UM SONHO CULTURAL: AGRUPA CULTURA CELEBRA 2 ANOS DE ATIVIDADES ARTÍSTICAS EM CURITIBA

Na foto de Júnior Motta, as amigas, produtoras culturais, artistas e sócias, Luiza Gutjahr e Marina Barancelli comemoram os dois anos de dedicação na Agrupa Cultura.

Criada por Luiza Gutjahr e Marina Barancelli, a Agrupa Cultura celebra no dia 26 de novembro dois anos dedicados a projetos que enaltecem a produção do audiovisual, teatro, música e espaço físico, movimentando a economia criativa local para o mundo.

Inaugurada em 26 de novembro de 2022, a Agrupa Cultura é fruto do desejo artístico de duas amigas, a curitibana Marina Barancelli (29 anos) e a gaúcha Luiza Gutjahr (22 anos), que se conheceram em um curso de artes e comungam da vontade de transformar a cena cultural da cidade em que vivem. Ao concluir o curso, se depararam com dificuldades em ingressar no mercado tradicional de trabalho. Decidiram, então, criar um filme, intitulado MoonRiver, que reflete suas experiências e sonhos, resultando na criação do espaço cultural, carinhosamente chamado por elas de Agrupa, para por conta própria mostrar suas capacidades profissionais com a arte. 

Com a fundação da Agrupa Cultura, Marina e Luiza estabeleceram um espaço, atualmente localizado no centro histórico de Curitiba e, com apoio de sua equipe, se dedicam à inovação e criação de arte de qualidade, onde tradição e modernidade se encontram. O compromisso da empresa vai além da produção de conteúdo: o objetivo é moldar o futuro do entretenimento e conectar passado, presente e futuro em cada projeto.

As empreendedoras da cultura curitibana revelam que a Agrupa Cultura existe para formação de um ecossistema onde a arte e cultura coexistem de forma a criar o futuro, um lugar que transcende as fronteiras físicas, gerando oportunidades em escala global. “Criatividade é o recurso essencial para um ambiente próspero, permitindo que todos cresçam e vivam plenamente por meio da cultura”, contam Marina e Luiza sem esconder a animação.

Na Agrupa Cultura, os trabalhos estão focados no audiovisual, na música, no teatro e no espaço de convivência para atender diversas modalidades de arte e cultura, com produções que visam espalhar qualidade e possibilidades que ultrapassam fronteiras e ganhem o mundo. De acordo com Luiza e Marina, “a Agrupa é a ágora moderna, um espaço de encontro, diálogo e experimentação, onde o futuro da arte é moldado a partir do presente. Somos também um liceu de ofícios contemporâneo, que oferece uma educação artística e cultural com capacitação e empoderamento dos artistas”, dizem.

Como funciona a Agrupa Cultura e principais destaques
A casa Agrupa Cultura reúne modalidades artísticas divididas em 4 núcleos separados, Espaço físico, Teatro, Música e Audiovisual, que têm forte conexão entre si.


A casa Agrupa Cultura ganha novo endereço para comemorar os dois anos de existência de trabalhos voltados à arte e à cultura. Foto de Júnior Motta.

Com o intuito de criar obras que se tornem fonte de inspiração e transformação e que também contribuam para um cenário cultural mais rico e diverso, a Agrupa Cultura oferece ferramentas e apoio para a realização de sonhos com excelência e inovação. O lema de Marina e Luiza é: “Aqui nada é impossível, estamos juntos para mostrar que o futuro está em construção”. Para elas, a Agrupa é um lugar que transcende fronteiras físicas, gerando oportunidades em escala global, onde a criatividade é o recurso essencial para um ambiente próspero, permitindo que todos cresçam e vivam plenamente através da cultura.

NÚCLEO A2C – ESPAÇO FÍSICO 
O primeiro, chamado de A2C, é o espaço físico do coletivo, um ambiente dinâmico e acolhedor onde a criatividade se encontra com a colaboração, e também são oferecidos cursos, palestras e workshops que estimulam o aprendizado e a troca de ideias. Inspirados pelos cafés e salões de arte que marcaram épocas passadas, o espaço se destaca como o ponto de encontro ideal para a comunidade artística contemporânea. “Acreditamos que a arte prospera em um ambiente onde as ideias podem ser compartilhadas livremente, e é exatamente isso que proporcionamos”, conta Luiza.

Na A2C, o espaço de convivência e criação, são oferecidos os cursos: “Desvendando os Segredos da Audição”, com Fabi Bang, renomada atriz do teatro brasileiro; “Curso Ator em Foco”, com a preparadora de elenco Jaciara Rocha.


Todos os ambientes são elaborados com muito cuidado para todos que vem fazer parte dos trabalhos realizados no espaço Agrupa Cultura. Foto de Júnior Motta.

TEATRO – THE ACT
The ACT é a companhia teatral da Agrupa Cultura, que oferece produções que desafiam convenções e exploram temas relevantes e contemporâneos. “Acreditamos que o teatro é um meio poderoso de entretenimento e uma força ativa na economia nacional”, afirma Luiza. No entendimento da produtora, o objetivo é transitar entre o presente e o passado. Inspiradas em locais icônicos como a Broadway e o West End, as empreendedoras pretendem criar peças que não só entretenham, mas que também contribuam de maneira significativa para a cultura. “Nosso diferencial está na abordagem inovadora, que promove novas vozes ao proporcionar um espaço para experimentação e diversidade artística. Valorizamos as melhores referências do passado, garantindo que nossas produções sejam ricas em conteúdo e qualidade”, afirma Luiza. Além disso, na Agrupa existe o compromisso de manter um canal aberto com o público, evitando um ambiente elitizado e promovendo um diálogo inclusivo sobre as questões sociais que impactam a sociedade.


Na foto de Marina Barancelli, a primeira Improfest de Curitiba: TILT, que tem no improviso teatral o foco do encontro.

Com THE ACT, participação no Fringe, durante o Festival de Curitiba 2023, com mais de 10 oficinas formativas e eventos, num ambiente dinâmico de troca de conhecimentos e experiências entre profissionais, estudantes e apreciadores das artes cênicas. O circuito movimentou cerca de 1.000 pessoas ao longo de uma semana, proporcionando oportunidades valiosas de aprendizado e interação. 

Outro destaque nas artes cênicas é o TILT, a primeira Improfesta de Curitiba, realizada em parceria com a Cia Arvoredo de teatro. O evento celebrou o improviso teatral, trazendo grupos renomados como os Improssiveis  para apresentações em que o público comprava apenas um ingresso. 

AG.ENT – AGR ENTRETENIMENTO 
O núcleo Audiovisual da Agrupa Cultura, chamado AG.ENT – AGR Entretenimento, produz filmes, séries e videoclipes que refletem a diversidade cultural e social do Brasil como narrativas globais. O núcleo não se limita a um único gênero, buscando ampla gama de produções que equilibram a criatividade com o sucesso comercial. “Dessa forma, garantimos produções com qualidade artística, viabilidade de mercado e retorno financeiro, com produtos que têm potencial de criação do nosso ecossistema cultural”, enfatiza Marina. 


A atriz Kethlen Souza em cena do curta “Rapsódia em Azul” na foto de Paula Lebois.

Conscientes das barreiras mercadológicas do mercado tradicional, que frequentemente exclui talentos e histórias que merecem ser contadas, a Agrupa foca no que realmente importa: o conteúdo e a qualidade das histórias apresentadas. “Acreditamos que, independentemente de categorias ou convenções, cada narrativa tem o poder de ressoar e impactar. Nossas produções são inspiradas por valores de inovação e respeito pelas técnicas do passado, focando em criar um novo futuro para o entretenimento. Em cada projeto, buscamos contar histórias que vão além do entretenimento”, conta a também diretora e produtora Marina. 

Pela AG.ENT – AGR Entretenimento, os destaques são os curtas “Rapsódia em Azul”, que marcou um passo significativo na trajetória da Agrupa, sendo o primeiro filme viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura Paulo Gustavo em Curitiba. O filme, com roteiro original de Marina Barancelli, aborda de forma profunda o racismo no universo do balé clássico. Trata-se de uma obra sensível, que questiona as barreiras históricas de exclusão racial dentro de uma arte tradicionalmente elitista. Toda a filmagem, realizada em cima do palco, cria uma atmosfera teatral que intensifica a narrativa, trazendo à tona as emoções dos personagens. Rapsódia em Azul é mais do que um filme; é uma reflexão visual sobre os desafios enfrentados por artistas pretos no balé, explorando com delicadeza temas de identidade e resistência. 

Outra produção de destaque é o filme “MoonRiver”, que ocupa um lugar especial na trajetória das empresárias. Foi o primeiro projeto independente, movido pela coragem e por um grande sonho. Com um orçamento extremamente pequeno (R$10 mil financiado por outros trabalhos de Marina e Luiza), elas conseguiram dar vida à história. Desde a pré-estreia em outubro de 2023, “MoonRiver” tem conquistado reconhecimento internacional, sendo selecionado para importantes festivais ao redor do mundo, como o Alternative Film Festival no Canadá, o New York Film and Actor Award nos Estados Unidos, e o Alibag Short Film Festival na Índia.


Cena do filme “Moon River” na foto de Luiza Nemetz.

Em 2024, a Agrupa lançou a 1ª A3C – Mostra Audiovisual, numa parceria inédita com o IMAX CWB, e a exibição de 15 curta-metragens selecionados por uma curadoria de especialistas do cinema. O festival abrange uma diversidade de categorias que incluem: Unicurta, dedicada a filmes universitários; Take 01, para estreia de cineastas; Musicais, obras com narrativa musical; C-lab, voltada a produções experimentais; e Ficção e Animação. Além disso, a exibição de dois filmes convidados que já participaram de festivais internacionais: “MoonRiver”, produção da Agrupa Cultura, e “Yãmi Yah-Pá”, da produtora Couro de Rato.

AG MUSIC e AG RECORDS
Por fim, e não menos importante, a AG MUSIC, núcleo musical da Agrupa que vai além da promoção de artistas da indústria fonográfica. O segmento se destaca com o selo musical inovador, com a criação, produção e realização de eventos e shows memoráveis. “Nossa abordagem é diferenciada pelo compromisso com a autenticidade e diversidade musical, dando voz a artistas que desafiam as fórmulas comerciais convencionais. Trabalhamos em parceria com artistas que aspiram a seguir uma carreira musical profissional, oferecendo todo o suporte necessário para que possam alcançar seus objetivos”, destaca Luiza.


Da esquerda para direita: Augusto Santana , Johny, Mauro Igna da Banda Parque Sete; Marina Barancelli; Cadu Albu e Zak Beatz da Banda Soul Ébano e Luiza Gutjahr. Foto de Júnior Motta.

Com a AG MUSIC, a produção do Agrupa Fest, em parceria com o Sheridan’s Irish Pub, realizou o festival de música, com um line-up diversificado: Parque Sete, Soul Ébano e Bia Cappelini, cada uma trazendo sua própria identidade musical. O público também foi convidado a soltar a voz com um karaokê; além da festa junina com show do PECI, acompanhada de open pipoca, algodão doce e brincadeiras típicas.

O selo musical, AG Records, lançado oficialmente em 2024, marca o início de uma nova fase com o single “Depois a Gente Conversa”, da banda curitibana Parque Sete, que tem contrato exclusivo com a Agrupa. O lançamento simboliza a entrada no mercado fonográfico, firmando o compromisso com a promoção de novos talentos locais. Outras parcerias também se iniciaram, como a promovida com a banda Soul Ébano, ampliando o portfólio e fortalecendo a presença da marca na cena musical.

Aniversário de 2 anos da Agrupa Cultura


Equipe Agrupa Cultura: Camili Andrade (Produtora Executiva), Luiza Gutjhar (Direção Criativa e Marketing), Marina Barancelli (CEO e Direção Criativa), Amanda Rosa (Produtora) e Zak Beatz (Diretor Musical), na foto de Júnior Motta.

No próximo dia 26 novembro, a Agrupa Cultura comemora 2 anos de existência no mercado cultural, com diversos trabalhos que conectam cada eixo, buscando criar e desenvolver projetos que espalhem pelo  mundo a arte brasileira, além de moldar o futuro do entretenimento.

Entre os principais projetos estão: o filme “MoonRiver”, indicado em festivais em Nova York Film and Actor Awards, Alternative Film Festival do Canadá e Alibag Short Film Festival da Índia; o filme “Rapsódia em Azul” produzido por meio da Lei Paulo Gustavo, com estreia prevista para 2025; além da promoção de mais de 20 cursos e a produção de mais de 30 eventos culturais, realizados no espaço Agrupa e em outros espaços da cidade com artistas locais.

A celebração de aniversário vem com a inauguração do novo endereço, localizado no centro histórico de Curitiba, que está aberto para diversas atividades culturais.


Dois anos de trabalhos realizados pela Agrupa Cultura, empresa criada por Luiza Gutjhar e Marina Barancelli, sócias, amigas, artistas e empreendedoras. 

Sobre as empreendedoras culturais 
Marina Barancelli é diretora, produtora, atriz, arquiteta e urbanista, e hoje é CEO e Diretora Criativa do grupo Cultural Agrupa Cultura. É formada pela UFPR em Arquitetura e Urbanismo, pelo Instituto Stanislavsky em Atuação e Direção Metódica e Escola de Cinema, em Teatro Musical pelo Projeto Broadway, Atuação em Filme pela HFA em Curitiba, e entre outras nos 15 anos em que estuda e trabalha com cultura. Em 2016 foi a primeira estrangeira a ingressar na National Youth Film Academy em Londres. Em 2024 foi homenageada pela Câmara Municipal de Curitiba pelo vereador Herivelto Oliveira pela sua contribuição com a cultura. Já atuou com diversas funções no audiovisual e teatro, tanto em Curitiba como em Londres, tendo como destaque seus trabalho no departamento de arte com cenografia em filmes como Torniquete e Alice Júnior 2, diretora nos filmes “MoonRiver” e “Rapsódia em Azul” e clipes musicais. Marina tem ampla atuação como produtora de filmes, eventos, cursos e diversas atividades culturais. Barancelli utiliza sua premissa pesquisa sobre o desenvolvimento da memória coletiva através da arte, defendendo sempre o equilíbrio entre o passado e futuro, na busca de equipes diversas para uma nova dinâmica do mercado artístico regional, nacional e internacional.

Luiza Gutjahr é atriz, bailarina e produtora cultural, atuante desde 2019 no setor artístico. Idealizadora e  fundadora da Agrupa Cultura, produtora que já conta com mais de 30 projetos no currículo em quatro áreas: audiovisual, música, teatro e espaço cultural, na empresa Luiza é diretora de marketing e criativa. Natural do Rio Grande do Sul, Luiza está atualmente em processo de graduação em Artes Cênicas pela Universidade Estadual do Paraná (FAP). Sua trajetória inclui a idealização do musical Happy Days, sucesso de público no Teatro Guaíra, em Curitiba, em 2019, além de sua participação em grandes produções, como os espetáculos do Natal Luz de Gramado na temporada de 2021/22. Ao longo de sua carreira, já acumulou mais de 19 cursos especializados, na busca por ampliar suas habilidades e contribuir para a cena cultural brasileira.

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

AP DA 13 OFERECE 25 VAGAS GRATUITAS PARA CURSO DE PRODUÇÃO E GESTÃO CULTURAL

Mayra Fernandes (Cardume Cultural) e Eduardo Ramos (Sopro Produções) lançam convocatória para uma imersão em Produção e Gestão Cultural para artistas das regiões descentralizadas de Curitiba. Foto: Iara Elliz.

Com a ideia de fomentar o acesso ao fazer cultura, a Sopro Produções e a Cardume Cultural, promovem a seleção de 25 artistas das artes cênicas de regiões descentralizadas de Curitiba para uma imersão de três meses em curso presencial que propõe conceitos de produção, elaboração de projetos e gestão cultural.

Está aberta a convocatória gratuita que vai selecionar 25 artistas de regiões descentralizadas de Curitiba para uma grande imersão em Produção e Gestão Cultural, a seletiva leva os artistas para um curso presencial com duração de três meses, que vai acontecer de 4 de maio a 20 de julho, no AP da 13 Espaço Multicultural. A proposta é uma parceria entre a Sopro Produções e a Cardume Cultural, dos diretores e produtores, Eduardo Ramos e Mayra Fernandes que fomentam as artes cênicas há mais de 10 anos.

Envolvidos com projetos culturais independentes e também via lei de incentivo, Eduardo Ramos e Mayra Fernandes, pretendem com o curso, oferecer e garantir aos participantes o acesso às ferramentas e aos mecanismos do mercado de trabalho das artes cênicas no Brasil. A ideia é gerar autonomia e entendimento sobre a arte quanto ofício “principalmente para os artistas mais jovens que se encontram distantes do centro e que não possuem acesso aos equipamentos culturais públicos e instituições de ensino voltadas às artes”, diz Eduardo Ramos.

Mayra Fernandes conta que a proposta prevê além da concepção profissional da criação de um espetáculo ou qualquer produto cultural de forma independente, os participantes também terão acesso ao funcionamento das Leis de Incentivo das esferas Municipal, Estadual e Federal. “Este projeto movimenta a economia criativa local e nacional, além de garantir o direito básico ao acesso à cultura”, afirma a produtora.

São 25 vagas ofertadas gratuitamente para o curso de Produção e Gestão Cultural, entre elas, 5 para artistas negros; 5 para PCDs e indígenas; 5 para gênero trans, e 10 ao público geral. Todos devem ter pelo menos 3 anos de trajetória artística comprovada e ser residente de bairros descentralizados ou periféricos de Curitiba. O projeto conta também com Intérprete em Libras, para atender participantes da comunidade surda. O formulário para inscrição está disponível no link da Bio, encontrada no instagram do AP da 13: @apeda13 e @cardumeproducaocultural; ou diretamente neste link, aqui

Eduardo Ramos e Mayra Fernandes
O projeto convida a artista, diretora e produtora Mayra Fernandes, fundadora e diretora da Cardume Cultural, que possui 17 anos de experiência na elaboração e gestão de projetos culturais de diversas áreas, à frente como produtora de grandes festivais.

Eduardo Ramos, é diretor, dramaturgo e produtor da Setra Companhia, por onde idealizou e dirigiu 15 espetáculos de teatro e dança nos últimos 10 anos, partilha também sua bagagem a frente como fundador do Espaço Cultural independente AP da 13, com programação multicultural que movimenta o cenário artístico curitibano nos últimos 8 anos.

SERVIÇO
Inscrições no link da Bio em @apedatreze e @cardumeproducaocultural
PRODUÇÃO E GESTÃO CULTURAL PARA ARTISTAS EMERGENTES
com Eduardo Ramos e Mayra Fernandes
12 encontros aos sábados das 9h às 12h
Início: 04/05 | Término: 20/07
Dia 20/07 serão dois encontros, sendo um das 9h às 12h e outro das 14h às 17h

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

ESPETÁCULO DE TEATRO-DANÇA PARA O PÚBLICO INFANTIL FALA SOBRE MOMENTOS INESQUECÍVEIS DA INFÂNCIA

Espetáculo A menina; o cachorro; o velho… Foto: Larissa de Lima.

A estreia de “A menina; o cachorro; o velho” arrecadará alimentos para instituições de apoio às crianças e aos idosos

O Obragem Grupo de Teatro estreia seu mais novo espetáculo de teatro-dança para o público infantil, “A menina; o cachorro; o velho..”, no dia 29 de outubro, às 16h, no espaço da cia (Alameda Júlia da Costa, 204 – São Francisco, Curitiba). A temporada segue até o dia 13 de novembro e cada ingresso será trocado por um quilo de alimento não perecível e sem origem animal. A arrecadação é destinada às instituições de apoio à criança e/ou idoso. Para fazer a reserva basta acessar aqui

A peça mostra que a solidão pode ser vivenciada por pessoas de todas as idades e inclusive pelos animais. No entanto, nós podemos extrair uma experiência de aprendizado com esse sentimento e, ainda, vivenciar a amizade como uma forma de nos despertar para um mundo novo. Com cenas coreografadas e música executada ao vivo, a personagem Augustina caminha no Tempo e reencontra os amigos Galápagos e Havaí, para nos mostrar a importância dos pequenos instantes da vida, com uma história repleta de vivências de tolerância e amor.

Segundo a dramaturga e diretora Olga Nenevê “diante de tempos tão sombrios, a peça trata de importantes assuntos para crianças e adultos, como o abandono; a morte; e a nossa capacidade de transformação de uma forma tocante”, aponta a diretora.

O espetáculo, com indicação livre, tem duração aproximada de 50 minutos e  integra as ações comemorativas dos 20 anos de atuação contínua do Grupo Obragem de Teatro. “A menina; o cachorro; o velho…” será apresentado para crianças de escolas públicas gratuitamente e para o público espontâneo, com ingresso solidário (1kg de alimento). As reservas para as sessões devem ser feitas com o mínimo de 24h de antecedência. Ainda, no dia 28 de outubro, o Grupo realiza uma apresentação especial na programação de teatro para crianças “Janelas”, realizada pela Ave Lola Trupe de Teatro.

Sobre o Grupo Obragem de Teatro
Dirigido pelos artistas Olga Nenevê e Eduardo Giacomini, o Grupo Obragem LIGA PESSOAS e promove EXPERIÊNCIAS, que estimulam novas visões de mundo. Desde a sua fundação, em 2002, o Grupo Obragem cultiva e fortalece o pensamento artístico, como potente instrumento para o crescimento humano. Com várias produções, com trabalhos para público adulto e infantil, a Obragem já circulou por várias cidades do Brasil e participou de importantes eventos culturais como: Festival Internacional de São José do Rio Preto; Festival Internacional de Londrina – Filo; circulou pela Caixa Cultural SP e BA; SESI/SP e SESI/PR.

“PROJETO REALIZADO COM O APOIO DO PROGRAMA ESTADUAL DE FOMENTO E INCENTIVO À CULTURA (PROFICE) – SECRETARIA DE ESTADO DA COMUNICAÇÃO SOCIAL E DA CULTURA – GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ, COM INCENTIVO DA COPEL.”

Ficha técnica
Dramaturgia e direção: Olga Nenevê
Elenco: Ane Adade/ Eduardo Giacomini/Guenia Lemos/Patrícia Machado
Trilha musical original e direção musical: Gilson Fukushima
Músico intérprete: Ravi Brasileiro
Cenário: Guenia Lemos
Iluminação: Wagner Corrêa
Figurino: Eduardo Giacomini
Maquiagem: Marcelino de Mirandha
Designer gráfico: Alessandra Nenevê
Assessoria de comunicação: Jamilssa Melo e Larissa Lima
Produção executiva: Grupo Obragem de Teatro
Assistente de produção: Ariel Pascke
Captação de recursos: Caroline Roehrig
Empreendedora: Olga Nenevê

Serviço:
O quê: “A menina; o velho; o cachorro; …” – peça de dança e imagens para crianças
Quando: 29/10 a 13/11 – sábados e domingos 16h – sextas-feiras 19h
SESSÕES:
– SESSÃO 1: 29/11/2022 (SÁBADO), ÀS 16H.
– SESSÃO 2: 04/11/2022 (SEXTA-FEIRA), ÀS 19H.
– SESSÃO 3: 05/11/2022 (SÁBADO), ÀS 16H.
– SESSÃO 4: 06/11/2022 (DOMINGO), ÀS 16H.
– SESSÃO 5: 11/11/2022 (SEXTA-FEIRA), ÀS 19H.
– SESSÃO 6: 12/11/2022 (SÁBADO), ÀS 16H.
– SESSÃO 7: 13/11/2022 (DOMINGO), ÀS 16H
Onde: Espaço Obragem – criação e compartilhamento artístico
Alameda Júlia da Costa, 204 – São Francisco, Curitiba
Quanto: 1Kg de alimento não perecível e sem origem animal
Classificação: Livre
Reservas: aqui
Contato para falar sobre reserva: (41) 99652-5491
Contato de imprensa: Jamilssa Melo l (41) 9 9902-1070

“O PEQUENO PRÍNCIPE” PARA SURDOS E OUVINTES: NOVO ESPETÁCULO DA CIA. FLUCTISSONANTE RECRIA CLÁSSICO COM ENCENAÇÃO EM PORTUGUÊS E LIBRAS SIMULTÂNEAMENTE

O Pequeno Príncipe. Foto: Elenize Dezgeniski.

O espetáculo foca no público infanto-juvenil e tem ingressos gratuitos. A estreia acontece dia 23 de julho no Teatro Cleon Jacques, no Parque São Lourenço, com apresentações aos sábados e domingos, às 11h e às 16h até dia 14 de agosto

“O Pequeno Príncipe”, uma das obras literárias mais conhecidas de todos os tempos, acaba de ganhar uma nova e mais inclusiva versão para o teatro. Com texto em português e em Língua Brasileira de Sinais (Libras), a Cia Fluctissonante lança o seu mais novo espetáculo voltado ao público infanto-juvenil. A peça estreia no sábado, 23 de julho, e segue temporada no palco do Teatro Cleon Jacques, no Parque São Lourenço, até o dia 14 de agosto, com sessões aos sábados e domingos, sempre às 11h e às 16h. A entrada é franca e os ingressos gratuitos são distribuídos uma hora antes da apresentação no próprio teatro.

O espetáculo, inspirado no livro homônimo do francês Antoine de Saint-Exupéry, se apresenta como uma experiência sensorial para crianças de todas as idades. Em cena, as atrizes Catharine Moreira, Helena de Jorge Portela e o ator Lucas dos Santos levam ao público a história do principezinho que encontra um aviador em meio ao deserto, e então narra as peripécias que viveu pelos planetas que passou. Desta vez, no entanto, a trama foi recriada e é encenada em português e Libras simultaneamente, a fim de unir os públicos surdo e ouvinte na plateia do espetáculo.

Esta é mais uma montagem da Cia. Fluctissonante produzida para crianças. O primeiro espetáculo infantil “Enquanto a Chuva Cai” realizou mais de 50 ações em cerca de 20 cidades brasileiras. De acordo com a atriz e fundadora do grupo, Helena de Jorge Portela, a obra carrega o resultado de todas as pesquisas realizadas pela companhia nos últimos anos. “Apresentamos uma pesquisa que começou com Enquanto a Chuva Cai. Nos interessa muito aproximar o público surdo do teatro, mas também entendemos a arte cênica como possibilidade de aproximar as crianças ouvintes da Libras”, complementa.

Para o dramaturgo e diretor da peça, Nautilio Portela, a participação no trabalho se torna duplamente especial, já que tem a oportunidade de comemorar os 50 anos de carreira dirigindo um clássico da literatura mundial. “Dirigir um clássico da literatura infanto-juvenil como O Pequeno Príncipe, em Português e Libras, com uma equipe de excelentes profissionais me propôs um desafio e uma grande responsabilidade, que eu só posso encarar como um presente por este meio século de teatro.”, diz ele.

O público de Curitiba e região pode aguardar uma obra potente, divertida e emocionante. Um verdadeiro programa para toda a família, e para as crianças de todas as idades. Os ingressos são distribuídos nos dias do espetáculo, sempre uma hora antes do início.

Sobre
A Cia Fluctissonante é um coletivo curitibano formado por artistas surdos e ouvintes que dedicam-se à criação cênica contemporânea e bilíngue (Libras e Português). Seus projetos unem os públicos surdo e ouvinte nas plateias. Ao longo de sua trajetória produziu espetáculos para adultos como ‘Giacomo Joyce’ (2017) e ‘\TODAS/’ (2018) e também para a infância, como ‘Enquanto a Chuva Cai’ (2016) e ‘Conto Com Libras’ (2018). Em 2021, estreou sua quinta montagem, ‘Elevador’, com direção da artista convidada Georgette Fadel. Em 2020, passou também a desenvolver projetos digitais como a websérie ‘Mulheres – Sinais de Suas Escritas’ e a versão online do espetáculo ‘Conto Com Libras’, além do show-cênico-musical ‘Origami – Músicas Para Ver e Ouvir’. Assim, a companhia consolidou-se precursora nacional na criação em arte acessível, destacando-se justamente pela união de duas das línguas oficiais do Brasil dentro da cena e realizou ações em relevantes eventos, como: Palco Giratório e Plataforma Cena (nacionais), Semana Modos de Acessar (SP), Projeto Narrativas do Silêncio (RN), Curitiba Mostra, Festival de Teatro de Curitiba – Oficial, Mostra Novos Repertórios, Mostra Claudete Pereira Jorge e Prêmio Arte Paraná (PR).

SERVIÇO
O Pequeno Príncipe
De 23 de julho a 14 de agosto
Sábados e domingos, 11h e 16h
Teatro Cleon Jacques – R. Mateus Leme, 4700 (anexo ao Parque São Lourenço), Curitiba.
Entrada gratuita. A distribuição dos ingressos acontece por ordem de chegada 1 hora antes do início do espetáculo.
Duração: 60min
Classificação: Livre

Mais informações no Instagram da Companhia: https://www.instagram.com/fluctissonante/

FICHA TÉCNICA
Texto e Direção: Nautilio Portela
Direção de Movimento: Katia Drumond
Elenco: Catharine Moreira, Helena de Jorge Portela e Lucas dos Santos
Vozes em Off: Clarice Rocha, Diego Marchioro, Juscelino Antunes, Katia Horn, Marcel Malê Szymanski e Simone Magalhães
Tradução para Libras: Taepé Libras e Cultura
Supervisão de Libras: Catharine Moreira, Talita Grunhagen e Peterson Simões
Trilha Sonora Original e Operação de Som: Chico Paes
Cenografia: Katia Horn
Figurinos: Ricardo Garanhani
Iluminação: Lucas Amado
Direção de Produção: Igor Augustho
Produção Executiva: Diego Marchioro
Assistentes de Produção: Juliana Caimi e Rebeca Forbeck
Costureira: Rose Matias
Cenotécnico: Fabiano Hoffmann
Operação de Luz: Eduardo Neto
Técnico de Luz: Julio Machado
Design Gráfico: Pablito Kucarz
Assessoria de Imprensa e Marketing Digital: Platea Comunicação e Arte
Registro Fotográfico: Elenize Dezgeniski
Registro Audiovisual: Chico Paes
Revisão Texto Programa: Noemi Grunhagen
Realização e Criação: Cia Fluctissonante
Realização e Produção: Pomeiro Gestão Cultural

“PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA”

ANTROPOFOCUS APRESENTA EM MANDIRITUBA UM ESPETÁCULO TEATRAL DE COMÉDIA SEM NENHUM DIÁLOGO

Contos proibidos de antropofocus. Foto: Paulo Feitosa.

As apresentações gratuitas acontecem no dia 29 de julho, no Teatro Municipal com sessões às 15 hrs e 20 hrs

Fazer o público rir, sem que os atores digam uma palavra sequer. Este é o desafio do grupo Antropofocus, que vai se apresentar em Mandirituba no dia 29 de julho, no Teatro Municipal.  Serão duas apresentações no mesmo dia com entrada gratuita, a primeira às 15 hrs e a segunda às 20 hrs.

O espetáculo intitulado Contos Proibidos de Antropofocus, faz parte do projeto de circulação CONTOS EM TODOS OS CANTOS, viabilizado por meio do Profice, com apoio da Copel. No elenco, estão os atores do grupo Antropofocus, Anne Celli, Andrei Moscheto, Edran Mariano e Marcelo Rodrigues, e o ator convidado Bruno Lops.

Em comemoração aos 22 anos de trajetória, o Antropofocus está muito feliz com essa circulação pelo estado do Paraná e também por compartilhar sua pesquisa do grupo, com uma cidade da região metropolitana de Curitiba.

Além das apresentações abertas para a comunidade, o grupo também oferece uma sessão exclusiva para alunos do ensino médio de escolas públicas e uma oficina de improvisação teatral com carga horária de 9 horas.

Como o espetáculo não possui texto, pode ser assistido por pessoas surdas, que podem acompanhar e aproveitar a apresentação sem a necessidade da presença de intérprete de Libras.

“Contos Proibidos de Antropofocus” é uma das criações de maior sucesso do grupo Antropofocus, com temporadas em cidades como São Paulo, Porto Alegre, Brasília, Rio de Janeiro e também em Córdoba, na Argentina, além de participações em importantes festivais de teatro no Brasil, e agora em circulação por terras paranaense.

Mandirituba fecha a programação do mês de julho do projeto CONTOS EM TODOS OS CANTOS que já passou por Jacarezinho e Ibiporã.  E em agosto quem irá receber a programação do projeto serão as cidades de Antonina e Laranjeiras do Sul.

ROTEIRO
* Mandirituba
29 de julho, no Teatro Municipal

* Antonina
05 e 06 de agosto, no Theatro Municipal

* Laranjeiras do Sul
12 e 13 de agosto, no Cine Teatro Iguassu

O ESPETÁCULO
Em Contos Proibidos de Antropofocus, o grupo enfrenta o desafio de fazer um espetáculo sem nenhum diálogo, onde a comunicação acontece apenas por meio do som. Partindo da metáfora da incomunicabilidade, as cenas – ou contos – acontecem em ambientes onde pessoas desconhecidas se encontram, mas raramente iniciam uma conversa: dentro de um ônibus, debaixo de uma marquise num dia de chuva ou em um banheiro masculino.

O projeto, que é uma investigação do grupo sobre a força dramatúrgica que o som tem, nasceu da frequência com que grandes artistas cênicos e cinematográficos usam medidas sonoras para falar de seus trabalhos: o tom da cena, ritmo da ação e timming.

A OFICINA
Voltada para artistas e não-artistas, a oficina de Improvisação Teatral visa estimular o participante a conhecer e descobrir seu potencial inato de criatividade através de exercícios teatrais.

E, por meio da improvisação, fazer com que ele tenha capacidade de ousar, perceber, ouvir, ser espontâneo, improvisar e se relacionar.

A oficina acontece nos dias 01, 02 e 03 de agosto das 19 às 22 hrs, e as inscrições podem ser realizadas através do site do Antropofocus.

SOBRE O ANTROPOFOCUS
O Antropofocus está prestes a completar 22 anos de trajetória e sempre teve como premissa artística observar o ser humano e seu comportamento no cotidiano, sabendo que todas as suas ações podem ser consideradas cômicas, dependendo do prisma pelo qual é observado. Desde a sua fundação, em 2000, o grupo dedica-se ao processo colaborativo na busca de um resultado estético que represente as vozes, ideias e desejos de todos os seus integrantes.

Para isso o grupo vem se aprofundando nas ferramentas da dramaturgia dinâmica como metodologia para as criações de seus espetáculos. Em sua trajetória, o grupo realizou uma série de experimentos artísticos e intercâmbios com artistas nacionais e internacionais, que resultaram em criações de espetáculos e atividades pedagógicas realizadas em sua sede.

SERVIÇO
CONTOS PROIBIDOS DE ANTROPOFOCUS
Dias: 29 de julho
Horário: 15hr e 20 hrs
Local: Teatro Municipal de Mandirituba – Rua da Liberdade, 353 – Centro
ENTRADA GRATUITA – retirar o ingresso a partir de 1 hora antes
Informações: (41) 3633-1342 e @antropofocus

OFICINA DE IMPROVISAÇÃO TEATRAL
Dias: 01, 02 e 03 de agosto
Horário: das 19 às 22 hrs
Local:  Teatro Municipal de Mandirituba
Informações e inscrições:  @antropofocus e  https://bit.ly/OficinaImprovisaçãoMANDIRITUBA

FICHA TÉCNICA
Elenco: Anne Celli, Andrei Moscheto, Bruno Lops, Edran Mariano e Marcelo Rodrigues
Sonoplastia e assistente de direção: Célio Savi
Operador de som: Célio Savi
Iluminação: AnryAider e Paulo Rosa
Operação de luz: Paulo Rosa
Cenografia: Sérgio Richter & Antropofocus
Figurino e Adereços: Fabiana Pescara & Renata Skrobot
Designer Gráfico: Lula Carneiro
Fotos de Divulgação: Paulo Feitosa
Assessoria de Imprensa: Com Leite Comunicação Integrada
Articulador Local – Jacarezinho: Cleiton Santos
Articuladora Local – Ibiporã:  Lívia Zeferino
Articulador Local – Mandirituba: Andrio Robert
Diretor de Produção: Edran Mariano
Direção Geral: Andrei Moscheto
Realização: Antropofocus

Projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Comunicação Social e Cultura

CANAIS DE COMUNICAÇÃO – ANTROPOFOCUS
Site: www.antropofocus.com.br
Instagram: https://www.instagram.com/antropofocus
Facebook: https://www.facebook.com/antropofocus

ÍMÃ FAZ SHOW DE LANÇAMENTO DO EP “FURIOSA ABERTA” EM CURITIBA, QUINTA-FEIRA, 9 DE JUNHO

Apresentação ocorre no Espaço Fantástico das Artes às 20h30 com participações das artistas Julia Raiz, Natasha Tinet, Cau de Sá e Fernanda Fuchs; ingressos do 1º lote já estão à venda por R$ 20 com pagamento via PIX


Foto-mosaico por Tárcilo Pereira, Walter Thoms e Laís Melo.

Chegou a hora das canções de Furiosa Aberta serem tocadas pela ímã. Disponível nas principais plataformas desde o final de 2021, o segundo trabalho da banda será apresentado na íntegra pela primeira vez na noite de 9 de junho, em Curitiba-PR, no palco do Espaço Fantástico das Artes (R. Trajano Reis, 41 – São Francisco).

Furiosa Aberta é fruto de parcerias com as poetas e amigas Francisco Mallmann, Natasha Tinet e Julia Raiz. O álbum reverbera dúvidas essenciais para o grupo nestes últimos anos, dentre elas: “Como uma banda pode sobreviver ao isolamento?”. A resposta da ímã foi apostar em jogos de composição (feitos à distância pelas nove artistas da banda + participações) que resultaram nas faixas No coração do King Kong, Cidade Assionara Souza, Monika e o Futuro e Furiosa Aberta.

Depois de um processo de criação marcado pela não presencialidade e pela ausência de ensaios convencionais, o EP Furiosa Aberta ainda aguardava pela chance de um lançamento presencial e festivo, como esse que se anuncia.

Participações
Natasha Tinet é escritora e artista visual e, além de assinar a arte de capa do EP, é autora do poema a partir do qual nasceu a música Monika e o Futuro. Seu trabalho serviu de inspiração para a banda experimentar a técnica da colagem como linguagem de criação no campo da música.

Escritora e tradutora, Julia Raiz criou o texto que gerou a faixa Cidade Assionara Souza (feito em homenagem à sua amiga Assionara, poeta e dramaturga de grande importância no cenário brasileiro). Ao lado de Francisco Mallmann, Julia e Natasha fazem parte da Membrana Literária, a grupa afetiva, crítica e colaborativa de escrita que estará presente no palco do show de lançamento através das intervenções das duas escritoras que participaram do EP.

Cau de Sá também fará participação especial. Cantora, compositora, integrante da banda Mulamba e parceira/amiga da ímã desde outras épocas, Cau é coautora de Mangueador, single do primeiro álbum da banda, ímã de nove pontas (2020).

Ainda no dia 09, a atriz e cantora  Fernanda Fuchs estará presente no palco com a ímã para cantar algumas das canções em sua primeira apresentação junto com a banda, para brindar uma parceria que já vem desde o primeiro álbum e passa também pelo último EP.

Ingressos
O primeiro lote de reservas para o dia 09/06 já está disponível, no valor de R$ 20, com pagamento via PIX após o preenchimento do formulário acessado neste link: Show da ímã – lançamento do EP Furiosa Aberta (google.com).

Sobre a ímã
A ímã é formada por artistas multi-instrumentistas que experimentam com a canção brasileira. Seus dois primeiros álbuns trazem uma diversidade de sons que vai do samba ao ijexá, do rock polirrítmico a jazzismos tropicais. A banda também integra a Queda Livre, articulação de artistas que ocorre de forma orgânica desde 2018 e já lançou também ímã de nove pontas (2020); Fronteiriça (2020), de Roseane Santos; Livro Vivo (2021), de Luciano Faccini e Roseane Santos; Waltel 92 (2021) e o álbum 8 (2022), ambos de Francisco Okabe.

Serviço:
Furiosa Aberta ao Vivo no Espaço Fantástico das Artes | 09 de junho | 20h30
_endereço: R. Trajano Reis, 41 – São Francisco, Curitiba
_valor: R$ 20 (primeiro lote), com reservas via formulário > Show da ímã – lançamento do EP Furiosa Aberta (google.com)

Conheça a ímã
@imafuriosaaberta | linktr.ee/imadenovepontas

Conheça a Queda Livre
@QuedaLivreColetiva | linktr.ee/QuedaLivreColetiva

Ficha Técnica
Daniel D’Alessandro (bateria e percussão), Dayane Battisti (violoncelo, cavaco e voz), Francisco Okabe (violão de 7 cordas, cavaco e flauta transversal), Guilherme Nunes (guitarra), Leonardo Gumiero (baixo, sintetizador e voz), Luciano Faccini (guitarra, clarinete e voz), Mariana Ribeiro (percussão e voz), Yasmine Matusita (bateria, percussão e voz),
Convidadas: Cacau de Sá, Natasha Tinet, Julia Raiz e Fernanda Fuchs
Técnica de som: Acácio Guedes
Direção de produção: Má Ribeiro, Luciano Faccini
Produção executiva: Dayane Battisti
Classificação: livre

GALERIA POTY LAZZAROTTO: CURITIBA GANHA ESPAÇO CULTURAL QUE HOMENAGEIA UM DOS PRINCIPAIS ARTISTAS CURITIBANOS

Obras restauradas ficam no Curso Positivo e mostram a vida escolar dos alunos, por meio de 18 painéis

Quando o Curso Positivo completou 25 anos, em 1996, o artista plástico curitibano Poty Lazzarotto retratou a trajetória de seus alunos com um mural em uma das unidades. Os 18 módulos mostram a vida escolar, desde o Ensino Básico até a preparação para o Ensino Superior. Agora, ao comemorar mais de 50 anos de história, a instituição inaugura a Galeria Poty Lazzarotto, com as mesmas obras, totalmente restauradas. O espaço fica na sede mais central, na avenida Vicente Machado, em Curitiba, e está aberto à visitação do público.

A inauguração da galeria reuniu, no último dia 17, mais de 100 pessoas, entre elas a secretária municipal da Educação de Curitiba, Maria Silvia Bacila, a superintendente geral da Cultura do Paraná, Luciana Casagrande Pereira, representantes da família do artista, outras autoridades, imprensa e demais convidados. “Para nós é uma grande honra poder sediar esse espaço com obras desse grande artista, que marcou época não apenas em Curitiba, mas em todo o mundo”, destacou Renato Ribas Vaz, diretor do Curso Positivo.

Sobre a Galeria Poty Lazzarotto
A estrutura do mural se destaca pela harmonia e as tonalidades de pastel como fundo. Amarelo, salmão, cinza-azulado e creme destacam a pintura em preto. Os painéis foram executados pelo também artista plástico e cenógrafo paranaense Bira Paes, a partir da projeção dos originais de Poty, sobre os painéis de madeira. Na época, os dois dirigiram todo o processo e acompanharam de perto a instalação dos painéis na antiga sede do Curso Positivo.

No primeiro painel é possível ver um autorretrato de Lazzarotto no processo de criação do mural. O croqui em suas mãos tem a logomarca da instituição de ensino e a janela mostra a paisagem paranaense, onde nasceu o Curso Positivo. Nos painéis seguintes estão as atividades esportivas e artísticas em diferentes modalidades. A largada de uma corrida representa o esporte, e também o vestibular. Os candidatos, lado a lado, buscam uma vaga na universidade. A cena seguinte enfatiza as pernas dos candidatos, demonstrando precisar de “muita perna”, isto é, de muita determinação para vencer esta corrida. A mão com o gesto de Positivo significa o resultado conquistado. O painel final mostra a entrada na Universidade Federal do Paraná, a mais tradicional instituição de ensino superior do Estado.

SERVIÇO
Galeria Poty Lazzarotto
Local: Curso Positivo – Rua Vicente Machado, 317, Centro, Curitiba-PR
Horário de Funcionamento: 8h às 19h
Entrada Franca, mediante agendamento
Mais informações e agendamento de visita: 3232-4011

Sobre o Curso Positivo
Fundado em 1972, o Curso Positivo nasceu de um sonho de um grupo de jovens professores, apaixonados pela profissão, que se uniram por um ideal: criar um curso pré-vestibular diferente, que acompanhasse os estudantes até os dias que antecediam o vestibular – algo pioneiro no Brasil, no início da década de 70. Desde então, o Curso Positivo se estabeleceu como uma instituição de destaque, registrando, historicamente, o maior índice de aprovação nos vestibulares mais concorridos das mais importantes faculdades e universidades do Paraná, bem como excelentes resultados nos exames das principais instituições de Ensino Superior do Brasil. O Curso Positivo conta com duas sedes em Curitiba (PR), uma em Joinville (SC) e uma em Ponta Grossa (PR), e dispõe de uma equipe de professores com grande experiência, material didático de alta qualidade para a melhor preparação e um inovador sistema de aulas dinâmicas totalmente focado na aprovação dos vestibulandos. O Curso Positivo utiliza o Sistema Positivo de Ensino.

STRIP-TEASE BURLESCO COM MÚSICA AO VIVO CHEGA À PRAINHA DA ITUPAVA COM “CABARET DE BOLSO”

Pioneira do Burlesco brasileiro e Drag Queen pianista integram o elenco do show de variedades que tem estreia nesta sexta-feira (08/04), no recém inaugurado Teatro de Bolso da rua Itupava.

Estreia nesta sexta-feira (08/04) o show de variedades burlesco “Cabaret de Bolso”, iniciativa das burlescas Curitibanas Lídia Café da Manhã e Miss G em parceria com a drag queen Jeruza Miller. A proposta da noite é unir o strip-tease clássico burlesco ao repertório pianístico clássico, jazzístico e popular de Jeruza Miller (Jeferson Ulbrich), musicista de carreira internacional. O resultado é um dos primeiros shows burlescos com música ao vivo da história de Curitiba, com uma seleção musical que passa por Brahms, As Frenéticas e Duke Ellington.

“Cabaret de Bolso” dá início a  programação cabareteira do recém-inaugurado Teatro de Bolso de Curitiba, localizado no interior da galeria Itupava 1299, que abriga o conglomerado de bares e restaurantes conhecido como “prainha da Itupava”. Segundo Lídia Café da Manhã, o ambiente é “ideal para um show da linguagem burlesca, que combina com um público boêmio e disposto a participar integralmente da apresentação com gritos, assobios e aplausos”. O público do espetáculo ainda contará com 10% de desconto em compras feitas após o show no bar Barbarium Pocket, a poucos metros do teatro.

O elenco conta com a pioneira do burlesco brasileiro Miss G, que foi uma das fundadoras do Festival Yes! Nós Temos Burlesco (RJ) e atual diretora das Terças Burlescas do Ginger Bar, além de Lídia café da Manhã, a primeira burlesca brasileira a ter seu trabalho apresentado no festival do Burlesque Hall of Fame (Las Vegas). A programação da noite conta com números inéditos de strip-tease burlesco, duetos cantados e comédia falada. O performer boylesco Monge Safado fica encarregado pela assistência de palco, que em shows burlescos inclui o recolhimento de peças de roupa de forma provocativa.

Programa:
CABARET DE BOLSO
08/04/2022 – Sexta-Feira
Teatro de Bolso Curitiba
Endereço: R. Itupava, 1299 – Hugo Lange, Curitiba – PR
Sessão dupla: 22h e 23h
Ingresso: R$ 30,00
www.sympla.com.br/cabaret-de-bolso__1534421
Duração: 45 minutos

Não recomendado para menores de 18 anos
Apoio: Barbarium Pocket

Conheça as artistas:


Lídia Café da Manhã @vedetematinal
Se você come depois da meia-noite, é a primeira refeição do seu dia! Lídia Café da Manhã é uma vedete matinal e burlesca notívaga entusiasta e entusiasmada pela era de ouro do strip-tease clássico! Explora as corporalidades desvairadas das dançarinas exóticas e já se apresentou em festas, cabarés e festivais em Curitiba, Maringá, São Paulo e Rio de Janeiro, tendo exibido também seu trabalho nos festivais Burlesque Hall of Fame (Las Vegas, EUA), Salvaje: Festival Internacional de Burlesque de Argentina (Rosario, Argentina) e POA Burlesque (Porto Alegre, RS). Criadora e produtora do projeto Cabaré Notívagas e do Cabaret de Bolso.


Miss G  @corpospelaliberdade
Senhoras e senhores, apresento-lhes Miss G (stage name da artista Giorgia Conceição – Curitiba, 1981). Artista burlesca, agitadora cultural, mentora de novos artistas. Ela encabeça vários projetos relacionados ao Burlesco pelo Brasil: foi criadora e dirigente do Festival Internacional Yes, Nós Temos Burlesco (de 2015 a 2021, no Rio de Janeiro), faz parte da cúpula de curadoras da Combo Drag Week (Curitiba) e, atualmente, dirige e apresenta a mostra semanal Terça Burlesca, no Ginger Bar. Foi artista homenageada no PoA Burlesque Festival, em 2021. Durante a pandemia, foi porta voz do Burlesco Brasileiro em diversos eventos latino-americanos, como Salvage  (Argentina, 2020), Encuentro Latino de Burlesque (Ciudad de México, 2020). Dedica-se à formação de novos artistas, mirando na ampliação da cena nacional e criação de uma comunidade, formando público e dando condições para a divulgação dessa arte no Brasil. Além disso, já fez participações em eventos, mostras, festivais nacionais e internacionais, até mesmo em séries e novelas, como Ligações Perigosas (Globo, 2016) e Tempo de Amar (Globo, 2017). Já se apresentou em diversas cidades do país, e também em Nova Iorque (EUA), Kyoto (Japão), Berlim (Alemanha), Viena e Graz (Áustria), Granada (Espanha). Ministra workshops online e presenciais, já tendo passado por instituições como Tanzquartier (Viena), El Apeadero (Granada) e Instituto Itaú Cultural (SP)


Jeruza Miller @jeruza.miller
Jeruza Miller, drag queen pianista, é criadora do projeto PianoDrag. Nascida em Curitiba e criada nos rincões do interior do Paraná, Jeruza Miller é hoje uma musicista de carreira internacional. A proposta de PianoDrag é levar a riqueza e a beleza da música para piano e piano e canto com seu repertório clássico, jazzístico e popular para um público que valoriza cada vez mais a diversidade nas manifestações culturais. A premissa é música de qualidade, independente da expressão de gênero.

ELIFAS ANDREATO

Elifas Andreato faleceu nesta terça-feira (29), em São Paulo, aos 76 anos, devido a complicações decorrente de um infarto. Elifas foi um grande artista brasileiro. Com mais de quarenta anos de atividade como artista plástico, Elifas foi especialmente reconhecido como ilustrador de capas de discos de vinil. Ao todo, são 362 capas produzidas, principalmente nos anos 70, para artistas como Clara Nunes (Nação), Martinho da Vila (A Rosa do Povo), Clementina de Jesus, Paulinho da Viola, Chico Buarque (Ópera do Malandro), Elis Regina, Adoniran, Toquinho e Vinicius (A Arca de Noé). Elifas nasceu no Paraná, em Rolândia, e começou sua produção de capas em 1973, quando criou a do long-play Nervos de Aço, de Paulinho da Viola – uma capa maravilhosa! Elifas tinha trabalho engajado, sempre se posicionou contra a ditadura militar. Em 2011 foi homenageado no Prêmio Vladimir Herzog. Além de engajada, sua obra tem grande beleza, sensibilidade e qualidade artística: reconhecida no mundo inteiro.

“TRAVA BRUTA”, SOLO DE LEONARDA GLÜCK SOBRE A VIVÊNCIA DA SUA TRANSEXUALIDADE NA REALIDADE BRASILEIRA, CHEGA A 30ª EDIÇÃO DO FESTIVAL DE TEATRO DE CURITIBA

Trava Bruta – Leonarda Glück – Foto Alessandra Haro.

Espetáculo estreou em São Paulo em dezembro de 2021 e marca os 25 anos de carreira da artista Leonarda Glück, que teve trabalhos apresentados em países da Europa e da América Latina

Após realizar estreia nacional na cidade de São Paulo e cumprir temporadas presencial e online no Centro Cultural São Paulo, o espetáculo “Trava Bruta”, solo escrito e encenado por Leonarda Glück com direção de Gustavo Bitencourt, faz duas únicas apresentações gratuitas no Festival de Teatro de Curitiba, dias 5 e 6 de abril, às 19h, em NOVO LOCAL, agora no Mini Guaíra, Rua Amintas de Barros, s/nº, centro de Curitiba. A entrada é gratuita e os ingressos começam a ser distribuídos às 18h, no teatro mesmo.

“Trava Bruta” é um manifesto que parte da experiência transexual da própria Glück para propor uma ponte e um embate entre o contexto artístico e a atual conjuntura política e social brasileira no que se refere ao campo da sexualidade. O trabalho marca as comemorações de 25 anos de carreira da artista e também o seu reencontro com o diretor Gustavo Bitencourt. Juntos os dois já desenvolveram criações em performance, dança e teatro, com destaque para Valsa Nº 6, montagem do texto de Nelson Rodrigues premiada pela Funarte em 2012, na ocasião do centenário do autor.

Leonarda, que hoje mora na capital paulista, começou a escrever o texto ainda em Curitiba, sua cidade de origem, onde fundou importantes coletivos do cenário teatral nacional como a Companhia Silenciosa e a Selvática Ações Artísticas. Seus trabalhos tratam de diversas temáticas, e já foram apresentados em vários países da Europa e América Latina, mas esta é a primeira vez em que a artista dedica uma criação exclusivamente à transexualidade: “Me veio uma possível angústia repentina de talvez não ter conseguido em outro momento antes escrever tão intimamente sobre o assunto da transexualidade, e seus efeitos na minha mente e na vida social da qual faço parte”, diz Leonarda.

Sobre o processo de direção do espetáculo, Gustavo Bitencourt conta que percebeu o quanto o texto fala de vivências que dizem respeito a todos, e não somente às relacionadas a transexualidade no Brasil: “É importante que a gente olhe tanto para o que tem de específico nesse contexto do qual ela fala, quanto para onde essa história se conecta com outras tantas”. Partindo daí, ele entendeu o texto de “Trava Bruta” como uma auto-ficção, gênero literário e teatral que combina autobiografia com ficção.

Leonarda e Gustavo, então, se encontraram no conceito, como nos diz o diretor: “Ficção que é o que eu pesquiso, é a minha profissão  – como drag queen, que é o que eu faço da vida há 12 anos – e é uma necessidade básica de qualquer ser humano. Humano precisa de ficção pra viver, e em diferentes medidas, com diferentes graus de comprometimento e de risco, todo mundo vai dando um jeito de concretizar”, destaca.

Para Gustavo, o ponto chave da ideia no trabalho encontra-se no fato de que “algumas ficções são permitidas e outras não. Quando se trata de gênero, as pessoas tendem a ficar muito assustadas”. Leonarda complementa: “chego aqui com a certeza de que o herói macho branco, heterossexual, cristão e suas ideias precisam urgentemente ser substituídos, trocados ou mesmo revisitados por outros ângulos. Estão chatos. De alguns eu ainda gosto muito, mas estão chatos.”

A participação de Leonarda, Gustavo e da Pomeiro no Festival marca, também, o retorno dos artistas à cidade: por muitos anos os três integraram eventos variados dentro do Festival (como o Fringe, a Mostra Oficial, a Mostra Novos Repertórios, a Curitiba Mostra e outras). Embora suas obras mais recentes tenham estreado em outros municípios do país nos últimos anos, boa parte de suas trajetórias foi consolidada em Curitiba.

O espetáculo chega à capital paranaense integrando a edição comemorativa de 30 anos do Festival de Curitiba, dentro do Interlocuções,  uma das ações do evento, a convite da curadoria de Giovana Soar e Celso Curi.

Sobre os artistas:
Leonarda Glück é atriz, dramaturga e diretora curitibana radicada em São Paulo. Co-fundadora da Companhia Silenciosa e do Coletivo Selvática. Graduada em Direção Teatral pela Faculdade de Artes do Paraná (FAP). Tem mais de vinte textos encenados por diferentes grupos, companhias e artistas brasileiros e internacionais de diversas linguagens artísticas. Publicou A Perfodrama de Leonarda Glück – Literaturas Dramáticas de Uma Mulher (Trans) de Teatro, coletânea com seis textos teatrais. Para maiores informações acesse www.leonardagluck.com

Gustavo Bitencourt é diletante profissional, nascido e residente em Curitiba, Paraná. Estudou Letras na UFPR. Atua em diversos campos artísticos e tem na indisciplinaridade uma das principais características de seu trabalho. Trabalha como ilustrador, designer gráfico, redator e tradutor, performer, ator, diretor de teatro, drag queen, crítico de arte e já compôs trilhas para teatro, dança e vídeo.

SERVIÇO
TRAVA BRUTA.
Dias 5 e 6 de abril, às 19h.
Mini Guaíra, Rua Amintas de Barros, s/nº, centro de Curitiba.
A entrada é gratuita e os ingressos começam a ser distribuídos às 18h, no próprio teatro.
18 Anos, 70 Minutos.

FICHA TÉCNICA
Criação, texto e interpretação: Leonarda Glück
Direção: Gustavo Bitencourt
Direção de produção: Igor Augustho
Trilha original: Jo Mistinguett
Luz: Wagner Antônio
Assistente de iluminação: Dimitri Luppi
Criação em vídeo e projeções: Ricardo Kenji
Figurino: Fabianna Pescara e Renata Skrobot
Fotografias: Alessandra Haro
Assessoria de imprensa São Paulo: Pombo Correio
Assessoria de imprensa Curitiba: Platea Comunicação e Arte
Realização e produção: Pomeiro Gestão Cultural