ATORES, MÚSICOS E DRAG QUEENS CELEBRAM O BREGA EM SHOW MUSICAL

Simone Magalhães. Crédito da foto: Luizo Cavet 

O que torna uma coisa brega? É ser popular? É ser exagerada? Sentimental? Tudo que é popular é brega?

O certo é que a cultura popular e a erudita sempre se alimentaram uma da outra. A gente vê isso na moda, quando, por exemplo, um designer renomado usa tecidos ou estampas que são de gosto popular, isso vira tendência nas revistas e desfiles por uma estação, e pouco tempo depois as mesmas estampas e tecidos estão de novo nos camelôs e shoppings populares. Na música, a gente também vê o tempo todo certos ritmos e estilos sendo reinventados passando do gosto popular pra grupos mais restritos, e depois serem novamente reinventados pela cultura popular. Isso aconteceu com o funk, com o soul, o hip hop, o samba, e com o próprio brega – que também é um estilo musical.

Reunindo 15 artistas em cena, entre atores, músicos e drag queens, Breguenaits propõe uma celebração da cultura brega num show que mistura música, teatro e humor. No repertório, sucessos de Wanessa Camargo, Fafá de Belém, Nelson Ned, Molejo, Sula Miranda, entre vários outros.

“A gente partiu dos artistas com quem tínhamos vontade de trabalhar. Falamos com as pessoas e vimos o que elas tinham vontade de fazer, que músicas elas tinham vontade de interpretar em cena”, conta Luciano Faccini, músico e compositor que surgiu com a proposta e também produz o evento. “A etapa seguinte foi tentar organizar com isso um repertório que passasse por diversos estilos e épocas, com foco na música brasileira e latino-americana, e que fosse engraçado, envolvente, emocionante”, complementa Dalvinha Brandão, que é drag queen e também produtora dessa noite.

Segundo Luciano, o processo de ensaios trouxe várias descobertas. “Todo mundo ficou muito empolgado com a ideia. Cada um carrega consigo uma ideia do é brega, e essa celebração também é uma relação afetiva que estende por coisas como onde cada um nasceu ou cresceu e como era esse ambiente musical”. Ele continua: “A gente foi vendo que, ao mesmo tempo em que tinha uma vontade grande de tocar essas músicas, lá no fundo às vezes tinha uma resistência, uma vergonhinha. Mas a banda foi criando uma sintonia tão forte, e os músicos já se conhecem e tocam junto há tempos, então tudo foi fluindo de um jeito muito tranquilo”.

Sobre o público, eles esperam reunir uma grande diversidade de pessoas. “É o tipo de show que qualquer pessoa pode gostar, tanto faz a idade, profissão, gênero, se é rico, pobre, todo mundo lá no fundo conhece essas músicas de cor e adora cantar junto. E o espaço, o Basement, também é um lugar que recebe as pessoas muito bem”, comenta Luciano. E Dalvinha completa: “Pode convidar o pai, a avó, o colega de trabalho, a professora, a vizinha, que todo mundo vai se divertir, estamos garantindo”.

Para o restante da noite, a dupla garante que ninguém volta pra casa tão cedo. “Uma das várias parcerias felizes que a gente teve foi com os DJs André Cardoso (Gosmma) e o Gui Jaccon, que fazem a Festa das Excluídas e a Laquê 80. Os dois pesquisam muito essas vertentes da música brasileira e vão trazer música pra gente dançar até ficar sem pé”, conta Dalvinha.

Fernanda Fuchs. Fotografia: Luizo Cavet

Serviço:
Breguenaits
DATA/HORA: 13 de abril, às 21h.
LOCAL: Basement. R. Des. Benvindo Valente, 260. São Francisco, Curitiba, PR.
INGRESSOS: R$40 e R$20 reais (meia entrada).
Antecipados: aqui
Página do evento: aqui
Facebook: www.facebook.com/breguenaits/

Etruska Waters. Fotografia: Luizo Cavet

FICHA TÉCNICA
Concepção e Produção: Luciano Faccini e Dalvinha Brandão
Elenco: Jo Mistinguett, André Garcia, Amira Massabki, Luciano Faccini,
Simone Magalhães, Leo Fressato, Etruska Waters, Daniel D’Alessandro,
Juana Profunda, Fernanda Fuchs, Amira Massabki, Acácio Guedes, Melina Mulazzani, Barbie Égua, Patrícia Cipriano, Darlene Lepetit.
Direção de cena: Cândida Monte
Preparação vocal: Roseane Santos
Fotos (Divulgação): Luizo Cavet
Vídeos (Divulgação): Carol Winter

Dalvinha Brandão. Crédito foto: Luizo Cavet

Contato imprensa: Gustavo Bitencourt. E-mail: gustavobits@gmail.com / Tel.: 41 99848 4900.

Luciano Faccini. Crédito foto: Luizo Cavet

CIRCUITO CULTURAL TRAZ PROGRAMAÇÃO PARA TODOS OS ESTILOS

Em 2018, a Ademilar incentiva cerca de 20 projetos em Curitiba e é a terceira maior investidora privada da cena cultural local

Em seu segundo ano, o Circuito Cultural Ademilar fomenta a cena cultural de Curitiba e incentiva cerca de 20 projetos. A Ademilar Consórcio de Investimento Imobiliário já é a terceira maior investidora privada da cultura local. A iniciativa teve início em 2017, quando a empresa passou a usar a Lei do Mecenato Municipal para incentivar projetos com recursos do ISS – Imposto Sobre Serviços.Neste ano, a expectativa é investir cerca de R$1 milhão em projetos culturais.

“Nós sempre apoiamos as manifestações culturais, mas desde o lançamento do Circuito, no ano passado, passamos a trabalhar com um calendário de ações durante todo o ano que contemplam praticamente todas as áreas. Desta forma, estamos gerando empregos para empreendedores culturais e artistas e, principalmente, oferecendo entretenimento e aproximação com a arte para o público” destaca Tatiana Schuchovsky Reichmann, diretora-superintendente da Ademilar.

Teatro
O teatro vai ganhar uma peça de importância artística e que promete instigar o conhecimento do público infanto-juvenil. A peça Da Vinci, O Mago do Conhecimento, vai mesclar diferentes linguagens cênicas – como teatro de atores, bonecos e de sombras – para resgatar a história de um dos mais importantes gênios da civilização de todos os tempos: Leonardo Da Vinci.

O Circuito também está no Festival de Teatro de Curitiba com a peça Boca Maldita, que promete transformar em comédia algumas das principais histórias do centro de fofocas da capital paranaense. A peça fica em cartaz até junho no Teatro Lala Schneider.

E no mês de agosto, o Guairinha recebe uma programação intensa, com 20 apresentações em dez dias, com a Mostra Novos Repertórios, que vai oferecer teatro, dança e performances gratuitamente ao público.

Música
Todos os domingos na tradicional Feira do Largo da Ordem, o grupo Choro & Seresta faz um show para o público. Dentro do Circuito Cultural, sempre no primeiro domingo do mês, eles recebem um músico de destaque nacional. As apresentações são ao ar livre em um dos principais pontos turísticos de Curitiba.

E para promover e valorizar a produção musical brasileira dirigida às crianças, a partir deste ano, o projeto Curitibim entra no calendário do Circuito. Em agosto, o Guairinha vai receber músicos de todo o Brasil em um dos maiores festivais do gênero do país.

A música de câmara também tem vez na programação. O projeto Sopro 5 promove a partir do mês de abril seis concertos temáticos com repertórios exclusivos em espaços diferentes de Curitiba. A ideia é desmistificar o conceito de que a música erudita é inacessível e de difícil entendimento.

Mas a área musical não é só feita de atrações. O Circuito também incentiva a segunda edição da Feira Internacional de Música, que acontece entre os dias 20 e 23 de junho no Portão Cultural. A FIMS é um espaço estratégico de negócios criado especialmente para reunir artistas, empresários, produtores, selos, gravadoras, diretores de festivais e outros eventos com o intuito de movimentar o mercado musical do Sul do país e divulgá-lo para o restante do Brasil e a América Latina.

Audiovisual
A capital paranaense é um dos maiores centros de desenvolvimento da produção audiovisual brasileira, e o Circuito Cultural em 2018 está apoiando a produção de quatro filmes. O primeiro deles é o Itálicos, que mostra a saga dos imigrantes italianos até a região de Santa Felicidade; No Campo da Galícia resgata a memória de 100 mil imigrantes polacos no Paraná no final do século XIX; Parabéns a Você, um curta metragem de ficção que se passa em 1988, traz um momento turbulento do país; Cinturão de Rosilete apresenta a história da campeã mundial de boxe Rosilete dos Santos.

Literatura
Um circuito de contação de histórias destinado a crianças da rede municipal de ensino, professores, artistas, agentes de leitura, universitários e idosos, o projeto Narrativas Itinerantes vai percorrer todas as regiões de Curitiba levando o incentivo à literatura por meio de um versátil repertório de histórias do conto popular.

Um dos projetos de maior repercussão da cena cultural local no último ano foi o Mostra Literatura Paraná, também incentivado pela Ademilar, e para quem pensava que o projeto acabaria com as ativações no Pilarzinho, CIC, Uberaba e Butiatuvinha se enganou. Em abril a III Mostra Curitiba, que faz parte da programação do Festival de Teatro, vai trazer os jovens que participaram do projeto nas comunidades para o Cortejo Literário, onde grandes nomes da literatura paranaense ganham voz com leituras poéticas nas ruas da região Central.

Dança
O projeto Disparate promoverá 20 apresentações gratuitas no Memorial de Curitiba. Coreógrafos profissionais vão explorar o processo de criação com ações que prometem envolver o público e despertar o interesse pela dança.

Múltiplas manifestações
O Circuito também incentiva projetos que celebram etnias, como o Circuito Cultural Árabe. Durante dois finais de semana de agosto uma programação intensa vai exaltar as tradições do Oriente Médio com danças folclóricas, apresentações musicais, gastronomia e oficinas.

O patrimônio cultural do Paraná também está contemplado no Circuito com o projeto Fandango, Registro Material, uma ação que resgata antigas composições em um livro e promove apresentações de fandango no litoral e na capital do Estado.

Game
Você sabia que Graciosa, nome da bela serra do litoral paranaense, era uma mula? Essa história será contada por meio de um jogo digital de estratégia e sobrevivência em 3D. No game A Jornada da Graciosa, a Mata Atlântica paranaense da época dos exploradores é recriada, e a mula que dá nome ao jogo e à serra será a guia dos aventureiros para o desconhecido em uma viagem pelas lendas, pelos mitos e mistérios do lugar.

Artes Visuais
A artista Sandra Hiromoto e a cantora e compositora Fernanda Takai se unem para a exposição Interafetividade, que acontece no mês de maio no Pátio Batel. Um ambiente interativo será criado a partir de técnicas digitais, oferecendo ao espectador uma experiência sensorial em um mundo imaginário, onde se contemple uma exposição virtual, alinhando-se a música ao toque.

Mais informações sobre as atrações do Circuito Cultural pelo telefone: 41 3107-2020 (The Way Comunicação)

PARANAMBUCO REALIZA SHOWS GRATUITOS COM PARTICIPAÇÃO DA CANTORA JANINE MATHIAS

Apresentações acontecem nos dias 7 e 8 de abril, no Conservatório de
MPB de Curitiba

Neste fim de semana, o grupo Paranambuco realiza dois shows com a participação especial da cantora e compositora Janine Mathias. As apresentações acontecem nos dias 7 e 8 de abril, às 11h30, no Conservatório de MPB de Curitiba, com entrada gratuita. As ações integram a segunda  minitemporada do projeto “Paranambuco apresenta: Orun Ayê”, que promove atividades para aproximar o público curitibano de ritmos tradicionais brasileiros.

O trabalho autoral do Paranambuco surgiu em 2010, a partir do estudo da musicalidade tradicional brasileira. O grupo é formado pelo pernambucano  Matheus Braga, a paranaense Jô Nunes, o paranaense Bruno Klammer, o mineiro Fred Pedrosa e o catarinense José Navarro. Nos shows, o repertório do álbum “Orun Ayê” traz ritmos como baião, coco, samba, maracatu e xote, além de ijexá, toruá, barravento, puxada de rede e jongo.

“Toda manifestação cultural tem o objetivo de fazer permanecer uma história. Então, ao reunir e apresentar diferentes regionalidades, nossa intenção é fortalecer a identidade do Brasil. Por meio de ritmos brincantes e da interação com a plateia, queremos propor que a diversidade do nosso país seja valorizada”, conta Matheus.

Participação
O público também poderá conferir o trabalho de Janine Mathias, que mescla elementos do rap, hip-hop, soul e samba. A artista, que prepara o lançamento do álbum “Dendê” para este ano, já dividiu o palco com nomes como Tássia Reis e Karol Conka. Além disso, Janine realiza o “Samba da Nega”, evento que conta com mais de 50 edições.

A minitemporada anterior do projeto “Paranambuco apresenta: Orun Ayê”
teve como convidado o rabequeiro e percussionista Carlos Ferraz, uma das principais referências da cultura popular e da capoeira angola em Curitiba. A edição aconteceu em fevereiro, no Portão Cultural, com dois shows e a oficina “Brincando Coco”.

Serviço
Show Paranambuco – part. Janine Mathias
Data: 7 e 8 de abril
Horário: 11h30
Local: Conservatório de MPB de Curitiba
Endereço: Rua Mateus Leme, 66 – São Francisco, Curitiba.
Entrada: gratuita
Paranambuco: Facebook | Instagram
Confira a página do evento, aqui

9º FESTIVAL DA CANÇÃO DE PINHAIS – FECAPI

Abertas as inscrições para o 9º Festival da Canção de Pinhais – FECAPI. Promovido pela Prefeitura, por meio do Departamento de Cultura da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer, o evento acontecerá no dia 12 de maio, juntamente com o 2º Festival da Cerveja Artesanal de Pinhais.

Os interessados em participar devem se inscrever, até o dia 27 de abril, pessoalmente no Centro Cultural Wanda dos Santos Mallmann ou via correio. Os documentos para inscrição estão disponíveis no site da Prefeitura de Pinhais, no link da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer.

fonte

MUMA RECEBE EXPOSIÇÃO “CAMINHO DA PEDRA”, DO ESCULTOR DEMETRIO ALBUQUERQUE

Caminho da Pedra / Fotografias: Thiago França

Obras narram a relação do artista plástico com o material e as transformações causadas pela ação da natureza

A pedra é utilizada como instrumento desde a origem da humanidade, passando por transformações contínuas tanto na natureza quanto culturalmente. Foi esse o mote que instigou o artista plástico piauiense Demetrio Albuquerque a conceber as obras de “Caminho da Pedra”. A exposição, que já passou por Recife (PE), inaugura em Curitiba no dia 5 de abril, às 18h. Com entrada gratuita e audiodescrição, a exposição segue em cartaz até 3 de junho no MuMA (Museu Municipal de Arte), espaço que integra o Portão Cultural.

“Caminho da Pedra” resulta do trabalho com técnicas da cerâmica pernambucana, pesquisa à qual o escultor se dedicou nos últimos anos. Na exposição, ele evoca o pensamento do cientista escocês James Hutton (1726-1797). Considerado o pai da geologia, Hutton teorizou sobre o mundo mineral afirmando que não poder haver “vestígio do começo e perspectiva do fim”, pois na natureza tudo se transforma. Segundo Demetrio, a intenção é narrar esse gesto artístico primordial sobre a pedra e suas transformações pela natureza.

“A exposição é uma espécie de balanço da minha carreira de escultor. Surgiu a necessidade de fazer algo mais conceitual e, através de pesquisas, comecei a me interessar pela formação dos solos. A ideia foi voltar a algo primitivo, mas unindo a ciência ao mesmo tempo”, comenta o artista. “Caminho da Pedra” expressa essa dinâmica criando um percurso onde cada obra/personagem provoca a memória e a curiosidade, seja pelo aspecto artístico formal ou pela reflexão sobre sua confecção.

A mostra também passa pelo sertão nordestino, cenário no qual se encontram vestígios da ocupação humana dos povos antigos da América Latina, do encontro com colonizadores e, posteriormente, com outros grupos populacionais. A partir dessa miscigenação, surge o trabalho artístico com barro e argila, tema explorado por Demetrio para traçar um paralelo entre a transformação e a sedimentação da pedra em paralelo com o homem que a esculpe.

Obras
A viagem simbólica de “Caminho da Pedra” começa com a movimentação dos minerais desde a rocha bruta até a argila de aluvião, representada pela obra “Ígnea”, onde se vê um rosto humano integrado com a pedra. Em seguida, “Erosão” traz a dissolução da matéria pela água e pelo vento, com uma figura humana nascendo ou se enterrando na pedra. Logo depois, a instalação se funde com pedras espalhadas pelo terreno. Entre elas, a escultura “Pétreo” apresenta uma figura montada numa pedra, recordando a origem da civilização.

O segundo movimento nos leva ao artista, que experimentou as primeiras vivências com a argila na comunidade japonesa de ceramistas de Ashikaga-shi. Nesse ponto, os conjuntos de peças “Emboladas” e “Ciranda” mostram cabeças de figuras populares e situações socioculturais. Continuando diante de grupos alegóricos – que são como projetos para monumentos -, percebe-se a marca de escultores do Recife como Abelardo da Hora, Corbiniano Lins, Brennand e Jobson Figueiredo.

Sobre o artista
Demetrio Albuquerque Silva Filho (Piauí, 1961) é arquiteto e iniciou as atividades como escultor frequentando ateliers de escultores em Recife. Em 1987, ganhou o concurso para o Monumento Tortura Nunca Mais. Seguiu para Curitiba, onde fez o curso de escultura do Centro de Criatividade do Parque São Lourenço, com orientação do escultor Elvo Benito Damo. Ganhou o prêmio João Turim (1991) de aquisição no 1º Salão do Museu João Turim, em Curitiba, com as esculturas “Migrante” e “Andaluz”. Mudou-se para o Japão, onde fez curso de cerâmica (Yakimono) e realizou a exposição “Karada”, em Ashikaga-shi. Voltou para Pernambuco e se estabeleceu em Olinda, passando a produzir esculturas de grande porte em cidades nordestinas. Alguns exemplos são “A Pedra”, “Caboclo de Lança”, “Circuito dos Poetas do Recife”, “Dom Helder” e “Monumento a Augusto dos Anjos”.

Serviço
Exposição Caminho da Pedra
Abertura: 5 de abril, às 18h
Visitação: 6 de abril a 3 de junho
Onde: MuMA (Av. República Argentina, 3.432 – Portão Cultural, Curitiba)
Horários: terça a domingo, das 10h às 19h
Entrada: gratuita
Obras com audiodescrição

ÍMPETO ::: HOJE, TERÇA-FEIRA, ÀS 21H. EM CURITIBA, NA CASA HOFFMANN!

HOJE, terça-feira, às 21h. Em Curitiba, na Casa Hoffmann!

ÍMPETO
SINOPSE:
A partir de trechos poéticos, o espetáculo procura a verdade por trás das palavras, enquanto no mundo lá fora o que acontece é ação em si, da forma mais visceral e violenta. A peça que se segue é baseada em fragmento real de violência doméstica. Não é apenas um ato de consciência, mas de liberdade e coragem.

FICHA TÉCNICA:
Texto: Caroline Amantino
Direção: Joel Leitte
Com: Caroline Amantino e Liz Martins
Produção: Liz Martins
Concepção artística: PENUMBRA teatro laboratório
Iluminação: Joel Leitte
Maquiagem: Juliana Martins
Design gráfico: Muniz
Videomaker: Daniel Santoro
 
TEMPO DE DURAÇÃO:
30 minutos
 
INGRESSOS:
R$10 (inteira) e R$5 (meia)
 

LOCAL: Casa Hoffmann, Rua Claudino Dos Santos, 58, São Francisco, Largo da Ordem, Curitiba

DATAS E HORÁRIOS:
Dia 01 de abril de 2018 (domingo), 12h
Dia 03 de abril de 2018 (terça-feira), 21h
Dia 05 de abril de 2018 (quinta-feira), 16h

Confira a página do evento, aqui

MUSEUS DO ESTADO ABREM COM HORÁRIO ESPECIAL NO FERIADO DE PÁSCOA

As histórias das mulheres a partir do acervo do Museu Paranaense

Quem passar o aniversário de Curitiba e feriado de Páscoa na cidade poderá visitar os espaços da Secretaria de Estado da Cultura em horário especial. O Centro Juvenil de Artes Plásticas fecha quinta e sexta-feira. Já o Museu Oscar Niemeyer fecha somente na sexta-feira.

No Museu Alfredo Andersen (MAA), o público pode conferir as mostras “Oceano entre Terras: convergência e hibridação”, com fotografias de Adam Lipinski e Hermes de la Torre. E a mostra “Mulheres”, que reúne obras e algumas reproduções de mulheres que viveram entre o final do século XIX e o início do século XX, retratadas por Alfredo Andersen, e que faziam parte do convívio social do artista.

Quem for ao Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR) verá a exposição “Movimento – mostra do acervo”, com obras que reproduzem a impressão de deslocamento – movimento, a partir da utilização de variadas técnicas e formas de expressão das artes visuais.

Os visitantes do Museu da Imagem e do Som do Paraná (MIS-PR) podem contemplar a exposição “Harmonia”, que mescla fotografia com estudos de alquimia, propondo, por meio da representação dos quatro elementos principais (água, fogo, terra e ar), despertar os sentidos dos espectadores e possibilitar diversas interpretações. O público poderá curtir ainda os filmes do CineClube MIS, que este mês exaltam a mulher, seja na direção dos longas ou como protagonistas da trama. São exibidos diariamente (terça a domingo), às 15h, no miniauditório do museu.

Quem passar pelo Museu do Expedicionário (MEXP) pode conhecer a exposição permanente que retrata a participação da Força Expedicionária Brasileira (FEB) durante a Segunda Guerra Mundial.

Já o Museu Oscar Niemeyer (MON) oferece ao seu público as exposições: “Luz – Matéria”, “Intangível”, “Seleta Crômica e Objetos”, “Corpos de Fábrica”, “Nomos”, “Narrativas em Processo: Livros de Artista” e “Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses”. Esta última é resultado da doação de 3 mil itens feita pelo embaixador Fausto Godoy, uma das coleções asiáticas mais significativas do Brasil e da América do Sul. Na mostra é possível apreciar 200 peças provenientes de mais de 10 países asiáticos.

No Museu Paranaense (MP), o público pode conferir as mostras recentemente inauguradas: “As histórias das mulheres a partir do acervo do Museu Paranaense” e “Arte e Ciência entrelaçadas: Frederico Lange de Morretes”. Além das exposições de longa duração, como “Imigração no Paraná”; “Moedas Romanas”, “Indústrias Paranaenses”, “Gufan – o Paranaense de dois mil anos”, “Ocupação do Território Paranaense”, “Dinheiro e Honraria: o acervo de numismática do Museu Paranaense”, “A cidade e suas ruas: retratos dos personagens de Curitiba”; “O Museu da História do Paraná: Os 140 anos do Museu Paranaense”; entre outras.

Confira o horário de funcionamento dos museus da SEEC:

Serviço:
Museu Alfredo Andersen – Rua Mateus Leme, 336. (41) 3222-8262. Curitiba-PR.
Museu de Arte Contemporânea do Paraná – Rua Desembargador Westphalen 16. (41) 3323-5328. Curitiba-PR
Museu da Imagem e do Som do Paraná – Rua Barão do Rio Branco, 395. (41) 3232-9113. Curitiba-PR.
Museu do Expedicionário – Praça do Expedicionário, s/nº. (41) 3362-8231. Curitiba-PR.
Museu Oscar Niemeyer – Rua Marechal Hermes, 999. (41) 3350-4400. Curitiba-PR.
Museu Paranaense – Rua Kellers, 289. (41) 3304-3300. Curitiba-PR.

PEITA, CASA NEM, OLHAR DISTRIBUIDORA, PAIDEIA FILMES E STUDIO RIFF UNEM FORÇAS NA LUTA PELA VISIBILIDADE TRANS

Marcas envolvidas no documentário Meu Corpo é Política fazem ação conjunta

Se juntas elas já causam, imagina juntas. Peita, Casa Nem, Olhar Distribuição, Studio Riff e Paideia Filme unem forças para dar visibilidade a luta pelos direitos de cidadania de pessoas trans. No sábado (31), Dia Internacional da Visibilidade Trans a marca-protesto, Peita, dará desconto de R$20 nas camisetas com a frase “Meu Corpo é Político”. A cada 50 peitas vendidas, 10 serão doadas para a Casa Nem, espaço de acolhimento e apoio a transexuais, travestis e transgêneros no Rio de Janeiro. A Olhar Distribuição, Studio Riff e Paideia Filme liberaram o documentário para a realização de sessões através da plataforma Videocamp com o intuito de fomentar o debate sobre o tema. A campanha começa às 23h59 do dia 30 de março e termina às 23h59 do dia 31.

A parceria entre as marcas foi firmada no segundo semestre de 2017 para o lançamento Meu Corpo é Político. O filme aborda o cotidiano de quatro militantes LGBT que vivem na periferia de São Paulo. A partir da intimidade e do contexto social dos personagens, o documentário levanta questões contemporâneas sobre a população trans e suas disputas políticas. Karina Gallon, idealizadora da Peita, conta que a distribuidora sugeriu a parceria e fez a ponte entre eles. “A Alice Riff disponibilizou a frase para usarmos e, em troca, nós fizemos as camisetas nas cores da bandeira trans para ações de divulgação, além de assumirmos o compromisso de doar 10 peitas para a Casa Nem, a cada 50 que vendermos”, explica. A ação é válida para as camisetas nas cores branca, rosa e azul.

Alice Riff, diretora do Meu Corpo é Político ressalta a importância da parceria para o fortalecimento da marca-protesto, do filme independente e mais ainda, da luta das pessoas trans. “Duas forças se uniram pra que a gente conseguisse chegar em mais pessoas e passasse nossa mensagem. A Peita divulgou o filme e o filme divulgou a marca. E o mais legal é que parceria uniu ainda a Casa Nem. Foi uma ação conjunta super importante para que a mensagem chegasse em mais pessoas”, comenta Alice.

Meu Corpo é Político está disponível para exibição pública através do Videocamp. Entrando na plataforma, é preciso efetuar o cadastro como educador, ONG ou empresa, clicar em ‘Organiza sua Exibição’ e preencher o formulário. Por último, o site pede o número de espectadores (no mínimo cinco pessoas), uma foto e breve relato do que rolou no evento. O objetivo é provocar debates e fomentar o encontro de pessoas engajadas em criar um mundo melhor.

Nome do cupom de desconto é ‘MCEP’.

Link para exibição do filme: aqui

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