2ª EDIÇÃO DO EXPRESSO ITUPAVA PROMOVE 10H DE PROGRAMAÇÃO CULTURAL GRATUITA

Com a tradicional feira de vinil, o Expresso Itupava consolida a 2ª edição com novas parcerias neste sábado (12)


Da esquerda para a direita, Guile Santos, Bruna Thimotheo e Preto Martins são alguns dos convidados dos bate-papos apresentados pelo jornalista Lucas Cabaña.

A ‘famosa prainha do Itupava’ recebe em seu entorno a 2ª Edição do Expresso Itupava. O evento gratuito acontece neste sábado (12) e reúne ao longo de 10h diversas atividades culturais, a partir das 13h até às 23h. Com mais de 20 expositores, a feira de vinil está garantida com a presença de várias lojas e colecionadores com relíquias da música mundial.

Desde a primeira edição, o Expresso Itupava tem como eixo condutor a promoção cultural e artística da atual produção da capital. Inclusive, o evento conta com a realização em parceria com diversos empresários e produtores culturais, com o intuito de fortalecer os espaços parceiros e ainda, promover o incentivo econômico do setor impactado pela pandemia mundial.

Entre os locais que recebem ações a partir da cultura do vinil, no Teatro de Bolso, com curadoria da Capivara Discos, entre às 14h e 19h, acontecem diversos bate-papos e a exibição de documentários.

Entre as presenças confirmadas estão Almir Mesadri (Paraíso Sonoro Vintage), Rafa Deska (Compacto AfroChoque – Monkey Jhayam), Bruna Thimoteo (cantora e compositora), Preto Martins (cantor, compositor e produtor musical) e Guile Santos (cantor e compositor). Os bate-papos serão apresentados pelo jornalista Lucas Cabaña, CEO e editor-chefe do Música é o Canal.

Do processo de prensagem e produção de LP’s ao universo dos toca-discos, os temas das conversas norteiam as atividades realizadas pela Capivara Discos. Além de ser uma das principais lojas online de vendas do setor, a empresa também é responsável pelo projeto Chill Session que, desde 2021 realiza a gravação de shows ao vivo com transmissão pelo YouTube e distribuição digital das músicas pelas plataformas de streaming.

“Participamos da primeira edição do evento, o qual nos abriu muitas portas tanto no mundo do vinil quanto no meio cultural, não é à toa que prontamente aceitamos colaborar na agenda cultural da segunda edição do evento. A construção coletiva é de suma importância na luta pela cultura. Música é cultura e juntos construímos”, incentiva os criadores da Capivara Discos, Duda e Gustavo Ceschin.

Criada em meio a pandemia, a Capivara Discos nasceu com o objetivo de juntar profissionais a fim de promover a cultura da música local, bem como viabilizar materiais audiovisuais e eventos culturais para impulsionar a carreira desses artistas. Ou seja, o Expresso Itupava consolida nesta edição a junção de novos parceiros que integram suas potências em consonância ao Expresso Itupava.

Para o apresentador Lucas Cabaña, a promoção do encontro promove também a conexão entre o público e o setor empresarial que estimula a cena artística na capital. “A segunda edição reflete o sucesso da iniciativa do Expresso Itupava. Ocupar os espaços da cidade com arte e cultura é o estopim necessário para que novas práticas possam gerar a visibilidade e o fortalecimento ao setor do entretenimento que, infelizmente, ainda vivencia os impactos causados pela pandemia. Atuando como jornalista de música em Curitiba há 13 anos, é sempre revigorante quando novas marcas e empresas consolidam eventos dessa proporção”, reflete.

A 2ª Edição do Expresso Itupava é uma iniciativa das Ostras Perdidas em parceria com Itupava 1299, Teatro de Bolso, Casa Helena Kolody e Capivara Discos. Confira a programação completa aqui.

Serviço | 2ª Edição do Expresso Itupava no Teatro de Bolso
Onde: Teatro de Bolso
Endereço: Rua Itupava 1299 – Alto da XV, Curitiba.
Quando: 12 de novembro (sábado)
Horário: A partir das 14h
Informações: 41-9167-3882
Entrada Gratuita

O Sebinho FATO Agenda participa do evento expondo discos e livros!

PAULO LEMINSKI COMPLETARIA 78 ANOS NESTA QUARTA (24/08)

Paulo Leminski por João Urban.

Autor é um dos principais nomes da literatura brasileira do último século

Paulo Leminski se consolidou como um dos nomes mais importantes e vibrantes da literatura brasileira. O escritor, que completaria 78 anos no dia 24/08, experimentou diversas linguagens artísticas com uma rica obra poética, de prosa experimental, tradução, ensaios e composições musicais.

Para conhecer mais a obra de Leminski: https://pauloleminski.com.br

Nascido em Curitiba em 1944, Leminski fez de sua vida uma busca pelo sublime. Seja pela procura religiosa, vinda da vontade de ser monge que o levou a passar parte da juventude em um mosteiro, até a filosofia zen que marcou sua obra, passando pelo minimalismo do dia a dia dos haicais. A forma poética japonesa, aliás, teve no autor um de seus grandes divulgadores no Brasil.

Em 1975 começa uma série de lançamentos de trabalhos que se tornaram marcos na literatura brasileira com “Catatau”, em prosa, e dos escritos poéticos independentes  “Quarenta clics em Curitiba” (com o fotógrafo Jack Pires) em 1976 e “Não fosse isso e era menos não fosse tanto e era quase” e “Polonaises”, ambos de 1980. A repercussão destes trabalhos foram base para o seminal “Caprichos e relaxos” (1983). Quatro anos depois lança seu último livro em vida, o cultuado “Distraídos venceremos”.

Como tradutor, Leminski trouxe para nossa língua textos de autores plurais como Matsuó Bashô, Beckett, James Joyce e John Lennon. Como compositor, escreveu mais de 100 canções e teve suas composições gravadas por nomes como Caetano Veloso, Itamar Assumpção, Banda Blindagem (Ivo Rodrigues), Ney Matogrosso, Paulinho Boca de Cantor e Moraes Moreira. Em 2015, sua filha Estrela Leminski compilou as canções do pai em um songbook com partituras e cifras que podem ser baixadas de modo gratuito.

Confira uma playlist com faixas icônicas de autoria do poeta: https://spoti.fi/3PIL7Pl

Baixe o songbook de modo gratuito: http://www.pauloleminski.com.br/songbook/livro-cancoes-paulo-leminski.html

Em 2013, a carreira de Leminski ganhou um renascimento com a cultuada coletânea “Toda Poesia”, best-seller com as obras poéticas completas, organizada por Alice Ruiz, que acompanhou toda a produção de sua obra. Esse trabalho apresentou o autor para toda uma nova leva de leitores.

Neste ano, seu trabalho ganha edições em todo o mundo com publicações na Itália, Espanha, Argentina e Estados Unidos. Para os fãs brasileiros, um sarau de celebração ao poeta acontece em sua cidade natal de Curitiba, no dia de seu aniversário, no Wonka Bar e a exposição Múltiplo Leminski abre em outubro em Porto Alegre, no Centro Cultural da UFRGS.

Para mais informações:
Build Up Media
(24) 999377203
contato@buildupmedia.com.br

SHOW MOVIMENTO PARABÓLICO 2

O compositor, violonista e produtor musical Luga Maluf, estará gravando o seu próximo DVD da sua carreira solo, no dia 09 de agosto de 2022, terça-feira, no Armazém Garagem Bar, na cidade de Curitiba.  O show terá início às 20:00 hs, e contará com a participação das cantoras convidadas Thaís Calderon e Bela Godoi. A banda de apoio é formada por Calebe Petrônio na bateria, Fernando Cavalaro no contrabaixo, Klaus Mamede no teclado/piano, Marcelo Oliveira nos sopros ( Clarineta/Flauta Transversal ), Rodrigo Mendes na percussão, além de Luga Maluf na voz, violão e guitarra.

O show intitulado “Movimento Parabólico 2”, é a continuação do resultado de uma parceria de quase 30 anos que remete ainda aos tempos de faculdade, entre Luga Maluf e o poeta e artista plástico, Péricles Zenzodiac, os artistas gravaram seu último trabalho autoral, em um show no Teatro Paiol, na cidade de Curitiba, em outubro de 2018 e agora se preparam para dar continuidade no registro das suas canções.

O repertório contém 13 músicas com os mais variados estilos, passando pelo Samba Rock, Reggae e Baião, porém, com um estilo próprio que dá sentido e marca toda a obra dos artistas. A valorização da “Brasilidade”, fica evidente nos arranjos de Luga Maluf e as letras são na sua maioria de Péricles Zenzodiac, porém não poderia faltar letras do próprio Luga, como podemos notar nas músicas “Ave César” e em “Todos os Valores do Mundo” e “África Latina América”. Neste segundo disco de sua carreira solo, intitulado “Movimento Parabólico 2”, Luga Maluf escolheu homenagear o compositor Itamar Assumpção, interpretando uma de suas canções, a consagrada música “Prezadíssimos Ouvintes”, do disco “Sampa Midnight – Isso Não Vai Ficar Assim”, lançado em 1983.

Sobre o organizador:
Luís Gabriel Maluf da Silva
Luga Maluf, é compositor, violonista e produtor musical, iniciou sua carreira em 1991, no curso de violão clássico, na cidade de Curitiba, Paraná. Desde então, participou de vários projetos artísticos nos mais variados estilos, que vai da música autoral, instrumental e música erudita. Na sua carreira solo, estará gravando seu segundo disco ao vivo em agosto de 2022.

Serviço:
 Show Movimento Parabólico 2
Data:  Dia 09 de agosto, terça-feira
Local: Armazém Garagem Bar, Rodovia Curitiba – Ponta Grossa, BR 277, nº 2630 – Santo Inácio – Curitiba. Pista Lateral (sentido Ponta Grossa-PR), no bairro mossunguê, em Curitiba – na entrada do conjunto Saturno, na altura da Copel.
Ingressos: R$40,00 (1ºlote), R$60,00 (2º lote)
Ingressos: https://www.sympla.com.br/luga-maluf-em-movimento-parabolico-2__1586038?share_id=en8c8

CURITIBA RECEBE O SHOW DO PERNAMBUCANO LEON ADAN COM LANÇAMENTO DE EP

Um dos principais artistas da atual geração da música brasileira, Leon Adan lança o EP ´´Live Session Capivara Discos“, neste sábado (06), no Camaleão Cultural, em Curitiba

Há 16 anos, Leon Adan desenvolve inúmeros projetos musicais por todo o país onde enaltece a cultura popular nordestina. Radicado em Curitiba, o cantor, compositor e percussionista, faz neste sábado (06), o show ´´Recifeelings do Manguebeat ao Além“, no Camaleão Cultural, com o lançamento do EP ´´Live Session Capivara Discos“.  O evento também conta com a performance do produtor musical e DJ Rafael Cotait, um dos principais expoentes da cena curitibana. Ouça aqui.

Gravado no primeiro semestre deste ano, o projeto Chill Session recebe em Curitiba, diversos artistas da cena musical e divulga pelo YouTube a gravação ao vivo das canções que, além do registro audiovisual, são distribuídas pelas plataformas de streaming. Assista o episódio com Leon Adan, aqui:

No EP ´´Live Session Capivara Discos“, com produção musical de Preto Martins, Leon Adan se apresenta ao lado de Alisson Santos (guitarra), Murilo Macari (baixo) e Thales Lemos (bateria), e apresentam as inéditas “Tua sina“, “Não Será Calado” e “Acabou a Cheia”.

“Acredito que Pernambuco é um lugar fantástico. E além de eu ter muito carinho, carrego dentro de mim. Eu vivi muitas experiências legais lá, e encerrei um ciclo para iniciar uma nova trajetória quando eu cheguei em Curitiba”, relata o artista.

Embora as culturas entre o nordeste e o sul do país sejam completamente distintas, em Curitiba, Leon Adan foi ao âmago de sua construção musical e fundou no final de 2019, o primeiro Bloco de Pífanos da capital.

“Nasci como artista nas ruas de Pernambuco que é bem diferente de Curitiba. Eu aprendi música nas manifestações populares de rua, foi muito natural. Claro, hoje, eu dialogo com muitas referências. Lá é muito aberto para o mundo, principalmente pela riqueza cultural e popular”, esclarece Leon que, junto do seu Bloco, foi um dos principais destaques do carnaval de 2020.

Além de toda multiplicidade musical, desde 2021, Leon Adan assumiu, de fato, o seu ofício de cantor. A estreia aconteceu ao lado do Grupo de MPB da Universidade Federal do Paraná (UFPR) com o lançamento do single “Desencanto” – disponível pelas plataformas de streaming – com produção musical assinada por Preto Martins. A música também ganhou registro audiovisual pelo canal oficial de Leon pelo Youtube e com outras duas canções próprias: ´´Pássado Negro“ e ´´Vou-me Embora“. Assista aqui.

“Ao longo da minha trajetória, com 16 anos de carreira, eu tenho feito a divulgação do meu trabalho solo. Eu atuei e sigo desenvolvendo projetos coletivos, principalmente como percussionista e cantor. Mas, a pandemia me fez olhar para dentro e perceber a construção deste trabalho solo. Este processo tem sido fortalecedor até mesmo na minha personalidade”, revela.

Com o show ´´Recifeelings do Manguebeat ao Além“, Leon Adan traz em seu repertório, músicas lançadas por ele, entre outras canções que integram a sonoridade da cultura nordestina. Com previsão de lançamento do seu primeiro álbum para os próximos meses, segundo o artista, o reflexo do trabalho será atenuante a diversidade cultural brasileira e com canções que refletem o contexto da atual conjuntura nacional.

“A inspiração para compor vem da realidade social que a gente vive. Não é fácil e nem justo. Precisamos falar e comunicar o que a gente quer para o mundo”.

O show  ´´Recifeelings do Manguebeat ao Além“ conta com a presença de Alisson Santos (guitarra, vocais e percussão), Murilo Macari (baixo e vocais), Thales Lemos (bateria) e Fábio Souza (trompete, vocais e percussão).

A noite tem abertura do produtor musical e DJ Rafael Cotait que, além de ser um dos principais nomes da cena curitibana, lançou recentemente o single ´´Frost Bite“ (2022/ Núcleo Gatopardo) em parceria com Seletor Chico. Ouça aqui.

Chil Session
Desde 2021, a Chill Session tem apresentado sessões musicais com diversos artistas da atual cena da música produzida em Curitiba. Entre os episódios da  Chill Session disponíveis online, é possível assistir as performances de Duda, Johnny Freitas, Ioha, Bruna Thimoteo, Preto Martins, Guile Santos, Diego Zanata, Mello, SIUL, Brune, Petrus Cuesta, Matheus Carrilho e Bruna Timótheo.

Realizado em parceria entre a Capivara Discos, Miscelândia Agência de Produção Integrada e media partner do Música é o Canal e Cabana Assessoria, até o final de 2022, serão lançados 12 episódios da Chill Session.

Serviço:
Show Recifeelings do Manguebeat ao Além – Lançamento do EP Live Session Capivara Discos
Local: Camaleão Cultural
Endereço: Rua São Francisco, nº 43 – Centro, Curitiba
Dia: 06 de agosto (sábado)
Abertura da casa: 21h
Início do show: 23h
Ingressos: A partir de R$10 (antecipado), e no dia do evento, os valores variam entre R$15 (até meia-noite) e R$20 (após a meia-noite).
Compre aqui: https://www.camaleaocultural.com.br/recifeelings-do-manguebeat-ao-alem

LEANDRO FERRAZ ANUNCIA NOVO ÁLBUM COM O SINGLE E CLIPE ´TELA VIVA`

Capa: Casa de Ferreiro o Espeto é Ferraz. Foto: Joaquim Bührer.

Com produção musical do icônico Alexandre Fontanetti, “Tela Viva” chega com clipe assinado por Leandro Ferraz

Composição do próprio Leandro Ferraz, “Tela Viva” é o primeiro single onde o artista consolida a parceria musical com a produção musical assinada pelo icônico, Alexandre Fontanetti, premiado em 2017 e 2019 no Latin GRAMMY® e responsável pelo célebre estúdio, Space Blues – onde foi gravado o single.

Com influências do indie-rock e MPB, em “Tela Viva”, Leandro Ferraz anuncia a estreia da sua carreira solo, e celebra 10 anos de trajetória, após integrar a banda Gorú e o trio Cravo Caramelo.

A música faz parte do primeiro álbum do artista, previsto para este ano. O single com distribuição pelo selo californiano Ingrooves Music Group (Universal Music Group) e licenciado pelo selo Camarada já está disponível pelas plataformas de streaming.

“Durante a pandemia eu já estava produzindo. E, o Fabio Raesh que está comigo desde o início da minha trajetória, apoiou a minha volta para São Paulo. Foi quando eu mandei algumas canções para o Alexandre Fontanetti do Space Blues, ele ouviu e gostou do material”, revela Leandro Ferraz.

Segundo o artista, “Tela Viva” é uma extensão poética sobre a sociedade da cultura digital que vive a distopia causada pelos efeitos pandêmicos. Direto ao ponto, Leandro Ferraz contesta a loucura e a correria que a vida é sobre o quanto as relações sociais estão aprisionadas às telas que, muitas vezes, aproxima as distintas realidades. Porém, paralelamente, seduz, domina e transmuta os sentidos.

“’Tela Viva’ me bateu no contexto da pandemia entre outras composições que eu tinha na gaveta. A loucura virtual durante o período pandêmico refletia pela tela e eu senti a necessidade de falar sobre esse sentimento. Principalmente da percepção de espaço-tempo movido pelos aplicativos”, projeta o artista.

Em contraponto ao bucólico, “Tela Viva” é uma crítica social que Leandro Ferraz deixa claro o seu posicionamento em relação ao consumo desenfreado online.

“Quando a gente pensa em gerações, em cinco anos a tecnologia se transmutou excessivamente. Inevitavelmente, o impacto da pandemia refletiu em uma nova forma de consumo. Então, trazer a leveza sobre a compreensão disto, a partir da música, é essencial. O compromisso com o produto é via de mão dupla, tanto de quem produz, quanto quem consome. A ‘Tela Viva’ é isto, ácida e leve”, pondera o multiartista.

Além de assinar os violões e a composição de “Tela Viva”, Leandro Ferraz é o responsável pelo roteiro, direção e montagem do clipe, com produção do coletivo Casa de Ferreiro o Espeto é Ferraz e está disponível pelo canal oficial do artista, pelo YouTube.

“Eu tenho um home studio em casa, o que facilita o desenvolvimento dos meus trabalhos. Eu fiz alguns storyboards e conversei com o Joaquim Bührer, escritor e amigo de infância que, entendeu de prontidão a estética minimalista do clipe e a proposta visual oitentista, com o enredo meio cômico e trágico”, reflete.

Sobre Leandro Ferraz
Natural de Campos do Jordão (SP), aos 29 anos de idade, Leandro Ferraz integra a atual fase da cena musical brasileira. Cantor, compositor, letrista, arranjador, videomaker, produtor cultural e artista visual, a trajetória do multiartista dialoga com referências estéticas e sonoras que complementam o desenvolvimento de sua história entre a música, as artes visuais e digitais.

Leandro Ferraz sempre teve a música como alicerce artístico, embora tenha se formado em design pela Universidade Tecnológica do Paraná – UTFPR, em 2018.

Com dez anos de trajetória, desde a sua estreia com o trio Cravo Caramelo e há seis anos, com a banda Gorú, atualmente, Leandro Ferraz mora em São Paulo onde está em fase de finalização do primeiro álbum.

Alexandre Fontanetti e Leandro Ferraz.

Sobre Alexandre Fontanetti
Alexandre Fontanetti já tocou, produziu, gravou, mixou e masterizou mais de 300 discos, desde que despontou na cena com a produção do álbum “Bossa n’ Roll” (1991) de Rita Lee.

Há 30 anos na cena musical como violonista, guitarrista, produtor e engenheiro de gravação, Alexandre Fontanetti é responsável desde 1997 pelo premiado estúdio Space Blues, em São Paulo, onde trabalhou com artistas como Zeca Baleiro, Gal Costa, Palavra Cantada, Luiz Tatit, Ana Cañas, Bruna Caram, Odair José, Toninho Horta, Alaide Costa, Zé Miguel Wisnik, Funk como Le Gusta, entre tantos outros.

Reconhecido em diversas premiações da música brasileira, Alexandre Fontanetti também foi indicado em oito edições do emblemático Latin GRAMMY® e premiado pelos álbuns “Jardim Pomar” (2017) de Nando Reis, “APKÁ” (2019) da cantora Céu e “Veia Nordestina” (2019) da cantora Mariana Aydar.

Fica técnica do single “Tela Viva”
Composição, voz e violões: Leandro Ferraz
Baixo: P. INSANO Luz
Bateria e Metaphone: Caio Gomes
Guitarras: Alexandre Fontanetti
Trombones: Feldeman Oliveira
Produção musical, mix e master: Alexandre Fontanetti
Estúdio: Space Blues
Distribuição: Ingrooves (Universal Music Group) & Selo Camarada
Foto:  Joaquim Bührer
Capa: Casa de Ferreiro o Espeto é Ferraz
Assessoria de Imprensa: ÁZ Criação Artística + Música é o Canal

Fica técnica do clipe “Tela Viva”
Roteiro, direção, fotografia, montagem, edição final e VFX: Leandro Ferraz
Assist. de Direção e Iluminação: Joaquim Bührer
Styling: Evandro Selva
Beauty: Nicolle Ferraz e Léa Ferraz
Produção: Casa de Ferreiro o Espeto é Ferraz
Assessoria de Imprensa: ÁZ Criação Artística + Música é o Canal

Composição de “Tela Viva”

Tela que me leva através dela
Ver da China até o Ceará
Que der na telha
E me mostra o que eu quero comprar
Até parcela!
Logo vou ter eu que pagar pra ficar OFF
Corre, Corre, louca vida
Não avisa, não para não
Essa tela para a vida
mas a vida não para lá
Corre, Corre, louca vida
Roda viva, não para não
Essa tela muda a vida
Mas a vida não para não
Tela que me leva
Atravessar o mar vermelho e sair no Pará
ou Ilhabela
Ela me mostra o que eu quero lembrar
A caixa cheia.
– Alarme!
É hora de acordar, célula viva!
Ah júa Ah!
Corre, Corre, louca vida
Não avisa, não para não
Essa tela para a vida
Mas a vida não para lá
Corre, Corre, louca vida
Roda viva, não para não
Essa tela muda a vida
Mas a vida não para não!

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DOCUMENTÁRIO “BANDEIRA DE AÇO 35 ANOS” HOMENAGEIA O CANTOR PAPETE

Documentário “Bandeira de Aço 35 Anos”
Sinopse: Celebrando os 35 anos de  lançamento do disco “Bandeira de Aço” de Papete. Entrevistas com os compositores e panorama histórico da época do lançamento. Apresentado no show comemorativo no Teatro Arthur Azevedo, em São Luís do Maranhão, em maio de 2013.
Duração: 22:40 min      
Qualidade: HD 1280 X 720
Fonte: Canal do Youtube, Beto Pio

Ouça o álbum Bandeira de Aço (1978). Segundo do percussionista e cantor maranhense, Papete, lançado pelo selo Discos Marcus Pereira.
Fonte: Canal do Youtube, Pimalves

MOSAICOS (TV CULTURA) – CHICO SCIENCE


O cantor e compositor pernambucano Chico Science (1966-1997), líder do mais representativo movimento da música brasileira dos últimos anos, participa dessa edição do Mosaicos. O programa possui participações dos integrantes da banda Nação Zumbi, Fred 04, Siba, além depoimentos de Herbert Vianna e muito mais.

fonte: TV Cultura (canal no Youtube)

TONADA DE LUNA LLENA (SIMÓN DÍAZ)


Tonada De Luna Llena
Simón Díaz

Yo vide una garza mora
Dándole combate a un río
Así es como se enamora
Tu corazón con el mío

Luna, Luna, Luna llena
Menguante

Anda muchacho a la casa
Y me traes la carabina, jio
Pa’ mata este gavilán
Que no me deja gallina

La Luna me está mirando
Yo no sé lo que me ve
Yo tengo la ropa limpia
Ayer tarde la lave

Luna, Luna, Luna llena
Menguante

fonte: verygarbo

SHOW MARCIO JULIANO OUTRO SAMBA -TRANSMISSÃO PARA CURITIBA


Crédito da foto: Leandro Taques

As apresentações (ao vivo e gratuitas) serão realizadas dias 04 e 05/12 (sábado e domingo), no Youtube.

O show Marcio Juliano – Outro Samba, que circulou virtualmente por oito cidades do interior do Paraná, terá transmissão (ao vivo) direcionada desta vez para Curitiba. Será neste fim de semana, dias dias 04 e 05/12 (sábado e domingo), às 19h, pelo Youtube, neste link

Outra ação do projeto será a realização da Live “A Música Brasileira e a Época de Ouro”, com a participação do músico Sérgio Albach e do cantor Marcio Juliano, nesta quinta-feira (02/12), às 19h, no mesmo link acima.

O show audiovisual é uma colagem sofisticada de 12 clipes gravados em diferentes momentos e espaços, parte deles realizados em 2019 e outra em 2021, durante a pandemia. O clipe que abre o show Eu Quero Um Samba (Janet de Almeida e Haroldo Barbosa), por exemplo, retrata este contexto do isolamento social, foi criado a partir da colaboração de vários artistas que se gravaram dançando em suas casas. O Teatro Guaíra, em Curitiba, foi usado como locação para alguns clipes. O palco, a plateia, as coxias, e os camarins serviram de cenário para as gravações realizadas presencialmente no ano passado, respeitando todos os protocolos sanitários para garantir a segurança dos artistas e da equipe.

Outro Samba é um mergulho na Época de Ouro, período representado por uma geração de grandes compositores brasileiros entre 1929 e 1945, mas com uma leitura contemporânea deste universo musical. Conta com virtuoses como Sérgio Albach (clarone e clarinete), que também assina a direção musical, Daniel Migliavacca (bandolim e violão tenor), Lucas Melo (violão 7 cordas) e Luís Rolim (bateria e percussão).

Dorival Caymmi, Wilson Baptista, Noel Rosa, Pixinguinha, Ary Barroso estão presentes no repertório com narrativa diversa que homenageia o samba e suas múltiplas possibilidades, mas que sobretudo evoca a alegria, o amor e a superação da melancolia.

“As composições retratam um país que me interessa discutir, refletir e que, ainda hoje, abordam questões relevantes, como no caso da música Pedreiro Waldemar (Wilson Baptista e Roberto Martins) que constrói um edifício e depois não pode entrar. Bem oportuna também é a reflexão de Noel Rosa na mordaz e bem-humorada composição Com que Roupa? (Noel Rosa)”, conta Marcio Juliano que também dirige o trabalho.

Os clipes que compõem o show misturam diferentes linguagens e trazem a participação de muitos artistas. Estão presentes: Orquestra à Base de Sopro de Curitiba na faixa Boneco/Nega do Cabelo, releitura que mescla Nega do Cabelo Duro e Boneca de Pixe, que também conta com a participação das cantoras Érica Silva (Banda Mulamba), Iria Braga, Milena Tupy e da atriz Cassia Damasceno (Companhia Brasileira de Teatro). A cantora Uyara Torrente, da Banda Mais Bonita da Cidade, está em Judiaria de Lupicínio Rodrigues e a performer Giorgia Conceição – Miss G atua em Na Aldeia (Silvio Caldas, Caruzinho e De Chocolat). Tem ainda a participação ilustre de artistas de fora do Paraná, como a cantora Mônica Salmaso, considerada uma das mais importantes do Brasil, em Provei (Noel Rosa e Vadico), e o trombonista Raul de Souza, falecido em junho deste ano, que gravou Na Aldeia.

“Outro Samba é um convite para o compartilhar virtual, para a escuta coletiva que nos leva, através da música, a uma determinada história do Brasil. Uma possibilidade de conexão com nossa ancestralidade na tentativa de compreender os caminhos e as escolhas coletivas que nos trouxeram até aqui”, conclui Marcio.

Projeto realizado com Recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.


Crédito das fotos: Leandro Taques

SERVIÇO:
SHOW AUDIOVISUAL MARCIO JULIANO OUTRO SAMBA
(Transmissão ao vivo)
Datas e Horários:
-04/12 (sábado), às 19h
-05/12 (domingo), às 19h
Onde: Canal Marcio Juliano no Youtube – Link: https://www.youtube.com/marciojuliano
Quanto: Gratuito
Duração: 50 minutos
Classificação indicativa: 12 anos

CONTATOS:
Produção
Marcio Juliano
marciojulianocontato@gmail.com
41 99902 5147

Assessoria de Imprensa:
Glaucia Domingos
glauciadomingos@hotmail.com
41 99909 7837

JOGOS DE COMPOSIÇÃO E PARCERIAS POÉTICAS DÃO VIDA AO NOVO EP DA ÍMÃ: FURIOSA ABERTA

Segundo trabalho da banda curitibana será lançado na primeira sexta-feira de novembro

No dia 5 de novembro, a ímã lança o EP Furiosa Aberta, com quatro músicas inéditas. O segundo trabalho da banda curitibana é fruto de parcerias com as poetas e amigas Francisco Mallmann, Natasha Tinet e Julia Raiz, e poderá ser ouvido gratuitamente nas principais plataformas de streaming e no site oficial da grupa: www.imadenovepontas.com

“Como uma banda pode sobreviver ao isolamento? Ainda temos mais perguntas do que respostas. Melhor assim”, pensa Luciano Faccini, que, dentre outras funções, é cantor, compositor e diretor artístico da ímã. Tentando fugir da norma – máxima que guia o processo criativo da banda desde sua fundação -, a grupa apostou nos jogos de composição. “Se por um lado a pandemia forçou o mundo inteiro a reorganizar hábitos, rotinas e modos de sobrevivência, por outro, nós conseguimos reunir esforços para colocar em prática um interesse antigo de explorar processos de composição que pudessem percorrer caminhos diferentes dos tradicionais”, explica o músico.

Três poemas de poetas premiadas foram musicados. “Achamos que seria maravilhoso ter outras artistas navegando nessa experiência com a gente, e aí, muito espontaneamente, chegamos em Julia, Nat e Chico, que, antes do projeto, já tinham uma relação com a banda”, fala Day Battisti, a violoncelista da ímã. Luciano faz parte da Membrana Literária, grupa de escritoras que também abraça as três convidadas especiais do EP, e por isso outras parcerias artísticas já vinham sendo desenhadas ao longo dos anos.

Cada integrante da ímã recebeu o desafio de musicar um trecho de cada poema e posteriormente essa profusão de ideias e intuições deu origem a uma obra original e imaginativa. “Foram muitas e muitas versões diferentes, lotamos muitos drives e HDs com propostas, que foram criadas em pedacinhos de MP3 e Wav ao longo das semanas de trabalho, trazendo detalhes que iam surgindo e sendo testados, aplicados nas canções por cima daquilo que já constava nelas”, diz o percussionista Daniel D’Alessandro. “As reuniões semanais por videochamada serviam para que conversássemos sobre o que tinha sido construído e decidíssemos juntos sobre o que fazer com os arranjos.”

Nenhuma música foi ensaiada antes das gravações, no sentido convencional do termo. “Sem a presencialidade, foi como esculpir algo, junto com outras sete pessoas, cada uma em sua casa, com essencialmente aquilo que tinha à disposição para a captação de cada instrumento”, expõe Daniel. “Foi tipo uma gincana de meses e meses onde muitas vezes tudo parecia uma grande e intransponível loucura e em muitas outras vivemos o maravilhamento dessa possibilidade de composição. Foi e segue sendo um ping pong no abismo das ideias.”

Se no primeiro disco a ímã teve a oportunidade de gravar a totalidade das músicas no Gume Estúdio, de Leonardo Gumiero, com maior uniformidade na escolha de microfones e técnicas de produção musical, desta vez foi preciso recorrer ao “universo das colagens”, nas palavras de Daniel. “Gravações feitas com o celular, com gravadores diferentes, com microfones e placas de som ótimas, outras nem tanto. Tudo isso colabora para deixar o trabalho mais diversificado ainda em termos de timbres, de cores e tipos de luzes empregadas”, completa Luciano.