HOSPITAL PEQUENO PRÍNCIPE REALIZA A 3ª MOSTRA DE CINEMA COM SESSÕES AO AR LIVRE E EXIBIÇÃO ONLINE

Jardim Literário. Foto: Lucas Amorim.

Evento terá sessões especiais com entrada gratuita para o público no jardim do hospital, além de programação exclusiva para pacientes

De 23 a 29 de maio, o Hospital Pequeno Príncipe recebe a 3ª edição da Mostra de Cinema no Pequeno Príncipe, projeto cultural voltado a crianças, familiares e à comunidade. A abertura contará com sessões especiais ao ar livre, no jardim do hospital, nos dias 23 e 24 de maio, às 19h, com entrada gratuita para o público em geral, sujeita à lotação. Para participar, é necessário retirar os ingressos uma hora antes do início de cada sessão. 

Entre os dias 25 e 29, as sessões são exclusivas para pacientes e familiares, mas o público pode ter acesso à programação em formato online, disponível a partir do  23 de maio a 6 de junho no site do evento.

A iniciativa, viabilizada por meio da Lei Rouanet, propõe ampliar o acesso ao cinema dentro e fora do ambiente hospitalar, criando espaços de imaginação, acolhimento e encontro. Assim como nas edições anteriores, a Mostra leva o cinema diretamente aos pacientes internados, com exibições nos televisores do hospital, garantindo acesso seguro e democrático aos conteúdos.

Nas duas primeiras edições, realizadas em 2021 e 2022, foram exibidos mais de 40 filmes, alcançando mais de 7 mil pessoas entre pacientes, acompanhantes e público online. Como nas edições anteriores, a programação contará novamente com recursos de acessibilidade, como Libras, legendas descritivas e audiodescrição, ampliando o alcance das atividades. A nova edição mantém esse compromisso e expande a experiência com sessões presenciais e uma plataforma online aberta ao público.

Olho mágico – Histórias em todo canto 
Com curadoria de Sabrina Demozzi e produção da Trópico Audiovisual, com direção de Diego Florentino, a 3ª Mostra reúne 20 filmes, entre curtas e longas-metragens, e propõe uma ideia simples e potente: usar o cinema como forma de “espiar” o mundo, despertando curiosidade, empatia e conexão, sob o tema Olho Mágico – Histórias em todo canto. Os filmes percorrem temas como amizade, diversidade, meio ambiente, descobertas e fantasia, criando um percurso sensível e acessível para diferentes idades e serão apresentados em quatro eixos curatoriais:

Cuidar do mundo: histórias que aproximam as crianças da natureza e da vida em relação com o ambiente; Histórias que acontecem de perto: narrativas sobre afeto, cotidiano e relações familiares; Mundos que se encontram: encontros entre culturas, territórios e modos de viver; Inventar a alegria: filmes em que a imaginação e a brincadeira conduzem as histórias.

Para a curadora Sabrina Demozzi, a Mostra é um espaço de conexão. “Poucas coisas aproximam mais as pessoas do que o cinema. E pensar uma Mostra para as crianças é buscar essa conexão com o universo infantil, que é imenso, encantado e fabuloso. Organizamos uma seleção de filmes para que a 3ª Mostra de Cinema do Pequeno Príncipe seja esse tempo de encontro: um recorte em que pessoas de diferentes idades compartilham, juntas, o espaço da imaginação.”

Ao reunir crianças, famílias, pacientes e público externo, a Mostra reforça o papel da cultura como ferramenta de cuidado, escuta e transformação.

Além das exibições dos filmes, o projeto também produziu a reimpressão do Manual Prático de Stop-Motion, um material didático que reúne uma série de atividades e acessórios pensados para estimular a criação de histórias por meio de imagens animadas. A publicação terá distribuição gratuita para pacientes do Hospital Pequeno Príncipe, estudantes da rede pública de Curitiba e região, bem como para o público presente nas sessões abertas dos dias 23 e 24 de maio. O material também estará disponível gratuitamente, em versão digital, no site oficial do projeto.

A 3ª Mostra de Cinema no Pequeno Príncipe conta com patrocínio das empresas Grupo Braspine e Grupo Fasa, e tem o Hospital Pequeno Príncipe como instituição beneficiada.

SERVIÇO:
3ª Mostra de Cinema no Pequeno Príncipe
De 23 de maio a 29 de junho de 2026
Hospital Pequeno Príncipe
Avenida Silva Jardim, 1677 (esquina com Des. Motta, Curitiba)
Sessões de abertura
23 e 24 de maio, às 19h
Eventos abertos ao público, mediante retirada de ingressos gratuitos no local uma hora antes de cada sessão (a partir das 18h)
Programação online gratuita
23 de maio a 6 de junho
www.cinemanopequenoprincipe.com.br
Classificação: livre

ASSESSORIA DE IMPRENSA E MAIS INFORMAÇÕES
Paula Melech – 41. 98438-4038 | paula.melech@gmail.com
Fernando de Proença – 41. 99996-5292 | fernandodproenca@gmail.com

@linha.comunica

LANÇAMENTO DO LIVRO O FEMININO EM TODAS AS COISAS CELEBRA O DIA DA MULHER COM POESIA E MÚSICA

Thelma Oliviera. Foto: Gus Benke.

Evento acontece dia 8 de março, no Museu Paranaense, com distribuição gratuita do livro, sessão de autógrafos e show da banda Choro das 7

Dia 8 de março, domingo, a partir das 10h, o Museu Paranaense recebe o lançamento do livro O Feminino em Todas as Coisas, de Thelma Alves de Oliveira, com poesias inéditas da autora curitibana e ilustrações de Ivana Cassuli. Durante o evento acontecerá distribuição gratuita de exemplares, sessão de autógrafos e show com a banda Choro das 7, formada por sete mulheres, que interpretam clássicos de chorinho.

A escolha da data dialoga com o Dia Internacional da Mulher e com o tema central do livro, que percorre o universo do feminino e das relações sociais e humanas. Com sensibilidade e força poética, Thelma conduz o leitor por textos em que o cotidiano se transforma em delicadeza e descoberta. Onde a infância, maternidade, amor e as dores do mundo se entrelaçam em versos que revelam diferentes facetas do feminino e convidam à reflexão sobre as experiências que nos conectam.

“Este livro tem o fio que borda experiências e percepções sobre ser mulher. A delícia do que a vida nos reserva e a dureza de viver numa estrutura patriarcal. Passeio pela memória e sentimento de criança, pois uma parte de mim se recusa a crescer; pelas descobertas do envelhecimento com vida vivida e amadurecida; pelo amor incomparável da maternidade; pelos ensinamentos da natureza, pelo o poder abusivo dos homens e suas inconsciências; enfim, por tudo aquilo que revela a beleza e a potência do feminino em mim e em nós, humanos”, afirma Thelma.

O projeto é viabilizado pela Lei Rouanet, tem o Hospital Pequeno Príncipe como instituição beneficiada e conta com o patrocínio das empresas: Pizzattoloog, Banco de Lage Landen, Macromaq, Avícola Pato Branco, Eletrofrio Refrigeração e NTT DATA.

Sobre a autora
Thelma Alves de Oliveira é assessora da diretoria do Hospital Pequeno Príncipe , o maior hospital pediátrico do Brasil. É autora dos livros infantis “Eu sei de mim”,  “Eu sei de mim. Ah, sei sim”, lançados em 2015. O Feminino em Todas as Coisas é seu livro de estreia para o público adulto. Se nomeia uma poeta do cotidiano e compartilha alguns poemas no perfil @poesiasdathelma

SERVIÇO:
Lançamento O Feminino em Todas as Coisas de Thelma Alves de Oliveira
Dia 8 de março (domingo), das 10h às 13h
No Museu Paranaense
Rua  Kellers, 289 – São Francisco, Curitiba
* A distribuição dos livros é gratuita, por ordem de chegada e irá acontecer durante o horário do evento conforme o estoque disponível.

ASSESSORIA DE IMPRENSA E MAIS INFORMAÇÕES:
Fernando de Proença – 41. 99996-5292 | fernandodproenca@gmail.com
Paula Melech – 41. 98438-4038 | paula.melech@gmail.com

CHOQUE É CRIADA A PARTIR DO CONCEITO DE WALTER BENJAMIN SOBRE O ANESTESIAMENTO DOS CORPOS

Carmen Jorge, Elke Siedler e Juliana Adur. Crédito da foto: Milla Jung.

Peça de dança estreia dia 1 de outubro no Miniauditório do Teatro Guaíra, com entrada gratuita

No dia 1 de outubro de 2025, no Miniauditório do Teatro Guaíra, em Curitiba (PR), estreia o novo trabalho da Rumo de Cultura, CHOQUE. A temporada segue até dia 19 de outubro, de quarta a sábado, às 20h e domingo, às 19h – com entrada franca.

Em cena, Carmen Jorge, Elke Siedler e Juliana Adur provam diante do público 3 versões de um circuito particular que, na mistura, monta um coletivo multidirecional de intensidades corporais que vão do riso ao choro, do canto ao gemido, do vulto à nitidez. Desenham no espaço trajetos únicos que, sobrepostos, criam possibilidade de viver pela – e não apesar – da diferença. A peça tem direção e dramaturgia de Fernando de Proença.

O trabalho de dança constrói movidas energéticas que mobilizam estados de corpo a partir do conceito de Walter Benjamin sobre Choque. Anestesiadas, precarizadas e cheias dos estímulos externos/mundo, refletem sobre relações de poder e comando respondendo com alguns desânimos as solicitações mundanas para corpos desestabilizados. Juntas e lentas, vivem em seus corpos a experiência de derretimento, escoramento, tosse – contaminação, escuta, equilíbrio, sacudida e descanso.

Se escondem para mostrar, graves e agudas, mostram o que escondem – hiperbólicas. Provam, de novo, que dançam. Suas histórias mexem com seus corpos e as relações na cena, são mulheres que vivem a devoção à dança na frente da audiência.

A metáfora é pública. A luz, de Beto Bruel e Lucas Amado, não recorta e não separa, não edita e não divide, não sublinha, não salienta – se abre. O público, dentro, experimenta verbos como sentar, olhar, mexer, calar, pensar e, como é público, tossir.

3 diferentes. Uma quer ficar pra cima, outra quer ficar em baixo, uma quer sentir no palco como nunca. Equilibra a cabeça, todo dia, toda hora. Uma hora, equilibra com o dedo do meio. Outra hora, faz a parada de cabeça. Param, pausam, caminham, pulam, tremem, fazem tremer e fazem o teatro – lugar do palco – tremer.

Além da temporada de estreia de CHOQUE, o projeto oferece uma conversa pública intitulada “Clínica do Processo”, com a equipe e Elenize Dezgeniski, psicanalista que acompanha a construção da peça. A mesa acontece no dia 4 de outubro, às 17h30, no Miniauditório, com entrada franca.

No dia 7 de outubro, acontece uma sessão fechada da peça para o público cego, com audiodescrição.

Durante o primeiro semestre, o projeto ofereceu aulas gratuitas com as dançarinas do projeto e um seminário sobre Choque, em Walter Benjamin – com a profa. Dra. Fátima Costa de Lima.

Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio de incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba com incentivo da UNINTER e FIAT/Florença. Realização: Rumo de Cultura.

FICHA TÉCNICA:
idealização, direção e dramaturgia FERNANDO DE PROENÇA | com CARMEN JORGE, ELKE SIEDLER e JULIANA ADUR | interlocução DIEGO MARCHIORO | luz BETO BRUEL e LUCAS AMADO | roupa AMABILIS DE JESUS | trilha sonora e preparação vocal JULIA KLÜBER | bateria BABI AGE | captação e edição de bateria GUI MIUDO | consultoria de produção musical LEO GUMIERO e RHODEN | seminário “Choque em Walter Benjamin” FÁTIMA COSTA DE LIMA | clínica do processo ELENIZE DEZGENISKI | foto MILLA JUNG | vídeo ALAN RAFFO | identidade visual LUANA NAVARRO | design gráfico ADRIANA ALEGRIA | teaser e estratégia de mídias digitais GABRIELA BERBERT | site JULIA BRASIL | assessoria de imprensa PAULA MELECH – LINHA COMUNICA | audiodescrição – roteiro e narração JOSELBA FONSECA e HELENA DE JORGE PORTELA – consultoria LUCAS ANTONIO | tradução em libras TALITA GRÜNHAGEN – TAÉ LIBRAS | estagiária MARIA EDUARDA RODRIGUES | direção de produção DIEGO MARCHIORO | produção executiva CINDY NAPOLI | realização FERNANDO DE PROENÇA e RUMO DE CULTURA

SERVIÇO:
CHOQUE
Miniauditório Glauco Flores de Sá Brito – Centro Cultural Teatro Guaíra
(Rua Amintas de Barros, 70 – centro – Curitiba-PR)
de 1 a 19 de outubro de 2025
de quarta a sábado, 20h
domingo, 19h
ENTRADA FRANCA
*retirada de ingresso 1h antes

NÚCLEO PRODUÇÕES CULTURA E DESENVOLVIMENTO APRESENTA: RAIZ

RAIZ. Foto: Lidia Ueta.

Peça Raiz, da artista Greice Barros, estreia nesta quinta com entrada gratuita

Obra que aborda a ancestralidade age no trânsito entre dança, teatro e performance

RAIZ, nova criação da artista Greice Barros, abre curta temporada no dia 18 de julho de 2024 no Espaço Obragem. A peça fica em cartaz até dia 28 de julho, de quinta a domingo, 20h e sábados com sessão dupla, às 18h e 20h. A entrada é gratuita, com ingressos distribuídos uma hora antes.

Em maio de 2024, a peça foi apresentada no Mosteiro Monte Carmelo, no Sitio Cercado – instituição que atende mulheres em situações de vulnerabilidade, cumprindo ainda com outras sessões em espaços alternativos da cidade e também em Pindamonhangaba, em São Paulo.

RAIZ é uma obra que age no trânsito entre dança, teatro e performance. Ancorada na imagem e no movimento da raiz, a peça se cria na relação entre estudos da biologia e da anatomia dos corpos vivos, do corpo-voz enquanto produção de sentidos e das experiências poéticas e da ancestralidade das nossas raízes.

O processo de pesquisa de RAIZ teve início em 2020, no Projeto de Residência em dança IMP. Desde lá, Greice experimentou vários formatos em diferentes contextos até chegar no Espaço Obragem, em sua primeira temporada. Nesta etapa, de compartilhamento com o público, a artista contou com interlocuções e processos imersivos de criação com Elza Fernandes, participantes do Movimento Xondaria Kuery Jera Rete (Antonina), Maíra Leme (RJ) e Mônica Montenegro (SP). Inaugurando um processo de criação continuado de seis meses, junto aos co-criadores, o projeto foi se articulando com Lígia Souza, na pesquisa dramatúrgica, Faetusa Tirzah, na visualidade e as elaborações ritualísticas e Lu Faccini, na criação sonora, além de inúmeras colaborações e atravessamentos artísticos decorrentes deste percurso.

A imagem de ramificação, de rede, de plataforma de criação, de movimento contínuo e lento, se associa com o processo de pesquisa e criação e também com a cena em si. RAIZ é um acontecimento em experiência. Promove encontros com as pessoas para que, através da ativação de sensações relacionadas às raízes, possam emergir percepções – subjetivas, políticas e ancestrais – a partir da conexão entre modos de vida a fim de pensar, coletivamente, em futuros possíveis.

Greice Barros, com sua criação, busca criar uma dança ancestral e futurista que nasce do silêncio – sobretudo do silenciamento das mulheres. A peça convida a um rito coletivo que testemunha, afirma e celebra, na união dos corpos, a vida.

Este projeto foi realizado com recursos do Programa de Apoio, Fomento e Incentivo à Cultura de Curitiba – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba. Incentivadores: Kirsten Painéis Elétricos, BRT Consolidadora | Operadora de Turismo, Sigma Telecom, Softmarketing e PESA.

SOBRE A ARTISTA
Greice Barros é intérprete, articuladora cultural e criativa, pesquisadora dos estados de presença artística no corpo/voz, produtora e gestora cultural, atuando principalmente em ações de continuidade em perspectivas de rede e práticas horizontalizadas de criação artística e produção cultural. Formada em Artes Cênicas pela FAP/UNESPAR, especialista em Políticas Culturais de Base Comunitária pela Flacso – Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (AR) / Programa IberCultura Viva e participante de inúmeras oficinas, residências e formações ligadas ao corpo, a dança, performance e teatro em Curitiba, São Paulo, Paraty e Rio de Janeiro, Brasília e Lisboa. Integra a CiaSenhas de Teatro desde 2002, como atriz e por dez anos na gestão de sua sede. Sócia fundadora da Núcleo Produções Cultura e Desenvolvimento, produtora por onde idealiza e produz a maioria de seus projetos e parcerias com instituições e artistas. Atuante nos processos de produção, aplicação e pesquisa das políticas culturais voltada às linguagens artísticas e as culturas dos povos originários.

EQUIPE DE CRIAÇÃO
Criação, Pesquisa e Performance – Greice Barros
Interlocutoras de Criação/Imersões – Elza Fernandes, Maíra Leme e Mônica Montenegro
Dramaturgia – Lígia Souza
Visualidades e Elaborações Ritualísticas – Faetusa Tirzah
Criação Sonora – Lu Faccini
Colaboradoras de Criação – Katiane Negrão, Luah Guimarãez e Maíra Lour.
Produção – Cindy Napoli e Gilmar Kaminski
Desenho de Luz – Wagner Corrêa
Colaboração Técnica no Desenho de Som – Ary Giordani
Trilha Mesa Raiz – Ary Giordani, Bruna Buschle, Greice Barros e Roseane Santos
Assistente de Criação e Desenhos – Mainu
Assistente Técnica – Iyamí
Assistente de Produção – Dânatha Siqueira
Designer Gráfica – Adriana Alegria
Assessoria de Imprensa – Fernando de Proença
Redes Sociais – Tayná Miessa
Site – Gabriel Machado
Registro (foto/vídeo) – Lidia Ueta
Captação de recursos – Meire Abe
Realização – Núcleo Produções Cultura e Desenvolvimento

SERVIÇO:
RAIZ
18 a 28 de julho de 2024
Quinta, sextas e domingos 20h
Sábados 18h e 20h
Espaço Obragem
(Al. Júlia da Costa, 204 – São Francisco, Curitiba-PR)
Entrada gratuita – ingressos distribuídos uma hora antes
Classificação indicativa: 14 anos

ROTAÇÃO ESTREIA NACIONALMENTE EM CURITIBA INVESTINDO NAS RELAÇÕES DE PERSPECTIVAS ENTRE ARTISTAS E PÚBLICO

Giovanni Venturini e Lívea Castro realizam, junto ao público, ROTAÇÃO, botando corpos, coisas e relações em perspectiva no espaço. Foto de Elenize Dezgeniski

Com temporada no Teatro José Maria Santos até 16 de junho, a peça usa escadas para – entre teatro, dança e performance – criar um espaço onde o público faz parte da cena.

Inspirados em questões poéticas e contemporâneas acerca de conceitos como profundidade, altura, linha, ângulo, distância, tridimensionalidade, convergências e divergências, o ator Giovanni Venturini e a dançarina Lívea Castro estreiam em Curitiba, no próximo dia 30 de maio, sua nova criação. ROTAÇÃO é uma obra em que, acompanhados de dezenas de escadas, os artistas movem-se pelo desejo de perspectivar os seus próprios corpos, as coisas e o público, oferecendo – a cada sessão – encontros que multiplicam os modos de olhar e estar em cena e no mundo. A peça ROTAÇÃO terá curta temporada, até 16 de junho, no Teatro José Maria Santos.

Com uma dramaturgia poética, ROTAÇÃO busca expandir e tensionar a aliança entre corpos e tem como ponto de partida-encontro a relação entre Giovanni e Lívea, também idealizadores do projeto, que convidaram, para esta empreitada, o diretor Fernando de Proença, como nos conta Lívea: “Quando começamos a pensar o projeto, entendemos que precisávamos de alguém que tivesse experiência de trânsito entre as linguagens da dança e do teatro, e principalmente, alguém que pesquisasse sobre o encontro. Nesse sentido, Fernando foi essencial para potencializar as discussões que gostaríamos de formular. Foi um processo bem colaborativo onde nós três investigamos juntos os caminhos da criação.” Atuando nas fronteiras entre o teatro, a dança e a performance, esta peça é, também, o encontro entre as linguagens exploradas pelos artistas em suas trajetórias individuais. A ideia de “rotação” surge na peça não como verbo que sugere movimento, mas como possibilidade de olhar para o mundo.

A partir de textos, movimentos, interação entre corpos e objetos e troca entre performers e plateia, a cena provoca diálogos profundos sobre questões da vida. Giovanni Venturini conta que “A relação e o encontro com o público é um fator importante dessa peça e desse diálogo que se constrói. Apesar de termos uma estrutura fechada, existe a possibilidade de inúmeras aberturas a partir do outro, criando assim uma dramaturgia única a cada dia”. Trata-se de uma peça sobre perspectivas variadas de encontro que lança convites para o público viver e seguir até o fim. É preciso virar o olhar para o outro lado, enxergar por diferentes prismas. Quando há uma ROTAÇÃO, tudo aquilo que era visível já não é mais, principia-se uma atualização da perspectiva.

De acordo com o diretor do trabalho, Fernando de Proença, Rotação “investe –  a partir das relações entre artistas, público, escadas e espacialidade – na abertura de um diálogo entre Giovanni, Lívea e participantes que, na experiência de viver a gestualidade de subir e descer, ativam em seus corpos variações de presença, perspectiva e encontro”. Ele continua: “Rotação é sobre encontrar na cena e fazer, gentilmente, movimento lado a lado”. Destacadas no entre da cena, as escadas, que preenchem o cenário, fazem variações escalonadas e diversas sobre ser, estar, olhar, viver e se relacionar, investigando a potência das diferenças dos corpos, conta o diretor.

Com sessões gratuitas de quinta a domingo, a peça conta com intérpretes de Libras aos sábados e possui, em sua dramaturgia, aspectos descritivos, que também permitem a fruição por parte de pessoas cegas. A temporada corre durante apenas três semanas, sendo quinta a sábado às 20 horas e aos domingos às 19 horas. Os ingressos gratuitos estão disponíveis uma hora antes das apresentações na bilheteria do teatro. A temporada de estreia de Rotação é produzida pela Pomeiro Gestão Cultural e conta com recursos do Programa de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Serviço “Rotação”:
Temporada de estreia de 30 de maio a 16 de junho
De quinta a sábado às 20h e domingos às 19h.
Local: Teatro Zé Maria
R. Treze de Maio, 655 – São Francisco, Curitiba – PR, 80510-030
Entrada: Franca – retirar ingressos 1h antes da sessão.
Duração: 50 min – Classificação: 14 anos

Ficha Técnica:
Artistas Criadores e Idealizadores: Giovanni Venturini e Lívea Castro
Direção: Fernando de Proença
Dramaturgia: Bobby Baq, Fernando de Proença, Giovanni Venturini e Lívea Castro
Desenho de Luz: Wagner Côrrea
Trilha Sonora e Desenho de Som: Lilian Nakahodo
Figurino: Luan Valloto
Interlocução de Movimento: Mário Lopes
Preparação Vocal: Jessie Rolim
Interlocução em Descrição: Manoel Negraes
Assistentes de Figurino: Ísis Solano e Laura Bevilaqua
Calçados: Gasp
Operação de Luz: Semy Monastier
Operação de Som: Machison Abreu
Técnico de Luz (Montagem): Nicolas Caus
Motorista e Ajudante: Joacir Furtado da Silva
Intérprete de Libras: TAÉ – Libras e Cultura (Equipe: Elaine Moreira, Jéssica Nascimento, Kelly Caobianco, Nathan Sales e Talita Grünhagen)
Direção de Produção: Igor Augustho
Produção Executiva: Cindy Napoli
Produção: Rebeca Forbeck
Estagiário de Produção: Luciano França
Design Gráfico e Identidade Visual: Daniel Minchoni
Assessoria de Comunicação: Bruna Bazzo – BB Comunica
Gerenciamento de Tráfego Pago: Thays Cristine
Fotografia: Elenize Dezgeniski
Videografia: Lidia Ueta
Motions: Ricardo Kenji
Captação de Recursos: Meire Abe
Realização: Lívea Castro
Realização e Produção: Pomeiro Gestão Cultural

Sobre os artistas:
Lívea Castro é artista de dança, professora, pesquisadora e videoartista. Graduada em Dança pela UNESPAR e pós-graduada em Estudos Contemporâneos em Dança pela UFBA. Foi uma das artistas selecionadas em ENCUENTROS – ações de diálogos em dança Curitiba/Bogotá (2022), e, junto com Giovanni Venturini, artista residente no programa 20minutos.mov (2023). Como artista e mãe indisciplinada, caminha por diferentes áreas de conhecimento, e suas pesquisas e criações são atravessadas pelo interesse no encontro, diversidade de corpos, alteridades e presenças humanas e extra-humanas como potência para repensar relações. Integra o coletivo Nó Movimento em Rede (BR).

Giovanni Venturini, além de ator, é roteirista formado pelo Instituto de Cinema. Protagonizou o curta “Big Bang”, de Carlos Segundo, onde recebeu o prêmio de melhor ator no Festival de Cinema de Brasília de 2022. Está no elenco de “Justiça 2”, série de grande sucesso da Globoplay. Nos palcos, desde 2019, percorre muitas cidades apresentando seu monólogo “A não ser”. Integrou o elenco de “Brian ou Brenda?” com direção de Yara de Novaes e Carlos Gradim também no ano de 2019. Foi dirigido por Clarisse Abujamra em 2014 em uma versão do clássico “Casa de Bonecas” de Ibsen. Seja nos espetáculos ou na escrita, Giovanni sempre traz a discussão de ser um corpo com deficiência, e fora dos padrões estéticos estabelecidos.

Fernando de Proença é diretor, ator, pesquisador de teatro e jornalista. Trabalha na prática de seu ofício na cena entre performance, dança e teatro há 25 anos. Doutor e Mestre em Teatro pela PPGT/UDESC. No entrecruzamento de linguagens, procura se atentar às ideias que moram no tempo, no corpo, nas vias, nos contextos e na experiência.

PIPOCAS DE HISTÓRIAS – TEATRO DE PAPEL

foto: Lucas Amorim

Projeto realiza 48 apresentações por diversos ambientes do Hospital Pequeno Príncipe

O projeto Pipocas de Histórias – Teatro de Papel, viabilizado pela Lei Rouanet, é um projeto continuado, que chega à sua quarta edição com a delicadeza de uma dramaturgia sensível, surpreendendo os sentidos do público com o microuniverso dos personagens de papel. Serão 48 performances cênicas de contação de história, percorrendo diversos ambientes do Hospital Pequeno Príncipe ao longo do segundo semestre de 2018.

As atividades do projeto têm como objetivo provocar interações e ativar espaços de convívio por meio de apresentações teatrais itinerantes, que têm como tema histórias da tradição oral brasileira, com ênfase em fábulas e “causos” populares. São histórias que reúnem a riqueza literária das narrativas formadoras do nosso povo e contribuem para nutrir, despertar, valorizar e exercitar o imaginário infantil, abrindo possibilidade para que as crianças atendidas pela instituição possam acessar suas próprias histórias mais preciosas.

As performances cênicas, realizadas pelo grupo teatral Malasartes Educação Sensível, já foram vistas por mais de 800 pessoas desde outubro de 2018. Luís Carlos Teixeira, coordenador do projeto, explica que “a proposta dessas performances é trazer histórias tradicionais, contos e causos populares em uma linguagem que possibilite uma interação com a criança, para que ela se sinta dentro da proposta e assuma personagens. O projeto agrega um diferencial a esse período tão difícil das crianças, trabalhamos como uma via que é a da expressão, da transformação por outro canal, o da arte”.

O projeto acontece todas as quintas-feiras em diversos ambientes do Hospital Pequeno Príncipe, das 9h às 11h e das 14h às 15h, até dia 18 de abril de 2019. Além das performances cênicas, Pipocas de Histórias – Teatro de Papel conta com um catálogo apresentando a trajetória das ações e uma das histórias do repertório apresentado nas performances.

Pipocas de Histórias – Teatro de Papel, viabilizado pela Lei Rouanet, tem patrocínio de: Durlicouros, Vinci Partners, Lojas Millium, Schattdecor, Herbarium, Abase, Disam, Aços Continente, Deal Sistemas, Demobile,  CHD’s do Brasil, Zanotti, ACSOCentral de Serviços de Aço, Nórdica Veículos, Sollo Sul, Vianmaq, TopData, Fagundez Distribuição, Delta Cable, Amann Gurbach, Matel.

5 PLANOS PARA CONSTRUIR JUNTOS

foto: Lidia Ueta

A dupla Fernando de Proença e Renata Roel convidam para sua nova peça: 5 planos para construir juntos, que acontece de 14 de novembro a 1 de dezembro de 2018. O trabalho é formado, separadamente, por cinco planos que se constroem com o outro. Os convites acontecem  a partir do desejo de, em coletivo, promover relações, tomadas de decisão e ação. O ponto de encontro para o início das ações acontece na Casa Quatro Ventos. A entrada é franca, mediante inscrição prévia por e-mail.

O convite se faz para que o público em geral possa realizar ações em conjunto, a partir de 5 planos. Cada pessoa pode escolher qual plano deseja realizar e se inscrever. O tempo de cada performance acontece de forma estendida, variando de acordo com o plano.

A partir da materialidade das plantas, dinheiro, canções, músicas e cartas, o projeto se debruça em construir atmosferas coletivas na cidade que está o tempo todo sendo feita  das relações e mobilizar aquilo que somos capazes de imaginar e inventar. A imaginação possibilita invenções, levanta voos cidade afora.

5 planos para construir juntos conta com a colaboração das artistas cariocas Eleonora Fabião e Dani Lima e é resultado do projeto Disparate – Corpos Coreografando entre Povoamento e Contágio, realizado com o apoio do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura  Municipal de Curitiba, com incentivo da Ademilar.

OS PLANOS:
plano de envio
escrever uma carta juntos.
contar a alguém de fora da cidade como está a vida aqui. finalizar o plano postando juntos a carta no correio mais próximo.
plano do dinheiro
trazer 10 reais em espécie.
juntar o dinheiro de todos e decidir coletivamente o que fazer com ele. realizar o plano.
plano de transporte
trazer uma planta para ser transportada pela cidade.
decidir com todos um trajeto e um destino final comum. executar o plano juntos.
plano de composição
compor uma canção juntos.
escolher um lugar e cantar publicamente.
plano de escuta
trazer uma música em qualquer mídia.
ouvir juntos todas as músicas trazidas.

FICHA TÉCNICA:
Planos: Renata Roel e Fernando de Proença
Colaboradoras: Dani lima e Eleonora Fabião
Fotos e Vídeos: Lidia Ueta
Interlocução: Amabilis de Jesus
Residentes: Daiana Sarai Nunes, Gabriel Vernek, Pablo Vinícius de Lima, Vinicius Medeiros
Designer gráfico e Webdesigner: Vivaldo Vieira
Registro em Vídeo: Ulisses Satto
Imprensa: Fernando de Proença
Produção: Expressão Criação e Produção Cultural

SERVIÇO GERAL:
de 14 de novembro a 1 de dezembro de 2018
Local: Casa Quatro Ventos
(Rua da Paz, 51 – Centro de Curitiba)
ENTRADA FRANCA MEDIANTE INSCRIÇÃO PRÉVIA PARA CADA PLANO, NO E-MAIL: 5planosparaconstruirjuntos@gmail.com
Livre para todos os públicos.
planosparaconstruirjuntos.wordpress.com

SERVIÇO DETALHADO DE CADA PLANO:

14 DE NOVEMBRO DE 2018
09h00: plano do dinheiro (duração: até 2h)
14h00: plano de envio (duração: até 3h30)

15 DE NOVEMBRO DE 2018
09h00: plano do dinheiro (duração: até 2h)
14h00: plano de transporte  (duração: até 2h)
20h00: plano de escuta  (duração indeterminada)

16 DE NOVEMBRO DE 2018
14h00: plano de composição (duração: até 3h30)
20h00: plano de escuta  (duração indeterminada)

17 DE NOVEMBRO DE 2018
9h00: plano do dinheiro (duração: até 2h)
14h00: plano de transporte  (duração: até 2h)
20h00: plano de escuta  (duração indeterminada)

23 DE NOVEMBRO DE 2018
20h00: plano de escuta  (duração indeterminada)

24 DE NOVEMBRO DE 2018
9h00: plano de envio  (duração até 3h30)
14h00: plano do dinheiro (duração até 2h)
17h00: plano de composição (duração até 3h30)

25 DE NOVEMBRO DE 2018
9h00: plano de transporte  (duração até 2h)
14h00: plano do dinheiro (duração até 2h)

26 DE NOVEMBRO DE 2018
14h00: plano de composição (duração até 3h30)

27 DE NOVEMBRO DE 2018
9h00: plano de transporte  (duração: até 2h)
14h00: plano de envio (duração até 3h30)

01 DE DEZEMBRO DE 2018
14h00: plano de composição (duração até 3h30) 

LIVRO INFANTIL DESTACA A CONTRIBUIÇÃO INDÍGENA À LÍNGUA PORTUGUESA FALADA NO BRASIL

O lançamento de “Que Pira é Essa?”, com entrada franca, contará com a presença do autor, oficina e preço promocional dos livros.

No dia 26 de agosto, às 10h, no Museu Paranaense, acontece o lançamento do livro infantil “Que Pira é Essa?”, de José Álvaro Carneiro. O evento contará com a presença do autor para autógrafos e oficina de carimbos gigantes, ministrada por Carla Irusta. A entrada é franca e os livros serão vendidos a preço promocional.

Diversos são os termos indígenas que dão nome aos nossos animais, montanhas, rios, cidades… e pessoas! Pirambóia, piracicaba, piracema, pirarucu, Iracema, Inaiê – você sabe o que estas palavras significam? Partindo do vocábulo pira, termo de origem tupi-guarani que significa peixe, o livro infantil “Que Pira é Essa?” convida a conhecer a diversidade dos povos indígenas presentes no Brasil, procurando despertar o interesse pelo tema de forma lúdica.

A partir do encontro da menina Inaiê com um peixe, a obra apresenta informações atuais sobre os povos indígenas do Brasil, com foco na contribuição indígena à língua portuguesa que falamos por aqui. Pira e diversos outros termos estão presentes na nossa língua. O curioso – e triste! – é que muita gente usa essas palavras no dia a dia sem saber o que significam e de onde vieram.

O livro será vendido a preços populares e toda a renda será revertida ao Hospital Pequeno Príncipe. A iniciativa é parte do projeto “Que Pira é Essa?” que, além da publicação, realizou uma série de oficinas com a temática das culturas indígenas, voltadas para os pacientes do internamento da instituição. Viabilizado pela Lei Rouanet, o projeto tem como proponente José Álvaro da Silva Carneiro que é diretor Corporativo do Complexo Pequeno Príncipe, tendo também longa trajetória como ambientalista, bem como livros publicados com conteúdos voltados principalmente para questões socioambientais.

“O Hospital Pequeno Príncipe atende crianças e adolescentes do Brasil inteiro, incluindo indígenas. Temos um cuidado para que cada um dos nossos pacientes reconheça-se culturalmente durante o período que fica hospitalizado. E o projeto Que Pira É Essa? vem como mais uma ação de identidade para estes pequenos índios, além de estímulo ao reconhecimento e acolhimento da diversidade para as crianças com outras ascendências”, explica o autor e diretor do Complexo Pequeno Príncipe.

Sobre o Hospital Pequeno Príncipe
O Pequeno Príncipe é o maior hospital de alta e média complexidade exclusivamente pediátrico do Brasil. Destina 70% de sua capacidade de atendimento a crianças e adolescentes provenientes do Sistema Único de Saúde (SUS). A instituição tem 390 leitos, sendo 62 nas quatro UTIs, oito salas cirúrgicas, cerca de 2 mil colaboradores. Por ano, realiza em média 314 mil atendimentos ambulatoriais, 19 mil cirurgias e mais de 24 mil internações. Com cuidado humanizado e integral, garante condições para que 17 mil familiares acompanhem pacientes atendidos via SUS durante a internação.

Sobre o projeto Que Pira é Essa?
Viabilizado pelo Ministério da Cultura por meio da Lei Rouanet, o projeto tem como proponente José Álvaro Carneiro. Os patrocinadores são as empresas Andali Operações Industriais S/A, Nipponflex, Ciapetro, Grupo Comtrafo, Agrícola Horizonte, Metisa, Nórdica, Tratornew S/A, Tintas Vergínia, Aços Continente, Gemu, Grupo Pergoraro e Ravato.

Serviço:
Lançamento do livro infantil “Que Pira é Essa?”, de José Álvaro Carneiro
Dia 26 de agosto, às 10h.
No Museu Paranaense (R. Kellers, 289 – Alto São Francisco, Curitiba)
Entrada Franca
Que Pira é Essa? – valor dos livros
R$10,00 (preço promocional no lançamento)
R$20,00 (preço normal)
*renda revertida para o Hospital Pequeno Príncipe

Mais informações no Facebook do projeto, aqui

2º FESTIVAL INTERNACIONAL DE PERCUSSÃO DE CURITIBA (FIP)

Festival volta a cidade para diversas ações relacionas ao campo da percussão. Projeto conta com ações formativas gratuitas e shows com entrada a R$2,00 (inteira) e R$1,00 (meia entrada)

Curitiba recebe, a partir do dia 16 de julho, a segunda edição do Festival Internacional de Percussão, o FIP Curitiba.

Ao longo de 7 dias, o público terá acesso a palestras, masterclasses, oficinas e shows ligados à música e ao universo da percussão.  Todas as ações formativas são gratuitas. Os concertos, que acontecem no Teatro Londrina (Memorial de Curitiba), custam R$2,00 (inteira) e R$1,00 (meia entrada).

O 2º FIP Curitiba é uma ação cultural que objetiva levar à cidade, um festival de música singular, absolutamente representativo para o Sul do Brasil, seguindo o formato de importantes festivais de música do mundo. O Festival mescla em suas atividades o ensino, a performance, a pesquisa e a formação de plateia. 

A segunda edição do FIP Curitiba, conta com uma programação composta por  importantes músicos do mundo, a fim de exibir um recorte do panorama mundial da música, através da percussão.

O palco do Teatro Londrina receberá todos os dias, a partir das 19h30, sete concertos com músicos exponenciais: Na primeira noite, o  Festival apresenta o Duo Desvio; no dia 17 de julho, sobe ao palco o projeto Pandeirada Brasileira, trazendo como solistas os músicos Marcos Suzano, Caíto Marcondes e Vina Lacerda. A terceira noite fica a cargo do concerto do duoUM2UO. Dia 19, é a vez do Duo Clavis, formado pelos músicos paranaenses Marcello Casagrande (vibrafone) e Mateus Gonsales (piano); na sexta- feira, 20 de julho, o show fica por conta do Grupo de Percussão da Patagônia (Argentina); dia 21 de Julho é a vez  de integrantes do grupo estadunidense  Hands On`semble, um dos maiores grupos de percussão do mundo, se apresentar no Teatro Londrina. E no dia 22 de julho, 12h00, o último show do Festival é do grupo curitibano Manoa Mano Trio. Os ingressos custam R$2,00 (inteira) e R$1,00 (meia entrada).

Os cursos, palestras e masterclasses acontecem no Conservatório de Música Popular Brasileira e no Teatro Londrina e são regidos por músicos que integram a programação do FIP e instrumentistas convidados da cidade. A entrada para as ações formativas é gratuita.

O FIP também promove, a fim de descentralizar suas ações, seis concertos e duas oficinas nas regionais de Curitiba, espalhando música por toda a cidade. Os concertos serão feitos pelo grupo Lapercutório Coletivo, grupo formado por importantes percussionistas curitibanos eas oficinas serão ministradas por Denis Mariano e Carlos Ferraz.

Em sua segunda edição, o Festival Internacional de Percussão de Curitiba, pretende alargar questões sobre a percussão e espalhar a todos os públicos música de qualidade, com acesso popular.

Este Projeto, uma idealização de Vina Lacerda com produção de Design Próprio, é realizado com o Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

SERVIÇO:
2º FIP Curitiba
CONCERTOS:

DUO DESVIO
16/07, às 19h30 no Teatro Londrina (rua Claudino dos Santos – s/n – Memorial de Curitiba, PR). Ingressos 2,00 (inteira) 1,00 (meia entrada)

Formado pelos músicos Leonardo Gorosito e Rafael Alberto, DESVIO desenvolve um trabalho autoral dedicado à música brasileira, mesclando as influências populares ao pensamento erudito. Em parceria com Pedro Durães, músico especializado na
criação e performance musical com recursos eletrônicos, apresentam o formato ” work in progress” da peça encomendada pelo Savassi Festival para o projeto Música Nova, a ser oficialmente estreada em agosto de 2018 em Belo Horizonte.

PANDEIRADA BRASILEIRA
17/07, às 19h30 no Teatro Londrina (rua Claudino dos Santos – s/n – Memorial de Curitiba, PR). Ingressos 2,00 (inteira) 1,00 (meia entrada)

Pandeirada Brasileira coloca em um mesmo palco, os percussionistas Vina Lacerda, Marcos Suzano e
 Caíto Marcondes ao lado de um grupo formado por importantes músicos da cena musical curitibana. O projeto expõe o pandeiro além do choro, na modernidade da música instrumental brasileira, pelo ritmo de seus percussionistas. Passeando  além do choro, também pelo repertório solo dos percussionistas Caito Marcondes e Marcos Suzano e Vina Lacerda, o concerto se dedica a obra “Concerto Pandeiros e Orquestra de Cordas”, de Tim Rescala.  A obra conta com  arranjo para 3 pandeiros e grupo,  formado pelo músicos  André Prodóssimo, violão de 7 cordas, Gabriel Schwartz, sopros, Rodrigo Marques, contrabaixo, Julião Boêmio, cavaquinho e André Ribas, acordeon. 

CONCERTO UM2UO
18/07, às 19h30 no Teatro Londrina (rua Claudino dos Santos – s/n – Memorial de Curitiba, PR). Ingressos 2,00 (inteira) 1,00 (meia entrada)

UM2UO (Um Duo) é formado por Luís Fernando Diogo, percussionista formado na Escola de Música e Belas Artes do Paraná e Vinícius Portes, atual graduando do mesmo curso. Amigos na vida e na música há mais de dez anos, entre os festivais, trabalhos acadêmicos e profissionais em que atuam juntos, trazem ao público o repertório de percussão duo e solo através do projeto UM2UO, abrindo espaço à música nova e aos seus ´clássicos`.

DUO CLAVIS
19/07, às 19h30 no Teatro Londrina (rua Claudino dos Santos – s/n – Memorial de Curitiba, PR). Ingressos 2,00 (inteira) 1,00 (meia entrada)

Duo Clavis é formado pelos músicos paranaenses Marcello Casagrande (vibrafone) e Mateus Gonsales (piano).  Com um repertório autoral, arranjos-releituras próprias e trabalho camerístico, caminham com liberdade entre a música popular, a música contemporânea, o jazz e a livre improvisação. A sintonia da parceria musical de alto nível vem recebendo elogios e aplausos do púbico em geral e do meio musical por suas intensas e sensíveis performances. Trabalham no sentido de incentivar a criação e divulgação da música instrumental brasileira e a sua formação instrumental pouco convencional.

ENSEMBLE DE PERCUSIÓN DE FUNDACIÓN CULTURAL PATAGONIA (ARG)
20/07, às 19h30 no Teatro Londrina (rua Claudino dos Santos – s/n – Memorial de Curitiba, PR). Ingressos 2,00 (inteira) 1,00 (meia entrada)

Criado em 1999 por Angel Frette o grupo se dedica a abordar o repertório de música de câmara para percussão com foco nas obras de compositores argentinos. Mantido pela Fundación Cultural Patagonia e sediado no Instituto Universitário Patagónico de Artes, o grupo já realizou concertos com grandes nomes da percussão mundial. Entre suas principais apresentações destacam-se  concertos no Teatro Cólon (Buenos Aires), Festival de Percussão de Montevideo (Uruguai), PASIC 2010 (EUA), Festival de Cajón Peruano (Peru), Festival de grupos de percussão da Costa Rica, Festival Tamborimba (Colômbia), Tamborimbando (Portugal) além de concertos na Croácia e Espanha. Em 2005 registrou seu primeiro CD com obras de compositores argentinos.  

HANDS ON`SEMBLE – RANDY GLOSS  E AUSTIN WRINKLE (EUA)
21/07, às 19h30 no Teatro Londrina (rua Claudino dos Santos – s/n – Memorial de Curitiba). Ingressos 2,00 (inteira) 1,00 (meia entrada)

Randy e Austin, Califórnia (EUA),fazem um concerto que mistura parte do repertório dos artistas com o trabalho que desenvolvem junto ao Hands On`Semble, grupo fundado pelo renomado percussionista John Bergamo e considerado um dos mais interessantes e inovadores grupos de percussão da atualidade, fundindo diversos instrumentos da percussão mundial em uma abordagem inovadora. 

CONCERTO MANO A MANO TRIO
22/07, às 12h00 – Teatro Londrina (Rua Claudino dos Santos, s/n, Memorial de Curitiba) entrada R2,00 (inteira) R$1,00 (meia entrada)

O grupo de música instrumental brasileira Mano a Mano Trio desenvolve um trabalho que valoriza a música brasileira através de um repertório de obras reconhecidas do cancioneiro popular e das vertentes modernas da música. Formado por Sérgio Albach (clarinete),Glauco Sölter (contrabaixo) e Vina Lacerda (percussão), o grupo apresenta uma formação não usual de sonoridade peculiar, distinguindo-se pelos arranjos elaborados mesclados a improvisação. Com dois CDs lançados o grupo já se apresentou ao lado de importantes artistas nacionais e excursionou em países da América Latina e Europa. 

AÇÕES FORMATIVAS E ATIVIDADES PARALELAS
***Todas as ações são gratuitas

16/07/2018
Workshop Marcos Suzano, às 10h00 no Conservatório de Música Popular Brasileira (R. Mateus Leme, 66) Entrada Franca

Workshop Caíto Marcondes, às 14h30 no Conservatório de Música Popular Brasileira (R. Mateus Leme, 66) Entrada Franca

17/07/2018
Workshop Duo Desvio,às 10h00, no Teatro Londrina (Rua Claudino dos Santos, s/n, Memorial de Curitiba). Entrada Franca

Concerto com o grupo de percussão Lapercutório Coletivo,às 14h30, no Conservatório de Música Popular Brasileira (R. Mateus Leme, 66) Entrada Franca

Palestra Luciano Candemil, às 17h00, , no Conservatório de Música Popular Brasileira (R. Mateus Leme, 66) Entrada Franca

18/07/2018
Palestra Aglaê Frigeri, 10h,  no Conservatório de Música Popular Brasileira (R. Mateus Leme, 66) Entrada Franca

Palestra Jorge Fálcon (ARG/BR), 14h30, no Conservatório de Música Popular Brasileira  (R. Mateus Leme, 66) Entrada Franca

Workshop Marcello Casagrande, 17h00, no Teatro Londrina (Rua Claudino dos Santos, s/n, Memorial de Curitiba). Entrada Franca

19/07/ 2018
Workshop Angel Frette (ARG) 10h00, no Conservatório de Música Popular Brasileira  (R. Mateus Leme, 66) Entrada Franca – CMPB

Mesa Redonda“O choro no CMPB” com Sérgio Albach, Ana Paula Peters e Lucas Mello, 14h30, no Conservatório de Música Popular Brasileira (R. Mateus Leme, 66) Entrada Franca

Roda de Choro, 17h00, no Conservatório de Música Popular Brasileira  (R. Mateus Leme, 66) Entrada Franca – CMPB

20/07/2018
Workshop Ensemble de Percusión de Fundación  Patagônia (ARG), 10h, no Conservatório de Música Popular Brasileira  (R. Mateus Leme, 66) Entrada Franca

Workshop Hands On`Semble (USA) – Randy Gloss e Austin Wrinkle (USA),14h30,no Conservatório de Música Popular Brasileira  (R. Mateus Leme, 66) Entrada Franca 

21/07/2018
Roda de Pandeiro com Vina Lacerda, 11h,  , no Conservatório de Música Popular Brasileira  (R. Mateus Leme, 66) Entrada Franca

Oficina Coletivo Nós em Traço “Corpo com som”(atividade para crianças)  16h,  Memorial de Curitiba (rua Claudino dos Santos s/n) Entrada Franca

22/07/2018
Concerto Curimba Treme Terra, 11h00, no Memorial de Curitiba (rua Claudino dos Santos s/n) Entrada Franca

Encerramento do Festival – Sarau do Julião Boêmio, 14:30  – Espaço Carmela (Rua Dr. Claudino dos Santos 72)Entrada R$10,00

OS PÁLIDOS

Os Pálidos. Foto: Elenize Dezgeniski

A CiaSenhas de Teatro, dentro das ações do Projeto CiaSenhas ACIONA!, volta em curta temporada no Centro Cultural SESI  Heitor Stockler de França, em Curitiba, com o espetáculo Os Pálidos. As apresentações acontecem a partir de 3 de julho, de terça a sábado,  sempre às 20h00. A entrada é Pague Quanto Quiser.

O espetáculo Os Pálidos foi criado a partir de dois polos: a relação com o espectador (já experimentada em outros trabalhos do grupo) e a reflexão sobre estados de inércia, paralisação e anestesia em um ato urgente de pensar o mundo e a cena. 

Os Pálidos tem como ponto de partida dois clássicos de Luis Buñuel: O Anjo Exterminador e O Discreto Chame da Burguesia.

A peça, com texto e direção de Sueli Araujo, acontece em dois ambientes simultaneamente, dividindo a plateia, mas mantendo uma conexão permanente entre os espaços e com “os públicos”. Em cena, ao invés de personagens tradicionais, os atores exploram vozes contraditórias, visões de mundo e formas de pensamento e conduta que tentam forjar uma atitude, construir um gesto que faça a diferença no mundo. Porém, são seres paralisados, medicados e em estado de absoluta suspensão. Em dissonância a este estado das coisas, a cena é revestida com diversos tipos de plantas, investindo na possibilidade de percepção da vida para além da quase morte e apatia das figuras da montagem.

Ao mesmo tempo em que o espetáculo aciona um tipo de humor desestabilizante e estabelece pontos de relação com o espectador, cria espaços de discussão sobre criação de condições de sobrevivência e de formas de estar junto. São situações em que um tipo de micropolítica está sugerida. 

Em Os pálidos, artistas e público, buscam saídas e entradas em um jogo potente de presença. Trabalha com a ideia de que, segundo Eliane Brum: estamos “Esvaziados de ilusões e de formas, aquele que precisa construir um rosto tem medo. Em vez de disputar democraticamente, o que dá trabalho e envolve perdas, prefere o caminho preguiçoso da adesão. E adere àquele que grita, saliva, vocifera, confundindo oportunismo com força, berro com verdade.” É sobre o contexto atual que vivemos e sobre escolhas. 

FICHA TÉCNICA
Dramaturgia e Direção – Sueli Araujo
Atuação: Anne Celli, Ciliane Vendruscolo, Greice Barros, Luiz Bertazzo, Rafa di Lari e Sueli Araujo
Direção de Movimento – Cinthia Kunifas
Cenário e Figurino – Paulo Vinícius
Designer de Som – Ary Giodani
Designer de Luz – Wagner Corrêa
Direção de Produção – Marcia Moraes
Produção Executiva – Edran Mariano
Designer Gráfica – Adriana Alegria
Assessoria de Imprensa – Fernando de Proença
Fotos – Elenize Dezgeniski

SERVIÇO:
OS PÁLIDOS
de 03 a 07 de julho de 2018
terça a sábado às 20h  no Centro Cultural SESI  Heitor Stockler de França (Mal. Floriano Peixoto, 458, centro de Curitiba)
Entrada: PAGUE QUANTO QUISER
Confira a página do evento, aqui