Blogue FATO Agenda divulga: 1) vagas e oportunidades em comunicação social, mkt e design em Curitiba e região. 2) Agenda cultural da cidade. 3) Livros e discos de vinil (do Sebinho FATO Agenda). Editado há 17 anos (desde 2009) pelo jornalista Leandro Hammerschmidt.
Uma Odisseia de Originalidade, Cultura, Sustentabilidade e Peças Raras!
Por Emanuelle Spack
Prepare-se para uma jornada única neste domingo, 19, no Bar Invasão do Teatro, onde o Garimpa Aí vai te surpreender com uma seleção inigualável de descobertas. Desde relíquias de brechós a itens exclusivos da cultura nerd e geek, passando por discos de vinil (do Antiquário Coisa Véia e do Sebinho) e artefatos do universo sensual, flash tattoos, acessórios e muito mais. Destaque para uma seleção especial de futebol com camisas de várias épocas, times e temas, incluindo algumas raras, como uma camisa que Pelé usou quando jogou no time Cosmos nos anos 70. Das 10h:00 às 18h:00, a entrada é livre para todos que desejam mergulhar nesse oceano de novidades e diversão.
Kerolen Martins, a mente por trás desse evento inovador, promete uma fusão arrebatadora de música, estilo, nostalgia e consciência ambiental. “Estou emocionada em trazer essa experiência única para Curitiba, onde o Garimpa Aí transcende o conceito de feira para se tornar uma celebração da criatividade e originalidade”, compartilha a empreendedora.
Explorar um estilo de vida alternativo é abrir as portas para um mundo de possibilidades, onde a sustentabilidade, a expressão pessoal e a busca pela autenticidade reinam supremas. É desafiar as normas sociais e encontrar novos significados e satisfação na vida, inclusive no ato de consumir, valorizando o reuso, a sustentabilidade e a redução do desperdício. O ponto alto do Garimpa Aí é a integração perfeita entre a cultura do rock e a experiência de compra, criando um ambiente descontraído e acolhedor tanto no térreo quanto no segundo andar do bar, onde o apoio aos empreendedores locais é uma prioridade.
Serviço: Feira Coletiva Garimpa Aí Local: Bar Invasão do Teatro Endereço: Rua Amintas de Barros,154 – Centro – Curitiba. Entrada: Franca Data: 19 de maio – domingo Horário: das 10h:00 às 18h:00 Instagram Facebook
Giovanni Venturini e Lívea Castro realizam, junto ao público, ROTAÇÃO, botando corpos, coisas e relações em perspectiva no espaço. Foto de Elenize Dezgeniski
Com temporada no Teatro José Maria Santos até 16 de junho, a peça usa escadas para – entre teatro, dança e performance – criar um espaço onde o público faz parte da cena.
Inspirados em questões poéticas e contemporâneas acerca de conceitos como profundidade, altura, linha, ângulo, distância, tridimensionalidade, convergências e divergências, o ator Giovanni Venturini e a dançarina Lívea Castro estreiam em Curitiba, no próximo dia 30 de maio, sua nova criação. ROTAÇÃO é uma obra em que, acompanhados de dezenas de escadas, os artistas movem-se pelo desejo de perspectivar os seus próprios corpos, as coisas e o público, oferecendo – a cada sessão – encontros que multiplicam os modos de olhar e estar em cena e no mundo. A peça ROTAÇÃO terá curta temporada, até 16 de junho, no Teatro José Maria Santos.
Com uma dramaturgia poética, ROTAÇÃO busca expandir e tensionar a aliança entre corpos e tem como ponto de partida-encontro a relação entre Giovanni e Lívea, também idealizadores do projeto, que convidaram, para esta empreitada, o diretor Fernando de Proença, como nos conta Lívea: “Quando começamos a pensar o projeto, entendemos que precisávamos de alguém que tivesse experiência de trânsito entre as linguagens da dança e do teatro, e principalmente, alguém que pesquisasse sobre o encontro. Nesse sentido, Fernando foi essencial para potencializar as discussões que gostaríamos de formular. Foi um processo bem colaborativo onde nós três investigamos juntos os caminhos da criação.” Atuando nas fronteiras entre o teatro, a dança e a performance, esta peça é, também, o encontro entre as linguagens exploradas pelos artistas em suas trajetórias individuais. A ideia de “rotação” surge na peça não como verbo que sugere movimento, mas como possibilidade de olhar para o mundo.
A partir de textos, movimentos, interação entre corpos e objetos e troca entre performers e plateia, a cena provoca diálogos profundos sobre questões da vida. Giovanni Venturini conta que “A relação e o encontro com o público é um fator importante dessa peça e desse diálogo que se constrói. Apesar de termos uma estrutura fechada, existe a possibilidade de inúmeras aberturas a partir do outro, criando assim uma dramaturgia única a cada dia”. Trata-se de uma peça sobre perspectivas variadas de encontro que lança convites para o público viver e seguir até o fim. É preciso virar o olhar para o outro lado, enxergar por diferentes prismas. Quando há uma ROTAÇÃO, tudo aquilo que era visível já não é mais, principia-se uma atualização da perspectiva.
De acordo com o diretor do trabalho, Fernando de Proença, Rotação “investe – a partir das relações entre artistas, público, escadas e espacialidade – na abertura de um diálogo entre Giovanni, Lívea e participantes que, na experiência de viver a gestualidade de subir e descer, ativam em seus corpos variações de presença, perspectiva e encontro”. Ele continua: “Rotação é sobre encontrar na cena e fazer, gentilmente, movimento lado a lado”. Destacadas no entre da cena, as escadas, que preenchem o cenário, fazem variações escalonadas e diversas sobre ser, estar, olhar, viver e se relacionar, investigando a potência das diferenças dos corpos, conta o diretor.
Com sessões gratuitas de quinta a domingo, a peça conta com intérpretes de Libras aos sábados e possui, em sua dramaturgia, aspectos descritivos, que também permitem a fruição por parte de pessoas cegas. A temporada corre durante apenas três semanas, sendo quinta a sábado às 20 horas e aos domingos às 19 horas. Os ingressos gratuitos estão disponíveis uma hora antes das apresentações na bilheteria do teatro. A temporada de estreia de Rotação é produzida pela Pomeiro Gestão Cultural e conta com recursos do Programa de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.
Serviço “Rotação”: Temporada de estreia de 30 de maio a 16 de junho De quinta a sábado às 20h e domingos às 19h. Local: Teatro Zé Maria R. Treze de Maio, 655 – São Francisco, Curitiba – PR, 80510-030 Entrada: Franca – retirar ingressos 1h antes da sessão. Duração: 50 min – Classificação: 14 anos
Ficha Técnica: Artistas Criadores e Idealizadores: Giovanni Venturini e Lívea Castro Direção: Fernando de Proença Dramaturgia: Bobby Baq, Fernando de Proença, Giovanni Venturini e Lívea Castro Desenho de Luz: Wagner Côrrea Trilha Sonora e Desenho de Som: Lilian Nakahodo Figurino: Luan Valloto Interlocução de Movimento: Mário Lopes Preparação Vocal: Jessie Rolim Interlocução em Descrição: Manoel Negraes Assistentes de Figurino: Ísis Solano e Laura Bevilaqua Calçados: Gasp Operação de Luz: Semy Monastier Operação de Som: Machison Abreu Técnico de Luz (Montagem): Nicolas Caus Motorista e Ajudante: Joacir Furtado da Silva Intérprete de Libras: TAÉ – Libras e Cultura (Equipe: Elaine Moreira, Jéssica Nascimento, Kelly Caobianco, Nathan Sales e Talita Grünhagen) Direção de Produção: Igor Augustho Produção Executiva: Cindy Napoli Produção: Rebeca Forbeck Estagiário de Produção: Luciano França Design Gráfico e Identidade Visual: Daniel Minchoni Assessoria de Comunicação: Bruna Bazzo – BB Comunica Gerenciamento de Tráfego Pago: Thays Cristine Fotografia: Elenize Dezgeniski Videografia: Lidia Ueta Motions: Ricardo Kenji Captação de Recursos: Meire Abe Realização: Lívea Castro Realização e Produção: Pomeiro Gestão Cultural
Sobre os artistas: Lívea Castro é artista de dança, professora, pesquisadora e videoartista. Graduada em Dança pela UNESPAR e pós-graduada em Estudos Contemporâneos em Dança pela UFBA. Foi uma das artistas selecionadas em ENCUENTROS – ações de diálogos em dança Curitiba/Bogotá (2022), e, junto com Giovanni Venturini, artista residente no programa 20minutos.mov (2023). Como artista e mãe indisciplinada, caminha por diferentes áreas de conhecimento, e suas pesquisas e criações são atravessadas pelo interesse no encontro, diversidade de corpos, alteridades e presenças humanas e extra-humanas como potência para repensar relações. Integra o coletivo Nó Movimento em Rede (BR).
Giovanni Venturini, além de ator, é roteirista formado pelo Instituto de Cinema. Protagonizou o curta “Big Bang”, de Carlos Segundo, onde recebeu o prêmio de melhor ator no Festival de Cinema de Brasília de 2022. Está no elenco de “Justiça 2”, série de grande sucesso da Globoplay. Nos palcos, desde 2019, percorre muitas cidades apresentando seu monólogo “A não ser”. Integrou o elenco de “Brian ou Brenda?” com direção de Yara de Novaes e Carlos Gradim também no ano de 2019. Foi dirigido por Clarisse Abujamra em 2014 em uma versão do clássico “Casa de Bonecas” de Ibsen. Seja nos espetáculos ou na escrita, Giovanni sempre traz a discussão de ser um corpo com deficiência, e fora dos padrões estéticos estabelecidos.
Fernando de Proença é diretor, ator, pesquisador de teatro e jornalista. Trabalha na prática de seu ofício na cena entre performance, dança e teatro há 25 anos. Doutor e Mestre em Teatro pela PPGT/UDESC. No entrecruzamento de linguagens, procura se atentar às ideias que moram no tempo, no corpo, nas vias, nos contextos e na experiência.
Vem aí a 23ª Feira Nacional Curitiba Vinil! Anote: dia 1º/junho (sábado), a maior feira de vinil do sul do mundo estará de volta com mais de 30 expositores para você se deliciar com DISCOS DE VINIL novos e usados, nacionais e importados, para todos os gostos e estilos! E você ainda pode negociar os seus!
Serviço: 23ª Feira Nacional Curitiba Vinil Sábado 1º de junho o dia todo, das 09h às 18h Local: Galeria A Travessa: Rua São Francisco 232 ou R. 13 de maio 439 – Centro de Curitiba. Entrada FREE Estacionamento pago próximo aos acessos Café Gastro e Camisetas temáticas
Pode trazer a família completa e seus bichinhos de estimação!
No próximo domingo, prepare-se para uma experiência única que combina o poder do Rock com a vibração das feiras: é a primeira edição da feira coletiva Garimpa Aí, que promete unir música, estilo, nostalgia e sustentabilidade no Bar Invasão do Teatro para garimpos incríveis. Das 10h:00 às 18h:00, a entrada é franca para todos que desejam mergulhar nesse universo de descobertas e diversão.
Prepare-se para encontrar uma variedade incrível de atrações, incluindo exposições de brechós, produtos de cultura nerd e geek, discos de vinil (do Sebinho FATO Agenda), itens de sex shop, flash tattoos, acessórios e muito mais. Esta não é apenas uma feira comum – é uma celebração da autenticidade, da música e do estilo de vida alternativo.
Por trás desse projeto inovador está a empreendedora Kerolen Martins, figura já reconhecida no cenário de eventos em Curitiba. “O Garimpa Aí não é apenas mais um evento”, enfatiza Kerolen. “É uma jornada que visa impulsionar a moda sustentável enquanto celebra a música e a cultura. Teremos produtos que capturam a verdadeira essência do rock, juntamente com itens que ecoam a estética rebelde e vibrante que tanto amamos.”
O verdadeiro diferencial do Garimpa Aí reside na fusão da cultura do rock com a experiência de compra, criando um ambiente descontraído e acolhedor, onde a diversão e o apoio aos novos empreendedores são fundamentais. “Este é um novo marco no coração da cidade, mas nosso objetivo é valorizar o antigo, porque, como diz o ditado, a peça mais sustentável é aquela que já existe.”
Além das incríveis opções de compra, os visitantes podem esperar música ao vivo durante a tarde, sorteios de vale-compras nas redes sociais e uma variedade de experiências únicas. O evento será dividido em dois espaços, ocupando tanto a parte inferior do bar com alguns expositores quanto o segundo andar com suas próprias surpresas e atividades.
Junte-se a nós no Garimpa Aí e descubra um mundo onde o rock encontra a moda, e onde a diversão se encontra com a consciência ambiental. Prepare-se para uma jornada única de autenticidade, estilo e sustentabilidade.
Serviço Feira Coletiva Garimpa Aí Local: Bar Invasão do Teatro Endereço: Rua Amintas de Barros, 154 – Centro – Curitiba. Entrada: Franca Data: 21 de abril – domingo Horário: das 10h:00 às 18h:00 Instagram Facebook
No insta do Garimpa Aí tá rolando um sorteio, neste link, de R$200,00. Serão 2 ganhadores de: 1 Vale de R$100,00 para compras no @garimpa.aii; 1 Vale de R$50,00 para consumação no @invasaodoteatro; 1 Vale de R$50,00 para consumação no @passeio_arte_cafe
Na foto de Nando Porto as atrizes: Raquel Rizzo, Cleo Cavalcanti, Bia Sartoretto que formam o elenco de “Conta-te”, junto com Ciliane Vendeusculo que encena uma das personagens durante as apresentações no Teatro Cleon Jacques.
Escrita pela autora e diretora, Pagu Leal, a comédia traz 3 atrizes de diferentes idades fazendo 3 atrizes de diferentes idades que mesclam suas vidas ao processo artístico da construção de uma peça de teatro, sensível e poética, com o tema: assédio moral. A primeira temporada gratuita no Teatro Cleon Jacques, será de 17 a 28 de abril.
Estreia na segunda quinzena de abril (17 a 28), a primeira temporada gratuita do espetáculo “Conta-te” produzido pela Sociedade Poética, uma comédia que trata temas relacionados à mulher e como elas encaram o assédio moral no ambiente de trabalho, as apresentações serão no Teatro Cleon Jacques, em Curitiba. A peça conta com as atrizes Raquel Rizzo, Cleo Cavalcantty, Bia Sartoretto, três mulheres e artistas de diferentes idades que interpretam conflitos de geração e questionamentos sobre a profissão, a arte e o assédio, na montagem escrita e dirigida pela autora e produtora Pagu Leal.
A ideia nasceu em conjunto com a Procuradoria da Mulher de Curitiba e SATED Paraná , e trata principalmente das situações diárias de abuso moral; das “cantadas baratas” às expressões chulas e “corriqueiras”. Experiência vivida por todas as mulheres brasileiras. Não importando idade , região ou classe social. Expressões de atitudes carregadas de preconceito de gênero e, que assim dizer, estruturam nossa sociedade. Segundo a autora Pagu Leal, a peça pode auxiliar muitas mulheres a reconhecer situações abusivas e fortalecer a auto narrativa, para que tenham a convicção de que suas impressões, ou incômodos, sejam realmente consideradas. “A arte possibilita ampliar a percepção para questões que muitas vezes nem percebemos como abusivas, e no palco isso fica muito claro”, revela a autora e diretora. Pagu conta ainda que a produção da Sociedade Poética nasceu da necessidade de criar um material didático, acessível e empático sobre assédio moral. “Situação enfrentada por muitas mulheres no Brasil e que compõem um lamentável traço cultural, em muitos casos “naturalizado”, das hierarquias de trabalho”, diz.
Por meio da encenação, a peça dá uma nova abordagem ao tema em suas variações geracionais e atualizações éticas relacionadas às conquistas de direitos trabalhistas pelas mulheres. O espetáculo quer estimular a uma grande tomada de consciência sobre violência de gênero. A autora desenvolveu ao longo de 2023 uma pesquisa baseada em conversas com setores e segmentos da sociedade, sindicatos e categorias profissionais sobre o tema. Para Pagu, a peça liberta a narrativa das mulheres, legitima seus sentimentos e acolhe suas dores. “Foi o caso das classes artística teatral, da dança e com cantoras, buscando entender e desenvolver um projeto humano e sensível destacando a difícil decisão das vítimas de quando é hora de denunciar”, revela.
O espetáculo fica em cartaz por duas semanas de 17 a 28 de abril: quarta a sexta às 20 horas. Nos sábados, com duas sessões: às 16 horas, e no segundo horário às 20:00, com intérprete em Libras. Já nos domingos as apresentações serão às 19 horas.
Sobre Pagu Leal: Autora e diretora Há 30 anos em Curitiba a artista das Artes Cênicas, Pagu Leal já atuou em mais de 40 espetáculos profissionais como atriz. Ao longo de sua carreira, foi transformando a sua voz de atriz em uma voz autoral na dramaturgia e também como diretora artística. Em 2020 foi contemplada com o Prêmio Reconhecimento da Trajetória através da Lei Aldir Blanc.
Como dramaturga já teve diversos textos encenados , destaques para: 2021 “Do dia que Olhei no Espelho e Não me Encontrei”, 2011 “A Vênus das Peles” contemplado com o prêmio Myriam Muniz pela Funarte. “Difícil Amor”, contemplado pelo Troféu Poty Lazzarotto de Melhor Texto Teatral em 2004 e, “Que Absurdo!” texto selecionado no projeto: Dramaturgias Contemporâneas Brasileiras da Fundação Cultural de Curitiba. Teve seu próprio programa de humor na TV em 2011,”Coisas de Casal” na RPC TV, Globo Paraná, onde atuava e escrevia . Dentro das pesquisas em Filosofia tem se dedicado à Filosofia da Linguagem, com especial atenção aos estudos sobre Filosofia Analítica da Linguagem e Ética.
Sobre a Sociedade Poética A Sociedade Poética nasceu em 2006 como consequência do desenvolvimento artístico e intelectual da atriz e autora Pagu Leal. E também, como possibilidade de escrever, produzir e incentivar produtos culturais relacionados à cultura poética de Curitiba e região metropolitana. Concomitante ao trabalho poético, autoral e teatral a Sociedade Poética também atua com profissionais das mais diferentes áreas através de cursos, atendimentos e workshops em Performance Comunicativa. Relacionando assim as práticas artísticas a conceitos filosóficos da oratória e argumentação, formação acadêmica da empreendedora Pagu Leal.
Serviço “CONTA-TE” Temporada: 17/04 à 28/04 (Quarta a sexta às 20h. Sábados às 16h e 20h – no segundo horário com intérprete em Libras. Domingos às 19h) Local: Teatro Cleon Jacques Rua: Rua Mateus Leme, 4700 – São Lourenço, Curitiba Entrada: Franca Duração: 1h20 Classificação: 14 anos
No final de semana dos dias 30 e 31 de março, entre as 15h às 18h, be rgb oferecerá a oficina “textos, tecidos translúcidos” na Casa Selvática. Nesta oficina be rgb convida o público trans para um espaço de sensibilização destinado à escrita de outras narrativas, valorizando as suas complexidades.
A oficina dialoga com seu projeto anterior, “esc/ritos, encarnar-se”, que teve 5 edições para o público em geral, na qual be rgb desenvolveu uma proposta de experimentação poética através de práticas rituais e diálogo com textos de diversas autorias. Em “textos, tecidos translúcidos”, be continua com essa linha de trabalho, criando uma outra abordagem destinada para o público trans. Em sua estrutura, a ritualização busca propiciar um espaço de envolvimento corporal-psíquico-emocional para as pessoas participantes, sempre respeitando as condições e limites de cada uma para que se sintam à vontade, também como respeito à diversidade das neurodivergências. A partir dessa presença, cria-se um espaço sensível de troca em que textos de algumas autorias são lidos, debatidos, e servem de motivação para a escrita das pessoas participantes que, se desejarem, compartilham seus textos.
Em “textos, tecidos translúcidos”, duas das principais bases de diálogo serão os textos “A teoria da bolsa da ficção”, de Ursula K. Le Guin, e “co-sentindo com TERNURA RADICAL” de Dani D’Emilia, Vanessa Andreotti e GTDF Collective, com atravessamentos de textos de autorias trans, para convidar cada participante a imaginar narrativas a partir de seus próprios objetos. Como medida de acessibilidade, os dois encontros do evento contarão com a presença do psicólogo transhomem Matheo Bernardino, que também é responsável por capacitar a equipe do projeto para as demandas que atravessam as vidas trans e neurodivergentes.
A inscrição para a oficina se dará mediante formulário divulgado através do Instagram e as pessoas selecionadas serão informadas por e-mail. As inscrições acontecem entre os dias 3 a 19 de março através do formulário e a divulgação das pessoas selecionadas será feita por e-mail no dia 23 de março. O evento é gratuito, realizado com recursos do edital da Lei Paulo Gustavo de Apoio à Retomada – Fundação Cultural de Curitiba. O projeto também realizará a doação de livros de autorias trans, brasileiras e estrangeiras, para as Casas de Leitura de Curitiba.
be rgb escreve, traduz, revisa e oferece as oficinas esc/ritos, encarnar-se e textos, tecidos translúcidos. pesquisou sobre os estudos feministas da tradução e/m queer~cu-ir no doutorado na UFSC. publicou a plaquete with a leer of love (Macondo, 2019), os livros querides monstres (Douda Correria, 2021; 7Letras, 2023), a mística do bestiário não binário (Revista Philos, 2023) e o chapbook esse Ken não Binárie às vezes é Boyceta (Palimpsestus, 2023). traduziu só e em parceria textos de literatura e não ficção do inglês, espanhol e catalão. interessade em outras eróticas, trilhas e místicas.
Serviço: Oficina “textos, tecidos translúcidos” 30/03 e 31/03 (sábado e domingo) das 15h às 18h Casa Selvática Rua Nunes Machado, 950, Rebouças, Curitiba
Ficha técnica: Oficina: be rgb Produção: Semy Monastier Coordenação de projeto: Daniele Rosa Capacitação e acompanhamento: Matheo Bernardino Assessoria de imprensa: Vitória Gabarda Projeto gráfico das peças de divulgação: Mical Kairós Assessoria Pedagógica: Lucí Guerra Trevisan Incentivo: Lei Paulo Gustavo de Apoio à Retomada – Fundação Cultural de Curitiba
sobre: be rgb escreve, traduz, revisa e oferece as oficinas esc/ritos, encarnar-se e textos, tecidos translúcidos. pesquisou sobre os estudos feministas da tradução e/m queer~cu-ir no doutorado na UFSC. publicou a plaquete with a leer of love (Macondo, 2019), os livros querides monstres (Douda Correria, 2021; 7Letras, 2023), a mística do bestiário não binário (Revista Philos, 2023) e o chapbook esse Ken não Binárie às vezes é Boyceta (Palimpsestus, 2023). traduziu só e em parceria textos de literatura e não ficção do inglês, espanhol e catalão. interessade em outras eróticas, trilhas e místicas. integrante da Membrana Literária.
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Cachê Cachê Cachê – capa de autoria de Dani Eizirik
Música de Lu Faccini com produção de Leonardo Gumiero ganha registro inédito depois de se tornar conhecida nos shows da banda
A ímã está com um novo lançamento nas principais plataformas a partir desta sexta-feira, 17 de novembro: Cachê Cachê Cachê, que combina irreverência e referências do cancioneiro popular brasileiro com sonoridades contemporâneas, numa proposta de samba com roupagem rock, tratando da remuneração de artistas brasileiros (ou seria da falta dela?).
Em se tratando de um grupo independente, de fora dos maiores centros de produção musical, que, como muitos outros projetos, lida com incertezas dos meios de distribuição, a ímã opta por falar de seu contexto numa canção de protesto que se configura como uma autêntica “faixa ônus”.
Cachê Cachê Cachê é permeada por citações vindas da história da música brasileira e busca mostrar o que haveria em comum entre um grande clássico de Jacob do Bandolim com chamadas a cobrar feitas de um orelhão, no estilo anos 80/90. Tudo isso e outras coisas sendo ditas por uma banda que habita a região sul do Brasil, no ano de 2023.
A arte da capa, feita a partir de imagens geradas pela banda, é assinada pelo multiartista brasileiro Dani Eizirik (nomeado ao Grammy pelo seu trabalho em “Meio que tudo é um”, da banda Apanhador Só, de 2017).
ímã – foto de Isabela Nishijima
Sobre a banda A ímã conta com oito integrantes e lançou seu álbum de estreia e um EP durante a pandemia. O single Incendeia, com participação de Roseane Santos, se aproxima dos 50 mil plays no Spotify. Na ativa desde 2018 a partir da iniciativa de Lu Faccini, nos últimos anos a banda realizou uma série de shows que contaram com participações especiais de Cacau de Sá, Soema Montenegro e Ava Rocha. Atualmente, a ímã inicia o processo de seu terceiro trabalho, começando pelo lançamento de Cachê Cachê Cachê.
Além dos seus álbuns oficiais (que contam com participações de artistas como as poetas Julia Raiz, Natasha Tinet e Francisco Mallmann, em “Furiosa Aberta”, e Soema Montenegro, Cacau de Sá e Roseane Santos em “ímã de nove pontas”), a banda também já lançou o clipe do single “Incendeia” e os lyric videos de “Mangueador” e “Memória do Chão”.
O grupo também integra a Queda Livre, articulação de artistas que ocorre de forma orgânica desde 2018 e já lançou também os trabalhos “Fronteiriça” (2020), de Roseane Santos; Livro Vivo (2021), de Luciano Faccini e Roseane Santos; Waltel 92 (2021) e o álbum 8 (2022), ambos de Francisco Okabe.
Ficha Técnica Guilherme Nunes – Guitarra e Coro Daniel Dalessa – Bateria e Percussão Dayane Battisti – Cavaco e Coro Francisco Okabe – violão 7 Cordas, Cuíca e Coro Fernanda Fuchs – Coro Má Ribeiro – Coro Lu Faccini – Voz e Coro Leonardo Gumiero – Baixo e Sintetizador e Coro Capa: Foto: Arte de Daniel Eizirik a partir de fotos da ímã Edição: Dani Eizirik Edição, Mixagem e Masterização: Leo Gumiero Realização: Queda Livre Classificação: livre
Curitiba Custom Day também terá shows de rock, espaço kids e diversas opções gastronômicas.
O Curitiba Custom Day chega a 6° edição com diversas atrações para os visitantes. Entre os dias 11 e 12 de novembro, os apaixonados por automóveis clássicos poderão celebrar a arte de modificar um veículo (movimento norte-americano chamado Custom Culture) visitando a exposição de carros, motos e bicicletas no Bosque São Cristóvão, no bairro de Santa Felicidade.
O destaque da edição vai para o Miss Pin-Up, um concurso que reúne mulheres com maquiagem marcante, cabelos com penteado ou presos em um lenço e vestindo roupas em estilo retrô. O concurso é organizado pela Ivin e Genise da Pinups Curitiba e a vencedora receberá um prêmio em dinheiro, entre outros itens.
Além das apresentações de rock, os visitantes contarão com diversas opções de gastronomia, entre elas: costela fogo de chão, hambúrguer, pastel, comida de boteco, espetinhos, porções e churros.
As pessoas também poderão acessar o ambiente para comercialização de produtos e exposição de serviços. As crianças terão um espaço kids completo do Kinder Park.
Além de promover a cultura, o festival conta co. uma ação beneficente voltada para crianças em vulnerabilidade social. Com o ingresso solidário, o visitante que doar um brinquedo (novo ou em bom estado) terá 50% de desconto na entrada do festival. Todos os produtos doados serão entregues a uma instituição de caridade. Quem comprar o ingresso antecipado também terá direito a um copo oficial do evento.
Para quem possui interesse em expor o carro no evento é preciso pagar uma taxa de R$ 80,00, que garante a participação nos dois dias com um acompanhante. Já quem vai expor a moto, o valor é de R$ 60,00 para os dois dias, incluindo a entrada para um acompanhante.
Serviço: 6° Edição do Custom Day Datas: 11 e 12 de novembro Local: Bosque São Cristóvão, R. Margarida Ângela Zardo Miranda, 85 – Santa Felicidade, Curitiba. – Estacionamento para visitantes: Clube Mercês – Estacionamento para expositores: Rua Domingos Strapasson, s/ n. Horários: no dia 11 (sábado) das 10 às 22h e no dia 12 (domingo) das 10h às 21h
Ingressos antecipados (na hora é outro valor): Para visitantes: um dia custa R$ 20. Para dois dias de evento o ingresso custa R$ 30,00. Crianças até 14 anos não pagam entrada; Para expositores: Exposição de carro, R$80,00 para dois dias; Exposição de moto, R$ 60,00 dois dias.
SORTEIO GUITARRA CUSTOMIZADA CURITIBA CUSTOM DAY! Garanta seu ingresso antecipado e você e concorra a Guitarra Customizada Curitiba Custom Day! Lembrando que quem adquirir o ingresso antecipado, além de concorrer a guitarra, ganha um copo exclusivo do evento. Data do sorteio: 10/11 após as 18h. O vencedor será divulgado na data do sorteio e a guitarra será entregue no evento.