<<< FUSÃO CRIATIVA >>>

Fusão Criativa está de volta para sua terceira edição, agora em uma parceria incrível Lucz + Ginger Bar!!

No dia 03/11, das 12h às 20h , o Ginger se tornará o palco de um movimento que celebra e apoia a moda autoral e a arte curitibana .

Esse espaço icônico de Curitiba vai receber marcas locais, artistas e criativos em uma mistura de estilos, inovação e muita energia boa!

O Fusão Criativa é muito mais que um evento – é um movimento que apoia e dá palco à moda autoral e à arte local trazendo as novidades e a inovação que só a nossa cidade pode oferecer.

E a melhor parte? Entrada gratuita!!

Vamos começar a anunciar as marcas que estarão conosco, e já adiantamos que a curadoria está
I N C R Í V E L.

Marque na agenda, convide os amigos e venha apoiar esse movimento que está dando espaço para o melhor da moda e arte curitibana! 

Serviço:
Fusão Criativa
03/novembro, domingo, 12h às 20h
Ginger Bar. R. Saldanha Marinho, 1220 – Centro, Curitiba
Entrada gratuita!


@sebinhofatoagenda + @antiquariocoisaveia participam da Fusão Criativa com livros e discos

 

DE CASA PARA OS PALCOS: FAMÍLIA BRASILEIRO APRESENTA SHOW INÉDITO EM CURITIBA

Com repertório autoral e grandes sucessos da música brasileira, pai e irmãos se apresentam neste mês, no Teatro Zé Maria.

O projeto Família Brasileiro Onde Rode estreia na próxima quinta-feira (10), no Teatro José Maria Santos, em Curitiba. O espetáculo, que conta com idealização da família de artistas, envolve músicas e poesias passadas do pai aos filhos, resgatando canções importantes para a trajetória familiar, com sons autorais e da música popular brasileira, do estilo caipira ao urbano.

“Subir ao palco com meus filhos é a realização de um sonho”,  comenta Ademar. “Fico muito feliz que eles estão usando também, canções da minha época, da minha influência, daquilo que eu passei pra eles também  sobre valores, através de algumas letras”.

A paixão pela música sempre esteve presente na casa da família de sobrenome Brasileiro. Paixão passada pelo pai, Ademar Brasileiro, aos seus filhos Ravi Brasileiro, Oruê Brasileiro e Otto Brasileiro. Agora, esse intercâmbio geracional enfim ganha uma nova roupagem, mais robusta, que sai das salas de ensaio e festas familiares e toma os palcos.

Na performance, que conta com um repertório recheado de memória afetiva, além das canções autorais, também são apresentadas obras de artistas consagrados como Paulo Leminski, Alice Ruiz, Gilberto Gil, Xangai e Edu Lobo. Ainda, a família faz uma releitura da canção Vida de Artista, de Itamar Assunção, com estrofes novas, contando as trajetórias de membros do grupo. 

Ao todo, são 6 apresentações, com sessões duplas nos dias 10, 11 e 12 de outubro. No palco de um dos mais tradicionais teatros da cidade, o José Maria Santos, os Brasileiros incorporam elementos de diferentes regiões do país, ao seu som único e refrescantemente arrojado.

Ravi Brasileiro, o mais velho dos irmãos que se apresentam, conta que música é um elo entre todos. “A música nos une como artistas. Cada um tem seus talentos e a música permeia entre nós”, afirma. Além da convidada Rebeca Friedmann, Ravi é o único que trabalha profissionalmente com música. e Ele conta como o Coral Brasileirinho, grupo infantil no  conservatório de Música Popular Brasileira de Curitiba (CMPB), fez parte da história da Família. “Nós todos frequentamos o coral por muitos anos, o que trouxe uma riqueza imensa na nossa formação musical”.

Além disso, ele também afirma que nos ensaios, o desafio é entender e aproveitar as habilidades musicais distintas de cada membro e que tem sido muito gostoso aproximar os laços. “A minha expectativa é me divertir, estar junto com eles em todo processo de construção de repertório, nos ensaios, na escrita dos arranjos, tá sendo muito gostoso estar mais perto e  fortalecer esse laço”, completa.

Serviço:
Shows Família Brasileiro Onde Rode

Dia 10 de outubro
14h30 https://www.diskingressos.com.br/event/8173
19h30 https://www.diskingressos.com.br/event/8174

Dia 11 de outubro
14h30 https://www.diskingressos.com.br/event/8176
19h30 https://www.diskingressos.com.br/event/8177

Dia 12 outubro
15h https://www.diskingressos.com.br/event/7360
19h https://www.diskingressos.com.br/event/7361

Local: Teatro José Maria Santos, R. Treze de Maio, 655 – São Francisco,
Curitiba – PR, 80510-030

Assessoria de imprensa: BAComunica (@bacomunica) / (41) 991327331

MULHERES QUE RIMAM – CRIS NEGONA, LIAH VITÓRIA, EVY’O, DIVA GANJAH, BRENDA CALBAIZER (CLIPE OFICIAL)

Resistência feminina no hip hop.
Videoclipe oficial com Libras.
Legendas disponíveis: Português, Inglês e Closed Caption [ative em configurações]

Música disponível em todas as plataformas de áudio.
Mulheres Que Rimam 2024 © ℗ | Todos os direitos reservados.
Conteúdo exclusivo Aoca Cultural ®

Ouça agora nos streamings: https://mulheresquerimam.hearnow.com

Roteiro: Carol Azolin, Verônica Menezes, Andressa Medeiros e Annelyse Bosa
Produção: Aoca Cultural & Ariramba Cultural
Coprodução: Gramofone Mais
Colaboração: WS Estúdio & Bridge Produções
Produção Executiva: Carol Azolin
Coordenação Geral: Vero Menezes
Direção de Produção: Andressa Medeiros
Direção Musical: Alvaro Ramos e Brenda Calbaizer
Produção Musical: Alvaro Ramos, Vitor Pinheiro e DJ Samu aka Suguiura
Beat: DJ Samu aka Suguiura
Mix e Master: Vitor Pinheiro
Sound Design: Manuella Head e Vitor Pinheiro
Trilha Sonora Créditos: Drug Diler, de Manuella Head
Direção de Cena: Annelyse Bosa
Direção de Fotografia: Thiago Krieger
Produção Local: Verônica Menezes
Assist. de Câmera: Dominique Bom
Foquista: Lucio Stabile
Gaffer e Logger: Meire Santos
Claquetista: Dominique Bom
Captação de som direto: Eduardo Loewenstein
FPV e Drone: Ricardo Grava
Edição e Montagem: Thiago Krieger e Annelyse Bosa
ID Visual: Paula Villanova
Direção de Arte: Ale Belles
Assist. de Arte: Patricia Grabowski e Jade Miranda
Acessórios e Figurinos: Chronic 420, Inimá Shop e Tatue Thaís Leite
Máscaras: Pignata Angélica
Intervenções Urbanas em Elementos Cenográficos: Victoria P. Vilas Boas – Veja Além
Maquiagem: Luana Cimatti
Acessibilidade: Fluindo Libras
Produção Libras: Jonatas Medeiros, Felipe Patrício e Viviana Rocha
Intérpretes Libras: Paula Roque, Viviana Rocha, Rafaela Hoebel, Taline dos Santos e Kethellyn dos Santos Taborda de Lima
Cotradução: Jonatas Medeiros
Tradução Inglês: Andressa Medeiros
Legendagem: Fábio Dobeck
Catering: Curitiba Honesta e Leandro Leite
Casting: Atoss Teatral e Andressa Medeiros
Seguranças: Jair Carlos da Silva, Rodrigo Miranda e Cassiano Orlandini Vital

Projeto realizado por meio da Lei Municipal Complementar 57/2005 do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura, Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba.

Assine o canal da AOCA CULTURAL no youtube, aqui.

BRASIS NO PAIOL APRESENTA DHARMA JHAZ COM SHOW MANIFESTO PUNK JAZZ

Dharma Jhaz. Crédito foto: Yaraça Silva.

Artista sobe ao palco no dia 15 de agosto com live set eletrônico experimental, piano, instrumentos de sopro, corpo, voz e alma

A edição de agosto do projeto Brasis no Paiol chega com as experimentações musicais da multi instrumentista, performer, cantora, rapper e compositora Dharma Jhaz apresentando um show que mescla referências da cultura latina e afro-brasileira ao jazz e punk. Ela sobe ao palco do Teatro do Paiol no dia 15 de agosto, quinta-feira, às 20h. Os ingressos custam R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada) e podem ser adquiridos no site pixta.me.

Manifesto Punk Jazz é o projeto performance coletivo criado por Dharma Jhaz em parceria com a pianista, cantora e compositora Julia Klüber e o DJ, rapper e produtor musical Bface. Em formato trio, Dharma traz a sua pesquisa e trajetória artística na cena musical independente, com diversas linguagens e gêneros musicais para infundir o conceito e o estilo autoral auto-intitulado Punk Jazz.

Do DF para o mundo
Dharma Jhaz, travesti multi instrumentista, cantora, produtora musical, rapper e performer sonora, desenvolve através dos instrumentos de sopro, voz, corpo, e performance, experimentações musicais empíricas baseadas em elementos intercontinentais, manifestando multi-artisticamente o seu conceito autoral de expressão, Punk Jazz.

Traz consigo suas referências da música brasileira no seu free jazz punk mestiço, apresentado em jam sessions e lives que participa em colaboração com diversos artistas da cena da música experimental e eletrônica nacional e internacional, como Malka Julieta, Kenya20Hz, Akin Deckard, MNTH e o trio alemão The Liz.

Integrante do coletivo Metanol FM em São Paulo, fez parte da produção do álbum “Movimento Paralelo Vol.1” (2021), trazendo uma nova dimensão à experiência sonora instrumental performática.

Do rap, soul, frevo e blues ao punk jazz, esteve em diversos festivais, entre eles The Town (SP), CHIII (SP), Novas Frequências 12 (RJ), Farol Live Santander (RS), Curitiba Jazz Festival (PR) e vários outros eventos, sendo reconhecida pelo ensaio “O Som Ao Redor”, da revista GQ Brasil, edição de agosto de 2020, que reuniu cinco vozes da novíssima cena musical brasileira.

Manifesto Punk Jazz
Ressignificando sentidos através de um movimento de contracultura anti-elitista, o Manifesto Punk Jazz retoma a propriedade e liberdade ancestral de expressão do jazz sob uma nova linguagem, usando o experimentalismo, free jazz, flow, rap, música eletrônica e composições autorais, atribuídas às vivências e a realidade anarquista punk de ser uma artista travesti negra brasileira que toca jazz.

Ainda, Punk Jazz é um ato político de resistência e união contra toda e qualquer segregação, marginalização e higienização de corpos dissidentes da cena do jazz ou da arte independente, manifestado em performance – no formato live set eletrônico experimental, piano, instrumentos de sopro, corpo, voz e alma.

Confira a próxima data do Brasis no Paiol 2024:
12 de setembro: Kiko Dinucci (SP)

Brasis no Paiol
O projeto Brasis no Paiol é uma iniciativa cultural realizada desde 2012 em Curitiba pela produtora Bina Zanette (Santa Produção) e pelo produtor Heitor Humberto (Fineza Comunicação e Cultura). Com mais de 140 shows apresentados desde sua primeira temporada com artistas de diferentes regiões do país, é um dos projetos musicais independentes em atividade mais longevos do Brasil, consolidando-se como importante veículo de divulgação de trabalhos contemporâneos independentes e de formação de público em Curitiba.

Em 2024, o Brasis no Paiol conta com o apoio da Effex – Tecnologia e Criação e restaurante Na Casa Delas.

Serviço:
Brasis no Paiol apresenta Dharma Jhaz
15 de agosto, quinta, às 20h
Local: Teatro do Paiol – Praça Guido Viaro, s/n
Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada)
Vendas em https://pixta.me/u/brasis-no-paiol-apresenta-dharma-jhaz
Informações: @santaproducao

FEIRA DO VINIL + SHOW BE MUSIC + EXIBIÇÃO DE CINEMA

Sábado, dia 3, primeiro sábado de agosto, a partir das 9h, o @Antiquário Coisa Véia + Sebinho promovem show de música ao vivo (15h30) com o duo Be Music (com a maravilhosa cantora @brendacalbaizercantora + o incrível musicista, Valdo, (@evangivaldo.santos) da @muv.brasil. Feira de vinil e livros com vários expositores. Exibição de cinema no pátio da loja. Com barzinho (do @ciroducastro) com drinks + #vinhopotre no pátio da loja. Além de pastel frito na hora e lanches do restaurante @dona_carolinaoficial – anexo ao antiquário. E ainda flash tattoo com a @mad7.matrix. E discotecagem de vinil com o discotecário @bob_zucon + dj @lincolniorju

Para nossos clientes teremos 25% off em toda loja, exceto móveis. Mas na loja tudo é negociável, móveis tem desconto também. Então venha pra negociar! 🙂

SORTEIO:
Quem acertar o filme principal que exibiremos ganha R$150, reais em produtos na loja, e pros (até) 10 seguintes que acertarem: R$50, em produtos da loja. O primeiro que acertar ganha R$150, sozinho. Mas só valem dois palpites por pessoa, em comentários diferentes, né. Os prêmios valem p/ quem estiver presente no evento, hein. Revelação no dia. Comente aí! 🙂

Expositores de vinil:
@carpenters_vinil1
@bob_zucon
@erlondiscos
#pontodovinil

Exposição de artes gráficas:
@hermanitocollage
@soy_expansion

ANTIQUÁRIO COISA VÉIA + SEBINHO
Livros, discos, antiguidades, móveis, camisas de time, brinquedos, colecionáveis e objetos de decoração.
Atendimento: Segunda a sexta, 9h às 19h. Sábado: 9h às 17h.
Rua Prof. João Falarz, 409, Orleans, Curitiba-PR.
Referência: nossa loja fica nos fundos do sobrado amarelo, o Restaurante Dona Carolina. Entre as lojas “Master Pró Audio” e “João Falarz Moto Peças”. Exatamente 400 metros do viaduto do Orleans. Contato: Whats: 41.99745.5294 c/ Leandro.

Nossos links:
https://linklist.bio/antiquariocoisaveia

Serviço:
Show Be Music + Feira de vinil + Exibição de cinema
Data: Sábado, 3 de agosto, 9h às (20h ?)
Local: Antiquário Coisa Véia, Rua Prof. João Falarz, 409, Orleans, Curitiba-PR.
Entrada Livre. Local #petfriendly

43ª SEMANA LITERÁRIA SESC & FEIRA DO LIVRO ::: DE 7 A 11/AGOSTO

De 7 a 11 de agosto acontece (simultaneamente em 27 cidades do Paraná) a 43ª Semana Literária Sesc & Feira do Livro. O tema deste edição será “Poesia em toda parte”, em celebração à efeméride de aniversário (80 anos) do grande e múltiplo poeta Paulo Leminski. O evento tem programação gratuita com bate-papos, shows e oficinas, além da Feira do Livro, da qual participam nosso Sebinho /// Antiquário Coisa Véia expondo livros e discos de vinil, entre os dias 07 e 11 de Agosto, quarta-feira a domingo, no Museu Oscar Niemeyer, na Rua. Mal. Hermes, 999 – Centro Cívico, em Curitiba.

Sesc preparou uma programação imperdível! O evento é gratuito, confira algumas das atrações que separamos do evento:

Itamar Vieira Junior abre a 43ª Semana Literária e Feira do Livro. Autor de “Torto arado” fala sobre literatura e sociedade. 07/08/2024 | 19h às 21h. Museu Oscar Niemeyer – MON. Gratuito. Classificação: livre.

– Oficina “Viver Ensaisticamente” com Julia Raiz – Oficina propõe reflexão e prática em torno do gênero ensaio – 07/08/2024 | 14h às 17h – Museu Oscar Niemeyer – MON. Gratuito. Classificação: 16 anos.

– Oficina livre de monotipias e tipografias. De 07/08 a 11/08/24 | 10h às 19h. Museu Oscar Niemeyer – MON. Gratuito. Classificação: livre. 

– Davi Moraes homenageia Moraes Moreira em show no Dia dos Pais – Apresentação encerra a 43ª Semana Literária & Feira do Livro – 11/08/2024 | 19h às 20h30. Museu Oscar Niemeyer – MON. Gratuito. Classificação: livre.

Acompanha os destaques no instagram: @sesc_pr e confira a programação completa no site: www.sescpr.com.br/semanaliteraria

TEATRO PAIOL RECEBE O PALCO DIFUSOR DA BANANEIRA BRASS BAND PARA SHOW DE LANÇAMENTO DE NOVO EP

Cinco artistas selecionados para o Palco Difusor dividem o palco do Teatro Paiol em grande show com Bananeira Brass Band para lançamento do novo EP. Créditos: Miriane Figueira.

As cinco músicas gravadas com os cinco novos nomes da música autoral curitibana entram nas plataformas digitais dia 16 de julho e são apresentadas em grande show de lançamento, no dia 25 de julho, fruto da imersão em produção musical realizada pelo coletivo em 2023.

Dia 25 de julho, é o dia de celebrar e apresentar ao público o resultado de um ano de trabalhos imersivos na produção musical, realizado pelo coletivo Bananeira Brass Band em parceria com a Diversa Produções, o Palco Difusor. Artistas da cena autoral curitibana: Betania Hernandez, Dharma Jhaz, Princesas do Ritmo, Lele Farah e Sem Registro, são os nomes que estão no novo EP – Palco Difusor, que traz além de musicalidades diversas, uma troca de experiências que serão compartilhadas com a plateia que se formará no Teatro Paiol, em apresentação única e gratuita.

Antecede o grande show, o lançamento do EP – Palco Difusor, nas principais plataformas digitais no dia 16 de julho, e também as sessions no YouTube, com início no dia 18 a 23 de julho. De acordo com a produtora e gestora cultural, Pri de Morais, o acesso antes do show, vai permitir que o público conheça o trabalho e chegue no Paiol com as músicas em mente. “A ideia do projeto é impulsionar a carreira destes artistas com a produção de singles, vídeos, ensaios fotográficos e toda a vivência com outros musicistas em estúdio. Também trazer pro conhecimento do público o que a música autoral de Curitiba está fermentando de mais atual”, conta.

O projeto Palco Difusor nasceu do desejo de descentralizar ações culturais na capital. Dessa forma o coletivo Bananeira Brass Band e a Diversa Produções, criaram em 2023 o projeto, que circulou por cinco Regionais e selecionou em edital os cinco artistas com trabalhos autorais para uma imersão completa no processo da produção musical, incluindo vivência no Estúdio Aroeira e grande show de encerramento para apresentar ao público as novidades musicais.

De acordo com Audryn Souza, musicista integrante da Bananeira e idealizador do projeto, o intuito do circuito foi difundir o funcionamento do mercado da música autoral curitibana em três frentes de profissionalização: “os artistas selecionados ganham com a produção de material profissional; a Bananeira Brass Band ganha com o intercâmbio artístico; toda a equipe de produção, comunicação e estúdio ganha com o amadurecimento de sua atuação na cena da cidade”, revela.

Na primeira etapa foi lançado o edital de chamamento. Os 81 inscritos passaram por uma seletiva com os produtores musicais e curadores do Palco Difusor – Erica Silva, Bface e Gian Lucca, que levaram os cinco artistas selecionados para a próxima fase com encontros de criação junto a Bananeira Brass Band em estúdio para trabalhar e ensaiar repertório de show, gravação de single e live session.

Dentro do Palco Difusor, os artistas também tiveram acesso a apresentações nas Regionais de Curitiba. Segundo Pri de Morais, a ideia foi fazer do Palco Difusor um multiplicador nas comunidades, a fim de democratizar o acesso à produção e consumo cultural. “É uma proposta que visa a amplificação do ecossistema da música independente curitibana através da integração de diversas regiões da cidade buscando fortalecimento da economia cultural e profissionalização de todos os agentes culturais envolvidos”.

Com isso o projeto contou com ações sociais e integração com o público em cada Regional, com a realização de cinco oficinas de percussão direcionadas para instituições que atendem adultos em situação de vulnerabilidade social, seguidas de apresentações da Bananeira Brass Band, em cortejo acústico.

Palco Difusor é um projeto realizado com recursos do Programa de Apoio de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba com o incentivo da Celepar e Phil Young’s.

SERVIÇO:
Lançamentos:
Dia 16 de julho: EP disponível em todas as plataformas digitais.
Dias 18 a 23 de julho: lançamentos sessions no Youtube
Show Palco Difusor
Local: Teatro Paiol (Rua Cel. Zacarias, 51 – Prado Velho)
Data: 25 de julho de 2024
Horário: 20h
Ingressos: gratuitos (distribuição 1h antes)
Classificação: 12 anos

Sobre a Bananeira Brass Band
A Bananeira Brass Band é um coletivo de sopros e percussão que surge no cenário musical de Curitiba no ano de 2015 com o propósito de trazer a experiência que seus integrantes tiveram em sua formação musical através das bandas marciais e fanfarras difundindo e valorizando a música instrumental por meio de um show dançante em espírito festivo.  A discografia da Bananeira Brass Band conta com o EP #PotassioNeles (2018) e o álbum Feira Livre (2021), indicado ao Grammy Latino 2022 na categoria Melhor Projeto Gráfico de um Álbum.

A formação instrumental da Bananeira Brass Band é inspirada nas bandas de rua de New Orleans e na cultura das Brass Bands (bandas de sopros). Apesar da influência de grupos estrangeiros, a banda busca trazer em seu repertório autoral a música brasileira, explorando ritmos dançantes de todas as regiões do Brasil, misturando gêneros musicais que vão do funk ao baião.

Formação atual da Bananeira Brass Band: 
Audryn Souza (trompete)
Denusa Castellain (saxofone)
Emilyn Shayene (trombone)
Fernanda Cordeiro (trombone)
Lucas Ramos (trompete)
Luís Fernando Diogo (percussão)
Luís Rolim (percussão)
Pierre de Cerjat (sousafone)

Sobre os cinco novos nomes da música: 

Betania Hernandez
É musicista e começou muito cedo. Aos 8 anos, entrou no Sistema  Nacional de Orquestra da Venezuela e formou-se em bacharel em Composição e Criação Musical, na Uniarte, em Caracas, na Venezuela. Logo depois da graduação, migrou para o Brasil, tornou-se mestre em Estudos Latino-Americanos pela Universidade Unila, em Foz do Iguaçu. A artista já lançou dois álbuns: Passos do Vento e  Lua, Sol, Mar e Estrelas pela sua própria  produtora. Fez parte do Palco Difusor e com a Bananeira Brass Band compôs a música: Tudo de Nós. Segundo Betania, enquanto mulher imigrante, é a liberdade que foi dada às mulheres artistas criadoras, o que tornou a experiência tão rica e necessária para o território curitibano e para todos.

Sem Registro
O grupo veio somar ao projeto trazendo  influências da música eletrônica, rap e do funk adicionando ao som orgânico da Bananeira Brass Band as nuances do sintético numa pegada mais cyberpunk do estilo “Garage”. O grupo tem como  pilar principal e a ponte entre todos os integrantes o Rafael Ludvich. Foi ele quem uniu os fundadores há aproximadamente 6 anos. Sobre a trajetória do grupo, em 2022, em um evento organizado pelo artista “Bface” em parceria com a Budweiser fizeram a abertura do show da dupla de artistas do Rio de Janeiro “Pumapjl”. Para os integrantes do grupo, a participação no projeto deu uma experiência singular de conhecer um estúdio profissional e desenvolver um projeto com outros artistas.

Dharma Jhaz
Travesti multi-instrumentista, cantora, produtora musical, rapper e performer sonora, desenvolve através dos instrumentos de sopro, voz, corpo e performance, experimentações empíricas baseadas em elementos intercontinentais da cultura latina, afro-brasileira, jazz e punk. Tem em suas referências a música brasileira no free jazz mestiço, manifestado nas Jam Sessions e Lives que participa em colaboração com diversos artistas da cena da música experimental e eletrônica nacional e internacional. A artista acredita que a possibilidade de consolidar o conceito autoral Punk Jazz no projeto, pode inspirar as novas gerações a conhecerem o que uma travesti pode fazer, muito além dos estigmas e preconceitos que nos limitam a estatísticas trágicas, e a marginalização.

Lele Farah
Desde da infância envolvida com música por conta do trabalho do pai, que é produtor musical e multi-instrumentista. Após a pandemia juntou-se com um grupo de amigos que já estavam no processo de iniciar uma gravadora voltada ao gênero rap. Em sua trajetória, ela lançou uma sequência de singles que vem elaborando nos últimos 2 anos. As maiores conquistas profissionais foram as participações no palco do festival de bolso no Jazz Festval, aberturas de shows para artistas como Dalsin, Yago Oproprio e ADL do Favela Vive. A artista afirma que a participação no Palco Difusor possibilitou a troca artística com grandes músicos e de certa forma ter a experiência completa de fazer shows, gravação de estúdio, gravação de videoclipes, sessão  de fotos e todo processo em si.

Princesas do Ritmo
As integrantes da Banda se conheceram na Ong Passos da Criança, na Vila Torres, em Curitiba, que tem como princípio básico fortalecer o empoderamento feminino através da musicalidade afro. Maíra, Geovana, Sabrina, Catherine e Polyana se uniram para  formar uma banda de percussão e levar a música a diferentes  espaços públicos, descentralizando a cultura, aproximando a comunidade a sua ancestralidade. A banda já recebeu Menção Honrosa e também elas já participaram de eventos em parceria com a Sanepar em diversos espaços e projetos culturais celebrando o mês da Consciência Negra. No Palco Difusor, as Princesas trouxeram o swing do axé, do samba reggae promovendo autoestima e o protagonismo de mulheres pretas. De acordo com as integrantes da banda, houve um grande crescimento musical.

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

BRASIS NO PAIOL APRESENTA JULIANA LINHARES E JOSYARA JUNTAS EM SHOW INÉDITO EM CURITIBA

Juliana Linhares e Josyara. Fotografia de Elisa Mendes.

Nomes de destaque da música contemporânea brasileira, dupla é atração de julho em projeto realizado no Teatro do Paiol

Duas das mais celebradas artistas da música brasileira se uniram para criar um show cheio de beleza, potência e poesia. A potiguar Juliana Linhares e a baiana Josyara trazem a Curitiba essa parceria inédita, em show na edição de julho do projeto Brasis no Paiol. O encontro será no dia 18 de julho, quinta-feira, às 20h, no Teatro do Paiol. Os ingressos custam R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada) e serão vendidos pela plataforma pixta.me a partir de 01 de julho, às 7h.

O primeiro encontro das duas artistas no palco aconteceu há oito anos. “Cantamos pela primeira vez em Salvador. Isso foi em 2016, no show do Pietá, projeto do qual a Juliana faz parte. De lá pra cá, foram  muitos encontros musicais em palcos, vida e amizade”, relembra Josyara.

Para o Brasis no Paiol, o show terá canções de ambos os trabalhos autorais, além de algumas releituras que ligam artisticamente Juliana Linhares e Josyara.

Juliana Linhares
Cantora, compositora e atriz potiguar, lançou em 2021 seu álbum de estreia, “Nordeste Ficção”. Artista nascida em Natal, Juliana foi viver no Rio de Janeiro em 2010, mudança que deu a ela um lugar de observação privilegiado a respeito dos clichês com que o resto do país enxerga o Nordeste. Com o sucesso do álbum, a faixa “Bombinha”, foi trilha sonora da novela “Mar do Sertão”, da Rede Globo, que contou também com participação de Juliana Linhares como atriz em um dos capítulos. A música também foi regravada no último álbum de Daniela Mercury, lançado para o carnaval de 2022. Em 2023, a faixa “Balanceiro” tornou-se tema da personagem de Juliana Paes no remake de “Renascer”.

Josyara
Cantora, compositora, instrumentista e produtora musical natural de Juazeiro, no interior da Bahia, Josyara traz em suas composições um olhar sensível sobre seu cotidiano e sua história, embaladas por um violão percussivo e potente. Em 2018, lançou seu primeiro disco, “Mansa Fúria”, pelo Edital da Natura Musical, sendo um dos discos mais elogiados do ano pela imprensa musical e que lhe rendeu as indicações para melhor disco do ano pela APCA (Associação Paulista dos Críticos de Artes) e Revelação do Ano, no Prêmio Multishow. Em 2020, em parceria com Giovani Cidreira lançou “Estreite (Joia Moderna)”. Em 2022, a artista lançou seu segundo disco solo pela Deck Music, “ÀdeusdarÁ”.

Confira as próximas datas do Brasis no Paiol 2024:
– 15 de agosto: Dharma Jhaz (PR)
– 12 de setembro: Kiko Dinucci (SP)

Brasis no Paiol
O projeto Brasis no Paiol é uma iniciativa cultural realizada desde 2012 em Curitiba pela produtora Bina Zanette (Santa Produção) e pelo produtor Heitor Humberto (Fineza Comunicação e Cultura). Com mais de 140 shows apresentados desde sua primeira temporada com artistas de diferentes regiões do país, é um dos projetos musicais independentes em atividade mais longevos do Brasil, consolidando-se como importante veículo de divulgação de trabalhos contemporâneos independentes e de formação de público em Curitiba.

Em 2024, o Brasis no Paiol conta com o apoio do mandato Maria Leticia, Effex – Tecnologia e Criação, restaurante Na Casa Delas, Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba.

Serviço:
Brasis no Paiol convida Juliana Linhares e Josyara
18 de julho, quinta, às 20h
Local: Teatro do Paiol – Praça Guido Viaro, s/n, Prado Velho, Curitiba
Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada)
Vendas a partir das 7h de 01/07 em https://pixta.me/u/brasis-no-paiol-apresenta-juliana-linhares-e-josyara
Informações: @santaproducao

3ª MOSTRA CLAUDETE PEREIRA JORGE TEM TERCEIRA EDIÇÃO CONFIRMADA E VOLTA A CELEBRAR ARTISTAS E PÚBLICOS DE CURITIBA

Com 4 semanas de programação, o evento convida pessoas residentes na cidade a imergir num painel plural e diverso da arte local, com atividades 100% gratuitas, até 13 de julho.

A partir do próximo dia 22 de junho a Mostra Claudete Pereira Jorge volta a ocupar o Teatro de Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge. Com o propósito de celebrar artistas e públicos da arte produzida na capital, em sua terceira edição o evento reúne durante 4 semanas espetáculos, performances e pocket shows musicais, que formam um painel plural da produção artística local. A programação se estende até o dia 13 de julho, sempre de quinta a domingo, em diversos horários, com atrações gratuitas.

O público curitibano já habituado a frequentar as salas de espetáculos da cidade se faz presente desde a primeira edição da Mostra Clau. De acordo com Igor Augustho, diretor de produção e curador do evento, “a proposta é também que públicos distantes do circuito cultural possam se aproximar dele e, num curto espaço de tempo, pouco menos de um mês, ter contato com uma multiplicidade de estéticas e criações”, conta.

A Mostra Claudete, que teve sua primeira edição realizada em 2019, surgiu inicialmente para celebrar a vida e a  trajetória da grande atriz paranaense que dá nome ao evento, quando seu nome foi adicionado ao Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge, por projeto de Lei aprovado pela Câmara de Vereadores de Curitiba. Interrompida pela pandemia, retornou em 2022, quando realizou a segunda edição e consolidou-se, enfim, como um importante espaço de troca e compartilhamento entre plateias, públicos, artistas, fazedores e entusiastas do cenário artístico curitibano. 

O carro chefe da programação mais uma vez encontra-se nos espetáculos de artes cênicas: são dezesseis apresentações de 8 espetáculos distintos, todas gratuitas. A curadoria foi composta tanto através de convites a grupos quanto por chamada pública aberta a todos os artistas da cidade. Em complemento às apresentações de dança e teatro, há os pocket shows musicais e performances que ocorrem no andar inferior do teatro. “A gente busca ocupar o teatro de outro jeito, transformando as salas de espera, a bilheteria, o hall de entrada, em lugares onde as pessoas queiram permanecer e possam experienciar outras linguagens da cidade”, conta Helena de Jorge Portela, curadora da Mostra Claudete e também filha da homenageada. 

Outro fator de destaque está nas ações de acessibilidade: todas as peças contam com sessões acessíveis em Libras e quatro delas com audiodescrição, permitindo que públicos com deficiência acompanhem parte considerável da programação. Os ingressos são gratuitos e distribuídos com 1 hora de antecedência no próprio teatro, mas pessoas idosas, gestantes, com deficiência e obesas têm acesso garantido, como explica o diretor artístico da Mostra, Nautilio Portela: “10% dos ingressos são reservados a fim de garantir que pessoas diversas possam acessar as atividades da Mostra. Assim, pessoas que estejam dentro destas identidades, podem chegar ao teatro com apenas 20 minutos de antecedência. É mais uma iniciativa da Mostra Clau que se move na direção de um fazer cultural mais democrático.”

Toda a programação pode ser conferida no Instagram, @mostraclaudete. O evento é uma realização e produção da Pomeiro Gestão Cultural, realizada também pela Cia. Fluctissonante e pela NBP Produções, aprovado pela Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Paraná, com recursos da Lei Paulo Gustavo, Ministério da Cultura – Governo Federal.

Serviço:
3ª Mostra Claudete Pereira Jorge 
De 22 de junho a 13 de julho 
Local: Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge 
Rua: Presidente Carlos Cavalcanti, 1.222 – São Francisco 
Ingressos: Gratuitos (Retirar 1h antes dos espetáculos no local)
Rede social: @mostraclaudete 

Confira a programação das peças, performances, pocket shows e oficinas:

Teatro Adulto
LÍNGUA EM REVISTA
Cia. Fluctissonante | 100Min. | 16 Anos  
22 e 23 de junho | 18h 
Criar outras línguas. Falar outras línguas, sobre outras línguas, línguas que ainda não existem, histórias que ainda não foram contadas. Escrever, reescrever, não escrever, repensar, recriar, ruminar e reestabelecer línguas e histórias. Aqui, nesta língua-história falamos sobre outros caminhos. A língua-história registrada nas apostilas do ensino fundamental jogamos para o alto. Sobre ela, criamos novas estradas. Pisoteamos suas folhas como quem pisoteia folhas que não registram as nossas jornadas ao longo dos séculos. Língua pretuguês, de sinais, língua de mulher, língua preta, intensa, nova. Língua surda, afiada, sudaca, voraz. Projetamos esta nova língua. Vemos-queremos essa nova língua em todos os lugares, o tempo todo. Essa língua que agora falamos é a língua de deus, assim mesmo, em minúsculas, e das Deusas, em maiúsculas. É um contra-ataque ao homem, este homenzinho que se fez engolir ao longo dos séculos. É a língua que poderíamos ser, não fôssemos o que somos agora.

LUSCO FUSCO
Lumiô I 60Min. I 14 Anos 
27 e 28 de junho | 20h
Lusco Fusco é uma reflexão ora dramática ora bem-humorada sobre a luz e suas diversas simbologias ao longo do tempo. Em Lusco Fusco, a luz é mostrada como elemento primordial da existência humana, desde sua concepção mitológica-religiosa até sua relação com a ciência e arte.

RETILÍNEO
Batalhão Cia. de Teatro I 60Min. I 14 Anos 
29 e 30 de junho | 20h
“Retilíneo” é um espetáculo que busca navegar pela história e pela memória do povo negro brasileiro. Acompanha quatro linhas narrativas: a chegada dos portugueses na África pela ótica de uma criança africana; um homem escravizado sendo vendido num mercado público no Brasil de 1700; uma mãe negra que está longe de seu filho (ou seria seus filhos?); e um jovem negro que anda pelas ruas do centro da cidade de madrugada voltando de uma festa, quando é surpreendido por um enorme navio (ou seria uma viatura policial?).   

AQUI É MINHA CASA
Ap da 13 e Sopro Produções I 70Min. I 16 Anos 
4 e 5 de julho | 20h
Não é uma criação de cena. É um evento. Aqui é minha casa, é a construção de uma experiência. Fala sobre ruínas. Um corpo e um planeta em ruínas. Um exercício de conexão mais profunda, um reconhecimento do ser planetário, da necessidade da interdependência entre todos os seres vivos. Uma tentativa de fazer valer o oxigênio que estou respirando.  

KAZA
Tecer Teatro I 40Min. I 12 Anos 
6 e 7 de julho | 20h
Kaza trata de pessoas em situações extremas. Pessoas como eu ou você, com suas vidas ditas normais e que subitamente perdem tudo o que têm, tudo o que construíram. Kaza é sobre ter que partir, sobre perda e em como sobreviver a isso. Perder a família, um filho, a terra, a cultura. Ser obrigado a deixar seu país, sua cidade, a língua natal, o emprego, a casa. Sua história, seu passado e tudo o que nos representa. Os planos para o futuro, o sonho e a esperança. Também sobre incomunicabilidade, sobre como expressar essa dor. E finalmente, como tudo isso transforma seres humanos em invisíveis, marginais, estrangeiros, indesejáveis e estranhos aos olhos de seus iguais. Esse pequeno conjunto de fatores incontroláveis que torna o humano em não humano

5 DANÇAS
Rumo de Cultura I 100Min. I 12 Anos 
11 e 12 de julho | 20h
5 DANÇAS faz agir 5 dançarinas da geração dos anos 60, com trajetória profissional de 40 anos. O trabalho é formado por 5 peças solo autônomas apresentadas entre intervalos. As peças proliferam modos de dança e suas articulações com o contexto. 

Teatro Infantil 

ATRAVESSAR O MAR PARA SEMPRE
Teatro de Bagagem I 40Min. I Livre 
29 e 30 de junho | 15h
Duas pessoas caminham há muito tempo, vivem em travessia por fugir de uma guerra inesperada. Em suas bugigangas possuem um rádio onde ouvem uma rádio-novela e reinventam o próprio cotidiano para seguir o caminho. Durante o caminham recriam a rádio-novela com os bonecos e objetos que tem à mão. é nessa brincadeira que conhecemos a travessia de Pérola, Violeta, Ícaro e Girassol.  

NHANDEREKÓ
Grupo Baquetá | I 50Min. I Livre 
6 e 7 de julho | 15h
Nhanderekó, para o povo mbya guarani, é o verdadeiro modo de ser GUARANI, manter a cultura viva. Isso significa respeitar o meio ambiente e viver em harmonia com a natureza, retirando dela apenas o necessário para a sobrevivência. O Grupo Baquetá reuniu diferentes contos e histórias do povo guarani, que apresentam a relação destes com os animais e com os elementos da natureza (terra, ar, água e fogo).

Pocket Shows 

IMPERADOR SEM TETO
22 de junho | 17h | 14 anos
Imperador Sem Teto é um acontecimento: música, teatro, performance, dança e poesia, articulados de modo a resultar em uma obra maior que conduz o espectador a transitar por um emaranhado de experiências sensoriais. Diferentes artistas reconstroem o cotidiano, refletindo o embate das civilizações, na sua beleza e no seu horror. Daí, emergem reflexões humanas, inclusive existenciais, sobre a civilização contemporânea e suas lógicas, sobre o duelo entre o individual e o coletivo.

NOE CARVALHO
28 de junho | 19h | Livre
“Noe Carvalho – Vínculos” é um pocket show emocionante que mergulha nas profundezas do afeto e na reconexão ancestral, composto pela artista Noe Carvalho. Com batidas envolventes e letras profundamente pessoais, Noe compartilha sua jornada de auto descoberta como pessoa não binária e originária, destacando o poder transformador do amor como uma tecnologia ancestral. Este show é uma celebração da diversidade, da resiliência e da força dos laços que nos unem, oferecendo uma experiência musical e emocionalmente cativante. 

WILLA TOMAS 
5 de julho | 19h | 16 anos
a-Willa apresenta Bonde da Travesti
Willa é uma cantora independente que há 2 anos lança suas composições autorais no cenário da música curitibana. Inspirada em ritmos pop brasileiros como o funk, o brega funk e o trap, Willa canta sobre ser um corpo trans, e também sobre cenários de liberdade e celebração. Seu show na mostra Claudete é um show inédito que mistura o seu repertório com os maiores sucessos das divas brasileiras. Willa te espera dia 5 para uma grande festa cheia de funk.

PITOMBAS DO AMOR
13 de julho | Na Festa de Encerramento | 16 anos
Pitombas do Amor lançou seu primeiro EP, Drag de Lança com faixas autorais que envolvem questões da comunidade LGBTQIA+. A canção que dá nome ao trabalho, Drag de Lança, é o momento clímax do show, em que os artistas prestam homenagem a pessoas vítimas de crimes de homofobia no país, mas também fazem um convite à resistência. Fazem ainda parte do show canções que falam de amor e, principalmente, que celebram a vida através do fazer artístico em cores, movimento e som.

Performances 

ELENIZE DEZGENISKI 
Exposição permanente e outras intervenções na 3 MCPJ | Livre

Eu Luto Outra Luta | língua presa da palavra, invisível cuidado e ouvido esquecimento | Exposição permanente na 3 MCPJ | Livre

Na instalação EU LUTO OUTRA LUTA, que ocupa o corredor do espaço térreo do teatro, a frase LUTO LUTA do poeta Décio Pignatari está abrigada entre as palavras EU e OUTRA. O espectador posicionado diante da obra, entre os espelhos, é colocado em um abismo especular, onde EU LUTO se replica ao infinito, assim como a frase OUTRA LUTA.

A frase que Pignatari criou junto com seus alunos em 1968, circulou pelas ruas do Rio de Janeiro, como um grito de protesto contra o assassinato do estudante Edson Luís, cometido pelos militares durante a ditadura no Brasil. A instalação foi montada pela primeira vez em 2017 na vitrine da Alfaiataria Espaço de Arte em Curitiba.

As intervenções nos espelhos do teatro, com as frases a língua presa da palavra, invisível cuidado e ouvido esquecimento são um aviso e um lembrete. Sempre em letras miúdas, por vezes na moldura. É a reivindicação de um espaço limite, onde transitam as delicadas, e por vezes avassaladoras, relações entre o eu e o tu.

KLÍCIA CAMPOS
23 de junho | 17h | 12 anos
“Sertão Sagrado: Cangaço, Fé e Fogueiras”
Esta performance explora três pilares fundamentais da cultura nordestina: o cangaço, a devoção a Padre Cícero e as festas juninas de São João. Através de histórias de resistência, fé e celebração, inspiradas na literatura de cordel e interpretadas em Libras, a narrativa entrelaça as trajetórias de Lampião, Padre Cícero e uma vila nordestina em festa, destacando a riqueza e a diversidade cultural do sertão.

FEIJOADA DA MEIA NOITE
30 de junho | 19h | Livre 
Por meio de sons, ruídos, frases, registros, papeis e vídeos, a Feijoada da Meia Noite propõe a construção de uma visualidade multilinguagem digital-analógica-sensorial.

MEMÓRIAS DUMA BAOBÁ
6 de julho | 19h | Livre
“Memórias de uma Baobá” é uma peça sobre as histórias, as memórias, os saberes e os afetos compartilhados e vividos por mulheres negras. É uma celebração à ancestralidade feminina negra, uma valorização da oralidade como forma de resistir ao apagamento e ao genocídio. Em cena, acompanhamos a Senhora-Terra, uma mulher negra idosa que retorna à casa onde viveu por muitos anos. Lá, oferece um café para quem está assistindo, enquanto compartilha palavras que ainda habitam o seu corpo e também aquele espaço onde viveu. Ela está à espera de alguém que nunca aparece, como se algo estivesse faltando. Ainda assim, a Senhora-Terra dança pelos momentos do passado, entrelaçando-os a um presente formado por vozes de outras mulheres negras.

PROCURA-SE HISTÓRIAS EXTRAVIADAS
12 de julho | 19h | Livre
Três ações simultâneas ocupam diferentes espaços tecendo entre si uma rede de acontecimentos narrativos efêmeros e relacionais. Escritas a muitas mãos, as histórias articulam mundos antigos, reais e (im)possíveis, mundos que emergirão no encontro da proposição artística com o público. Venha se encontrar com a quandonde! 

NOVELAS CLAU KIKI BALL
13 de julho | Na Festa de Encerramento | 12 anos
Venha conhecer um pouco da cultura ballroom nessa edição da Mostra Claudete Pereira Jorge. Nessa kik ball teremos categorias estéticas de moda, passarela e realidade, além de categorias de vogue performance. A ball é um momento de enaltecer a vivência das pessoas trans, pretas, periféricas, originárias para mostrar que existimos, estamos vivas, fazendo e contando nossas histórias. 

Oficinas


COLARES ECOLÓGICOS – Katia Horn 
Dia 7 de julho 
Horário: 14h às 18h 
Local: CAIXA CULTURAL  (Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro)
15 vagas  
Nesta oficina, mulheres se reúnem para criar colares de papelão, não apenas como acessórios, mas como manifestações da conexão com a natureza e a sabedoria ancestral. Cada corte e dobra não apenas transforma o papelão, mas também renova a autoestima e empodera as participantes. O papelão, antes considerado lixo, ganha vida como uma expressão de criatividade e sustentabilidade, ecoando a ancestralidade feminina que encontrava beleza na simplicidade da natureza. Esta oficina é um convite a reconectar-se com a essência feminina e a transformar materiais reciclados em jóias de significado profundo, lembrando-nos de que nossa história está entrelaçada com a terra. 

DRAMATURGIA PRETA – Kamylla Ngoma 
Dias 11 (quinta) e 12 (sexta) de julho
Horário: 13h30 às 17h30
Local: Sala Pomeiro (Rua da Paz, 51 – Centro) 
8 vagas 
Nesta oficina, as palavras se tornam a ponte que conecta o passado e o presente, a ancestralidade e a luta, a cultura e a identidade negra. É um convite para a criação de textos teatrais que ecoam as vozes há muito silenciadas, destacando as experiências negras e suas complexidades. Em um espaço de criatividade e empoderamento, os participantes exploram temas profundos, celebrando a diversidade e desafiando estereótipos. A dramaturgia negra se torna uma ferramenta poderosa para a representatividade e a transformação, unindo a riqueza da herança cultural afro ao potencial do palco. Esta oficina é um ato político e poético, construindo uma narrativa mais inclusiva e autêntica nas artes, onde cada palavra escrita é um passo em direção a uma sociedade mais justa e igualitária.

BONECAS ABAYOMIS – Geisa Costa 
Dias 12 de julho  
Horário: 15h às 17h
Local: CAIXA CULTURAL (Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro)
15 vagas 
Esta oficina é uma dinâmica de sensibilização, que tem como proposta reunir as pessoas para uma troca de ideias e saberes, promovendo o fortalecimento da autoestima e o reconhecimento da identidade afro-brasileira. Além de retomar o prazer pela oralidade, é uma maneira de discutir a identidade negra, e também um meio de trocas de conhecimentos, contando e cantando suas histórias, ao mesmo tempo em que confeccionam as bonecas feitas apenas com malhas pretas e retalhos coloridos como faziam nossas avós. Abayomi é uma boneca negra ícone de resistência feita a partir de retalhos trançados, enrolados e amarrados, de tamanhos variados e que podem se transformar em brincos, enfeites, adereços e uma de geladeira, etc.

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

DISCO DE VINIL LP BLINDAGEM – CARA E COROA /// 1987 /// SEBINHO FATO AGENDA

Disco de Vinil Lp BLINDAGEM – CARA E COROA /// 1987 /// Preço: DISCO VENDIDO /// @sebinhofatoagenda + @antiquariocoisaveia

Disco usado. Em ótimo estado. Com marcas leves, mas foi testado e não pula. Capa com encarte. Obs.: A capa tem um escrito à caneta no verso, por favor, veja as fotos. Seguindo o guia internacional para avaliação de discos de vinil: Mídia: G+; Capa: G+. Código do disco: 835 142-1

Informações:
Blindagem – Cara E Coroa
Label: Randall Recorddi – 835 142-1
Format: Vinyl, LP, Album, Stereo
Country: Brasil
Released: 1987
Genre: Rock

Músicas:
A1 – Não, Não, Não
A2 – Além Do Silêncio
A3 – Igual A Mim
A4 – Sombras Da Noite
A5 – Gente Fina
B1 – Lá Vai O Trem
B2 – Se Eu Tivesse
B3 – O Homem E A Natureza
B4 – Adeus Sete Quedas

Seguindo o “Guia Internacional Para Avaliação de Discos de Vinil”:

AVALIAÇÃO DOS DISCOS:
GOOD (G+): Disco usado. Em bom estado. Com marcas superficiais, mas não pula. Por favor, veja as fotos.

AVALIAÇÃO DA CAPA:
GOOD (G+): Capa em bom estado. Com encarte. Obs.: A capa tem um escrito à caneta no verso, por favor, veja as fotos.

FRETE: Taxa de entrega p/ todo país: R$24,90. Com opção de retirada na loja!

ATENÇÃO: Entregamos um dia por semana (sem taxa) no centro de Curitiba, combine por whats: 41.99745.5294, com Lelê.

ANTIQUÁRIO COISA VÉIA + SEBINHO
Livros, discos, antiguidades, móveis, camisas de time, brinquedos, colecionáveis e objetos de decoração.
Atendimento: Segunda a sexta, 9h às 19h. Sábado: 9h às 17h.
Rua Prof. João Falarz, 409, Orleans, Curitiba-PR.
Referência: nossa loja fica nos fundos do sobrado amarelo, o Restaurante Dona Carolina.
Entre as lojas “Master Pró Audio” e “João Falarz Moto Peças”. Exatamente 400 metros do viaduto do Orleans.
Contato: Whats: 41.99745.5294, Leandro.

Confira alguns discos de vinil do sebinho, aqui

 

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