PAULO LEMINSKI


Gravação em estúdio de Paulo Leminski (voz e violão) e Kito Pereira (bateria e percussão). Esse arquivo foi gravado no final da década de 80 em Curitiba. Leminski canta composições de sua autoria: Mudança de Estação, Valeu e Verdura. http://doclondrina.blogspot.com.br/

“A gravação é um raro documento sonoro do Leminski cantando, com a força da originalidade que lhe era peculiar, foi gravado direto sem ensaio nem foi editado, simplesmente sendo o que era pra ser no momento. Eu na bateria, o Marinho Gall na viola, Leminski no violão, voz e mais nada….. mesmo assim Valeu !!!”,  relembra Kito Pereira

texto / fonte: DocLondrina

CURSOS DE ARTES ONLINE E PRESENCIAIS NO SESC ÁGUA VERDE

Estes são CURSOS de artes ONLINE do Sesc Água Verde (em Curitiba) no segundo semestre! Com valores reduzidos, as aulas são realizadas pela Plataforma Teams. Seguem links dos cursos:

O MUSEU COMO ESPAÇO DE MÚLTIPLOS CONHECIMENTOS (terças das 14h às 15h30) Inscrições, neste link 

OUTROS OLHARES SOBRE CURITIBA (quartas das 10h às 11h30). Inscrições, neste link

DESENHO BÁSICO (quintas das 10h às 11h30). Inscrições, neste link  

PARA ENTENDER AS ARTES VISUAIS (quintas-feiras das 14h às 15h30). Inscrições, neste link

Sesc Água Verde também terá CURSOS PRESENCIAIS em Curitiba neste semestre. As vagas são limitadas, observando-se as restrições do número de alunos por turma e respeitando os protocolos de segurança. Os materiais utilizados nas aulas de desenho devem ser de uso individual. Seguem links dos cursos:

TÉCNICAS MISTAS (terças das 9h30 às 11h30). Inscrições, neste link
 
DESENHO AVANÇADO (segundas das 14h às 16h). Inscrições, neste link
 

PARA ENTENDER AS ARTES VISUAIS (segundas das 9h30 às 11h30). Inscrições, neste link

DESENHO BÁSICO (quartas das 14h às 16h). Inscrições, neste link

Ministrante com Licenciatura em Artes Visuais (UFPR), Especialização em Turismo (PUCPR)  e Guia de Turismo (SENACPR) Pré-inscrições abertas a partir de 2 DE AGOSTO. Informações: telefone (41) 3340-2450. 

SESC PARANÁ ABRE INSCRIÇÕES PARA OFICINA TEATRAL GRATUITA PARA SURDOS

As aulas acontecerão de 10 a 13 de agosto de 2021 de forma on-line

Na busca de ampliar o acesso, exercer a cultura da inclusão e garantir o direito de pessoas surdas a participarem de programações culturais, o Sesc Paraná abre inscrições para a Criação Teatral em Libras, uma oficina dedicada ao desenvolvimento de cenas curtas integralmente na linguagem de sinais.

A oficina possui a carga horária de 12 horas, e acontecerá de 10 a 13 de agosto, das 19h às 22h pela plataforma on-line Zoom. A atividade é gratuita e as vagas são limitadas. Podem participar pessoas surdas acima de 18 anos com interesses por artes cênicas, teatro, poesia em Libras, intérpretes, professores e demais pessoas que conhecem a Língua Brasileira de Sinais e que se interessam por teatro.

Ao longo da semana, nos encontros virtuais serão desenvolvidos exercícios introdutórios de composição cênica em Libras. Em quatro dias de vivência, os participantes desenvolverão uma cena curta e autoral, tendo como principal referência criativa a Poesia em Libras.

As atrizes Catharine Moreira e Helena Jorge Portela, surda e ouvinte, respectivamente, irão ministrar o conteúdo desenvolvido exclusivamente para a ação pela Cia. Fluctissonante, grupo teatral sediado em Curitiba que é composto por artistas e criadores surdos e ouvintes e pesquisa a união do Português e da Libras em cena.

Será disponibilizada declaração de participação no evento para os participantes que concluírem todas as aulas. Inscrições através deste link 

Esta atividade faz parte da Plataforma Cena, um projeto do Sesc Nacional que acontece num ambiente digital com o objetivo de promover a produção de conhecimento e a reflexão na área das artes cênicas. São disponibilizadas oficinas, produções e exibições de vídeos desmontagens, debates, escritas e compartilhamentos de artigos sobre os trabalhos cênicos de 17 grupos e companhias de todo o país, selecionadas de forma coletiva pelo Sesc Brasil e departamentos regionais do Sesc.

UMA NOVA ERA PARA O MERCADO DE ARTE

Galeria de Curitiba é uma das primeiras galerias de arte do Brasil a focar exclusivamente em NFTs.

A AIREZ Galeria, fundada em 2015, se torna neste ano uma galeria de arte exclusivamente dedicada a venda de obras em formato NFT.

NFT, sigla em inglês para Token não-fungível, é uma nova forma de se comercializar arte. Guilherme Zawa, artista e curador da galeria, comenta que “as NFTs surgiram na esteira das criptomoedas, mas acabaram por resolver um problema antigo entre artistas de vídeo ou suportes alternativos que era o de como comercializar estas obras. As NFTs resolvem muito bem isso e inauguram uma nova era para estes artistas” conclui o curador da AIREZ que já foi sede para o evento The Wrong – New Digital Art Biennale que apresentou diversos artistas de GIF e Video. 

Embora ainda desconhecida do grande público as NFTs parecem já ter se estabelecido no exterior, tanto é que a famosa casa de leilões Sotheby’s vendeu este ano uma obra digital NFT por 16 milhões de dólares. Zawa comenta que “as NFTs não são mais um experimento, pois já se encontram consolidadas. É uma nova era para colecionadores também.”

A AIREZ vai apresentar no mês de julho uma nova leva de artistas junto à outros que já eram representados pela galeria antes. Entre eles está o artista argentino Franco Palioff, formado em engenharia nuclear e que se aplica à construção de obras de arte em 3D, realidade virtual e até robôs. 

Com o intuito de descobrir novos artistas que vendam suas obras como NFTs a AIREZ anunciou um prêmio de aquisição e representação. O ganhador será anunciado no dia 31 de julho. Para saber mais acesse: http://airez.art.br

MANO FLER & MANO RESGATE – BIGODE BRANCO / PROD. DJ SAMU AKA SUGUIURA (VIDEOCLIPE OFICIAL)

Inscreva-se no canal Lado Sujo da Frequência: 

Produção: Lado Sujo da Frequência
Direção: Cria da Rua
Câmera e Edição: Igor Henrique
Produção Executiva: Verônica Menezes
Produção Geral: Carol Azolin

Música: Lado Sujo
Artista: Mano Fler & Mano Resgate
Produção Beat: DJ Samu aka Suguiura
Mix e Master: DJ Samuel Suguiura
CONTATO: ladosujocrew@gmail.com
WhatsApp: (11) 9 5362-0334

Fonograma exclusivo ®LSF.
Conteúdo exclusivo LSF / Lado Sujo da Frequência Records.
Realização e produção: LSF /2019 ®Todos direitos reservados

PROJETO CURITIBANO QUE ESTIMULA LEITURA E DOAÇÃO DE LIVROS BUSCA PARCERIAS PARA AMPLIAR AÇÕES

Freguesia do Livro cria pontos de leitura e estimula troca de obras gratuitamente. Organização quer que livros doados cheguem em locais onde as pessoas não têm acesso à leitura

Receber e doar livros, criar pontos de leitura, formar novos leitores e promover ações colaborativas são os principais objetivos do projeto curitibano Freguesia do Livro. A organização social está buscando parcerias para manter e ampliar as ações desenvolvidas, e, especialmente, fazer com que os livros doados cheguem aonde as pessoas não têm acesso à leitura. A meta é ter apoio para manter mais de 180 pontos de leituras ativos em Curitiba e região, por onde circulam pelo menos 2000 livros.

Fundada em 2011 por duas amigas apaixonadas por livros, a primeira biblioteca comunitária surgiu em uma escola na Vila Zumbi dos Palmares, em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Desde então, alunos, funcionários e clientes de mais de 500 pontos de leituras criados em escolas, instituições beneficentes, bares, restaurantes, clínicas, entre outros foram beneficiados pelo projeto que já recebeu e doou mais de 90 mil livros.

Segundo Angela Duarte, idealizadora do projeto, a circulação de livros em pontos comerciais da cidade tem uma função ainda mais nobre, a de “tornar a Freguesia conhecida para que mais livros sejam doados e mais pessoas, com acesso limitado à leitura, possam ser beneficiadas”, ressalta.

Ainda de acordo com Josiane Bibas, também fundadora da Freguesia, a iniciativa propõe uma livre circulação literária que coloca livros em movimento, incentivando a leitura para todos em todos os lugares. “Como todo o trabalho é feito de forma voluntária e gratuita, buscamos apoio para dar continuidade a esse trabalho de transformação pela leitura”, conta.

Quando recebidos, os livros são higienizados e organizados em caixas, de acordo com o perfil do público do local que receberá o acervo. Para se cadastrar como um ponto de leitura ou fazer uma doação financeira ou de livros ou ajudar o projeto de outras formas, basta acessar o site da Freguesia na aba Participe e também a página www.apoia.se/freguesiadolivro

As coordenadoras da Freguesia do Livro: Josiane Mayr Bibas, Ângela Marques Duarte, e a voluntária Gabriela Carvalho.

Serviço
Participe da Freguesia do Livro
Informações:
– www.freguesiadolivro.com.br/participe/
– www.apoia.se/freguesiadolivro

INSCRIÇÕES PRORROGADAS PARA EDITAL DE AUDIOVISUAL DO SESC-PR / NOVO PRAZO É O DIA 30 DE JULHO

As inscrições do edital de seleção para licenciamento de obras audiovisuais do Sesc-PR foram prorrogadas ATÉ O DIA 30 DE JULHO DE 2021. As produções classificadas pela curadoria irão integrar a programação de audiovisual da instituição, nos formatos presencial e on-line, pelo período de 24 meses.

Estão aptos a participar pessoas físicas, pessoas jurídicas e microempreendedores individuais, ambos residentes ou estabelecidos no estado do Paraná e com o Cnae compatível com o objeto do edital. Cada proponente pode concorrer com até três obras que tenham sido finalizadas a partir de janeiro de 2019 e que não tenham sido exibidas no circuito cinematográfico comercial.

A avaliação das propostas julgará critérios como qualidade artística, qualidade técnica e relevância para o público do Sesc. A remuneração varia conforme categoria de enquadramento baseado na duração da obra (curta, média ou longa-metragem).

As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo site, no endereço www.sescpr.com.br/cultura/editais , onde também está disponível o edital para consulta de todas as informações do processo, além de ser possível consultar resultados a partir de 30 de julho.

ARTISTAS VISUAIS REÚNEM 8 ANOS DE TRABALHO EM LIVRO DIGITAL

Três artistas brasileiras produzem livro e exposição digital com obras audiodescritas. Em seus trabalhos, elas abordam com diferentes técnicas temas como memória, identidade e vazio. Lançamento da publicação acontecerá no YouTube.

Acontece no dia 23 de junho, às 19h30, o lançamento do livro digital Lugar InComum. A publicação reúne obras das artistas Érica Kaminishi, Julia Ishida e Sandra Hiromoto. Em seus trabalhos, as artistas visuais abordam temas como paisagem, memória, identidade e vazio com o uso de diferentes técnicas.

O livro apresenta o trabalho de cada artista em retrospectiva, com produções feitas entre 2013 e 2021. A curadoria e o texto de apresentação são de Rosemeire Odahara Graça e o prefácio é de Denise Bandeira, professoras da Universidade Estadual do Paraná (Unespar). A edição será bilíngue e contará com audiodescrição para todas as obras.

O título alude a uma exposição de mesmo nome realizada em 2013, no Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC/PR). “É uma brincadeira, um jogo de palavras. As três artistas trabalham com produções bem diferentes, mas, no fundo, possuem pontos em comum”, reflete Érica Kaminishi.

Uma história “incomum”
As trajetórias das três artistas se cruzaram pela primeira vez durante a exposição e o lançamento do livro “Wakane: a arte visual nipo-brasileira no Paraná”, de Rosemeire Odahara Graça, em 2003. Dez anos se passaram até que suas obras fossem reunidas na exposição Lugar InComum no MAC/PR, em 2013, que foi seguida pela exibição “Olhar InComum: Japão Revisitado”, no Museu Oscar Niemeyer, em 2016.

A ascendência japonesa está entre os pontos em comum na história das três profissionais. Porém, as diferenças residem nos processos e técnicas usadas por cada uma. Julia Ishida, por exemplo, produz desenhos e pinturas a partir de fotografias. “Nestes dois últimos dois anos tenho me dedicado quase que exclusivamente ao desenho. São desenhos com muito espaço: chamo de vazio, um vazio onde o branco acaba sendo cheio, pois é um branco chapado, duro que impede você de entrar além do que o desenho permite”, comenta Julia Ishida.

Já Érica Kaminishi trabalha com diversos materiais para criar mapas e outros elementos visuais. “Utilizo Fernando Pessoa para falar da minha língua materna, o português, e alguns elementos da cultura tradicional japonesa: as nuvens, que são uma referência da pintura mais tradicional, e as cores dourado e prata, que são muito fortes no barroco japonês”, conta a artista.

Sandra Hiromoto, por sua vez, incorpora técnicas como estêncil e grafite em seus trabalhos. Suas obras estão expostas nos mais diversos espaços: de museus a muros de escola. “Em minhas obras procuro atingir o espectador com mensagens diretas, camadas de letras, muitas cores e suportes em locais acessíveis. Gosto de me aproximar e dialogar com o maior número possível de pessoas”, explica.

A ideia inicial era fazer um livro impresso e uma exposição presencial. Com a pandemia, o livro será digital e contará com a exposição Lugar InComum — Virtualidades, além do evento de lançamento que será transmitido pelo canal do YouTube do projeto. “Esse bate-papo e o livro estão inseridos numa nova realidade. É um lugar incomum, né? A gente está aprendendo a fazer artes visuais para esse novo espaço”, reconhece Rosemeire Odahara.

Serviço
O quê: Live de lançamento do livro digital Lugar InComum.
Quando: dia 23/06, às 19h30
Onde: No canal do YouTube Lugar InComum art
Link de acesso: www.youtube.com/watch?v=w8dUp3IKppM