CAIXA CULTURAL CURITIBA ANUNCIA SHOW INÉDITO DE ANA FRANGO ELÉTRICO

“Ana Frango Elétrico de Bolso” será apresentado entre os dias 19 e 20 de setembro, com a presença do multi-instrumentista Vovô Bebê

A CAIXA Cultural Curitiba recebe, em setembro, a estreia na capital paranaense do espetáculo “Ana Frango Elétrico de Bolso”. Em formato intimista, a apresentação reúne a compositora, poeta, artista visual e produtora musical Ana Frango Elétrico e o multi-instrumentista Vovô Bebê, em uma experiência que aproxima os artistas cariocas do público curitibano. As apresentações acontecem em sessões duplas nos dias 19 e 20 de setembro, às 17h e 19h30, com interpretação em LIBRAS na sessão das 19h30 do sábado (19).

“Ana Frango Elétrico de Bolso” evidencia a versatilidade de um projeto que, desde 2023, circula por diversas capitais. A artista e o cantor, compositor e produtor Vovô Bebê (nome artístico de Pedro Dias Carneiro) são parceiros de longa data. A parceria discográfica entre os dois teve início em 2018, com o álbum de estreia de Ana, “Mormaço Queima” (RISCO).

Entre a palavra escrita e a falada, Ana evoca no show a sua multiplicidade. Com voz, guitarra e sampler, ela constrói camadas que se expandem em diálogo com a pulsação elétrica do contrabaixo de Vovô Bebê, que sustenta e intensifica a força dessa junção sonora.

No palco, os artistas percorrem a discografia de Ana Frango Elétrico em um setlist que vai a outros extremos e possibilidades de processo e produção musical, entre versões e faixas inéditas.

“Acho que [Ana Frango Elétrico de Bolso] é um lugar mais intimista, como se o público estivesse em minha casa comendo de minha comida”, pondera a artista.

Neste encontro inédito em Curitiba, o público é convidado a atravessar o universo subjetivo de Ana Frango Elétrico, em uma experiência entrelaçada à poética em expansão no espaço-tempo criativo da artista.

Após a segunda sessão do espetáculo, no sábado (19), Ana Frango Elétrico participa de um bate-papo com o público sobre o processo de criação de “Ana Frango Elétrico de Bolso”, a construção do repertório e a parceria artística que dá forma à apresentação. O encontro acontece logo após a sessão das 19h30 e contará com interpretação em LIBRAS, ampliando as possibilidades de acesso e participação do público.

Sobre Ana Frango Elétrico
Ana Frango Elétrico é uma artista em transmutação. A não-binariedade atravessa a construção de sua linguagem poética e artística. Ela expande o universo de sua obra nas artes gráficas, visuais e sonoras.

Entre dobras e texturas nostálgicas ao longo de seu amadurecimento discográfico, Ana também é reconhecida por sua pesquisa multidisciplinar, com indicação ao Prêmio PIPA em 2021.

No ano seguinte, Ana venceu o Grammy Latino como co-produtora musical, na categoria Melhor Álbum Pop em Português, pelo disco “Sim Sim Sim” (2022, Mr Bongo), único álbum lançado pelo grupo Bala Desejo.

Multifacetada em suas linguagens, a carioca compilou, em seu livro-catálogo de estreia, “Escoliose: paralelismo miúdo” (2020, Edições Garupa), poesias, gravuras e ilustrações produzidas entre os anos de 2015 e 2019, com a apresentação da escritora Heloisa Buarque de Hollanda, intitulada “Um bilhete para Ana F”.

Com o segundo álbum de estúdio, “Little Electric Chicken Heart” (2019, RISCO), Ana consolidou sua projeção nacional e internacional. Ela conquistou a premiação da APCA e foi indicada ao Grammy Latino, ao Prêmio Multishow da Música Brasileira e ao Women’s Music Event Awards. Com repercussão na imprensa especializada brasileira e internacional, o projeto ganhou a versão em vinil no Brasil e no Japão.

O lirismo noir encontra novas formas em “Me Chama de Gato Que Eu Sou Sua”, terceiro álbum de estúdio de Ana Frango Elétrico, lançado em 2023 em parceria com os selos RISCO (Brasil), Mr Bongo (Inglaterra) e Think! Records (Japão).

A partir dele, no ano seguinte, a poética de Ana atravessou novas fronteiras, chegou aos palcos japoneses e ampliou a dimensão internacional de sua obra.

De volta ao Brasil após sua segunda eurotour, realizada em agosto deste ano e com destaque para a participação no Sziget Festival, na Hungria, Ana integra, ao lado do estilista Ronaldo Fraga, a equipe da turnê do show “Que mulher é essa?!”, da cantora Simone, na qual assina direção musical e os arranjos.

Atualmente, além do espetáculo “Ana Frango Elétrico de Bolso”, ela está confirmada no line-up do Primavera Sound São Paulo e do Coala Festival, neste último, em um show ao lado de Marcos Valle.

Ana Frango Elétrico transforma a própria singularidade artística em linguagem, absorvendo os movimentos despretensiosos do universo ao seu redor para construir narrativas de sua própria egrégora, em seu heterônimo mulher-homem-bicho.

SERVIÇO:
Ana Frango Elétrico de Bolso – Show com Ana Frango Elétrico e Vovô Bebê
Local: CAIXA Cultural Curitiba
Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Datas e horários: 19 de setembro (sábado), às 17h (primeira sessão) e 19h30 (segunda sessão); 20 de setembro (domingo), às 17h (primeira sessão) e 19h30 (segunda sessão);
Sessão com interpretação em Libras: Sessão das 19h30 de sábado (19);
Ingressos: R$15 (meia-entrada para clientes CAIXA e casos previstos em lei) e R$30 (inteira)
Vendas: a partir de 12 de setembro, às 10h, na bilheteria física; e às 15h, pela Bilheteria Digital.
Funcionamento da bilheteria: Terça a sábado, das 10h às 20h | Domingos, das 10h às 19h
Duração: 75 minutos
Classificação indicativa: 16 anos
Informações: CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba | (41) 3041-2155

SERVIÇO:
Bate-papo com Ana Frango Elétrico
Data: 19 de setembro (sábado), após a sessão das 19h30
Local: CAIXA Cultural Curitiba
Participação: Ana Frango Elétrico
Acessibilidade: interpretação em Libras
Acesso: atividade realizada após a segunda sessão do espetáculo. Participação condicionada ao acesso à sessão das 19h30.

Fonte: Cabana Assessoria
Crédito Foto: Hick Duarte.

CAIXA CULTURAL CURITIBA CHICO CÉSAR EM APRESENTAÇÃO DO SHOW “FOFO”

Artista paraibano realiza cinco apresentações entre 3 e 5 de julho em formato voz e violão

A CAIXA Cultural Curitiba recebe, entre os dias 3 e 5 de julho de 2026, em cinco sessões, o cantor e compositor Chico César para apresentação do show de lançamento do álbum “FOFO”. Em formato voz e violão, o espetáculo reúne canções inéditas e revisita origens da trajetória do artista.

Em cena, o público acompanha músicas cuja sonoridade reflete as diversas influências que marcaram a formação do jovem Chico César. Guardadas por décadas, essas composições ganham nova vida no décimo primeiro álbum de estúdio do artista, que também é escritor e jornalista.

Mais do que revisitar o passado, “FOFO” propõe um diálogo entre diferentes momentos de uma mesma existência artística. O jovem compositor, que experimentava linguagens e sonoridades, encontra o artista consolidado na música brasileira contemporânea. “Embora o show seja em formato voz e violão, isso não significa facilidade. O formato é minimalista, mas não é simples. As canções são difíceis, intrincadas. O público atual está acostumado a músicas rápidas e diretas, mas acredito que ainda há espaço para obras mais complexas, especialmente entre quem cresceu acompanhando minha trajetória e entre jovens que buscam novas camadas de escuta”, afirma Chico César.

Reencontro com as origens
As 16 faixas de “FOFO” recuperam composições escritas durante a passagem de Chico César pelo grupo Jaguaribe Carne e nos primeiros anos vividos em São Paulo, antes de seu álbum de estreia.

O trabalho preserva características originais dessas criações, ao mesmo tempo em que revela novas camadas de significado adquiridas ao longo do tempo. O formato voz e violão aproxima público e artista, com foco na palavra, na melodia e na interpretação.

A proposta dialoga com o disco “Aos Vivos” (1995), que projetou Chico César nacional e internacionalmente. Em “FOFO”, o movimento é de reencontro com suas origens criativas.

Entre as faixas estão “Hino da Coroação”, “Com Licença da Palavra”, “Lençóis Maranhenses”, “Fofo”, “Saudade Senhora Dona”, “Profano” e “Pobre Vila Rica”.

Espetáculo intimista
A temporada na CAIXA Cultural Curitiba propõe uma experiência intimista, construída a partir das canções e das histórias que as acompanham. Durante o espetáculo, Chico César apresenta músicas inéditas e compartilha elementos de sua trajetória artística.

Reconhecido por obras como “Mama África”, “À Primeira Vista” e “Pensar em Você”, o artista tem carreira marcada pela diversidade de ritmos, pela força poética de suas composições e pela conexão com a cultura brasileira. Em “FOFO”, a memória é elemento central da criação artística.

Sobre o artista: Chico César é cantor, compositor, escritor e jornalista paraibano, reconhecido como uma das vozes da música brasileira contemporânea. Revelado nacionalmente com o álbum Aos Vivos(1995), construiu trajetória marcada pela diversidade musical e pela força poética de suas composições.

Com mais de três décadas de carreira, já se apresentou em diversos países e desenvolveu obra que dialoga com temas como identidade, diversidade, afeto e pertencimento. Em FOFO, seu décimo primeiro álbum de estúdio, revisita composições escritas na juventude e promove um encontro entre suas origens criativas e a maturidade artística.

SERVIÇO:
Chico César – Show de lançamento do álbum “FOFO”
Local: CAIXA Cultural Curitiba (Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro)
Datas e horários: 03/07 (sexta-feira), às 18h e 20h; 04/07 (sábado), às 18h e 20h; 05/07 (domingo), às 19h
Sessão com interpretação em Libras: 04/07 (sábado), às 18h
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada)
Vendas: a partir de 27/06, às 10h, na bilheteria física e às 15h na bilheteria online
Classificação indicativa: 12 anos
Funcionamento da bilheteria: Terça a sábado, das 10h às 20h | Domingos, das 10h às 19h
Informações: (41) 3041-2155
Programação completa: Instagram @caixaculturalcuritiba

Assessoria de Imprensa:
BB Comunica – @bb_comunica

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA ENCUENTROS – AÇÕES DE DIÁLOGO EM DANÇA CURITIBA – AMÉRICA LATINA

¿CÓMO LAS COSAS LLEGARON AQUÍ? de Iván Haidar. Foto: Tato Giannini.

De 5 a 13 de junho de 2026, a CAIXA Cultural Curitiba recebe a segunda edição de ENCUENTROS | ações de diálogo em dança Curitiba – América Latina, transformando Curitiba em um território de intersecção e partilha ao longo de 9 dias de programação. Durante este período, o projeto reúne criadores dedicados ao trabalho colaborativo e coletivo. A programação articula apresentações de espetáculos, residências artísticas, pocket shows e espaços de convívio, transformando a mostra em um campo de investigação contínua. ENCUENTROS se estrutura sob a premissa de que o encontro é uma ação imperativa que constrói, modifica e urge. É a partir desse entendimento que a mostra se desenha, criando espaços voltados ao compartilhamento de trajetórias, perguntas e inquietações artísticas, estéticas e políticas, focando na potência dos processos e no movimento.

Conceitualmente, a edição 2026 se articula a partir da relação somática entre corpo e território. Curitiba torna-se o ponto de partida para caminhar, mover-se e conversar sobre as performatividades, mapeando as cartografias singulares que cada artista produz em sua comunidade e na cidade que habita. A mostra de dança acompanha criadores que investigam suas práticas estéticas, inserções territoriais e projeções em rede, indagando como essas manifestações dialogam com outros contextos sem perder suas singularidades. O projeto surge também diante do distanciamento cultural histórico entre o Brasil e os demais países latino-americanos, que frequentemente desconhecem as realidades, as narrativas e as referências artísticas das nações vizinhas. Diante desse panorama, a mostra amplia os espaços de interlocução para construir redes de intercâmbio entre artistas de várias nacionalidades, provocando alteridade e mexendo com a cena curitibana.

Esse ambiente de intersecção e cooperação é costurado por uma comissão curatorial heterogênea, composta pela curadora e gestora argentina Jimena Garcia Blaya, pela artista e curadora mexicana Olga Gutiérrez, e pelo artista-gestor curitibano Leonardo Kunta, que desenham o chamamento e acompanham toda a programação para potencializar as redes internacionais de colaboração nas artes vivas latino-americanas, contando ainda com a interlocução curatorial da idealizadora e diretora artística Mariana Mello. Ao acionar esses espaços coletivos de intercâmbio, ENCUENTROS entende a travessia, o embate e a relação com outros corpos-geografias como uma provocação fundamental para os modos atuais de organização e criação nas artes vivas da América Latina e de Curitiba.

O panorama internacional reúne artistas de diferentes territórios latino-americanos na programação da CAIXA Cultural Curitiba. Do Uruguai, a criadora Eugenia S. Chirimini apresenta KRUMPFORMismo. Da Argentina, participam Iván Haidar, com a obra ¿Cómo las cosas llegaron aquí?, e a dupla formada por Constanza Copello e Delfina Serra, que apresenta Tropismo y Nastía. Representando a cena colombiana, Sara Idárraga Hamid integra a mostra com Des-emboca-dura con-mover lo atascado. Já o México marca presença com Azhareel Sierra e a performance Códice del placer. Em diálogo direto com as propostas internacionais, a cena de Curitiba se faz presente com os trabalhos ULTRAVIOLETA, de Adriana Omoto, Suíte Deserto, da Korpa Enkantada, MARIMBONDO, de André Oliveira, REGENERAÇÕES, de Majo Farias e Vitória Gabarda, e Por onde o corpo é rastro, de Nadya Romanowski.

A experiência na CAIXA Cultural Curitiba se expande ainda por meio de ações formativas e apresentações musicais que complementam a dimensão coletiva e relacional da mostra. O público e os artistas compartilharão saberes nas oficinas ministradas por Cinthia Kunifas, Laremi Paixão, Raphael Fernandes e Juliana Adur, que propõem práticas corporais de sensibilização e pensamento sobre o corpo e o mundo.

O cruzamento entre música e performance ganha força nos pocket shows que acontecem ao longo da programação. No dia de estreia, ENCUENTROS recebe Lu Faccini e o espetáculo convidado MONSTRUOSAS ALIANÇAS, de Gabriel Machado. Na segunda semana de evento, Gabriel conduzirá também o Diálogo # CITA, bate-papo público entre artistas, curadoria e público; ação acompanhada pela performance musical de Klüber. A mostra encerra com o pocket show Las Pájaras, e com o lançamento e a distribuição gratuita de uma publicação criada por Luana Navarro e Raro de Oliveira com registros criativos do projeto, estendendo a memória das escritas corporais, dos afetos e dos diálogos travados durante a mostra.

Ao conectar a cena local às urgências criativas da América Latina, ENCUENTROS consolida-se como uma cartografia viva. Cada movimento gerado ao longo desses nove dias ativa redes de alteridade, colaboração e intercâmbio. Porque o encontro é uma ação perfurativa.

Códice del placer. Crédito foto: Azur Martínez.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA
ENCUENTROS

05.06 SEX
19h30: ABERTURA ENCUENTROS
POCKET SHOW VOA NOITE DUO de Lu Faccini e Leo Gumiero [LIVRE]
MONSTRUOSAS ALIANÇAS de Gabriel Machado, Hedra Rockenbach e Stéfani Belo [LIVRE]

06.06 SÁB
14h – 17h OFICINA CORPO-CORPO CORPO-MUNDO com Cinthia Kunifas [16]
19h30
MARIMBONDO de André Oliveira (Curitiba) [LIVRE]
TROPISMO Y NASTÍA de Constanza Copello y Delfina Serra (Argentina) [18]

07.06 DOM
14h – 17h OFICINA DANÇAR É PERTENCER com Laremi Paixão [16]
18h
KRUMPFORMismo de Eugenia S. Chirimini (Uruguai) [LIVRE]
SUÍTE DESERTO de Korpa Enkantada (Curitiba) [16]

09.06 TER
19h30 POCKET SHOW MELINDRE de Julia Klüber
Diálogo Curitiba # América Latina
Bate-papo entre artistas, curadoria e público. Mediação: Gabriel Machado.

10.06 QUA
19h30
¿CÓMO LAS COSAS LLEGARON AQUÍ? de Iván Haidar (Argentina) [LIVRE]
ULTRAVIOLETA de Adriana Omoto (Curitiba) [16]

11.06 QUI
19h30
REGENERAÇÕES de Majo Farias e Vitória Gabarda (Curitiba) [18]
CÓDICE DEL PLACER de Azhareel Sierra (México) [18]

12.06 SEX
19h30
POR ONDE O CORPO É RASTRO de Nadya Romanowski (Curitiba) [LIVRE]
DES-EMBOCA-DURA CON-MOVER LO ATASCADO de Sara Idárraga Hamid (Colômbia) [10]

13.06 SÁB
10h – 13h OFICINA ARQUITETURAS ORGÂNICAS DO MOVIMENTO com Raphael Fernandes [16]
14h – 17h OFICINA JOGO DE INTERESSES – O INTERESSE COMO FORÇA DE APROXIMAÇÃO E CRIAÇÃO com Juliana Adur [16]
19h30 ENCERRAMENTO ENCUENTROS
POCKET SHOW LAS PÁJARAS [LIVRE]
Lançamento e distribuição da PUBLICAÇÃO | REGISTRO CRIATIVO [LIVRE]

SERVIÇO:
Mostra ENCUENTROS | ações de diálogo em dança Curitiba – América Latina # 2ª Edição
Data: De 05 a 13 de junho de 2026
Local: CAIXA Cultural Curitiba
Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro, Curitiba – PR
Ingressos por noite: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada)
Oficinas gratuitas
INFOS E INSCRIÇÕES OFICINAS:
https://linktr.ee/mostraencuentros
https://www.encuentros.art

MITOLOGIAS ANTIGAS E MITOLOGIAS MODERNAS: ENTRE DISCURSOS E IMAGENS

Neste curso, a exposição Mythologia, do artista visual Felipe Scandelari, em cartaz na CAIXA Cultural Curitiba até dia 28 de maio, será o ponto de partida para o estudo da mitologia grega. A partir das pinturas, o professor de Letras Clássicas da Universidade Federal do Paraná, Roosevelt Rocha, apresentará e debaterá um conjunto de narrativas relacionadas com os mitos dos gregos antigos.

Serviço:
Data: 01 e 02 de abril de 2023 (sábado e domingo) TURMA ÚNICA
Horário: 10h às 13h e 14h às 17h
Duração: 720 min
Público: a partir de 16 anos
Vagas: 40
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro – Curitiba-PR
Inscrições gratuitas: aqui
Informações: caixaculturalcuritiba@caixa.gov.br
Contato: (41) 4501-8309 / 4501-8502

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA O ESPETÁCULO A BELA ADORMECIDA

Criada em 1971, “A Bela Adormecida” foi a primeira montagem do Grupo Giramundo. Hoje o espetáculo conta com nova cenografia, bonecos idênticos aos da década de 1970 e trilha sonora original

A CAIXA Cultural traz a Curitiba a montagem do espetáculo infantil “A Bela Adormecida”, na versão criada pelo Grupo Giramundo em 1971. Esse foi o primeiro trabalho da companhia especializada em teatro de bonecos. Na ocasião, a montagem foi produzida em fundo de quintal como passatempo e brincadeira familiar por Álvaro Apocalypse, sua esposa Tereza Veloso e Maria do Carmo Vivacqua Martins (Madu), aluna da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Os bonecos foram construídos de modo simples, na técnica de bastão, e modelados em “papier collé”. O texto foi adaptado por Álvaro Apocalypse a partir da versão do conto escrita pelo francês Charles Perrault, publicada em 1697. “A Bela Adormecida” é um conto de fadas clássico cuja personagem principal é uma princesa que, após ser enfeitiçada por uma feiticeira má, adormece por muitos anos até ser despertada pelo beijo de amor de um príncipe. Na montagem atual do Giramundo, o espetáculo conta com nova cenografia e os bonecos foram substituídos por réplicas idênticas aos bonecos da remontagem de 1976. A trilha sonora é a original.

Mostra Mundo Giramundo
Aberta ao público desde o dia 19 de maio, a “Mostra Mundo Giramundo”, em cartaz na CAIXA Cultural Curitiba, traz uma coleção de peças de conteúdo lúdico e educativo que busca revelar o modo de trabalho e o processo criativo do Giramundo, nacionalmente conhecido por atuar com o universo do teatro de bonecos. O acervo não se limita à exibição convencional de uma coleção de bonecos, o que normalmente enfatiza apenas dimensões estéticas, representadas pela forma escultórica, pela pintura, figurino e acabamento. Muito mais do que isso, a mostra revela as dimensões construtivas, mecânicas e cinéticas das marionetes, que priorizam o movimento e seus mecanismos.

Outro fator distintivo da mostra está na exibição organizada do processo de planejamento e construção de marionetes, suas etapas, ferramentas e abordagens, ou, em outras palavras, aquilo que pode ser qualificado como “acervo imaterial” do Giramundo, representado por seu know-howligado ao design de bonecos. Nesse campo, destaca-se a rara exibição da coleção de desenhos, estudos e projetos para teatro de marionetes de Álvaro Apocalypse, criador do Giramundo e um dos grandes mestres mundiais desta expressão artística.

A dimensão histórica é representada na mostra por meio de cenas selecionadas dos principais espetáculos do grupo, de 1970 a 2014, com o intuito de compor uma trajetória visual das transformações pelas quais passaram as pesquisas da companhia. O principal objetivo da “Mostra Mundo Giramundo” é a formação de plateia e a criação de um espaço de reflexão crítica sobre a o teatro de bonecos através de atividades multidisciplinares. A mostra permanece aberta ao público até o dia 12 de agosto. A visitação às galerias da CAIXA Cultural Curitiba acontece de terça a sábado, das 10h às 20h; e também aos domingos, das 10h às 19h. A entrada é gratuita e a classificação etária é livre para todos os públicos.

Serviço
Teatro: “A Bela Adormecida” com o Grupo Giramundo
Local: CAIXA Cultural Curitiba. Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR).
Data: 16 de junho de 2018 (sábado).
Horário: sábado, às 11h, às 15h e às 17h.
Ingressos:vendas a partir de 09 de junho (sábado).R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA). A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura.
Bilheteria: (41) 2118-5111 (De terça a sábado, das 12h às 20h. Domingo, das 14h às 19h.)
Classificação etária: Livre
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)

Informações e entrevistas:
Maria Celeste Corrêa – (41) 9 9995 0169 / 9 8786 4465
fernandezcorreamc@gmail.com / maria.correa@grupoinforme.com.br

Assessoria de Imprensa da CAIXA Cultural Curitiba (PR)
(41) 3544-5641
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CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA O ESPETÁCULO PEDRO E O LOBO COM O GRUPO GIRAMUNDO

Pedro e o Lobo – Giramundo – Brumadinho – Foto: Hugo Honorato

A montagem mais apresentada na história do Giramundo, um dos maiores grupos de teatro de bonecos do país, foi criada para mostrar às crianças como funciona a estrutura de uma orquestra, de acordo com a versão original do russo Sergei Prokofiev

A CAIXA Cultural traz a Curitiba a versão para bonecos do espetáculo infantil “Pedro e o Lobo”. A montagem reforça, com imagens, a ideia central da versão musical original criada por pelo russo Sergei Prokofiev, em 1936: compartilhar com as crianças a estrutura elementar de uma orquestra, seus principais timbres e grupos de instrumentos. A história infantil conta, por meio da música, a aventura de Pedro, um menino que vive com o avô e se envolve em situações difíceis com um lobo, o passarinho Sascha, o gato Ivan, a pata Sônia e um grupo de caçadores.

Para esse espetáculo, o Grupo Giramundo optou pela marionete a fio e sua ampla gama de movimentos e possibilidades de expressão. Os cenários foram substituídos por desenhos em um quadro negro, as vozes dos personagens surgem ao vivo e o plano do palco é o do chão, mesmo nível dos pequenos espectadores. Pedro e o Lobo é o espetáculo mais apresentado na história do Giramundo, fundado em 1970.

Palestra: Processo de Montagem Teatral
No dia 9 de junho, após a segunda sessão da peça Pedro e o Lobo”, os diretores do Grupo Giramundo, Beatriz Apocalypse e Ulisses Tavares, farão uma palestra na qual vão abordar o processo de montagem de um espetáculo de acordo com a metodologia do grupo. Temas como adaptação, trilha sonora, construção de personagens, desenho, projetos, técnica de manipulação e ensaios serão explicados de modo claro e divertido, utilizando como exemplos os 36 espetáculos montados pelo Giramundo desde a sua fundação até os dias atuais. Dirigida a marionetistas, estudantes de artes, estudantes de teatro e interessados no teatro de bonecos, a palestra será realizada no Teatro da CAIXA, das 18h30 às 20h. As inscrições serão feitas na hora, mediante ordem de chegada, e limitadas à capacidade do teatro que possui 123 lugares.

Mostra Mundo Giramundo
Aberta ao público desde o dia 19 de maio, a “Mostra Mundo Giramundo”, em cartaz na CAIXA Cultural Curitiba, traz uma coleção de peças de conteúdo lúdico e educativo que busca revelar o modo de trabalho e o processo criativo do Giramundo, nacionalmente conhecido por atuar com o universo do teatro de bonecos. O acervo não se limita à exibição convencional de uma coleção de bonecos, o que normalmente enfatiza apenas dimensões estéticas, representadas pela forma escultórica, pela pintura, figurino e acabamento. Muito mais do que isso, a mostra revela as dimensões construtivas, mecânicas e cinéticas das marionetes, que priorizam o movimento e seus mecanismos.

Outro fator distintivo da mostra está na exibição organizada do processo de planejamento e construção de marionetes, suas etapas, ferramentas e abordagens, ou, em outras palavras, aquilo que pode ser qualificado como “acervo imaterial” do Giramundo, representado por seu know-how ligado ao design de bonecos. Nesse campo, destaca-se a rara exibição da coleção de desenhos, estudos e projetos para teatro de marionetes de Álvaro Apocalypse, criador do Giramundo e um dos grandes mestres mundiais desta expressão artística.

A dimensão histórica é representada na mostra por meio de cenas selecionadas dos principais espetáculos do grupo, de 1970 a 2014, com o intuito de compor uma trajetória visual das transformações pelas quais passaram as pesquisas da companhia. O principal objetivo da “Mostra Mundo Giramundo” é a formação de plateia e a criação de um espaço de reflexão crítica sobre a o teatro de bonecos através de atividades multidisciplinares. A mostra permanece aberta ao público até o dia 12 de agosto. A visitação às galerias da CAIXA Cultural Curitiba acontece de terça a sábado, das 10h às 20h; e também aos domingos, das 10h às 19h. A entrada é gratuita e a classificação etária é livre para todos os públicos.

Serviço:
Teatro: “Pedro e o Lobo” com o Grupo Giramundo
Local: CAIXA Cultural Curitiba. Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro, Curitiba (PR).
Data: 09 e 10 de junho de 2018 (sábado e domingo).
Horário: sábado, às 15h e às 17h; e domingo, às 15h.
Ingressos: vendas a partir de 02 de junho (sábado). R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA). A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura.
Bilheteria: (41) 2118-5111 (De terça a sábado, das 12h às 20h. Domingo, das 14h às 19h.)
Classificação etária: Livre
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)

Palestra: Processo de Montagem Teatral
Data: 09 de junho de 2018.
Horário: sábado, das 18h30 às 20h.
Local: Teatro da CAIXA
Inscrições: mediante ordem de chegada, limitada à capacidade do espaço.
Classificação: Dirigido a marionetistas, estudantes de artes, estudantes de teatro e interessados no teatro de bonecos.
Vagas: 123

Informações e entrevistas:
Maria Celeste Corrêa – (41) 9 9995 0169 / 9 8786 4465
fernandezcorreamc@gmail.com

Assessoria de Imprensa da CAIXA Cultural Curitiba (PR)
(41) 3544-5641
www.caixa.gov.br/imprensa | @imprensaCAIXA
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CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA A MOSTRA MUNDO GIRAMUNDO

A “Mostra Mundo Giramundo” coleta e expõe materiais diversos para criar uma visão ampla e multifacetada sobre o processo de trabalho e a trajetória do Giramundo, um dos maiores grupos de teatro de bonecos do Brasil

A CAIXA Cultural traz a Curitiba a “Mostra Mundo Giramundo”, uma coleção de peças de conteúdo lúdico e educativo que busca revelar o modo de trabalho e o processo criativo do Giramundo, nacionalmente conhecido por atuar com o universo do teatro de bonecos. O acervo não se limita à exibição convencional de uma coleção de bonecos, o que normalmente enfatiza apenas dimensões estéticas, representadas pela forma escultórica, pela pintura, figurino e acabamento. Muito mais do que isso, a mostra revela as dimensões construtivas, mecânicas e cinéticas das marionetes, que priorizam o movimento e seus mecanismos.

Outro fator distintivo da mostra está na exibição organizada do processo de planejamento e construção de marionetes, suas etapas, ferramentas e abordagens, ou, em outras palavras, aquilo que pode ser qualificado como “acervo imaterial” do Giramundo, representado por seu know-howligado ao design de bonecos. Nesse campo, destaca-se a rara exibição da coleção de desenhos, estudos e projetos para teatro de marionetes de Álvaro Apocalypse, criador do Giramundo e um dos grandes mestres mundiais desta expressão artística.

A dimensão histórica é representada na mostra por meio de cenas selecionadas dos principais espetáculos do grupo, de 1970 a 2014, com o intuito de compor uma trajetória visual das transformações pelas quais passaram as pesquisas da companhia. Essa dimensão pragmática é ressaltada por meio da apresentação dos espetáculos previstos para o mês de junho (“Pedro e o Lobo”e “A Bela Adormecida”), no Teatro da CAIXA Cultural Curitiba e, ainda, através de uma palestra que irá demonstrar o processo de montagem dos espetáculos do Giramundo, também programada para junho. Os espetáculos e a palestra têm o propósito de aproximar o espectador do ofício do marionetista e de sua realidade prática. O principal objetivo da “Mostra Mundo Giramundo” é a formação de plateia e criação de um espaço de reflexão crítica sobre a o teatro de bonecos através de atividades multidisciplinares.

Serviço:
Artes Visuais: “Mostra Mundo Giramundo”
Local: CAIXA Cultural Curitiba, Rua Conselheiro Laurindo, 280, Curitiba-PR  – Galeria do Mezanino
Abertura: 15 de maio (terça-feira)
Visitação: de 16 de maio (quarta) a 12 de agosto (domingo)
Horário: terça a sábado, das 10h às 20h; e domingo, das 10h às 19h.
Ingressos: Entrada franca
Informações: (41) 2118-5111
Classificação etária: Livre para todos os públicos

Informações e entrevistas:
Maria Celeste Corrêa – (41) 9 9995 0169 / 9 8786 4465
fernandezcorreamc@gmail.com
maria.correa@grupoinforme.com.br

CAIXA CULTURAL TRAZ A CURITIBA O ESPETÁCULO KRUM

krum / foto: Annelize Tozetto

A premiadíssima montagem da companhia brasileira de teatro, em parceria com a atriz e produtora Renata Sorrah, faz nova temporada em Curitiba

Até que ponto é possível sonhar a mudança? Será que estamos condenados a repetir indefinidamente os mesmos ritos incompreensíveis, a viver uma sucessão interminável de casamentos e funerais que, vistos sem ilusões, não significam nada? Por que continuar? Para que continuar? Essas são questões que a peça KRUM traz para o palco. Escrita pelo dramaturgo israelense Hanoch Levin (1943-1999), foi encenada pela primeira vez no Brasil pela companhia brasileira de teatro, de Curitiba.

KRUM é uma peça com dois enterros e dois casamentos. Não existem grandes feitos, tudo é ordinário. Entre as duas cerimônias, acontece uma sequência de cenas curtas, o quadro da vida dos habitantes de um bairro remoto. “É uma peça sobre pessoas. O que está em jogo é a matéria humana. Habitam o mundo de KRUM seres pequenos, sem pudor na palavra, vivendo sob um teto baixo. Há um olhar, ao mesmo tempo, cruel e generoso sobre vidas mínimas ou, como em Tchekhov, sobre o que existe de mínimo no ser humano”, sublinha o diretor Marcio Abreu.

A história tem início com o retorno ao lar do personagem-título, que, depois de perambular pela Europa em busca de experiências e quiçá de aprendizado, volta para casa – na periferia de uma cidade– de mãos vazias. Ao chegar, Krum confessa que não viu nada, não viveu nada, que nem mesmo no estrangeiro foi capaz de encontrar o que buscava.

Ao recusar a possibilidade de qualquer transformação existencial e de qualquer escapatória de um mundo onde o céu parece sempre tão baixo, o ar tão pesado e as estruturas sociais tão opressoras, Krum questiona a existência e a partir de tais questionamentos. Nesse contexto acontece o reencontro do recém-chegado com os curiosos habitantes de seu mundo: sua mãe, seus amigos, a antiga namorada e os vizinhos. Breves episódios de suas vidas desenrolam-se diante dos espectadores, que são instados a se identificar com a perspectiva distanciada e irônica de Krum. “O fim está no começo e, no entanto, continua-se”, as palavras de Beckett descrevem com perfeição o princípio estrutural de Krum.

A companhia brasileira de teatro e Renata Sorrah
A estreia do autor israelense no Brasil é o segundo projeto produzido a partir da bem-sucedida parceria entre a atriz Renata Sorrah e a companhia brasileira de teatro. A primeira foi Esta Criança, do autor francês Joël Pommerat, sucesso de público e crítica que estreou no Rio de Janeiro, no fim de 2012 e, ainda hoje, viaja pelas principais cidades do país. Em mais de 40 anos de carreira, com impactantes atuações em espetáculos, no cinema e na televisão, Renata Sorrah é um dos grandes nomes do teatro brasileiro. Ao lado dela, neste projeto, está a premiada companhia brasileira de teatro, fundada há 17 anos, em Curitiba, pelo ator, dramaturgo e diretor Marcio Abreu.

A companhia é considerada pela crítica especializada como uma das mais consistentes do país, responsável por montagens marcantes para a história recente da dramaturgia e da encenação teatral brasileira. Curiosamente, Renata e a CBT têm em comum, entre outras investigações artísticas, a descoberta de dramaturgos contemporâneos, inéditos no Brasil, como o siberiano Ivan Viripaev (Oxigênio) e Jean-Luc Lagarce (Apenas o fim do Mundo), espetáculos dirigidos por Abreu; o alemão Botho Strauss (Grande e Pequeno, 1985) e o norueguês Jon Fosse (Um dia, no verão, 2007), trazidos em espetáculos produzidos por Renata Sorrah que, por sua vez, também atuou nas montagens do alemão Rainer Werner Fassbinder (Afinal…Uma Mulher de Negócios, 1977; As Lágrimas Amargas de Petra Von Kant, 1982).

Sobre o Texto
Para essa montagem, KRUM foi traduzido diretamente do hebraico para o português. Com humor ácido e lirismo pungente, fala sobre o fracasso e a precariedade de vidas mínimas voltadas para os pequenos desejos, sempre forçados pela sociedade de consumo. O texto foi escrito em 1975 por Levin, que era, à época, um jovem autor influenciado por Tchekhov e Beckett – em um país mergulhado em conflitos e contradições. Durante seu período de vida, de 1943 a 1999, o autor testemunhou sete guerras. Essas vivências deixaram marcas evidentes em seus trabalhos. “Há em Tchekhov do entretempo, Beckett do pós-guerra, Levin do final do séc. XX e nós, hoje, algo em comum. Enquanto o mundo turbulento destila suas violências, as pessoas tentam seguir suas vidas, muitas vezes, sem brilho, confinadas em suas casas ou alimentando expectativas, sonhos de consumo, esperança de dias melhores”, analisa Marcio Abreu.

Ao reler, em chave política, a dialética entre a vulgaridade e o lirismo, esta aparece como um debate entre o conformismo e a necessidade de mudança. Sublinhar o lirismo é, em larga medida, afirmar o inconformismo, o poder utópico do teatro de não apenas quebrar a quarta parede de que falava Brecht, mas de quebrar também as outras três paredes que o separam da vida social. Assim, o fato de a companhia brasileira de teatro ter decidido montar a peça de um autor israelense como Hanoch Levin em um momento histórico como o nosso, de acirramento do conflito Israel-Palestina e da explosão dos mais diversos fanatismos é, por si, só significativo. Se, como diz o próprio Krum, a certa altura da peça, “para algumas pessoas a palavra impossível não é uma brincadeira”, para outras, como os artistas envolvidos nessa produção, o mais importante é ser realista, é demandar o impossível.

A trajetória de KRUM
A montagem estreou em março de 2015, no Rio de Janeiro e, além de Curitiba, já circulou por Belo Horizonte, São Paulo, São José do Rio Preto, Salvador e Porto Alegre. A direção é de Marcio Abreu. Além da atriz Renata Sorrah, atuam em Krum outros nomes de destaque na cena teatral contemporânea: Grace Passô, Inez Vianna, Cris Larin, Danilo Grangheia e Rodrigo Andreolli (stand by). Compõem o elenco ainda integrantes e colaboradores da companhia brasileira de teatro: Edson Rocha, Ranieri Gonzalez, Rodrigo Bolzan e Rodrigo Ferrarini.

A equipe de criação conta com Giovana Soar (tradução), Nadja Naira (iluminação e assistência de direção), Fernando Marés (cenografia) e Felipe Storino (trilha e efeitos sonoros). De lá para cá, a montagem recebeu diversos prêmios – Prêmio APTR (Associação dos Produtores de Teatro): Melhor Espetáculo Teatral de 2015, Melhor Iluminação (Nadja Naira); Prêmio Cesgranrio de Teatro: Melhor Espetáculo Teatral de 2015; Prêmio Questão de Crítica: Melhor Iluminação (Nadja Naira) e Melhor Elenco; Prêmio SHELL: Melhor Ator (Danilo Grangheia) e Melhor Cenário (Fernando Marés). As últimas apresentações na capital paranaense, em maio de 2017, foram um grande sucesso, com teatro lotado todos os dias e sessões extras.

Outras informações sobre a companhia brasileira de teatro: aqui

Serviço:
Teatro: KRUM
Local: CAIXA Cultural Curitiba. Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR).
Data: 04 a 06 de maio (sexta, sábado e domingo)
Horário: 19h
Ingressos: vendas a partir de 28 de abril (sábado). R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA). A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura.
Bilheteria: (41) 2118-5111 (De terça a sábado, das 12h às 20h. Domingo, das 14h às 19h.)
Classificação etária: 16 anos
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)

Informações e entrevistas:
Maria Celeste Corrêa – (41) 9 9995 0169 / 9 8786 4465
fernandezcorreamc@gmail.com

Assessoria de Imprensa da CAIXA Cultural Curitiba (PR)
(41) 3544-5641
www.caixa.gov.br/imprensa | @imprensaCAIXA
www.caixa.gov.br/cultura

CAIXA CULTURAL TRAZ A CURITIBA O GRUPO TRAMPULIM COM O ESPETÁCULO MANOTAS MUSICAIS

Uma das maiores companhias de circo do Brasil, o Grupo Trampulim, que completa 24 anos de atividades, alia a linguagem do palhaço à música e à improvisação num espetáculo cheio de humor para todas as idades

A CAIXA Cultural apresenta ao público de Curitiba um dos mais divertidos espetáculos de palhaços. “Manotas Musicais” conta as peripécias dos palhaços Benedita Jacarandá e Sabonete que decidem ser músicos clássicos. Para isso, convidam uma banda composta por três atrapalhados integrantes. No meio da performance, Benedita e Sabonete também resolvem ser maestros e transformam a plateia em orquestra, gerando situações que arrancam gargalhas do público. Com um repertório eclético, jogos musicais e gags tradicionais de palhaço, Benedita e Sabonete conduzem o espetáculo de maneira divertida e surpreendente.

“Manotas Musicais” utiliza 250 tambores como forma de comunicação e aproximação com o público, propondo que o mesmo se torne protagonista e integre o espetáculo. Os tambores são distribuídos durante a apresentação. Aliado a esta proposta musical está o jogo do palhaço. Nesse espetáculo, as gags tradicionais ganham nova roupagem e são um convite ao riso e à inversão da lógica. O repertório deste espetáculo vai desde “O Trem caipira”, de Heitor Villa Lobos, a músicas inventadas pela banda de palhaços.

Sobre o Grupo Trampulim
O Grupo Trampulim é uma das maiores companhias de circo do Brasil. Criado em 1994, já criou 18 espetáculos e recebeu diversos prêmios. Especializou-se na linguagem do palhaço que, aliada à música e à improvisação, forma o eixo artístico da companhia. Reconhecido por sua maneira autêntica de se comunicar com o público, realiza turnês no Brasil e no exterior. Também desenvolve diversos projetos sociais para empresas.

É formado por um grupo de artistas comprometidos em fazer de sua arte uma ferramenta para surpreender, emocionar e transformar as pessoas. Por meio de espetáculos, oficinas e workshops, o Grupo Trampulim difunde seu trabalho artístico e pedagógico e aprimora o seu olhar e a sua maneira de lidar com a arte do palhaço.

Oficina “O Jogo do Palhaço”
Prevista para os dias 12 e 13 de abril, a oficina “O Jogo do Palhaço” será ministrada por artistas do Grupo Trampulim na CAIXA Cultural Curitiba. A oficina é voltada a atores e interessados pelas artes circenses com idade a partir de 16 anos. Permite ao participante compartilhar caminhos e métodos eleitos pelo Grupo Trampulim durante sua trajetória que levam à descoberta, construção e desenvolvimento de um “estado fértil” para o desenvolvimento do palhaço.

O trabalho se baseia na metodologia da canadense Sue Morrison denominada “O Clown através das máscaras”. Realiza, a partir de improvisações, jogos e exercícios corporais específicos que permitem o reconhecimento e a manutenção da inspiração, intuição, entrega e criação, entre outros pré-requisitos para o jogo do palhaço. Na oficina, os participantes aprendem que ser palhaço ultrapassa a condição de fazer graça. Requer escuta, sensibilidade e presença ativa, dentre tantos outros requisitos. A profundidade e a interdisciplinaridade dessa condição exigem que o aprendiz, artista ou amador, lance mão de vários saberes para alcançar a condição de simplesmente ser um palhaço.


Serviço:
Teatro: Manotas Musicais por Grupo Trampulim
Local: CAIXA Cultural Curitiba. Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR).
Data: 14 e 15 de abril de 2018 (sábado e domingo)
Horário: sábado, às 15h e às 18h; e domingo, às 15h.
Ingressos: vendas a partir de 07 de abril (sábado). R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA). A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura.
Bilheteria: (41) 2118-5111 (De terça a sábado, das 12h às 20h. Domingo, das 14h às 19h.)
Classificação etária: Livre
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)

Oficina: “O Jogo do Palhaço”
Data: 12 e 13 de abril de 2018.
Horário: das 18h às 22h
Inscrições: Pelo e-mail trampulim@trampulim.com.br / até o dia 08 de abril. O resultado será divulgado no dia 09 de abril no facebook.com/CaixaCulturalCuritiba.
Vagas: Limitadas (Para atores maiores de 16 anos.)

Informações e entrevistas:
Maria Celeste Corrêa – (41) 9 9995 0169 / 9 8786 4465
fernandezcorreamc@gmail.com

Assessoria de Imprensa da CAIXA Cultural Curitiba (PR)
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ANA CAÑAS FAZ SHOW NA CAIXA CULTURAL CURITIBA

Ana Cañas by Caroline Bittencourt

A artista apresenta o espetáculo “Tô Na Vida” com composições próprias, canções em parceria e clássicos da MPB

A CAIXA Cultural traz a Curitiba, nos dias 6, 7 e 8 de abril, o show da cantora e compositora paulistana Ana Cañas. Com o lançamento de um novo disco previsto para o segundo semestre de 2018, a cantora escolheu encerrar a turnê “Tô Na Vida” em sua temporada na capital paranaense.

Entre os destaques do show estão versões para “Tigresa” (música que Ana cantou uma única vez, a convite do Prêmio Multishow em 2015), “Eu Amo Você” (clássico de Tim Maia) e “Velha Roupa Colorida”, de Belchior. Ana Cañas ainda apresenta uma música inédita que será lançada em seu novo disco.

Também compõem o repertório do show algumas canções que se tornaram queridas pelos fãs da cantora, tais como o single “Respeita” (música que ganhou clipe com a participação de 86 mulheres que estão à frente da resistência feminista, como Elza Soares e Maria da Penha), “Esconderijo”, Urubu Rei”, “Será Que Você Me Ama?” e “Pra Você Guardei O Amor”.

Ana Cañas possui quatro discos lançados (“Amor e Caos”, “Hein?”, “Volta” e “Tô Na Vida”) e um DVD (“Coração Inevitável” – registro do show dirigido por Ney Matogrosso). Considerada uma das cantoras mais interessantes da atualidade, Ana possui uma voz potente e afinada e é conhecida por suas interpretações viscerais, carregadas de emoção.

Em 10 anos de carreira, Ana Cañas já realizou parcerias com Arnaldo Antunes, Dadi Carvalho e Nando Reis, entre outros compositores. Seu último trabalho, “Tô Na Vida”, foi considerado pela crítica especializada o melhor disco de sua carreira e concorreu ao prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) no ano de seu lançamento, em 2015, apresentando uma verve mais rockeira da cantora.

Serviço:
Música: Ana Cañas – Tô Na Vida
Local: CAIXA Cultural Curitiba. Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR).
Data: 06 a 08 de abril de 2018 (sexta a domingo).
Horário: sexta e sábado, às 20h; e domingo às 19h.
Ingressos: vendas a partir de 31 de março (sábado). R$ 20 e R$ 10 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA). A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura.
Bilheteria: (41) 2118-5111 (De terça a sábado, das 12h às 20h. Domingo, das 16h às 19h.)
Classificação etária: Livre
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Confira a página do evento, aqui