CAIXA CULTURAL TRAZ A CURITIBA O SHOW NOITES DE SERENATA COM RENATO BRAZ E BRENO RUIZ

Renato Braz e Breno Ruiz / Foto: Luisa Santosa

O show, com interpretações de Renato Braz e Breno Ruiz, é uma homenagem às grandes canções brasileiras

A CAIXA Cultural Curitiba recebe, de 8 a 11 de março, o show Noites de Serenata, com os músicos Renato Braz e Breno Ruiz. Com direção de Zé Alexandre, o espetáculo enaltece a canção brasileira a partir do encontro dos músicos no palco. Renato Braz e Breno Ruiz fazem parte do recente movimento na música popular brasileira caracterizado pela criatividade. Trata-se de uma nova geração com formação teórica sólida, convivência com as gerações mais antigas e com acesso a um enorme acervo de músicas disponibilizadas, inclusive, pela Internet. Esse movimento vem promovendo não apenas um estouro da nova música, mas o renascimento de antigos gêneros.

Entre os mais nobres gêneros está a canção brasileira, seja com o tratamento sofisticado em temas do folclore ou por meio de clássicos da música caipira. É um gênero que começa com Villa Lobos e é sustentado pela geração de Heckel Tavares, Joraci Camargo, Valdemar Henrique e encerra-se com Tom Jobim, na pré-bossa nova. Nos últimos anos, esse gênero ressurgiu com a mesma roupagem clássica que o caracterizou. E dois expoentes dessa nova escola são Renato Braz e o pianista, compositor e cantor Breno Ruiz. Do encontro dessa dupla surge o espetáculo Noites de Serenata, que conta com interpretações primorosas a partir de parcerias de Breno Ruiz com Paulo Cesar Pinheiro, Cristina Saraiva, Rafael e Rita Altério e Socorro Lira, além de canções de outros compositores.

Sobre Renato Braz e Breno Ruiz
O cantor paulistano Renato Braz é uma das referências obrigatórias no atual cenário da música brasileira. Vencedor do 5º Prêmio Visa de MPB, em 2002, sua carreira vem conquistando reconhecimento nacional e internacional. Em 1999, realizou turnê por várias cidades da Alemanha. Em 2004, foi selecionado para representar o Brasil no Festival de Spoleto, ocorrido em Charleston, nos Estados Unidos. O sucesso da apresentação lhe rendeu convite para retornar em 2007, e também para participar, no mesmo ano, do Summer Solstice, concerto que é realizado anualmente na grande catedral gótica St. John The Divine, em Nova York. Em 2008, fez sua estreia no Japão participando de um concerto no Triphony Hall, em Tóquio.

Breno Ruiz, nascido em Sorocaba (SP), é pianista, cantor e compositor. Aos quatro anos já tocava piano, aos dez animava bailes ao lado de um regional de choro e, a partir dos 15 anos, já compunha com parceiros como Rafael e Rita Alterio, Cristina Saraiva, Sergio Natureza e Paulo Cesar Pinheiro, sendo este último o seu parceiro mais constante. Tem sido gravado por parceiros e intérpretes como Tetê Espíndola, Renato Braz, Maogani, Celso Viáfora, Cristina Saraiva, Rafael Alterio e MPB4, entre outros. Como pianista e arranjador, gravou com o grupo Garimpo e produziu os arranjos para o CD Terra Brasileira, da compositora Cristina Saraiva.

Em maio de 2016, lançou, no Auditório do Ibirapuera o CD MAR ABERTO com Renato Braz, Roberto Leão e Mário Gil, tendo a participação especial de Dori Caymmi, que também atuou na produção musical do álbum. Em novembro de 2016 lançou o disco Cantilenas Brasileiras, resultado da parceria com Paulo Cesar Pinheiro. Foi assim descrito por Luís Nassif: “Breno caminha para ser dos maiores melodistas brasileiros. Com seu faro inigualável, o poeta Paulo César Pinheiro descobriu-o antes dos outros. Juntos, compuseram várias músicas, com temas rurais, revivendo com a linguagem erudita temas folclóricos e a musicalidade do caboclo brasileiro. Paulo César entende o parceiro como se fosse uma reencarnação, alguém que chegou direto dos tempos de Chiquinha Gonzaga para os salões do século 21”.

Serviço:
Música: Noites de Serenata com Renato Braz e Breno Ruiz
Local: CAIXA Cultural Curitiba. Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro, Curitiba (PR).
Data: 08 a 11 de março de 2018 (quinta a domingo).
Horário: quinta a sábado, às 20h; e domingo às 19h.
Ingressos: vendas a partir de 03 de março (sábado). R$ 20 e R$ 10 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA). A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura.
Bilheteria: (41) 2118-5111 (De terça a sábado, das 12h às 20h. Domingo, das 16h às 19h.)
Classificação etária: Livre
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)

Informações e entrevistas:
Maria Celeste Corrêa – (41) 9 9995 0169 / 9 8786 4465
maria.correa@grupoinforme.com.br
fernandezcorreamc@gmail.com

CAIXA CULTURAL TRAZ A CURITIBA A PEÇA NA SELVA DAS CIDADES – EM OBRAS

foto: Renato Mangolin

Com texto original de Bertold Brecht, a montagem oferece um novo olhar a partir de pesquisa realizada pelo grupo mundana companhia. A direção geral é assinada por Cibele Forjaz, mas conta com “propositores de encenação” da própria companhia para cada nova temporada/ocupação

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta uma versão inusitada da peça Na Selva das Cidades. Escrita em 1927, pelo dramaturgo alemão Bertolt Brecht (1898-1956), a obra ainda desafia o tempo, quase um século depois. De uma atualidade aguda, o texto alinha exclusão social aos podres poderes da vida em sociedade. Esses aspectos são investigados à exaustão para a montagem trazida pelo grupo mundana companhia.

Com direção geral de Cibele Forjaz, a peça tem elenco formado por Aury Porto, Carol Badra, Guilherme Calzavara, João Bresser, Luah Guimarãez, Mariano Mattos Martins, Sylvia Prado, Vinícius Meloni e Washington Luiz Gonzales. A pesquisa resultou em um livro distribuído gratuitamente para escolas de teatro e instituições de todo o país.

Parte do conjunto de principais realizadoras de teatro contemporâneo no Brasil, a mundana companhia fez jus a seu nome durante o desenvolvimento da estrutura da peça: ao longo de dois anos, enveredou por toda São Paulo pesquisando, de corpo presente, sua humanidade. A partir daí, arquitetou um espetáculo que se transforma, literalmente, a cada temporada/ocupação.

A partir do glossário urbano adquirido, a montagem conta a mesma história a partir de novos pontos de vista. Ao trabalho da diretora Cibele Forjaz soma-se sempre uma equipe propositiva formada por componentes do grupo que assumem uma espécie de curadoria. Em Curitiba, Aury Porto, Bia Fonseca, Flora Belotti e Rogério Pinto vão liderar a Ocupação #17 PALCO. Eles estudam o espaço e propõem, para toda a equipe, a forma que a peça assumirá durante a temporada/ocupação.

Em Curitiba, Na Selva das Cidades 
Em Obras os criadores apresentam o palco à italiana – espaço nada comum na trajetória da mundana companhia. “A imersão por São Paulo, durante a pesquisa de linguagem, nos deu um eixo. Desde o início estabelecemos uma equipe propositiva que aponta rumos. Toda a ficha técnica está o tempo inteiro envolvida, em movimento, sem um pensamento pronto e acabado para a montagem”, explica Aury Porto, fundador junto com Luah Guimarãez da mundana companhia. As peculiaridades que envolvem a montagem e o processo de criação da companhia serão apresentados durante um bate papo com o público, que será realizado no dia 4 de março, às 15 horas, com entrada franca.

Bixiga – Perdizes: Potência das experiências
Um dos textos com mais elementos expressionistas de Brecht, Na Selva das Cidades mostra a luta entre dois homens, mas também o embate com a cidade. Em 1969, o Teatro Oficina realizou uma montagem do texto considerada antológica. “Lina Bo Bardi levou, para dentro da Oficina, restos de moradias do Bixiga que estavam sendo demolidas para a construção do Minhocão, que liga Bixiga a Perdizes”, conta Aury Porto. Esse processo orientou a pesquisa de campo da mundana companhia. O impacto da imersão dos artistas com o intercâmbio junto aos moradores de SP foi vertiginoso. “Não podíamos criar uma montagem, digamos, formal. A cidade nos deu um estímulo que, na sala de ensaio, se esvaía. Decidimos abrir a possibilidade de mudar tudo a cada nova agenda de apresentações. Já fizemos sem palavra alguma; outra vez fizemos em uma hora, depois em três”, contextualiza Aury.

Dessa maneira, a companhia assumiu o risco de investir no inusitado. “Os conceitos acabados e as formas fixas não cabiam mais nesse trabalho. O próprio texto de Brecht é cheio de lacunas. Percebemos que era a partir destas lacunas que o trabalho se abriria para o nosso tempo e suas questões, para uma comunicação mais livre entre a nossa equipe de criação e o público, entre o teatro e a cidade, entre a ficção e a realidade. Resolvemos, então, abrir radicalmente o espetáculo para a potência das experiências vividas, em grupo, com a cidade. A partir desse novo paradigma, tudo passou a ser móvel e inacabado. A cada nova ocupação, tudo se transforma na relação com o espaço ocupado. Desta forma, o cenário propõe sempre uma nova intervenção no espaço. Da mesma forma, a luz, o vídeo, os figurinos e os objetos de cena só existem a partir da relação com esse novo espaço e seus conceitos. O trabalho dos atores não tem marcas fixas, mas regras de jogo que determinam a movimentação e o desenho da cena. Cada Ocupação é singular, cada sessão é uma estreia. Lutando diariamente contra a nossa tendência às relações hierárquicas e às formas prontas, estamos no risco, prontos para o inesperado”, conclui Cibele Forjaz.

Sobre a mundana companhia
Desde o ano 2000, inspirados pela militância política dos artistas de teatro da cidade de São Paulo junto ao movimento “Arte contra a Barbárie”, Aury Porto e Luah Guimarãez desejavam criar um núcleo artístico formado essencialmente por atores-produtores. A partir daí, um diretor – com afinidades afetivas e estéticas com os membros da companhia – seria convidado a participar. O mesmo ocorreria com os profissionais das outras áreas, como cenografia, figurino, música, luz, e até mesmo outros atores. A cada projeto a companhia teria um novo corpo que daria vazão às ideias de continuidade e transitoriedade. Esse é o pensamento que caracteriza a mundana companhia.

Essa companhia, de encontros conscientemente transitórios, recebe o adjetivo antes do substantivo e tem seu nome integralmente grafado com letras minúsculas. Esboça-se, assim, um projeto em constante construção por diversas mentes e mãos, num processo que pode ser chamado de “frátria”, em dissonância com a supremacia do ideário de pátria – tão caro à maioria das sociedades modernas. Essas especificidades nas relações internas se refletem nas relações com os espectadores e, obviamente, nos temas a serem investigados a cada novo projeto. Apesar de elaborado desde a virada do século, o primeiro trabalho deste núcleo artístico só foi realizado muitos anos depois.

O repertório da mundana companhia é formado pelas montagens: A Queda (2007), adaptação do romance de Albert Camus; Das Cinzas (2009), com texto de Samuel Beckett; O Idiota – uma novela teatral (2010), realizado a partir da obra homônima de Fiódor Dostoiévski; Tchekhov 4 – Uma Experiência Cênica (2010), primeiro trabalho do diretor russo Adolf Shapiro com atores brasileiros – montado por ocasião do centenário de Anton Tchekhov; Pais e Filhos (2012), com encenação adaptada do romance homônimo de Ivan Turguêniev, mais uma vez dirigida por Adolf Shapiro; O Duelo (2013), criado a partir da novela de Tchekhov, que foi a temporada anterior da mundana companhia na cidade de Curitiba em 2014. Atualmente, está apresentando a peça Dostoiévski Trip, de Vladímir Sorókin, com direção de Cibele Forjaz, numa coprodução com a Cia Livre.

Serviço:
Teatro: Na Selva das Cidades – Em Obras
Local: CAIXA Cultural Curitiba. Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR).
Data: 02 a 04 de março de 2018 (sexta a domingo)
Horário: sexta às 20h; sábado às 17h e às 20h; e domingo às 18h.
Ingressos: Vendas a partir de 24 de fevereiro (sábado). R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA). A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura.
Bilheteria: (41) 2118-5111 (De terça a sábado, das 12h às 20h. Domingo, das 16h às 19h.)
Classificação etária: 14 anos
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Debate com os criadores: 04 de março, às 15h, com entrada franca.

Informações e entrevistas:
Maria Celeste Corrêa – (41) 9 9995 0169 / 9 8786 4465
maria.correa@grupoinforme.com.br
fernandezcorreamc@gmail.com

10 PASTÉIS CONTRATA DESIGNER

10 Pastéis contrata Designer Júnior. Vaga para trabalhar em Curitiba, no Bairro Jardim das Américas.

“Buscamos um profissional extremamente organizado, que saiba trabalhar com prazos pequenos e tenha muita vontade de aprender. Ser bom observador e ter interesse por publicações/áreas relacionadas a criatividade/design, visão estratégica além de criativa.

Sobre a Vaga:
• Criação do conceito visual de campanhas publicitárias, identidades visuais, materiais de marketing digital e demais peças criativas que componham o posicionamento de uma marca, criação de peças de mídias para PDV’s
• Fechamento e envio dos arquivos para produção em Arte Final;
• Acompanhamento dos materiais em produção;
• Rotinas Administrativas;

Escolaridade:
• Graduação completa em Design Gráfico ou Publicidade e Propaganda com foco em Design;
Não é necessário experiência na área, porém precisamos do domínio das ferramentas:
Illustrator, Indesign, Adobe Photoshop e Corel Draw.
Diferenciais:
• Conhecimentos básicos da plataforma wordpress/html/css
• Softwares de edição de vídeo e/ou animação
Vaga para trabalhar no Bairro Jardim das Américas.

Interessados enviem currículo com portfólio e pretensão salarial para analistamkt@10pasteis.com.br

obs.: oportunidade divulgada no Grupo (do facebook) “Vagas de Comunicação no PR

CAIXA CULTURAL CURITIBA TRAZ GRUPO DE TEATRO AS OLÍVIAS COM A COMÉDIA RISO NERVOSO

Com texto e direção de Michelle Ferreira, o espetáculo mostra, de um jeito divertido, situações cotidianas que tiram as pessoas do sério

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta o espetáculo “Riso Nervoso – As Olívias em 5 histórias neuróticas”, protagonizado pelo grupo As Olívias, de 08 a 10 de dezembro. A montagem faz o público rir com situações do dia-a-dia que tornam neurótica a convivência entre as pessoas: as relações com a burocracia e as instituições; a necessidade de reclamar de tudo; a competitividade e a comparação constante com os mais próximos; a pressão para que todos sejam conectados, atualizados, tenham filhos e estejam dentro de padrões de beleza e de comportamento. Com texto e direção de Michelle Ferreira, a iluminação do espetáculo é assinada por Ariene Godoy e o cenário e figurino são criações de Anne Cerutti.

No palco, Sheila Friedhofer, Renata Augusto, Marianna Armellini, Victor Bittow e Lívia Camargo dão vida a mais de 50 personagens em cinco histórias nas quais figuras comuns são levadas a situações patéticas e absurdas por conta de suas neuroses: Sheila Friedhofer interpreta uma mulher em crise com o fato de absolutamente tudo dar certo em sua vida; já a personagem de Renata Augusto se vê às voltas com um bizarro curso de treinamento para se adequar ao senso comum; Marianna Armellini dá vida a uma mulher que vive um dilema em relação à maternidade quando ganha um presente, literalmente, de grego em seu aniversário; Victor Bittow faz o papel de um homem atormentado pela comparação constante com um amigo de infância bem sucedido; e, por fim, Lívia Camargo interpreta uma mulher avessa à tecnologia que, isolada no mundo real, quer saber o que todos fazem de tão interessante nas redes sociais – e acaba viciada.

“Riso Nervoso” é uma comédia que apresenta uma nova faceta do grupo As Olívias. Conhecido pelo humor rápido dos esquetes, agora se aventura em uma dramaturgia mais elaborada, sem perder o olhar nonsense sobre o cotidiano que se tornou uma das marcas do seu trabalho. Para essa empreitada, o grupo convidou a autora e diretora Michelle Ferreira, um dos destaques da nova dramaturgia paulistana. “Riso Nervoso” é o segundo espetáculo do grupo, depois da “As Olívias Palitam”. O grupo também realizou diversos trabalhos para Internet e TV – entre os quais o programa “Olívias na TV”, no canal Multishow.

As Olívias
Formado nos corredores da Escola de Arte Dramática da USP (EAD), originalmente pelas atrizes Cristiane Wersom, Marianna Armellini, Renata Augusto e Sheila Friedhofer – além do ator e diretor Victor Bittow –, As Olívias são um grupo que se dedica à comédia, transformando em humor seu jeito inusitado de ver o mundo.

A estreia aconteceu em 2005, com o espetáculo “As Olívias Palitam”, em São Paulo, que trouxe à cena o humor afiado das mulheres em um universo que, em geral, é dominado pelos homens. Desde então, já foram vistas por milhares de espectadores, em diversas cidades, além de terem participado dos principais festivais de humor do país.

O grupo também ganhou espaço na internet, com a websérie “As Olívias Queimam o Filme”, lançada entre 2009 e 2010. No ano seguinte, As Olívias estrearam na televisão com o programa “Olívias na TV”, no canal Multishow, que teve quatro temporadas. Em 2014, As Olívias também chegaram à TV aberta com um quadro semanal no programa Roberto Justus +, na Rede Record.

Bate-papo com a diretora e os atores
Após o espetáculo de domingo, dia 10 de dezembro, a autora e diretora Michelle Ferreira vai conversar com o público sobre o processo de criação da peça “Riso Nervoso”. Os atores também vão participar dessa conversa. Michelle Ferreira é atriz, dramaturga, roteirista e diretora. Formada pela Escola de Arte Dramática da USP (EAD), foi integrante do Núcleo de Dramaturgia do Centro de Pesquisa Teatral (CPT), com coordenação de Antunes Filho, por oito anos. É uma das formadoras na área de Dramaturgia na SP Escola de Teatro, em São Paulo. Indicada ao Prêmio Shell de melhor autora, em 2013, por “Os adultos estão na sala”, foi duas vezes finalista do Prêmio Luso-Brasileiro de Dramaturgia e conquistou o segundo lugar do Prêmio Heleny Guariba de Dramaturgia Feminina, em 2011.

Site do grupo: www.asolivias.com.br

Riso Nervoso / foto: Evelyn Castilho

Serviço:
Teatro: Riso Nervoso – As Olívias em 5 histórias neuróticas
Local: CAIXA Cultural Curitiba. Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR).
Data: 08 a 10 de dezembro de 2017 (sexta a domingo)
Horário: sexta e sábado, às 20h; e domingo às 19h.
Bate papo com a autora e diretora da peça: domingo, dia 10, após o espetáculo.
Ingressos: vendas a partir de 02 de dezembro (sábado). R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA). A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura.
Bilheteria: (41) 2118-5111 (De terça a sábado, das 12h às 20h. Domingo, das 16h às 19h.)
Classificação etária: 12 anos Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)

13º CURTA 8 – FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA SUPER 8

De 5 a 8 de outubro, acontece no Teatro da Caixa (Caixa Cultural), a 13ª edição do Festival Internacional de Cinema em Super 8 — o “Curta 8”.  Entrada gratuita!!!

Este ano a programação do evento traz 74 filmes vindos de oito países, além de três mostras paralelas, com filmes do Brasil e da Argentina, com filmes que transitam da animação ao documentário e ao experimental. Todas as sessões têm entrada franca.

O Curta 8 traz, também, uma mostra especial com dois superclipes realizados por cineastas de Curitiba e com performances musicais ao vivo de artistas locais. Haverá ainda o “Dia do Filme Caseiro” (Home Movie Day), onde o público pode trazer seus rolinhos de casa para serem projetados em sessão especial comentada.

Outra atração do festival é o lançamento do livro “Super 8 no Brasil: Um Sonho de Cinema”, de Antônio Leão Neto. Trata-se da décima obra do escritor que se configura em um dicionário sobre o movimento super 8 brasileiro, contendo a relação dos filmes, seus realizadores e biografias. No total, estão listados no livro 5.519 filmes, 3.770 realizadores e 952 biografias.

PROGRAMAÇÃO:

DIA 5 OUT 2017 – QUINTA-FEIRA

18h30
Abertura – Filmes de Hugo Mengarelli

20H30
Mostra de Filmes Finalizados em Digital
Mostra de Filmes em Tomada Única – Independentes
Mostra de Filmes em Tomada Única – Oficina /PR
Mostra em Tomada Única – Clipes

21H30
Debate Mostras Competitivas

DIA 6 OUT 2017 – SEXTA-FEIRA

18H30
Mostra Ivan Cordeiro

20H30
Mostra de Filmes Finalizados em Digital
Mostra de Filmes Finalizados em Película
Mostra de Filmes em Tomada Única – Independentes
Mostra de Filmes em Tomada Única – Oficina /PR

21H30
Debate Mostras Competitivas

DIA 7 OUT 2017 – SÁBADO

17H
Lançamento do Livro – “Super 8 no Brasil: Um sonho de Cinema”, de Antônio Leão.

18h30
Mostra Irmã(o)s Wagner

20H30
Mostra de Filmes Finalizados em Digital
Mostra de Filmes em Tomada Única – Independentes
Tomada Única – Oficina /PR
Mostra de Filmes Finalizados em Película
Mostra de Filmes emTomada Única Clipes

21H30
Debate Mostras Competitivas

DIA 8 OUT 2017 – DOMINGO

16H
Dia Do Filme Caseiro – com Lucas Vega e Eugenia Castello

18h30
Mostra Ernesto Baca

20H30
Cerimônia de Encerramento e Premiação

Serviço:
Cinema: Curta 8 – Festival Internacional de Cinema Super 8 de Curitiba
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)
Data: 5 a 8 de outubro de 2017
Horário: quinta a sábado, sessões às 18h30 e 20h30; domingo, sessões às 16h, 18h30 e 20h30. Programação completa no site www.caixacultural.com.br
Ingressos: entrada franca, com os ingressos devendo ser retirados, a cada dia, uma hora antes da primeira sessão.
Bilheteria: (41) 2118-5111 (De terça a sábado, das 12h às 20h. Domingo, das 15h às 20h).

Confira a página do evento, aqui.

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA A OFICINA DE SUPER 8

As inscrições e a apresentação da sinopse para a Oficina Tomada Única, nos dias 8 e 9 de julho, devem ser feitas até o dia 23 de junho, exclusivamente pelo portal www.curta8.com.br

Os participantes selecionados terão o seu filme exibido durante a mostra competitiva do CURTA 8 – Festival Internacional de Cinema Super 8 de Curitiba, de 5 a 8 de outubro, na CAIXA Cultural Curitiba.

Confere o resultado no dia 3 de julho no www.curta8.com.br!

Serviço:
Oficina: Tomada Única
Local: CAIXA Cultural Curitiba, Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)
Data: 8 e 9 de julho de 2017 (sábado e domingo)
Horário: sábado das 9h às 18h. Domingo, das 9h às 13h.
Inscrições: pelo site www.curta8.com.br
Vagas limitadas
Classificação etária: não recomendado para menores de 16 anos

CAIXA CULTURAL CURITIBA RECEBE MATHEUS NACHTERGAELE EM PROCESSO DE CONSCERTO DO DESEJO

Ator usa a poesia de sua mãe, a escritora Maria Cecília Nachtergaele, para explorar as palavras conserto e concerto: “Quero consertar meu desejo com poesia, num concerto.”

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, de 21 a 25 de junho, o espetáculo Processo de Conscerto do Desejo, com o ator e diretor Matheus Nachtergaele. A peça é uma homenagem a sua mãe, Maria Cecília Nachtergaele, que faleceu em 1968. No palco, ele recita os textos da poetisa, em primeira pessoa, acompanhado do músico Luã Belik (violão) e do violinista Henrique Rohrmann.

A peça estreou em julho de 2015, no Festival de Teatro de Ouro Preto e Mariana e tem emocionado o público nas cidades por onde passou, como Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Fortaleza, Brasília, Paraty, Uberlândia, Porto Alegre, Pelotas, Caxias do Sul, entre outras.

A construção do espetáculo, segundo o ator e diretor, acontece diante do público: “Preciso das pessoas como observadores emocionados. Quero ir consertando meu desejo de acordo com essa emoção, dia após dia. Como na vida. Como no teatro. Isso, só o teatro pode nos trazer”, diz Matheus.

Conserto e Concerto
Matheus Nachtergaele observa que poucas palavras se confundem tanto em nossa língua quantos ‘concerto’ e ‘conserto’. “Aqui, elas se mesclam vertiginosamente. Quero consertar meu desejo com poesia, num concerto”, diz ele.

O ator explica: “minha mãe faleceu quando eu era um bebê de três meses. Dela, me restaram seus poemas, lindos e maduros, escritos de uma jovem mulher moderna e triste, e essa veia que me marca a testa quando rio ou choro muito. Em Processo de Conscerto do Desejo, acompanhado pelo jovem violonista Luã Belik, direi finalmente os poemas que guardei nos olhos e na alma como única herança dela. O espetáculo é simples assim: um homem (que por acaso é um ator) diz no palco as palavras escritas por sua mãe. Um violão (não por acaso, pois Maria Cecília amava os violões) o acompanha. É só isso, se isso for pouco”.

Matheus Nachtergaele / Foto: Marcos Hermes

Sobre o ator
Matheus Nachtergaele é um ator e diretor com intensa atuação no teatro, cinema e televisão. Iniciou sua carreira teatral com o cultuado diretor paulista Antunes Filho, em 1989. No ano seguinte, ingressou na Escola de Arte Dramática (USP-SP), e logo estreou nos palcos profissionalmente. Com o Teatro da Vertigem o grupo, fundado em 1992 e dirigido por Antônio Araújo, protagonizou os espetáculos ‘Paraíso Perdido’ e ‘O Livro de Jó’, recebendo por estas atuações prêmios de melhor ator, entre eles os prêmios Shell, Mambembe e APCA. Em seguida, atuou nos espetáculos Da Gaivota, Woyzzeck e A Controvérsia, todos premiados e bem recebidos pelo público e pela crítica especializada.

Nos cinemas, estreou sob a direção de Bruno Barreto, em 1997, com o filme O que é isso, Companheiro?. Desde então, Matheus atuou em cerca de 30 longas-metragens, como Central do Brasil e O Primeiro Dia, de Walter Salles Jr; O Auto da Compadecida e O Bem Amado, de Guel Arraes; Cidade de Deus, de Fernando Meirelles; e Amarelo manga, Baixio das Bestas e Febre do Rato, de Claudio Assis. Por estes e outros trabalhos recebeu inúmeros prêmios como ator, incluindo APCAs, dois Grande Prêmio do Cinema Brasileiro e outros muitos em Festivais de Cinema, como o Cine PE, Cine Ceará, e Festival do Rio.

Sua estreia cinematográfica como roteirista e diretor foi em 2008, com o longa-metragem A Festa da Menina Morta’, exibido na mostra Un Certain Règard, na Seleção Oficial do Festival de Cannes. O filme recebeu diversos prêmios em várias categorias em festivais de cinema no Brasil e no exterior. E no conceituado Festival de Chicago, no Festival de Cinema de Gramado e no Festival do Rio, Matheus Nachtergaele recebeu o prêmio de Melhor Diretor.

Na televisão, destacam-se trabalhos como Hilda Furacão, Os Maias, Decamerão, Ó Paí, ó!, Da Cor do Pecado, América, Cordel Encantado e no remake de Saramandaia, estrelando como o Seu Encolheu.

Serviço:
Teatro: Processo do Conscerto do Desejo
Local: CAIXA Cultural Curitiba, Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)
Data: 21 a 25 de junho de 2017 (quarta a domingo)
Horário: quarta-feira a sábado, às 20h. Domingo, às 19h
Ingressos: vendas a partir de 17 de junho (sábado). R$ 20 e R$ 10 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA). A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura.
Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sábado, das 12h às 20h, e domingo, das 16h às 19h)
Classificação etária: não recomendado para menores de 16 anos
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)

Informações e entrevistas:
Fabiana – (41) 9 8403.1653
fabiana.fernandes@grupoinforme.com.br

Assessoria de Imprensa da CAIXA Cultural Curitiba (PR)
(41) 3544-5641
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ATORES PROFISSIONAIS SE JUNTAM A AMADORES NO PALCO DA CAIXA CULTURAL CURITIBA

Pessoas comuns foram escolhidas por anúncio de jornal. Ao lado dos profissionais, eles contam sua história verdadeira na maior intimidade

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, de 16 a 18 de junho, o espetáculo Amadores, da Cia Hiato, de São Paulo. Na peça, resultado de pesquisa da companhia, cinco atores profissionais contracenam com 13 artistas amadores, pessoas de diversas áreas que foram selecionadas por meio de anúncios em jornal ou oficinas públicas. Além de exporem as suas experiências pessoais, cada um dos amadores tem alguma habilidade artística. “Durante a seleção, muitos deles nunca tinham ido ao teatro. Esta foi sua primeira experiência no palco. E eles têm perfis muito diversos: há um atendente de telemarketing, uma empregada doméstica, um ator pornô. O resultado é surpreendente”, avalia o ator Thiago Amaral, que integra o elenco de Amadores.

O espetáculo é um passeio por histórias e contextos, uma galeria de retratos vivos, num diálogo cênico surpreendente. Os amadores fazem um discurso pessoal que os revela socialmente, seja pela marginalização, por questões raciais, de gênero ou sexualidade, exclusão de classe ou por contextos culturais diversos. O que começou como uma entrevista de elenco, em que cada um deles exibiu suas especialidades e seus “objetos de arte”, chega ao palco como um compartilhamento de experiências pessoais.

A companhia aposta no teatro – suas convenções, seus códigos, gêneros e profissionais – para ampliar as possibilidades do que pode ser apresentado em cena, expondo diferentes experiências artísticas ao mesmo tempo, dando voz ao público que se sente marginalizado pelas artes e até mesmo aos profissionais que também podem estar excluídos.

Ronaldo de Moraes é um dos amadores. Morador da periferia de São Paulo, recém formado em Ciências Sociais, ele diz que a experiência é muito positiva. “É uma honra integrar este elenco. Tenho a liberdade de ser quem eu sou. Foi assim desde a primeira entrevista. E foi uma alegria ter sido aceito. Quando cheguei, eu, que acumulava diversos fracassos, tinha uma história de estigmas e preconceito, também tinha preconceito. Minha visão era limitada. Achava que vida de artista era vida de glamour. Depois eu vi o trabalho que é, quantas pessoas envolvidas”, diz Ronaldo, que está desempregado, foi alcoólatra, se envolveu com drogas e terminou a faculdade aos 47 anos de idade.

“Espero que as pessoas se identifiquem com alguma história entre as que vamos contar.” O personagem de Ronaldo, que representa ele mesmo, conta da sua descoberta diante dos espaços culturais da cidade de São Paulo. ”Falo de pertencimento através dos espaços culturais”, explica.

Em 2017, a Cia. Hiato comemora nove anos desde a estreia de seu primeiro espetáculo, “Cachorro Morto”. Nesses anos, foram criados cinco espetáculos, que associam memória e invenção, numa busca por novas dramaturgias, traço característico do grupo. A Cia. Hiato fez uma série de apresentações em palcos e festivais internacionais – Alemanha, Áustria, Bélgica, Chile, Colômbia, Estados Unidos, Holanda, Grécia e Romênia.

“Abandonamos a pessoalidade, a metalinguagem e a biografia para pensar o outro, aquele que normalmente é excluído do palco ou que só aparece nele como representação ou discurso”, explica o diretor e dramaturgo do espetáculo, Leonardo Moreira.

fotografia: Ligia Jardim

Serviço:
Teatro: Amadores
Local: CAIXA Cultural Curitiba, Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro de Curitiba (PR)
Data: 16 a 18 de junho de 2017 (sexta a domingo)
Horário: sexta-feira e sábado, às 20h. Domingo, às 19h
Ingressos: vendas a partir de 10 de junho (sábado). R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA). A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura.
Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sábado, das 12h às 20h, e domingo, das 16h às 19h)
Classificação etária: não recomendado para menores de 14 anos
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)

Informações e entrevistas:
Assessoria Curitiba – Cia Hiato:  Fernando – (41) 9 9996.5292 / fernandodproenca@gmail.com
Assessoria CAIXA: Fabiana – (41) 9 8403.1653 / fabiana.fernandes@grupoinforme.com.br