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Até dezembro, o músico apresenta a série de shows “Duos” na capital e viaja para outras 15 cidades com o concerto “História do Choro”
Entre os meses de julho e dezembro, o bandolinista Daniel Migliavacca se apresenta em Curitiba e em mais 15 cidades do interior do Paraná. Ao todo, serão 27 apresentações, sendo 12 em Curitiba, com a série “Duos”, no Teatro Barracão Encena, e 15 shows em outras regiões do Estado, com a circulação do já consagrado projeto “História do Choro”.
Série de shows inédita “Duos” destaca a sonoridade do bandolim Para este projeto, que acontece uma vez por mês no Teatro Barracão Encena, em Curitiba, sempre às 20h, Daniel Migliavacca convida seis instrumentistas brasileiros para uma série de duos inusitados com o intuito de explorar a sonoridade do bandolim e mostrar o instrumento em formações pouco usuais.
Na estreia dos concertos, prevista para os dias 13 e 14 de julho, o músico recebe o percussionista paulistano Caíto Marcondes. Nesta primeira combinação, os curitibanos podem esperar um repertório eclético, valorizando a mistura de timbres e explorando todas as possibilidades possíveis dos instrumentos individualmente e, principalmente, juntos.
No total, serão 12 shows até dezembro, sendo dois concertos seguidos por mês. Os próximos convidados são o violinista Gabriel Vieira (10 e 11 de agosto); o baixista Glauco Sölter (14 e 15 de setembro); a cantora Izabel Padovani (19 e 20 de outubro); o guitarrista Mário Conde (23 e 24 de novembro) e o clarinetista Sérgio Albach (14 e 15 de dezembro). Todas as apresentações acontecem às 20h. Os ingressos são vendidos a preços populares, custam R$10 (inteira) e R$5 (meia entrada) e ficam disponíveis uma hora antes na bilheteria do próprio Teatro Barracão Encena (R. Treze de Maio, 160 – Centro).
Para este lançamento, Daniel Migliavacca busca levar ao público um pouco da produção musical de Curitiba e do Brasil, promovendo um rico intercâmbio artístico e cultural. “Me sinto muito feliz de estar realizando um projeto tão rico musicalmente e com tantos músicos incríveis que eu admiro. Além de ser um projeto de longa duração, com muitos concertos, o que é raro no meio musical. O público poderá curtir vários encontros especiais e únicos.”, complementa.
O projeto, que conta com o incentivo do CEDIP, da Bosch e da Celepar, através da Lei de Incentivo à Cultura da cidade de Curitiba, também prevê a realização de seis concertos didáticos em regiões descentralizadas, com o objetivo de ampliar o alcance do projeto e fomentar a formação de plateia nos bairros.
Cidades paranaenses recebem apresentações de “História do Choro” Também entre os meses de julho e dezembro, Daniel Migliavacca viaja para 15 cidades com a circulação do concerto “História do Choro”, que conta também com a participação dos músicos Lucas Melo (violão 7 cordas) e Luis Rolim (percussão). O concerto apresenta um panorama da história do Choro através de um repertório repleto de clássicos de seus principais compositores. Apesar de ser um gênero genuinamente brasileiro e a primeira música urbana brasileira, o Choro ainda é pouco difundido e conhecido do grande público.
O repertório, com arranjos e direção musical de Daniel Migliavacca, homenageia compositores fundamentais do gênero como: Chiquinha Gonzaga, Joaquim Callado, Anacleto de Medeiros, Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth, Garoto, Waldir Azevedo, Pixinguinha, Luperce Miranda, Jacob do Bandolim e chorões paranaenses como o bandolinista Walter Scheibel.
Os concertos serão em Quatro Barras (22/07), Ampére (16/08), Salto do Lontra (17/08), Chopinzinho (18/08), Itapejara d’Oeste (20/09), Clevelândia (21/09), Honório Serpa (22/09), Contenda (30/09), Tijucas do Sul (07/10), Antonina (29/10), Morretes (30/10), além de Ipiranga, Bocaiúva do Sul, Guaraqueçaba e Balsa Nova, em datas a serem confirmadas. Os shows serão gratuitos em todas as cidades.
A circulação é um desdobramento do projeto homônimo que, em 2019, promoveu uma série de doze concertos temáticos no Teatro Paiol, em Curitiba, com direção musical de Daniel Migliavacca e participações especiais de músicos de destaque no cenário nacional dedicados à produção e divulgação do Choro pelo Brasil e pelo mundo. A cada edição, uma parte da história do Choro era contada através das principais obras do gênero e seus compositores. Na época, o projeto se tornou um programa de televisão, com transmissão dos concertos na íntegra pela TV Paraná Turismo.
O “História do Choro” é um projeto incentivado pelo Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura – PROFICE da Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura do Governo do Estado do Paraná, com apoio da Copel. Além das 15 apresentações gratuitas para a população, os músicos passarão por 15 escolas antes dos concertos para tocar e contar um pouco da história do Choro, criando um espaço aberto aos estudantes de escolas públicas do ensino fundamental.
Daniel Migliavacca. Foto: Elis Ribeirete.
Sobre Daniel Migliavacca O bandolinista Daniel Migliavacca é um dos jovens representantes do Choro e do bandolim no Brasil. Tem se destacado em diversos projetos como instrumentista, compositor, arranjador e diretor musical. Já conquistou prêmios pelo Brasil como instrumentista e compositor e possui 7 CDs lançados. É bacharel em Música Popular pela UNESPAR (2011) e mestre em Música pela UFRJ (2019) tendo lançado uma série de Dez Estudos para Bandolim Solo contribuindo para o desenvolvimento técnico do instrumento no Brasil.
Atualmente, prepara o lançamento de dois álbuns com o seu quarteto, um em parceria com a cantora Rogéria Holtz e outro dedicado ao trombonista Raul de Souza em parceria com o flautista e saxofonista Eduardo Neves.
SERVIÇO DUOS – 13 e 14 de Julho, às 20h – Daniel Migliavacca convida Caíto Marcondes (percussão/SP) – 10 e 11 de Agosto, às 20h – Daniel Migliavacca convida Gabriel Vieira (violino/SC) – 14 e 15 de Setembro, às 20h – Daniel Migliavacca convida Glauco Sölter (baixo elétrico/PR) – 19 e 20 de Outubro, às 20h – Daniel Migliavacca convida Izabel Padovani (voz/SP) – 23 e 24 de Novembro, às 20h – Daniel Migliavacca convida Mário Conde (guitarra/PR) – 14 e 15 de Dezembro, às 20h – Daniel Migliavacca convida Sérgio Albach (clarone e clarinete/PR)
Local: Teatro Barracão Encena (R. Treze de Maio, 160 – Centro, Curitiba – PR, 80020-270) Ingressos: R$10 (inteira) / R$5 (meia entrada) Vendas no local, uma hora antes das apresentações
SERVIÇO HISTÓRIA DO CHORO Quatro Barras 22 de julho às 20h – Auditório da Secretaria de Educação Rua Nilo Fávaro, 100 – Centro, Quatro Barras
Ampére 16 de agosto às 20h Anfiteatro Municipal Ana Maria Basso Esperança, Ampére
Salto do Lontra 17 de agosto às 20h – Auditório do Centro de Eventos Rua Dona Rosa Oening – Parque Industrial II, Salto do Lontra
Chopinzinho 18 de agosto às 20h -Anfiteatro David Rogos Schmitz Rua Frei Everaldo, 399-441 – Centro, Chopinzinho
Itapejara d’Oeste 20 de setembro às 20h – Casa da Cultura Rua Santos Dumont, 80 – Centro, Itapejara d”Oeste
Clevelândia 21 de setembro às 20h – Centro Cultural Cigarra Rua Major Diogo Ribeiro, nº 645 – São Sebastião, Clevelândia
Honório Serpa 22 de setembro às 20h – Centro Cultural de Honório Serpa Avenida Júlio Henrique Scheib, 1009 – Centro, Honório Serpa
Contenda 30 de setembro às 20h – Salão Contendinha Rua Projetada, 30 – Centro, Contenda
Tijucas do Sul 07 de outubro às 20h – Praça Padre Antonio Koremann Centro, Tijucas do Sul
Antonina 2 de outubro às 20h – Theatro Municipal Rua Dr. Carlos Gomes da Costa, 266 – Centro, Antonina
Morretes 30 de outubro 15h – Coreto Sinibaldo Trombini Largo Lamenha Lins – Centro Histórico, Morretes
Ipiranga, Bocaiúva do Sul, Guaraqueçaba e Balsa Nova: mais informações em breve.
Entrada gratuita
FICHA TÉCNICA – DUOS Direção musical: Daniel Migliavacca Músicos: Daniel Migliavacca, Caíto Marcondes, Gabriel Vieira, Glauco Solter, Izabel Padovani, Mario Conde e Sérgio Albach Direção de produção e Gestão de projeto: Gilmar Kaminski Produção executiva: Luana Camargo Assistência de produção: Záire Osório Técnico de som: Chico Santarosa Iluminação: Victor Sabbag Projeto gráfico: Pablito Kucarz Redes sociais e Assessoria de imprensa: Platea Comunicação e Arte Registro audiovisual: Renato Próspero Captação de recursos: Meire Abe Produção: Flutua Produções Incentivo: CEDIP, Bosch e Celepar Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio de Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.
FICHA TÉCNICA – HISTÓRIA DO CHORO Direção musical: Daniel Migliavacca Músicos: Daniel Migliavacca, Lucas Melo e Luis Rolim Direção de produção e Gestão de projeto: Gilmar Kaminski Produção executiva: Luana Camargo Assistência de produção: Záire Osório Técnico de som: Eduardo Schotten Iluminação: Victor Sabbag Projeto gráfico: Jonas Lopes Redes sociais e Assessoria de imprensa: Platea Comunicação e Arte. Registro audiovisual: Renato Próspero Motorista: Demétrios Eugênio Produção: Flutua Produções
Apoio: Copel Projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura | Governo do Estado do Paraná.
Dia 25 de junho, sábado, a partir das 10h, Curitiba recebe o Sarau dos Refugiados e Imigrantes no pátio da reitoria da Universidade Federal Do Paraná, no centro da cidade. A programação conta com música, poesia e meditação, além de serviço de assessoria cidadã ao imigrante, feira de artesanato, feira de gastronomia, desfile de roupas típicas e muito networking. O evento é gratuito e aberto ao público. O Sarau recebe inscrições gratuitas até às 23h59 do dia 23/06 (quinta-feira) para expositores (imigrantes e refugiados) de artesanato, gastronomia ou serviço, através deste link: https://forms.gle/tYzgQSJTZTnGanJk7
Atualmente o Paraná é o estado brasileiro que mais recebe imigrantes, nos últimos cinco anos foram mais de 20 mil estrangeiros registrados pelo Centro de Informação para Migrantes, Refugiados e Apátridas do Paraná (CEIM). Em maior parte: venezuelanos, haitianos, africanos, além de sírios, afegãos e, mais recentemente, ucranianos refugiados da guerra contra a Rússia. O evento vem comemorar duas datas importantes: o Dia Mundial dos Refugiados, 20 de junho, e o Dia Nacional do Imigrante, 25 de junho.
Blaise Musipere
O Sarau foi idealizado pelo ator e cantor congolês, Blaise Musipere, reconhecido por atuações nas novelas da Rede Globo: ‘Nos Tempos do Imperador’, ‘Malhação’, ‘Novo Mundo’ e ‘Órfãos da Terra’. O evento também conta com a participação do ator e cantor sírio naturalizado brasileiro, Kaysar Dadour, reconhecido por participação no reality show Big Brother Brasil, e atuação nas novelas: “Órfãos da Terra” e “Cara e Coragem”.
A ideia do Sarau dos Refugiados e Imigrantes surgiu da indignação diante do assassinato brutal do refugiado Moïse Kabagambe, no início de 2022, no Rio de Janeiro. A repercussão mundial do caso, a origem comum de Moïse e Musipere (República Democrática do Congo), e a comoção diante das guerras de ontem e de hoje, inspiraram a atitude em criar um espaço de troca de experiências e socialização de refugiados e imigrantes.
Musipere veio a Curitiba com essa ideia e encontrou apoio das produtoras Verônica Menezes, Aoca Cultural, e Carol Azolin, Aoca Eco Arte, que acolheram de pronto sua proposta. Juntos, buscaram a Universidade Federal do Paraná como principal parceira por vários motivos. O mais relevante deles é o fato de que, do ponto de vista institucional, a Universidade é referência nacional no acolhimento a imigrantes e refugiados, além de abrigar a Cátedra Sérgio Vieira de Mello (CSVM) – projeto do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) com universidades brasileiras para apoio a pessoas refugiadas ou em situação de refúgio.
A identidade visual foi desenvolvida por Alexandre Valente, Diretor de Comunicação do programa Aoca Eco Arte. A intenção é representar os refugiados e imigrantes buscando elementos comuns a todos. Na imagem, é possível visualizar uma família composta por uma mãe grávida com duas sacolas, uma nas costas e outra nas mãos; um homem carregando uma criança no colo e uma sacola na mão, e uma criança carregando uma sacola. Espelhando a composição, cria-se uma mandala trazendo uma referência circular, com o centro do desenho representando o planeta. Os desenhos são ligados entre si formando as conexões e trazendo reflexão através da simbologia das sacolas que, segundo o criador da arte, “Deixam para trás a INTOLERÂNCIA, o EGOÍSMO, a VIOLÊNCIA e carregam HISTÓRIAS, ESPERANÇA E AMOR. E principalmente a mensagem: Sejam sempre BEM-VINDOS!”
COMO PARTICIPAR? Se você é artista ou expositor e gostaria de participar com sua arte, preencha esse formulário: https://forms.gle/tYzgQSJTZTnGanJk7. Inscrições até às 23h59 do dia 23 de junho (quinta-feira).
– ARTISTAS: Se você é artista (música, poesia, artes plásticas, visuais, dança, performances em geral) inscreva sua participação no Sarau. Inscrição gratuita!
– EXPOSITORES: Se você tem algo para expor e comercializar no evento, como: artesanato, gastronomia ou algum serviço, preencha o formulário de participação. Inscrições gratuitas até às 23h59 do dia 23/06 (quinta-feira) para expositores (imigrantes e refugiados) de artesanato, gastronomia ou serviço.
– VOLUNTÁRIOS NA PRODUÇÃO: As inscrições se estendem também à área de apoio voluntário à equipe de produção do evento, além de compor a grade de programação do evento, os participantes terão direito a certificado emitido pelo PROEC/UFPR.
Obs.: A taxa de inscrição foi retirada. A organização dá prioridade aos refugiados e imigrantes, porém a inscrição é aberta a todXs. Expositores brasileiros também são bem-vindos no evento!
CIDADANIA: O evento contará com uma barraca de atendimento cidadão aos imigrantes e refugiados para encaminhamento aos serviços governamentais, através da Cátedra Sérgio Vieira de Mello (UFPR).
ARRECADAÇÃO DE DOAÇÕES: No evento serão arrecadados alimentos não-perecíveis, roupas, cobertores, livros e itens de higiene pessoal para distribuição aos refugiados, imigrantes em situação de vulnerabilidade e moradores em situação de rua. As arrecadações serão destinadas ao Projeto de Acolhida para Migrantes e Refugiados da ABAi (Associação Brasileira de Amparo à Infância).
ECOPONTO: Também serão arrecadados materiais recicláveis (latas de alumínio, garrafas pet e papelão), lixo eletrônico e óleo de cozinha no Ecoponto do Aoca Eco Arte, programa do Aoca Cultural de incentivo à economia criativa e circular que viabiliza a produção cultural através da coleta de resíduo. Trocando em miúdos, “transforma lixo em arte” ao patrocinar a produção de diversos produtos finais como videoclipes, podcasts, shows, mostras e festivais – amparando em especial a arte periférica e descentralizada. Essa iniciativa segue as normativas e diretrizes do Instituto Lixo Zero Brasil e conta com a parceria do Paraná Lixo Zero.
SERVIÇO: Sarau dos Refugiados e Imigrantes Data: 25 de junho, sábado. Horário: 10h às 18h. Local: Pátio da Reitoria UFPR, Rua XV de Novembro, 1299, Centro, Curitiba-PR. Entrada Gratuita. Instagram: www.instagram.com/saraudosrefugiados/
Apresentação ocorre no Espaço Fantástico das Artes às 20h30 com participações das artistas Julia Raiz, Natasha Tinet, Cau de Sá e Fernanda Fuchs; ingressos do 1º lote já estão à venda por R$ 20 com pagamento via PIX
Foto-mosaico por Tárcilo Pereira, Walter Thoms e Laís Melo.
Chegou a hora das canções de Furiosa Aberta serem tocadas pela ímã. Disponível nas principais plataformas desde o final de 2021, o segundo trabalho da banda será apresentado na íntegra pela primeira vez na noite de 9 de junho, em Curitiba-PR, no palco do Espaço Fantástico das Artes (R. Trajano Reis, 41 – São Francisco).
Furiosa Aberta é fruto de parcerias com as poetas e amigas Francisco Mallmann, Natasha Tinet e Julia Raiz. O álbum reverbera dúvidas essenciais para o grupo nestes últimos anos, dentre elas: “Como uma banda pode sobreviver ao isolamento?”. A resposta da ímã foi apostar em jogos de composição (feitos à distância pelas nove artistas da banda + participações) que resultaram nas faixas No coração do King Kong, Cidade Assionara Souza, Monika e o Futuro e Furiosa Aberta.
Depois de um processo de criação marcado pela não presencialidade e pela ausência de ensaios convencionais, o EP Furiosa Aberta ainda aguardava pela chance de um lançamento presencial e festivo, como esse que se anuncia.
Participações Natasha Tinet é escritora e artista visual e, além de assinar a arte de capa do EP, é autora do poema a partir do qual nasceu a música Monika e o Futuro. Seu trabalho serviu de inspiração para a banda experimentar a técnica da colagem como linguagem de criação no campo da música.
Escritora e tradutora, Julia Raiz criou o texto que gerou a faixa Cidade Assionara Souza (feito em homenagem à sua amiga Assionara, poeta e dramaturga de grande importância no cenário brasileiro). Ao lado de Francisco Mallmann, Julia e Natasha fazem parte da Membrana Literária, a grupa afetiva, crítica e colaborativa de escrita que estará presente no palco do show de lançamento através das intervenções das duas escritoras que participaram do EP.
Cau de Sá também fará participação especial. Cantora, compositora, integrante da banda Mulamba e parceira/amiga da ímã desde outras épocas, Cau é coautora de Mangueador, single do primeiro álbum da banda, ímã de nove pontas (2020).
Ainda no dia 09, a atriz e cantora Fernanda Fuchs estará presente no palco com a ímã para cantar algumas das canções em sua primeira apresentação junto com a banda, para brindar uma parceria que já vem desde o primeiro álbum e passa também pelo último EP.
Sobre a ímã A ímã é formada por artistas multi-instrumentistas que experimentam com a canção brasileira. Seus dois primeiros álbuns trazem uma diversidade de sons que vai do samba ao ijexá, do rock polirrítmico a jazzismos tropicais. A banda também integra a Queda Livre, articulação de artistas que ocorre de forma orgânica desde 2018 e já lançou também ímã de nove pontas (2020); Fronteiriça (2020), de Roseane Santos; Livro Vivo (2021), de Luciano Faccini e Roseane Santos; Waltel 92 (2021) e o álbum 8 (2022), ambos de Francisco Okabe.
Serviço: Furiosa Aberta ao Vivo no Espaço Fantástico das Artes | 09 de junho | 20h30 _endereço: R. Trajano Reis, 41 – São Francisco, Curitiba _valor: R$ 20 (primeiro lote), com reservas via formulário > Show da ímã – lançamento do EP Furiosa Aberta (google.com)
Ficha Técnica Daniel D’Alessandro (bateria e percussão), Dayane Battisti (violoncelo, cavaco e voz), Francisco Okabe (violão de 7 cordas, cavaco e flauta transversal), Guilherme Nunes (guitarra), Leonardo Gumiero (baixo, sintetizador e voz), Luciano Faccini (guitarra, clarinete e voz), Mariana Ribeiro (percussão e voz), Yasmine Matusita (bateria, percussão e voz), Convidadas: Cacau de Sá, Natasha Tinet, Julia Raiz e Fernanda Fuchs Técnica de som: Acácio Guedes Direção de produção: Má Ribeiro, Luciano Faccini Produção executiva: Dayane Battisti Classificação: livre
Capa: Casa de Ferreiro o Espeto é Ferraz. Foto: Joaquim Bührer.
Com produção musical do icônico Alexandre Fontanetti, “Tela Viva” chega com clipe assinado por Leandro Ferraz
Composição do próprio Leandro Ferraz, “Tela Viva” é o primeiro single onde o artista consolida a parceria musical com a produção musical assinada pelo icônico, Alexandre Fontanetti, premiado em 2017 e 2019 no Latin GRAMMY® e responsável pelo célebre estúdio, Space Blues – onde foi gravado o single.
Com influências do indie-rock e MPB, em “Tela Viva”, Leandro Ferraz anuncia a estreia da sua carreira solo, e celebra 10 anos de trajetória, após integrar a banda Gorú e o trio Cravo Caramelo.
A música faz parte do primeiro álbum do artista, previsto para este ano. O single com distribuição pelo selo californiano Ingrooves Music Group (Universal Music Group) e licenciado pelo selo Camarada já está disponível pelas plataformas de streaming.
“Durante a pandemia eu já estava produzindo. E, o Fabio Raesh que está comigo desde o início da minha trajetória, apoiou a minha volta para São Paulo. Foi quando eu mandei algumas canções para o Alexandre Fontanetti do Space Blues, ele ouviu e gostou do material”, revela Leandro Ferraz.
Segundo o artista, “Tela Viva” é uma extensão poética sobre a sociedade da cultura digital que vive a distopia causada pelos efeitos pandêmicos. Direto ao ponto, Leandro Ferraz contesta a loucura e a correria que a vida é sobre o quanto as relações sociais estão aprisionadas às telas que, muitas vezes, aproxima as distintas realidades. Porém, paralelamente, seduz, domina e transmuta os sentidos.
“’Tela Viva’ me bateu no contexto da pandemia entre outras composições que eu tinha na gaveta. A loucura virtual durante o período pandêmico refletia pela tela e eu senti a necessidade de falar sobre esse sentimento. Principalmente da percepção de espaço-tempo movido pelos aplicativos”, projeta o artista.
Em contraponto ao bucólico, “Tela Viva” é uma crítica social que Leandro Ferraz deixa claro o seu posicionamento em relação ao consumo desenfreado online.
“Quando a gente pensa em gerações, em cinco anos a tecnologia se transmutou excessivamente. Inevitavelmente, o impacto da pandemia refletiu em uma nova forma de consumo. Então, trazer a leveza sobre a compreensão disto, a partir da música, é essencial. O compromisso com o produto é via de mão dupla, tanto de quem produz, quanto quem consome. A ‘Tela Viva’ é isto, ácida e leve”, pondera o multiartista.
Além de assinar os violões e a composição de “Tela Viva”, Leandro Ferraz é o responsável pelo roteiro, direção e montagem do clipe, com produção do coletivo Casa de Ferreiro o Espeto é Ferraz e está disponível pelo canal oficial do artista, pelo YouTube.
“Eu tenho um home studio em casa, o que facilita o desenvolvimento dos meus trabalhos. Eu fiz alguns storyboards e conversei com o Joaquim Bührer, escritor e amigo de infância que, entendeu de prontidão a estética minimalista do clipe e a proposta visual oitentista, com o enredo meio cômico e trágico”, reflete.
Sobre Leandro Ferraz Natural de Campos do Jordão (SP), aos 29 anos de idade, Leandro Ferraz integra a atual fase da cena musical brasileira. Cantor, compositor, letrista, arranjador, videomaker, produtor cultural e artista visual, a trajetória do multiartista dialoga com referências estéticas e sonoras que complementam o desenvolvimento de sua história entre a música, as artes visuais e digitais.
Leandro Ferraz sempre teve a música como alicerce artístico, embora tenha se formado em design pela Universidade Tecnológica do Paraná – UTFPR, em 2018.
Com dez anos de trajetória, desde a sua estreia com o trio Cravo Caramelo e há seis anos, com a banda Gorú, atualmente, Leandro Ferraz mora em São Paulo onde está em fase de finalização do primeiro álbum.
Alexandre Fontanetti e Leandro Ferraz.
Sobre Alexandre Fontanetti Alexandre Fontanetti já tocou, produziu, gravou, mixou e masterizou mais de 300 discos, desde que despontou na cena com a produção do álbum “Bossa n’ Roll” (1991) de Rita Lee.
Há 30 anos na cena musical como violonista, guitarrista, produtor e engenheiro de gravação, Alexandre Fontanetti é responsável desde 1997 pelo premiado estúdio Space Blues, em São Paulo, onde trabalhou com artistas como Zeca Baleiro, Gal Costa, Palavra Cantada, Luiz Tatit, Ana Cañas, Bruna Caram, Odair José, Toninho Horta, Alaide Costa, Zé Miguel Wisnik, Funk como Le Gusta, entre tantos outros.
Reconhecido em diversas premiações da música brasileira, Alexandre Fontanetti também foi indicado em oito edições do emblemático Latin GRAMMY® e premiado pelos álbuns “Jardim Pomar” (2017) de Nando Reis, “APKÁ” (2019) da cantora Céu e “Veia Nordestina” (2019) da cantora Mariana Aydar.
Fica técnica do single “Tela Viva” Composição, voz e violões: Leandro Ferraz Baixo: P. INSANO Luz Bateria e Metaphone: Caio Gomes Guitarras: Alexandre Fontanetti Trombones: Feldeman Oliveira Produção musical, mix e master: Alexandre Fontanetti Estúdio: Space Blues Distribuição: Ingrooves (Universal Music Group) & Selo Camarada Foto: Joaquim Bührer Capa: Casa de Ferreiro o Espeto é Ferraz Assessoria de Imprensa: ÁZ Criação Artística + Música é o Canal
Fica técnica do clipe “Tela Viva” Roteiro, direção, fotografia, montagem, edição final e VFX: Leandro Ferraz Assist. de Direção e Iluminação: Joaquim Bührer Styling: Evandro Selva Beauty: Nicolle Ferraz e Léa Ferraz Produção: Casa de Ferreiro o Espeto é Ferraz Assessoria de Imprensa: ÁZ Criação Artística + Música é o Canal
Composição de “Tela Viva”
Tela que me leva através dela Ver da China até o Ceará Que der na telha E me mostra o que eu quero comprar Até parcela! Logo vou ter eu que pagar pra ficar OFF Corre, Corre, louca vida Não avisa, não para não Essa tela para a vida mas a vida não para lá Corre, Corre, louca vida Roda viva, não para não Essa tela muda a vida Mas a vida não para não Tela que me leva Atravessar o mar vermelho e sair no Pará ou Ilhabela Ela me mostra o que eu quero lembrar A caixa cheia. – Alarme! É hora de acordar, célula viva! Ah júa Ah! Corre, Corre, louca vida Não avisa, não para não Essa tela para a vida Mas a vida não para lá Corre, Corre, louca vida Roda viva, não para não Essa tela muda a vida Mas a vida não para não!
Neste sábado, 7 de maio, o nosso Sebinho FATO Agenda expõe livros e discos de vinil no @expressocuritiba , entre 11h e 18h. O espaço fica entre o Teatro Guaíra e prédio histórico da UFPR, na praça Santos Andrade, exatamente na travessa Alfredo Bufren, 323, centro de Curitiba. É um lugar bem bacana. Serve almoço. Tem música ao vivo – rock dos anos 80 – com Gilbert Braga e Guina Limacom. Discotecagem de vinil. Feira de livros e discos, roupas, joias. E bebidinhas. Entrada livre. Sábado venha nos prestigiar! 😉
O CABARET SE INSTAURA EM CURITIBA: A programação da MOSTRA INTERNACIONAL DE CABARÉ vai do dia 05 ao dia 8 de maio e conta com espetáculos, palestras, festas, lançamento de livro, oficinas e muito, mas muito cabaré – com nomes nacionais e internacionais. Programação gratuita.
Serviço: 1ª MOSTRA INTERNACIONAL DE CABARET DE CURITIBA: Uma realização Selvática Ações Artísticas, de 5 a 8 de maio no Espaço Fantástico das Artes, R. Trajano Reis, 41 – São Francisco, Curitiba-PR. Programação completa: www.selvatica.art.br/mic22
Ficha técnica: Realização Selvática Ações Artísticas Curadoria e direção geral: Ricardo Nolasco e Gabriel Machado Direção de produção: Gabriel Machado e Patricia Cipriano Coordenação técnica: Semy Monastier e Marina Arthuzzi Técnica e operação de som: Matheus Henrique Assistência de comunicação: Leo Bardo Arte gráfica: Rafael Bagatelli Curadoria da convocatória: Gabriel Machado, Leo Bardo, Marina Arthuzzi, Marina Viana, Patricia Cipriano, Ricardo Nolasco e Semy Monastier.
Documentário “Bandeira de Aço 35 Anos” Sinopse: Celebrando os 35 anos de lançamento do disco “Bandeira de Aço” de Papete. Entrevistas com os compositores e panorama histórico da época do lançamento. Apresentado no show comemorativo no Teatro Arthur Azevedo, em São Luís do Maranhão, em maio de 2013. Duração: 22:40 min Qualidade: HD 1280 X 720 Fonte: Canal do Youtube, Beto Pio
Ouça o álbum Bandeira de Aço (1978). Segundo do percussionista e cantor maranhense, Papete, lançado pelo selo Discos Marcus Pereira. Fonte: Canal do Youtube, Pimalves