Blogue FATO Agenda divulga: 1) vagas e oportunidades em comunicação social, mkt e design em Curitiba e região. 2) Agenda cultural da cidade. 3) Livros e discos de vinil (do Sebinho FATO Agenda). Editado há 17 anos (desde 2009) pelo jornalista Leandro Hammerschmidt.
Categoria: MÚSICA / TEATRO / LITERATURA
Agenda cultural da cidade de Curitiba e região. Peças de teatro, shows, eventos. Concursos de literatura. Exposições.
João Flávio Cordeiro da Silva, sob o pseudônimo de Miró da Muribeca, viveu de poesia. Performático, Miró tornou-se referência na poesia urbana. Publicou 15 livros, alguns com mais de 3 mil exemplares vendidos – livros que ele mesmo vendia, como conta neste vídeo da Trip TV.
O poeta pernambucano faleceu no último domingo, 31 de julho de 2022, vítima de câncer descoberto em 2020. Miró deixa filho e neto.
“Nesse podcast, Renan Inquérito faz uma viagem a Pernambuco, para falar um pouquinho sobre o poeta, alegrista Miró: Miró da Muribeca. Apelidado em 1960 de João Flávio Cordeiro da Silva, mas que adotou para si o nome que dizia de onde vinha, bairro de Jaboatão dos Guararapes, região metropolitana de Recife.
Poeta preto, periférico, nordestino, autodenominava-se “cronista do cotidiano”, fazia poesia urbana, lírica, falava do lado caótico da vida e da cidade: violência, desamor, depressão.
FICHA TÉCNICA Pesquisa Roteiro e Apresentação: Renan Inquérito Projeto e Produção Cultural: Gabriela Castilho Guimarães Produção musical, edição e finalização: Pop Black | Black Beats Music Projeto realizado com recursos do PROAC
Projeto Circo Maker estimula crianças a construírem seus próprios objetos circenses
O projeto Circo Maker, que mistura a arte circense com o movimento maker – ou faça você mesmo -, oferece 16 oficinas gratuitas para alunos das escolas públicas de Campo Largo, Região Metropolitana de Curitiba. Ao final das oficinas, as crianças apresentam um número circense de sua autoria. O Projeto tem o patrocínio da Cocel e é realizado com apoio do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura (PROFICE) da Secretaria da Comunicação Social e da Cultura do Estado do Paraná.
Para entrarem na temática circense, as oficinas são divididas em quatro módulos que contemplam as áreas do equilibrismo, malabarismo, acrobacia e mágica. Na acrobacia, os alunos terão a oportunidade de aprender técnicas de estrelas, paradas de mão e muitos outros. No módulo de equilíbrio, serão trabalhados exercícios com bola, perna-de-pau e mais. Já no malabarismo, os alunos usarão claves, aros e bolas. E, por fim, serão ensinados truques simples de mágica no último módulo.
Mas, além dos conteúdos circenses, as crianças são incentivadas a construírem seus equipamentos. Assim, elas aprendem a criar objetos relacionados ao conteúdo trabalhado como, por exemplo, bolinhas de malabares com técnicas de balões, claves com cabos de vassoura e garrafas pet, pratos chinês com tecido e muitos outros. Desta forma, os professores também estimulam as crianças a utilizarem materiais recicláveis.
Ao final da oficina, como os alunos acabam dominando alguns movimentos circenses, eles criam um pequeno espetáculo para ser apresentado para todos os alunos. “Eles desenvolvem muito a criatividade ao longo do processo. Na mostra artística, eu direciono, mas muito do que eles apresentam vem dele, eles criam os próprios números”, afirma o professor das oficinas, Alexandre Tosin Gabardo.
Importância do circo na sociocultura Além de toda a diversão que as atividades circenses promovem às crianças, as oficinas ajudam a promover a socialização de grupos, envolvendo os alunos em dinâmicas em que é preciso pensar na convivência coletiva, no comportamento social e na responsabilidade individual e ambiental.
“É muito interessante esse trabalho coletivo, eles desenvolvem a percepção da importância de cada um, do trabalho comum e do senso coletivo. Eles entendem a sua importância e o seu lugar no momento. O malabarismo, por exemplo, desenvolve perseverança porque é uma atividade muito difícil, é preciso querer muito. Então esse foco é muito bacana de se ver”, conta o professor das oficinas.
Justamente em situações como essas, o projeto é importante para que as crianças encontrem a possibilidade de se auto afirmar como indivíduos capazes e competentes para resolver desafios.
Para a diretora da Escola Municipal Carlos Drummond de Andrade, Jacqueline Merchiori disse que os alunos participaram das oficinas com interesse e entusiasmo. “Essa oficina foi muito importante, pois possibilitou aos nossos estudantes momentos de descontração, alegria, trabalho em equipe e, principalmente, enfrentar desafios”, finaliza.
Além disso, o movimento maker aproxima o universo circense do dia a dia da criança. Alexandre explica que as crianças se interessam muito na hora de aprender a fazer os objetos porque, assim, elas podem treinar em casa. “Nós usamos materiais de fácil acesso, que se ela procurar em casa, vai ter”, afirma.
Este movimento tem entrado em muitas escolas brasileiras nos últimos anos, permitindo a elaboração de projetos e protótipos, onde os alunos fomentam a criatividade e, de fato, colocam a “mão na massa”.
Alinhamento com as ODS Todo o projeto está alinhado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Por isso, durante as oficinas, o projeto trabalha os objetivos de saúde e bem-estar, igualdade de gênero, redução de desigualdades e consumo e produção responsável.
Os participantes recebem informações sobre os ODS, seus objetivos e metas trabalhadas no projeto. A partir de desenhos e frases feitas por eles, é criado um banner que é doado para a escola.
Programa de Incentivo à Leitura contempla cerca de 10 mil alunos da rede pública de ensino de municípios da Região Metropolitana de Curitiba com contação de histórias, rodas de leitura e oficinas voltadas aos professores.
Promover encontros para que as crianças vivenciem a literatura de forma lúdica e cativante. Fazer com que elas se encantem pelos livros e sintam-se estimuladas a ler e a frequentar as bibliotecas são os principais objetivos do projeto Prosas de uma Terra Iluminada que irá levar aos alunos e professores da rede pública de ensino dos municípios de Quatro Barras, Contenda, Bocaiúva do Sul e Balsa Nova: 120 sessões de contação de histórias, 120 rodas de leitura e oito oficinas literárias. Em um esforço para democratizar o acesso à literatura, a expectativa é atender cerca de 10 mil crianças e 1 mil educadores até setembro deste ano.
A iniciativa é da Travessia – Arte e Educação que há mais de 10 anos tem se dedicado à criação de conteúdos artísticos para crianças visando o estimulo à leitura. Todas as ações do projeto serão gratuitas e irão atender tanto o público das escolas urbanas quanto rurais. Cerca de 50% da população de Balsa Nova, Contenda e Bocaiúva do Sul vivem no campo.
O repertório apresentado serão os contos da literatura oral brasileira recontados e publicados por escritores de renome como Ana Maria Machado, Ruth Rocha, Henriqueta Lisboa, Câmara Cascudo, Ricardo Azevedo, entre outros. “Os contos são uma porta de entrada para o universo da leitura literária. Apresentaremos o que há de melhor em releituras de nossa rica tradição oral, trazendo questões humanas atemporais e universais. Os temas são variados, mas todos bem familiares à criança”, comenta Vinícius Mazzon, idealizador e mediador do projeto. “Nossa intenção como diz Ana Maria Machado: é que as crianças de hoje descubram o fascínio destas histórias incomparáveis, fruto da sabedoria popular acumulada em gerações de narradores anônimos que coletivamente foram criando esse fantástico patrimônio que nos coube de herança e não tem preço”, acrescenta.
A fim de que o projeto tenha um efeito multiplicador, em cada uma das cidades também será oferecida uma oficina para os professores das escolas públicas. Com formato híbrido (6 horas presenciais e 6 horas on-line), a oficina “A Tradição Oral formando leitores: da boca do contador, pela mão do escritor aos olhos e ouvidos da criança” será ministrada pelo pesquisador e professor argentino Daniel D’Andrea.
SOBRE
Prosas com Vinícius Mazzon. Foto: Lucas Rachinski.
Vinícius Mazzon (contador de histórias e curador do projeto): é ator e contador de histórias de trajetória reconhecida, atuou com companhias do Brasil e da Argentina. Tem sido convidado para os maiores eventos da narração oral no país, como o “Boca do Céu – Encontro Internacional de Contadores de Histórias” (SP) e o “Simpósio Nacional de Contadores de Histórias” (SESC – SP). Há mais de 10 anos vem criando e atuando em programas de incentivo à leitura. Em parceria com o “Curitiba Lê” (Programa Literário reconhecido pela UNESCO) realizou, desde 2009, mais de 500 sessões de contação de histórias, além de dezenas de Oficinas Literárias para educadores. Em 2010, recebeu a Bolsa FUNARTE de Circulação Literária. Em 2011 recebeu o Prêmio Nossa Onda, da Cinemateca Brasileira. Em 2013 e 2014 recebeu o Prêmio FUNARTE Myriam Muniz de Teatro. É proprietário e diretor da Travessia – Arte e Educação em parceria com Michelle Peixoto.
Michelle Peixoto (responsável pelas rodas de leitura): é pedagoga, com especialização em Pedagogia Waldorf. Atua há mais de 10 anos como contadora de histórias, mediadora de leitura, ministrante de cursosde formação e assessorapedagógica em projetos de incentivo à leituradirecio nados ao público escolar, entre eles: Balaiode Contos; Histórias à Brasileira; Histórias à Brasileira pelo Vale do Ribeira; Roda de Enredos; Telefone sem Fio; Contos,causos e presepadas; Um passarinho me contou; Histórias dos Quatro Ventos; Livros errantes, Histórias brincantes; Passaredo – encantose enredos; Alumbramento; Onde canta o sabiá.
Daniel D´Andrea (ministrante de oficina): é professor e pesquisador da literatura oral brasileira há 40 anos. Realizou inúmeros projetos de pesquisa e difusão do nosso folclore, tornando-se um dos professores de notório saber mais reconhecido no Brasil. Como reflexo deste intenso trabalho, tem sido convidado a participar de Fóruns, Seminários e Encontros de pesquisadores e narradores por todo o Brasil. D’ Andrea auxiliou na implantação do Museu do Folclore de São José dos Campos (SP) e é um dos principais responsáveis pela retomada e reedição em 2019 da obra de Ruth Guimarães, primeira autora negra brasileira a ter projeção nacional. Graças aos esforços de D ‘ Andrea e do Instituto Ruth Guimarães, o livro Lendas e Fábulas do Brasil foi reeditado em 2019 e está novamente disponível para admiradores e estudiosos do folclore brasileiro.
Projeto realizado com o apoio da Havan, por meio do PROFICE (Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura), da Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Paraná.
AGENDA:
– Ações em Balsa Nova-PR: de 01 a 05 de agosto – 30 sessões de contação de histórias e 30 rodas de leitura.
– Ações em Contenda-PR: de 12 a 20 de setembro – 30 sessões de contação de histórias e 30 rodas de leitura.
Contos proibidos de antropofocus. Foto: Paulo Feitosa.
As apresentações gratuitas acontecem no dia 29 de julho, no Teatro Municipal com sessões às 15 hrs e 20 hrs
Fazer o público rir, sem que os atores digam uma palavra sequer. Este é o desafio do grupo Antropofocus, que vai se apresentar em Mandirituba no dia 29 de julho, no Teatro Municipal. Serão duas apresentações no mesmo dia com entrada gratuita, a primeira às 15 hrs e a segunda às 20 hrs.
O espetáculo intitulado Contos Proibidos de Antropofocus, faz parte do projeto de circulação CONTOS EM TODOS OS CANTOS, viabilizado por meio do Profice, com apoio da Copel. No elenco, estão os atores do grupo Antropofocus, Anne Celli, Andrei Moscheto, Edran Mariano e Marcelo Rodrigues, e o ator convidado Bruno Lops.
Em comemoração aos 22 anos de trajetória, o Antropofocus está muito feliz com essa circulação pelo estado do Paraná e também por compartilhar sua pesquisa do grupo, com uma cidade da região metropolitana de Curitiba.
Além das apresentações abertas para a comunidade, o grupo também oferece uma sessão exclusiva para alunos do ensino médio de escolas públicas e uma oficina de improvisação teatral com carga horária de 9 horas.
Como o espetáculo não possui texto, pode ser assistido por pessoas surdas, que podem acompanhar e aproveitar a apresentação sem a necessidade da presença de intérprete de Libras.
“Contos Proibidos de Antropofocus” é uma das criações de maior sucesso do grupo Antropofocus, com temporadas em cidades como São Paulo, Porto Alegre, Brasília, Rio de Janeiro e também em Córdoba, na Argentina, além de participações em importantes festivais de teatro no Brasil, e agora em circulação por terras paranaense.
Mandirituba fecha a programação do mês de julho do projeto CONTOS EM TODOS OS CANTOS que já passou por Jacarezinho e Ibiporã. E em agosto quem irá receber a programação do projeto serão as cidades de Antonina e Laranjeiras do Sul.
ROTEIRO * Mandirituba 29 de julho, no Teatro Municipal
* Antonina 05 e 06 de agosto, no Theatro Municipal
* Laranjeiras do Sul 12 e 13 de agosto, no Cine Teatro Iguassu
O ESPETÁCULO Em Contos Proibidos de Antropofocus, o grupo enfrenta o desafio de fazer um espetáculo sem nenhum diálogo, onde a comunicação acontece apenas por meio do som. Partindo da metáfora da incomunicabilidade, as cenas – ou contos – acontecem em ambientes onde pessoas desconhecidas se encontram, mas raramente iniciam uma conversa: dentro de um ônibus, debaixo de uma marquise num dia de chuva ou em um banheiro masculino.
O projeto, que é uma investigação do grupo sobre a força dramatúrgica que o som tem, nasceu da frequência com que grandes artistas cênicos e cinematográficos usam medidas sonoras para falar de seus trabalhos: o tom da cena, ritmo da ação e timming.
A OFICINA Voltada para artistas e não-artistas, a oficina de Improvisação Teatral visa estimular o participante a conhecer e descobrir seu potencial inato de criatividade através de exercícios teatrais.
E, por meio da improvisação, fazer com que ele tenha capacidade de ousar, perceber, ouvir, ser espontâneo, improvisar e se relacionar.
A oficina acontece nos dias 01, 02 e 03 de agosto das 19 às 22 hrs, e as inscrições podem ser realizadas através do site do Antropofocus.
SOBRE O ANTROPOFOCUS O Antropofocus está prestes a completar 22 anos de trajetória e sempre teve como premissa artística observar o ser humano e seu comportamento no cotidiano, sabendo que todas as suas ações podem ser consideradas cômicas, dependendo do prisma pelo qual é observado. Desde a sua fundação, em 2000, o grupo dedica-se ao processo colaborativo na busca de um resultado estético que represente as vozes, ideias e desejos de todos os seus integrantes.
Para isso o grupo vem se aprofundando nas ferramentas da dramaturgia dinâmica como metodologia para as criações de seus espetáculos. Em sua trajetória, o grupo realizou uma série de experimentos artísticos e intercâmbios com artistas nacionais e internacionais, que resultaram em criações de espetáculos e atividades pedagógicas realizadas em sua sede.
SERVIÇO CONTOS PROIBIDOS DE ANTROPOFOCUS Dias: 29 de julho Horário: 15hr e 20 hrs Local: Teatro Municipal de Mandirituba – Rua da Liberdade, 353 – Centro ENTRADA GRATUITA – retirar o ingresso a partir de 1 hora antes Informações: (41) 3633-1342 e @antropofocus
FICHA TÉCNICA Elenco: Anne Celli, Andrei Moscheto, Bruno Lops, Edran Mariano e Marcelo Rodrigues Sonoplastia e assistente de direção: Célio Savi Operador de som: Célio Savi Iluminação: AnryAider e Paulo Rosa Operação de luz: Paulo Rosa Cenografia: Sérgio Richter & Antropofocus Figurino e Adereços: Fabiana Pescara & Renata Skrobot Designer Gráfico: Lula Carneiro Fotos de Divulgação: Paulo Feitosa Assessoria de Imprensa: Com Leite Comunicação Integrada Articulador Local – Jacarezinho: Cleiton Santos Articuladora Local – Ibiporã: Lívia Zeferino Articulador Local – Mandirituba: Andrio Robert Diretor de Produção: Edran Mariano Direção Geral: Andrei Moscheto Realização: Antropofocus
Projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Comunicação Social e Cultura
Neste sábado, 09 de julho, às 15h, vai rolar a festa julina da ocupação Marielle Franco e também a tão esperada inauguração da Biblioteca Comunitária, localizada na Cozinha Solidária do MTST Paraná na Rua Arlindo Cordeiro, 15, bairro Tatuquara, em Curitiba-PR. Festança boa, com muita comida típica, música tradicional e brincadeiras. Entrada livre.
A campanha de doação de livros arrecadou mais de 1000 livros, gibis e revistas para a biblioteca do movimento. Venha celebrar essa conquista e conhecer de pertinho o trabalho do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto do Paraná.
Teremos música ao vivo com @gilbertbraga anos #80’s #90’s. Chopp Artesanal e Comidinhas deliciosas. Traga seu Pet, espaço pet friendly.
Serviço: II Feira De Discos Hirtbier Pub / Curitiba Vinil Local: HIRTBIER PUB, AV. Manoel Ribas, 6061 – Santa Felicidade, Curitiba. Horário: das 11H às18h.
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Livro 01: O DEUS DINHEIRO. Autor: Karl Marx. Ilustração: Maguma. São Paulo. Boitatá, 2018. Páginas: 22. Preço: R$34,90.
Livro 02: ESTÓRIAS ABENSONHADAS. Autor: Mia Couto. São Paulo. Companhia das Letras, 2012. 1ª Edição. Páginas: 155. Preço: R$18,90.
Livro 03: O EROTISMO : FANTASIAS E REALIDADES DO AMOR E DA SEDUÇÃO. Autor: Francesco Alberoni. São Paulo. Círculo do Livro, 1986. Páginas: 198. Preço: R$14,90.
Livro 04: DIÁRIO DE INVERNO. Autor: Paul Auster. São Paulo. Companhia das Letras, 2014. 1ª Edição. Páginas: 208. Preço: R$24,90.
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Caminhar sobre a Água (França-Níger, 2021), dir. Aïssa Maiga. Créditos: Orange Studio.
Evento presencial apresenta filmes inéditos, convidados internacionais, oficina e outras atrações
De 7 a 13 de julho de 2022, Curitiba recebe a edição presencial da Mostra de Cinemas Africanos 2022. Serão exibidas produções da África do Sul, Angola, Burkina Faso, Camarões, Chade, Egito, Guiné-Bissau, Níger, Nigéria, Quênia, Ruanda, Senegal e Tunísia. A programação na capital paranaense é gratuita e divide-se entre o Cine Passeio e a Cinemateca de Curitiba, com oito longas e mais de 20 curtas, tendo como destaque a produção feminina, a presença de cineastas africanos e filmes inéditos no Brasil. O evento também acontece simultaneamente em São Paulo (SP), de 6 a 20 de julho. A mostra traz ainda curtas online para todo o Brasil na plataforma Sesc Digital. Informações no site mostradecinemasafricanos.com
O título de abertura é “Afrique, je te plumerai”, dirigido por um dos maiores documentaristas do continente, Jean-Marie Teno. O filme, que completa 30 anos em 2022, examina a repressão política em Camarões. O cineasta estará na sessão para conversar com a plateia. Outro destaque da programação é o thriller sul-africano “Boa Senhora”, de Jenna Bass. Comentário sobre as relações raciais na África do Sul pós-apartheid, teve sua estreia premiada no Festival de Toronto. Em parceria com o Cineclube Atalante, Jenna e Babalwa Baartman, co-roteirista e produtora do filme, participam de debate no sábado (9), na Cinemateca.
O documentário “Caminhar sobre a Água” marca a estreia na direção da franco-senegalesa Aïssa Maiga. Nome de destaque no cinema francês, Aïssa acumula uma extensa carreira como atriz, roteirista e ativista. No filme, a cineasta registra os efeitos das mudanças climáticas e da globalização em uma aldeia do Níger. Fazendo sua estreia mundial na Mostra de Cinemas Africanos, “Otiti”, de Ema Edosio, segue a história de uma costureira que assume a responsabilidade de cuidar do pai doente que a abandonou quando criança. Aïssa vem ao festival com apoio da Embaixada da França no Brasil e Ema também estará presente na programação através do apoio do Goethe-Institut.
Outro destaque é “Nós”, de Alice Diop, documentário que foca em seis mulheres que transitam em uma ferrovia que cruza Paris, incluindo a própria cineasta. Do Quênia, a comédia “Contos da Cidade Acidental”, de Maimouna Jallow, mostra um eclético grupo que se reúne online para uma aula de controle de raiva. Ambientado na periferia da capital do Chade, o drama “Lingui”, de Mahamat-Saleh Haroun, acompanha a busca de uma mãe e sua filha de 15 anos condenadas pela religião e pela lei por buscarem uma clínica de aborto para a adolescente. Os co-diretores Saul Williams e Anisia Uzeyman fazem sua estreia no cinema com o musical futurista e libertário “Geada de Netuno” de Ruanda.
“A Mostra de Cinemas Africanos volta às salas de cinema em grande estilo para celebrar o maior festival de cinema africano do Brasil”, destaca a produtora cultural Ana Camila Esteves, que divide a curadoria dos longas com Beatriz Leal Riesco. “A programação amplia seu alcance geográfico a partir de nossa sede em São Paulo para Curitiba, ocupa novos espaços e reúne convidados internacionais”, complementa.
A mostra em Curitiba também inclui três programas de curtas: uma seleção de títulos recentes de vários países feita por Kariny Martins e Bea Gerolin da Cartografia Filmes; uma sessão de filmes angolanos produzidos durante os dois últimos anos de pandemia com curadoria da produtora audiovisual Geração 80; e um apanhado de curtas produzidos por jovens cineastas a partir de uma formação em documentário orientada pelo camaronês Jean-Marie Teno.
O evento também promove na capital paranaense a oficina Eu, Você, Nós: Contando histórias através de nossos corpos, alma e voz, ministrada por Maimouna Jallow. A oficina gratuita acontece de 8 a 10 de julho. Serão oferecidas 15 bolsas para residentes no interior e litoral do Paraná, com vagas preferenciais para pessoas negras e indígenas. No sábado (9), será realizada a mesa Reflexões sobre a representação da mulher negra no audiovisual, com a Aïssa Maiga. No domingo é a vez de um encontro com todos os convidados, Aïssa Maiga, Jenna Bass, Babalwa Baartman, Ema Edosio e Maimouna Jallow com o tema Produção Independente no contexto Africano.
“Há tempos tínhamos esse desejo de trazer a Mostra de Cinemas Africanos para Curitiba e a reflexão promovida por este cinema pouco visto e discutido aqui”, aponta Andrei Carvalho, sócio-fundador da Cartografia Filmes. “Especialmente no recorte que a gente trabalha, como realizadores e público negro. É muito importante se ver reconhecido e ver novas representações de cineastas africanos, num lugar de autoestima e inspiração”, conclui.
A edição curitibana da Mostra de Cinemas Africanos 2022 é uma realização da Cartografia Filmes e Ana Camila Comunicação e Cultura, com apoio da Aliança Francesa – Curitiba, Cine Passeio – Icac, Cineclube Atalante, Cinemateca de Curitiba, Mubi, Goethe Institut e Embaixada França – Institut Français e conta com incentivo do Ebanx. Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio de Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.
Samba Traoré (Burkina Faso, 1992), dir. Idrissa Ouedraogo. Crédito: Les Films de la Plaine.
Programação Curitiba (PR), de 7 a 13 de julho: Ingresso: Gratuito Cine Passeio (R. Riachuelo, 410); Cinemateca de Curitiba (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174).
Longas-metragens “Afrique, je te plumerai” (França/Camarões: 1992), dir. Jean-Marie Teno – trailer; “Boa Senhora” (“Mlungu Wam”, África do Sul: 2021), dir.: Jenna Bass*; “Contos da Cidade Acidental” (“Tales of the Accidental City”, Quênia: 2021), dir.: Maimouna Jallow* – trailer; “Lingui” (Chade, França: 2021), dir.: Mahamat-Saleh Haroun – trailer; “Nós” (“Nous”, França: 2021), dir.: Alice Diop – trailer; “Caminhar sobre a Água” (“Marcher sur l’eau”, França/Níger: 2021), dir.: Aïssa Maiga* – trailer; “Otiti” (“Otiti”, Nigéria: 2022), dir.: Ema Edosio*; “Geada de Netuno” (“Neptune Frost”, Ruanda/EUA: 2021) dir.: Saul Williams e Anisia Uzeyman – trailer. * Cineastas convidados presentes no evento.
Geada de Netuno (Ruanda-EUA, 2021), dir. Saul Williams e Anisia Uzeyman. Crédito: Swan Films.
Curtas-metragens Programa 1: Fragmentos da história: singularidades e conjunções; Programa 2: Fragmentos do porvir: aqui nos encontramos; Programa 3: Curtas Angolanos: Geração 80; Programa 4: Curtas Jean-Marie Teno.
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Até dezembro, o músico apresenta a série de shows “Duos” na capital e viaja para outras 15 cidades com o concerto “História do Choro”
Entre os meses de julho e dezembro, o bandolinista Daniel Migliavacca se apresenta em Curitiba e em mais 15 cidades do interior do Paraná. Ao todo, serão 27 apresentações, sendo 12 em Curitiba, com a série “Duos”, no Teatro Barracão Encena, e 15 shows em outras regiões do Estado, com a circulação do já consagrado projeto “História do Choro”.
Série de shows inédita “Duos” destaca a sonoridade do bandolim Para este projeto, que acontece uma vez por mês no Teatro Barracão Encena, em Curitiba, sempre às 20h, Daniel Migliavacca convida seis instrumentistas brasileiros para uma série de duos inusitados com o intuito de explorar a sonoridade do bandolim e mostrar o instrumento em formações pouco usuais.
Na estreia dos concertos, prevista para os dias 13 e 14 de julho, o músico recebe o percussionista paulistano Caíto Marcondes. Nesta primeira combinação, os curitibanos podem esperar um repertório eclético, valorizando a mistura de timbres e explorando todas as possibilidades possíveis dos instrumentos individualmente e, principalmente, juntos.
No total, serão 12 shows até dezembro, sendo dois concertos seguidos por mês. Os próximos convidados são o violinista Gabriel Vieira (10 e 11 de agosto); o baixista Glauco Sölter (14 e 15 de setembro); a cantora Izabel Padovani (19 e 20 de outubro); o guitarrista Mário Conde (23 e 24 de novembro) e o clarinetista Sérgio Albach (14 e 15 de dezembro). Todas as apresentações acontecem às 20h. Os ingressos são vendidos a preços populares, custam R$10 (inteira) e R$5 (meia entrada) e ficam disponíveis uma hora antes na bilheteria do próprio Teatro Barracão Encena (R. Treze de Maio, 160 – Centro).
Para este lançamento, Daniel Migliavacca busca levar ao público um pouco da produção musical de Curitiba e do Brasil, promovendo um rico intercâmbio artístico e cultural. “Me sinto muito feliz de estar realizando um projeto tão rico musicalmente e com tantos músicos incríveis que eu admiro. Além de ser um projeto de longa duração, com muitos concertos, o que é raro no meio musical. O público poderá curtir vários encontros especiais e únicos.”, complementa.
O projeto, que conta com o incentivo do CEDIP, da Bosch e da Celepar, através da Lei de Incentivo à Cultura da cidade de Curitiba, também prevê a realização de seis concertos didáticos em regiões descentralizadas, com o objetivo de ampliar o alcance do projeto e fomentar a formação de plateia nos bairros.
Cidades paranaenses recebem apresentações de “História do Choro” Também entre os meses de julho e dezembro, Daniel Migliavacca viaja para 15 cidades com a circulação do concerto “História do Choro”, que conta também com a participação dos músicos Lucas Melo (violão 7 cordas) e Luis Rolim (percussão). O concerto apresenta um panorama da história do Choro através de um repertório repleto de clássicos de seus principais compositores. Apesar de ser um gênero genuinamente brasileiro e a primeira música urbana brasileira, o Choro ainda é pouco difundido e conhecido do grande público.
O repertório, com arranjos e direção musical de Daniel Migliavacca, homenageia compositores fundamentais do gênero como: Chiquinha Gonzaga, Joaquim Callado, Anacleto de Medeiros, Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth, Garoto, Waldir Azevedo, Pixinguinha, Luperce Miranda, Jacob do Bandolim e chorões paranaenses como o bandolinista Walter Scheibel.
Os concertos serão em Quatro Barras (22/07), Ampére (16/08), Salto do Lontra (17/08), Chopinzinho (18/08), Itapejara d’Oeste (20/09), Clevelândia (21/09), Honório Serpa (22/09), Contenda (30/09), Tijucas do Sul (07/10), Antonina (29/10), Morretes (30/10), além de Ipiranga, Bocaiúva do Sul, Guaraqueçaba e Balsa Nova, em datas a serem confirmadas. Os shows serão gratuitos em todas as cidades.
A circulação é um desdobramento do projeto homônimo que, em 2019, promoveu uma série de doze concertos temáticos no Teatro Paiol, em Curitiba, com direção musical de Daniel Migliavacca e participações especiais de músicos de destaque no cenário nacional dedicados à produção e divulgação do Choro pelo Brasil e pelo mundo. A cada edição, uma parte da história do Choro era contada através das principais obras do gênero e seus compositores. Na época, o projeto se tornou um programa de televisão, com transmissão dos concertos na íntegra pela TV Paraná Turismo.
O “História do Choro” é um projeto incentivado pelo Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura – PROFICE da Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura do Governo do Estado do Paraná, com apoio da Copel. Além das 15 apresentações gratuitas para a população, os músicos passarão por 15 escolas antes dos concertos para tocar e contar um pouco da história do Choro, criando um espaço aberto aos estudantes de escolas públicas do ensino fundamental.
Daniel Migliavacca. Foto: Elis Ribeirete.
Sobre Daniel Migliavacca O bandolinista Daniel Migliavacca é um dos jovens representantes do Choro e do bandolim no Brasil. Tem se destacado em diversos projetos como instrumentista, compositor, arranjador e diretor musical. Já conquistou prêmios pelo Brasil como instrumentista e compositor e possui 7 CDs lançados. É bacharel em Música Popular pela UNESPAR (2011) e mestre em Música pela UFRJ (2019) tendo lançado uma série de Dez Estudos para Bandolim Solo contribuindo para o desenvolvimento técnico do instrumento no Brasil.
Atualmente, prepara o lançamento de dois álbuns com o seu quarteto, um em parceria com a cantora Rogéria Holtz e outro dedicado ao trombonista Raul de Souza em parceria com o flautista e saxofonista Eduardo Neves.
SERVIÇO DUOS – 13 e 14 de Julho, às 20h – Daniel Migliavacca convida Caíto Marcondes (percussão/SP) – 10 e 11 de Agosto, às 20h – Daniel Migliavacca convida Gabriel Vieira (violino/SC) – 14 e 15 de Setembro, às 20h – Daniel Migliavacca convida Glauco Sölter (baixo elétrico/PR) – 19 e 20 de Outubro, às 20h – Daniel Migliavacca convida Izabel Padovani (voz/SP) – 23 e 24 de Novembro, às 20h – Daniel Migliavacca convida Mário Conde (guitarra/PR) – 14 e 15 de Dezembro, às 20h – Daniel Migliavacca convida Sérgio Albach (clarone e clarinete/PR)
Local: Teatro Barracão Encena (R. Treze de Maio, 160 – Centro, Curitiba – PR, 80020-270) Ingressos: R$10 (inteira) / R$5 (meia entrada) Vendas no local, uma hora antes das apresentações
SERVIÇO HISTÓRIA DO CHORO Quatro Barras 22 de julho às 20h – Auditório da Secretaria de Educação Rua Nilo Fávaro, 100 – Centro, Quatro Barras
Ampére 16 de agosto às 20h Anfiteatro Municipal Ana Maria Basso Esperança, Ampére
Salto do Lontra 17 de agosto às 20h – Auditório do Centro de Eventos Rua Dona Rosa Oening – Parque Industrial II, Salto do Lontra
Chopinzinho 18 de agosto às 20h -Anfiteatro David Rogos Schmitz Rua Frei Everaldo, 399-441 – Centro, Chopinzinho
Itapejara d’Oeste 20 de setembro às 20h – Casa da Cultura Rua Santos Dumont, 80 – Centro, Itapejara d”Oeste
Clevelândia 21 de setembro às 20h – Centro Cultural Cigarra Rua Major Diogo Ribeiro, nº 645 – São Sebastião, Clevelândia
Honório Serpa 22 de setembro às 20h – Centro Cultural de Honório Serpa Avenida Júlio Henrique Scheib, 1009 – Centro, Honório Serpa
Contenda 30 de setembro às 20h – Salão Contendinha Rua Projetada, 30 – Centro, Contenda
Tijucas do Sul 07 de outubro às 20h – Praça Padre Antonio Koremann Centro, Tijucas do Sul
Antonina 2 de outubro às 20h – Theatro Municipal Rua Dr. Carlos Gomes da Costa, 266 – Centro, Antonina
Morretes 30 de outubro 15h – Coreto Sinibaldo Trombini Largo Lamenha Lins – Centro Histórico, Morretes
Ipiranga, Bocaiúva do Sul, Guaraqueçaba e Balsa Nova: mais informações em breve.
Entrada gratuita
FICHA TÉCNICA – DUOS Direção musical: Daniel Migliavacca Músicos: Daniel Migliavacca, Caíto Marcondes, Gabriel Vieira, Glauco Solter, Izabel Padovani, Mario Conde e Sérgio Albach Direção de produção e Gestão de projeto: Gilmar Kaminski Produção executiva: Luana Camargo Assistência de produção: Záire Osório Técnico de som: Chico Santarosa Iluminação: Victor Sabbag Projeto gráfico: Pablito Kucarz Redes sociais e Assessoria de imprensa: Platea Comunicação e Arte Registro audiovisual: Renato Próspero Captação de recursos: Meire Abe Produção: Flutua Produções Incentivo: CEDIP, Bosch e Celepar Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio de Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.
FICHA TÉCNICA – HISTÓRIA DO CHORO Direção musical: Daniel Migliavacca Músicos: Daniel Migliavacca, Lucas Melo e Luis Rolim Direção de produção e Gestão de projeto: Gilmar Kaminski Produção executiva: Luana Camargo Assistência de produção: Záire Osório Técnico de som: Eduardo Schotten Iluminação: Victor Sabbag Projeto gráfico: Jonas Lopes Redes sociais e Assessoria de imprensa: Platea Comunicação e Arte. Registro audiovisual: Renato Próspero Motorista: Demétrios Eugênio Produção: Flutua Produções
Apoio: Copel Projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura | Governo do Estado do Paraná.