar a vida da esposa e da filha adolescente. “Tordo Marion” fala da perda de uma pessoa querida, e do peso e da tristeza que sentiu por tudo que aconteceu nesses dias.
“O processo criativo foi deixar as canções falarem por elas mesmas. Tentei decompor as levadas das músicas em mais elementos. Foi um desafio importante pra mim nesse momento. Focar a atenção e o suor para materializar algo que eu vim sentindo por tanto tempo. Quase como que um inventário, esse álbum serve pra me lembrar dos meus momentos, das minhas perdas, do amor de pessoas próximas”, finaliza.
“A Última Luz Acesa Madrugada Adentro” está disponível nas principais plataformas de streaming de música.
Nesta quarta-feira, 10/03, às 10h30mim, teremos o terceiro debate do I Seminário “CULTURA E ORÇAMENTO DO ESTADO PARA POLÍTICAS PÚBLICAS”, promovido pela Frente Movimento, com a participação da Professora Dra. Amanda Coutinho (UFBA) e o Secretário de Cultura de Londrina (PR), Bernardo Pellegrini, mediado por Rodrigo Ponce, doutor em filosofia e assessor parlamentar.
O tema será “A DESCENTRALIZAÇÃO DOS RECURSOS DA CULTURA NO PARANÁ: PLURALIDADE E MULTIPLICIDADE DA PRODUÇÃO CULTURAL E A CONCENTRAÇÃO DE RECURSOS NA CAPITAL”.
Historicamente, o Paraná é um dos estados que menos investe em cultura, apesar do seu potencial econômico. Atualmente, mais de 90% de seu investimento é destinado, de forma concentrada, a capital, Curitiba, ao passo que, para o interior, aproxima-se, miseravelmente, ao percentual de 0%. Além desse quadro trágico, não temos efetivamente um Fundo Estadual de Cultura, que nunca saiu do papel por falta do interesse dos governantes.
A descentralização dos recursos da cultura, na capital, é, portanto, necessária e urgente. É uma distorção histórica que precisa mudar. Não se trata da descentralização apenas sob o ponto de vista geográfico-distrital, mas também sob o ponto de vista da multiplicidade e pluralidade da produção cultural paranaense, que precisa ser reconhecida pelo governo do Estado. Os recursos devem contemplar as diversas comunidades e minorias visíveis, que integram o povo paranaense, tais como, os afrodescendentes, as comunidades ribeirinhas, os caiçaras, as comunidades indígenas, entre outras.
Agora a questão que não quer calar…
Como mobilizar a sociedade paranaense, o conjunto do estado, para chegarmos ao patamar mínimo de investimento em cultura de 1.5% do orçamento do Estado em 4 anos?
O grupo curitibano Baquetá lança seu primeiro EP com cinco canções inéditas em suas plataformas digitais, no dia 19 de março, às 19h. Com composições próprias, o Grupo Baquetá traz em seu repertório a diversidade da música preta brasileira: ritmos como o samba-reggae, o ijexá, o funk e inspirações nas manifestações das culturas tradicionais do país.
Com doze anos de estrada, o grupo traz um álbum divertido e com estrutura de show, com começo, meio e fim. Segundo os músicos, era importante que o EP tivesse a cara do grupo. “Compomos, fazemos música, dança, teatro, tudo no mesmo espetáculo. Queríamos um disco que tivesse esse clima, mostrasse o que somos”. Produzido por Preto Martins, mixado e masterizado pela Gramofone, o álbum também conta com músicos convidados: Diorlei Santos, na percussão, e Acácio Guedes, no baixo.
Idealizado pela artista Kamylla dos Santos, o grupo Baquetá pesquisa e desenvolve projetos para adultos e crianças com base nos saberes da diáspora africana e dos povos originários do Brasil. “A ideia é apresentar toda força e potência dessa população, construindo espaços de representatividade para crianças e jovens negros e negras”, explica. “Para além do prazer de se ouvir música, o material do EP pode ser utilizado como ferramenta didática para criar contextos educativos antirracistas” finaliza a musicista.
Conquistas femininas, violência contra a mulher e racismo são os temas que permeiam o espetáculo SETE e serão abordados pela dramaturga Dione Carlos, pela atriz e ativista, Geisa Costa e o diretor musical Harry Crowl ao longo do dia 8 de março. Mediação: Thadeu Peronne, o diretor de SETE.
O espetáculo SETE já está disponível gratuitamente nas plataformas digitais da Fundação Cultural de Curitiba e da Thadeu Peronne Produções, por meio de aprovação no Licenciamento Digital com recursos da Lei Aldir Blanc. SETE traça um paralelo com a violência contra mulheres no Brasil e no mundo.
SETE é uma. SETE são várias. É o grito da mulher que renasce. No palco, os atores Ana Paula Taques, Erica Colognezi, Geisa Costa, Gideão Ferreira e Leonardo Goulart interpretam a história da heroína trágica, da mulher sequestrada, violentada que estabelece uma relação com o médico responsável por não deixar que as pessoas morram em tortura.
A peça é uma denúncia poética que traz para o palco a energia da mulher, um jogo de vozes e harmonias musicais, uma fricção de cores, de sentimentos”, define o diretor Thadeu Peronne.
O texto dramatúrgico foi inspirado na história real da advogada líbia Eman al-Obeidi que invade um hotel e denuncia ter sido estuprada por quinze soldados, durante dois dias seguidos.
Além de assistir ao espetáculo digital, não esqueça, então, das lives no Dia Internacional da Mulher, no Instagram da Thadeu Peronne Produções.
SETE. Atriz Ana Paula Taques. Foto Dvid D’Visant.
SERVIÇO: PARA ASSISTIR: – LIVES DO DIA INTERNACIONAL DE MULHER – ESPETÁCULO SETE, DISPONÍVEL ATÉ 15 DE MARÇO: Instagram: @thadeu_peronne