Blogue FATO Agenda divulga: 1) vagas e oportunidades em comunicação social, mkt e design em Curitiba e região. 2) Agenda cultural da cidade. 3) Livros e discos de vinil (do Sebinho FATO Agenda). Editado há 17 anos (desde 2009) pelo jornalista Leandro Hammerschmidt.
Olha a agenda de novembro passando, vem com a gente!
3/11 – Cabaré Voltei: Fiesta de los muertos, Casa Selvática/CURITIBA 9/11 – Charla Con Papas, Casa Selvática/CURITIBA 10/11 – CineDebate Poliamor, Casa Selvática/CURITIBA 13/11 a 20/11 – Estreia! Etruska Waters em: O Tombamento da Republiqueta. Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade/ SÃO PAULO 16/11 – Peso Expandido – Táticas Móveis em Arte Contemporânea, Casa Selvática/CURITIBA-BR 21/11 – SapaCine, Casa Selvática/CURITIBA-BR 23/11 – Mil Besos, 4º Andar, 8ª ed. Plataforma Internacional de Dança Contemporânea,MAPUTO/MZ 24/11 – Tarde Preta, Casa Selvática/CURITIBA-BR
A cidade de Morretes, no litoral do Paraná, irá sediar a segunda edição do Festival de Monobandas, nos dias 2 e 3 de novembro
Os braços estão ocupados com a guitarra e o pandeiro meia-lua; os pés com o bumbo, a caixa e o chimbau; a boca com a gaita e a corneta. Alguns ainda inovam e acrescentam mais sonoridades e instrumentos. Quem já viu, quer ver novamente. Quem nunca viu, fica deslumbrado. Inovador, único e totalmente bizarro, o Festival de Monobandas 2019 está na sua segunda edição e celebra os talentos supremos desses músicos individuais que, sozinhos, oferecem os sons completos de uma banda. O evento acontecerá, neste ano, na cidade de Morretes, no litoral do Paraná, nos dias 2 e 3 de novembro. Um final de semana imperdível celebrando esse estilo ousado e único de fazer o bom e velho rock’n’roll.
A curadoria e organização do festival ficou por conta da super dupla: o produtor e empresário antoninense, Marcos Maranhão (um dos idealizadores do Antonina Blues Festival), e o músico, one man band e proprietário da Fon Fon Records, Klaus Koti, que uniram os talentos, força de vontade e muita loucuragem para colocar um evento como esse em prática. “Esse é o primeiro festival grande de monobandas do Brasil (segunda edição)”, revela Koti. “A ideia sempre foi essa: fazer um festival brasileiro e mostrar esse estilo ao público, que muitas vezes desconhece, dando ênfase ao trabalho individual de cada músico – instrumentos, estilos e composições autorais”, complementa. Serão ao todo 12 monobandas, também conhecidas como bandas de um homem/ mulher só (one man band/ one girl band) ou ainda homem/ mulher orquestra. Algumas dessas bandas tocaram na primeira edição, em Antonina, outras são inéditas no Festival. Ao todo 10 monobandas são brasileiras, 1 da Argentina e 1 do Uruguai. “Tivemos que pegar bandas mais próximas geograficamente ou que tivessem algum tipo de acesso que facilitaria para nós, pois esse ano não conseguimos o apoio da Prefeitura de Antonina e nem de outras cidade”, explicam. “Desta forma, totalmente independente, vamos realizar o evento no Pátio Beer, em Morretes, em frente para o Rio Nhundiaquara, que fica na praça do centro histórico dessa cidade histórica do nosso Paraná”, contaram os organizadores. “A ideia é tornar o Festival itinerante, difundindo o estilo em diversos locais”, conclui Marcos Maranhão. Ainda no “line up” do festival terão duas mulheres tocando (onde girl bands) e um músico do Rio de Janeiro que irá ministrar uma oficina de cigarbox (guitarra artesanal própria do estilo confeccionada com sucatas), além dos super Dj`s curitibanos Danny Tee e Eduardo Dok (ambos tem um repertório mega sofisticado quando o assunto é música boa + rock’n’roll).
Mas onde surgiu esse estilo tão original e performático? Os primeiros registros conhecidos de múltiplos instrumentos musicais tocados por uma mesma pessoa datam do século XIII, e eram o cachimbo e o tabor . O cachimbo era uma simples flauta de três furos que podia ser tocada com uma mão; o tabor é hoje mais conhecido hoje como tarola. Depois disso a coisa foi evoluindo e tomando outros formatos, até chegar no blues e no folk, onde o estilo ganhou uma versão mais rock’n’roll. Cantores de blues como “Daddy Stovepipe” (Johnny Watson) cantavam, tocavam violão e batiam os pés no ritmo, ou usavam um pedal para tocar bumbo ou prato. Num estilo mais garagem (trash) surgiu um grande one man band mais moderno e muito apreciado pelos admiradores do estilo, Hasil Adkins. Vale a pena conhecer um pouco dessa história. No Brasil, há muitos relatos mas nenhum registro oficial sobre os primórdios desse movimento. Revela-se que existia na década de 40 um one man band no Rio Grande do Sul. Quando Klaus Koti começou a desenvolver o estilo, há uns 15 anos, ainda causava estranheza no Estado e na região. “Quando eu comecei a tocar sozinho já havia um projeto bem semelhante ao meu em São Paulo, com o músico Marco Butcher”, explica Koti, que tem o projeto chamado O Lendário Chucrobillyman.
Por toda essa história e curiosidades, resta pensar que essa será uma excelente oportunidade de abrir os horizontes musicais e se divertir, numa cidade linda (a segunda cidade mais visitada do Paraná). Para quem gosta de um bom róque vale lembrar que os estilos de cada monobanda vão desde o
blues, rockabilly, rock psicodélico, psychobilly, folk, jazz, rock primitivo-tosqueira, punk e garagem, também terá uma pitada de música brasileira. “Nossa expectativa é que o Festival de Monobandas seja muito doido e mostre mais da música autoral produzida no Estado, no Brasil e nos nossos arredores”, finalizam Klaus Koti e Marcos Maranhão.
Serviço: 2º Festival de Monobandas – Morretes Local: Pátio Morretes, Rua General Carneiro, 6, Morretes Data: 2 e 3 de novembro (sábado e domingo), às 14h Entrada gratuita Página do evento, aqui
“Quietus” é uma música do excelente EP de estreia da banda Dogma Blue. Banda curitibana! Heavy metal pinhão! Que ganha uma versão drum cover tocada no aplicativo Real Drum, aquele simulador de bateria que vem com 60 lições para você aprender a tocar bateria no celular e/ou tablet!
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Confira o canal no YouTube da Dogma Blue, aqui. O EP de estreia “Quietus” recebeu nota 7,5 pela crítica da Revista Roadie Crew! Um álbum totalmente independente, produzido e gravado pela banda!
Faixa integra o álbum “Louco e Divertido”, lançado este ano pelo artista
Após inaugurar uma série de vídeos acústicos com a inédita “Nexo”, o cantor e compositor Leo Fressato entrega mais uma interpretação intimista, dessa vez para a canção “Eu Toco Violão Porque Não Sei Apertar Botão”. A faixa faz parte de seu recém-lançado segundo disco, “Louco e Divertido”, com o qual o artista realizou uma turnê por Portugal no último mês.
Composição singela ocupa menos de dois minutos na lista de faixas do álbum – o que não faz dela uma canção menos memorável. A letra bem-humorada se torna uma carta de amor às avessas, com o artista assumindo suas limitações para criar músicas dançantes. O que poderia parecer antiquado ganha ares modernos em uma pequena comédia de erros.
“Essa é quase que uma canção-vinheta, devido ao clima e ao tamanho reduzido. Uma brincadeira, em tempos de tecnologia, sobre alguém que não consegue enviar uma canção por e-mail e resolve ir ao encontro da pessoas com um violão”, revela Fressato.
Com mais de 15 anos de carreira, o cantor e compositor brasiliense de nascença e curitibano de coração é um artista prolífico, marcado por canções que tratam de amor ou de sua ausência. Transformando sentimentos íntimos em performance, Leo ganhou notoriedade nacional com o hit “Oração”, d’A Banda Mais Bonita da Cidade, e com a faixa “Coisa Linda”, uma parceria com Tiago Iorc.
Em 2013, lançou “Canções para o Inverno Passar Depressa”, com produção musical de Jérôme Gras, um álbum que trazia melodiosidade, romantismo e rancor. Esse espírito está presente no seu novo disco “Louco e Divertido”, que se utiliza de leveza para celebrar o amor, uma inaptidão ao mundo moderno e os términos.
O registro acústico de “Eu Toco Violão Porque Não Sei Apertar Botão” se junta a “Nexo”, marcando o início de uma nova fase. As sessões foram gravadas no Gramofone Estúdio e teve mixagem e masterização de Ian Fonseca. O vídeo foi dirigido por Bernardo Rocha. As versões acústicas chegarão aos serviços de streaming em um EP de três faixas previsto para o final de 2019.
Ficha técnica Violão e voz – Leo Fressato Mixagem e masterização – Ian Fonseca Direção, Fotografia e Edição – Bernardo Rocha Fotografia – Carol Winter Direção de Arte – Giovanna Durski Assistência de Arte – Joice Aline Jorge
Letra Eu queria te enviar isso por e-mail Mas a canção não quis anexar E quando anexou, foi que eu percebi Que eu te enviei aquela do Lô Borges Que pergunta se você ainda que casar comigo Eu ia te ligar no celular Mas meu celular travou Depois foi a bateria E eu sei que você queria uma canção moderna Dessas eletrônicas muito boas pra dançar Mas eu toco violão porque não sei apertar botão Sim, eu toco violão porque não sei apertar botão Eu ia invadir a tua casa Eu ia te manchar com batom Mas eu fiz essas canção que é pra ganhar o seu coração é, eu vim de violão porque não sei apertar botão
Festival de Monobandas. Entrada gratuita. Centro de Morretes-PR Sábado e domingo, 02 e 03 de Novembro de 2019. Arte de Klaus Koti (o lendário chucrobillyman)
Coro Cênico de Curitiba. Foto/divulgação: Amanda Vicentini
A partir do dia 25 de outubro, ‘Amar e Mudar as Coisas Interessa Mais’ entra em curta temporada, com enredo sobre a busca do amor e revolução
Com direção cênica de Léo Moita e direção musical de Cainã Alves, entre os dias 25, 26 e 27 de outubro, estreia, em curta temporada, o espetáculo inédito “Amar e Mudar as Coisas Interessa Mais”, com a nova formação do Coro Cênico de Curitiba, composta por mais de 20 profissionais. Os ingressos pelo Ticket Fácil e na bilheteria do Centro Cultural Teatro Guaíra podem ser adquiridos a partir de R$10.
Após o début em 2018 com “Pequena Memória Para um Tempo Sem Memória” – sucesso de público e crítica – com o novo espetáculo, o Coro Cênico de Curitiba tem diversos desafios como grupo. Dar sequência a dramaturgia e sonoridade, sem deixar de abordar o panorama sociopolítico e ainda, a direção dos novos integrantes.
“Vamos continuar o eco do espetáculo de estreia. A gente quer amar e mudar coisas, tanto no sentido de amar o próximo como no sentido de amor ao nosso país. Amar e revolucionar nossos sentimentos pelos Brasil e por toda a América Latina”, propõe o coordenador geral do grupo e diretor cênico do Coro, Léo Moita.
Durante o processo de seleção dos novos integrantes para “Amar e Mudar as Coisas Interessa Mais”, mais de 50 inscrições foram realizadas. O início do processo de criação começou em maio deste ano, com 21 intérpretes, entre cantores, cantoras, atores e atrizes.
“A música sempre foi um dos grandes meios de amar e também de revolucionar, nesse espetáculo isso não poderia ser diferente. Poderemos escutar desde clássicos da música popular nacional e latino-americana até a inserção de novas sonoridades e novos artistas que formam um grande caldeirão revolucionário com muito amor”, diz Cainã Alves.
O encontro da diversidade e a visibilidade sobre o cenário social, tanto no país, quanto na América Latina é o eixo condutor encenado pelos artistas, a partir das 18 canções que integram o repertório.
“Todo o Coro Cênico, entre homens e mulheres, canta Pérola Negra (Luiz Melodia), Provável Canção de Amor Para Estimada Natália (Amanda Pacífico e Cacau de Sá) e Flutua (Johnny Hooker). Então, o arranjo é uma provocação para o próprio grupo e público” A criação é toda em conjunto, relata Léo Moita sobre o processo de montagem ao longo dos meses.
Assim como em 2018, o Coro Cênico de Curitiba realizou também neste ano uma série de ações para o financiamento coletivo do novo projeto. Recentemente, o grupo idealizou o “Festival Primavera Entre os Dentes”, onde o elenco apresentou seus projetos pessoais e ainda, convidou bandas e outros artistas da cena curitibana.
“Amar e Mudar as Coisas Interessa Mais” propõe uma ressignificação sobre a contemporaneidade, trazendo um novo sentido para o amor e a revolução em diferentes formas de canto, ancestralidade, nacionalidade e cultura. “É um gesto de afago, de carinho. É um beijo, bem no meio do Brasil. É um amor que a gente não pode perder”, pondera Léo Moita.
O espetáculo conta com o apoio cultural da Secretaria da Comunicação e da Cultura do Estado do Paraná, Academia Ph.D Sports, Casa Quatro Ventos, Centro Cultural Teatro Guaíra, Effex – Tecnologia e Criação, LACOMUS UNESPAR, MarqImpactaPDV – Comunicação Gráfica, Maxi Gráfica, Missê Mariá Comida e Arte, Movimento Enxame – Espaço de Criação, Oz Espaço Criativo, Padaria América, Portal Banda B e Rádio Cultura de Curitiba.
SERVIÇO Amar e Mudar as Coisas Interessa Mais Quando: 25, 26 e 27 de outubro Onde: Teatro Guairinha Endereço: Rua XV de Novembro, 971 – Centro de Curitiba Horário: 20h Ingressos: R$20 (inteira) e R$10 (meia-entrada) Compre Online: http://bit.ly/AmarEMudar Informações: (41) 3304-7900 Página do evento, aqui
FICHA TÉCNICA EQUIPE DE CRIAÇÃO Direção Geral e Cênica: Léo Moita Assistência de Direção Cênica: Naiara Parolin Bastos Direção Musical: Cainã Alves Codireção Musical: Igor Ribeiro Direção de Produção: Tainara Baságlia Assistência de Produção: Guilherme Mendes Muniz, Léo Moita e Vivian Schmitz Financeiro: Janaína Lemos, Naiara Bastos e Tainara Baságlia Direção de Marketing e Comunicação: Veronica Melhem Coordenação de Mídias: Castrão de Castro Design Gráfico: Bruno Aguiar Mídias Sociais: Janaína Lemos Comercial: Janaína Lemos e Louize Marinho Preparação Corporal: Guilherme Mendes Muniz e Vivian Schmitz Preparação Vocal: Igor Ribeiro Cenografia: Ju Choma Figurino e Maquiagem: Luísa Teles e Nicholas Oher Iluminação: Erica Mityko Audiovisual: Ju Choma, Rodrigo Tomita e William Martins Artistas Colaboradores: Airton Rodrigues, Amanda Vicentini, Bernardo Grassi, Caroline Casagrande, Helen Tormina, Inés Gutiérrez e Raul Freitas. Assessoria de Imprensa: Lucas Cabaña Agradecimentos: Adriana Rosa, Gabriela Cavalheiro, Liane Guariente, Luiz Beto Olivera, Luciano de Lucio e Mônica de Oliveira Giovannetti.
ELENCO Sopranos: Ariane Souza, Bárbara Neves, Cristina Souza e Sol do Rosário Mezzos: Daiane Cristina, Natália Laibida e Veronica Melhem Contraltos: Airô Barros, Janaína Lemos, Louize Marinho e Vivian Schmitz Tenores: Alisson Santos, Edson Morais, Igor Ribeiro e Jeff Araújo Barítonos: Clauber Ramos, Guilherme Mendes Muniz, Nicholas Oher e Paxóla Baixos: Cainã Alves, Castrão de Castro, Pedro Menezes e Ronaldo Pimentel
Estamos orgulhosos em anunciar o novo patrocinador do nosso blogue, o estúdio Kolb Apps! Uma empresa (curitibana) com sucesso mundial!
Desde 2011 eles desenvolvem aplicativos musicais mobile para as plataformas Android e iOS. Com sede no Brasil, aqui em Curitiba, a Kolb Apps consolidou-se como uma das mais conceituadas empresas do ramo, com milhões de downloads dos seus aplicativos em todo o mundo. Em 2019 já somam mais de 200 milhões de downloads – atingindo 237 países.
A menina dos olhos da empresa é o app Real Drum, um simulador de bateria, que tem uma legião e, em outubro de 2019, já soma 54 milhões de downloads. Um aplicativo divertido, leve pro celular, gratuito e bem fácil de usar. Ideal para quem deseja estudar e/ou brincar de tocar bateria – no celular mesmo. O barato dos usuários do Real Drum é que eles gostam de gravar vídeos tocando com o app e postá-los no youtube, confira alguns: aqui. Faça também seus vídeos e poste com a hashtag #KolbApps!
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Venha nos visitar. O sebinho FATO Agenda fica na rua Paula Gomes, 380, centro de Curitiba. Dento da Erva Doce Doceria Bar. A gente abre a partir das 19h (até meia-noite) das sextas-feiras e sábados (e nos eventos do Erva Doce também!).
Livros, discos, música, má poesia, bate-papo, tudo regado a chope gelado e comidinhas maravilhosas do Erva Doce / LeCibe. Venha nos visitar! Amanhã (sexta!) estaremos lá!
O sebinho Fato Agenda fica na rua Paula Gomes quase esquina com a Duque de Caxias, próximo ao bar do torto. 🙂
O projeto Sesi Música promove ação para amantes do samba e do choro
O Sesi Música, iniciativa do Sesi Cultura Paraná, promove o show “Braseiro convida Nelson Sargento” no dia 26 de outubro, às 20h horas, no Teatro Campus da Indústria, em Curitiba.
No show “O samba de Nelson Sargento”, o grupo curitibano Braseiro convida o multiartista carioca Nelson Sargento para participar de um encontro inesquecível no qual darão destaque às composições do sambista.
A banda curitibana Braseiro é formada por amantes do Samba e do Choro. A proposta do grupo é defender as composições de sambistas da cena local, sem deixar de lado os compositores consagrados que permeiam as rodas de vários locais do Brasil. Valorizando a identidade da raiz, o grupo formado por Jonas Lopes (cavaquinho e bandolim), Luiz Ivanqui (violão 7 cordas), Otávio Augusto (sopros), Ricardo Salmazo (percussão) e Otto Lenon (percussão), nesta edição conta também com a participação de Roseana Santos (voz) e Luís Rolim (percussão) e tem por intuito buscar a sonoridade do samba mais tradicional, como a dos regionais que fizeram história na música brasileira em outros tempos. Os integrantes são ativos dentro da cena do samba em Curitiba e contribuem com a disseminação do estilo musical, buscando propagar a filosofia do samba, em especial, na capital paranaense.
O carioca Nelson Sargento faz parte da história viva do samba brasileiro, juntamente com Riachão (BA) e Hermínio Bello de Carvalho (RJ), seu Nelson está entre os consagrados sambistas da velha guarda que ainda encontra-se vivo. Além de ser considerado um dos maiores nomes da escola de samba carioca da Mangueira.
Nascido em 1924, Nelson Sargento é um multiartista, atuante até os dias de hoje. Cantor, compositor, escritor, pintor, músico, ator, artista plástico e pesquisador, ele já participou de longas e curtas-metragens, escreveu e lançou dois livros, desenvolve seu trabalho como artista plástico por meio dos conhecimentos adquiridos em seu trabalho de pintor e pedreiro, ofício que exerceu por muitos anos, além de compor e musicar canções que ficaram consagradas nacional e internacionalmente.
Nelson Sargento mudou-se para o morro da Mangueira quando tinha aproximadamente dez anos e, morando lá, conheceu Cartola e Nelson Cavaquinho – que o ensinaram a tocar violão e que, no futuro, seriam seus parceiros de composição. Entrou para a ala de compositores da Mangueira e compôs canções como “Falso Amor Sincero”, “Vai dizer a Ela” (com Carlos Marreta), “Nas Asas da Canção” (com Dona Ivone Lara) entre outros. Sua composição de maior sucesso, “Agoniza Mas Não Morre”, foi gravada por Beth Carvalho e tornou-se um hino de resistência da cultura do samba carioca. Em 2017 teve seu show “Nelson Sargento com Vida” eleito como melhor show nacional por votação popular, segundo o Guia da Folha de São Paulo.
SERVIÇO SESI MÚSICA APRESENTA: Braseiro convida Nelson Sargento Data: 26 de outubro Horário: 20h Duração: 60 minutos Classificação: livre Valor: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia) Local: Teatro Campus da Indústria Endereço: Av. Com. Franco, 1341 – Jardim Botânico, Curitiba Página do evento, aqui
SESI CULTURA – Foi em 2008 que a Regional Paraná do Serviço Social da Indústria inaugurou uma área especificamente dedicada ao desenvolvimento de ações culturais ancoradas nas diretrizes previstas na Declaração Universal dos Direitos do Homem, como a diversidade, a pluralidade e a autonomia. Desde então, o Sesi Cultura Paraná tem promovido o acesso à cultura com foco em programas de formação artística e cultural, investindo em processos criativos, formação de plateia para todas as linguagens e na formação e desenvolvimento cultural com vocação local. O Circuito Cultural Sesi, o Festival Sesi Música, os Núcleos Criativos do Sesi, o Zoom Cultural, os Programas Sesi Música, Sesi Arte, Sesi Audiovisual e Sesi Artes Cênicas são exemplos de programas desenvolvidos pela Gestão Cultural do Sesi. De 2008 até 2017, mais de um milhão de espectadores tiveram acesso à cultura por meio de cerca de 8,4 mil ações culturais realizados pelo Sesi Paraná. Todas essas ações sempre tiveram como objetivo o acesso ao bem cultural para o trabalhador da indústria, seus dependentes e para a comunidade de uma forma geral, além da difusão da arte em todas as suas manifestações, valorizando a diversidade e a pluralidade do povo brasileiro.
Psicopata do Amor lembra os clássicos da música brega com uma pegada disco 80
O que você faria se matasse alguém? Segundo a drag queen Dalvinha Brandão, foi dessa pergunta que surgiu “Psicopata do Amor”, cujo clipe será lançado quinta (17). Na letra, uma mulher mata o companheiro e divaga sobre como vai ser sua vida a partir desse momento. Num diálogo imaginado com o morto, ela se prepara mentalmente pra abrir mão de tudo o que tinha na vida.
“Eu sempre gostei de músicas que contam histórias tristes. Na música brasileira tem muito disso, essas letras trágicas, Teixeirinha, Diana, Amado Baptista. Eu escuto muito esse tipo de música, são as primeiras referências que me apareceram na hora de compor”, conta Dalvinha. “Tem um humor nisso, que é do over, do exagero, mas que ao mesmo tempo eu acho realmente bonito e comovente”, continua a drag, que há 10 anos atua como comediante e agitadora cultural.
Como contraponto, a produção musical de Jo Mistinguett trouxe uma mistura de referências, como o ska e a disco music dos anos 1980. O objetivo era criar uma sonoridade que remetesse a muitas coisas que as pessoas já ouviram, mas ao mesmo tempo não coubesse em nenhuma categoria definida. A gravação ainda contou com a participação de Amira Massabki, que tocou baixo e guitarra, e Simone Magalhães que fez os vocais.
Entre o início das gravações e a finalização da faixa foram quase três anos. “O trabalho que elas fizeram era impecável, só que eu canto muito mal, então quando colocava a minha voz em cima dos instrumentos era quase outro assassinato, eu não gostava do resultado. Acabei dando uma pausa na ideia até sentir firmeza pra cantar e entender o meu jeito de fazer aquilo”.
Doce de fígado O clipe, dirigido pela cineasta Juliana Sanson, mostra o momento após o assassinato, em que a personagem interage com o cadáver, interpretado pelo ator Luiz Bertazzo, numa cozinha típica de classe média. Com o corpo do companheiro à sua disposição, ela aproveita pra se despedir, enquanto elucubra sobre qual será o seu futuro.
Sobre as gravações, ela conta: “Desde o começo eu sabia que a gente ia usar vísceras de bicho em algum momento. A Fabi (Melatte, diretora de arte) tinha preparado miúdos de galinha e de boi, com sangue cênico, de glucose, pra serem as tripas do cadáver. Eu falava ‘eu vou comer isso no clipe, eu não tenho frescura, eu sou artista’. Mas, olha, colocar um pedaço de fígado cru e doce na boca é uma sensação que não dá pra apagar da memória”.
Em outro plano, imaginário, uma boate disco, a personagem se imagina dançando acompanhada de drag queens e kings. Ali eles dançam uma coreografia, de Cleiton Demian e Lucas Valério, que traduz de forma bem literal trechos da letra.
O clipe será lançado em uma festa em Curitiba onde os fãs verão o trabalho em primeira mão. Será na próxima quinta-feira (17) no espaço mais tradicional da cena rock curitibana, o 92 graus. Os ingressos custam R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada) e serão vendidos apenas no dia direto na bilheteria do local.
Festa de lançamento em Curitiba Dalvinha Brandão + Ankou + Jeruza Miller Performances de Carmen Von Blue, Deborah Black, Dandara Swinton, Ayana Lua, Zeolda e AnaConda MC: Juana Profunda Discotecagem: W.H.O. e Juana Profunda Dia 17/10, a partir das 21h30 92 Graus The Underground Pub Av. Manoel Ribas, 108. Tel.: (41) 99919-1492 Ingressos a R$30 e R$15 (meia entrada) FOTOS DE SHOW (por MONICA LACHMANN):