Blogue FATO Agenda divulga: 1) vagas e oportunidades em comunicação social, mkt e design em Curitiba e região. 2) Agenda cultural da cidade. 3) Livros e discos de vinil (do Sebinho FATO Agenda). Editado há 17 anos (desde 2009) pelo jornalista Leandro Hammerschmidt.
Editado: Informamos que as apresentações do espetáculo “Admirável Futuro Novo”, que aconteceriam nos dias 02, 03, 04 e 05 de Junho precisaram ser adiadas em razão de suspeita de infecção por COVID 19 no elenco da peça. O espetáculo já está remarcado para os dias 09, 10, 11, 12, 16, 17, 18, 19, 23, 24, 25 e 26 de junho.
A dramaturgia revela a história de uma mulher do futuro. E em cena o grupo conta com a presença da Banda Vulcaniótica, que traz consigo a influência do rock e punk. Atrizes, atores e musicistas se misturam em um jogo cênico delirante e irreverente para denunciar um futuro sombrio que está por vir.
Serviço: Admirável Futuro Novo Datas: De 2 a 26 de junho (Qui-Sáb às 20h; Dom às 19h) Local: TEATRO CLEON JACQUES – MEMORIAL PARANISTA Rua Mateus Leme, 4700, Acesso pelo Memorial Paranista, São Lourenço, Curitiba, PR Vagas: 70 Valor: Gratuito Garanta seu ingresso gratuito pelo link https://www.sympla.com.br/produtor/teatrocleonjacques Classificação: 16 anos Duração: 60 minutos
FICHA TÉCNICA: Parceria entre a Companhia Pé no Palco e a Sim Companhia de Teatro Direção: Vanessa Corina Dramaturgia: Leandro Coelho, Vanessa Corina e Emerson Nery Codireção e supervisão de dramaturgia: Fátima Ortiz Direção de Produção: Giselle Lima Preparação corporal: Juliana Adur Cenário: Ricardo Alberti Figurino: Gui Almeida Iluminação: Fernando Dourado Elenco: Alini Maria ErtaAle Jordana Botelho Pedro Bonacin Talyssa Mendes Zime Bagana + BANDA VULCANIÓTICA (ErtaAle, Vilarica, Bagana, Sakurajima Licancabur)
“PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.
Ao todo, são duas exibições em cada espaço, sempre aos sábados e domingos; dias 28 e 29 de maio no Teatro Cleon Jacques e dias 04 e 05 de junho no Centro Cultural Boqueirão, em Curitiba
Após reestrear com plateia lotada no Portão Cultural, o espetáculo “Contos Proibidos de Antropofocus” segue sua temporada de circulação por mais dois espaços culturais curitibanos. As apresentações acontecem nos dias 28 e 29 de maio, no Teatro Cleon Jacques, anexo ao Parque São Lourenço, e nos dias 04 e 05 de junho, no Centro Cultural Boqueirão. Aos sábados, as sessões são às 20h e, aos domingos, às 19h, todas com entrada franca. As ações integram o projeto “Contos em todos os cantos – Humor além do Centro”, promovido pelo grupo Antropofocus, através da lei municipal de incentivo à cultura, com o incentivo da Celepar e do Ebanx.
Uma comédia sem diálogo A comédia apresenta quatro cenas curtas, sem que os atores digam uma palavra sequer. Eles utilizam som, efeitos sonoros e música, mas nenhum diálogo. No elenco, estão os atores do Antropofocus, Anne Celli, Andrei Moscheto, Edran Mariano e Marcelo Rodrigues, e o ator convidado Bruno Lops.
Todas as cenas do espetáculo acontecem em ambientes onde pessoas desconhecidas se encontram, mas raramente iniciam uma conversa: uma marquise num dia de chuva, um banheiro público, dentro de um ônibus. Lugares que parecem absolutamente “normais” mas que, dentro da linguagem do Antropofocus, acabam revelando situações fantásticas.
Como o espetáculo não possui texto, pode ser assistido por pessoas com deficiência auditiva, que têm a oportunidade de acompanhar e aproveitar a apresentação sem a necessidade da presença de intérprete de Libras.
“Contos Proibidos de Antropofocus” é uma das criações de maior sucesso do grupo Antropofocus, com temporadas em cidades como São Paulo, Porto Alegre, Brasília, Rio de Janeiro e também em Córdoba, na Argentina, além de participações em importantes festivais de teatro no Brasil.
Além do Palco A programação também contempla a realização de uma oficina de improvisação em cada núcleo regional da cidade, ofertada gratuitamente para atores e não atores. A atividade foi desenvolvida a partir da pesquisa artística do grupo, e visa promover o autoconhecimento por meio de exercícios teatrais e de criatividade, em que os participantes são, simultaneamente, intérpretes e dramaturgos. As informações de data, horário e local serão divulgadas no site www.antropofocus.com.br e nas redes sociais do grupo: @antropofocus.
Circulando por Curitiba O projeto “Contos em todos os cantos – Humor além do Centro” propõe a circulação por três espaços culturais fora do eixo central da cidade, no período de abril a junho, apresentando um trabalho teatral de qualidade para compor a programação desses teatros, além de ações exclusivas para jovens de escolas públicas da comunidade.
As duas primeiras apresentações, que aconteceram no início de maio no Portão Cultural, marcaram a retomada presencial do coletivo. Edran Mariano, ator e produtor do grupo, comenta sobre o sucesso de público na reestreia: “É muito legal ver o público ocupando os espaços culturais da cidade. Nessa primeira temporada da circulação, pudemos perceber que várias pessoas estavam indo pela primeira vez ao teatro. E muitas não conheciam o Portão Cultural como um espaço público que oferece programação de qualidade. Contribuir para a formação de novos públicos e para a difusão dos espaços culturais presentes na cidade, e principalmente fora do eixo central, nos deixa muito felizes”, relata.
O ator Marcelo Rodrigues destaca a emoção de voltar a atuar presencialmente neste momento. “Para nós, poder voltar aos palcos depois de um pouco mais de dois anos, foi uma celebração. Celebrar a arte e a resistência de mãos dadas com todo o grupo que, com muito esforço, fazemos do criar a nossa vida.”, finaliza Marcelo.
Sobre o Antropofocus O Antropofocus surgiu em outubro de 2000 e tem como premissa artística observar o ser humano e seu comportamento no cotidiano, levando em conta que todas as suas ações podem ser consideradas cômicas, a depender do prisma pela qual é vista. O grupo sempre se propôs a investigar os paradigmas da comédia comercial, as possibilidades cômicas dos signos teatrais e a improvisação como técnica de criação dos espetáculos.
Neste ano em que comemora a conquista de 22 anos de trajetória, o Antropofocus irá celebrar retornando aos palcos e com uma programação intensa, que inclui a circulação do espetáculo “Contos Proibidos de Antropofocus” por espaços culturais de Curitiba e por mais cinco cidades paranaenses e a estreia de uma nova montagem, prevista para acontecer no segundo semestre.
SERVIÇO “Contos Proibidos de Antropofocus”
Teatro Cleon Jacques Dias 28 e 29 de maio – sábado, às 20h; domingo, às 19h Na Rua Mateus Leme, 4700 (anexo ao Parque São Lourenço), Curitiba Informações: 41 3313-7190 | 41 99955-9172
Centro Cultural Boqueirão Dias 04 e 05 de junho – sábado, às 20h; domingo, às 19h Na Rua José Guercheski, 281 – Boqueirão, Curitiba Informações: 41 99973-7636 | 41 99955-9172
FICHA TÉCNICA Elenco: Anne Celli, Andrei Moscheto, Bruno Lops, Edran Mariano e Marcelo Rodrigues Sonoplastia e assistente de direção: Célio Savi Operador de som: Célio Savi Iluminação: Anry Aider e Paulo Rosa Operação de luz: Paulo Rosa Cenografia: Sérgio Richter & Antropofocus Figurino e Adereços: Fabiana Pescara & Renata Skrobot Designer Gráfico: Lula Carneiro Fotos: Paulo Feitosa Assessoria de Imprensa: Platea Comunicação e Arte Diretor de Produção: Edran Mariano Produção Executiva: Janaina Micheluzzi Direção Geral: Andrei Moscheto Realização: Antropofocus Incentivo: Celepar e Ebanx
“PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.”
O CABARET SE INSTAURA EM CURITIBA: A programação da MOSTRA INTERNACIONAL DE CABARÉ vai do dia 05 ao dia 8 de maio e conta com espetáculos, palestras, festas, lançamento de livro, oficinas e muito, mas muito cabaré – com nomes nacionais e internacionais. Programação gratuita.
Serviço: 1ª MOSTRA INTERNACIONAL DE CABARET DE CURITIBA: Uma realização Selvática Ações Artísticas, de 5 a 8 de maio no Espaço Fantástico das Artes, R. Trajano Reis, 41 – São Francisco, Curitiba-PR. Programação completa: www.selvatica.art.br/mic22
Ficha técnica: Realização Selvática Ações Artísticas Curadoria e direção geral: Ricardo Nolasco e Gabriel Machado Direção de produção: Gabriel Machado e Patricia Cipriano Coordenação técnica: Semy Monastier e Marina Arthuzzi Técnica e operação de som: Matheus Henrique Assistência de comunicação: Leo Bardo Arte gráfica: Rafael Bagatelli Curadoria da convocatória: Gabriel Machado, Leo Bardo, Marina Arthuzzi, Marina Viana, Patricia Cipriano, Ricardo Nolasco e Semy Monastier.
Grupo Olho Rasteiro propõe festival de teatro de rua na praça Eufrásio Correia.
O Festival de Bolso de teatro de rua é um evento gratuito que acontece pela primeira vez na cidade de Curitiba, a partir desta quarta feira, dia 4 de maio até dia 8 de maio na praça Eufrásio Correia. Durante esses cinco dias reúne em sua programação apresentações teatrais de classificação indicativa livre.
Com curadoria de Cleber Borges e Lúcia Helena Martins, artistas ligados ao movimento de teatro de rua, a programação inicia na quarta-feira às 16h com o espetáculo Os Vikings e o Reino Saqueado da Cia Os Palhaços de Rua de Londrina. Na quinta-feira às 16h, a companhia Arte da Comédia (Curitiba-PR) apresenta o espetáculo As Espertezas de Arlequim. Na sexta-feira, às 16h, a trupe de palhaços do Circo Rodado (Curitiba-PR) apresenta Reprises Pareadas. No sábado às 16h, a artista Patricia Cipriano apresenta Dentro do Peito Uma Bomba e no domingo o grupo baquetá apresenta KARINGANA UA KARINGANA – Histórias de África.
Além das apresentações, o Festival propõe uma oficina com um dos Grupos de teatro de rua mais antigo do Brasil: Ói Nóis Aqui Traveiz. Esta oficina será formativa para artistas participantes do Festival e estudantes de teatro da UNESPAR, Universidade parceira neste projeto. O ministrante da oficina fará uma fala pública na noite da quarta feira, dia 4 de maio.
Durante os dias subsequentes, ocorrem as apresentações de espetáculos no período da tarde na Praça Eufrásio Correia e durante a noite terá oficina com o multiartista Itaercio Rocha voltada a processos criativos em canções e brincadeiras populares aberta à comunidade em geral.
SERVIÇO: Festival de Bolso de Teatro de Curitiba 4 a 8 de maio na praça Eufrásio Correia (centro de Curitiba) Entrada gratuita Para mais informações, entre em contato: (41) 99854-9506 Vitória Gabarda – Assessora de imprensa.
Patricia Cipriano. Foto: Maringas Maciel.
Circo Rodado Reprises Pareadas. Foto: Paulo Brito.
Contos Proibidos de Antropofocus. Fotografia: Paulo Feitosa.
As exibições acontecem nos dias 30 de abril e 01 de maio, sempre às 18h, e marcam a retomada aos palcos presenciais do grupo curitibano Antropofocus
Nos dias 30 de abril e 1º de maio, sábado e domingo, às 18h, o palco do Portão Cultural recebe o espetáculo “Contos Proibidos de Antropofocus”. As duas apresentações têm entrada franca e integram o projeto “Contos em todos os cantos – Humor além do Centro”, promovido pelo grupo Antropofocus.
Uma comédia sem diálogo A comédia apresenta quatro cenas curtas, sem que os atores digam uma palavra sequer. Eles utilizam som, efeitos sonoros e música, mas sem nenhum diálogo. No elenco, estão os atores do Antropofocus, Anne Celli, Andrei Moscheto, Edran Mariano e Marcelo Rodrigues, e o ator convidado Bruno Lops.
Todas as cenas do espetáculo acontecem em ambientes onde pessoas desconhecidas se encontram, mas raramente iniciam uma conversa: uma marquise num dia de chuva, um banheiro público, dentro de um ônibus. Lugares que parecem absolutamente “normais” mas que, dentro da linguagem do Antropofocus, acabam revelando situações fantásticas.
Como o espetáculo não possui texto, pode ser assistido por pessoas com deficiência auditiva, que podem acompanhar e aproveitar a apresentação sem a necessidade da presença de intérprete de Libras.
“Contos Proibidos de Antropofocus” é uma das criações de maior sucesso do grupo Antropofocus, com temporadas em cidades como São Paulo, Porto Alegre, Brasília, Rio de Janeiro e também em Córdoba, na Argentina, além de participações em importantes festivais de teatro no Brasil.
Além do Palco A programação também contempla a realização de uma oficina de improvisação, ofertada gratuitamente para atores e não atores. A atividade foi desenvolvida a partir da pesquisa artística do grupo, e visa promover o autoconhecimento por meio de exercícios teatrais e de criatividade, em que os participantes são, simultaneamente, intérpretes e dramaturgos. As informações de data, horário e local serão divulgadas nas redes sociais do grupo.
Circulando por Curitiba O projeto “Contos em todos os cantos – Humor além do Centro” irá circular por três espaços culturais fora do eixo central da cidade, no período de abril a junho, apresentando um trabalho teatral de qualidade para compor a programação desses teatros, além de ações exclusivas para jovens de escolas públicas da comunidade.
Andrei Moscheto, ator e diretor do grupo, comenta que a circulação ganha um significado especial, já que marca a celebração dos 22 anos de atividades ininterruptas do grupo Antropofocus. “Passamos por este momento dificílimo da pandemia, fazendo tudo online, e resistimos como foi possível. Será emocionante reencontrar com o público ao vivo”, declara ele.
O ator e produtor Edran Mariano fala sobre o objetivo da iniciativa. “O projeto propõe estimular e incentivar a formação de plateia e a ocupação de espaços culturais situados fora do eixo central da cidade e que são referência pela população. Com isso, contribuímos com a democratização do acesso aos bens culturais e a diversificação de públicos, além de dar continuidade à pesquisa artística enquanto grupo profissional”, complementa.
Após a passagem pelo Portão Cultural, o itinerário da circulação seguirá para o Memorial Paranista no Parque São Lourenço, nos dias 28 e 29 de maio, e para o Centro Cultural Boqueirão, nos dias 04 e 05 de junho.
Sobre o Antropofocus O Antropofocus surgiu em outubro de 2000 e tem como premissa artística observar o ser humano e seu comportamento no cotidiano, levando em conta que todas as suas ações podem ser consideradas cômicas, a depender do prisma pela qual é vista. O grupo sempre se propôs a investigar os paradigmas da comédia comercial, as possibilidades cômicas dos signos teatrais e a improvisação como técnica de criação dos espetáculos.
SERVIÇO “Contos Proibidos de Antropofocus” Dias 30 de abril e 01 de maio (sábado e domingo), às 18h No Portão Cultural – Auditório Antônio Carlos Kraide. Av. Rep. Argentina, 3430 – Água Verde (em frente ao Terminal do Portão), Curitiba. Entrada gratuita, com retirada de ingresso uma hora antes da apresentação Classificação Indicativa: 14 anos
FICHA TÉCNICA Elenco: Anne Celli, Andrei Moscheto, Bruno Lops, Edran Mariano e Marcelo Rodrigues Sonoplastia e assistente de direção: Célio Savi Operador de som: Célio Savi Iluminação: Anry Aider e Paulo Rosa Operação de luz: Paulo Rosa Cenografia: Sérgio Richter & Antropofocus Figurino e Adereços: Fabiana Pescara & Renata Skrobot Designer Gráfico: Lula Carneiro Fotos: Paulo Feitosa Assessoria de Imprensa: Platea Comunicação e Arte ( platea.comunicacao@gmail.com (41) 9 9907-9648 ou (11) 9 5457-7887) Diretor de Produção: Edran Mariano Produção Executiva: Janaina Micheluzzi Direção Geral: Andrei Moscheto Realização: Antropofocus Incentivo: Celepar e Ebanx
“PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.”
Selva aberta Há dez anos a Casa Selvática existe em Curitiba com um espaço in-disciplinar, de convivência e festivo. Sabemos da importância desse espaço para a cidade e, por isso, queremos pensar um gestão compartilhada para que a coisa siga existindo.
Este espaço é sonho conjunto, plataforma para ser transformada em seu uso, loucura para ser compartilhada, obra aberta, in process, transgressora e pulsante. Neste momento, entendendo nosso caminho até aqui, abrimos casa e coração: queremos nos relacionar com mais artistas, coletivos, propostas e repensar a forma de residir na Casa Selvática, encontrando novas parcerias e projetos de ocupação e insistência do sobrado mais amado do underground, na capital mais fria do país.
Convidamos Pessoas artistas, produtoras, agitadoras, ativistas e quem mais esteja a fim de pensar, ser e fazer a Selvática para colar junto!
Venha, ocupe a Selvática com seus desejos, ideias e utopias!
Tragam Suas propostas de ocupação da casa com oficinas, debates, encontros, apresentações, ensaios, investigações, grupos de pesquisa, possibilidades para criação de mundos e lançamentos de livros e filmes.
Agito Para começarmos a movimentação de interessades neste novo momento, convidamos todes que desejam integrar as discussões e a vida selvática para um encontro afetuoso e cheio de amor onde compartilharemos espaço, ideias e projetos para a nossa casa.
Abrimos as portas! Venha junto e refloreste a Selva conosco!
Espetáculo sobre a transexualidade estreou em São Paulo e marca os 25 anos de carreira da artista curitibana Leonarda Glück, que teve trabalhos apresentados em países da Europa e da América Latina.
Após realizar estreia nacional na cidade de São Paulo e cumprir temporada online pelas redes do Centro Cultural São Paulo, o espetáculo TRAVA BRUTA, de Leonarda Glück com direção de Gustavo Bitencourt, chega a Curitiba para duas únicas apresentações no Festival de Teatro, dias 5 e 6 de abril, às 19h30, no Mini Guaíra, com entrada franca.
TRAVA BRUTA é um manifesto que parte da experiência transexual de Glück, artista curitibana hoje residente em São Paulo, para propor uma ponte e um embate entre o contexto artístico e a conjuntura política e social brasileira atuais no que se refere ao campo da sexualidade. O trabalho marca as comemorações de 25 anos de carreira da artista e também o seu reencontro com o diretor Gustavo Bitencourt.
Leonarda, que hoje mora em São Paulo, começou a escrever o texto ainda em Curitiba, sua cidade de origem, onde fundou importantes coletivos como a Companhia Silenciosa e a Selvática Ações Artísticas. Seus trabalhos tratam de diversas temáticas, e já foram apresentados em diversos países da Europa e América Latina, mas esta é a primeira vez que a artista dedica uma criação exclusivamente à transexualidade: “Me veio uma possível angústia repentina: a de talvez não ter conseguido em outro momento antes escrever tão intimamente sobre o assunto da transexualidade, e seus efeitos na minha mente e na vida social da qual faço parte”, diz Leonarda, que arrastou por meses a tarefa de terminar o texto.
Já em 2019, a montagem foi premiada pelo Centro Cultural São Paulo, integrando a 6ª Mostra de Dramaturgia em Pequenos Formatos da instituição. Após ter sua estreia suspensa por conta da pandemia, o trabalho foi retomado em 2021 e estreou presencialmente na Sala Jardel Filho. Sobre a pandemia, Glück faz questão de frisar: “A gente entrou no modo catástrofe que meio que está até agora. As pessoas trans ficaram ainda mais vulneráveis do que já eram antes. E elas eram muito. São, no Brasil. Física e psicologicamente.”
O espetáculo chega à capital paranaense na programação do Festival, integrando o Interlocuções, uma das ações do evento, a convite dos curadores Giovana Soar e Celso Curi. A direção da obra, que é produzida pela Pomeiro Gestão Cultural, produtora que realiza a gestão dos projetos de Leonarda, ficou a cargo de Gustavo Bitencourt, parceiro de Glück há mais de 20 anos. Juntos os dois já desenvolveram criações em performance, dança e teatro, com destaque para Valsa Nº 6, montagem do texto de Nelson Rodrigues premiada pela Funarte em 2012, na ocasião do centenário do autor.
Quando foi convidado para dirigir o espetáculo, Gustavo Bitencourt ficou com um pouco de medo. “Porque era um texto que falava muito da experiência dela como mulher trans no Brasil. Onde é que eu ia poder contribuir nisso? O que é que eu sei disso? Mas lendo e relendo, e conversando com ela, fui vendo o quanto esse texto também fala de muitas coisas que dizem respeito a todo mundo, e que era importante que a gente olhasse tanto pro que tem de específico nesse contexto do qual ela fala, quanto pra onde essa história se conecta com outras tantas”. Partindo daí, ele conta que foram entendendo o texto de Trava Bruta como um jeito de falar de coisas que são reais e concretas e nem por isso menos ficcionais.
Leonarda e Gustavo, então, se encontraram na ideia de ficção, como nos diz o diretor: “Ficção que é o que eu pesquiso, é a minha profissão – como drag queen, que é o que eu faço da vida faz 12 anos – e é uma necessidade básica de qualquer ser humano. Humano prescinde de ficção pra viver, e em diferentes medidas, com diferentes graus de comprometimento e de risco, todo mundo vai dando um jeito de concretizar”.
Para Gustavo, o ponto chave da ideia de ficção explorada no trabalho encontra-se no fato de que “algumas ficções são permitidas e outras não. Quando se trata de gênero, as pessoas tendem a ficar muito assustadas”. Leonarda é enfática: “Chego aqui com a certeza de que o herói macho branco, heterossexual, cristão e suas ideias precisam urgentemente ser substituídos, trocados ou mesmo revisitados por outros ângulos. Estão chatos. De alguns eu ainda gosto muito, mas estão chatos.”
O retorno de Leonarda, Gustavo e da Pomeiro ao Festival marca, também, o retorno dos artistas a cidade: por muitos anos os três integraram eventos variados dentro do Festival (como o Fringe, a Mostra Oficial, a Mostra Novos Repertórios, a Curitiba Mostra e outras). Embora suas obras tenham estreado em outros municípios do país nos últimos anos, boa parte de suas trajetórias foi consolidada em Curitiba. Esta volta marca a trajetória dos realizadores e enfatiza seus impactos culturais na cidade.
SERVIÇO TRAVA BRUTA Dias 5 e 6 de abril às 19h30 No Mini Guaíra (Rua Amintas de Barros s/n, Centro, Curitiba – PR) Entrada gratuita e ingressos começam a ser distribuídos às 18h no local. 18 Anos, 70 Minutos.
Espetáculo estreou em São Paulo em dezembro de 2021 e marca os 25 anos de carreira da artista Leonarda Glück, que teve trabalhos apresentados em países da Europa e da América Latina
Após realizar estreia nacional na cidade de São Paulo e cumprir temporadas presencial e online no Centro Cultural São Paulo, o espetáculo “Trava Bruta”, solo escrito e encenado por Leonarda Glück com direção de Gustavo Bitencourt, faz duas únicas apresentações gratuitas no Festival de Teatro de Curitiba, dias 5 e 6 de abril, às 19h, em NOVO LOCAL, agora no Mini Guaíra, Rua Amintas de Barros, s/nº, centro de Curitiba. A entrada é gratuita e os ingressos começam a ser distribuídos às 18h, no teatro mesmo.
“Trava Bruta” é um manifesto que parte da experiência transexual da própria Glück para propor uma ponte e um embate entre o contexto artístico e a atual conjuntura política e social brasileira no que se refere ao campo da sexualidade. O trabalho marca as comemorações de 25 anos de carreira da artista e também o seu reencontro com o diretor Gustavo Bitencourt. Juntos os dois já desenvolveram criações em performance, dança e teatro, com destaque para Valsa Nº 6, montagem do texto de Nelson Rodrigues premiada pela Funarte em 2012, na ocasião do centenário do autor.
Leonarda, que hoje mora na capital paulista, começou a escrever o texto ainda em Curitiba, sua cidade de origem, onde fundou importantes coletivos do cenário teatral nacional como a Companhia Silenciosa e a Selvática Ações Artísticas. Seus trabalhos tratam de diversas temáticas, e já foram apresentados em vários países da Europa e América Latina, mas esta é a primeira vez em que a artista dedica uma criação exclusivamente à transexualidade: “Me veio uma possível angústia repentina de talvez não ter conseguido em outro momento antes escrever tão intimamente sobre o assunto da transexualidade, e seus efeitos na minha mente e na vida social da qual faço parte”, diz Leonarda.
Sobre o processo de direção do espetáculo, Gustavo Bitencourt conta que percebeu o quanto o texto fala de vivências que dizem respeito a todos, e não somente às relacionadas a transexualidade no Brasil: “É importante que a gente olhe tanto para o que tem de específico nesse contexto do qual ela fala, quanto para onde essa história se conecta com outras tantas”. Partindo daí, ele entendeu o texto de “Trava Bruta” como uma auto-ficção, gênero literário e teatral que combina autobiografia com ficção.
Leonarda e Gustavo, então, se encontraram no conceito, como nos diz o diretor: “Ficção que é o que eu pesquiso, é a minha profissão – como drag queen, que é o que eu faço da vida há 12 anos – e é uma necessidade básica de qualquer ser humano. Humano precisa de ficção pra viver, e em diferentes medidas, com diferentes graus de comprometimento e de risco, todo mundo vai dando um jeito de concretizar”, destaca.
Para Gustavo, o ponto chave da ideia no trabalho encontra-se no fato de que “algumas ficções são permitidas e outras não. Quando se trata de gênero, as pessoas tendem a ficar muito assustadas”. Leonarda complementa: “chego aqui com a certeza de que o herói macho branco, heterossexual, cristão e suas ideias precisam urgentemente ser substituídos, trocados ou mesmo revisitados por outros ângulos. Estão chatos. De alguns eu ainda gosto muito, mas estão chatos.”
A participação de Leonarda, Gustavo e da Pomeiro no Festival marca, também, o retorno dos artistas à cidade: por muitos anos os três integraram eventos variados dentro do Festival (como o Fringe, a Mostra Oficial, a Mostra Novos Repertórios, a Curitiba Mostra e outras). Embora suas obras mais recentes tenham estreado em outros municípios do país nos últimos anos, boa parte de suas trajetórias foi consolidada em Curitiba.
O espetáculo chega à capital paranaense integrando a edição comemorativa de 30 anos do Festival de Curitiba, dentro do Interlocuções, uma das ações do evento, a convite da curadoria de Giovana Soar e Celso Curi.
Sobre os artistas: Leonarda Glück é atriz, dramaturga e diretora curitibana radicada em São Paulo. Co-fundadora da Companhia Silenciosa e do Coletivo Selvática. Graduada em Direção Teatral pela Faculdade de Artes do Paraná (FAP). Tem mais de vinte textos encenados por diferentes grupos, companhias e artistas brasileiros e internacionais de diversas linguagens artísticas. Publicou A Perfodrama de Leonarda Glück – Literaturas Dramáticas de Uma Mulher (Trans) de Teatro, coletânea com seis textos teatrais. Para maiores informações acesse www.leonardagluck.com
Gustavo Bitencourt é diletante profissional, nascido e residente em Curitiba, Paraná. Estudou Letras na UFPR. Atua em diversos campos artísticos e tem na indisciplinaridade uma das principais características de seu trabalho. Trabalha como ilustrador, designer gráfico, redator e tradutor, performer, ator, diretor de teatro, drag queen, crítico de arte e já compôs trilhas para teatro, dança e vídeo.
SERVIÇO TRAVA BRUTA. Dias 5 e 6 de abril, às 19h. Mini Guaíra, Rua Amintas de Barros, s/nº, centro de Curitiba. A entrada é gratuita e os ingressos começam a ser distribuídos às 18h, no próprio teatro. 18 Anos, 70 Minutos.
FICHA TÉCNICA Criação, texto e interpretação: Leonarda Glück Direção: Gustavo Bitencourt Direção de produção: Igor Augustho Trilha original: Jo Mistinguett Luz: Wagner Antônio Assistente de iluminação: Dimitri Luppi Criação em vídeo e projeções: Ricardo Kenji Figurino: Fabianna Pescara e Renata Skrobot Fotografias: Alessandra Haro Assessoria de imprensa São Paulo: Pombo Correio Assessoria de imprensa Curitiba: Platea Comunicação e Arte Realização e produção: Pomeiro Gestão Cultural
Trava Bruta é um manifesto que parte da experiência transexual da autora Leonarda Glück para propor uma ponte e um embate entre o contexto artístico e a conjuntura política e social brasileira atuais no que se refere ao campo da sexualidade. O texto é também uma espécie de vertiginoso poema cuja principal metáfora reúne o ato de bloquear e impedir a livre movimentação com a capacidade de brutalidade da natureza humana, sua violência e sua incivilidade. Como é experimentar um corpo que provoca um misto de repulsa e desejo a um só tempo? O que tem a cultura a ver com a transexualidade? Como é ser uma artista trans no Brasil de 2022? Resposta não há, mas ainda há a poesia. E, mesmo que alquebrado, ainda há o teatro.
Criação, texto e interpretação de Leonarda Glück e direção de Gustavo Bitencourt (aka @dalvinhab). Em NOVO LOCAL, agora no Mini Guaíra, Rua Amintas de Barros, s/nº, centro de Curitiba, centro de Curitiba, dias 05 e 06 de abril, às 19 horas. ENTRADA FRANCA.
SERVIÇO TRAVA BRUTA. Dias 5 e 6 de abril, às 19h. Mini Guaíra, Rua Amintas de Barros, s/nº, centro de Curitiba. A entrada é gratuita e os ingressos começam a ser distribuídos às 18h, no próprio teatro. 18 Anos, 70 Minutos.
Ficha Técnica: – Criação, texto e interpretação: Leonarda Glück – Direção: Gustavo Bitencourt – Direção de produção: Igor Augustho – Trilha original: Jo Mistinguett – Luz: Wagner Antônio – Assistente de iluminação: Dimitri Luppi – Criação em vídeo e projeções: Ricardo Kenji – Figurino: Fabianna Pescara e Renata Skrobot – Fotografias: Alessandra Haro – Realização e produção: Pomeiro Gestão Cultural
Apresentações serão nos dias 16 e 23 de março, duas quartas-feiras, no Curitiba Comedy Club com as participações dos comediantes Pedro Lemos, Gabriel Mendes e Fernando Semmer
A primeira edição do Comédia pela Saúde será realizada nos dias 16 e 23 de março, em Curitiba (PR). O espetáculo se inicia às 20h30 no Curitiba Comedy Club e toda a renda da bilheteria será revertida para o Hospital Universitário Cajuru. Com atendimento 100% SUS, a instituição concentrou grande parte dos atendimentos de trauma da capital e Região Metropolitana durante a pandemia e se posiciona como referência em transplante renal para todo o Paraná.
O Hospital Universitário Cajuru realiza em média 147 mil atendimentos por ano, entre internamentos, urgências e emergências, cirurgias e consultas ambulatoriais. “Somos uma instituição que presta um serviço essencial à sociedade. E a participação da população no espetáculo beneficente de comédia é fundamental para a manutenção desse serviço, que, por ser filantrópico e 100% SUS, atua com um déficit de cerca de R$ 1,5 milhão ao mês”, destaca o diretor-geral do Hospital, Juliano Gasparetto.
O show ficará por conta dos comediantes Pedro Lemos, Gabriel Mendes e Fernando Semmer, que apresentarão o espetáculo Comedy News – uma discussão divertida dos temas mais relevantes da semana. Para garantir o ingresso antecipado, basta acessar o site Ingresso Digital, selecionar o evento e efetuar o pagamento com cartão de crédito ou pix.
Serviço Comédia pela Saúde Datas: 16 e 23 de março, duas quartas-feiras Horário: 20h30 Local: Curitiba Comedy Club, Sala de Comédia do Restaurante Dom Antônio Endereço: Av. Manoel Ribas, 6121 – Santa Felicidade, Curitiba – PR Valor do ingresso individual: R$ 20 + taxa Informações: (41) 99685-9405 com a equipe de Marketing e Mobilização de Recursos do Hospital Universitário Cajuru