Blogue FATO Agenda divulga: 1) vagas e oportunidades em comunicação social, mkt e design em Curitiba e região. 2) Agenda cultural da cidade. 3) Livros e discos de vinil (do Sebinho FATO Agenda). Editado há 17 anos (desde 2009) pelo jornalista Leandro Hammerschmidt.
Iniciativa faz parte de uma série de ações realizadas pela Associação de Cultura Popular Mandicuera, com foco na formação de novos agentes culturais e promoção artística no Mandicuera Ponto da Cultura Caiçara
Estão abertas as inscrições das oficinas profissionalizantes gratuitas voltadas para os artistas do litoral paranaense. Oferecidas pela Associação de Cultura Popular Mandicuera, a iniciativa recebe apoio do Governo do Paraná, por meio da PNAB (Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura), do Ministério da Cultura e do Governo Federal. A oficina de produção acontecerá entre os dias 09 e 11 de maio, no Mandicuera Ponto da Cultura Caiçara, na Ilha dos Valadares.
“As aulas buscam o fortalecimento da nossa cultura caiçara, além da formação de novos agentes culturais e a promoção da inovação nas áreas de produção cultural, música e audiovisual”, afirmou a produtora cultural e idealizadora do projeto, Mariana Zanette.
Uma das oficinas que está com inscrições abertas até esta quinta-feira (08) é a de “Produção Cultural”. Com 20 vagas disponíveis, as aulas contarão com a participação da produtora cultural Maria Balbina Zanette, mais conhecida como Bina, que conta com mais de 20 anos de trajetória artística. Atualmente, Bina é coordenadora de logística do palco Sunset no Festival do Rock in Rio e é diretora de produção no Festival de Teatro de Curitiba.
Após a oficina de “Produção Cultural”, serão disponibilizadas 8 bolsas para a criação de projetos que atendam à salvaguarda da cultura caiçara ou iniciativas artísticas compatíveis com as ações do Ponto de Cultura. Três destas vagas estão reservadas para pessoas com deficiência (PCD).
Outra ação que está com as inscrições abertas é a de “Produção de Áudio em Estúdio”, orientada por Fernando Lobo. Com 10 vagas disponíveis, a oficina é voltada para jovens e adultos interessados em aprender técnicas de produção e edição de áudio em estúdios profissionais. O curso oferece 60 horas de formação em cinco módulos, abrangendo desde a introdução ao estúdio até a gravação de podcasts e trilhas sonoras.
Oficinas permanentes Aprovado pela Secretaria de Estado do Paraná, por meio do Prêmio de Pontos de Cultura, o projeto também conta com as oficinas permanentes de Teatro e de Canto Coral, que já iniciaram as aulas em abril deste ano. A primeira é ministrada pela atriz, produtora e cineasta Mariana Zanette, e é voltada para quem deseja aprimorar as habilidades teatrais com exploração da expressão corporal e vocal, improvisação cênica, leitura e interpretação de textos teatrais.
Para os interessados em canto e música, a oficina de Canto Coral, apresentada por Wanderlem Silva, é focada na técnica vocal e no repertório do coral caiçara. Os alunos aprendem sobre compreensão e funções do trato vocal, técnicas de projeção da voz, leitura e interpretação musical de canções tradicionais caiçaras e prática musical com repertório da Orquestra Rabecônica, a primeira do Brasil a ser formada por tocadores de rabeca, instrumento tradicional da cultura caiçara.
Cultura nas escolas Em parceria com a UFPR e a Escola Caiçara de Educação Popular Mandicuera, também estão sendo realizadas diversas ações para estimular a cultura caiçara entre os estudantes de escolas públicas. Com início em abril, os escolas municipais Gabriel de Lara, Iracema dos Santos, Graciela Almada Diaz, Eva Tereza Amarante Cavani e nos Centros Municipais de Educação Infantis (Cmeis) Arcelina Gomes Pina e Nossa Senhora dos Navegantes estão participando de oficinas de fandango.
O resultado das oficinas de fandango nas escolas será uma apresentação de uma festa junina no dia 27 de junho, na Associação de Cultura Popular Mandicuera promove uma Festa Junina com apresentações dos alunos,e no dia 28 junho, ocorrerá a celebração do Baile de Fandango em comemoração ao Dia de São Pedro, com participação de grupos tradicionais como Mandicuera, Mestre Brasílio, Pés de Ouro, Família Domingues, Dona Mariquinha e Mestre Romão.
Também está ocorrendo a capacitação para professores em um curso de 55 horas com certificação de extensão pela UFPR e de ex-alunos de oficinas do Mandicuera, que estão participando da Oficina de Construção de Instrumentos Caiçaras com o Mestre Aurélio. Em julho, ocorrerá uma oficina especial para o Colégio Cidália Rebello Gomes.
“As oficinas são uma oportunidade incrível para os alunos se aprofundarem em diferentes áreas culturais, aprendendo novas habilidades e fazendo parte de projetos importantes de preservação e inovação cultural”, explicou Mariana.
Serviço:
Inscrições nas oficinas do Mandicuera Ponto de Cultura Caiçara Oficinas permanentes e datas: Teatro todas as quintas-feiras, das 16h às 18h, Canto Coral todas as quartas-feiras, das 19h às 21h, Oficina de Produção: entre os dias 09 e 11 maio, Oficina de Produção de Áudio em Estúdio: na segunda, terça e quarta-feira, das 14h as 18h, ( 5, 6 e 7 de maio, e 19, 20 e 21 de maio, Valor: gratuito Local: Mandicuera Ponto da Cultura Caiçara, Endereço: Rua Crispim do Nascimento – Ilha dos Valadares, Paranaguá, Link para inscrições: linktr.ee/Mandicuera
Kaê Guajajara no Rock in Rio. Crédito: Vans Bumbeers.
Artista indígena é a primeira atração da 13ª temporada do projeto e se apresenta no dia 24 de abril. Vendas estão abertas
A temporada 2025 do projeto Brasis no Paiol vai começar. Neste ano, o show de abertura fica por conta de Kaê Guajajara, no dia 24 de abril, quinta-feira, às 20h. Nascida no Maranhão e criada no complexo de favelas da Maré, no Rio de Janeiro, a artista faz seu primeiro show em Curitiba. Os ingressos custam R$ 30 e R$ 15 (meia entrada) e estão à venda no site pixta.me
Kaê Guajajara é cantora, compositora, atriz, autora e ativista pelos direitos indígenas e meio ambiente. Em sua trajetória, apresentou-se em festivais como Rock in Rio, Rock the Mountain, MECA, C6 Fest, Pororoca NY e Brasil é Terra Indígena.
Seu trabalho musical tem como base a inovação e as raízes ancestrais indígenas, matriz da música brasileira com diversas influências culturais que continuam a moldar e redefinir o cenário musical no Brasil e além. Kaê é engajadora da MPO: Música Popular Originária, e expande a partir de suas composições e musicalidade, a visibilidade dos povos originários no contexto do mundo presente.
No Brasis no Paiol, ela apresenta show “Forest Club”, seu mais recente álbum. Mesclando gêneros como funk, french house, amapiano, eletrônica entre outros, com a música popular originária, o disco conta com a participação de Dino d’Santiago, Gaby Amarantos, Rincon Sapiência, Pablo Bispo, Felipe Cordeiro, Manoel Cordeiro, Joss Dee, DJ Salu, Ruxxel, DJCasDaGrock, Casa de Onijá e DJ Kaim.
Sobre a criação de todo o conceito pensado no futuro ancestral coexistindo com as espécies e com sonoridades vibrantes, Kaê Guajajara comenta: “Ele é uma expressão do futuro, onde uma jovem indígena no ano de 2087 está viva e feliz em uma cidade que coexiste com a natureza, onde a principal ostentação é o bem viver coletivo, celebrando a diversidade entre todos os povos. Neste álbum, eu dediquei o meu sonho de um melhor presente e futuro, convidando muitos parceiros musicais que partilham da mesma vontade.”
Confira os próximos shows do Brasis no Paiol 2025: 22/05 – Pecaos (PR) 05/06 – Saulo Duarte (PA) 26/06 – Sued Nunes (BA) 17/07 – Maria Beraldo (SC) 07/08 – Junio Barreto (PE) 21/08 – ímã + Cacau de Sá (PR/RS) 18/09 – Noe Carvalho (PR) 23/10 – Jean Tassy (DF) 13/11 – Mãeana (RJ) 18/12 – Tássia Reis (SP)
A 13ª temporada reforça o compromisso do projeto com a diversidade e o ineditismo, reunindo diferentes gêneros, linguagens e regiões do Brasil em uma programação que estimula o encontro e o reconhecimento da música contemporânea feita no país.
Brasis no Paiol Iniciativa cultural realizada desde 2012 em Curitiba pela produtora Bina Zanette (Santa Produção) e pelo produtor Heitor Humberto (Fineza Comunicação e Cultura), o Brasis no Paiol realizou mais de 150 shows desde sua primeira temporada, sempre com artistas de diferentes regiões do país. É um dos projetos musicais independentes em atividade mais longevos do país, consolidando-se como importante veículo de divulgação de trabalhos contemporâneos independentes e de formação de público em Curitiba.
O projeto promove a circulação de artistas de diferentes partes do Brasil, consolidando-se como uma das mais importantes plataformas para a música autoral independente. Em mais de uma década de existência, trouxe nomes como Juçara Marçal, Luedji Luna,Tulipa Ruiz, Rael, Fióti, Katú Mirim, Jup do Bairro, Aíla, entre muitos outros.
Curitiba recebe a primeira edição do 041GROOVE, um evento dedicado à cultura DJ! Com feira de discos, roda de conversa e sets exclusivos, o encontro promete celebrar a música e a arte da discotecagem.
Idealizado pelo DJJeff Bass, pelo Discotecário Bob e pela produtora cultural e atriz Monica Margarido, com o objetivo de fortalecer e valorizar a cultura DJ na cidade. A proposta é promover intercâmbio, troca de ideias e uma grande celebração da arte dos toca-discos.
Nesta estreia, o 041GROOVE traz uma Feira de Discos, reunindo seis expositores locais (Sebinho FATO Agenda participa!), que apresentarão uma seleção especial de vinis. Além disso, o evento conta com a presença dos DJs idealizadores e de dois importantes nomes da cena paulistana, que compartilharão suas experiências e processos criativos em dois momentos especiais: uma roda de conversa e uma apresentação no comando dos toca-discos.
Com um formato dinâmico e interativo, o evento pretende ser um espaço de conexão entre DJs, colecionadores, pesquisadores da música e o público em geral, fortalecendo a cena e ampliando o diálogo sobre a cultura do vinil e da discotecagem.
SERVIÇO: Evento: 041GROOVE – Valorização da Cultura DJ em Curitiba Data: 1 de Maio de 2025 Local: Basement Cultural, R. Des. Benvindo Valente, 260, São Francisco, Curitiba-PR Horário: a partir das 14h Entrada gratuita
FICHA TÉCNICA: Produção | Monica Margarido Assistente de produção | Jamille Reddin Programação visual e mídia social | Paula Villa Nova Intérpretes de libras | Nathan Sales e Jessica Nascimento Catering | Padaria comunitária Cecopam Realização | 041Groove
Acompanhada por artistas da música e do teatro, a atriz e cantora, idealizadora de “Vou Parir um Terremoto”, traz uma montagem sensível e humorada sobre a não-maternidade, com apresentações gratuitas no Portão Cultural e no Guairinha, entre os dias 18 e 24 de abril.
O que Maria Bethânia, Nara Leão, Linniker e Linn da Quebrada têm em comum com Uyara Torrente? Todas são cantoras e atrizes. A artista curitibana, vocalista da Banda Mais Bonita da Cidade, reconhecida por seu talento na música e nas artes cênicas, lança o show cênico “Vou Parir um Terremoto”, unindo as duas linguagens na montagem produzida pela la lettre criação. A curta temporada, com três sessões gratuitas, tem estreia nacional nos dias 18 e 19 de abril, no Auditório Antônio Carlos Kraide – Portão Cultural, com encerramento no dia 24 de abril no Teatro Guairinha, sempre às 20 horas.
Na trama, a atriz dá vida a uma personagem que enfrenta múltiplos dilemas, expressando suas dúvidas e incertezas enquanto investiga, principalmente, a condição da mulher no Brasil da atualidade. “Me encanta as contradições e complexidades que ela traz, com uma visão tridimensional, entre o “certo” e o “errado”. Ela não traz certezas e afirmações, e sim questionamentos para que possamos refletir junto ao público. Às vezes com humor e às vezes não”, conta Uyara.
A idealização do projeto nasceu em 2021, a partir de leituras e conversas entre Uyara e a escritora Lígia Souza – parceira e amiga da vida, autora do texto original do espetáculo – e a artista Nadja Naira, diretora cênica do show. Nesta montagem, as parcerias se estendem também na musicalidade, com a participação do produtor musical Vinícius Nisi, da Banda Mais Bonita, criador dos arranjos das canções do novo projeto. A coordenação geral fica a cargo de Pablito Kucarz, seu companheiro de palco desde o Teatro de Breque.
É por meio da linguagem híbrida, entre a música e o teatro, que o espetáculo acontece, tratando de assuntos relevantes. “Não é preciso levar a vida tão a ferro e fogo, é possível falar de temas como aborto, violência ou medo sem ser excessivamente dramático, por isso trazemos pra cena muitos elementos visuais do universo pop”, diz a diretora. Além disso, Nadja revela que “dirigir a Uyara é descobrir o universo da palavra e suas reverberações no corpo de uma mulher madura e de uma artista múltipla, cheia de magnetismo. Com certeza o público acostumado com a Uyara da Banda Mais Bonita vai se apaixonar novamente pela artista”, completa.
“Vou Parir um Terremoto” é ambientado num show de uma cantora pop e sua banda, formada pelas musicistas: Babi Age, na bateria, e a beatmaker e guitarrista Katze. Tudo é colorido e sintético. Ao mesmo tempo em que carrega uma estética mínima e concisa, contrasta com um texto e sonoridades barulhentas e verborrágicas, alicerçadas nas histórias reconhecíveis de tantas mulheres reais. O uso de diferentes linguagens artísticas, que se cruzam na dramaturgia e na música, criam a presença cênico-performativa instigante e potente, o que dá ainda mais força ao debate de assuntos pulsantes na sociedade atual.
As apresentações gratuitas, incluem recursos de acessibilidade, como tradução para Libras, além de transporte para grupos de mulheres em situação de vulnerabilidade, convidadas para assistir ao espetáculo. O show-cênico foi contemplado pela Lei Paulo Gustavo do Governo do Estado do Paraná, com produção da la lettre criação.
Mulheridades nos tempos contemporâneos O projeto ganhou força, com a provocação da música “Grávida” de Arnaldo Antunes, eternizada na voz de Marina Lima, refletida na condição feminina de contínua iminência de uma gravidez. “A canção desencadeou a possibilidade de discutir a não-maternidade por opção como uma forma de parto/criação de outras coisas, para além da escolha pela gestação de uma criança”, explica Ligia Souza.
O texto teatral é uma continuidade da pesquisa em dramaturgia criada por mulheres iniciada na primeira produção da companhia, Penélope. Já em “Vou Parir um Terremoto” a combinação entre textos e canções amplifica os debates sobre mulheridades tanto pautado na atualidade, inclusive temas polêmicos convidando à reflexão de questões que envolvem a mulher contemporânea cotidianamente.
Livro “Vou Parir um Terremoto” A la lettre criação, além de produzir espetáculos, também é um selo de publicação de textos teatrais. Com a estreia de “Vou Parir um Terremoto”, mais uma publicação ganha vida, com uma tiragem de 800 exemplares. O material será distribuído gratuitamente nos teatros, durante as apresentações e, em espaços de leitura municipais e escolas da rede pública, como contribuição para os acervos permanentes para leitura e consulta pela população curitibana.
SERVIÇO: Data: 18 e 19 de abril – sexta e sábado – às 20:00 Local: Auditório Antônio Carlos Kraide (Portão Cultural – República Argentina, 3.432, Curitiba) Data: 24 de abril – quinta-feira – às 20:00 Local: Guairinha – Auditório Salvador Ferrante (Rua XV de Novembro, 971, Curitiba) Entrada Franca: Retirada de ingressos a partir de 1 hora antes no local. Sujeito à lotação. Classificação: 16 anos I Duração: 80 minutos YouTube: @lalettreespacodecriacao Instagram: @lalettrecriacao
SINOPSE Entre a música e o teatro, Uyara Torrente dá vida a uma cantora que transforma o palco em um espaço de questionamento sobre a não-maternidade e os papéis femininos na sociedade. Em um show vibrante, marcado por humor e dramaticidade, a personagem enfrenta dilemas e reflexões sobre liberdade, medo e expectativas sociais. Com canções inéditas e uma estética pop, Vou Parir um Terremoto propõe um olhar potente e sensível sobre as contradições de ser mulher hoje.
Foto: Marco Novack.
Uyara Torrente Atriz, cantora e compositora, Uyara Torrente é a fundadora e vocalista da Banda Mais Bonita da Cidade, projeto que ganhou notoriedade após o sucesso viral do vídeo “Oração”. Formada em Artes Cênicas pela Faculdade de Artes do Paraná (FAP), Uyara construiu uma carreira sólida no teatro, cinema e música, participando de turnês internacionais em países como Portugal, França, Espanha e Venezuela. Como atriz, integrou diversos espetáculos teatrais, destacando-se no cenário cultural curitibano e nacional. Recentemente, lançou seu primeiro álbum solo e segue explorando a interseção entre as artes performativas e a música.
Nadja Naira Diretora e iluminadora, atriz formada pela PUC/PR e Centro Cultural Teatro Guaíra. Em constante criação artística há mais de 30 anos, tem parcerias importantes, companhias de teatro, dança e música, recebendo prêmios como APTR, Shell e Gralha Azul. Dirigiu recentemente os espetáculos: O medo da morte das coisas, Dito e Lusco-Fusco. Como atriz, participou de diversas montagens, incluindo PRETO, PROJETO bRASIL e Descartes com lentes. Desde 2002, integra a companhia brasileira de teatro e, desde 2021 dirige os espetáculos da la lettre criação, dentre eles Penélope e Vou Parir um Terremoto.
Vinícius Nisi Produtor musical e compositor, Vinícius Nisi é um dos co-criadores do sucesso da Banda Mais Bonita da Cidade, atuando como diretor musical e instrumentista. Formado em Produção Sonora pela Universidade Federal do Paraná, Vinícius tem uma carreira multifacetada que inclui a composição de trilhas sonoras para cinema e teatro, além de produção musical em diversos gêneros. Destaca-se por sua contribuição na trilha sonora do filme “Alice Júnior”, premiada no Festival de Cinema de Brasília. Sua atuação também abrange a produção de shows e clipes que alcançaram ampla repercussão, tanto no Brasil quanto internacionalmente.
Ligia Souza É escritora e pesquisadora. Doutora em Artes Cênicas pela USP e pós-doutora em Artes da Cena pela UNICAMP, com período de pesquisa na École Normale Supérieure e na Université Paris VIII na França. Autora de diversas obras publicadas e encenadas, trabalha com experimentações sobre questões de gênero e oralidade das palavras. Acompanhou processos artísticos na França, incluindo o trabalho do dramaturgo Valère Novarina. Idealizadora junto com Pablito Kucarz da la lettre criação, dedicada à publicação de dramaturgia brasileira contemporânea e produção de espetáculos.
O Santo Corte, salão responsável pelos cortes mais estilosos de Curitiba, completa um ano no próximo domingo 30/03, ocupando um casarão histórico na bucólica Praça Santos Andrade, em Curitiba. E para não deixar essa data passar em branco, aproveitando as coincidências cósmicas da vida, contaremos com a participação de: Michelle Michelon das tesouras afiadas do Lolitas Salon de Coiffure – que atualmente agita as cabeças de Londres – e Lisa Simpson com sua máquina de costura musical Berlinense, elas estão na cidade e vão agregar nas comemorações.
Afinal, tudo começou ali no largo da Ordem lá por 2010, quando essa turma toda se reunia trazendo a arte para a rua com desfiles, concertos, e muitas parcerias com criadores locais. Na intenção de resgatar a união das mentes mais criativas que essa cidade já teve, iremos apresentar um domingo nada convencional, onde música, costura, beleza e moda consciente se entrelaçam num espetáculo imperdível!
A casa abre às 14h com discotecagem analógica de Doka e Maçã, enquanto os cabeleireiros residentes do Santo Corte preparam modelos que irão desfilar looks especiais selecionados por Colete e Corselet, Marcos Manzutti, Chris Thainy, Agente Costura, Cherimoia Garimpo e SoraiaSo, acompanhados pelo som experimental e improvisado de Andreza Michel no baixo, Jonny na guitarra, e Lisa Simpson com seus instrumentos artesanais e máquinas de costura musical. Vem com a gente se divertir!
SERVIÇO: O Santo Corte & Costura Musical (Carão no Salão) Data: 30/03/2025 Horário: 14:00 às 21:00 Local: O Santo Corte. Endereço: Rua Alfredo Bufren, 323 – Centro de Curitiba. Atrações: Discotecagem: Maçã e Doka Desfile às 18:00 – Colete e Corselet / Agente Costura / Marcos Manzutti / Recast Lab / SoraiSo / Cherimoia Garimpo Improviso sonoro: Lisa Simpson / Jonny Washington / Andreza Michel
O show ADIS ABEBA RESISTENCE feat SISTAHS INNA HOUSE, é uma fusão dos dois projetos criados pelo produtor musical pianista, tecladista, compositor, arranjador e diretor musical, Ricardo Verocai, unindo o melhor do reggae instrumental com músicos que fazem parte da cena do reggae nacional e internacional à afinidade das vozes de um trio vocal composto por cantoras de grande expressividade artística.
Ricardo Verocai, tem uma extensa trajetória no estilo musical reggae , em 94 foi um dos criadores da banda Ganjazz (a primeira banda carioca no segmento jazz-reggae) com Black Alien, Daniel Pires, Marcello Hadji, entre outros e em 2004 foi um dos fundadores da banda Original Marley Cover, ambas no Rio de Janeiro.
Dentro do segmento acompanhou nomes como: Ras Bernardo (Cidade Negra), Rio Reggae Banda, Dom Luiz Rasta , Nabby Clifford, Djambi, entre outros. Também acompanhou em tours nacionais e internacionais, Andrew Tosh (Jamaica) por 10 anos, Pato Banton, Mishka e Harrison Stafford (EUA) e integrou a banda californiana Groundation na “South American Tour 2018”. Foi convidado por Aston Familyman Jr. para participar do show do The Wailers (banda do Bob Marley) em Curitiba no ano de 2015.
Em 2020 criou o projeto de música instrumental de reggae ADIS ABEBA RESISTENCE em homenagem à região da Abissínia, no continente africano, que nunca foi colonizada, exaltando essa resistência através de uma existência musical e ancestral.
Em seu repertório traz composições de Bob Marley, Black Uhuru, Jackie Mittoo, Denis Brown, Peter Tosh, Twinkle Brothers, entre outros grandes nomes da reggae music.
Ricardo Verocai e a cantora, compositora e diretora artística Kátia Drumond são idealizadores e dirigem o projeto musical MUV, de música preta brasileira, que em 2024 completou 25 anos e tem 5 álbuns lançados. A dupla tem uma longa história musical com a reggae music , Kátia Drumond foi backing vocal de Pato Banton, Ras Bernardo, Walking Lions e integra desde 2004 a banda Original Marley Cover.
Em 2018 criaram o projeto de vocal feminino de reggae, SISTAHS INNA HOUSE, onde Kátia convida outras cantoras.
O show Adis Abeba Resistence feat Sistahs Inna House tem a seguinte formação: Katia Drumond (cantora), Taciane Vieira (cantora), Ariane Souza – (cantora), Ricardo Verocai (teclados), Marlon Siqueira (guitarra), Evangivaldo Santos (contrabaixo), Reuel Silva (bateria) e Tonico Rasta (roadie).
O show é um mergulho na atmosfera do “deep reggae roots” da música jamaicana dos anos 70 e 80.
Serviço: SEXTA 21/03 19h — 03h Local: Macro Bar e Pista – Rua João Negrão 2450- Centro De Curitiba. Ingressos antecipados R$20, – aqui no link
Disco usado. De época, 1973. Em bom estado. Sem riscos. Com marcas do tempo, mas foi testado e não pula. Por favor, veja as fotos. Capa sem encarte. Capa sem grifos ou marcações. Seguindo o guia internacional para avaliação de discos de vinil: mídia: G+; Capa: G. Código do disco: 6349.077
Informações: Gal Costa – Índia Selo: Philips – 6349.077 Formato: Vinil, LP, Album, Stereo, Gatefold País: Brasil Lançado: 1973 Gênero: Latin Estilo: MPB
Músicas: A1 – Índia (6:51) A2 – Milho Verde (4:20) A3 – Presente Cotidiano (2:54) A4 – Volta (3:17) B1 – Relance (4:52) B2 – Da Maior Importância (5:12) B3 – Passarinho (2:23) B4 – Pontos De Luz (2:40) B5 – Desafinado (2:36)
Seguindo o “Guia Internacional Para Avaliação de Discos de Vinil”:
AVALIAÇÃO DO VINIL: GOOD (G+) Disco usado. Em bom estado. Apresenta algumas marcas de uso. Com riscos superficiais, mas foi testado e não pula. Por favor, veja as fotos.
AVALIAÇÃO DA CAPA: GOOD (G): Capa em bom estado. Sem encarte. Sem grifos ou marcações. Obs.: com leves marcas do tempo, por favor, veja as fotos.
FRETE: Taxa de entrega p/ todo país: R$24,90. Com opção de retirada na loja: ANTIQUÁRIO COISA VÉIA + SEBINHO Livros, discos, antiguidades, móveis, camisas de time, brinquedos, colecionáveis e objetos de decoração. Atendimento: Segunda a sexta, 9h às 19h. Sábado: 9h às 17h. Rua Prof. João Falarz, 409, Orleans, Curitiba-PR. Referência: nossa loja fica nos fundos do sobrado amarelo, o Restaurante Dona Carolina. Entre as lojas “Master Pró Audio” e “João Falarz Moto Peças”. Exatamente 400 metros do viaduto do Orleans.
Na foto de Júnior Motta, as amigas, produtoras culturais, artistas e sócias, Luiza Gutjahr e Marina Barancelli comemoram os dois anos de dedicação na Agrupa Cultura.
Criada por Luiza Gutjahr e Marina Barancelli, a Agrupa Cultura celebra no dia 26 de novembro dois anos dedicados a projetos que enaltecem a produção do audiovisual, teatro, música e espaço físico, movimentando a economia criativa local para o mundo.
Inaugurada em 26 de novembro de 2022, a Agrupa Cultura é fruto do desejo artístico de duas amigas, a curitibana Marina Barancelli (29 anos) e a gaúcha Luiza Gutjahr (22 anos), que se conheceram em um curso de artes e comungam da vontade de transformar a cena cultural da cidade em que vivem. Ao concluir o curso, se depararam com dificuldades em ingressar no mercado tradicional de trabalho. Decidiram, então, criar um filme, intitulado MoonRiver, que reflete suas experiências e sonhos, resultando na criação do espaço cultural, carinhosamente chamado por elas de Agrupa, para por conta própria mostrar suas capacidades profissionais com a arte.
Com a fundação da Agrupa Cultura, Marina e Luiza estabeleceram um espaço, atualmente localizado no centro histórico de Curitiba e, com apoio de sua equipe, se dedicam à inovação e criação de arte de qualidade, onde tradição e modernidade se encontram. O compromisso da empresa vai além da produção de conteúdo: o objetivo é moldar o futuro do entretenimento e conectar passado, presente e futuro em cada projeto.
As empreendedoras da cultura curitibana revelam que a Agrupa Cultura existe para formação de um ecossistema onde a arte e cultura coexistem de forma a criar o futuro, um lugar que transcende as fronteiras físicas, gerando oportunidades em escala global. “Criatividade é o recurso essencial para um ambiente próspero, permitindo que todos cresçam e vivam plenamente por meio da cultura”, contam Marina e Luiza sem esconder a animação.
Na Agrupa Cultura, os trabalhos estão focados no audiovisual, na música, no teatro e no espaço de convivência para atender diversas modalidades de arte e cultura, com produções que visam espalhar qualidade e possibilidades que ultrapassam fronteiras e ganhem o mundo. De acordo com Luiza e Marina, “a Agrupa é a ágora moderna, um espaço de encontro, diálogo e experimentação, onde o futuro da arte é moldado a partir do presente. Somos também um liceu de ofícios contemporâneo, que oferece uma educação artística e cultural com capacitação e empoderamento dos artistas”, dizem.
Como funciona a Agrupa Cultura e principais destaques A casa Agrupa Cultura reúne modalidades artísticas divididas em 4 núcleos separados, Espaço físico, Teatro, Música e Audiovisual, que têm forte conexão entre si.
A casa Agrupa Cultura ganha novo endereço para comemorar os dois anos de existência de trabalhos voltados à arte e à cultura. Foto de Júnior Motta.
Com o intuito de criar obras que se tornem fonte de inspiração e transformação e que também contribuam para um cenário cultural mais rico e diverso, a Agrupa Cultura oferece ferramentas e apoio para a realização de sonhos com excelência e inovação. O lema de Marina e Luiza é: “Aqui nada é impossível, estamos juntos para mostrar que o futuro está em construção”. Para elas, a Agrupa é um lugar que transcende fronteiras físicas, gerando oportunidades em escala global, onde a criatividade é o recurso essencial para um ambiente próspero, permitindo que todos cresçam e vivam plenamente através da cultura.
NÚCLEO A2C – ESPAÇO FÍSICO O primeiro, chamado de A2C, é o espaço físico do coletivo, um ambiente dinâmico e acolhedor onde a criatividade se encontra com a colaboração, e também são oferecidos cursos, palestras e workshops que estimulam o aprendizado e a troca de ideias. Inspirados pelos cafés e salões de arte que marcaram épocas passadas, o espaço se destaca como o ponto de encontro ideal para a comunidade artística contemporânea. “Acreditamos que a arte prospera em um ambiente onde as ideias podem ser compartilhadas livremente, e é exatamente isso que proporcionamos”, conta Luiza.
Na A2C, o espaço de convivência e criação, são oferecidos os cursos: “Desvendando os Segredos da Audição”, com Fabi Bang, renomada atriz do teatro brasileiro; “Curso Ator em Foco”, com a preparadora de elenco Jaciara Rocha.
Todos os ambientes são elaborados com muito cuidado para todos que vem fazer parte dos trabalhos realizados no espaço Agrupa Cultura. Foto de Júnior Motta.
TEATRO – THE ACT The ACT é a companhia teatral da Agrupa Cultura, que oferece produções que desafiam convenções e exploram temas relevantes e contemporâneos. “Acreditamos que o teatro é um meio poderoso de entretenimento e uma força ativa na economia nacional”, afirma Luiza. No entendimento da produtora, o objetivo é transitar entre o presente e o passado. Inspiradas em locais icônicos como a Broadway e o West End, as empreendedoras pretendem criar peças que não só entretenham, mas que também contribuam de maneira significativa para a cultura. “Nosso diferencial está na abordagem inovadora, que promove novas vozes ao proporcionar um espaço para experimentação e diversidade artística. Valorizamos as melhores referências do passado, garantindo que nossas produções sejam ricas em conteúdo e qualidade”, afirma Luiza. Além disso, na Agrupa existe o compromisso de manter um canal aberto com o público, evitando um ambiente elitizado e promovendo um diálogo inclusivo sobre as questões sociais que impactam a sociedade.
Na foto de Marina Barancelli, a primeira Improfest de Curitiba: TILT, que tem no improviso teatral o foco do encontro.
Com THE ACT, participação no Fringe, durante o Festival de Curitiba 2023, com mais de 10 oficinas formativas e eventos, num ambiente dinâmico de troca de conhecimentos e experiências entre profissionais, estudantes e apreciadores das artes cênicas. O circuito movimentou cerca de 1.000 pessoas ao longo de uma semana, proporcionando oportunidades valiosas de aprendizado e interação.
Outro destaque nas artes cênicas é o TILT, a primeira Improfesta de Curitiba, realizada em parceria com a Cia Arvoredo de teatro. O evento celebrou o improviso teatral, trazendo grupos renomados como os Improssiveis para apresentações em que o público comprava apenas um ingresso.
AG.ENT – AGR ENTRETENIMENTO O núcleo Audiovisual da Agrupa Cultura, chamado AG.ENT – AGR Entretenimento, produz filmes, séries e videoclipes que refletem a diversidade cultural e social do Brasil como narrativas globais. O núcleo não se limita a um único gênero, buscando ampla gama de produções que equilibram a criatividade com o sucesso comercial. “Dessa forma, garantimos produções com qualidade artística, viabilidade de mercado e retorno financeiro, com produtos que têm potencial de criação do nosso ecossistema cultural”, enfatiza Marina.
A atriz Kethlen Souza em cena do curta “Rapsódia em Azul” na foto de Paula Lebois.
Conscientes das barreiras mercadológicas do mercado tradicional, que frequentemente exclui talentos e histórias que merecem ser contadas, a Agrupa foca no que realmente importa: o conteúdo e a qualidade das histórias apresentadas. “Acreditamos que, independentemente de categorias ou convenções, cada narrativa tem o poder de ressoar e impactar. Nossas produções são inspiradas por valores de inovação e respeito pelas técnicas do passado, focando em criar um novo futuro para o entretenimento. Em cada projeto, buscamos contar histórias que vão além do entretenimento”, conta a também diretora e produtora Marina.
Pela AG.ENT – AGR Entretenimento, os destaques são os curtas “Rapsódia em Azul”, que marcou um passo significativo na trajetória da Agrupa, sendo o primeiro filme viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura Paulo Gustavo em Curitiba. O filme, com roteiro original de Marina Barancelli, aborda de forma profunda o racismo no universo do balé clássico. Trata-se de uma obra sensível, que questiona as barreiras históricas de exclusão racial dentro de uma arte tradicionalmente elitista. Toda a filmagem, realizada em cima do palco, cria uma atmosfera teatral que intensifica a narrativa, trazendo à tona as emoções dos personagens. Rapsódia em Azul é mais do que um filme; é uma reflexão visual sobre os desafios enfrentados por artistas pretos no balé, explorando com delicadeza temas de identidade e resistência.
Outra produção de destaque é o filme “MoonRiver”, que ocupa um lugar especial na trajetória das empresárias. Foi o primeiro projeto independente, movido pela coragem e por um grande sonho. Com um orçamento extremamente pequeno (R$10 mil financiado por outros trabalhos de Marina e Luiza), elas conseguiram dar vida à história. Desde a pré-estreia em outubro de 2023, “MoonRiver” tem conquistado reconhecimento internacional, sendo selecionado para importantes festivais ao redor do mundo, como o Alternative Film Festival no Canadá, o New York Film and Actor Award nos Estados Unidos, e o Alibag Short Film Festival na Índia.
Cena do filme “Moon River” na foto de Luiza Nemetz.
Em 2024, a Agrupa lançou a 1ª A3C – Mostra Audiovisual, numa parceria inédita com o IMAX CWB, e a exibição de 15 curta-metragens selecionados por uma curadoria de especialistas do cinema. O festival abrange uma diversidade de categorias que incluem: Unicurta, dedicada a filmes universitários; Take 01, para estreia de cineastas; Musicais, obras com narrativa musical; C-lab, voltada a produções experimentais; e Ficção e Animação. Além disso, a exibição de dois filmes convidados que já participaram de festivais internacionais: “MoonRiver”, produção da Agrupa Cultura, e “Yãmi Yah-Pá”, da produtora Couro de Rato.
AG MUSIC e AG RECORDS Por fim, e não menos importante, a AG MUSIC, núcleo musical da Agrupa que vai além da promoção de artistas da indústria fonográfica. O segmento se destaca com o selo musical inovador, com a criação, produção e realização de eventos e shows memoráveis. “Nossa abordagem é diferenciada pelo compromisso com a autenticidade e diversidade musical, dando voz a artistas que desafiam as fórmulas comerciais convencionais. Trabalhamos em parceria com artistas que aspiram a seguir uma carreira musical profissional, oferecendo todo o suporte necessário para que possam alcançar seus objetivos”, destaca Luiza.
Da esquerda para direita: Augusto Santana , Johny, Mauro Igna da Banda Parque Sete; Marina Barancelli; Cadu Albu e Zak Beatz da Banda Soul Ébano e Luiza Gutjahr. Foto de Júnior Motta.
Com a AG MUSIC, a produção do Agrupa Fest, em parceria com o Sheridan’s Irish Pub, realizou o festival de música, com um line-up diversificado: Parque Sete, Soul Ébano e Bia Cappelini, cada uma trazendo sua própria identidade musical. O público também foi convidado a soltar a voz com um karaokê; além da festa junina com show do PECI, acompanhada de open pipoca, algodão doce e brincadeiras típicas.
O selo musical, AG Records, lançado oficialmente em 2024, marca o início de uma nova fase com o single “Depois a Gente Conversa”, da banda curitibana Parque Sete, que tem contrato exclusivo com a Agrupa. O lançamento simboliza a entrada no mercado fonográfico, firmando o compromisso com a promoção de novos talentos locais. Outras parcerias também se iniciaram, como a promovida com a banda Soul Ébano, ampliando o portfólio e fortalecendo a presença da marca na cena musical.
Aniversário de 2 anos da Agrupa Cultura
Equipe Agrupa Cultura: Camili Andrade (Produtora Executiva), Luiza Gutjhar (Direção Criativa e Marketing), Marina Barancelli (CEO e Direção Criativa), Amanda Rosa (Produtora) e Zak Beatz (Diretor Musical), na foto de Júnior Motta.
No próximo dia 26 novembro, a Agrupa Cultura comemora 2 anos de existência no mercado cultural, com diversos trabalhos que conectam cada eixo, buscando criar e desenvolver projetos que espalhem pelo mundo a arte brasileira, além de moldar o futuro do entretenimento.
Entre os principais projetos estão: o filme “MoonRiver”, indicado em festivais em Nova York Film and Actor Awards, Alternative Film Festival do Canadá e Alibag Short Film Festival da Índia; o filme “Rapsódia em Azul” produzido por meio da Lei Paulo Gustavo, com estreia prevista para 2025; além da promoção de mais de 20 cursos e a produção de mais de 30 eventos culturais, realizados no espaço Agrupa e em outros espaços da cidade com artistas locais.
A celebração de aniversário vem com a inauguração do novo endereço, localizado no centro histórico de Curitiba, que está aberto para diversas atividades culturais.
Dois anos de trabalhos realizados pela Agrupa Cultura, empresa criada por Luiza Gutjhar e Marina Barancelli, sócias, amigas, artistas e empreendedoras.
Sobre as empreendedoras culturais Marina Barancelli é diretora, produtora, atriz, arquiteta e urbanista, e hoje é CEO e Diretora Criativa do grupo Cultural Agrupa Cultura. É formada pela UFPR em Arquitetura e Urbanismo, pelo Instituto Stanislavsky em Atuação e Direção Metódica e Escola de Cinema, em Teatro Musical pelo Projeto Broadway, Atuação em Filme pela HFA em Curitiba, e entre outras nos 15 anos em que estuda e trabalha com cultura. Em 2016 foi a primeira estrangeira a ingressar na National Youth Film Academy em Londres. Em 2024 foi homenageada pela Câmara Municipal de Curitiba pelo vereador Herivelto Oliveira pela sua contribuição com a cultura. Já atuou com diversas funções no audiovisual e teatro, tanto em Curitiba como em Londres, tendo como destaque seus trabalho no departamento de arte com cenografia em filmes como Torniquete e Alice Júnior 2, diretora nos filmes “MoonRiver” e “Rapsódia em Azul” e clipes musicais. Marina tem ampla atuação como produtora de filmes, eventos, cursos e diversas atividades culturais. Barancelli utiliza sua premissa pesquisa sobre o desenvolvimento da memória coletiva através da arte, defendendo sempre o equilíbrio entre o passado e futuro, na busca de equipes diversas para uma nova dinâmica do mercado artístico regional, nacional e internacional.
Luiza Gutjahr é atriz, bailarina e produtora cultural, atuante desde 2019 no setor artístico. Idealizadora e fundadora da Agrupa Cultura, produtora que já conta com mais de 30 projetos no currículo em quatro áreas: audiovisual, música, teatro e espaço cultural, na empresa Luiza é diretora de marketing e criativa. Natural do Rio Grande do Sul, Luiza está atualmente em processo de graduação em Artes Cênicas pela Universidade Estadual do Paraná (FAP). Sua trajetória inclui a idealização do musical Happy Days, sucesso de público no Teatro Guaíra, em Curitiba, em 2019, além de sua participação em grandes produções, como os espetáculos do Natal Luz de Gramado na temporada de 2021/22. Ao longo de sua carreira, já acumulou mais de 19 cursos especializados, na busca por ampliar suas habilidades e contribuir para a cena cultural brasileira.
Arte da 17ª edição da ALL PARTY num collab inédito com a pista de skate LOVE CITY, criada pelos artistas gráficos Anthony Nathan e Fred Freire.
Aproveitando a passagem do notável cronista do rap nacional por Curitiba, Rodrigo Ogi e Nato PK são os convidados para discotecagem, numa parceria inédita entre festa e pista de skate, para reunir música boa e gente boa, no dia 17 de novembro.
A 17ª edição da já consagrada ALL Party, chega com grandes novidades para a temporada de verão. Marcada para o dia 17 de novembro de 2024, firmou parceria com a recém inaugurada pista de skate de Curitiba, Love City, para celebrar um novo momento do projeto, que reúne num só lugar: música boa e gente boa. O collab entre pista e festa, traz um line up descolado, com a participação do rapper paulistano Rodrigo Ogi, que estará em Curitiba, e na ALL, se apresenta num formato diferente: vai discotecar suas influências e músicas prediletas, junto com o DJ Nato PK. A festa tem abertura com a seleção musical analógica, 100% vinil, comandada pela Selecta Manzana, DJ residente da ALL.
Na foto de Cassio Vinicius, o pocket show do grupo Febre 90s que lotou a 10° edição da ALL Party CWB em outubro de 2023.
O espaço da pista Love City, é um ambiente para a prática de esporte e lazer com bares e restaurantes que ficarão em funcionamento durante a festa. “A ideia de juntar a energia do skate com a música é um sonho, e agora vamos ampliar as possibilidades para que o público seja recebido com o máximo de conforto e qualidade para uma experiência única”, diz o produtor executivo da ALL, Raphael dos Santos.
A pista coberta Love City, local da 17ª edição da ALL Party com de Rodrigo Ogi, Nato PK e Márcia Manzana na foto de Gabriel Franco.
Criar uma festa alternativa com artistas de porte nacional é uma das características da ALL Party, que busca na diversidade sonora atender públicos também diversos. Ao longo dos últimos anos projetos de artistas como B.Negão com “Bota o Som”, a “Rap Reagge Party” de Lúcio Maia e DJ PG, “Hay Turntablism” com DJ Mako e DJ A.S.M.A, “12 Polegadas” do DJ KL Jay e DJ Hum, Febre 90s e Lurdez da Luz, são exemplos da responsabilidade da ALL Produções, que tem a frente da curadoria artística, Márcia Manzana. Para ela, unir elementos da cultura de rua é o lema da ALL. “Esta edição com muita discotecagem promete ser histórica, convidar Rodrigo Ogi e o DJ Nato PK, que estão na cidade para um show, é um salto para a nossa festa que tem na parceria com a Love City uma nova pegada de entretenimento”, afirma.
O espaço da pista Love City, é um ambiente para a prática de esporte e lazer com bares e restaurantes que ficarão em funcionamento durante a festa. “A ideia de juntar a energia do skate com a música é um sonho, e agora vamos ampliar as possibilidades para que o público seja recebido com o máximo de conforto e qualidade para uma experiência única”, diz o produtor executivo da ALL, Raphael dos Santos.
Os ingressos antecipados estão disponíveis em três lotes no site da meaple.com, nos valores: promocional a R$15,00, seguido do 1º lote a R$ 20,00 e o 2º lote a R$ 30,00. Vale lembrar que os amantes do skate também podem levar seus carrinhos para usufruir do bowl e da pista durante a festa.
SOBRE OS ARTISTAS Rodrigo Ogi é rapper e cronista conhecido por seus complexos esquemas de rimas, pelo storytelling que se assemelha ao de grandes nomes da literatura e por ter um dos flows mais autênticos e inovadores do rap brasileiro. O artista, que já fez parte do grupo ContraFluxo, coleciona quatro discos em sua carreira solo: “Crônicas da Cidade Cinza” (2011) e RÁ! (2015), dois clássicos do gênero no país, após, em 2017, lançou o EP “Pé no Chão”, onde explorou novos caminhos da composição com o hit “Nuvens”. Em 2023, lançou “Aleatoriamente”, sucesso de crítica produzido por Kiko Dinucci, que dialoga com outros ritmos contemporâneos que vão além do hip-hop. Ogi já colaborou com artistas como Emicida, Rael, Marcelo D2, Juçara Marçal, entre outros.
Nato PK tem 28 anos de carreira, hoje é DJ e Beatmaker, já integrou o Coletivo e Selo Independente do ABC Paulista @paudedaemdoido. Atualmente acompanha o rapper Rodrigo Ogi em seus shows, Mc Max B.O, Rubel, Thiago Jamelão e a cantora Liège. Já dividiu os palcos com Ana Cañas, Pitty, Emicida, Mc Marechal, entre outros. Faz parte da crew de DJs @sodiscosalva que tem foco na pesquisa e discotecagem mixada 100% em vinil. Nato PK fez também parte da primeira Orchestra de Beatmakers do mundo, a Beatbrasilis Orchestra. Com vários títulos lançados produziu músicas para Emicida, DJ Hum, Patrícia Marx, Rappin Hood, Chuck D (Public Enemy) e MV Bill.
Selecta Manzana, é diretora artística da All Party. Como DJ seleciona músicas 100% em vinil, desde os anos 2000, tendo forte presença na cena cultural de Curitiba, com os saudosos Retrô e Kitinete. Colecionadora e pesquisadora da música analógica, apresenta seu acervo diverso, autêntico e versátil. A paixão da artista é a música brasileira dos anos 70, que explora ainda gêneros como funky, soul, disco, boogie, rap, jazz e o instrumental dançante. Manzana acredita no poder do ritmo e longe de rótulos incorpora músicas em outros idiomas, menos explorados na pista, como eslavo, francês, italiano, japonês e espanhol. Atualmente, é residente no “Sunday Gardens Jazz”, comanda o projeto “Na ponta da Agulha com Manzana”, e produz a All Party.
ALL PARTY ALL Party, é um projeto que consiste em trabalhar com elementos da cultura de rua, skate, grafite e break. É uma festa que convida outras festas, também reconhece DJ ‘s que estão começando suas trajetórias, e DJs renomados no cenário nacional.
Lançada em 2022, o evento reúne em média 300 pessoas por edição, em um formato bimestral com uma curadoria que atende artistas que tocam em festivais e casas noturnas pelo Brasil afora. Pela All Party já passaram: Lúcio Maia guitarrista do Nação Zumbi, Dj PG integrante do grupo Elo da Corrente, Laudz, Nave, Bnegão vocalista do Planet Hemp, Mary G, Mitay, Seleta Manzana.
LOVE CITY Curitiba é a capital conhecida por formar grandes campeões do skate, com isso surgiu a Love City, uma pista de Park coberta. A marca remete aos traços e às cores vibrantes que refletem a estética dos anos 80 e 90. É chamada de “Love City” para ser acolher tanto skatistas quanto os admiradores do esporte. No skate, lembra o “Love Seat,” um obstáculo clássico em diversos skateparks ao redor do mundo. Para todos os outros, “Love City” representa a cidade em construção: um ambiente urbano, seguro e acolhedor, com lazer, esporte e gastronomia integrados.
Além da pista de skate, localizada ao fundo do complexo, quatro operações estão em funcionamento, entre restaurantes e bar: Solana Star, com lanches; Noosa Heads, com pratos saudáveis; Yabaiya, culinária japonesa; e o BAR, que oferece bebidas.
SERVIÇO ALL PARTY.CWB X LOVE CITY Data: 17 de novembro de 2024 Horário: 17:00 até 00:00 Local: Rua Riachuelo, 492, em frente à Praça 19 de Dezembro, Centro – Curitiba/PR Ingressos: aqui
A Feira do vinil conta com 4 expositores – com mais de 5 mil discos! Para completar a feira teremos pastel frito na hora (+ outros lanches) do restaurante @dona_carolinaoficial – na entrada do antiquário. Tudo ao som de vinil dos djs: @bob_zucon + @lincolniorju + @assuncao_discotecador
Para nossos clientes teremos 25% off em toda loja; exceto móveis (obs.: os móveis tem 15% off). Venha negociar! 🙂
Traga seu carro antigo para exposição também!!! Temos espaço coberto!!!
Serviço: Feira de Livros e Discos + Show O Espelho Data: Sábado, 9 de novembro, 9h às 20h, pelo menos Local: Antiquário Coisa Véia, Rua Prof. João Falarz, 409, Orleans, Curitiba-PR. Entrada Livre. Local #petfriendly
ANTIQUÁRIO COISA VÉIA + SEBINHO Livros, discos, antiguidades, móveis, camisas de time, brinquedos, colecionáveis e objetos de decoração. Atendimento: Segunda a sexta, 9h às 19h. Sábado: 9h às 17h. Rua Prof. João Falarz, 409, Orleans, Curitiba-PR. Referência: nossa loja fica nos fundos do sobrado amarelo, o Restaurante Dona Carolina. Entre as lojas “Master Pró Audio” e “João Falarz Moto Peças”. Exatamente 400 metros do viaduto do Orleans. Contato: Whats: 41.99745.5294 c/ Leandro.