MURILO SILVESTRIM FAZ BALANÇO EMOCIONAL DA QUARENTENA NO ÁLBUM “A ÚLTIMA LUZ ACESA MADRUGADA ADENTRO”

Trabalho foi totalmente gravado em isolamento pelo próprio artista

Murilo Silvestrim traduz em música a solidão, insegurança e medos dos últimos meses em forma de álbum, com o lançamento de “A Última Luz Acesa Madrugada Adentro”.  O trabalho foi todo composto durante o período de isolamento social devido à pandemia de Covid-19, com letras inspiradas nos dilemas emocionais desse momento e com o artista assumindo todos instrumentos, produção e gravação. 

Murilo Silvestrim transformou seus anseios e perdas vividos ao longo da quarentena em canções autobiográficas. Embora altamente pessoais, elas trazem uma fácil identificação com o ouvinte, das histórias contidas nas letras à crueza da interpretação. O artista assume voz, violões de aço e nylon, viola, guitarra, ukulele, bateria e synths nesse processo solitário de criação: 7 canções gravadas ao longo de 8 dias. Embora os arranjos sejam minimalistas, as faixas não são intrinsecamente tristes. Em meio ao peso emocional, surge uma outra linha narrativa: a da busca pela beleza nas pequenas coisas da vida.

“Ao final do ano senti que aquelas composições falavam muito sobre mim e sobre o momento que vivemos. Estava terminando a produção de um disco maior, mas resolvi criar um desafio para mim mesmo: me fechar no quarto e gravar com o que eu dispunha. Emprestei instrumentos, organizei os equipamentos e gravei. Também me propus a finalizar o material aqui, fazendo a mixagem e masterização, desconstruindo uma lógica de super produção na qual estava condicionado a pensar”, reflete Murilo, que teve apenas dois colaboradores nesse processo: a participação especial do músico e compositor Cassiano Wogel na guitarra da última faixa; e as ilustrações de capa e encarte digital criadas pela multiartista Surya Amitrano.

Murilo Silvestrim começou a compor muito cedo e graduou-se em Música Popular pela UNESPAR e em Produção de Áudio e Vídeo pelo IFPR. Lançou seu primeiro disco, “Prisma”, em 2016, com o qual circulou pelo Brasil tocando pelo projeto Dandô – Circuito de Música Dércio Marques. Lançou o livro de poesias “Viagem Ao Início das Coisas” no final de 2018 pela editora Medusa e no fim de 2020 lançou o clipe de “Mudando”, o primeiro single que compõe seu próximo álbum, “Encontrar”. Mas a urgência das canções fez com que “A Última Luz Acesa Madrugada Adentro” passasse na frente desse lançamento.

“Acredito que é um momento de experimentar, ousar, despir. O som mais cru, a autoprodução, a quebra do paradigma de uma super produção, tudo isso me ensina muito. Creio que é um momento de expor o que há de mais profundo nos meus dias e na minha música e assim tentar chegar mais próximo das pessoas e da realidade delas”, resume Murilo.

Tomando como inspiração artistas que vão de Joni Mitchell a Bon Iver, Silvestrim faz de cada faixa uma história. “Decorador de Escombros” foi escrita em um dia que uma amiga lhe enviou uma mensagem em estado de choque por ter ouvido o vizinho tirar a vida da esposa e da filha adolescente. “Tordo Marion” fala da perda de uma pessoa querida, e do peso e da tristeza que sentiu por tudo que aconteceu nesses dias.

“O processo criativo foi deixar as canções falarem por elas mesmas. Tentei decompor as levadas das músicas em mais elementos. Foi um desafio importante pra mim nesse momento. Focar a atenção e o suor para materializar algo que eu vim sentindo por tanto tempo. Quase como que um inventário, esse álbum serve pra me lembrar dos meus momentos, das minhas perdas, do amor de pessoas próximas”, finaliza.

“A Última Luz Acesa Madrugada Adentro” está disponível nas principais plataformas de streaming de música.

Ouça “A Última Luz Acesa Madrugada Adentro”, aqui: https://tratore.ffm.to/murilo-silvestrim 

Ficha técnica
Composições, produção, violões, ukulele, viola, bateria, synths e voz – Murilo Silvestrim
Guitarra na faixa Tordo Marion (convidado especial): Cassiano Wogel
Mixagem e Masterização – Murilo Silvestrim
Ilustração de capa e encarte digital: Surya Amitrano

Murilo Silvestrim. Foto de Walter Thoms.                                                             

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BFACE RETORNA COM ÁLBUM “EGORITMOS”

Trabalho reúne participações especiais de Tuyo, fvve, Thiago Elniño, InPulso e Inaki

O flow de Bface se encontra a tons de jazz e folk angolano e samples de Flaming Lips e Itamar Assumpção em “Egoritmos”, novo álbum do beatmaker, produtor, compositor e rapper curitibano lançado pelo seu selo Suite Music. O segundo trabalho solo do artista amplia a sonoridade que ele vem construindo no cenário musical nos últimos 10 anos, mas sem abrir mão de explorar novos BPMs e padrões rítmicos.

Desde o título, o disco escancara sua provocação com os conceitos de algoritmo, ego e ritmo. Indo do micro para o macro e do pessoal para o universal, Bface entrega letras sobre a relação da arte com números, polêmicas da era da internet, crises de identidade, ansiedade, resistência e resiliência diante do racismo e autoritarismo vividos no cotidiano. “Egoritmos” é uma afiada crítica à cultura musical online, que afeta o psicológico dos artistas com seus algoritmos e muda o mundo da arte, traduzindo a relevância e qualidade de uma obra em números.

Pensado inicialmente como um EP, o álbum foi ganhando forma ao longo de dois anos. Se no começo do processo, a ideia era trabalhar com beats e temas pré-selecionados, logo foi ficando claro que era necessário um fluxo mais livre para deixar que as faixas falassem por si só. Assim, além das batidas do próprio Bface, “Egoritmos” conta com uma faixa produzida por EricBeatz e duas por Jxtacincx, além de participações especiais de Tuyo, fvve, Thiago Elniño, InPulso e Inaki.

Bface surgiu na explosão do rap underground nacional do início dos anos 2000. Em 2005 iniciou sua jornada artística, aprendendo de forma autodidata a produzir beats e a gravar suas próprias composições. A partir de 2009, passou a compor diversos projetos coletivos que renderam mixtapes e eventos em Curitiba e região. A paixão pelo rap se uniu ao interesse pela história da música e pelas coleções de LPs, fazendo com que a pesquisa de samples e a apreciação de diversos gêneros musicais sejam partes fundamentais e características do seu trabalho.

A partir do single “O Som da Chuva” (2009), surgiram grupos e projetos coletivos culminando no primeiro lançamento de impacto “Bface apresenta: Suite Para Corações Urbanos”, uma coletânea com diversos artistas falando de amor em faixas produzidas pelo artista. De 2014 a 2016 foi um período dedicado à produção de outros artistas até o single “Rec ON”, acompanhado de clipe, projetar Bface para fora da cena local e abrindo caminho para a sequência de “O Infame” e “Práxis”, singles que integraram o álbum de estreia, “Gradientes” (2018). O disco apareceu em algumas listas de álbuns notáveis daquele ano e rendeu participação em vários projetos de sessions, como Sofar Sounds, HAI Studio, Estufa entre outros.

Bface. Crédito foto: Gustavo Salun

Ficha técnica
Todas faixas produzidas por Bface, com exceções Jetpack e Devaneio em Sol produzidas por Jxtacincx e Torrents produzida por EricBeatz
Gravação, Mix e Master: Bface
Direção de Arte e Design: Bface
Foto: Gustavo Salun
Produção Executiva
Amanda Tintori e Bface
Gravadora Suite Music

Ouça “Egoritmos”: www.suite.fanlink.to/egoshit

Acompanhe Bface:
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BRASIS NO PAIOL EM CASA ANUNCIA EDIÇÃO DE OUTUBRO

Monna Brutal. Foto: Rogério Fernandes

Projeto traz apresentações de 10 artistas curitibanas, curitibanos e paulistas nos dias 24 e 25 de outubro, sábado e domingo.

Enquanto a vacina não chega, Brasis no Paiol migra do icônico teatro curitibano para a sala da casa das/dos/des artistas. A segunda edição online do projeto traz 10 shows, distribuídos entre os dias 24 e 25 de outubro. Entre eles estão as rappers paulistas Mel Duarte, uma das idealizadoras do Slam das Minas SP, Monna Brutal e o Kiko Dinucci. De Curitiba, participam as compositoras Rubia Divino, Trio Armorial, Bruna Lucchesi, Hillbilly Rawhide, Wes Ventura, Louie R. e Tapuia Trio. As apresentações serão no canal do Projeto Brasis no Youtube, a partir das 18h, com direito a bate papo com as bandas no chat.

Com a alteração para o formato online, o Brasis no Paiol teve a oportunidade de quintuplicar o número de artistas participantes, possibilitando monetizar um dos setores da economia mais prejudicado pelo isolamento social. Uma das exigências do edital é que 70% das pessoas que se apresentem sejam de Curitiba, fomentando o setor cultural regional. A nova versão também aumentou a abrangência, já que em vez dos 220 ingressos por show, os shows poderão ser visto pelo público de qualquer lugar do mundo que tenha acesso à internet.

A primeira edição do Brasis em Casa, realizada nos dias 26 e 27 de setembro, contou com mais de 2 mil visualizações e as seis horas de shows e discotecagens estão disponíveis no no canal “Projeto Brasis” no Youtube. Ainda tem outros três fins de semana: 21 e 22 novembro, 18 e 19 de dezembro, 23 e 24 de janeiro.

Programação #BrasisEmCasa outubro

24 de outubro, sábado:
18h – Rubia Divino (PR)
18h30 – Trio Armorial (PR)
19h – Kiko Dinucci (SP)
19h30 – Bruna Lucchesi (PR)
20h – Hillbilly Rawhide (PR)

25 de outubro, domingo
18h – Mel Duarte (SP)
18h30 – Wes Ventura (PR)
19h – Monna Brutal (SP)
19h30 – Louie R. (PR)
20h – Tapuia Trio (PR)

Brasis no Paiol
Realizado em Curitiba desde 2012, o projeto Brasis no Paiol está em sua oitava temporada. Neste ano, com uma mudança no formato e no número de apresentações. Os shows saíram do tradicional Teatro do Paiol e passaram a ser transmitidos pela internet, em cinco edições mensais com 10 atrações em cada, de setembro a janeiro de 2021.

Realizado pelos produtores Bina Zanette (Santa Produção) e Heitor Humberto (Fineza Comunicação e Cultura), artistas de diferentes regiões do Brasil, bem como nomes da Curitiba, apresentam novidades, lançamentos, estreias e projetos especiais. Até hoje, já foram mais de 70 shows.

Em 2020, o projeto é realizado com o Projeto de Apoio e Incentivo à Cultura, da Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba. Conta com o patrocínio do Ebanx e o apoio da Effex Tecnologia e Criação, Cliteriosa Comunicação e haharadio.

Serviço
Brasis em Casa
24 e 25 outubro, a partir das 18h.
Transmissão canal Projeto Brasis: https://bit.ly/youtubebrasis
Mais informações no evento: aqui 

fonte: Cliteriosa Comunicação No ponto

GUINGA – DELÍRIO CARIOCA

Em homenagem aos 70 anos do compositor e músico carioca Carlos Althier de Souza Lemos Escobar, o Guinga, tornamos público o documentário “Guinga – Delírio Carioca”, que retrata sua vida e obra.

Gravado entre 2014 e 2016, sem fins lucrativos e como trabalho de conclusão do curso de estudantes de Jornalismo de Brasília, o documentário conta com depoimentos de artistas como Ivan Lins, João Bosco, Ana Carolina, Leila Pinheiro, Mônica Salmaso, Thiago Amud, e do ex-jogador de futebol Paulo Cesar Caju, além de gravações de músicas e relatos inéditos do próprio Guinga.

LEO FRESSATO RETRATA A SOLIDÃO EM MEIO À MULTIDÃO NO CLIPE DE “NEXO”


O cantor e compositor Leo Fressato canta a solidão e os amores mal fadados no clipe “Nexo”. A faixa faz parte do EP “Canções Pra Você Me Perder de Vista” e o vídeo está no canal do YouTube do artista.

“Este vídeo foi gravado no festival Psicodália em fevereiro de 2019 e nunca havíamos finalizado. De certa forma esse clipe vai finalizar os projetos de 2019 definitivamente. ‘Nexo’ é a minha favorita do EP e este clipe vem pra dar mais ouvidos a esta canção e pra falar um pouco da solidão e do abandono que muitas vezes sentimos em momentos como este da pandemia”, conta ele.

Com mais de 15 anos de carreira, o cantor e compositor brasiliense de nascença e curitibano de coração é um artista prolífico, marcado por canções que tratam de amor ou de sua ausência. Transformando sentimentos íntimos em performance, Leo ganhou notoriedade nacional com o hit “Oração”, d’A Banda Mais Bonita da Cidade, e com a faixa “Coisa Linda”, uma parceria com Tiago Iorc.

Em 2013, lançou “Canções para o Inverno Passar Depressa” (Ouça aqui), com produção musical de Jérôme Gras, um álbum que trazia melodiosidade, romantismo e rancor. Esse espírito está presente no disco “Louco e Divertido” (Ouça o álbum: aqui), que se utiliza de leveza para celebrar o amor, uma inaptidão ao mundo moderno e os términos e foi lançado no ano passado.

O EP traz uma interpretação minimalista de três canções em um complemento do universo do trabalho principal. O clipe da principal faixa, “Nexo”, foi dirigido por Juliana Sanson. “Canções Pra Você Me Perder de Vista” está disponível em todas as plataformas de música digital.

Leo Fressato. Crédito foto: Matheus Wittkowski

Ficha técnica:
Violão e voz – Leo Fressato
Mixagem e masterização – Ian Fonseca
Direção e Edição – Juliana Sanson 
Direção de Fotografia – Gustavo Castro 
Produção – Fabulário Filmes

Letra:
Não Precisa se Preocupar
Meu amor já foi teu
Mas agora acabou, não aguentou o vazio
Não Precisa lembrar
Muito menos telefonar
Já que nunca telefonou
Pra saber como está o lado de cá
E aqui tudo mudou
Mas eu continuo a ser amor
Mesmo que você com tanta imaturidade 
Tenha dispersado um amor de verdade
Que era mais Que teu corpo
Que não era o teu sexo
Eu contigo era Canção
E os teus olhos silêncio
Não faziam nexo

PÔXA – GILSON DE SOUZA


Gilson de souza, paulista da cidade de Marília, chegou à capital paulistana nos anos 60, foi cantor da noite e se apresentou em grandes casas de espetáculos da época como: Catedral do samba, Beco, Jogral, Bar Brahma e muitas outras. Dez anos depois nos anos 70 já era um nome respeitado dentre os sambistas, mpb e bossa nova. Antes de fazer sucesso como cantor, foi sucesso como compositor: a música “orgulho de um sambista” gravado por Jair Rodrigues (aqui) e 15 anos depois regravada por Adriana Calcanhoto (aqui). Outros sucessos de Gilson de Souza gravados por Jair rodrigues foram: Carnaval não envelhece (aqui) e Sou da Madrugada em parceria com cantor e compositor Wando (aqui). Em 1975, teve a oportunidade de gravar seu primeiro disco – onde 2 músicas se tornaram sucesso nacional e hinos da mpb: “Poxa” (aqui) e “Quem é do samba chora” (aqui)

A primeira regravação internacional de “Pôxa” foi feita pelo grupo espanhol Mocedades, em 1978, (aqui). 

Pôxa ganhou troféu imprensa como revelação do ano e melhor música. Já em 1988, recebeu o troféu gladiador no programa Raul Gil. 

Elza soares gravou a música “Deixa deus resolver” por volta de 1985 (aqui). 

Djalma pires também fêz sucesso com a música de Gilson de Souza “Perdido na madrugada” em 1987 (aqui).

Rosa Maria também gravou um grande sucesso; “Samba maneiro” em 1989.

Mais uma vez Jair Rodrigues grava música de Gilson de Souza: “Exaltação aos seresteiros” em 1990. 

Os originais do samba gravaram a música “Bahia do nosso senhor” em 1998.

Neguinho da beija flor regravou “Poxa” em 1999. 

Reinaldo o “príncipe do pagode” gravou a música “cena de cinema”, uma música que foi uma parceria com Almir Guineto em 2001 (aqui)

Elymar Santos regravou poxa em 2004 (aqui)

Neste mesmo ano a dupla argentina pimpinela regravou Pôxa (aqui), Guilherme e Santiago gravaram a música “Lei do Silêncio”, música em feita em parceria com Fernando Boêmio em 2005 (aqui).

Em 2006 foi a vez de Zeca Baleiro regravar Pôxa (aqui).

Em 2007, Gilson de Souza com a música Pôxa ganha uma Coroa de Ouro e uma de prata no programa Rei Majestade apresentado por Silvio Santos. 

Em 2008, o Exaltasamba regravou Pôxa: (aqui) e, finalmente, em 2010, Zeca pagodinho também regrava pôxa (aqui)

Texto / Fonte: RGS MUSIC BRASIL

TRAILER OFICIAL: ADONIRAN, MEU NOME É JOÃO RUBINATO


Adoniran Barbosa, autor de sucessos como “Trem das Onze” e “Saudosa Maloca”, carrega o título de maior sambista paulista de todos os tempos. A cidade de São Paulo era a personagem principal de suas canções e radionovelas. Através de imagens de arquivos raras e nunca vistas antes, o compositor e cantor paulistano, que faleceu em 1982, é redescoberto pelo público. Dirigido por Pedro Serrano.

Fonte: Pandora Filmes Trailers

LEO FRESSATO REVELA RELEITURA INTIMISTA PARA “EU TOCO VIOLÃO PORQUE NÃO SEI APERTAR BOTÃO”

Faixa integra o álbum “Louco e Divertido”, lançado este ano pelo artista

Após inaugurar uma série de vídeos acústicos com a inédita “Nexo”, o cantor e compositor Leo Fressato entrega mais uma interpretação intimista, dessa vez para a canção “Eu Toco Violão Porque Não Sei Apertar Botão”. A faixa faz parte de seu recém-lançado segundo disco, “Louco e Divertido”, com o qual o artista realizou uma turnê por Portugal no último mês.

Composição singela ocupa menos de dois minutos na lista de faixas do álbum – o que não faz dela uma canção menos memorável. A letra bem-humorada se torna uma carta de amor às avessas, com o artista assumindo suas limitações para criar músicas dançantes. O que poderia parecer antiquado ganha ares modernos em uma pequena comédia de erros.

“Essa é quase que uma canção-vinheta, devido ao clima e ao tamanho reduzido. Uma brincadeira, em tempos de tecnologia, sobre alguém que não consegue enviar uma canção por e-mail e resolve ir ao encontro da pessoas com um violão”, revela Fressato.

Com mais de 15 anos de carreira, o cantor e compositor brasiliense de nascença e curitibano de coração é um artista prolífico, marcado por canções que tratam de amor ou de sua ausência. Transformando sentimentos íntimos em performance, Leo ganhou notoriedade nacional com o hit “Oração”, d’A Banda Mais Bonita da Cidade, e com a faixa “Coisa Linda”, uma parceria com Tiago Iorc.

Em 2013, lançou “Canções para o Inverno Passar Depressa”, com produção musical de Jérôme Gras, um álbum que trazia melodiosidade, romantismo e rancor. Esse espírito está presente no seu novo disco “Louco e Divertido”, que se utiliza de leveza para celebrar o amor, uma inaptidão ao mundo moderno e os términos.

Ouça o álbum: aqui

O registro acústico de “Eu Toco Violão Porque Não Sei Apertar Botão” se junta a “Nexo”, marcando o início de uma nova fase. As sessões foram gravadas no Gramofone Estúdio e teve mixagem e masterização de Ian Fonseca. O vídeo foi dirigido por Bernardo Rocha. As versões acústicas chegarão aos serviços de streaming em um EP de três faixas previsto para o final de 2019.

Assista a “Eu Toco Violão Porque Não Sei Apertar Botão”: https://youtu.be/lz19xS_buQA
Confira “Nexo”: https://youtu.be/GQEQCHvunxw

Ficha técnica
Violão e voz – Leo Fressato
Mixagem e masterização – Ian Fonseca
Direção, Fotografia e Edição – Bernardo Rocha
Fotografia – Carol Winter
Direção de Arte – Giovanna Durski
Assistência de Arte – Joice Aline Jorge

Letra
Eu queria te enviar isso por e-mail
Mas a canção não quis anexar
E quando anexou, foi que eu percebi
Que eu te enviei aquela do Lô Borges
Que pergunta se você ainda que casar comigo
Eu ia te ligar no celular
Mas meu celular travou
Depois foi a bateria
E eu sei que você queria uma canção moderna
Dessas eletrônicas muito boas pra dançar
Mas eu toco violão porque não sei apertar botão
Sim, eu toco violão porque não sei apertar botão
Eu ia invadir a tua casa
Eu ia te manchar com batom
Mas eu fiz essas canção que é pra ganhar o seu coração
é, eu vim de violão porque não sei apertar botão

TERÇA FEIRA É DIA DE “SAMBA DO COMPOSITOR PARANAENSE” NO TUC

Olá, povo do samba. Estamos aqui para lembrá-los que terça-feira é dia de samba autoral em Curitiba. É o projeto Samba do Compositor Paranaense apresentando sua 225˚ roda.

Fica aqui o convite para todos os apreciadores, músicos e compositores de samba, a fim de que fortaleçam a cena autoral local.

A roda acontece nesta terça-feira (04/07), no TUC (Teatro Universitário de Curitiba), na travessa Nestor de Castro s/n, galeria Júlio Moreira (centro da cidade) e tem início às 20h.