NOVOS DEBATES SOBRE A PÓS-MODERNIDADE

Noite Ciborgue e Natura in Data de Aricia Machado chegam ao MuMA em dezembro

Curitiba sedia, a partir do mês de dezembro, as videoinstalações da artista Aricia Machado. A dobradinha imprevista (porém bem-vinda) de Natura in Data, aberta ao público no dia 02, e Noite Ciborgue, que inicia no dia 10, acontecem no MuMA, no Portão Cultural. Com curadoria de Guilherme Zawa, as exposições convidam o espectador a um cenário de instalações imersivas, vídeos com audiodescrição, esculturas e ilustrações de processo, que apresentam indagações e convidam o espectador a novas discussões sobre a pós-modernidade, a humanidade e a nossa relação com a tecnologia. “Aricia transita entre a biologia e as artes”, comenta Zawa, “da mesma forma que suas indagações sobre os temas aos quais se debruça transitam pelo vídeo, escultura e instalação”. Para a artista, que também é diretora de arte no cinema, “As questões sobre o excesso de tecnologias e redes artificiais deixam uma camada, fruto de um certo otimismo perante as tecnologias, intocável e simultaneamente sublime. Mas ao mesmo tempo há uma outra camada mais bruta, distópica, que é fruto de um processo orgânico, que não se governa pelo Homem e dá margem para tantas interpretações’’

Noite Ciborgue é um projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba, com incentivo do Ebanx e apoio da Casa 4 Ventos.

Natura In Data é um projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba e teve apoio do Passaúna Paddle Club.

SERVIÇO
O evento de abertura das exposições acontece no dia 11 de dezembro, com um bate-papo com a artista e o curador, das 17h30 às 19h.


Natura in Data:
De 02 de dezembro de 2021 à 06 de fevereiro de 2022


Noite Ciborgue:
De 10 de dezembro de 2021 à 20 de fevereiro de 2022

Local: Museu Municipal de Arte (MuMa) – Portão Cultural
Endereço: Av. República Argentina, 3430, Terminal do Portão – Portão, Curitiba-PR.

Contato:
(41) 3329-2801
portaocultural@fcc.curitiba.pr.gov.br
Horário de funcionamento:
10h às 19h (3ª feira a domingo)
Instagram: @ariciamachado

TEATRO SECALHAR APRESENTA CRIPTA


CRIPTA por Jade Giaxa

A partir do dia primeiro de dezembro o grupo TEATRO SECALHAR apresenta seu trabalho  audiovisual CRIPTA. As exibições são realizadas de forma online até o dia cinco de dezembro sempre às 19h na plataforma Zoom. Em cada dia do evento, acontece um bate-papo com a equipe criativa após a exibição do trabalho. Os ingressos são gratuitos e  podem ser retirados no site www.teatrosecalhar.com

CRIPTA é o terceiro trabalho do grupo, desenvolvido a partir da continuidade das pesquisas com os temas guerra e gênero, que haviam sido investigados na obra Tanya: experimento para um encontro (2020). Agora, soma-se a isso também a casa, o espaço doméstico, entendido, aqui, como lugar de refúgio e de convivência.

Com o avanço da pandemia – que trouxe a demanda de, novamente, não apresentar um espetáculo presencial – o grupo optou por aprofundar sua relação com a linguagem audiovisual, buscando, nessa mídia, desdobramentos possíveis dentro do universo do trabalho anterior.

Em agosto, o grupo ocupou uma casa em Colombo-PR, dentro da qual foram realizadas quatro lives de experimentação e, posteriormente, as gravações do filme. Daí, seguiu-se a edição-construção da obra pensando a ritualística cotidiana própria da existência de quatro figuras dentro desse lar.

Segundo Vinícius Medeiros, dramaturgo de CRIPTA, ao longo da criação, o grupo percebeu que Tanya os levou a falar sobre as relações afetivas com a família, a infância, a morte e a religiosidade. ” A casa surgiu, portanto, enquanto ambiente central da investigação dessas questões. É importante também dizer que a decisão de situar a obra dentro de uma casa se deu ainda pelo contato com esse espaço como local de abrigo, isolamento e memória no momento de pandemia”, finaliza o dramaturgo.

O trabalho foi viabilizado pelo Mecenato Subsidiado, modalidade Iniciante, da Fundação Cultural de Curitiba através do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura, tendo sido aprovado no edital de 2019. A estreia ocorrerá em Dezembro de 2021, via Zoom.

Além das apresentações, o grupo propõe a Oficina de Invenções Distraídas, ministrada por Francisco Gaspar e Caio Monczak.

SINOPSE:
Quem vem cá, que entre consigo, carregando as velhas sempre novas casas de si. Pelos pisos e paredes da vida agora comum se achegam os fins das muitas moradas. Quando, então, ao sumir o último sol, formos terra, água, fogo e ar, nos encontraremos para as boas-vindas de quem já partiu – e que hoje volta a partir.

QUANDO
01 a 05 de dezembro às 19h
Gratuito

Em cada dia de evento haverá uma interlocução com a equipe criativa após a exibição.

01/12 – Interlocução 1 – O Modo Operativo AND nos processos de criação da TEATRO SECALHAR com Francisco Gaspar Neto e Milene Duenha;
02/12 – Interlocução 2 – Bate-papo com TEATRO SECALHAR;
03/12 – Interlocução 3 – Dramaturgia, figurino e direção de arte com Vinicius Medeiros, Fernanda Peyerl e Rafael Rodrigues;
04/12 – Interlocução 4 – Iluminação, com Nadia Luciani e Vini Sant;
05/12 – Interlocução 5 – Audiovisual, com Eduardo Camargo e Renan Gumiel

Do dia 06 a 09 de dezembro será ministrada a oficina de invenções distraídas com Caio Monczak e Francisco Gaspar Neto.

OFICINA DE INVENÇÕES DISTRAÍDAS
A oficina de invenções distraídas se situa na questão “como redispor a casa para reanimar o movimento?” para propor a invenção de situações e objetos através da desprogramação / reprogramação dos dispositivos reguladores da habitação. Pretendemos nos nossos encontros subverter as disposições habituais e hierárquicas dos corpos que coabitam os ambientes em que vivemos para constituir novos mapas sensíveis entre corpos-gente, corpos-mobília, corpos-imagens. Trata-se de um convite a experimentar a subversão das lógicas consagradas de dispor a mobília, ordenar os encontros e controlar os movimentos. É um convite também à invenção de novos modos de existir no espaço comum a partir do incomum já compartilhado. Para isso, vamos trabalhar as imagens produzidas no espetáculo Cripta da TEATRO SECALHAR conjugados a elementos da prática de Arrumação, estratégia de invenção coletiva e convivência que se estabelece na redisposição dos nossos mapas subjetivos através da experimentação conjunta da composição dos corpos nos espaços.


CRIPTA por Eduardo Camargo

FICHA TÉCNICA
Criação: TEATRO SECALHAR – Andromeda, Eduardo Camargo, Fernanda Peyerl, Jade Giaxa, Karina Rozek, Milena Plahtyn, Rafael Rodrigues e Vinicius Medeiros
Performers: Jade Giaxa, Karina Rozek, Milena Plahtyn e Rafael Rodrigues
Dramaturgia: Vinicius Medeiros
Direção audiovisual, direção de fotografia, operação de câmera, edição e finalização: Eduardo Camargo
Design gráfico: Karina Rozek
Operação de câmera, assistência de fotografia e de direção: Renan Gumiel
Iluminação: Nádia Luciani
Platô, assistência de iluminação e captação de som: Vini Sant
Figurino: Fernanda Peyerl
Maquiagem: Andromeda
Consultoria artística: Francisco Gaspar
Preparação corporal: Milene Duenha
Direção de arte e direção de produção: Rafael Rodrigues
Arte 3D: Renan Gumiel
Contrarregragem: Andromeda, Fernanda Peyerl e Vinicius Medeiros
Produção geral: TEATRO SECALHAR

Apoio: Backbros – Locadora de Câmera

Agradecimentos: Fabio Nunes Medeiros, LABIC – Laboratório de Iluminação Cênica FAP/UNESPAR, Pêdra Costa, Pedro Bento de Oliveira e Wash Cavalli e família

Captação de recursos: Carol Roehrig
Incentivo: Uninter

FESTIVAL PRIMAVERA ENTRE OS DENTES CELEBRA A DIVERSIDADE MUSICAL BRASILEIRA COM SHOWS, OFICINAS E RODAS DE CONVERSA

Érica Silva por Milena Lara.

Realizado pelo Coro Cênico de Curitiba, o evento terá transmissão online

Três dias de shows, oficinas, poesia e rodas de conversa é o que propõe o Festival Primavera Entre os Dentes em sua segunda edição. Realizado pelo Coro Cênico de Curitiba, o evento acontece online, nos dias 27 e 28 de novembro, mas sem deixar de promover uma grande celebração musical da pluralidade e riqueza cultural brasileiras ao longo de todo um final de semana. A programação é gratuita e tem classificação livre.

O Festival Primavera entre os Dentes é um evento de fomento de criação e formação artística que nasceu em 2019 com o intuito de promover o encontro de grupos musicais, bandas e artistas através de apresentações cênico-musicais e shows. Com o objetivo inicial de arrecadar fundos para o espetáculo “Amar e Mudar as Coisas Interessa Mais”, o festival acabou permanecendo no calendário do Coro Cênico de Curitiba, atuando como um espaço de trocas de experiência e vivências artísticas.

Para o ano de 2021, o Coro quer promover novamente essa experiência, ampliando o foco na capacitação dos talentos locais através da realização de oficinas artísticas. Além disso, o festival se abre para a comunidade geral com atividades diversas, como rodas de conversa com artistas/produtoras convidadas que fomentam uma reflexão acerca das produções musicais independentes, apresentações de obras autorais, palco aberto e instalações artísticas. Por fim, uma vivência artística-musical, chamada de Percurso Poético, foi construída para o Festival Primavera entre os Dentes pensando a ocupação de espaços com apresentações simultâneas e em repetição.

A ideia é realizar um festival que encoraja, valoriza e possibilita a expressão dos artistas com suas obras e o trabalho essencial da formação de público, dando a infraestrutura necessária, espaço de acolhimento e visibilidade para os trabalhos em um ano em que o setor cultural sofre os efeitos de muitos meses paralisado.

“O Festival Primavera Entre os Dentes é um marco na existência do Coro Cênico de Curitiba. Um projeto que se iniciou com o objetivo de o grupo juntar renda lá em 2019, hoje faz parte da essência do Coro. Em sua primeira versão presencial em 2019, desenvolvemos um festival como mais uma forma de espalhar a arte e amor pelo mundo, além dos nossos espetáculos. No ano de 2020, fizemos um formato online, mas com uma proposta gravada, sem interação ao vivo. Em 2021, queremos receber as pessoas na nossa casa de forma online, pensando em todos os detalhes para que as pessoas continuem seguras e sem aglomeração, mas que possam vivenciar tudo aquilo que gostaríamos de demonstrar presencialmente”, explica Tainara Baságlia, produtora do Coro Cênico de Curitiba e do festival.

O Coro atua intensamente no cenário cultural da capital paranaense há três anos, desenvolvendo espetáculos, oficinas e formação de público. Oferecendo um olhar artístico sobre a sociedade atual, o projeto apresenta canções conhecidas da música popular brasileira sob um prisma múltiplo  de facetas, vozes e potências. A proposta é produzir espetáculos que discutem temáticas de relevância social numa perspectiva de teatralização da música, e trazer à cena uma visão crítica e reflexiva das situações abordadas, transformando e ampliando o acesso do público ao canto-coral em suas mais diversas possibilidades artísticas.

“O Festival Primavera Entre os Dentes Online vem para mostrar que estamos vivos, estamos sobrevivendo à pandemia, e queremos continuar fazendo histórias com todas as pessoas que nunca soltaram nossa mão. Fico orgulhosa com esse grupo, com a equipe de produção desse festival. Estamos preparando tudo com muito amor e carinho tenho certeza que vamos levar a arte e alcançar muitas pessoas de todo o Brasil para prestigiarem o festival. Quando se tem amor e paixão por aquilo que se faz, os frutos vêm de forma espontânea”, completa Tainara.

A abertura acontece no dia 26/11 (sexta-feira) com uma oficina, e no dia 27 (sábado) a programação inclui mais oficinas criativas e uma Roda de Conversa com Érica Silva e Luna Tik, além de show com a banda Pitombas do Amor e o Percurso Poético com apresentações artísticas de integrantes do Coro Cênico de Curitiba. No último dia, 28 (domingo), a Roda de Conversa tem duas sessões e recebe Juliana Kerexu e Brinsan N’Tchalá às 15h e Donna Bagos e Carol Krauss às 18h; Suel Machado faz show com sua banda e a programação se encerra com o Percurso Poético com integrantes do Coro.

Donna Bagos

Confira a programação completa abaixo:
Serviço:
Festival Primavera Entre os Dentes
27 e 28/11/2021
Horários:
26/11 às 19h30 – oficina online
27/11 às 15h – oficinas online
27/11 das 17h às 21h – programação geral
28/11 das 15h às 21h – programação geral

Programação completa:
26/11 (sexta):
19h30 – Oficina de música

27/11 (sábado):
15h – Oficinas criativas
17h – Roda de Conversa com Érica Silva e Luna Tik
19h – Banda: Pitombas de amor
20h – Percurso Poético: apresentações artísticas de integrantes do Coro Cênico de Curitiba (Ariane Souza, Baeni, Clauber Ramos, Edson Morais e Paxola)

28/11 (domingo):
15h – Roda de Conversa com Juliana Kerexu e Brinsan N’Tchalá
17h – Suel Machado e banda
18H – Roda de Conversa com Donna Bagos e Carol Krauss
20H – Percurso Poético: apresentações artísticas de integrantes do Coro Cênico de Curitiba (Ariane Souza, Baeni, Clauber Ramos, Edson Morais e Paxola)

Onde assistir:
http://corocenicocwb.rds.land/festival-primavera
https://www.youtube.com/c/CoroC%C3%AAnicodeCuritiba

Classificação etária: Livre

EXPOSIÇÃO A ZERO NA ALFAIATARIA

Mostra reúne trabalhos de artistas contemplados pelo Edital do Programa A Zero, voltado para a publicação de artista. A entrada é gratuita, mas o acesso é mediante comprovação de vacinação contra o Covid-19.

Com o avanço da vacinação e a consequente queda do número de casos e de mortes causadas pelo Covid-19, em nosso país, aos poucos as atividades culturais presenciais vêm sendo retomadas. O Projeto A Zero – Programa de Residências Artísticas e Oficinas de Formação, promovido pela Editora Medusa, vinha sendo realizado, desde julho, de forma totalmente online, mas as boas notícias vão permitir que a exposição final do A Zero possa ser vista pessoalmente. A abertura será dia 11 de novembro, às 18h, na Alfaiataria Espaço de Artes (Rua Riachuelo, 274 – Centro), em Curitiba e poderá ser vista até dia 27 de novembro (de terça a sexta, das 14h às 18h). Todos os protocolos de segurança contra o Covid-19 serão respeitados. A entrada é gratuita, mas o acesso é mediante a apresentação de comprovante de vacina contra o Covid-19.

A exposição é o resultado do Programa que permitiu publicadoras e publicadores, selecionados pelo edital, serem financiados para desenvolverem seus trabalhos. Conforme o Edital, 20 artistas foram selecionados e financiados pelo Programa. Porém, o número de inscritos superou todas as expectativas, chegando a 227 portfólios muito bons. Assim, o programa se organizou e selecionou mais 20 artistas que participaram como ouvintes, os quais, participaram de publicações coletivas, também financiadas pelo programa, com propostas criadas em conjunto com Juliana Crispe (curadora, pesquisadora, arte-educadora e artista visual) e Amir Brito Cadôr (artista, professor, editor e curador), mediadores das residências artísticas. A exposição reúne os trabalhos dos artistas selecionados, dos ouvintes e de artistas convidados que desenvolveram trabalhos especialmente para o Programa.

“Há nestes trabalhos uma resistente cumplicidade histórica, com revelações contidas em uma dobra, imagem, costura ou palavra. Trazem operações desencadeadoras de paródias, condensações, intertextualidades, citações, intratextualidades… São trabalhos que resistem para derrotar a linguagem do funcionamento, aquela que garante a administração tacanha dos bens simbólicos”, escreve Ricardo Corona, em texto de curadoria.

Os trabalhos também estarão reunidos na Caixa A Zero, com tiragem direcionada para as Bibliotecas Públicas do Paraná, para os artistas e equipe. Também estará disponível para venda no site da Editora Medusa.

Projeto realizado com o apoio da Havan, por meio do PROFICE (Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura), da Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Paraná.

Serviço:
EXPOSIÇÃO AZERO
Abertura: 11/11
Horário: 18h
Visitação presencial até 27 de novembro (de terça a sexta, das 14h às 18h)
Local: Alfaiataria Espaço de Artes (Rua Riachuelo, 274 – Centro)
Entrada gratuita
Obs.: Será exigido o comprovante de vacinação contra o Covid-19, ao menos uma dose.

Saiba mais:
http://www.azero.art.br/
www.facebook.com/EditoraMedusa
https://www.instagram.com/medusa_editora/
https://editoramedusa.com.br/

Contatos:
Produção
Thereza Oliveira
41 99936 3735
thereza.oliveiras@gmail.com

Curadoria
Ricardo Corona
41 99270 9633
ricardomcorona@gmail.com


CURANDEIRAS detalhe cartaz da artista visual e impressora Silvia da Silva

SARAUS DE HISTÓRIAS VALORIZAM A CULTURA PARANAENSE

Os contadores de histórias Lucas Buchile e Fabiane de Cezaro, o músico Joelson Cruz e a atriz Lilyan de Souza participam dos Saraus de Histórias da Cultura Paranaense. Crédito da foto: Cristiano Nagel.

Em duas apresentações virtuais, manifestações artísticas vão mostrar narrativas infantis, brincadeiras e canções populares

O projeto cultural gratuito “Minha Avó Me Contou – Literatura Paranaense e Tradição Oral”, que começou em 16 de agosto e segue até 15 de novembro deste ano, apresenta sua nova atração: os Saraus de Histórias da Cultura Paranaense.

As atividades – em forma de vídeos que mesclam narrativas infantis, brincadeiras e canções – serão coordenadas pelos contadores de histórias Fabiane de Cezaro, Lucas Buchile e o músico Joelson Cruz.

O primeiro sarau irá apresentar dois contos populares brasileiros e terá estreia dia 31/10 (domingo), às 19h. Já a segunda manifestação artística traz um conto da literatura paranaense de autoria de Lucas Buchile e será mostrado ao público no dia 14/11 (domingo), às 19h, ambos pelo YouTube, Instagram, Facebook, Spotify e Castbox da atriz Lilyan de Souza [ver abaixo].

O que é um sarau?
Sarau é um evento cultural em que as pessoas se encontram para se manifestar artisticamente pela oralidade e musicalidade. Em geral o evento envolve dança, poesia, leitura de poemas, histórias, música, teatro e artes plásticas. Em virtude da pandemia, essas atrações serão mostradas de maneira online.

Surgimento no país
Literatura, música, champanhe e vinhos eram alguns dos ingredientes dos saraus do Brasil do século 19. Então privilégio de seleto público, esse tipo de encontro chegou ao Brasil em 1808, com D. João, e seguia os moldes dos salões franceses. Inicialmente, eram realizados no Rio de Janeiro, mas logo os fazendeiros de São Paulo resolveram aderir à moda e já na metade do século 19 estavam espalhados por todas as capitais.

Mais adiante, os saraus passaram a ser realizados também por pessoas de influência, que gostavam de uma boa música e queriam promover movimentos artísticos.

Contrapartida
Os Saraus de Histórias fazem parte da contrapartida social do projeto Minha Avó Me Contou que engloba 40 episódios de podcasts compostos por histórias da literatura infantil e infantojuvenil de autores paranaenses – todos apresentados com elementos da tradição oral. A última transmissão será no dia 15 de novembro.

O projeto foi idealizado e desenvolvido pela atriz, contadora de histórias e escritora Lilyan de Souza, junto com parceiros como o ator e contador de histórias Rafael Di Lari, o intérprete e bonequeiro Lucas Mattana, os atores Fabiane de Cezaro e Lucas Buchile – todos integrantes da Inominável Companhia de Teatro – além do músico Joelson Cruz, a artista visual Manu Assini e o produtor cultural Cristiano Nagel.

Aprovado pelo edital do Fundo Municipal de Cultura 034/2020 – Apoio a Festivais, Mostras e Manifestações Culturais Tradicionais – o projeto está sendo realizado com recursos do Programa de Incentivo à Cultura, Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Mesmo após o término do projeto, todas as ações realizadas (podcasts, Oficina de Bonecos e Saraus de Histórias) permanecerão disponíveis nas redes sociais de Lilyan de Souza.

Ficha técnica dos Saraus de Histórias:

Sarau de histórias 1 – Recontos dos contos populares brasileiros
– Vamos esperar o Set Set chegar
 (Livro: “Sete Histórias para Sacudir o Esqueleto”, de Ângela Lago – Companhia das Letrinhas – 2002).

– João Jiló
(Livro: “Enquanto o sono não vem”, de José Mauro Brant – Editora Rocco – 2003).

Canções populares:
“Tumbalacatumba”
“Meu galinho”
“João Jiló”

Parlenda:
“Um dois, feijão com arroz”

Contadores de histórias: Fabiane de Cezaro e Lucas Buchile
Músico/violão: Joelson Cruz
Voz: Lilyan de Souza
Edição e captação de imagens: Alan Raffo
Produção: Cristiano Nagel
Designer Gráfico: Manu Assini
Coordenação: Lilyan de Souza
Parceria e participação: Inominável Companhia de Teatro

Projeto idealizado por Lilyan de Souza
Agradecimento especial: Casa Posselt

Sarau de histórias 2 – Literatura paranaense
– Trenzinho Menino, de Lucas Buchile (2020).

Canções populares:
“Trem Maluco”
“Capelinha de Melão”
“Alecrim Dourado”
“Meu Boi Morreu”
“Se essa rua fosse minha””
“Rosa Amarela”
“Ciranda, cirandinha”
“Cai, cai balão”

Contadores de histórias: Fabiane de Cezaro e Lucas Buchile
Músico/violão: Joelson Cruz
Voz: Lilyan de Souza
Edição e captação de imagens: Alan Raffo
Produção: Cristiano Nagel
Designer Gráfico: Manu Assini 
Coordenação: Lilyan de Souza
Parceria e participação: Inominável Companhia de Teatro
Projeto idealizado por Lilyan de Souza
Agradecimento especial: Casa Posselt

Serviço
O que: Saraus de Histórias da Cultura Paranaense
Quando: Apresentações nos dias 31/10 e 14/11, às 19h
Quanto: Gratuito
Como assistir: Pelos meios digitais [YouTube, Instagram, Facebook, Spotify e Castbox] da atriz Lilyan de Souza
https://www.youtube.com/user/Lilyancsb/
https://www.instagram.com/lilyandesouza/
https://www.facebook.com/lilyandesouza
https://anchor.fm/minhaavomecontou
https://castbox.fm/ch/4490991
https://open.spotify.com/show/0ZmqhzdQFrPKLOoUEo7jgn?si=eImfqZTAQVSSAl6HKZtvOg&dl_branch=1&nd=1

Relacionamento com a imprensa | Inominável Companhia de Teatro
Mem & Mem Comunicação
João Alécio Mem – (41) 9 9124-9748 / joaoalecioassessoria@gmail.com
Marlise Groth Mem – (41) 9 9908-0511 / marliseassessoria@gmail.com
Jornalismo / Assessoria de Imprensa / Consultoria em Comunicação e Eventos / Produção e Revisão de Conteúdo
@mem_e_mem_agencia_de_noticias


BANDA CURITIBANA TROY E OS CALVOS LANÇA VIDEOCLIPES E PROMOVE LIVE NO DIA 04/11

Projeto foi gravado em casa, e traz três músicas conhecidas e uma inédita

A banda Troy e Os Calvos realiza durante o mês de novembro de 2021 o lançamento do seu mais recente trabalho, a produção de videoclipes do repertório autoral. Cada músico gravou de sua casa, respeitando os protocolos de segurança neste período de distanciamento social, tendo a sua finalização executada pela Rockout Magic Estúdio.

As canções selecionadas fazem parte do repertório, sendo três já executadas pela banda em shows autorais e eventos culturais de Curitiba, e uma inédita ao público. São elas: Reza para um Querubim, Se Eu Corro, Inimaginável e Inútil Solidão.

Para apresentar o trabalho e conversar com o público, a banda realiza no próximo dia 04 de novembro, às 20h, uma live pelo canal no Youtube. E cada videoclipe será lançado, semanalmente, em todas as redes sociais da banda.

Troy e os Calvos é uma banda de repertório autoral, e faz parte da cena Curitibana há mais de 12 anos, levando a boa música ao público, destacando-se pela qualidade artística e profissionalismo. Formada por Troy Rossilho, que já teve suas canções gravadas por inúmeros artistas, usadas também como trilhas para peças de teatro e cinema, acompanhado da banda os Calvos, com Leo Barros (voz e guitarra), Mauro Castilhos (bateria) e Thiago Menegassi (voz, baixo e direção musical). A diretora de produção da banda é a jornalista e produtora Mariane Antunes.

“PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.

Serviço:
Live: 04/11 – 20h
Lançamentos dos videoclipes:
11/11, 18/11, 25/11 e 02/12
Facebook e instagram: @troyeoscalvos
Youtube: https://www.youtube.com/user/troyrossilho

JOGOS DE COMPOSIÇÃO E PARCERIAS POÉTICAS DÃO VIDA AO NOVO EP DA ÍMÃ: FURIOSA ABERTA

Segundo trabalho da banda curitibana será lançado na primeira sexta-feira de novembro

No dia 5 de novembro, a ímã lança o EP Furiosa Aberta, com quatro músicas inéditas. O segundo trabalho da banda curitibana é fruto de parcerias com as poetas e amigas Francisco Mallmann, Natasha Tinet e Julia Raiz, e poderá ser ouvido gratuitamente nas principais plataformas de streaming e no site oficial da grupa: www.imadenovepontas.com

“Como uma banda pode sobreviver ao isolamento? Ainda temos mais perguntas do que respostas. Melhor assim”, pensa Luciano Faccini, que, dentre outras funções, é cantor, compositor e diretor artístico da ímã. Tentando fugir da norma – máxima que guia o processo criativo da banda desde sua fundação -, a grupa apostou nos jogos de composição. “Se por um lado a pandemia forçou o mundo inteiro a reorganizar hábitos, rotinas e modos de sobrevivência, por outro, nós conseguimos reunir esforços para colocar em prática um interesse antigo de explorar processos de composição que pudessem percorrer caminhos diferentes dos tradicionais”, explica o músico.

Três poemas de poetas premiadas foram musicados. “Achamos que seria maravilhoso ter outras artistas navegando nessa experiência com a gente, e aí, muito espontaneamente, chegamos em Julia, Nat e Chico, que, antes do projeto, já tinham uma relação com a banda”, fala Day Battisti, a violoncelista da ímã. Luciano faz parte da Membrana Literária, grupa de escritoras que também abraça as três convidadas especiais do EP, e por isso outras parcerias artísticas já vinham sendo desenhadas ao longo dos anos.

Cada integrante da ímã recebeu o desafio de musicar um trecho de cada poema e posteriormente essa profusão de ideias e intuições deu origem a uma obra original e imaginativa. “Foram muitas e muitas versões diferentes, lotamos muitos drives e HDs com propostas, que foram criadas em pedacinhos de MP3 e Wav ao longo das semanas de trabalho, trazendo detalhes que iam surgindo e sendo testados, aplicados nas canções por cima daquilo que já constava nelas”, diz o percussionista Daniel D’Alessandro. “As reuniões semanais por videochamada serviam para que conversássemos sobre o que tinha sido construído e decidíssemos juntos sobre o que fazer com os arranjos.”

Nenhuma música foi ensaiada antes das gravações, no sentido convencional do termo. “Sem a presencialidade, foi como esculpir algo, junto com outras sete pessoas, cada uma em sua casa, com essencialmente aquilo que tinha à disposição para a captação de cada instrumento”, expõe Daniel. “Foi tipo uma gincana de meses e meses onde muitas vezes tudo parecia uma grande e intransponível loucura e em muitas outras vivemos o maravilhamento dessa possibilidade de composição. Foi e segue sendo um ping pong no abismo das ideias.”

Se no primeiro disco a ímã teve a oportunidade de gravar a totalidade das músicas no Gume Estúdio, de Leonardo Gumiero, com maior uniformidade na escolha de microfones e técnicas de produção musical, desta vez foi preciso recorrer ao “universo das colagens”, nas palavras de Daniel. “Gravações feitas com o celular, com gravadores diferentes, com microfones e placas de som ótimas, outras nem tanto. Tudo isso colabora para deixar o trabalho mais diversificado ainda em termos de timbres, de cores e tipos de luzes empregadas”, completa Luciano.

PROJETO CURITIBANO FOMENTA A CONSERVAÇÃO DE ESCULTURAS SACRAS E OFERECE CURSO GRATUITO

Foto: Wagner Melo.

A iniciativa idealizada pela conservadora-restauradora Ana Caniatti oferece curso gratuito de noções básicas de conservação preventiva e é um dos primeiros projetos a ocupar a recém-inaugurada Escola de Patrimônio

No mês de novembro, a Escola de Patrimônio & Liceu das Artes da Fundação Cultural de Curitiba recebe o curso semipresencial de “Introdução à Conservação da Imaginária Sacra”, idealizado pela conservadora-restauradora Ana Caniatti a convite da Flutua Produções. O projeto busca instigar um olhar crítico sobre a preservação da imaginária sacra através do curso acompanhado de material didático. Em contrapartida, o projeto prevê a conservação de uma imagem musealizada pertencente ao acervo do Museu de Arte Sacra de Curitiba – MASAC.

O curso gratuito é formado por cinco aulas presenciais, ministradas de 16 a 20 de novembro por Ana Caniatti, Flávia Dias, professora no Museu de Arte Sacra de São Paulo, e Ruy Neto, arquiteto conservador. Além dos encontros presenciais, o curso conta com uma aula de encerramento, que será realizada no dia 07 de dezembro, através de um encontro online síncrono. Ao todo, são 12 vagas destinadas a funcionários de museus e igrejas, conservadores, restauradores, laudistas, museólogos, historiadores, arquitetos, galeristas, colecionadores, estudantes e pessoas interessadas no tema. As inscrições podem ser feitas no link https://forms.gle/B8F2thiShcuTzN4S9 entre os dias 14 e 30 de outubro.

No cronograma, estão presentes temas como: princípios de conservação, história da arte sacra, métodos de pesquisa, agentes de degradação e patologias, além de análise do estado de conservação.

Para Ana Caniatti, a preservação do patrimônio histórico está diretamente ligada à preservação da nossa memória e identidade cultural. “A importância de difundir as noções de preservação de bens culturais vai ao encontro da necessidade humana de ter contato com a sua memória e sua história. Estes bens, e neste caso tratamos das imagens sacras, precisam ser respeitados e resguardados, pois narram os modos de produzir e de existir dos nossos antepassados.”, ressalta ela.

O fundador da Flutua Produções, Gilmar Kaminski, reforça a importância de projetos como esse para a cultura. “Trabalhar com patrimônio é entender a importância da conservação e da valorização da memória, e isso se potencializa na proposição do curso, que tem como principal objetivo instrumentalizar a população para a preservação do patrimônio cultural, nesse caso, da imaginária sacra.”, comenta o produtor cultural.

Projeto realizado com recursos do programa de apoio e incentivo à cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Sobre Ana Caniatti
Ana Caniatti é formada em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes do Paraná (2007), Técnico em Conservação e Restauração pela Fundação de Arte de Ouro Preto (2009) e Especialista em História da Arte Sacra pela Faculdade Arquidiocesana de Mariana (2012). Integrou a equipe de restauro das igrejas de Nossa Senhora D´Ajuda, em Congonha (MG); Matriz de Nossa Senhora Imaculada Conceição, em Videira (SC); e Matriz de São Domingos, em Araxá (MG). Estagiou no Museu da Inconfidência de Ouro Preto e trabalhou na FAOP, no laboratório de conservação e restauro de escultura policromada. Em 2013, fundou em Curitiba o Atelier Caniatti Conservação e Restauro, onde atua realizando projetos para conservação, restauração, documentação de obras e de acervos de instituições públicas, privadas e particulares. Foi presidente da Associação dos Restauradores e Conservadores de Bens Culturais do Paraná – ARCO.IT (2018 e 2019) e promoveu diversos cursos para aperfeiçoamento dos profissionais da área, assim como projetos de incentivo à pesquisa científica. É associada ao Centro de Estudos em Imaginária Brasileira – CEIB.

Sobre Flutua Produções
Fundada em 2016 pelo produtor cultural Gilmar Kaminski, a Flutua Produções tem como proposta o diálogo com as diversas linguagens artísticas, desenvolvendo projetos nas artes cênicas, música, literatura, patrimônio histórico, artístico e cultural, artes visuais e audiovisual. Presta serviços de planejamento, organização e produção de projetos e eventos culturais, com foco na elaboração e gestão de projetos via leis de incentivo à cultura, sempre com a premissa da democratização de acesso. Dentre os atuais trabalhos desenvolvidos destacam-se a coordenação de produção da Bienal de Quadrinhos de Curitiba e o projeto Histórias e Retratos da Feira do Largo da Ordem. Mais informações em www.flutuaproducoes.com.br

SERVIÇO
Curso de Introdução à Conservação da Imaginária Sacra
Quando: de 16 a 20 de novembro, das 14h às 18h (presencial)/ encontro final em 07 de dezembro, das 19h às 21h (online)
Onde: Escola de Patrimônio & Liceu das Artes (R. Kellers, 63 – São Francisco, Curitiba)
Inscrições gratuitas em https://forms.gle/B8F2thiShcuTzN4S9

FICHA TÉCNICA
Realização: Caniatti Conservação e Restauro e Flutua Produções
Coordenação pedagógica: Ana Eliza Caniatti Rodrigues e Flávia Andrea Siqueira Dias
Coordenação de produção: Gilmar Kaminski
Pesquisadores e ministrantes: Ana Eliza Caniatti Rodrigues, Flávia Andrea Siqueira Dias e Ruy Altamir da Cruz Neto
Pesquisa histórica – Sant’Ana Mestra: Deborah Agulham Carvalho
Intervenção de conservação – Sant’Ana Mestra: Ana Eliza Caniatti Rodrigues
Assistência de produção: Luana Camargo
Projeto gráfico e diagramação: Adriana Alegria
Revisão textual: Anna Carolina Azevedo
Assessoria de imprensa e Marketing digital: Platea Comunicação e Arte
Fotografia: Wagner Melo e Lucas Gabriel de Souza da Silva

Projeto realizado com recursos do programa de apoio e incentivo à cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Assessoria de Imprensa
Platea Comunicação e Arte
platea.comunicacao@gmail.com
(41) 9 9907-9648

GRUPO DE TEATRO DINAMARQUÊS FARÁ CURTA TEMPORADA NA TENDA AVE LOLA

O grupo Batida veio ao Brasil para realizar uma residência artística junto à Trupe Ave Lola de Teatro.

Curitiba, 26 de outubro de 2021 – A trupe Ave Lola que está em temporada com seu novo espetáculo “Cão Vadio” de quarta a domingo, às 20h30 até o dia 21 de novembro, no espaço Ave Lola ao Ar Livre, também receberá em seu palco a peça teatral “Solo para Dois” do grupo Batida, da Dinamarca. Inicialmente seriam apenas duas sessões nos dias 30 e 31 de outubro, às 18h30, mas rapidamente a primeira apresentação esgotou-se e para que um público maior fosse alcançado, foram abertas duas sessões extras nos dias 03 e 04 de novembro, no mesmo horário. Para assistir ao espetáculo, as reservas devem ser feitas com antecedência no site da Ave Lola. O espetáculo terá seus ingressos cobrados através do sistema “Pague o quanto vale”, adotado desde o primeiro ano da trupe, onde a plateia assiste à peça e ao final efetua o pagamento de forma consciente.

Há mais de 30 anos, o Grupo Batida dedica-se a uma profunda pesquisa responsável pelo seu estilo teatral onde atuam atores e músicos em espetáculos voltados para crianças e toda família. Na peça “Solo para Dois”, que será apresentado na tenda da trupe Ave Lola, conta a história de um maestro que recebe de última hora a notícia de que a orquestra não poderá fazer o concerto. Quando o maestro está prestes a começar o concerto sozinho, um último membro da banda aparece. O menos talentoso e desesperançoso músico, que não pensa em nada além de futebol. O espetáculo segue mostrando esse encontro cômico e desastroso entre os dois músicos.

As apresentações fazem parte de um projeto de residência artística entre as duas companhias que farão juntas um espetáculo para crianças. O processo inicia agora durante a estada do Batida no Brasil e continua com a ida da Trupe Ave Lola à Dinamarca para finalizar a montagem. A relação entre o Batida e a Ave Lola já existe há alguns anos e agora, está sendo possível realizarem um projeto juntos. “É uma honra ter um mestre do teatro para crianças como o Søren Ovesen (um dos integrantes do grupo) em nossa primeira experiência de montagem para o público infantil”, conta a diretora da Ave Lola, Ana Rosa Genari Tezza.

Serviço:
Solo para Dois (Grupo Batida – Dinamarca)
Quando: 30 e 31 de outubro e 03 e 04 de novembro, às 18h30.
Reservas pelo link: https://forms.gle/wJLyWWkqHBn4uEmU8
Classificação: Livre para todos os públicos
Ingressos: Sistema Pague o Quanto Vale
Local: Associação Eunice Weaver do Paraná localizada na rua Dr. Alarico Vieira de Alencar, 10,  Bacacheri, Curitiba-PR.

FICHA TÉCNICA
Direção: Giacomo Ravicchio
Dramaturgia: Søren Ovesen e Giacomo Ravicchio
Figurinos e cenário: Giacomo Ravicchio e Karen Rasmussen
Compositor: Per Thomsen
Atores: Simon Holm e Søren Ovesen
Contato de Imprensa: Jamilssa Melo | 92-98161-1848

CARTOGRAFIA FILMES OFERECE OFICINAS E ORGANIZA CINECLUBES EM BAIRROS DE CURITIBA

O Circuito Griot propõe a reflexão e a construção de produtos audiovisuais por e para comunidades periféricas de Curitiba

Moradores de quatro bairros de Curitiba recebem o Circuito Griot, projeto que propõe a reflexão e a construção de produtos audiovisuais por e para comunidades periféricas da capital. Na primeira etapa, entre os meses de outubro e dezembro, as atividades ocorrem nos bairros Parolin e Sítio Cercado. De fevereiro a abril de 2022, chega ao Tatuquara e à Vila Leonice.

“Pra gente é muito importante descentralizar os acessos à cultura, tanto no que diz respeito à localidade quanto às pessoas que normalmente, por vários motivos, acessam esses bens. Então, realizar o Circuito nesses territórios, onde já existe um histórico de luta, de resistência negra em Curitiba, é muito importante”, diz Bea Gerolin, da Cartografia Filmes.

A programação consiste em Oficinas de Práticas Audiovisuais e exibições de filmes abertas à comunidade. Na oficina será abordada a linguagem e a produção cinematográfica com o compartilhar de experiências e a sensibilização de olhares das/os participantes aos territórios que habitam.

Cada bairro receberá uma Oficina com oito encontros, de 3h cada, durante dois meses. Ao final do processo, os exercícios serão reunidos em um filme-carta, resultando em quatro curtas produzidos coletivamente por moradores de bairros periféricos de Curitiba.

Já as exibições abertas à comunidade têm como objetivo aproximar a população do formato do cineclube. A proposta é exibir filmes com protagonismo ou realização negra em espaços coletivos dos bairros. As sessões quinzenais contemplam a exibição de dois filmes, um do tipo curta metragem e outro, em formato longa metragem, seguidos de um debate. Antes de todas as sessões, os longas exibidos serão decididos por votação dos próprios participantes das oficinas.

Para Andrei Bueno Carvalho, da Cartografia Filmes, o Circuito Griot é um projeto que busca englobar, de forma ativa em todo o processo, a comunidade onde as oficinas e exibições acontecerão. “Especialmente no fortalecimento da cadeia econômica movimentada por um evento cultural desta natureza a partir dos empreendedores e/ou projetos sociais locais. Tanto na alimentação do lanche das oficinas, na circulação dos anúncios sonoros no bairro como na participação das produtoras locais – que são lideranças consolidadas em seus territórios – como integrantes da equipe técnica do projeto”, diz.

O Circuito Griot é o novo projeto da Cartografia Filmes, produtora vocacionada para o audiovisual identitário negro. Também realiza, em Curitiba, outros projetos de difusão, como o Griot – Festival de Cinema Negro Contemporâneo, que acontece desde 2018, e a Afrika XX – Mostra de Cinemas Pioneiros do Continente Africano.

O Circuito Griot tem apoio da Aliança Francesa – Curitiba e Incentivo do Ebanx. Realizado com recursos do Programa de Apoio de Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Sobre a Cartografia Filmes
A Cartografia Filmes é uma produtora paranaense vocacionada para o audiovisual negro que une trajetórias diversas. Desse território de encruzilhada, nossa atuação se movimenta pelo desejo de compartilhar novas formas de acesso e produção dos bens culturais, fortalecendo e criando espaços coletivos nos eixos de DIFUSÃO, FORMAÇÃO E PRODUÇÃO do audiovisual, de maneira a abrir caminhos na reconstrução de imaginários onde as múltiplas subjetividades sejam livres para exercer sua existência com plena autonomia e potência >> Encontre a gente nas redes www.instagram.com/cartografiafilmes/

Sobre o Griot – Festival de Cinema Negro Contemporâneo
O Griot – Festival de Cinema Negro Contemporâneo começou em 2018 como Mostra de Cinema Negro Brasileiro com o objetivo de criar um espaço onde pudessem exibir filmes pensados, realizados e protagonizados por pessoas pretas em território nacional. Nas edições anteriores foram exibidos com lotação máxima de público 61 curtas, dois longas e um média. Em 2020, por conta da pandemia, foi realizado em formato online. As edições aconteceram com financiamento coletivo. www.festivalgriot.com.br

Serviço
Circuito Griot
Onde:
Parolin – Oficinas aos sábados, 23/10 a 11/12, das 09h às 12h. Exibições nos dias 31/10; 06/11; 20/11 e 04/12, às 18h30.

Sítio Cercado – Oficinas aos sábados, de 23/10 a 11/12, das 14h30 às 17h30. Exibições nos dias 30/10; 13/11; 27/11 e 11/12, às 18h30.

Contato
Andrei Bueno Carvalho
Coordenação e Produção Executiva
(41) 9 99608/4165
cartografia.filme@gmail.com

Bella Souza / Direção de Produção
(41) 99602-8894
izacris1@gmail.com