Blogue FATO Agenda divulga: 1) vagas e oportunidades em comunicação social, mkt e design em Curitiba e região. 2) Agenda cultural da cidade. 3) Livros e discos de vinil (do Sebinho FATO Agenda). Editado há 17 anos (desde 2009) pelo jornalista Leandro Hammerschmidt.
Um dos precursores da Soul Music no Brasil, Cassiano foi, ao lado de Tim Maia e Gerson King Combo, um dos pilares Blacks em uma época a Jovem Guarda e a Bossa Nova ditavam as regras. Esquecido nas últimas décadas, segue aqui um pequeno resumo de sua trajetória muito importante na história da música nacional.
O cantor e compositor Genival Cassiano, de 77 anos, faleceu por complicações da covid-19 no dia 7 de maio de 2021, no Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, onde estava internado desde o final de abril. Fonte: Cassiano, pai do ‘Brazilian soul’, morre de covid-19 aos 77 anos
Confira alguns clássicos na voz do cantor: Cassiano – A Lua e Eu (1976)
Papel, lápis, canetas coloridas e até a lanterna do celular. Estes são alguns dos materiais a serem usados na oficina on-line dos artistas Luiz Rettamozo e Mayli Colla que acontecerá no dia 31/03, quarta-feira, às 15h.
A atividade é grátis e faz parte do projeto ComoVer 100 sombra de dúvida, selecionado pelo edital “Difusão, Formação e Reflexão em Artes Visuais” do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura do Fundo Municipal de Cultura.
O público-alvo são os apreciadores de arte que queiram compartilhar com Rettamozo um pouco do seu processo criativo e também exercitar a própria criatividade. A atividade dura 1 hora.
Com mais de 50 anos de carreira e vivência em diversas linguagens artísticas e na publicidade, Rettamozo é verbete do Dicionário de Artes Plásticas da crítica de arte, pesquisadora e professora Adalice Araújo. Mayli Colla, com quem ele dividirá a condução da oficina, também é artista plástica e arte educadora há 30 anos.
Serviço: Oficina on-line com Luiz Rettamozo e Mayli Colla Dia: 31/03/2021 Horário: 15h Grátis todos os públicos Inscrições através do formulário: https://forms.gle/3VPx4d9hE5BeUar59
EBANX abre processo de Recrutamento e Seleção do Estágio. Esta edição é exclusiva para pessoas negras, a iniciativa da empresa é parte do compromisso de valorização e incentivo da diversidade e da equidade. A EBANX reconhece que tem poucos profissionais negras e negros e quer mudar essa realidade.
O programa de estágio do EBANX está com vagas nas áreas de negócios: comercial, finanças, marketing, produto e pessoas. As vagas são para trabalhar em Curitiba.
O PROGRAMA Em 2021, o nosso programa de estágio em negócios será exclusivo para pessoas negras. Essa escolha é parte do nosso compromisso de valorização e incentivo da diversidade e da equidade. Reconhecemos que temos poucos profissionais negras e negros e queremos mudar essa realidade. Queremos enegrecer o EBANX. Com histórias, vivências, experiências, conhecimentos, referências e pensamentos. E precisamos aprender com você para continuar. Aproveite esta oportunidade e tenha uma verdadeira experiência de mercado com a gente. Desde o primeiro dia, você participa de um ciclo de aprendizados e desafios em uma empresa que tem a inovação em seu DNA. Venha e escreva sua história com quem está fazendo história no mercado de pagamentos.
QUEM PROCURAMOS Inscreva-se em um programa de estágio que, neste ano, busca pessoas negras, suas vivências, referências, experiências, sua história e seu olhar. Gente de todos os cursos com disposição para aprender, compartilhar, sonhar grande e encarar desafios. Se está cursando até o penúltimo ano de uma faculdade (bacharel ou tecnólogo) ou está em curso técnico, você pode participar.
O EBANX é uma empresa de tecnologia financeira que processa pagamentos de empresas internacionais na América Latina. Aqui, a cultura de diversidade faz parte da nossa estratégia de crescimento. Pois acreditamos que só assim é possível sonhar grande, mudar o mundo, derrubar barreiras e conectar pessoas e negócios todos os dias. Dar acesso é a nossa missão.
Nesta edição, EBANX conta com a expertise de especialistas. A Eureca contribui com o processo de seleção e trilha de conhecimento, e o programa foi criado em conjunto com ebankers negros. Além disso, as peças contam com ilustrações de Rayssa Dapenha e Rimon Guimarães:
Ilustração de Rayssa Dapenha. Ilustração de Rimon Guimarães.
OUTRAS OPORTUNIDADES: VAGA EXCLUSIVA PARA PESSOAS NEGRAS Além do Estágio EBANX, temos outra vaga exclusiva para pessoas negras: Líder de Time de Engenharia de Software. A posição é para estar à frente de uma equipe de desenvolvedores experientes e ser responsável por manter a nossa plataforma. Clique aqui para saber mais.
Trabalho foi totalmente gravado em isolamento pelo próprio artista
Murilo Silvestrim traduz em música a solidão, insegurança e medos dos últimos meses em forma de álbum, com o lançamento de “A Última Luz Acesa Madrugada Adentro”. O trabalho foi todo composto durante o período de isolamento social devido à pandemia de Covid-19, com letras inspiradas nos dilemas emocionais desse momento e com o artista assumindo todos instrumentos, produção e gravação.
Murilo Silvestrim transformou seus anseios e perdas vividos ao longo da quarentena em canções autobiográficas. Embora altamente pessoais, elas trazem uma fácil identificação com o ouvinte, das histórias contidas nas letras à crueza da interpretação. O artista assume voz, violões de aço e nylon, viola, guitarra, ukulele, bateria e synths nesse processo solitário de criação: 7 canções gravadas ao longo de 8 dias. Embora os arranjos sejam minimalistas, as faixas não são intrinsecamente tristes. Em meio ao peso emocional, surge uma outra linha narrativa: a da busca pela beleza nas pequenas coisas da vida.
“Ao final do ano senti que aquelas composições falavam muito sobre mim e sobre o momento que vivemos. Estava terminando a produção de um disco maior, mas resolvi criar um desafio para mim mesmo: me fechar no quarto e gravar com o que eu dispunha. Emprestei instrumentos, organizei os equipamentos e gravei. Também me propus a finalizar o material aqui, fazendo a mixagem e masterização, desconstruindo uma lógica de super produção na qual estava condicionado a pensar”, reflete Murilo, que teve apenas dois colaboradores nesse processo: a participação especial do músico e compositor Cassiano Wogel na guitarra da última faixa; e as ilustrações de capa e encarte digital criadas pela multiartista Surya Amitrano.
Murilo Silvestrim começou a compor muito cedo e graduou-se em Música Popular pela UNESPAR e em Produção de Áudio e Vídeo pelo IFPR. Lançou seu primeiro disco, “Prisma”, em 2016, com o qual circulou pelo Brasil tocando pelo projeto Dandô – Circuito de Música Dércio Marques. Lançou o livro de poesias “Viagem Ao Início das Coisas” no final de 2018 pela editora Medusa e no fim de 2020 lançou o clipe de “Mudando”, o primeiro single que compõe seu próximo álbum, “Encontrar”. Mas a urgência das canções fez com que “A Última Luz Acesa Madrugada Adentro” passasse na frente desse lançamento.
“Acredito que é um momento de experimentar, ousar, despir. O som mais cru, a autoprodução, a quebra do paradigma de uma super produção, tudo isso me ensina muito. Creio que é um momento de expor o que há de mais profundo nos meus dias e na minha música e assim tentar chegar mais próximo das pessoas e da realidade delas”, resume Murilo.
Tomando como inspiração artistas que vão de Joni Mitchell a Bon Iver, Silvestrim faz de cada faixa uma história. “Decorador de Escombros” foi escrita em um dia que uma amiga lhe enviou uma mensagem em estado de choque por ter ouvido o vizinho tirar a vida da esposa e da filha adolescente. “Tordo Marion” fala da perda de uma pessoa querida, e do peso e da tristeza que sentiu por tudo que aconteceu nesses dias.
“O processo criativo foi deixar as canções falarem por elas mesmas. Tentei decompor as levadas das músicas em mais elementos. Foi um desafio importante pra mim nesse momento. Focar a atenção e o suor para materializar algo que eu vim sentindo por tanto tempo. Quase como que um inventário, esse álbum serve pra me lembrar dos meus momentos, das minhas perdas, do amor de pessoas próximas”, finaliza.
“A Última Luz Acesa Madrugada Adentro” está disponível nas principais plataformas de streaming de música.
Conquistas femininas, violência contra a mulher e racismo são os temas que permeiam o espetáculo SETE e serão abordados pela dramaturga Dione Carlos, pela atriz e ativista, Geisa Costa e o diretor musical Harry Crowl ao longo do dia 8 de março. Mediação: Thadeu Peronne, o diretor de SETE.
O espetáculo SETE já está disponível gratuitamente nas plataformas digitais da Fundação Cultural de Curitiba e da Thadeu Peronne Produções, por meio de aprovação no Licenciamento Digital com recursos da Lei Aldir Blanc. SETE traça um paralelo com a violência contra mulheres no Brasil e no mundo.
SETE é uma. SETE são várias. É o grito da mulher que renasce. No palco, os atores Ana Paula Taques, Erica Colognezi, Geisa Costa, Gideão Ferreira e Leonardo Goulart interpretam a história da heroína trágica, da mulher sequestrada, violentada que estabelece uma relação com o médico responsável por não deixar que as pessoas morram em tortura.
A peça é uma denúncia poética que traz para o palco a energia da mulher, um jogo de vozes e harmonias musicais, uma fricção de cores, de sentimentos”, define o diretor Thadeu Peronne.
O texto dramatúrgico foi inspirado na história real da advogada líbia Eman al-Obeidi que invade um hotel e denuncia ter sido estuprada por quinze soldados, durante dois dias seguidos.
Além de assistir ao espetáculo digital, não esqueça, então, das lives no Dia Internacional da Mulher, no Instagram da Thadeu Peronne Produções.
SETE. Atriz Ana Paula Taques. Foto Dvid D’Visant.
SERVIÇO: PARA ASSISTIR: – LIVES DO DIA INTERNACIONAL DE MULHER – ESPETÁCULO SETE, DISPONÍVEL ATÉ 15 DE MARÇO: Instagram: @thadeu_peronne
As tramoias de José na cidade labiríntica / Eduardo Giacomini. Foto de Elenize Dezgeniski.
O premiado espetáculo já circulou por diversas cidades brasileiras e agora retorna para o repertório da companhia.
Para celebrar os 10 anos de diferentes temporadas e a circulação em mais de 30 cidades brasileiras, no dia 06 de março às 20h o Grupo Obragem de Teatro apresenta o espetáculo “As tramoias de José na cidade labiríntica” em uma versão inédita no formato teatro filmado que será exibido gratuitamente através da plataforma da companhia no Youtube. A fim de compartilhar com a audiência o processo criativo desta premiada obra, a apresentação será seguida de uma conversa com a equipe de criação do trabalho.
“Nós, do Grupo Obragem, estamos muito felizes com essa versão de teatro filmado da peça “As tramoias de José na cidade labiríntica”. A gente estreou essa peça há exatos 10 anos atrás, já apresentamos ela em festivais, mostras e temporadas em Curitiba e me parece que a cada sessão ela se atualiza e propõem novas reflexões sobre o comportamento humano e a sociedade que a gente vive”, ressalta o ator Eduardo Giacomini.
A montagem é um monólogo sobre um homem errante – José, nas ruas de uma grande cidade e sua experiência de reinvenção. O personagem José, interpretado com maestria pelo ator Eduardo Giacomini, reconfigura sua trajetória de vida, combinando ficções por ele arranjadas, aos seus insucessos. Ao refletir sobre momentos importantes de sua vida, como a experiência da perda do amor, do abandono ou sobre os sentimentos de vergonha e impotência, “José” discute situações que caracterizam um homem errante: A FOME; A SOLIDÃO; A INVISIBILIDADE e a PROMISCUIDADE, por exemplo.
A principal ideia da encenação é apresentar o estado de isolamento e desvio da realidade de “José”, por meio de um ambiente vazio e indeterminado. Essa proposta pretende criar identificação com a nossa sociedade e com os sentimentos de vazio e inadequação de muitas pessoas.
Além disso, no dia 08 de março às 9h será realizada uma oficina online sobre dramaturgia com Olga Nenevê, autora e diretora da peça. A ação formativa é gratuita e aberta à comunidade. Os interessados podem se inscrever pelo e-mail obragem@grupoobragemdeteatro.com.br enviando uma mini bio até o dia XX de março.
Trajetória da obra e ficha técnica
“As tramoias de José na cidade labiríntica” estreou em maio de 2011, na cidade de Curitiba, no Espaço do Grupo Obragem. A obra já fez inúmeras temporadas e circulou em mais de 30 cidades brasileiras. Ganhou Troféu Gralha Azul – Prêmio Melhores do Paraná 2012 – na categoria TEXTO ORIGINAL e ILUMINAÇÃO, além das indicações para CENÁRIO e SONOPLASTIA. Integrou importantes eventos culturais, tais como:
– Participou da Circulação SESI-PR 2014 – 1º e 2º semestre. Participou do FILO 2014; – Participou da Semana Literária 2014 e 2015 da FCC e Secretaria de Educação do Paraná; – Realizou apresentações para público das Regionais de Curitiba – Edital Difusão 2015; – Participou do Projeto MOVE – solos de teatro e dança promovido pelo Grupo Obragem – 2015; – Ganhou o Prêmio Arte Paraná da SEEC-PR em 2016.
Ficha técnica da obra Olga Nenevê – dramaturga/diretora Eduardo Giacomini – ator/figurinista/cenógrafo Edith de Camargo – trilha musical Lucas Amado – iluminador Elenize Dezgeniski – direção de fotografia/projeções/fotos Mariana Gómez – preparadora corporal Alan Raffo – transmissão ao vivo/operador de câmera Lídia Ueta – operadora de câmera/editora de vídeo Francisco Santarosa Esmanhoto – técnico de som Alessandra Nenevê – designer gráfico Rose Matias e Andria Nenevê – costureira Jonatas Medeiros – intérprete de libras Larissa de Lima – assessora de imprensa
Serviço: AS TRAMOIAS DE JOSÉ NA CIDADE LABIRÍNTICA – teatro filmado Quando? 06 de março de 2021 às 20h Onde? Transmissão da peça seguida de conversa aberta com os criadores através do YouTube da companhia: www.youtube.com/user/Eduolga/featured
Oficina: Dramaturgia – teatro e teatro filmado – com Olga Nenevê Quando? 08 de março de 2021 das 9h às 13h. Onde? A oficina será realizada em plataforma online. Inscrições pelo e-mail obragem@grupoobragemdeteatro.com.br com envio de mini bio até o dia 07 de março de 2021.
PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA, DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA E DO MINISTÉRIO DO TURISMO.
TODAS AS INFORMAÇÕES CONSTANTES NESTA OBRA SÃO DE RESPONSABILIDADE EXCLUSIVA DO AUTOR.
As “Fadinhas Fodidas” disponibilizam textos e ilustrações inéditos toda quarta-feira, às 19h, no Instagram do projeto @maisfadinhas
A escritora Leonarda Glück e a artista plástica Katia Horn lançaram, em abril de 2020, a convite da Pomeiro Gestão Cultural, um projeto transmídia que une textos originais de Leonarda com ilustrações inéditas de Katia. Trazendo a mitologia das fadas para a realidade contemporânea, os textos e as imagens utilizam a figura das fadas num tom irônico e com humor ácido para promover reflexões políticas, culturais e sociais. Para conhecer o projeto e as fadas, basta acessar o perfil @maisfadinhas no Instagram.
Com obras que propõem reflexão sobre algo que aconteceu ou está acontecendo na semana em questão, as artistas se dispõem a ler a realidade das mulheres, em especial as brasileiras e latinas, e todas as camadas de machismo, sexismo, homofobia e transfobia que se impõe sobre suas jornadas. “Funciona quase como um meme literário que resume a situação política da semana”, comenta Leonarda Glück. Sobre a empreitada, Katia afirma: “Elas não são fofas e não moram num “felizes para sempre”, então podem gerar desconforto no público, porque elas escancaram nossas tragédias cotidianas”.
Com o projeto na rua desde abril de 2020, as artistas querem lançar um livro com as ilustrações e crônicas, além de, quem sabe, transformar a estética que criaram nas Fadinhas em produtos como camisetas e canecas. Por flertar com a estética pop, muitos fãs do projeto pedem produtos derivados. Porém, para as artistas, a visão é mais ampla: “A ideia é gerar reflexão mesmo, produzir conhecimento, disparar ideias que estimulem o pensamento autônomo nas pessoas que o projeto atingir eventualmente. Tudo isso com humor e cores vibrantes. Esse é o nosso maior sonho”, completa Leonarda.
O projeto começou de modo independente, e agora conta com o incentivo da Lei Aldir Blanc via Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo, que viabilizou, através do projeto “Mais Fadinhas Do Que Nunca”, a criação de 20 novas ilustrações e a produção de um mini documentário sobre o processo de criação das Fadinhas, dirigido pelo cineasta Thiago Bezerra Benites.
Leonarda Glück Atriz, dramaturga e diretora curitibana radicada em São Paulo. Co-fundadora da Companhia Silenciosa e do Coletivo Selvática. Graduada em Direção Teatral pela Faculdade de Artes do Paraná (FAP). Tem mais de vinte textos encenados por diferentes grupos, companhias e artistas brasileiros e internacionais de diversas linguagens artísticas. Publicou A Perfodrama de Leonarda Glück – Literaturas Dramáticas de Uma Mulher (Trans) de Teatro, coletânea com seis textos teatrais. Seus projetos já foram contemplados por diversas instituições culturais brasileiras, tais como Fundação Cultural de Curitiba, Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, Fundação Nacional das Artes (Funarte), Instituto Itaú Cultural, SESC São Paulo, Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, entre outras. Os trabalhos que levam o nome da artista, sejam eles teatrais, performáticos, literários e/ou audiovisuais, já foram apresentados em diversas cidades do país e de fora dele, bem como publicados em diversas mídias, jornais, revistas e periódicos especializados em arte e cultura. As temáticas principais trabalhadas pela artista são amor, neocolonialismo, globalização, linguística, fronteiras, tecnologia, transexualidade, conflitos mundiais, Brasil, sexo, violência, cultura LGBTQI+, dominação e poder. Atualmente se prepara para estrear o solo Trava Bruta, tendo seu texto sido premiado pelo Edital de Dramaturgia em Pequenos Formatos Cênicos do CCSP 2020. Adiado pela pandemia de covid-19, o espetáculo está previsto para 2021, ano em que a artista completa 25 anos de carreira.
Katia Horn Nasceu em 1965, em Luzerna, SC. Formou-se em Educação Artística em Dourados, MS, no ano de 1988. Está em Curitiba desde 1990, onde vem pesquisando e desenvolvendo seu trabalho em várias áreas artísticas, partindo das artes visuais para a performance, o teatro, a música e o audiovisual. Nas artes gráficas especificamente, já publicou suas ilustrações em jornais, revistas, ilustrou diversos livros e trabalhou para algumas editoras nacionais ilustrando materiais didáticos. Como artista plástica, tem um caminho de muita pesquisa técnica e estilística, conhecimentos que utiliza muito no seu trabalho como ilustradora.
FICHA TÉCNICA Textos de Leonarda Glück Ilustrações de Katia Horn Produção e Realização: Pomeiro Gestão Cultural Coordenação de Produção: Igor Augustho Produção Executiva: Eduardo Alves Videomaker: Thiago Bezerra Benites Assessoria de Imprensa e Marketing Digital: Platea Comunicação e Arte, Luisa Bonin e Thays Cristine Assessoria Jurídica e Contábil: Ivanes Mattos
Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo. Todas as informações constantes nesta obra são de responsabilidade exclusiva das autoras.
Ostras perdidas sorteiam produtos de artistas independentes.
OS PRÊMIOS 1° SORTEADO: 01 disco “Vestígios” (2020) da @criaturascwb + 1 quadro A3 com arte do @os.ratos + 1 CD do @francodascamelias + Voucher de R$20 + camiseta @ostrasperdidas 2° SORTEADO: 1 quadro A3 com arte do @os.ratos + 1 CD @francodascamelias + 1 quadrinho (Vol. 1) do @os.ratos 3° SORTEADO: 1 quadrinho Vol. 2 (@os.ratos) + 1 CD @francodascamelias
REGRAS ATENÇÃO, PARA CONCORRER A TODOS OS PRÊMIOS DO SORTEIO você deve 1° passo: Curtir a foto oficial (NESTE LINK) no instagram e comentar o nome de dois amigos (não vale perfis de marcas, famosos ou fakes) 2° passo: Siga nossa página (@ostrasperdidas) Simples né? Bora participar!!
Ostras Perdidas produtora cultural curitibana, loja virtual de discos, livros e outros produtos artísticos. Nosso projeto tem o principal objetivo de funcionar como um canal catalisador para produções artísticas independentes. Fanpage: www.facebook.com/ostrasperdidas Instagram: www.instagram.com/ostrasperdidas
Artes e Metiês (2020) Franco das Camélias (CD COMPLETO) Produzido no Bacacheri, em Curitiba. Lançado pelo Youtube no dia 1º de maio de 2020. Lançado em CD no dia 12 de novembro de 2020. Foto de Emanuella Kalil: “Piano toco com martelo” + em www.francodascamelias.wordpress.com
Trabalho reúne participações especiais de Tuyo, fvve, Thiago Elniño, InPulso e Inaki
O flow de Bface se encontra a tons de jazz e folk angolano e samples de Flaming Lips e Itamar Assumpção em “Egoritmos”, novo álbum do beatmaker, produtor, compositor e rapper curitibano lançado pelo seu selo Suite Music. O segundo trabalho solo do artista amplia a sonoridade que ele vem construindo no cenário musical nos últimos 10 anos, mas sem abrir mão de explorar novos BPMs e padrões rítmicos.
Desde o título, o disco escancara sua provocação com os conceitos de algoritmo, ego e ritmo. Indo do micro para o macro e do pessoal para o universal, Bface entrega letras sobre a relação da arte com números, polêmicas da era da internet, crises de identidade, ansiedade, resistência e resiliência diante do racismo e autoritarismo vividos no cotidiano. “Egoritmos” é uma afiada crítica à cultura musical online, que afeta o psicológico dos artistas com seus algoritmos e muda o mundo da arte, traduzindo a relevância e qualidade de uma obra em números.
Pensado inicialmente como um EP, o álbum foi ganhando forma ao longo de dois anos. Se no começo do processo, a ideia era trabalhar com beats e temas pré-selecionados, logo foi ficando claro que era necessário um fluxo mais livre para deixar que as faixas falassem por si só. Assim, além das batidas do próprio Bface, “Egoritmos” conta com uma faixa produzida por EricBeatz e duas por Jxtacincx, além de participações especiais de Tuyo, fvve, Thiago Elniño, InPulso e Inaki.
Bface surgiu na explosão do rap underground nacional do início dos anos 2000. Em 2005 iniciou sua jornada artística, aprendendo de forma autodidata a produzir beats e a gravar suas próprias composições. A partir de 2009, passou a compor diversos projetos coletivos que renderam mixtapes e eventos em Curitiba e região. A paixão pelo rap se uniu ao interesse pela história da música e pelas coleções de LPs, fazendo com que a pesquisa de samples e a apreciação de diversos gêneros musicais sejam partes fundamentais e características do seu trabalho.
A partir do single “O Som da Chuva” (2009), surgiram grupos e projetos coletivos culminando no primeiro lançamento de impacto “Bface apresenta: Suite Para Corações Urbanos”, uma coletânea com diversos artistas falando de amor em faixas produzidas pelo artista. De 2014 a 2016 foi um período dedicado à produção de outros artistas até o single “Rec ON”, acompanhado de clipe, projetar Bface para fora da cena local e abrindo caminho para a sequência de “O Infame” e “Práxis”, singles que integraram o álbum de estreia, “Gradientes” (2018). O disco apareceu em algumas listas de álbuns notáveis daquele ano e rendeu participação em vários projetos de sessions, como Sofar Sounds, HAI Studio, Estufa entre outros.
Bface. Crédito foto: Gustavo Salun
Ficha técnica Todas faixas produzidas por Bface, com exceções Jetpack e Devaneio em Sol produzidas por Jxtacincx e Torrents produzida por EricBeatz Gravação, Mix e Master: Bface Direção de Arte e Design: Bface Foto: Gustavo Salun Produção Executiva Amanda Tintori e Bface Gravadora Suite Music