Blogue FATO Agenda divulga: 1) vagas e oportunidades em comunicação social, mkt e design em Curitiba e região. 2) Agenda cultural da cidade. 3) Livros e discos de vinil (do Sebinho FATO Agenda). Editado há 17 anos (desde 2009) pelo jornalista Leandro Hammerschmidt.
“MANO BROWN (Racionais Mc’s) mostra umas técnicas de sampler para o programa DO LADO DE CÁ. Ele cria uns beats na MPC2000 junto com a ROLAND MC303, no fim do vídeo e ainda rola umas rimas de improviso com Ylsão (Negredo), Poetisa e Lelê (Di Função).”
Pankok era um gravador alemão difamado pelos nazistas como um “artista degenerado” porque seu tema central era o sofrimento dos oprimidos. Seu trabalho revela claramente a influência de van Gogh, a quem ele reverenciava. Em 1950, ele criou a xilogravura “Cristo quebra o rifle”, que mais tarde foi usada pelo movimento de paz cristão alemão que levou à queda do muro de Berlim em 1989.
via Michael Frost, do mural do Padre Júlio Lancelotti
Gravação em estúdio de Paulo Leminski (voz e violão) e Kito Pereira (bateria e percussão). Esse arquivo foi gravado no final da década de 80 em Curitiba. Leminski canta composições de sua autoria: Mudança de Estação, Valeu e Verdura. http://doclondrina.blogspot.com.br/
“A gravação é um raro documento sonoro do Leminski cantando, com a força da originalidade que lhe era peculiar, foi gravado direto sem ensaio nem foi editado, simplesmente sendo o que era pra ser no momento. Eu na bateria, o Marinho Gall na viola, Leminski no violão, voz e mais nada….. mesmo assim Valeu !!!”, relembra Kito Pereira.
“Todos os Paulos do Mundo”, acompanha as seis décadas da trajetória de Paulo José como ator, diretor e pensador do país, através de sua carreira e de suas reflexões sobre a arte e a vida.
Estes são CURSOS de artes ONLINE do Sesc Água Verde (em Curitiba) no segundo semestre! Com valores reduzidos, as aulas são realizadas pela Plataforma Teams. Seguem links dos cursos:
O MUSEU COMO ESPAÇO DE MÚLTIPLOS CONHECIMENTOS (terças das 14h às 15h30) Inscrições, neste link
OUTROS OLHARES SOBRE CURITIBA (quartas das 10h às 11h30). Inscrições, neste link
DESENHO BÁSICO (quintas das 10h às 11h30). Inscrições, neste link
PARA ENTENDER AS ARTES VISUAIS (quintas-feiras das 14h às 15h30). Inscrições, neste link
Sesc Água Verde também terá CURSOS PRESENCIAIS em Curitiba neste semestre. As vagas são limitadas, observando-se as restrições do número de alunos por turma e respeitando os protocolos de segurança. Os materiais utilizados nas aulas de desenho devem ser de uso individual. Seguem links dos cursos:
TÉCNICAS MISTAS (terças das 9h30 às 11h30). Inscrições, neste link DESENHO AVANÇADO (segundas das 14h às 16h). Inscrições, neste link
PARA ENTENDER AS ARTES VISUAIS (segundas das 9h30 às 11h30). Inscrições, neste link
DESENHO BÁSICO (quartas das 14h às 16h). Inscrições, neste link
Ministrante com Licenciatura em Artes Visuais (UFPR), Especialização em Turismo (PUCPR) e Guia de Turismo (SENACPR) Pré-inscrições abertas a partir de 2 DE AGOSTO. Informações: telefone (41) 3340-2450.
As aulas acontecerão de 10 a 13 de agosto de 2021 de forma on-line
Na busca de ampliar o acesso, exercer a cultura da inclusão e garantir o direito de pessoas surdas a participarem de programações culturais, o Sesc Paraná abre inscrições para a Criação Teatral em Libras, uma oficina dedicada ao desenvolvimento de cenas curtas integralmente na linguagem de sinais.
A oficina possui a carga horária de 12 horas, e acontecerá de 10 a 13 de agosto, das 19h às 22h pela plataforma on-line Zoom. A atividade é gratuita e as vagas são limitadas. Podem participar pessoas surdas acima de 18 anos com interesses por artes cênicas, teatro, poesia em Libras, intérpretes, professores e demais pessoas que conhecem a Língua Brasileira de Sinais e que se interessam por teatro.
Ao longo da semana, nos encontros virtuais serão desenvolvidos exercícios introdutórios de composição cênica em Libras. Em quatro dias de vivência, os participantes desenvolverão uma cena curta e autoral, tendo como principal referência criativa a Poesia em Libras.
As atrizes Catharine Moreira e Helena Jorge Portela, surda e ouvinte, respectivamente, irão ministrar o conteúdo desenvolvido exclusivamente para a ação pela Cia. Fluctissonante, grupo teatral sediado em Curitiba que é composto por artistas e criadores surdos e ouvintes e pesquisa a união do Português e da Libras em cena.
Será disponibilizada declaração de participação no evento para os participantes que concluírem todas as aulas. Inscrições através deste link
Esta atividade faz parte da Plataforma Cena, um projeto do Sesc Nacional que acontece num ambiente digital com o objetivo de promover a produção de conhecimento e a reflexão na área das artes cênicas. São disponibilizadas oficinas, produções e exibições de vídeos desmontagens, debates, escritas e compartilhamentos de artigos sobre os trabalhos cênicos de 17 grupos e companhias de todo o país, selecionadas de forma coletiva pelo Sesc Brasil e departamentos regionais do Sesc.
Galeria de Curitiba é uma das primeiras galerias de arte do Brasil a focar exclusivamente em NFTs.
A AIREZ Galeria, fundada em 2015, se torna neste ano uma galeria de arte exclusivamente dedicada a venda de obras em formato NFT.
NFT, sigla em inglês para Token não-fungível, é uma nova forma de se comercializar arte. Guilherme Zawa, artista e curador da galeria, comenta que “as NFTs surgiram na esteira das criptomoedas, mas acabaram por resolver um problema antigo entre artistas de vídeo ou suportes alternativos que era o de como comercializar estas obras. As NFTs resolvem muito bem isso e inauguram uma nova era para estes artistas” conclui o curador da AIREZ que já foi sede para o evento The Wrong – New Digital Art Biennale que apresentou diversos artistas de GIF e Video.
Embora ainda desconhecida do grande público as NFTs parecem já ter se estabelecido no exterior, tanto é que a famosa casa de leilões Sotheby’s vendeu este ano uma obra digital NFT por 16 milhões de dólares. Zawa comenta que “as NFTs não são mais um experimento, pois já se encontram consolidadas. É uma nova era para colecionadores também.”
A AIREZ vai apresentar no mês de julho uma nova leva de artistas junto à outros que já eram representados pela galeria antes. Entre eles está o artista argentino Franco Palioff, formado em engenharia nuclear e que se aplica à construção de obras de arte em 3D, realidade virtual e até robôs.
Com o intuito de descobrir novos artistas que vendam suas obras como NFTs a AIREZ anunciou um prêmio de aquisição e representação. O ganhador será anunciado no dia 31 de julho. Para saber mais acesse: http://airez.art.br
Produção: Lado Sujo da Frequência Direção: Cria da Rua Câmera e Edição: Igor Henrique Produção Executiva: Verônica Menezes Produção Geral: Carol Azolin
Freguesia do Livro cria pontos de leitura e estimula troca de obras gratuitamente. Organização quer que livros doados cheguem em locais onde as pessoas não têm acesso à leitura
Receber e doar livros, criar pontos de leitura, formar novos leitores e promover ações colaborativas são os principais objetivos do projeto curitibano Freguesia do Livro. A organização social está buscando parcerias para manter e ampliar as ações desenvolvidas, e, especialmente, fazer com que os livros doados cheguem aonde as pessoas não têm acesso à leitura. A meta é ter apoio para manter mais de 180 pontos de leituras ativos em Curitiba e região, por onde circulam pelo menos 2000 livros.
Fundada em 2011 por duas amigas apaixonadas por livros, a primeira biblioteca comunitária surgiu em uma escola na Vila Zumbi dos Palmares, em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Desde então, alunos, funcionários e clientes de mais de 500 pontos de leituras criados em escolas, instituições beneficentes, bares, restaurantes, clínicas, entre outros foram beneficiados pelo projeto que já recebeu e doou mais de 90 mil livros.
Segundo Angela Duarte, idealizadora do projeto, a circulação de livros em pontos comerciais da cidade tem uma função ainda mais nobre, a de “tornar a Freguesia conhecida para que mais livros sejam doados e mais pessoas, com acesso limitado à leitura, possam ser beneficiadas”, ressalta.
Ainda de acordo com Josiane Bibas, também fundadora da Freguesia, a iniciativa propõe uma livre circulação literária que coloca livros em movimento, incentivando a leitura para todos em todos os lugares. “Como todo o trabalho é feito de forma voluntária e gratuita, buscamos apoio para dar continuidade a esse trabalho de transformação pela leitura”, conta.
Quando recebidos, os livros são higienizados e organizados em caixas, de acordo com o perfil do público do local que receberá o acervo. Para se cadastrar como um ponto de leitura ou fazer uma doação financeira ou de livros ou ajudar o projeto de outras formas, basta acessar o site da Freguesia na aba Participe e também a página www.apoia.se/freguesiadolivro
As coordenadoras da Freguesia do Livro: Josiane Mayr Bibas, Ângela Marques Duarte, e a voluntária Gabriela Carvalho.