INSPIRADA EM POETISAS LATINO-AMERICANAS, MAÍRA LOUR APRESENTA LEITURA DRAMÁTICA AUDIOVISUAL “INSENSATEZ”

Ailén Scandurra. Foto: Eli Firmeza.

Inspirada em poetisas latino-americanas, Maíra Lour apresenta leitura dramática audiovisual “Insensatez”

Com estreia online e gratuita às 20h do dia 26 de maio, Maíra Lour e Ailén Scandurra interpretam o texto concebido a partir de pesquisas sobre as obras de Ana Cristina César e Alejandra Pizarnik

A leitura dramática em formato audiovisual “Insensatez”, novo projeto autoral de Maíra Lour em parceria com a Flutua Produções, estreia dia 26 de maio (quarta-feira), às 20h, via Youtube. Os ingressos são gratuitos, basta se cadastrar via Sympla para receber o link: sympla.com.br/flutuaproducoes

Maíra Lour, que assina o texto e a direção do espetáculo, contracena com a atriz Ailén Scandurra. A obra é fruto de uma residência artística realizada pelo Programa Iberescena em Buenos Aires no ano de 2017 — quando Maíra investigou a vida e a obra das poetisas Ana Cristina César e Alejandra Pizarnik — e dialoga com questões de vida e morte e a fragilidade do corpo.

Ao misturar leitura dramática e audiovisual, Maíra aposta no texto como criador de imagens, e na intensidade que suas palavras imprimem no espectador somadas à versatilidade de cenas que o audiovisual proporciona. A empreitada foi totalmente pensada, organizada e pré-produzida de forma remota e online, e então gravada seguindo todos os protocolos de saúde exigidos pelas autoridades sanitárias.

Mesmo com o desejo de retornar o quanto antes às salas de ensaio e aos teatros, Maíra vê com otimismo o alcance online que a obra passa a ter dentro dessa realidade: “A leitura online pode atravessar fronteiras com bastante facilidade e encontrar diferentes públicos. Vejo um futuro virtual promissor para essa obra e também idealizo a montagem cênica do texto”, completa a artista.

Como parte do projeto, Maíra também realizou a Oficina “Corpo-Poesia” gratuita e online para 15 pessoas, dentre estudantes das artes cênicas, artistas de teatro, dança e dramaturgos(as), nos dias 04 e 05 de maio. O projeto conta com o incentivo da Lei Aldir Blanc via Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo, e realização da Flutua Produções.

Sobre Maíra Lour
Maíra Lour é diretora teatral, dramaturga e arte educadora. Diretora da Súbita Companhia de Teatro, colaboradora e orientadora do núcleo IMP de pesquisa em dança – Investigação do Movimento Particular e idealizadora do Plataforma – Espaço de Investigação Artística. Artista profundamente interessada pela intersecção entre teatro, dança e literatura. Dedica-se à pesquisa de autoras mulheres latino-americanas; mulheres diretoras de teatro, procedimentos de direção cênica; dramaturgia contemporânea; estudos do corpo dramático-poético e modos colaborativos de criação e produção.

Ailén Scandurra e Maíra Lour. Foto: Eli Firmeza.

SERVIÇO
Estreia online e gratuita da leitura dramática INSENSATEZ
Online via Youtube
Data estreia: 26 de maio (quarta-feira), às 20h
Inscreva-se gratuitamente para receber o link da estreia e ser lembrado: www.sympla.com.br/flutuaproducoes

FICHA TÉCNICA
Direção e dramaturgia: Maíra Lour
Elenco: Ailén Scandurra e Maíra Lour
Assistente de direção: Dafne Viola
Direção de produção: Gilmar Kaminski
Assistente de produção: Luana Camargo
Direção de fotografia e pós-produção: Eli Firmeza
Som direto, desenho de som e trilha sonora: Álvaro Antonio
Direção de arte: Guenia Lemos
Assistente de direção de arte: Vilson Kurz
Iluminação: Lucri Reggiani
Técnica de montagem de iluminação: Taynara Siqueira
Figurinos: Isbella Brasileiro
Projeto gráfico: Pablito Kucarz
Comunicação: Luísa Bonin e Thays Cristine – Platea Comunicação e Arte
Realização: Flutua Produções
Apoio: Pé no Palco, Alfaiataria e Padaria América

Projeto realizado com recursos da Lei Aldir Blanc através do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo.

CANAL “HISTÓRIAS DA AILÉN” ESTREIA PROGRAMAÇÃO INÉDITA COM CONTAÇÕES DE HISTÓRIAS DE AUTORES CURITIBANOS

Canal “Histórias da Ailén” estreia programação
inédita com contações de histórias de autores curitibanos

O projeto, idealizado pela artista Ailén Roberto, reunirá 10 contações de histórias de livros escritos por autores curitibanos com tradução para libras e bate-papos sobre literatura para crianças.

Já que não podemos sair de casa, que tal viajar pelas histórias de autoras e autores de Curitiba? Esse é o convite do projeto inédito “Curitiba – literatura e histórias”, que acontecerá de 05 a 24 de abril de 2021 através do canal do YouTube Histórias da Ailén. Ao todo, serão publicadas 10 contações de histórias inéditas com tradução para libras e bate-papos online com os autores participantes.

A curadoria dos livros que integram o projeto foi realizada pela atriz e contadora Ailén Roberto a partir do acervo do Coletivo Era Uma Vez, grupo colaborativo de escritores e ilustradores de literatura infantil e juvenil, que produz em Curitiba para leitores de toda parte do mundo. “Eu já tinha uma aproximação com alguns autores do Coletivo Era Uma Vez, mas a partir deste projeto pude conhecer a fundo a produção dos autores e ilustradores contemporâneos de Curitiba que se dedicam com muita seriedade e sensibilidade à literatura para crianças. O projeto tem o objetivo de criar uma ponte entre os autores e os pequenos leitores / espectadores por meio das novas tecnologias”, explica a atriz Ailén Roberto.

As histórias selecionadas apresentam diferentes personagens e paisagens: de leão mandão que só sabe dizer não que surge por meio das rimas da escritora Delma Maria Lucchin no livro “Onde tem ão tem confusão” à delicadeza de uma menina que tenta desvendar os mistérios do amor e do mar no livro “Coração Submarino”, do escritor Lucas Buchile. Diferente do mundo real, a imaginação não tem limites geográficos nem pandêmicos.

Além disso, a programação do projeto “Curitiba – Literatura e histórias” realizará bate-papos com os autores dos livros nos dias 10, 17 e 24 de abril no formato live através do canal Histórias da Ailén. “Essa é uma forma de dialogar com crianças, pais e educadores sobre a produção literária da nossa cidade. ”, considera Ailén Roberto, que também fará a mediação dos encontros.

No dia 26 de março de 2021, o projeto já promoveu uma oficina formativa para os professores da rede municipal de ensino de Curitiba ministrada pelo Prof. Dr. Cleber Fabiano sobre Literatura Moderna Infantil e no dia 09 de abril de 2021 realizará a oficina “Poemagia, Poesia e Infância”, que será ministrada pela Adriana Barretta Almeida ação está também voltada para os professores da rede municipal de ensino.

Ficha Técnica
Direção, atuação e roteiro: Ailén Roberto
Captação e edição de imagens: Daniel Santoro
Tradução para libras: Fluindo Libras (Viviana Rocha)
Produção: Surya Roberto
Designer gráfico: Gabriel Rischbieter
Web designer: Penta Kill
Assessoria de imprensa e redes sociais: Larissa de Lima
Apoio: Coletivo “Era uma vez”
Coordenação Coletivo Era Uma Vez: Josiane Mayr Bibas
Realização: Colorín Colorado Produções Artísticas

Serviço
Curitiba – literatura e histórias
> Contações inéditas e bate-papos com autores curitibanos disponibilizados gratuitamente no canal do YouTube Histórias da Ailén.

Programação Completa | De 05 a 24 de abril de 2021

Contação: Onde tem ão tem confusão
Autora: Delma Maria Lucchin
Quando? 05 de abril às 11h

Contação: À espera do Sol
Autora: Rapha Nunes
Quando? 07 de abril às 11h

Contação: Cheiros
Autora: Celia Cris Silva
Quando? 09 de abril às 11h

Bate-papo: Célia Cris Silva, Ana Rapha Nunes e Delma Maria Lucchin
Mediação: Ailén Roberto
Quando? 10 de abril às 19h

Contação: A coceira de Bartolomeu
Autora: Josiane Mayr Bibas
Quando? 12 de abril às 11h

Contação: Pitico e a Gata Branca
Autora: Rosy Greca
Quando? 14 de abril às 11h

Contação: O ovo do bolo
Autora: Marilza Conceição
Quando? 16 de abril às 11h

Bate-papo: Marilza Conceição, Rosy Greca e Josiane Mayr Bibas
Mediação: Ailén Roberto
Quando? 17 de abril às 19h

Contação: Passarinho às oito e pouco
Autora: Jaqueline Conte
Quando? 19 de abril às 11h

Contação: Coração Submarino
Autora: Lucas Buchile
Quando? 21 de abril às 11h

Contação: Meu amigo Boris
Autora: Veronica Fukuda
Quando? 22 de abril às 11h

Contação: Viagem pelo Jardim
Autora: Álvaro Posselt
Quando? 23 de abril às 11h

Bate-papo: Álvaro Posselt, Veronica Fukuda, Lucas Buchile e Jaqueline Conte
Mediação: Ailén Roberto
Quando? 24 de abril às 18h

Instagram: @historiasdaailen
Facebook: https://www.facebook.com/historiasdaailen
YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCAz42sUWVKaC3rpZo97E5-g

Assessora de Imprensa: Larissa de Lima | 41-98510-6389. Crédito fotografia:  Daniel Santoro

PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA, DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA E DO MINISTÉRIO DO TURISMO.

TODAS AS INFORMAÇÕES CONSTANTES NESTA OBRA SÃO DE RESPONSABILIDADE EXCLUSIVA DO AUTOR.

COLETÂNEA DE CONTOS INCENTIVA O EMPODERAMENTO PELA ESCRITA

Publicação independente, escrita criativa e empoderamento serão os temas do bate-papo de lançamento da coletânea Olhares Empoderados • Volume I, pela Têmpora Editora. O evento acontece no próximo dia 13 de abril, às 20h, com transmissão ao vivo pelo canal da Têmpora Criativa no YouTube.

O que é a Coletânea Olhares Empoderados?
Em seu 1º volume, a obra reúne 13 contos escritos em sua maioria por mulheres. Ao lidar com diferentes temáticas (infância, violência, cotidiano, mal-estar social e outros), o ponto em comum das narrativas é tentar instigar no público leitor novos olhares a respeito da realidade.

“Meu conto é sobre uma adolescente na ceia de natal. Tem conflito interno, ironia, questionamento de conceitos culturais, simbologia e uma surpresa no final. Não posso contar mais nada além disso”, explica entre risos Evelyn Cieszynski, de 26 anos, que mora em Curitiba (PR). Apesar de já escrever poesia e crônicas, esta é sua primeira publicação no universo da prosa ficcional.

Sobre a iniciativa
Evelyn faz parte de uma maioria: das 13 autoras, 11 são estreantes. Entre setembro e novembro de 2020, elas participaram da Oficina “Olhares Empoderados” de análise e criação literária, realizada pela escritora Mylle Silva com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura, Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba. A programação foi voltada ao exercício da escrita criativa e ao debate de obras de escritoras como Clarice Lispector, Chimamanda Ngozi Adichie, Virginia Woolf e Xinran.

Durante os encontros virtuais, as autoras puderam trocar experiências e discutir as dificuldades do processo criativo. “Acho que o meu maior desafio foi uma certa impostora que habita em mim e, de vez em quando, dá as caras. Compartilhar, ser lida, receber feedback… Era tudo muito novo para mim”, conta Mariana Bragança, de 34 anos. Seu conto retrata a amizade de mulheres que cresceram juntas e agora enfrentam os desafios da vida adulta.

Para Mylle Silva, organizadora da coletânea e fundadora da Têmpora Editora, a chave é desmistificar a criação literária. “Escrever boas histórias não é uma questão de nascer com um dom ou estar inspirado, mas de treino, de exercício mesmo. Tem muito mais trabalho braçal do que intelectual”, reflete.

Além de escrever os contos, as autoras também trabalharam de modo colaborativo para dar vida à publicação. A arte da capa foi feita por Mylle Silva e Rafaela Pinheiro-Pereira, com ilustração de Carolina Bee. “Tomei como referência um busto grego clássico de vênus, mas mudei os traços da feição e cabelo, pensando na diversidade étnica. Os olhos em colagem representam o que a literatura magicamente pode nos oferecer: enxergar o mundo na perspectiva de outra pessoa!”, explica Carolina.

A coletânea Olhares Empoderados • Volume I já está disponível para venda no site da Amazon.

Serviço
O quê: Bate-papo de lançamento da Coletânea Olhares Empoderados vol. 1.
Quando: 13 de abril, às 20h.
Onde: YouTube da Têmpora Criativa.
Links
E-book Olhares Empoderados • Volume I: https://amzn.to/3dmHZrh
Live de lançamento: https://youtu.be/uxnnYfLvFxk
Site da Têmpora Criativa: https://www.temporacriativa.com
Instagram da Têmpora Criativa: https://www.instagram.com/temporacriativa/

UM CANTO ANAERÓBICO / WELLINGTON MÜLLER BUJOKAS

Copiamos texto e foto do site da Editora Quelônio

Você pode adquirir o segundo livro do poeta Wellington Müller Bujokas através do site da Editora Quelônio, aqui. O lançamento será dia 6/3, pelo Instagram da Quelônio

Um canto anaeróbico
Wellington Müller Bujokas
Editora Quelônio
Gênero: Poesia
Capa: Julia Contreiras
Posfácio: Roberto Medina
ISBN: 978-65-87790-06-0
Formato: 21,5 x 15,6 cm
104 pp.
Valor:
Preço normal: R$48.00.
Preço promocional:  R$36.00 (está com 25% de desconto por ser pré-venda)
Através do site da Quelônio, neste link

“Um canto anaeróbico é um conjunto de poemas ou de fragmentos poéticos que se entrelaçam em um longo poema, dialogando de maneira inventiva com a tradição épica, com as vanguardas e com a poesia concreta. Segundo livro de poemas do escritor e diplomata Wellington Müller Bujokas, combina a dicção de um épico abreviado, que pode ser lido de um só fôlego, a uma investigação pessoal sobre as dimensões formais da palavra poética, o sentido do vivido e os limites da comunicação verbal.

O conjunto reúne uma produção poética de alta voltagem experimental, conjugando a disposição dos signos verbais no espaço da página com um ritmo intenso e não musical. A poesia do autor promove a investigação minuciosa das palavras por meio de neologismos, polissemia, contrações e outras formas de renovação do léxico.

Os versos se dispõem em tamanhos e andamentos variados, em um estilo que envereda pela dicção paródica das vanguardas e da poesia moderna e também explora o branco das páginas, em diálogo com o concretismo.

A sonoridade desse canto poético contemporâneo inclui elementos da oralidade e contempla a visualidade experimental dos poemas, dispostos na página de acordo com o ritmo e com os efeitos de um verbo que se revela falho, mas sempre tateante, em busca de uma palavra original, mesmo que o sentido do que se diz não esteja clarividente.

A poética do autor traduz, por meio de procedimentos incomuns, temas de grande atualidade e ao mesmo tempo seculares: a relação do eu com o mundo, a (in)comunicabilidade, a subjetividade, o tempo, a memória, o padecimento, o sufocamento, a sobrevivência, a reflexão sobre o próprio fazer literário.

No posfácio, Roberto Medina destaca que, nessa poética, o esgarçamento da palavra é também o esgarçamento do mundo, um mundo a que os poemas se referem e que buscam traduzir, mas sem verdade cabal.

A edição da Quelônio procura intensificar o efeito visual dos poemas por meio de algumas soluções propostas pelo autor e que foram trabalhadas no projeto gráfico. O livro é impresso em off-set, com texto em preto e algumas ocorrências de pantone vermelho. Utilizou-se um carimbo para agregar uma terceira cor, o verde utilizado pelo autor em uma palavra de um dos poemas. Os 300 exemplares do livro foram carimbados, tornando cada exemplar único. A designer Júlia Contreiras utiliza as fontes Futura e Garamond para potencializar a visualidade e a legibilidade dos poemas, que investigam justamente o esgarçamento do signo verbal.

SOBRE O AUTOR:
Wellington Müller Bujokas nasceu em 1982 em Itararé (SP) e passou a infância em Barão de Antonina, interior de São Paulo. Na juventude, transferiu-se para Curitiba, onde se formou em Comunicação Social/Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná. Posteriormente tornou-se diplomata e mudou para Brasília. Trabalhou em Astana (hoje Nur-Sultan) no Cazaquistão, e em Moscou. Atualmente mora em Baku, no Azerbaijão. É autor de Estudos (Travessa dos Editores, 2012). Um canto anaeróbico é seu segundo livro de poemas.

ENSAIO DE ENCERRAMENTO 2020 – LACANOEL

Escutar a entrevista de Alfredo Eidelsztein em “Algo por decir” e concomitantemente ler a poesia de Manoel de Barros – No descomeço era o verbo-, “Um ensaio para a desconstrução do sentido” se fez necessário.

A partir do desejo de uma aproximação entre a poesia e a psicanálise; a “agramática” de Manoel e a “alíngua” de Lacan chegam à Ágora com nome próprio: LACANOEL.

Palestrante Convidada: Jandyra Kondera
Psicanalista, membro da Biblioteca Freudiana de Curitiba, poeta.
Coordenação: Mariana Ferraz
Evento online
Plataforma ZOOM
Dia 12/12/20
Das 10h às 11h30
Inscrições gratuitas: 41 9 8782-0200. Receba o link da plataforma ZOOM

fonte: Ágora – Estúdio de Psicanálise

VIDA E OBRA DA POETA ANA CRISTINA CESAR


Vida e obra da poeta Ana Cristina Cesar – 01/07/2016 – Jornal Futura – Canal Futura

A Festa Literária Internacional de Paraty, em sua décima quarta edição, homenageia a poeta Ana Cristina Cesar. Expoente da geração da poesia marginal, criou um personagem – Ana C. – e uma escrita atravessada por elementos do cotidiano e também aspectos da própria intimidade. Viveu um tempo em Londres, escreveu para revistas e jornais alternativos, lançou livros em edições independentes, escreveu muitas cartas e trabalhou na televisão. Ana Cristina Cesar tem hoje uma legião de fãs de muitas idades mas principalmente jovens que não puderam conviver com ela. A poeta suicidou-se no dia 29 de outubro de 1983, aos 31 anos de idade. A reportagem é de Juli Wexel.

fonte: Jornal Futura


O documentário BRUTA AVENTURA EM VERSOS, da diretora Letícia Simões, resgata a trajetória da poeta e tradutora brasileira Ana Cristina Cesar, ícone da Geração Mimeógrafo e Poesia Marginal, obras como A Teus Pés, suas pulsões, a vida e o processo de criação. Artistas, amigos e estudiosos relembram a poetisa.

A escritora Ana Cristina Cesar foi um ícone da poesia marginal dos anos 1970 no Rio de Janeiro. Ela se matou em 1983, aos 31 anos, deixando inúmeros leitores e adeptos. Partindo da apropriação de sua obra por outros artistas, o documentário procura captar a beleza e a originalidade de sua escrita através do olhar de atores, dançarinos e poetas. (fonte: Israel Lee)

A GERAÇÃO MIMEÓGRAFO (também denominado movimento Alissara) foi um movimento, ou fenômeno sociocultural brasileiro que ocorreu imediatamente após a Tropicália, durante a década de 1970, em função da censura imposta pela ditadura militar, que levou intelectuais, professores universitários, poetas e artistas em geral, em todo o país, a buscarem meios alternativos de difusão cultural, notadamente o mimeógrafo, tecnologia mais acessível na época. Da tecnologia mais usada vem o seu nome.

Sua produção literária não foi aceita por grandes editoras, pelo menos até 1975, quando a editora Brasiliense publicou  “26 Poetas Hoje” – livro organizado por Heloísa Buarque de Hollanda. Por estar à margem do circuito editorial estabelecido, sua poesia foi denominada poesia marginal. A produção artística desta geração igualmente não circulava em tradicionais galerias. A geração mimeógrafo também se expressou através da música, do cinema e da dramaturgia, sendo a sua produção poética a mais lembrada, possivelmente por ser aquela produção mais adequada às restrições de suporte impostas pela página mimeografada. As outras artes podiam ser divulgadas, porém não poderíamos ouvir uma canção ou ver um filme em um pequeno jornal ou revista mimeografados, ou fotocopiados.

Nos EUA, o termo “poesia marginal” é usado para designar a poesia feita pelos poetas chamados de pós-beats.

Fonte: Wikipédia

OUTRAS PALAVRAS – PRÊMIO DE OBRAS LITERÁRIAS

O concurso público “Prêmio de Obras Literárias” irá selecionar e premiar textos de obras de romance, coletânea de contos e crônicas, coletânea de poesia, roteiro, dramaturgia, coletânea de ensaios críticos, pesquisa de cultura alimentar e livro ilustrado, escritas em língua portuguesa.

Cada obra literária selecionada receberá um valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais). Como contrapartida, as obras premiadas poderão ser publicadas pela SECC no prazo de até cinco anos. Para romance, coletânea de contos e crônicas, coletânea de poesia, roteiro, dramaturgia, coletânea de ensaios críticos e pesquisa de cultura alimentar, serão aceitas obras de 49 a 250 páginas de elementos textuais, seguindo as especificações da ABNT para formatação de texto. Já no caso de livros ilustrados, serão aceitas obras de 16 a 150 páginas, em tamanho A4, em PDF contendo texto e imagem integrados.

Inscrições até 20 de novembro.

Confira o edital, aqui

fonte: Superintendência da Cultura

SEBINHO FATO AGENDA

Receba os livros do SEBINHO em casa, via correios. Taxa de entrega para todo país: R$10,00 (por livro). Com opção de retirada (livre de taxa, lógico) no bairro Orleans, em Curitiba. Pagamento via app MercadoPago, Nubank, cartão crédito/débito, boleto e/ou transferência bancária. Combine por whats: 41 99745-5294.

Títulos da foto (dia 24 de junho de 2020):

01 – A VENDEDORA DE LIVROS – Autora: Cynthia Swanson. Editora Tag. Preço: R$22,00.

Sinopse: Kitty Miller é uma mulher solteira e independente. Com sua melhor amiga, Frieda, ela dirige a livraria Sisters. Quando a noite vem, entretanto, ela começa a sonhar com uma vida paralela,na qual é casada com um marido maravilhoso, é mãe de lindas crianças e vive em uma mansão. Logo, os dois mundos começam a se confundir. Em qual dos dois mundos Kitty vai escolher ficar?

02 – BIG JATO – Autor: Xico Sá. Editora Companhia das Letras. Preço: LIVRO VENDIDO.

Sinopse: Da boleia do caminhão Big Jato, o escritor, jornalista e cronista Xico Sá traça um retrato ficcional de sua juventude no Cariri, com a entrada na vida adulta, as mudanças afetivas, a descoberta do rock e do amor. Vale do Cariri, início da década de 1970. Um caminhão, apelidado carinhosamente de Big Jato, é destinado a esvaziar as fossas das casas sem encanamento do Crato. No parachoque, a frase “DIRIGIDO POR MIM, GUIADO POR DEUS”. O garoto ao lado do motorista pensa: “Não sou um nem o outro”. O caminhão faz parte da vida do garoto. Com seu pai, percorre as ruas da cidade lidando com o dejeto alheio, enquanto acompanha um mundo em transformação. Assim como sua própria infância, algo ali parece estar chegando ao fim, e as mudanças não passam despercebidas aos dois. Em Big Jato, o escritor e cronista Xico Sá cria, a partir de suas memórias, um retrato afetivo de uma juventude passada no Cariri. Estão lá os primeiros encontros com o amor e o rock. As paisagens e as pessoas que ele encontrou. As mudanças nas relações familiares. Um delicado mosaico das descobertas do garoto que enfrenta todas as dificuldades da entrada na vida adulta. Leitores familiarizados com as crônicas e participações televisivas do autor podem se deparar aqui com o mesmo olhar lírico e frequentemente hilariante que Xico costuma dedicar aos relacionamentos e ao futebol. Mas irão se surpreender com a ficção do autor. O que emerge de Big Jato é uma prosa madura, uma novela capaz de encapsular um tempo e um espaço onde humor e drama ocorrem nos pequenos momentos do dia a dia. E na boleia do Big Jato, com os Beatles tocando no rádio. Fonte: Google Books.

03 – MISERERE – Autora: Adélia Prado. Editora Record. Preço: R$16,00.

Sinopse: Três anos após o lançamento de A duração do dia, Adélia Prado volta à poesia com Miserere. Neste livro, Adélia, uma das mais importantes poetisas da literatura brasileira, reúne 38 poemas, em que traduz, pela linguagem poética, lembranças de infância, o desejo de desfrutar o presente e dúvidas quanto ao futuro. Miserere aprofunda o sentimento místico e religioso presente na obra da autora. A poetisa mineira traz à sua obra um misto de fé, esperança, busca por piedade, força e sensibilidade.  Adélia Prado tem mais de 15 títulos publicados pela Record. Bagagem, um de seus títulos, está em sua 33ª edição, com mais de 50 mil exemplares vendidos. Entre seus maiores sucessos, estão Filandras, Oráculos de maio, O coração disparado e Quando eu era pequena, este último ultrapassando o número de 90 mil exemplares. Com Miserere, a Editora Record começa a publicar a obra de Adélia Prado com novo projeto gráfico. “Maior poeta brasileira viva, ao lado de Ferreira Gullar e Manoel de Barros, Adélia tanto flerta com a metafísica como se atém aos detalhes do cotidiano mas, acima de tudo, aposta na grandeza das pequenas coisas.” – Ubiratan Brasil, O Estado de São Paulo, 2010) • “Pequenas histórias familiares, dramas do dia-a-dia, tudo isso filtrado pelo seu olhar arguto, resulta numa poesia extremamente refinada e bela.” – Heitor Ferraz, Revista Cult, 2010). Fonte: Google Books

04 – TERRA DOS HOMENS – Autor: Antoine de Saint-exupéry. Editora Nova Fronteira. Preço: R$17,00.

Sinopse: Em Terra dos homens, Exupéry relata suas memórias de piloto do correio aéreo francês entre 1926 e 1935, assim como suas primeiras aspirações na profissão e seu convívio com outros pilotos e amigos. Sem um fio narrativo rígido, definido, Exupéry utiliza passagens emocionantes e dramáticas de sua experiência para dar suas impressões sobre o mundo, que se acostumou a ver do alto. É, antes de tudo, um livro sobre a morte, a amizade, o heroísmo e a busca de significado.

Temos centenas de livros à pronta-entrega, consulte via whats 41 99745-5294. Também temos loja virtual, se interessar, confira nossa loja virtual: https://bit.ly/2pWvbU2

+ INFORMAÇÕES:
– Sebinho FATO Agenda é a loja de livros e discos que ajuda financiar o blogue FATO Agenda, blogue de vagas de emprego e agenda cultural de Curitiba.

– Atendimento (SUSPENSOS DURANTE A QUARENTENA): sextas e sábados, das 19h a meia noite. Rua Paula Gomes, 380, São Francisco, Curitiba – dentro da Erva Doce Doceria Bar.

– Agende visitas ao sebinho, consulte e/ou encomende livros e discos pelo whatsApp: 41 99745-5294 (leandro).

Fanpage: www.facebook.com/sebinhoFATOagenda
Instagram: www.instagram.com/sebinhofatoagenda

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Taxa de entrega: R$10,00 (por livro) – válida para todo Brasil. Via MercadoPago e/ou dep./transferência bancária. Se interessar, combine por whats (41) 99745-5294 (leandro).

#CatálogoDoSebinho

Trecho do livro MISERERE – Autora: Adélia Prado

DAQUELE INSTANTE EM DIANTE

Daquele Instante em Diante (filme completo em HD) from Rogerio Velloso on Vimeo.

“Daquele Instante em Diante” documenta em profundidade a vida e a trajetória artística do músico e poeta Itamar Assumpção, morto em 2003 de câncer aos 53 anos. Ele foi um dos pilares de um momento da música popular brasileira que se convencionou chamar de “Vanguarda Paulista”. Dono de uma personalidade vulcânica, Itamar construiu sua obra magistral de forma praticamente independente, à revelia da indústria cultural – e estabeleceu com ela, desde cedo, uma relação turbulenta. Íntegro e muitas vezes bem intransigente, sua postura lhe custou o rótulo de “maldito” e acabou por colocá-lo à margem (muitas vezes de forma dolorosa) do que se entendia por “sucesso comercial” (sucesso Itamar fazia a seu modo, com shows lotados e longas temporadas em São Paulo, turnês pela Europa…).

Partindo de uma pesquisa extensa que resultou em mais de 250 horas de imagens (muitas antológicas e inéditas) e de um mergulho no universo pessoal deste incrível artista, o filme apresenta suas várias facetas: o compositor, poeta, arranjador, o performer apaixonado por orquídeas, o pai de família, o iconoclasta, refém de clichês como o “gênio incompreendido”. Itamar vem à tona através de uma trama poética, intuitiva, onde fatos e depoimentos falam mais alto que idéias preconcebidas.

São Paulo, 110 min, 2011
realização INSTITUTO ITAÚ CULTURAL E MOVIEART
direção ROGÉRIO VELLOSO
produção executiva CAROL DANTAS
roteiro de edição GEORGE QUEIROZ
montagem GEORGE QUEIROZ / ROGÉRIO VELLOSO / PAULO MENDEL
pesquisa de conteúdo MAURICIO PEREIRA
pesquisa de imagens SOLANGE SANTOS
direção de produção CRISTIANNY ALMEIDA
assistente de direção e decupagem MARIANA FAGUNDES
fotografia HELCIO “ALEMAO” NAGAMINE
câmera HELCIO “ALEMÃO” NAGAMINE / ROGÉRIO VELLOSO / MARIANA FAGUNDES / DIEGO GARCIA
edição de som e mixagem SERGIO FOUAD
logger e primeiro assistente de câmera DIEGO GARCIA
segundo assistente de câmera RIVERTE “BABU” CRUZ
operador de áudio MÁRCIO TEIXEIRA
assistente de produção e arquivos MONICA MEDICI
motorista ÉLCIO CACHIATORE
sonorização ESTÚDIO SAX SO FUNNY
mixagem 5.1 SERGIO FOUAD / CLEMENT ZULAR / ESTÚDIO ÁUDIO PORTÁTIL
assistentes de mixagem FLAVIO PEREIRA / BRUNO CAMARA
videodesign RICARDO FERNANDES
letreiros RICARDO FERNANDES / RICARDINHO FILOMENO / GUILHERME PULICE / WAGNER VIANA
stop motion e videoarte ROGÉRIO VELLOSO
encerramento: obra livremente derivada de “O Homem Polvo”, de Tulipa Ruiz e Gustavo Ruiz Chagas
ilustrações originais de ITAMAR ASSUMPÇÃO
coordenação de finalização DIULLE SORRENTINO / MARCELO BARROS / ISABEL MATTOS
assistente de montagem e finalização FEZAO BARBIERI
cobertura on line & imagens de arquivo FRANCISCO MOSQUERA
assistentes de finalização ELTON BRONZELI / RAFAEL ELAMES / KAUÊ BREGOLA / BRUNO RAZUK
suporte técnico PIXEL TECHNOLOGY / LUIZ CAMPEDELLI / RENATO SOUZA
pos produçao DOT
direção geral de pós-produção JOSÉ FRANCISCO NETO, ABC / FERNANDO FRAIA
coordenaçâo de pós-produção GIBA YAMASHIRO / GLEICE LICA
atendimento de pós- produção MAGALI WISTEFELT
color grading MARCO OLIVEIRA / JUNIOR XIS
coloristas assistentes ALEXANDRE CRISTOFARO / RAFAEL YAMIN
edição on line HENRIQUE REGANATTI / TADEU PARRILO FREDE
estagiária MARTA TELES / GUSTAVO VEIGA
telecinagem super 8 mm ESTUDIOS MEGA — Rio de Janeiro
produção MOVIEART
coordenação de produção CLAUDIA REGINA DE MORAES
gerência administrativa ELIANA IZIPETO
gerência financeira MÁRIO ARINO
secretária de produção TATIANA BARBOSA
coordenação de tráfego MARIA APARECIDA DE SOUZA
contabilidade JOSÉ PEREIRA DE SOUZA
coordenação de estúdio VANDERLEY SENA SILVA
contra-regra ANA BARBOSA
transporte VALDIR SEVERINO / RONALDO DE FREITAS / JOAO INACIO DE AQUINO