PASSEIO DE BICICLETA, OUVINDO HISTÓRIAS, FAZ PARTE DA PERFORMANCE PERCURSOS AFETIVOS

Passeio de bicicleta, ouvindo histórias, faz parte da performance PERCURSOS AFETIVOS

Idealizada pelo artista carioca Cadu Cinelli, performance itinerante com bicicletas abre a possibilidade de ressignificar as experiências na cidade.

Uma paixão por bicicletas que virou amor está na raiz da performance itinerante PERCURSOS AFETIVOS de CADU CINELLI. O ator, cicloativista, artista têxtil, contador de histórias e diretor teatral, integrante do grupo do Rio de Janeiro OS TAPETES CONTADORES DE HISTÓRIAS, realiza uma ação com bicicletas em que percorre, com um grupo de ciclistas, seis trajetos na cidade de Curitiba, contando histórias semificcionais ao longo do percurso. As performances são aos sábados, nos meses de março e abril. “Maria Poeta” é primeira, no dia 05 de março, às 19h, com ponto de encontro na Boca Maldita.

O grupo de ciclistas forma, com o artista que os guia, um conjunto que ouve narrativas e paisagens sonoras, contempla árvores, edifícios, monumentos, intervém no espaço ao inserir um objeto, uma palavra, sinalizando um novo olhar sobre as rotas que atravessam o mapa afetivo da cidade.

PERCURSOS AFETIVOS traz não só a possibilidade de tornar a bicicleta agente responsável por transportar o público como também colocá-lo ativamente dentro das ambiências da performance. “A ‘magrela’ torna-se meio e ponto de perspectiva para recepção das histórias. Também ocupa a posição central quando o tema é discutir o papel artístico do veículo e de sua relação com o meio externo. A bicicleta como espaço cultural”, diz Cinelli, doutorando no Programa de Pós- Graduação em Geografia da UFPR na Linha de Pesquisa de Espaço, Produção e Cultura.

RESSIGNIFICAÇÃO
A ressignificação, por meio da ação poética, pode potencializar o olhar do passante ao revisar a paisagem que lhe era habitual. Tanto o público que participa ativamente da performance quanto aquele que está de passagem vê um grupo de ciclistas em relação a algum lugar, interagindo com a cidade.

“Já passei por muitas cidades ao longo da minha vida. Nos lugares em que consegui pedalar, os meus vínculos são mais estreitos, estas cidades são mais minhas”, reconhece Cinelli, que não tem carteira para dirigir carro ou moto e nem pretende tirar porque  há muito veículo desse tipo no mundo. O idealizador de PERCURSOS AFETIVOS já viajou por várias cidades do Brasil e do exterior, ministrando e dando cursos de contação de histórias.

No intuito de estabelecer vínculos com o seu espectador, trazendo o devido teor afetivo, Cinelli pesquisou, observou e fez entrevistas para compor rotas com histórias reais dos prédios, das pessoas que ali vivem ou viveram, das ruas, árvores, flores, de forma que tudo isso fica tramado nos percursos, nas narrativas durante a trajetória.

A performance traz em seu cerne a discussão da utilização do espaço público, o quanto as histórias dos seus habitantes podem pertencer a esses espaços e esses podem pertencer aos seus habitantes.  “Do selim dá para sentir o movimento da cidade, sua pulsação, suas calmarias, suas baladas. Dá pra saber se a cidade é violenta, se é amigável com a magrela, com quem caminha. Dá para fazer amizades com apenas um olhar. Inclusive dá para paquerar, fazendo tocar sineta para chamar a atenção daquele que distraidamente passa ao teu lado…”, dá ideia, brincando, Cinelli.

Serviço:
Apresentações presenciais do PERCURSOS AFETIVOS em Curitiba
– 05/03 às 19h – ponto de encontro: Boca Maldita
– 12/03 às 19h – ponto de encontro: Terminal Guadalupe
– 26/03 às 19h – ponto de encontro: Praça de Bolso de Ciclistas
– 02/04 às 16h30 – ponto de encontro: Parque Bacacheri
– 09/04 às 16h – ponto de encontro: Terminal do Boqueirão
– 16/04, às 19h – ponto de encontro: Escadaria do antigo prédio da UFPR Praça Santos Andrade

*Em caso de chuva o percurso é transferido para o dia seguinte.
*Os ingressos são contribuição consciente e podem ser pagos no dia.

*Para cada dia da apresentação são disponibilizadas quatro bicicletas para empréstimo pelo telefone: +55 21 98352 2492

*Há obrigatoriedade do uso de máscara e apresentação do cartão de vacinação para COVID com no mínimo duas doses;

*São muito bem-vindos outros modais como patinete, skate, patins e rollers

No site você fica sabendo mais sobre a performance e o currículo de Cadu Cinelli:
site: www.percursosafetivos.com
insta: www.instagram.com/percursosafetivos/

Ficha Técnica:
Performer/ idealizador: Cadu Cinelli
Colaborador criativo: Dag Bach
Programador Visual: Cristhian Lucas
Assessoria de Imprensa: Karen Monteiro
Vídeos: Felipe Rhoering
Fotos: Lis Guedes, Doug Oliveira e Renato Mangolin

“O TESOURO DO PIRATA ZULMIRO”: ESPETÁCULO CIRCENSE COM ESTREIA EM JANEIRO REVIVE LENDA CURITIBANA

O Tesouro do Pirata Zulmiro. Foto: Lidia Ueta.

A montagem, que traz a lenda do Pirata Zulmiro como pano de fundo, também é uma homenagem ao artista idealizador do projeto, Marcos Gabriel Freitas (Palhaço Fidalgo), que faleceu em agosto de 2020. Ao todo, serão oito apresentações online e gratuitas para toda a família assistir no YouTube entre os dias 27 de janeiro e 06 de fevereiro

Entre os dias 27 de janeiro e 06 de fevereiro, de quinta a domingo, sempre às 20h, os curitibanos de todas as idades têm a oportunidade de assistir gratuitamente e online o espetáculo “O Tesouro do Pirata Zulmiro”, que, por meio de números circenses, parte da lenda que permeia o imaginário da cidade de Curitiba, para contar essa história. As exibições são feitas diretamente no canal do YouTube do diretor e dramaturgo do projeto, Silvestre Neto, o Palhaço Macaxeira youtube.com/SilverNeto.

“O Tesouro do Pirata Zulmiro”, foi idealizado pelo artista Marcos Gabriel Freitas — o Palhaço Fidalgo —, e complementado pelo artista Silvestre Neto. Após o falecimento de Fidalgo em agosto de 2020, a obra foi adaptada pela equipe, que está realizando o espetáculo em homenagem à vida e obra do Palhaço Fidalgo.

A obra foi gravada nas dependências do Circo da Cidade, no Boqueirão, e explora a saga do Pirata Zulmiro, um personagem do folclore curitibano, para conseguir abrir o baú que carrega consigo. Em um universo delirante, Zulmiro precisa passar por provações para descobrir de quais maneiras as riquezas dele podem ser reveladas. Buscando ajuda em uma lona circense, ele e Heraldo, seu fiel escudeiro, desvendam os mistérios do picadeiro de uma forma inusitada. Diversão garantida para toda a família.

Além das oito apresentações, o projeto conta, ainda, com a realização de um bate-papo da equipe com o público para compartilhar o processo de criação e refletir sobre os caminhos da linguagem circense no ambiente audiovisual. A live acontece no dia 27 de janeiro, às 21h, logo após a estreia da peça, também no canal do YouTube.

O espetáculo tem dramaturgia e direção de Silvestre Neto, e o elenco conta com a participação de artistas relevantes do cenário circense curitibano: Camila Cequinel, Denis Mariano, Mago Niko e o próprio Silvestre Neto.

A estreia, inicialmente prevista para acontecer de forma presencial em março de 2020, como parte da programação do Circo da Cidade, precisou ser adiada por conta da pandemia causada pelo coronavírus e, posteriormente, pelo falecimento de Marcos.

O roteirista, diretor e parceiro de criação, Silvestre Neto, comenta que a realização do espetáculo é uma forma de homenagear o amigo. “O Marcos era um buscador. Tinha certeza sobre sua missão e assim o fazia com sua arte, buscando sempre se aprimorar. Era impressionante a sagacidade e o ímpeto dele em procurar compreender suas dificuldades com o único intuito de ser um artista mais completo. Nos ensaios que foram paralisados ele estava mostrando o quanto estava pronto para levar ao máximo essa forma de pensar”, diz. “Para mim e o elenco, todos amigos dele, o espetáculo foi criado de forma muito emocionante, com o coração nas atuações. Faço com a intenção de registrar o legado desse artista impressionante e homem fora do comum”, reforça Silvestre.

Marcos Gabriel Freiras nasceu em 1981, no município de Faxinal, a 300 km de Curitiba. Se mudou para a capital aos 9 anos de idade, para tratar problemas de saúde. Dos 38 anos que viveu, 16 foram dedicados ao teatro e à palhaçaria. Em meados de 2010, criou o bufão Fidalgo Filho de Algo — o Palhaço Fidalgo —, personagem que interpretou em diversos espetáculos locais e nacionais. Sempre com humor e irreverência, abordava temas como religião e política. Marcos faleceu em agosto de 2020, por complicações causadas pela COVID-19. Ele deixou a esposa, Letícia Lopes Freitas, com quem vivia há 13 anos.

O projeto foi aprovado no edital de Difusão e Formação em Circo, promovido pela Fundação Cultural de Curitiba.

SERVIÇO:
O TESOURO DO PIRATA ZULMIRO
Classificação indicativa: Livre
Exibições gratuitas de 27 de janeiro a 06 de fevereiro
Quintas, sextas, sábados e domingos, sempre às 20h
Via YouTube youtube.com/SilverNeto
LIVE – Processo de Criação do espetáculo O TESOURO DO PIRATA ZULMIRO
Um bate papo sobre o processo criativo do espetáculo, refletindo sobre os caminhos da linguagem circense para o ambiente audiovisual
Dia: 27 de janeiro
Horário: 21h (após a exibição de estreia do espetáculo)
Via Youtube youtube.com/SilverNeto

FICHA TÉCNICA
Roteiro e Direção: Silvestre Neto
Elenco: Camila Cequinel, Denis Mariano, Mago Niko, Silvestre Neto
Iluminação: Wagner Correa
Técnico de iluminação (montagem): Well Daum
Cenário e Figurino: Levi Brandão
Costureira: Nair Scheffler
Trilha Sonora: Denis Mariano
Gravação: Paulo Rosa e Lídia Ueta
Edição: Silvestre Neto
Técnico de Som: Karina Scariott
Transmissões das ações: Paulo Rosa
Fotos: Lidia Ueta
Assessoria de Imprensa e Mídias Sociais: Platea Comunicação e Arte (Thays Cristine – (41) 9 9907-9648 – platea.comunicacao@gmail.com)
Design Gráfico: bialopse
Diretor de Produção: Marianinho Produções (Edran Mariano)
Realização: Silvestre Neto
Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

LITERATURA COM ACESSIBILIDADE

Ave Lola Espaço de criação lança audiobook e realiza evento com tradução para libras e audiodescrição

Curitiba, 08 de dezembro de 2021 – A obra literária “Nuon – dramaturgia e memórias do processo de montagem” de autoria da dramaturga e diretora Ana Rosa Genari Tezza, ganhará sua versão audiobook em português e ebook em espanhol. O lançamento acontecerá no dia 16 de dezembro, das 19h30 às 21h30, na Ave Lola Espaço de Criação (rua Marechal Deodoro, 1227 – Centro de Curitiba) e terá tradução para libras e audiodescrição.

O evento contará com a presença da autora Ana Rosa para um bate-papo sobre o livro que será distribuído gratuitamente. A publicação traz a dramaturgia do espetáculo “Nuon” montado em 2016 pela trupe Ave Lola e fala sobre o processo de montagem da peça contado pela própria dramaturga e em relatos de artistas que participaram da obra teatral.

O projeto “Publicação literária Nuon” foi financiado pela Lei de Incentivo à Cultura e é uma realização da Ave Lola Espaço de Criação e Governo Federal por meio do Ministério do Turismo e da Secretaria Especial da Cultura. Patrocínio: Nórdica, Tratorcase Máquinas Agrícolas, Plast Pack, Serdia, Tratornew. Instituição Beneficiada: Hospital Pequeno Príncipe (HPP).

Sinopse
Ana Rosa Tezza traz em Nuon, dramaturgia e memórias do processo de montagem, a história que acontece em uma única noite no Camboja, em que se juntam vida e morte, dia e noite, amor e guerra. Na peça, barrada pela senhora Nuon, mulher cambojana que resistiu ao cruel regime e acolheu outras mulheres em sua jornada, surgem espíritos inquietos que testemunharam o regime do Khmer Vermelho. Eles apresentam ao público suas revelações: suas humanidades, seus amores, seus temores, seus sons, suas vidas e mortes.

O processo de criação da obra foi relembrado por cada membro da trupe Ave Lola e descrito para trazer ao leitor os detalhes do fazer teatral da companhia curitibana. Nuon viajou Brasil afora e tocou pessoas de diferentes partes do mundo com sua profunda emoção, inspiração e amorosidade. A arte da Ave Lola expande o viver para infinitas possibilidades.

Ficha Técnica
Direção: Ana Rosa Tezza
Elenco: Ana Rosa Tezza em Nuon e Koylan, Evandro Santiago em Arun, Kim, Sambath e Diretor do Campo de Refugiados, Helena Tezza em Bopha, Nuon e Ampeu Hengsaa, César Matheus em Príncipe Norodom Sihanouk, Marcelo Rodrigues em Tã e Mestre Viseth, Regina Bastos em Nuon
Composição Musical: Arthur Jaime e Breno Monte Serrat
Músicos: Arthur Jaime e Breno Monte Serrat
Captação, Mixagem e Edição de Áudio: Arthur Jaime e Breno Monte Serrat

Serviço:
Lançamento do audiobook em português e do ebook em espanhol da obra literária  “Nuon – dramaturgia e memórias do processo de montagem” | lançamento com tradução para libras e audiodescrição e distribuição gratuita do livro no drive-thru da Ave Lola.
Data: 16 de dezembro de 2021
Horário: das 18h30 às 21h30
Ingresso: gratuito
Local: Ave Lola Espaço de Criação (Rua Marechal Deodoro, 1227)
Facebook: @avelolaespacaodecriacao
Instagram: @ave_lola
Site: www.avelola.net.br
Contato de Imprensa: Jamilssa Melo | 92-98161-1848

CORO CÊNICO DO PEQUENO COTOLENGO DO PARANÁ RETORNA AS ATIVIDADES COM APRESENTAÇÃO VIRTUAL NESTA SEXTA (3)

Após mais de um ano e meio sem ensaios e apresentações, o Coro Cênico do Pequeno Cotolengo do Paraná voltou às atividades presenciais na Instituição. Este ano, a peça escolhida foi “A Magia da Vida”, que será apresentada de forma virtual no dia 3 de dezembro, a partir das 19h, e um livro adaptado da peça também será lançado em breve. A data marca o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, dia que promove a reflexão sobre o empoderamento da pessoa com deficiência.

O Projeto Coro Cênico do Pequeno Cotolengo do Paraná é realizado através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, da Secretaria Especial da Cultura/Ministério do Turismo/Governo Federal/Pátria Amada Brasil. Espetáculos gratuitos do projeto são apresentados às escolas, empresas e comunidade em geral. Como principais resultados, o Coro Cênico contribui para a melhora da autoestima das pessoas com deficiências múltiplas envolvidas, além de ser uma ferramenta de inclusão em meio à sociedade e de sensibilização, para que todos reflitam sobre a importância de aprender a conviver com as diferenças.

Nos últimos anos, por conta da pandemia, as apresentações presenciais precisaram ser canceladas, incluindo os ensaios com os Assistidos participantes do Coro Cênico. No início deste ano, a Escola Pequeno Cotolengo promoveu o retorno dos ensaios presenciais do com os Assistidos, com a peça “A Magia da Vida”, em comemoração aos 10 anos do espetáculo. Porém, apesar do retorno, a volta à normalidade ainda está um pouco distante: a peça será apresentada virtualmente para o público.

Com os ensaios acontecendo semanalmente dentro do Pequeno Cotolengo, os Assistidos se deslocaram até o Estúdio LR Visuals, parceiro do Coro Cênico, para realizar as gravações da peça em formato audiovisual. A diretora da Escola Pequeno Cotolengo, Alessandra Marquete, contou que a mudança precisou acontecer e está sendo um momento diferente para os Assistidos. “Antes tínhamos uma estreia no Teatro Positivo e o espetáculo era itinerante. Agora, o espetáculo foi gravado em um estúdio, é um momento de aprendizagem para nós também”, afirmou a diretora.

A estreia do espetáculo acontecerá virtualmente e será transmitido nas redes sociais da Instituição no dia 3 de dezembro, a partir das 19h. Estarão presentes durante a estreia do espetáculo apenas os Assistidos da Organização, o público em geral poderá acompanhar nas redes sociais.

O Coro Cênico é fundamental para a promoção da autoestima e inclusão por meio da arte. As atividades do Coro são importantes e essenciais para os Assistidos, é o que enfatizou a diretora. “O Coro Cênico ressignifica a deficiência. Quando nossos Assistidos estão no palco, eles se destacam, eles são as estrelas, é o empoderamento da pessoa com deficiência”.

A última apresentação presencial realizada pelo Coro Cênico do Pequeno Cotolengo do Paraná foi em janeiro de 2020, com a peça “Em busca do Arco Íris” na Capela Santa Maria durante a 37ª Oficina da Música, evento cultural realizado em Curitiba.

A Magia da Vida
O espetáculo “A Magia da Vida” conta a história de um lugar encantado, em que o personagem Gnomo nos leva a refletir sobre a vida e suas diferenças. A peça nos conta a realidade do abandono, da amizade, da solidariedade e da união, envolvendo surpresas, canções e muita alegria.

Serviço
Espetáculo “A Magia da Vida” – Coro Cênico Pequeno Cotolengo
Local: Transmissão ao vivo nas redes sociais (Facebook e Instagram) do Pequeno Cotolengo do Paraná
Data: 03/12/2021
Horário: A partir das 19h
Lei Federal de Incentivo à Cultura
Patrocínio: Guararapes, Britânia, Philco, Brose e Itambé
Realização: Pequeno Cotolengo / Secretaria Especial da Cultura / Ministério do Turismo / Governo Federal / Pátria Amada Brasil

TEATRO SECALHAR APRESENTA CRIPTA


CRIPTA por Jade Giaxa

A partir do dia primeiro de dezembro o grupo TEATRO SECALHAR apresenta seu trabalho  audiovisual CRIPTA. As exibições são realizadas de forma online até o dia cinco de dezembro sempre às 19h na plataforma Zoom. Em cada dia do evento, acontece um bate-papo com a equipe criativa após a exibição do trabalho. Os ingressos são gratuitos e  podem ser retirados no site www.teatrosecalhar.com

CRIPTA é o terceiro trabalho do grupo, desenvolvido a partir da continuidade das pesquisas com os temas guerra e gênero, que haviam sido investigados na obra Tanya: experimento para um encontro (2020). Agora, soma-se a isso também a casa, o espaço doméstico, entendido, aqui, como lugar de refúgio e de convivência.

Com o avanço da pandemia – que trouxe a demanda de, novamente, não apresentar um espetáculo presencial – o grupo optou por aprofundar sua relação com a linguagem audiovisual, buscando, nessa mídia, desdobramentos possíveis dentro do universo do trabalho anterior.

Em agosto, o grupo ocupou uma casa em Colombo-PR, dentro da qual foram realizadas quatro lives de experimentação e, posteriormente, as gravações do filme. Daí, seguiu-se a edição-construção da obra pensando a ritualística cotidiana própria da existência de quatro figuras dentro desse lar.

Segundo Vinícius Medeiros, dramaturgo de CRIPTA, ao longo da criação, o grupo percebeu que Tanya os levou a falar sobre as relações afetivas com a família, a infância, a morte e a religiosidade. ” A casa surgiu, portanto, enquanto ambiente central da investigação dessas questões. É importante também dizer que a decisão de situar a obra dentro de uma casa se deu ainda pelo contato com esse espaço como local de abrigo, isolamento e memória no momento de pandemia”, finaliza o dramaturgo.

O trabalho foi viabilizado pelo Mecenato Subsidiado, modalidade Iniciante, da Fundação Cultural de Curitiba através do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura, tendo sido aprovado no edital de 2019. A estreia ocorrerá em Dezembro de 2021, via Zoom.

Além das apresentações, o grupo propõe a Oficina de Invenções Distraídas, ministrada por Francisco Gaspar e Caio Monczak.

SINOPSE:
Quem vem cá, que entre consigo, carregando as velhas sempre novas casas de si. Pelos pisos e paredes da vida agora comum se achegam os fins das muitas moradas. Quando, então, ao sumir o último sol, formos terra, água, fogo e ar, nos encontraremos para as boas-vindas de quem já partiu – e que hoje volta a partir.

QUANDO
01 a 05 de dezembro às 19h
Gratuito

Em cada dia de evento haverá uma interlocução com a equipe criativa após a exibição.

01/12 – Interlocução 1 – O Modo Operativo AND nos processos de criação da TEATRO SECALHAR com Francisco Gaspar Neto e Milene Duenha;
02/12 – Interlocução 2 – Bate-papo com TEATRO SECALHAR;
03/12 – Interlocução 3 – Dramaturgia, figurino e direção de arte com Vinicius Medeiros, Fernanda Peyerl e Rafael Rodrigues;
04/12 – Interlocução 4 – Iluminação, com Nadia Luciani e Vini Sant;
05/12 – Interlocução 5 – Audiovisual, com Eduardo Camargo e Renan Gumiel

Do dia 06 a 09 de dezembro será ministrada a oficina de invenções distraídas com Caio Monczak e Francisco Gaspar Neto.

OFICINA DE INVENÇÕES DISTRAÍDAS
A oficina de invenções distraídas se situa na questão “como redispor a casa para reanimar o movimento?” para propor a invenção de situações e objetos através da desprogramação / reprogramação dos dispositivos reguladores da habitação. Pretendemos nos nossos encontros subverter as disposições habituais e hierárquicas dos corpos que coabitam os ambientes em que vivemos para constituir novos mapas sensíveis entre corpos-gente, corpos-mobília, corpos-imagens. Trata-se de um convite a experimentar a subversão das lógicas consagradas de dispor a mobília, ordenar os encontros e controlar os movimentos. É um convite também à invenção de novos modos de existir no espaço comum a partir do incomum já compartilhado. Para isso, vamos trabalhar as imagens produzidas no espetáculo Cripta da TEATRO SECALHAR conjugados a elementos da prática de Arrumação, estratégia de invenção coletiva e convivência que se estabelece na redisposição dos nossos mapas subjetivos através da experimentação conjunta da composição dos corpos nos espaços.


CRIPTA por Eduardo Camargo

FICHA TÉCNICA
Criação: TEATRO SECALHAR – Andromeda, Eduardo Camargo, Fernanda Peyerl, Jade Giaxa, Karina Rozek, Milena Plahtyn, Rafael Rodrigues e Vinicius Medeiros
Performers: Jade Giaxa, Karina Rozek, Milena Plahtyn e Rafael Rodrigues
Dramaturgia: Vinicius Medeiros
Direção audiovisual, direção de fotografia, operação de câmera, edição e finalização: Eduardo Camargo
Design gráfico: Karina Rozek
Operação de câmera, assistência de fotografia e de direção: Renan Gumiel
Iluminação: Nádia Luciani
Platô, assistência de iluminação e captação de som: Vini Sant
Figurino: Fernanda Peyerl
Maquiagem: Andromeda
Consultoria artística: Francisco Gaspar
Preparação corporal: Milene Duenha
Direção de arte e direção de produção: Rafael Rodrigues
Arte 3D: Renan Gumiel
Contrarregragem: Andromeda, Fernanda Peyerl e Vinicius Medeiros
Produção geral: TEATRO SECALHAR

Apoio: Backbros – Locadora de Câmera

Agradecimentos: Fabio Nunes Medeiros, LABIC – Laboratório de Iluminação Cênica FAP/UNESPAR, Pêdra Costa, Pedro Bento de Oliveira e Wash Cavalli e família

Captação de recursos: Carol Roehrig
Incentivo: Uninter

SARAUS DE HISTÓRIAS VALORIZAM A CULTURA PARANAENSE

Os contadores de histórias Lucas Buchile e Fabiane de Cezaro, o músico Joelson Cruz e a atriz Lilyan de Souza participam dos Saraus de Histórias da Cultura Paranaense. Crédito da foto: Cristiano Nagel.

Em duas apresentações virtuais, manifestações artísticas vão mostrar narrativas infantis, brincadeiras e canções populares

O projeto cultural gratuito “Minha Avó Me Contou – Literatura Paranaense e Tradição Oral”, que começou em 16 de agosto e segue até 15 de novembro deste ano, apresenta sua nova atração: os Saraus de Histórias da Cultura Paranaense.

As atividades – em forma de vídeos que mesclam narrativas infantis, brincadeiras e canções – serão coordenadas pelos contadores de histórias Fabiane de Cezaro, Lucas Buchile e o músico Joelson Cruz.

O primeiro sarau irá apresentar dois contos populares brasileiros e terá estreia dia 31/10 (domingo), às 19h. Já a segunda manifestação artística traz um conto da literatura paranaense de autoria de Lucas Buchile e será mostrado ao público no dia 14/11 (domingo), às 19h, ambos pelo YouTube, Instagram, Facebook, Spotify e Castbox da atriz Lilyan de Souza [ver abaixo].

O que é um sarau?
Sarau é um evento cultural em que as pessoas se encontram para se manifestar artisticamente pela oralidade e musicalidade. Em geral o evento envolve dança, poesia, leitura de poemas, histórias, música, teatro e artes plásticas. Em virtude da pandemia, essas atrações serão mostradas de maneira online.

Surgimento no país
Literatura, música, champanhe e vinhos eram alguns dos ingredientes dos saraus do Brasil do século 19. Então privilégio de seleto público, esse tipo de encontro chegou ao Brasil em 1808, com D. João, e seguia os moldes dos salões franceses. Inicialmente, eram realizados no Rio de Janeiro, mas logo os fazendeiros de São Paulo resolveram aderir à moda e já na metade do século 19 estavam espalhados por todas as capitais.

Mais adiante, os saraus passaram a ser realizados também por pessoas de influência, que gostavam de uma boa música e queriam promover movimentos artísticos.

Contrapartida
Os Saraus de Histórias fazem parte da contrapartida social do projeto Minha Avó Me Contou que engloba 40 episódios de podcasts compostos por histórias da literatura infantil e infantojuvenil de autores paranaenses – todos apresentados com elementos da tradição oral. A última transmissão será no dia 15 de novembro.

O projeto foi idealizado e desenvolvido pela atriz, contadora de histórias e escritora Lilyan de Souza, junto com parceiros como o ator e contador de histórias Rafael Di Lari, o intérprete e bonequeiro Lucas Mattana, os atores Fabiane de Cezaro e Lucas Buchile – todos integrantes da Inominável Companhia de Teatro – além do músico Joelson Cruz, a artista visual Manu Assini e o produtor cultural Cristiano Nagel.

Aprovado pelo edital do Fundo Municipal de Cultura 034/2020 – Apoio a Festivais, Mostras e Manifestações Culturais Tradicionais – o projeto está sendo realizado com recursos do Programa de Incentivo à Cultura, Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Mesmo após o término do projeto, todas as ações realizadas (podcasts, Oficina de Bonecos e Saraus de Histórias) permanecerão disponíveis nas redes sociais de Lilyan de Souza.

Ficha técnica dos Saraus de Histórias:

Sarau de histórias 1 – Recontos dos contos populares brasileiros
– Vamos esperar o Set Set chegar
 (Livro: “Sete Histórias para Sacudir o Esqueleto”, de Ângela Lago – Companhia das Letrinhas – 2002).

– João Jiló
(Livro: “Enquanto o sono não vem”, de José Mauro Brant – Editora Rocco – 2003).

Canções populares:
“Tumbalacatumba”
“Meu galinho”
“João Jiló”

Parlenda:
“Um dois, feijão com arroz”

Contadores de histórias: Fabiane de Cezaro e Lucas Buchile
Músico/violão: Joelson Cruz
Voz: Lilyan de Souza
Edição e captação de imagens: Alan Raffo
Produção: Cristiano Nagel
Designer Gráfico: Manu Assini
Coordenação: Lilyan de Souza
Parceria e participação: Inominável Companhia de Teatro

Projeto idealizado por Lilyan de Souza
Agradecimento especial: Casa Posselt

Sarau de histórias 2 – Literatura paranaense
– Trenzinho Menino, de Lucas Buchile (2020).

Canções populares:
“Trem Maluco”
“Capelinha de Melão”
“Alecrim Dourado”
“Meu Boi Morreu”
“Se essa rua fosse minha””
“Rosa Amarela”
“Ciranda, cirandinha”
“Cai, cai balão”

Contadores de histórias: Fabiane de Cezaro e Lucas Buchile
Músico/violão: Joelson Cruz
Voz: Lilyan de Souza
Edição e captação de imagens: Alan Raffo
Produção: Cristiano Nagel
Designer Gráfico: Manu Assini 
Coordenação: Lilyan de Souza
Parceria e participação: Inominável Companhia de Teatro
Projeto idealizado por Lilyan de Souza
Agradecimento especial: Casa Posselt

Serviço
O que: Saraus de Histórias da Cultura Paranaense
Quando: Apresentações nos dias 31/10 e 14/11, às 19h
Quanto: Gratuito
Como assistir: Pelos meios digitais [YouTube, Instagram, Facebook, Spotify e Castbox] da atriz Lilyan de Souza
– https://www.youtube.com/user/Lilyancsb/
– https://www.instagram.com/lilyandesouza/
– https://www.facebook.com/lilyandesouza
– https://anchor.fm/minhaavomecontou
– https://castbox.fm/ch/4490991
– https://open.spotify.com/show/0ZmqhzdQFrPKLOoUEo7jgn?si=eImfqZTAQVSSAl6HKZtvOg&dl_branch=1&nd=1

Relacionamento com a imprensa | Inominável Companhia de Teatro
Mem & Mem Comunicação
João Alécio Mem – (41) 9 9124-9748 / joaoalecioassessoria@gmail.com
Marlise Groth Mem – (41) 9 9908-0511 / marliseassessoria@gmail.com
Jornalismo / Assessoria de Imprensa / Consultoria em Comunicação e Eventos / Produção e Revisão de Conteúdo
@mem_e_mem_agencia_de_noticias


GRUPO DE TEATRO DINAMARQUÊS FARÁ CURTA TEMPORADA NA TENDA AVE LOLA

O grupo Batida veio ao Brasil para realizar uma residência artística junto à Trupe Ave Lola de Teatro.

Curitiba, 26 de outubro de 2021 – A trupe Ave Lola que está em temporada com seu novo espetáculo “Cão Vadio” de quarta a domingo, às 20h30 até o dia 21 de novembro, no espaço Ave Lola ao Ar Livre, também receberá em seu palco a peça teatral “Solo para Dois” do grupo Batida, da Dinamarca. Inicialmente seriam apenas duas sessões nos dias 30 e 31 de outubro, às 18h30, mas rapidamente a primeira apresentação esgotou-se e para que um público maior fosse alcançado, foram abertas duas sessões extras nos dias 03 e 04 de novembro, no mesmo horário. Para assistir ao espetáculo, as reservas devem ser feitas com antecedência no site da Ave Lola. O espetáculo terá seus ingressos cobrados através do sistema “Pague o quanto vale”, adotado desde o primeiro ano da trupe, onde a plateia assiste à peça e ao final efetua o pagamento de forma consciente.

Há mais de 30 anos, o Grupo Batida dedica-se a uma profunda pesquisa responsável pelo seu estilo teatral onde atuam atores e músicos em espetáculos voltados para crianças e toda família. Na peça “Solo para Dois”, que será apresentado na tenda da trupe Ave Lola, conta a história de um maestro que recebe de última hora a notícia de que a orquestra não poderá fazer o concerto. Quando o maestro está prestes a começar o concerto sozinho, um último membro da banda aparece. O menos talentoso e desesperançoso músico, que não pensa em nada além de futebol. O espetáculo segue mostrando esse encontro cômico e desastroso entre os dois músicos.

As apresentações fazem parte de um projeto de residência artística entre as duas companhias que farão juntas um espetáculo para crianças. O processo inicia agora durante a estada do Batida no Brasil e continua com a ida da Trupe Ave Lola à Dinamarca para finalizar a montagem. A relação entre o Batida e a Ave Lola já existe há alguns anos e agora, está sendo possível realizarem um projeto juntos. “É uma honra ter um mestre do teatro para crianças como o Søren Ovesen (um dos integrantes do grupo) em nossa primeira experiência de montagem para o público infantil”, conta a diretora da Ave Lola, Ana Rosa Genari Tezza.

Serviço:
Solo para Dois (Grupo Batida – Dinamarca)
Quando: 30 e 31 de outubro e 03 e 04 de novembro, às 18h30.
Reservas pelo link: https://forms.gle/wJLyWWkqHBn4uEmU8
Classificação: Livre para todos os públicos
Ingressos: Sistema Pague o Quanto Vale
Local: Associação Eunice Weaver do Paraná localizada na rua Dr. Alarico Vieira de Alencar, 10,  Bacacheri, Curitiba-PR.

FICHA TÉCNICA
Direção: Giacomo Ravicchio
Dramaturgia: Søren Ovesen e Giacomo Ravicchio
Figurinos e cenário: Giacomo Ravicchio e Karen Rasmussen
Compositor: Per Thomsen
Atores: Simon Holm e Søren Ovesen
Contato de Imprensa: Jamilssa Melo | 92-98161-1848

EDITAL PRÊMIO TÉCNICOS E TÉCNICAS DA CULTURA (PARANÁ)

Governo do Estado do Paraná lança Edital Prêmio Técnicos e Técnicas da Cultura para reconhecer a contribuição, valorizar e premiar profissionais da área que colaboram com o fazer artístico-cultural de diversos agentes. O edital utiliza recursos da Lei Aldir Blanc e segue com inscrições até as 17h59 do dia 5 de novembro de 2021.

Serão 406 premiados com o valor individual de R$ 10 mil. O edital é destinado a pessoas físicas com mais de 18 anos, que residem no Paraná há no mínimo dois anos, atuando direta ou indireta na execução de produções culturais em geral, nas áreas de Áudio e Som; Luz; Maquinaria; Projecionista; Maquiagem; Contra-regra; Cenotécnico; Sonoplasta; Figurinista; Fotografia; Vídeo; Edição; Produção; Roadie; entre outros. 

Além dos documentos é necessário enviar um vídeo em que o técnico narre sua biografia profissional. O vídeo precisa ter entre três e dez minutos e estar postado no YouTube ou Vimeo. 

Cada proponente só pode se inscrever e ser contemplado em um projeto. Elas são feitas de forma on-line pelo sistema SIC.Cultura. Para proponentes já cadastrados como Agente Cultural no SIC.Cultura, é só entrar com login e senha. Caso contrário, é necessário fazer o cadastro. Basta entrar no site e clicar em “Acessar o sistema” no canto superior direito da tela e, no menu, escolher a opção “Clique aqui para se cadastrar”.

Confira todos os detalhes do edital, aqui.

Para mais informações:
e-mail: tecnicos@secc.pr.gov.br
Site: www.comunicacao.pr.gov.br
Lei Aldir Blanc: http://leialdirblanc.pr.gov.br
Facebook: www.facebook.com/ParanaCultura/
Instagram: @culturaparana

Fonte:  Governo do Estado lança edital para premiar técnicos e técnicas da cultura

BOLSA QUALIFICAÇÃO 2021 ::: EDITAL RETIFICADO

A Secretaria da Comunicação Social e da Cultura (SECC) do Paraná, por meio da Superintendência-Geral da Cultura, informa que estão abertas as inscrições para as 12 mil vagas do Programa Bolsa Qualificação Cultural – Lei Aldir Blanc 2021. Para macrorregião de Curitiba serão 3.784 vagas.  As inscrições vão de 15 a 04 de outubro de 2021.

O objetivo geral do Programa Bolsa-Qualificação é a oferta de cursos de qualificação e concessão de bolsas para até 12.000 (doze mil) trabalhadores e trabalhadoras da Cultura, pessoas físicas, residentes no Estado do Paraná. 

Os objetivos específicos do Programa Bolsa-Qualificação são:
– Incentivar a participação destes trabalhadores no processo de formação;
– Garantir conhecimentos mínimos necessários para participação em editais e ações desenvolvidas pela Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura-SECC;
– Qualificar os trabalhadores e trabalhadoras no segmento cultural em que atuam, deixando assim um legado de aperfeiçoamento do fazer Cultural e a possibilidade de geração de trabalho, emprego e renda.

Os cursos do Programa Bolsa-Qualificação Cultural serão ofertados na modalidade de Educação a Distância. Os cursos terão duração total de 120 (cento e vinte) horas, divididos em 03 (três) Módulos de 40
(quarenta) horas cada, no período de no período de 19 de outubro a 08 de dezembro de 2021.

São 3 módulos de 40 horas cada, onde você vai estudar sobre cultura e no final de cada módulo ganha R$1.000,00. 

Os cursos do Programa Bolsa-Qualificação Cultural serão ofertados na modalidade de Educação a Distância.
Os cursos contém 03 Módulos:
MÓDULO 1 – comum a todos os Segmentos do Setor Cultural;
MÓDULO 2 e MÓDULO 3 – Qualificação específica para cada segmento do setor cultural: Artes Visuais / Audiovisual / Circo/ Dança / Literatura, Livro e Leitura / Música / Ópera / Povos, Comunidades Tradicionais e Culturas Populares / Teatro / Técnicos que atuam na cadeia produtiva da cultura.

O pagamento das bolsas será realizado ao fim de cada módulo, em três parcelas de R$ 1.000,00 (um mil reais), totalizando R$ 3.000,00 (três mil reais) por bolsista. O pagamento das bolsas está condicionado ao bom desempenho no curso, ou seja, para receber a bolsa referente ao módulo concluído é preciso que o participante seja aprovado e receba o seu certificado de conclusão do módulo.

As inscrições serão realizadas online exclusivamente no endereço eletrônico no período no período de 00h00min do dia 15 de setembro de 2021 até às 23h59min do dia 04 de outubro de 2021. Os interessados devem acessar o link: https://inscricoes.apps.uepg.br/ 

Entre no site da Lei Aldir Blanc para saber mais sobre o programa, neste link.

Bolsa
CONFIRA O EDITAL RETIFICADO,  Edital Bolsa Qualificação Cultural – Lei Aldir Blanc, neste link.

fonte: Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura

Confira a
REUNIÃO COM OS DIRIGENTES MUNICIPAIS DE CULTURA
14 DE SETEMBRO DE 2021 | 9h30 às 11h30min


fonte: Cultura Paraná