TEATRO PAIOL RECEBE O PALCO DIFUSOR DA BANANEIRA BRASS BAND PARA SHOW DE LANÇAMENTO DE NOVO EP

Cinco artistas selecionados para o Palco Difusor dividem o palco do Teatro Paiol em grande show com Bananeira Brass Band para lançamento do novo EP. Créditos: Miriane Figueira.

As cinco músicas gravadas com os cinco novos nomes da música autoral curitibana entram nas plataformas digitais dia 16 de julho e são apresentadas em grande show de lançamento, no dia 25 de julho, fruto da imersão em produção musical realizada pelo coletivo em 2023.

Dia 25 de julho, é o dia de celebrar e apresentar ao público o resultado de um ano de trabalhos imersivos na produção musical, realizado pelo coletivo Bananeira Brass Band em parceria com a Diversa Produções, o Palco Difusor. Artistas da cena autoral curitibana: Betania Hernandez, Dharma Jhaz, Princesas do Ritmo, Lele Farah e Sem Registro, são os nomes que estão no novo EP – Palco Difusor, que traz além de musicalidades diversas, uma troca de experiências que serão compartilhadas com a plateia que se formará no Teatro Paiol, em apresentação única e gratuita.

Antecede o grande show, o lançamento do EP – Palco Difusor, nas principais plataformas digitais no dia 16 de julho, e também as sessions no YouTube, com início no dia 18 a 23 de julho. De acordo com a produtora e gestora cultural, Pri de Morais, o acesso antes do show, vai permitir que o público conheça o trabalho e chegue no Paiol com as músicas em mente. “A ideia do projeto é impulsionar a carreira destes artistas com a produção de singles, vídeos, ensaios fotográficos e toda a vivência com outros musicistas em estúdio. Também trazer pro conhecimento do público o que a música autoral de Curitiba está fermentando de mais atual”, conta.

O projeto Palco Difusor nasceu do desejo de descentralizar ações culturais na capital. Dessa forma o coletivo Bananeira Brass Band e a Diversa Produções, criaram em 2023 o projeto, que circulou por cinco Regionais e selecionou em edital os cinco artistas com trabalhos autorais para uma imersão completa no processo da produção musical, incluindo vivência no Estúdio Aroeira e grande show de encerramento para apresentar ao público as novidades musicais.

De acordo com Audryn Souza, musicista integrante da Bananeira e idealizador do projeto, o intuito do circuito foi difundir o funcionamento do mercado da música autoral curitibana em três frentes de profissionalização: “os artistas selecionados ganham com a produção de material profissional; a Bananeira Brass Band ganha com o intercâmbio artístico; toda a equipe de produção, comunicação e estúdio ganha com o amadurecimento de sua atuação na cena da cidade”, revela.

Na primeira etapa foi lançado o edital de chamamento. Os 81 inscritos passaram por uma seletiva com os produtores musicais e curadores do Palco Difusor – Erica Silva, Bface e Gian Lucca, que levaram os cinco artistas selecionados para a próxima fase com encontros de criação junto a Bananeira Brass Band em estúdio para trabalhar e ensaiar repertório de show, gravação de single e live session.

Dentro do Palco Difusor, os artistas também tiveram acesso a apresentações nas Regionais de Curitiba. Segundo Pri de Morais, a ideia foi fazer do Palco Difusor um multiplicador nas comunidades, a fim de democratizar o acesso à produção e consumo cultural. “É uma proposta que visa a amplificação do ecossistema da música independente curitibana através da integração de diversas regiões da cidade buscando fortalecimento da economia cultural e profissionalização de todos os agentes culturais envolvidos”.

Com isso o projeto contou com ações sociais e integração com o público em cada Regional, com a realização de cinco oficinas de percussão direcionadas para instituições que atendem adultos em situação de vulnerabilidade social, seguidas de apresentações da Bananeira Brass Band, em cortejo acústico.

Palco Difusor é um projeto realizado com recursos do Programa de Apoio de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba com o incentivo da Celepar e Phil Young’s.

SERVIÇO:
Lançamentos:
Dia 16 de julho: EP disponível em todas as plataformas digitais.
Dias 18 a 23 de julho: lançamentos sessions no Youtube
Show Palco Difusor
Local: Teatro Paiol (Rua Cel. Zacarias, 51 – Prado Velho)
Data: 25 de julho de 2024
Horário: 20h
Ingressos: gratuitos (distribuição 1h antes)
Classificação: 12 anos

Sobre a Bananeira Brass Band
A Bananeira Brass Band é um coletivo de sopros e percussão que surge no cenário musical de Curitiba no ano de 2015 com o propósito de trazer a experiência que seus integrantes tiveram em sua formação musical através das bandas marciais e fanfarras difundindo e valorizando a música instrumental por meio de um show dançante em espírito festivo.  A discografia da Bananeira Brass Band conta com o EP #PotassioNeles (2018) e o álbum Feira Livre (2021), indicado ao Grammy Latino 2022 na categoria Melhor Projeto Gráfico de um Álbum.

A formação instrumental da Bananeira Brass Band é inspirada nas bandas de rua de New Orleans e na cultura das Brass Bands (bandas de sopros). Apesar da influência de grupos estrangeiros, a banda busca trazer em seu repertório autoral a música brasileira, explorando ritmos dançantes de todas as regiões do Brasil, misturando gêneros musicais que vão do funk ao baião.

Formação atual da Bananeira Brass Band: 
Audryn Souza (trompete)
Denusa Castellain (saxofone)
Emilyn Shayene (trombone)
Fernanda Cordeiro (trombone)
Lucas Ramos (trompete)
Luís Fernando Diogo (percussão)
Luís Rolim (percussão)
Pierre de Cerjat (sousafone)

Sobre os cinco novos nomes da música: 

Betania Hernandez
É musicista e começou muito cedo. Aos 8 anos, entrou no Sistema  Nacional de Orquestra da Venezuela e formou-se em bacharel em Composição e Criação Musical, na Uniarte, em Caracas, na Venezuela. Logo depois da graduação, migrou para o Brasil, tornou-se mestre em Estudos Latino-Americanos pela Universidade Unila, em Foz do Iguaçu. A artista já lançou dois álbuns: Passos do Vento e  Lua, Sol, Mar e Estrelas pela sua própria  produtora. Fez parte do Palco Difusor e com a Bananeira Brass Band compôs a música: Tudo de Nós. Segundo Betania, enquanto mulher imigrante, é a liberdade que foi dada às mulheres artistas criadoras, o que tornou a experiência tão rica e necessária para o território curitibano e para todos.

Sem Registro
O grupo veio somar ao projeto trazendo  influências da música eletrônica, rap e do funk adicionando ao som orgânico da Bananeira Brass Band as nuances do sintético numa pegada mais cyberpunk do estilo “Garage”. O grupo tem como  pilar principal e a ponte entre todos os integrantes o Rafael Ludvich. Foi ele quem uniu os fundadores há aproximadamente 6 anos. Sobre a trajetória do grupo, em 2022, em um evento organizado pelo artista “Bface” em parceria com a Budweiser fizeram a abertura do show da dupla de artistas do Rio de Janeiro “Pumapjl”. Para os integrantes do grupo, a participação no projeto deu uma experiência singular de conhecer um estúdio profissional e desenvolver um projeto com outros artistas.

Dharma Jhaz
Travesti multi-instrumentista, cantora, produtora musical, rapper e performer sonora, desenvolve através dos instrumentos de sopro, voz, corpo e performance, experimentações empíricas baseadas em elementos intercontinentais da cultura latina, afro-brasileira, jazz e punk. Tem em suas referências a música brasileira no free jazz mestiço, manifestado nas Jam Sessions e Lives que participa em colaboração com diversos artistas da cena da música experimental e eletrônica nacional e internacional. A artista acredita que a possibilidade de consolidar o conceito autoral Punk Jazz no projeto, pode inspirar as novas gerações a conhecerem o que uma travesti pode fazer, muito além dos estigmas e preconceitos que nos limitam a estatísticas trágicas, e a marginalização.

Lele Farah
Desde da infância envolvida com música por conta do trabalho do pai, que é produtor musical e multi-instrumentista. Após a pandemia juntou-se com um grupo de amigos que já estavam no processo de iniciar uma gravadora voltada ao gênero rap. Em sua trajetória, ela lançou uma sequência de singles que vem elaborando nos últimos 2 anos. As maiores conquistas profissionais foram as participações no palco do festival de bolso no Jazz Festval, aberturas de shows para artistas como Dalsin, Yago Oproprio e ADL do Favela Vive. A artista afirma que a participação no Palco Difusor possibilitou a troca artística com grandes músicos e de certa forma ter a experiência completa de fazer shows, gravação de estúdio, gravação de videoclipes, sessão  de fotos e todo processo em si.

Princesas do Ritmo
As integrantes da Banda se conheceram na Ong Passos da Criança, na Vila Torres, em Curitiba, que tem como princípio básico fortalecer o empoderamento feminino através da musicalidade afro. Maíra, Geovana, Sabrina, Catherine e Polyana se uniram para  formar uma banda de percussão e levar a música a diferentes  espaços públicos, descentralizando a cultura, aproximando a comunidade a sua ancestralidade. A banda já recebeu Menção Honrosa e também elas já participaram de eventos em parceria com a Sanepar em diversos espaços e projetos culturais celebrando o mês da Consciência Negra. No Palco Difusor, as Princesas trouxeram o swing do axé, do samba reggae promovendo autoestima e o protagonismo de mulheres pretas. De acordo com as integrantes da banda, houve um grande crescimento musical.

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

PROJETO MULHERES QUE RIMAM FAZ PREMIERE DE VIDEOCLIPE NA CINEMATECA

Da esquerda para direita: Evy’O, Brenda Calbaizer, Cris (SNJ) Negona, Diva Ganjah, Liah Vitória. Foto: Thiago Krieger.

Em uma iniciativa que enaltece os símbolos da resistência feminina no hip hop, o Projeto Mulheres Que Rimam exibe videoclipe inédito que conta com a participação das artistas Cris Negona (SNJ), Diva Ganjah, Brenda Calbaizer, Evy’O, Liah Vitória e Manuella Head. A premiere acontece no dia 23 de junho na Cinemateca de Curitiba, às 19 horas; seguida de bate-papo e pocket show, com presença de intérprete em Libras.

Ao conectar mulheres de diversas gerações, o videoclipe traz um recorte audiovisual da realidade periférica sob o ponto de vista feminino e evidencia o poder da arte como lugar de fala, resistência e luta. As cenas foram gravadas no estúdio Gramofone+, na Praça 19 de Dezembro e na Vila Torres, com participação de expressões do hip hop e da comunidade local.

O momento é uma grande realização para essas seis artistas que, juntas, trazem na bagagem a militância pelos direitos das mulheres, crianças, população negra e indígena e pela preservação do meio ambiente. Mais informações sobre essas trajetórias e trocas de conhecimento entre as participantes estão disponíveis em um vodcast no YouTube.

Além da produção musical e da obra de curta-metragem, dentre as atividades do projeto também são ofertadas duas oficinas gratuitas, sendo que uma delas está prevista para agosto e tem a proposta de democratizar o acesso aos procedimentos de cadastros dos autores de obras musicais, ao capacitar artistas independentes para que consigam gerar seus códigos (Ecad, ISRC’s, UPC’s).

A obra “Mulheres Que Rimam” será lançada nas plataformas digitais do Aoca Cultural apenas em julho e a premiere é uma oportunidade única de conferir o conteúdo na íntegra antes mesmo do seu lançamento oficial. Após a exibição, todos são convidados para uma roda de conversa sobre o processo de produção e haverá um pocket show com as rappers curitibanas. O videoclipe possui medidas de acessibilidade e o evento conta com intérpretes em Libras.

Projeto realizado via Lei Paulo Gustavo, com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura, Fundação Cultural de Curitiba, Prefeitura Municipal de Curitiba, Ministério da Cultura e Governo Federal.

Serviço
Premiere do Videoclipe Mulheres que Rimam, com pocket show e bate papo
Ingressos: Gratuitos
Data: 23/06/2024, domingo
Horário: das 19h00 às 20h45
Local: Cinemateca de Curitiba
Endereço: Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 – São Francisco, Curitiba
Créditos fotos: Thiago Krieger, Hektor Kister, Patricia Grabowski.

Uma Produção Aoca Cultural e Ariramba Produções Culturais, com coprodução Gramofone+ e colaboração WS Produtora Audiovisual e Bridge Produções.

Instagram do Projeto: @mulheresquerimam
Canal de lançamento no YouTube: @aocacultural
Contato e agenda de entrevistas: imprensa@aocacultural.com.br

Cris Negona. Foto: Patrícia Grabowski.
Liah Vitória. Foto: Patrícia Grabowski.
Brenda Calbaizer. Foto: Patrícia Grabowski.
Diva Ganjah. Foto: Patrícia Grabowski.

FESTA MUV: 25 ANOS CELEBRADOS NO ESTILO BAIRRO BLACK

MUV de Kátia Drumond e Ricardo Verocai, completa 25 anos de um projeto musical cheio de grooves e parcerias criativas e, celebra a trajetória em dois grandes shows na Feira Afro da Zumbi e no Espaço Fantástico das Artes, dias 21 e 26 de abril.

Após o lançamento do EP Bairro Black, o projeto musical MUV – Movimento Uniformemente Variado, dirigido pelos artistas Ricardo Verocai e Kátia Drumond finalizam o projeto Difusão Bairro Black com dois grandes shows que marcam os 25 anos de trajetória da música do MUV. O primeiro show será durante a Feira Afro da Zumbi, no dia 21 de abril (15h30) e o encerramento dia 26 de abril (20h) o groove dançante do MUV será no Espaço Fantástico das Artes, e quem embala a pista de dança da festa na sequência é o DJ Jeff Bass.

O MUV tem sua trajetória marcada pela criação de ritmos na origem negra, colocando a negritude como enfoque. Não apenas como pauta, mas também como força criadora, movimentando mentes e corações, vibrando em potentes ondas sonoras. Criado em 1999 no Rio pelo produtor musical, tecladista, compositor e arranjador Ricardo Verocai e pela cantora e compositora Kátia Drumond, o MUV está em Curitiba desde 2005 marcando a história da música local.

Os dois shows fazem parte do Projeto Difusão Bairro Black, que levou ao palco do Teatro José Maria Santos a primeira temporada de shows do EP Bairro Black, em março deste ano. Produzido pela Pomeiro Gestão Cultural, o trabalho engloba outros formatos midiáticos para o público como um curta metragem documental sobre o processo criativo do EP, e ainda uma websérie de 8 episódios com depoimentos de algumas das personalidades negras homenageadas no álbum, que poderão ser acessadas no YouTube.

No repertório dos shows o MUV traz o EP Bairro Black, recheado com as bases do soul, groove, funk, jazz, rap, reggae, ritmos uniformemente dançantes, com ritmos variados da música brasileira como o samba. O MUV traz ainda músicas que fazem parte dos outros álbuns do grupo como “Movimentos”, “Minha Gente Brasileira” e “Guardiões do Groove”.

Acesse os canais e acompanhe a história do MUV: https://beacons.ai/muv.brasil

SERVIÇO:
Show MUV – 21 de abril
Local: Feira Afro da Zumbi na Praça Zumbi do Palmares
Rua: Lothário Boutin, 289 – Pinheirinho, Curitiba
Horário: 15h30
Entrada: Gratuita

Show MUV – dia 26 de abril
Local: Espaço Fantástico das Artes
Rua: Trajano Reis 51 – Centro, Curitiba
Horário: 20h
Entrada: Gratuita

FICHA TÉCNICA:
Direção Musical: Ricardo Verocai
Direção Artística: Kátia Drumond
Produção Geral: Igor Augustho e Kátia Drumond
Voz: Kátia Drumond
Teclados: Ricardo Verocai
Baixo: Evangivaldo Santos
Guitarra: Eduardo Ansay
Bateria: Samir Souza
Backing Vocals: Kabuto e Brenda Calbaizer
Iluminação: Lucas Amado
Direção de palco e Operador de som: Luigi Castel
Assistente de Palco: Ana Luiza e Fernando Atanasio
Assistente e Montador de iluminação: Juan Lis
Produção técnica: Effex Tecnologia e Criação
Roadie: Antonino Rodrigues (Tonico Rasta)
Figurino e Maquiagem: Tassy Dal Nergro
Tradução para Libras: TAÉ – Libras & Cultura
Intérpretes de Libras: Elaine Moreira, Nathan Sales e Talita Grünhagen
Direção de Produção: Igor Augustho
Produção Executiva: Cindy Napoli
Produção: Rebeca Forbeck
Assistente de Produção: Monica Margarido
Estagiário de Produção: Matheus Zaidan
Captação de Recursos: Meire Abe
Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo (Bruna Bazzo [Comunica])
Programação Visual e Mídia Social: Paula Villa Nova
Realização e Criação: MUV
Realização e Produção: Pomeiro Gestão Cultural

“PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.”

SOBRE O MUV:
O projeto musical MUV – Movimento Uniformemente Variado, mistura ritmos em um som único e tem a direção musical de Ricardo Verocai, e direção artística de Kátia Drumond, com assistência de direção do baixista e compositor Evangivaldo Santos. O grupo está entre as bandas que fazem música autoral de Curitiba e é formado por músicos do Rio de Janeiro, Salvador e do Paraná, que residem na cidade.

O MUV se destaca na cena musical brasileira e no exterior com a proposta de reviver o movimento de música preta nacional surgido no Rio de Janeiro no final da década de 60 com Dom Salvador e Herlon Chaves, e fortalecido por nomes como Tim Maia, Gerson King Combo, Banda Black Rio, Cassiano, Lady Zu e Carlos Dafé.

Além destes, também fazem parte das influências musicais do grupo, entre outros: Azymuth, Arthur Verocai, Carlos Dafé, Tania Maria, Leny Andrade, entre outros .

A banda já lançou 03 álbuns e 02 EPs, sendo o último lançamento o Bairro Black, disponível nas principais plataformas de áudio. Entre os discos: ‘‘Os Movimentos’ (2006) e ‘Minha Gente Brasileira’ (2011), ‘Acordes Daqui’ (2013) e os dois primeiros contam com participações do maestro, Arthur Verocai e têm músicas em parceria com Macau, e o segundo tem participação do cantor e compositor Carlos Dafé. Suas composições estão nas playlist de DJ’s nacionais e internacionais, tem reprodução em rádios da Alemanha, França, Sérvia, Rússia, Estados Unidos, Austrália, Itália, Espanha, Canadá, entre outros.

O grupo também realiza projetos de cunho artístico-educacional voltada à valorização da cultura negra e em novembro de 2022 e no início de 2023 realizou o projeto ‘O Som do MUV e a Música Negra nas Escolas Estaduais’, levando oficinas e pocket-shows a 05 municípios da região metropolitana de Curitiba e também no litoral do PR. O projeto teve o apoio da Copel através do Profice, o Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura do Paraná.

Seus principais shows de 2022 e 2023 foram ‘MUV convida Paula Lima’, em comemoração aos 50 anos do Teatro Paiol, a convite da Prefeitura de Curitiba e da FCC e ‘MUV e Michele Mara’, na ‘7ª e 8° Marcha do Orgulho Crespo’, evento destinado à cultura afro-brasileira. Em 2023 participou também dos festivais : Encantadas Jazz Ilha do Mel e Jazz À Gosto (Ilha do Mel – PR) e 7ª edição Curitiba Jazz Festival.

Em janeiro de 2024 levou seu groove ao litoral do PR, no Projeto Verão Maior – palco Sunset, Shangrilá.

Nos grooves variados do MUV transitam diferentes músicos, parceiros de composição, em diversos formatos de shows.

ESCOLA DE PATRIMÔNIO DE CURITIBA RECEBE CURSO GRATUITO DE INTRODUÇÃO À CONSERVAÇÃO DE OBRAS EM PAPEL

Inscrições terminam na quarta-feira (1º/06); projeto realizado pelas conservadoras-restauradoras Adriana do Rocio Honório e Jessica Petri prevê, ainda, a restauração de uma ilustração de Poty Lazzarotto

Entre os dias 12 e 23 de junho, acontece o curso de Introdução à Conservação de Papel na Escola de Patrimônio & Liceu das Artes de Curitiba. O curso será ministrado pelas conservadoras-restauradoras de bens culturais móveis Adriana do Rocio Honório e Jessica Petri, idealizadoras do projeto juntamente da Flutua Produções, Canô Produções e do Atelier Petri. As inscrições já estão abertas e vão até o dia 1º de junho por meio deste link, aqui

O projeto busca incentivar os participantes a desenvolverem um olhar crítico sobre a conservação de obras em papel em acervos particulares e públicos, pequenos ou grandes, a partir de conceitos imprescindíveis para a boa conservação de obras em estado de guarda. As obras em papel incluem livros, desenhos, pinturas, colagens, fotografias de importância histórica ou de valor sentimental, entre outros.

Ao todo, serão dez aulas presenciais sobre os estilos de aplicação de obras de arte, as etapas de identificação de problemas, patologias, danos de ação ambiental e pelo tempo, técnicas de conservação preventiva e posterior ao dano. As vagas são destinadas a colecionadores, conservadores, restauradores, museólogos, historiadores, galeristas, estudantes com foco em acervos particulares, funcionários de bibliotecas e arquivos (públicos e privados) e pessoas interessadas no tema.

A conservadora e restauradora de bens culturais móveis e imóveis com foco em escultura e pintura parietal, Adriana do Rocio Honório, destaca que o curso será dividido entre teoria e prática, com visita guiada e estudo de caso, de forma a complementar a capacitação. “Consideramos muito importante o conhecimento especializado e o olhar atento para a boa prática da preservação”, completa.

Além do curso, o projeto prevê a restauração de uma obra em aquarela e nanquim do artista curitibano Poty Lazzarotto, datada de 1993. A conservadora e restauradora de bens culturais móveis com foco em obras em papel, Jessica Petri, comenta sobre a escolha da obra e como será o processo de restauração. “É uma grande responsabilidade trabalhar em uma obra desse porte. Restaurar uma obra dele só enfatiza o seu legado como o artista versátil que era. Todo o conjunto da obra do Poty é muito importante para a história da cidade e do Paraná. Nesse caso específico, a obra precisa de tratamento em manchas por ação de umidade concentrada e migração de tinta, por isso o trabalho é delicado e demorado, tem que ser feito com muita paciência, deixando ‘o papel decidir’ o ponto de limite”, explica.

O projeto foi realizado com recursos do programa de apoio e incentivo à cultura da Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Sobre Jessica Petri
Jessica Petri possui graduação em Artes Visuais com ênfase em computação gráfica, é especialista em Conservação e Restauração de Monumentos Históricos Arquitetônicos, e cursou por 4 anos Licenciatura em Química na UFPR. Estagiou na Fundação Cultural de Curitiba, trabalhou para duas grandes empresas na área de arquitetura direcionada ao restauro e como auxiliar de conservador-restaurador no prédio do Paço da Liberdade, em 2009. Também atuou no acervo do Museu Oscar Niemeyer e atualmente trabalha principalmente na área de Restauro de Papel em Atelier próprio, desde 2011.

Sobre Adriana do Rocio Honorio
Adriana do Rocio Honório é graduada em Artes Visuais pela Faculdade de Artes do Paraná e especialista em Conservação e Restauração de Monumentos Históricos Arquitetônicos. Trabalhou por 8 anos em uma empresa da área de arquitetura especializada em restauro e como auxiliar de conservador-restaurador nas pinturas do teto do Paço da Liberdade, em 2008. Desde 2017, trabalha em atelier próprio com imaginária, telas, prospecções e obras arquitetônicas.

SERVIÇO
Curso de Introdução à Conservação de Papel
Com Jéssica Petri e Adriana do Rocio Honório
De 12 a 23 de junho, de segunda a sexta-feira, das 14h às 17h30 (presencial)
Escola de Patrimônio (R. Kellers, 63, Curitiba/PR)
Inscrições gratuitas através do link: https://linktr.ee/flutuaproducoes

Mais informações:
www.instagram.com/flutuaproducoes |
www.instagram.com/canoproducoes

FICHA TÉCNICA
Realização: Flutua Produções, Canô Produções e Atelier Petri
Coordenação pedagógica: Jessica Petri
Ministrantes: Adriana do Rocio Honório e Jessica Petri
Direção de produção: Gilmar Kaminski
Produção executiva: Luana Camargo
Intervenção de restauração: Jessica Petri
Design gráfico: Pablito Kucarz
Assessoria de imprensa e marketing digital: Platea Comunicação e Arte

Projeto realizado com recursos do programa de apoio e incentivo à cultura da Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

“O PEQUENO PRÍNCIPE” PARA SURDOS E OUVINTES: NOVO ESPETÁCULO DA CIA. FLUCTISSONANTE RECRIA CLÁSSICO COM ENCENAÇÃO EM PORTUGUÊS E LIBRAS SIMULTÂNEAMENTE

O Pequeno Príncipe. Foto: Elenize Dezgeniski.

O espetáculo foca no público infanto-juvenil e tem ingressos gratuitos. A estreia acontece dia 23 de julho no Teatro Cleon Jacques, no Parque São Lourenço, com apresentações aos sábados e domingos, às 11h e às 16h até dia 14 de agosto

“O Pequeno Príncipe”, uma das obras literárias mais conhecidas de todos os tempos, acaba de ganhar uma nova e mais inclusiva versão para o teatro. Com texto em português e em Língua Brasileira de Sinais (Libras), a Cia Fluctissonante lança o seu mais novo espetáculo voltado ao público infanto-juvenil. A peça estreia no sábado, 23 de julho, e segue temporada no palco do Teatro Cleon Jacques, no Parque São Lourenço, até o dia 14 de agosto, com sessões aos sábados e domingos, sempre às 11h e às 16h. A entrada é franca e os ingressos gratuitos são distribuídos uma hora antes da apresentação no próprio teatro.

O espetáculo, inspirado no livro homônimo do francês Antoine de Saint-Exupéry, se apresenta como uma experiência sensorial para crianças de todas as idades. Em cena, as atrizes Catharine Moreira, Helena de Jorge Portela e o ator Lucas dos Santos levam ao público a história do principezinho que encontra um aviador em meio ao deserto, e então narra as peripécias que viveu pelos planetas que passou. Desta vez, no entanto, a trama foi recriada e é encenada em português e Libras simultaneamente, a fim de unir os públicos surdo e ouvinte na plateia do espetáculo.

Esta é mais uma montagem da Cia. Fluctissonante produzida para crianças. O primeiro espetáculo infantil “Enquanto a Chuva Cai” realizou mais de 50 ações em cerca de 20 cidades brasileiras. De acordo com a atriz e fundadora do grupo, Helena de Jorge Portela, a obra carrega o resultado de todas as pesquisas realizadas pela companhia nos últimos anos. “Apresentamos uma pesquisa que começou com Enquanto a Chuva Cai. Nos interessa muito aproximar o público surdo do teatro, mas também entendemos a arte cênica como possibilidade de aproximar as crianças ouvintes da Libras”, complementa.

Para o dramaturgo e diretor da peça, Nautilio Portela, a participação no trabalho se torna duplamente especial, já que tem a oportunidade de comemorar os 50 anos de carreira dirigindo um clássico da literatura mundial. “Dirigir um clássico da literatura infanto-juvenil como O Pequeno Príncipe, em Português e Libras, com uma equipe de excelentes profissionais me propôs um desafio e uma grande responsabilidade, que eu só posso encarar como um presente por este meio século de teatro.”, diz ele.

O público de Curitiba e região pode aguardar uma obra potente, divertida e emocionante. Um verdadeiro programa para toda a família, e para as crianças de todas as idades. Os ingressos são distribuídos nos dias do espetáculo, sempre uma hora antes do início.

Sobre
A Cia Fluctissonante é um coletivo curitibano formado por artistas surdos e ouvintes que dedicam-se à criação cênica contemporânea e bilíngue (Libras e Português). Seus projetos unem os públicos surdo e ouvinte nas plateias. Ao longo de sua trajetória produziu espetáculos para adultos como ‘Giacomo Joyce’ (2017) e ‘\TODAS/’ (2018) e também para a infância, como ‘Enquanto a Chuva Cai’ (2016) e ‘Conto Com Libras’ (2018). Em 2021, estreou sua quinta montagem, ‘Elevador’, com direção da artista convidada Georgette Fadel. Em 2020, passou também a desenvolver projetos digitais como a websérie ‘Mulheres – Sinais de Suas Escritas’ e a versão online do espetáculo ‘Conto Com Libras’, além do show-cênico-musical ‘Origami – Músicas Para Ver e Ouvir’. Assim, a companhia consolidou-se precursora nacional na criação em arte acessível, destacando-se justamente pela união de duas das línguas oficiais do Brasil dentro da cena e realizou ações em relevantes eventos, como: Palco Giratório e Plataforma Cena (nacionais), Semana Modos de Acessar (SP), Projeto Narrativas do Silêncio (RN), Curitiba Mostra, Festival de Teatro de Curitiba – Oficial, Mostra Novos Repertórios, Mostra Claudete Pereira Jorge e Prêmio Arte Paraná (PR).

SERVIÇO
O Pequeno Príncipe
De 23 de julho a 14 de agosto
Sábados e domingos, 11h e 16h
Teatro Cleon Jacques – R. Mateus Leme, 4700 (anexo ao Parque São Lourenço), Curitiba.
Entrada gratuita. A distribuição dos ingressos acontece por ordem de chegada 1 hora antes do início do espetáculo.
Duração: 60min
Classificação: Livre

Mais informações no Instagram da Companhia: https://www.instagram.com/fluctissonante/

FICHA TÉCNICA
Texto e Direção: Nautilio Portela
Direção de Movimento: Katia Drumond
Elenco: Catharine Moreira, Helena de Jorge Portela e Lucas dos Santos
Vozes em Off: Clarice Rocha, Diego Marchioro, Juscelino Antunes, Katia Horn, Marcel Malê Szymanski e Simone Magalhães
Tradução para Libras: Taepé Libras e Cultura
Supervisão de Libras: Catharine Moreira, Talita Grunhagen e Peterson Simões
Trilha Sonora Original e Operação de Som: Chico Paes
Cenografia: Katia Horn
Figurinos: Ricardo Garanhani
Iluminação: Lucas Amado
Direção de Produção: Igor Augustho
Produção Executiva: Diego Marchioro
Assistentes de Produção: Juliana Caimi e Rebeca Forbeck
Costureira: Rose Matias
Cenotécnico: Fabiano Hoffmann
Operação de Luz: Eduardo Neto
Técnico de Luz: Julio Machado
Design Gráfico: Pablito Kucarz
Assessoria de Imprensa e Marketing Digital: Platea Comunicação e Arte
Registro Fotográfico: Elenize Dezgeniski
Registro Audiovisual: Chico Paes
Revisão Texto Programa: Noemi Grunhagen
Realização e Criação: Cia Fluctissonante
Realização e Produção: Pomeiro Gestão Cultural

“PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA”

MOSTRA DE CINEMAS AFRICANOS ACONTECE EM CURITIBA DE 7 A 13 DE JULHO

Caminhar sobre a Água (França-Níger, 2021), dir. Aïssa Maiga. Créditos: Orange Studio.

Evento presencial apresenta filmes inéditos, convidados internacionais, oficina e outras atrações

De 7 a 13 de julho de 2022, Curitiba recebe a edição presencial da Mostra de Cinemas Africanos 2022. Serão exibidas produções da África do Sul, Angola, Burkina Faso, Camarões, Chade, Egito, Guiné-Bissau, Níger, Nigéria, Quênia, Ruanda, Senegal e Tunísia. A programação na capital paranaense é gratuita e divide-se entre o Cine Passeio e a Cinemateca de Curitiba, com oito longas e mais de 20 curtas, tendo como destaque a produção feminina, a presença de cineastas africanos e filmes inéditos no Brasil. O evento também acontece simultaneamente em São Paulo (SP), de 6 a 20 de julho. A mostra traz ainda curtas online para todo o Brasil na plataforma Sesc Digital. Informações no site mostradecinemasafricanos.com

O título de abertura é “Afrique, je te plumerai”, dirigido por um dos maiores documentaristas do continente, Jean-Marie Teno. O filme, que completa 30 anos em 2022, examina a repressão política em Camarões. O cineasta estará na sessão para conversar com a plateia. Outro destaque da programação é o thriller sul-africano “Boa Senhora”, de Jenna Bass. Comentário sobre as relações raciais na África do Sul pós-apartheid, teve sua estreia premiada no Festival de Toronto. Em parceria com o Cineclube Atalante, Jenna e  Babalwa Baartman, co-roteirista e produtora do filme, participam de debate no sábado (9), na Cinemateca.

O documentário “Caminhar sobre a Água” marca a estreia na direção da franco-senegalesa Aïssa Maiga. Nome de destaque no cinema francês, Aïssa acumula uma extensa carreira como atriz, roteirista e ativista. No filme, a cineasta registra os efeitos das mudanças climáticas e da globalização em uma aldeia do Níger. Fazendo sua estreia mundial na Mostra de Cinemas Africanos, “Otiti”, de Ema Edosio, segue a história de uma costureira que assume a responsabilidade de cuidar do pai doente que a abandonou quando criança. Aïssa vem ao festival com apoio da Embaixada da França no Brasil e Ema também estará presente na programação através do apoio do Goethe-Institut.

Outro destaque é “Nós”, de Alice Diop, documentário que foca em seis mulheres que transitam em uma ferrovia que cruza Paris, incluindo a própria cineasta. Do Quênia, a comédia “Contos da Cidade Acidental”, de Maimouna Jallow, mostra um eclético grupo que se reúne online para uma aula de controle de raiva. Ambientado na periferia da capital do Chade, o drama “Lingui”, de Mahamat-Saleh Haroun, acompanha a busca de uma mãe e sua filha de 15 anos condenadas pela religião e pela lei por buscarem uma clínica de aborto para a adolescente. Os co-diretores Saul Williams e Anisia Uzeyman fazem sua estreia no cinema com o musical futurista e libertário “Geada de Netuno” de Ruanda.

“A Mostra de Cinemas Africanos volta às salas de cinema em grande estilo para celebrar o maior festival de cinema africano do Brasil”, destaca a produtora cultural Ana Camila Esteves, que divide a curadoria dos longas com Beatriz Leal Riesco. “A programação amplia seu alcance geográfico a partir de nossa sede em São Paulo para Curitiba, ocupa novos espaços e reúne convidados internacionais”, complementa.

A mostra em Curitiba também inclui três programas de curtas: uma seleção de títulos recentes de vários países feita por Kariny Martins e Bea Gerolin da Cartografia Filmes; uma sessão de filmes angolanos produzidos durante os dois últimos anos de pandemia com curadoria da produtora audiovisual Geração 80; e um apanhado de curtas produzidos por jovens cineastas a partir de uma formação em documentário orientada pelo camaronês Jean-Marie Teno.

O evento também promove na capital paranaense a oficina Eu, Você, Nós: Contando histórias através de nossos corpos, alma e voz, ministrada por Maimouna Jallow. A oficina gratuita acontece de 8 a 10 de julho. Serão oferecidas 15 bolsas para residentes no interior e litoral do Paraná, com vagas preferenciais para pessoas negras e indígenas. No sábado (9), será realizada a mesa Reflexões sobre a representação da mulher negra no audiovisual, com a Aïssa Maiga. No domingo é a vez de um encontro com todos os convidados, Aïssa Maiga, Jenna Bass, Babalwa Baartman, Ema Edosio e Maimouna Jallow com o tema Produção Independente no contexto Africano.

“Há tempos tínhamos esse desejo de trazer a Mostra de Cinemas Africanos para Curitiba e a reflexão promovida por este cinema pouco visto e discutido aqui”, aponta Andrei Carvalho, sócio-fundador da Cartografia Filmes. “Especialmente no recorte que a gente trabalha, como realizadores e público negro. É muito importante se ver reconhecido e ver novas representações de cineastas africanos, num lugar de autoestima e inspiração”, conclui.

A edição curitibana da Mostra de Cinemas Africanos 2022 é uma realização da Cartografia Filmes e Ana Camila Comunicação e Cultura, com apoio da Aliança Francesa – Curitiba, Cine Passeio – Icac, Cineclube Atalante, Cinemateca de Curitiba, Mubi, Goethe Institut e Embaixada França – Institut Français e conta com incentivo do Ebanx. Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio de Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Samba Traoré (Burkina Faso, 1992), dir. Idrissa Ouedraogo. Crédito: Les Films de la Plaine.

Mostra de Cinemas Africanos 2022
Programação Completa: mostradecinemasafricanos.com

Programação Curitiba (PR), de 7 a 13 de julho:
Ingresso: Gratuito
Cine Passeio (R. Riachuelo, 410);
Cinemateca de Curitiba (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174).

Sesc Digital (curtas online): sesc.digital

Longas-metragens
“Afrique, je te plumerai” (França/Camarões: 1992), dir. Jean-Marie Teno – trailer;
“Boa Senhora” (“Mlungu Wam”, África do Sul: 2021), dir.: Jenna Bass*;
“Contos da Cidade Acidental” (“Tales of the Accidental City”, Quênia: 2021), dir.: Maimouna Jallow* – trailer;
“Lingui” (Chade, França: 2021), dir.: Mahamat-Saleh Haroun – trailer;
“Nós” (“Nous”, França: 2021), dir.: Alice Diop – trailer;
“Caminhar sobre a Água” (“Marcher sur l’eau”, França/Níger: 2021), dir.: Aïssa Maiga* – trailer;
“Otiti” (“Otiti”, Nigéria: 2022), dir.: Ema Edosio*;
“Geada de Netuno” (“Neptune Frost”, Ruanda/EUA: 2021) dir.: Saul Williams e Anisia Uzeyman – trailer.
* Cineastas convidados presentes no evento.

Geada de Netuno (Ruanda-EUA, 2021), dir. Saul Williams e Anisia Uzeyman. Crédito: Swan Films.

Curtas-metragens
Programa 1: Fragmentos da história: singularidades e conjunções;
Programa 2: Fragmentos do porvir: aqui nos encontramos;
Programa 3: Curtas Angolanos: Geração 80;
Programa 4: Curtas Jean-Marie Teno.

CENTRO CULTURAL BOQUEIRÃO E TEATRO CLEON JACQUES RECEBEM APRESENTAÇÕES GRATUITAS DE “CONTOS PROIBIDOS DE ANTROPOFOCUS”

Contos Proibidos. Foto: Paulo Feitosa.

Ao todo, são duas exibições em cada espaço, sempre aos sábados e domingos; dias 28 e 29 de maio no Teatro Cleon Jacques e dias 04 e 05 de junho no Centro Cultural Boqueirão, em Curitiba

Após reestrear com plateia lotada no Portão Cultural, o espetáculo “Contos Proibidos de Antropofocus” segue sua temporada de circulação por mais dois espaços culturais curitibanos. As apresentações acontecem nos dias 28 e 29 de maio, no Teatro Cleon Jacques, anexo ao Parque São Lourenço, e nos dias 04 e 05 de junho, no Centro Cultural Boqueirão. Aos sábados, as sessões são às 20h e, aos domingos, às 19h, todas com entrada franca. As ações integram o projeto “Contos em todos os cantos – Humor além do Centro”, promovido pelo grupo Antropofocus, através da lei municipal de incentivo à cultura, com o incentivo da Celepar e do Ebanx.

Uma comédia sem diálogo
A comédia apresenta quatro cenas curtas, sem que os atores digam uma palavra sequer. Eles utilizam som, efeitos sonoros e música, mas nenhum diálogo. No elenco, estão os atores do Antropofocus, Anne Celli, Andrei Moscheto, Edran Mariano e Marcelo Rodrigues, e o ator convidado Bruno Lops.

Todas as cenas do espetáculo acontecem em ambientes onde pessoas desconhecidas se encontram, mas raramente iniciam uma conversa: uma marquise num dia de chuva, um banheiro público, dentro de um ônibus. Lugares que parecem absolutamente “normais” mas que, dentro da linguagem do Antropofocus, acabam revelando situações fantásticas.

Como o espetáculo não possui texto, pode ser assistido por pessoas com deficiência auditiva, que têm a oportunidade de acompanhar e aproveitar a apresentação sem a necessidade da presença de intérprete de Libras.

“Contos Proibidos de Antropofocus” é uma das criações de maior sucesso do grupo Antropofocus, com temporadas em cidades como São Paulo, Porto Alegre, Brasília, Rio de Janeiro e também em Córdoba, na Argentina, além de participações em importantes festivais de teatro no Brasil.

Além do Palco
A programação também contempla a realização de uma oficina de improvisação em cada núcleo regional da cidade, ofertada gratuitamente para atores e não atores. A atividade foi desenvolvida a partir da pesquisa artística do grupo, e visa promover o autoconhecimento por meio de exercícios teatrais e de criatividade, em que os participantes são, simultaneamente, intérpretes e dramaturgos. As informações de data, horário e local serão divulgadas no site www.antropofocus.com.br e nas redes sociais do grupo: @antropofocus.

Circulando por Curitiba
O projeto “Contos em todos os cantos – Humor além do Centro” propõe a circulação por três espaços culturais fora do eixo central da cidade, no período de abril a junho, apresentando um trabalho teatral de qualidade para compor a programação desses teatros, além de ações exclusivas para jovens de escolas públicas da comunidade.

As duas primeiras apresentações, que aconteceram no início de maio no Portão Cultural, marcaram a retomada presencial do coletivo. Edran Mariano, ator e produtor do grupo, comenta sobre o sucesso de público na reestreia:
“É muito legal ver o público ocupando os espaços culturais da cidade. Nessa primeira temporada da circulação, pudemos perceber que várias pessoas estavam indo pela primeira vez ao teatro. E muitas não conheciam o Portão Cultural como um espaço público que oferece programação de qualidade. Contribuir para a formação de novos públicos e para a difusão dos espaços culturais presentes na cidade, e principalmente fora do eixo central, nos deixa muito felizes”, relata.

O ator Marcelo Rodrigues destaca a emoção de voltar a atuar presencialmente neste momento. “Para nós, poder voltar aos palcos depois de um pouco mais de dois anos, foi uma celebração. Celebrar a arte e a resistência de mãos dadas com todo o grupo que, com muito esforço, fazemos do criar a nossa vida.”, finaliza Marcelo.

Sobre o Antropofocus
O Antropofocus surgiu em outubro de 2000 e tem como premissa artística observar o ser humano e seu comportamento no cotidiano, levando em conta que todas as suas ações podem ser consideradas cômicas, a depender do prisma pela qual é vista. O grupo sempre se propôs a investigar os paradigmas da comédia comercial, as possibilidades cômicas dos signos teatrais e a improvisação como técnica de criação dos espetáculos.

Neste ano em que comemora a conquista de 22 anos de trajetória, o Antropofocus irá celebrar retornando aos palcos e com uma programação intensa, que inclui a circulação do espetáculo “Contos Proibidos de Antropofocus” por espaços culturais de Curitiba e por mais cinco cidades paranaenses e a estreia de uma nova montagem, prevista para acontecer no segundo semestre.

SERVIÇO
“Contos Proibidos de Antropofocus”

Teatro Cleon Jacques
Dias 28 e 29 de maio – sábado, às 20h; domingo, às 19h
Na Rua Mateus Leme, 4700 (anexo ao Parque São Lourenço), Curitiba
Informações: 41 3313-7190 | 41 99955-9172

Centro Cultural Boqueirão
Dias 04 e 05 de junho – sábado, às 20h; domingo, às 19h
Na Rua José Guercheski, 281 – Boqueirão, Curitiba
Informações: 41 99973-7636 | 41 99955-9172

Entrada gratuita, com retirada de ingresso uma hora antes da apresentação
Classificação Indicativa: 14 anos
Mais informações:
Facebook: https://www.facebook.com/antropofocus
Instagram: https://www.instagram.com/antropofocus
Site: https://www.antropofocus.com.br

FICHA TÉCNICA
Elenco: Anne Celli, Andrei Moscheto, Bruno Lops, Edran  Mariano e Marcelo Rodrigues
Sonoplastia e assistente de direção: Célio Savi
Operador de som: Célio Savi
Iluminação: Anry Aider e Paulo Rosa
Operação de luz: Paulo Rosa
Cenografia: Sérgio Richter & Antropofocus
Figurino e Adereços: Fabiana Pescara & Renata Skrobot
Designer Gráfico: Lula Carneiro
Fotos: Paulo Feitosa
Assessoria de Imprensa: Platea Comunicação e Arte
Diretor de Produção: Edran Mariano
Produção Executiva: Janaina Micheluzzi
Direção Geral: Andrei Moscheto
Realização: Antropofocus
Incentivo: Celepar e Ebanx

“PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.”

MOSTRA INTERNACIONAL DE CABARÉ ::: DE 05 A 8 DE MAIO EM CURITIBA

O CABARET SE INSTAURA EM CURITIBA: A programação da MOSTRA INTERNACIONAL DE CABARÉ vai do dia 05 ao dia 8 de maio e conta com espetáculos, palestras, festas, lançamento de livro, oficinas e muito, mas muito cabaré – com nomes nacionais e internacionais. Programação gratuita.

Serviço:
1ª MOSTRA INTERNACIONAL DE CABARET DE CURITIBA: Uma realização Selvática Ações Artísticas, de 5 a 8 de maio no Espaço Fantástico das Artes, R. Trajano Reis, 41 – São Francisco, Curitiba-PR.
Programação completa: www.selvatica.art.br/mic22

Ficha técnica:
Realização Selvática Ações Artísticas
Curadoria e direção geral: Ricardo Nolasco e Gabriel Machado
Direção de produção: Gabriel Machado e Patricia Cipriano
Coordenação técnica: Semy Monastier e Marina Arthuzzi
Técnica e operação de som: Matheus Henrique
Assistência de comunicação: Leo Bardo
Arte gráfica: Rafael Bagatelli
Curadoria da convocatória: Gabriel Machado, Leo Bardo, Marina Arthuzzi, Marina Viana, Patricia Cipriano, Ricardo Nolasco e Semy Monastier.


LANÇAMENTO DA COLEÇÃO ESCREVER O CINEMA E MOSTRA DE FILMES DA CINEMATECA DE CURITIBA

Criada pela produtora audiovisual curitibana O Quadro, o selo para publicações de livros “Edições A Quadro” surge após um período de experiências diversas da produtora e seus colaboradores com a escrita crítica sobre cinema, a pesquisa acadêmica e atividades de ensino audiovisual. O primeiro projeto da editora é a Coleção Escrever o Cinema.

A Coleção Escrever o Cinema expande para a página dos livros o ato de se fazer cinema, trocando a lente pela letra, substituindo o roteiro pela reflexão. Nos volumes da coleção, pesquisadoras e pesquisadores ligados à universidade lançam luz sobre aspectos teóricos, históricos e críticos de diferentes obras da cinematografia mundial, em diálogo com outros campos do conhecimento, mas sempre retornando para os filmes em si.

O projeto visa dar vazão à força e intensidade das pesquisas sobre audiovisual realizadas em Curitiba e no Brasil, colaborando de maneira inovadora no mercado editorial de livros sobre cinema no território nacional.

A produtora, que não se senta à vontade em ser chamada de editora, simplesmente porque se vê realizando apenas mais um desdobramento das suas atividades cinematográficas do que se aprofundando no mercado editorial propriamente, conta com uma rede de distribuição gratuita dos volumes para instituições de ensino e culturais, e com vendas em parceria com livrarias independentes – por enquanto se juntaram à “Itibam Comic Shop” em Curitiba, à “Blooks” e à “Livraria Janela” no Rio de Janeiro, à “Livraria do Belas” em Belo Horizonte, e à “Cirkula” em Porto Alegre.

Serão três os livros lançados este ano: “A Aventura: notas sobre o estilo de Michelangelo Antonioni”, escrito por Juliana Rodrigues Pereira; “Eugène Green e a Hipótese do Cinema Descortinado”, escrito por Pedro Faissol; e a reedição de “Contos Morais e o cinema de Éric Rohmer”, escrito por Alexandre Rafael Garcia.

Outros dois livros da Coleção serão lançados no próximo ano, em 2022: “A representação do milagre no cinema: Iconografia, idolatria e crença”, também de Pedro Faissol; e “Documentário: filmes para salas de cinema com janelas”, escrito por Eduardo Tulio Baggio.

Há ainda o planejamento de lançamento da segunda temporada da Coleção, com outros seis livros de cinema já definidos, para o biênio 2023-2024.

O projeto também conta com um ciclo de palestras e bate-papos gratuitos para a população, realizados com o apoio de instituições ou em eventos. Como os seminários realizados em outubro no festival Olhar de Cinema e na universidade Unespar, as palestras ocorridas na IFPR, UFPR e MIS-PR em novembro e no Centro Juvenil de Artes Plásticas e Colégio Estadual do Paraná em dezembro.

O próximo evento, promovido juntamente com a Aliança Francesa de Curitiba, irá ocorrer nos dias 09 e 10 de dezembro na Cinemateca de Curitiba, e contará respectivamente com a exibição dos filmes “O Filho de Joseph” de Eugène Green e “Conto de Verão” de Éric Rohmer, bate-papo com os autores, mediados por entusiastas, e sessão de dedicatórias dos livros impressos.

Autores
Alexandre Rafael Garcia nasceu em 1985 em Curitiba. É pesquisador, realizador e professor de cinema. Doutorando em História na UFPR, mestre em Multimeios no Instituto de Artes da Unicamp e bacharel em Cinema pela Faculdade de Artes do Paraná. Fundou e foi sócio da produtora O Quadro de 2010 a 2015. Criador da Coleção Escrever o Cinema e da série Dicionário de Cinema. Hoje trabalha na Universidade Estadual do Paraná (Unespar).

Juliana Rodrigues Pereira é assessora de comunicação e pesquisadora. Nasceu no Rio de Janeiro e, depois de morar em três regiões diferentes do País, criou raiz em Curitiba. É mestre em História pela UFPR; e bacharel em Jornalismo pela PUC-PR e em Cinema e Audiovisual pela Faculdade de Artes do Paraná.

Pedro Faissol é pesquisador e professor de cinema. Doutor e Mestre em Meios e Processos Audiovisuais pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP). Bacharel em Comunicação Social (habilitação Cinema) pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Sócio da produtora Raio Verde de 2013 a 2017. Hoje trabalha como docente no curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Estadual do Paraná (Unespar).

SERVIÇO:
Aliança Francesa de Curitiba e Edições A Quadro apresentam: Mostra Coleção Escrever o Cinema
Data: 09.12, quinta-feira
Horário: 19h00
Exibição do filme: O Filho de Joseph (2016), de Eugène Green
Oferecimento: Filmicca
Mediação: Pedro Faissol
+ Dedicatória do livro Eugène Green e a hipótese do cinema descortinado, com Pedro Faissol, às 18h30
Data: 10.12, sexta-feira
Horário: 19h00
Exibição do filme: Conto de Verão (19966), de Éric Rohmer
Oferecimento: Institut Français, Ambassade de France Au Brésil e Cinemateca da Embaixada da França
Mediação: Alexandre Rafael Garcia
+ Dedicatória do livro Contos Morais e o Cinema de Éric Rohmer, com Alexandre Rafael Garcia, às 18h30
Local: Cinemateca de Curitiba | R. Presidente Carlos Cavalcanti, 1174
Mais informações: www.instagram.com/aquadroedicoes

A primeira temporada da Coleção Escrever o Cinema é um projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba, com incentivo das empresas Ademicon e Dextra, e apoio da Aliança Francesa Curitiba, Microcosmo Estúdio de Design e Estúdio Tijucas.

NOVOS DEBATES SOBRE A PÓS-MODERNIDADE

Noite Ciborgue e Natura in Data de Aricia Machado chegam ao MuMA em dezembro

Curitiba sedia, a partir do mês de dezembro, as videoinstalações da artista Aricia Machado. A dobradinha imprevista (porém bem-vinda) de Natura in Data, aberta ao público no dia 02, e Noite Ciborgue, que inicia no dia 10, acontecem no MuMA, no Portão Cultural. Com curadoria de Guilherme Zawa, as exposições convidam o espectador a um cenário de instalações imersivas, vídeos com audiodescrição, esculturas e ilustrações de processo, que apresentam indagações e convidam o espectador a novas discussões sobre a pós-modernidade, a humanidade e a nossa relação com a tecnologia. “Aricia transita entre a biologia e as artes”, comenta Zawa, “da mesma forma que suas indagações sobre os temas aos quais se debruça transitam pelo vídeo, escultura e instalação”. Para a artista, que também é diretora de arte no cinema, “As questões sobre o excesso de tecnologias e redes artificiais deixam uma camada, fruto de um certo otimismo perante as tecnologias, intocável e simultaneamente sublime. Mas ao mesmo tempo há uma outra camada mais bruta, distópica, que é fruto de um processo orgânico, que não se governa pelo Homem e dá margem para tantas interpretações’’

Noite Ciborgue é um projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba, com incentivo do Ebanx e apoio da Casa 4 Ventos.

Natura In Data é um projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba e teve apoio do Passaúna Paddle Club.

SERVIÇO
O evento de abertura das exposições acontece no dia 11 de dezembro, com um bate-papo com a artista e o curador, das 17h30 às 19h.


Natura in Data:
De 02 de dezembro de 2021 à 06 de fevereiro de 2022


Noite Ciborgue:
De 10 de dezembro de 2021 à 20 de fevereiro de 2022

Local: Museu Municipal de Arte (MuMa) – Portão Cultural
Endereço: Av. República Argentina, 3430, Terminal do Portão – Portão, Curitiba-PR.

Contato:
(41) 3329-2801
portaocultural@fcc.curitiba.pr.gov.br
Horário de funcionamento:
10h às 19h (3ª feira a domingo)
Instagram: @ariciamachado