JOGOS DE COMPOSIÇÃO E PARCERIAS POÉTICAS DÃO VIDA AO NOVO EP DA ÍMÃ: FURIOSA ABERTA

Segundo trabalho da banda curitibana será lançado na primeira sexta-feira de novembro

No dia 5 de novembro, a ímã lança o EP Furiosa Aberta, com quatro músicas inéditas. O segundo trabalho da banda curitibana é fruto de parcerias com as poetas e amigas Francisco Mallmann, Natasha Tinet e Julia Raiz, e poderá ser ouvido gratuitamente nas principais plataformas de streaming e no site oficial da grupa: www.imadenovepontas.com

“Como uma banda pode sobreviver ao isolamento? Ainda temos mais perguntas do que respostas. Melhor assim”, pensa Luciano Faccini, que, dentre outras funções, é cantor, compositor e diretor artístico da ímã. Tentando fugir da norma – máxima que guia o processo criativo da banda desde sua fundação -, a grupa apostou nos jogos de composição. “Se por um lado a pandemia forçou o mundo inteiro a reorganizar hábitos, rotinas e modos de sobrevivência, por outro, nós conseguimos reunir esforços para colocar em prática um interesse antigo de explorar processos de composição que pudessem percorrer caminhos diferentes dos tradicionais”, explica o músico.

Três poemas de poetas premiadas foram musicados. “Achamos que seria maravilhoso ter outras artistas navegando nessa experiência com a gente, e aí, muito espontaneamente, chegamos em Julia, Nat e Chico, que, antes do projeto, já tinham uma relação com a banda”, fala Day Battisti, a violoncelista da ímã. Luciano faz parte da Membrana Literária, grupa de escritoras que também abraça as três convidadas especiais do EP, e por isso outras parcerias artísticas já vinham sendo desenhadas ao longo dos anos.

Cada integrante da ímã recebeu o desafio de musicar um trecho de cada poema e posteriormente essa profusão de ideias e intuições deu origem a uma obra original e imaginativa. “Foram muitas e muitas versões diferentes, lotamos muitos drives e HDs com propostas, que foram criadas em pedacinhos de MP3 e Wav ao longo das semanas de trabalho, trazendo detalhes que iam surgindo e sendo testados, aplicados nas canções por cima daquilo que já constava nelas”, diz o percussionista Daniel D’Alessandro. “As reuniões semanais por videochamada serviam para que conversássemos sobre o que tinha sido construído e decidíssemos juntos sobre o que fazer com os arranjos.”

Nenhuma música foi ensaiada antes das gravações, no sentido convencional do termo. “Sem a presencialidade, foi como esculpir algo, junto com outras sete pessoas, cada uma em sua casa, com essencialmente aquilo que tinha à disposição para a captação de cada instrumento”, expõe Daniel. “Foi tipo uma gincana de meses e meses onde muitas vezes tudo parecia uma grande e intransponível loucura e em muitas outras vivemos o maravilhamento dessa possibilidade de composição. Foi e segue sendo um ping pong no abismo das ideias.”

Se no primeiro disco a ímã teve a oportunidade de gravar a totalidade das músicas no Gume Estúdio, de Leonardo Gumiero, com maior uniformidade na escolha de microfones e técnicas de produção musical, desta vez foi preciso recorrer ao “universo das colagens”, nas palavras de Daniel. “Gravações feitas com o celular, com gravadores diferentes, com microfones e placas de som ótimas, outras nem tanto. Tudo isso colabora para deixar o trabalho mais diversificado ainda em termos de timbres, de cores e tipos de luzes empregadas”, completa Luciano.

PROJETO CURITIBANO FOMENTA A CONSERVAÇÃO DE ESCULTURAS SACRAS E OFERECE CURSO GRATUITO

Foto: Wagner Melo.

A iniciativa idealizada pela conservadora-restauradora Ana Caniatti oferece curso gratuito de noções básicas de conservação preventiva e é um dos primeiros projetos a ocupar a recém-inaugurada Escola de Patrimônio

No mês de novembro, a Escola de Patrimônio & Liceu das Artes da Fundação Cultural de Curitiba recebe o curso semipresencial de “Introdução à Conservação da Imaginária Sacra”, idealizado pela conservadora-restauradora Ana Caniatti a convite da Flutua Produções. O projeto busca instigar um olhar crítico sobre a preservação da imaginária sacra através do curso acompanhado de material didático. Em contrapartida, o projeto prevê a conservação de uma imagem musealizada pertencente ao acervo do Museu de Arte Sacra de Curitiba – MASAC.

O curso gratuito é formado por cinco aulas presenciais, ministradas de 16 a 20 de novembro por Ana Caniatti, Flávia Dias, professora no Museu de Arte Sacra de São Paulo, e Ruy Neto, arquiteto conservador. Além dos encontros presenciais, o curso conta com uma aula de encerramento, que será realizada no dia 07 de dezembro, através de um encontro online síncrono. Ao todo, são 12 vagas destinadas a funcionários de museus e igrejas, conservadores, restauradores, laudistas, museólogos, historiadores, arquitetos, galeristas, colecionadores, estudantes e pessoas interessadas no tema. As inscrições podem ser feitas no link https://forms.gle/B8F2thiShcuTzN4S9 entre os dias 14 e 30 de outubro.

No cronograma, estão presentes temas como: princípios de conservação, história da arte sacra, métodos de pesquisa, agentes de degradação e patologias, além de análise do estado de conservação.

Para Ana Caniatti, a preservação do patrimônio histórico está diretamente ligada à preservação da nossa memória e identidade cultural. “A importância de difundir as noções de preservação de bens culturais vai ao encontro da necessidade humana de ter contato com a sua memória e sua história. Estes bens, e neste caso tratamos das imagens sacras, precisam ser respeitados e resguardados, pois narram os modos de produzir e de existir dos nossos antepassados.”, ressalta ela.

O fundador da Flutua Produções, Gilmar Kaminski, reforça a importância de projetos como esse para a cultura. “Trabalhar com patrimônio é entender a importância da conservação e da valorização da memória, e isso se potencializa na proposição do curso, que tem como principal objetivo instrumentalizar a população para a preservação do patrimônio cultural, nesse caso, da imaginária sacra.”, comenta o produtor cultural.

Projeto realizado com recursos do programa de apoio e incentivo à cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Sobre Ana Caniatti
Ana Caniatti é formada em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes do Paraná (2007), Técnico em Conservação e Restauração pela Fundação de Arte de Ouro Preto (2009) e Especialista em História da Arte Sacra pela Faculdade Arquidiocesana de Mariana (2012). Integrou a equipe de restauro das igrejas de Nossa Senhora D´Ajuda, em Congonha (MG); Matriz de Nossa Senhora Imaculada Conceição, em Videira (SC); e Matriz de São Domingos, em Araxá (MG). Estagiou no Museu da Inconfidência de Ouro Preto e trabalhou na FAOP, no laboratório de conservação e restauro de escultura policromada. Em 2013, fundou em Curitiba o Atelier Caniatti Conservação e Restauro, onde atua realizando projetos para conservação, restauração, documentação de obras e de acervos de instituições públicas, privadas e particulares. Foi presidente da Associação dos Restauradores e Conservadores de Bens Culturais do Paraná – ARCO.IT (2018 e 2019) e promoveu diversos cursos para aperfeiçoamento dos profissionais da área, assim como projetos de incentivo à pesquisa científica. É associada ao Centro de Estudos em Imaginária Brasileira – CEIB.

Sobre Flutua Produções
Fundada em 2016 pelo produtor cultural Gilmar Kaminski, a Flutua Produções tem como proposta o diálogo com as diversas linguagens artísticas, desenvolvendo projetos nas artes cênicas, música, literatura, patrimônio histórico, artístico e cultural, artes visuais e audiovisual. Presta serviços de planejamento, organização e produção de projetos e eventos culturais, com foco na elaboração e gestão de projetos via leis de incentivo à cultura, sempre com a premissa da democratização de acesso. Dentre os atuais trabalhos desenvolvidos destacam-se a coordenação de produção da Bienal de Quadrinhos de Curitiba e o projeto Histórias e Retratos da Feira do Largo da Ordem. Mais informações em www.flutuaproducoes.com.br

SERVIÇO
Curso de Introdução à Conservação da Imaginária Sacra
Quando: de 16 a 20 de novembro, das 14h às 18h (presencial)/ encontro final em 07 de dezembro, das 19h às 21h (online)
Onde: Escola de Patrimônio & Liceu das Artes (R. Kellers, 63 – São Francisco, Curitiba)
Inscrições gratuitas em https://forms.gle/B8F2thiShcuTzN4S9

FICHA TÉCNICA
Realização: Caniatti Conservação e Restauro e Flutua Produções
Coordenação pedagógica: Ana Eliza Caniatti Rodrigues e Flávia Andrea Siqueira Dias
Coordenação de produção: Gilmar Kaminski
Pesquisadores e ministrantes: Ana Eliza Caniatti Rodrigues, Flávia Andrea Siqueira Dias e Ruy Altamir da Cruz Neto
Pesquisa histórica – Sant’Ana Mestra: Deborah Agulham Carvalho
Intervenção de conservação – Sant’Ana Mestra: Ana Eliza Caniatti Rodrigues
Assistência de produção: Luana Camargo
Projeto gráfico e diagramação: Adriana Alegria
Revisão textual: Anna Carolina Azevedo
Assessoria de imprensa e Marketing digital: Platea Comunicação e Arte
Fotografia: Wagner Melo e Lucas Gabriel de Souza da Silva

Projeto realizado com recursos do programa de apoio e incentivo à cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Assessoria de Imprensa
Platea Comunicação e Arte
platea.comunicacao@gmail.com
(41) 9 9907-9648

GRUPO DE TEATRO DINAMARQUÊS FARÁ CURTA TEMPORADA NA TENDA AVE LOLA

O grupo Batida veio ao Brasil para realizar uma residência artística junto à Trupe Ave Lola de Teatro.

Curitiba, 26 de outubro de 2021 – A trupe Ave Lola que está em temporada com seu novo espetáculo “Cão Vadio” de quarta a domingo, às 20h30 até o dia 21 de novembro, no espaço Ave Lola ao Ar Livre, também receberá em seu palco a peça teatral “Solo para Dois” do grupo Batida, da Dinamarca. Inicialmente seriam apenas duas sessões nos dias 30 e 31 de outubro, às 18h30, mas rapidamente a primeira apresentação esgotou-se e para que um público maior fosse alcançado, foram abertas duas sessões extras nos dias 03 e 04 de novembro, no mesmo horário. Para assistir ao espetáculo, as reservas devem ser feitas com antecedência no site da Ave Lola. O espetáculo terá seus ingressos cobrados através do sistema “Pague o quanto vale”, adotado desde o primeiro ano da trupe, onde a plateia assiste à peça e ao final efetua o pagamento de forma consciente.

Há mais de 30 anos, o Grupo Batida dedica-se a uma profunda pesquisa responsável pelo seu estilo teatral onde atuam atores e músicos em espetáculos voltados para crianças e toda família. Na peça “Solo para Dois”, que será apresentado na tenda da trupe Ave Lola, conta a história de um maestro que recebe de última hora a notícia de que a orquestra não poderá fazer o concerto. Quando o maestro está prestes a começar o concerto sozinho, um último membro da banda aparece. O menos talentoso e desesperançoso músico, que não pensa em nada além de futebol. O espetáculo segue mostrando esse encontro cômico e desastroso entre os dois músicos.

As apresentações fazem parte de um projeto de residência artística entre as duas companhias que farão juntas um espetáculo para crianças. O processo inicia agora durante a estada do Batida no Brasil e continua com a ida da Trupe Ave Lola à Dinamarca para finalizar a montagem. A relação entre o Batida e a Ave Lola já existe há alguns anos e agora, está sendo possível realizarem um projeto juntos. “É uma honra ter um mestre do teatro para crianças como o Søren Ovesen (um dos integrantes do grupo) em nossa primeira experiência de montagem para o público infantil”, conta a diretora da Ave Lola, Ana Rosa Genari Tezza.

Serviço:
Solo para Dois (Grupo Batida – Dinamarca)
Quando: 30 e 31 de outubro e 03 e 04 de novembro, às 18h30.
Reservas pelo link: https://forms.gle/wJLyWWkqHBn4uEmU8
Classificação: Livre para todos os públicos
Ingressos: Sistema Pague o Quanto Vale
Local: Associação Eunice Weaver do Paraná localizada na rua Dr. Alarico Vieira de Alencar, 10,  Bacacheri, Curitiba-PR.

FICHA TÉCNICA
Direção: Giacomo Ravicchio
Dramaturgia: Søren Ovesen e Giacomo Ravicchio
Figurinos e cenário: Giacomo Ravicchio e Karen Rasmussen
Compositor: Per Thomsen
Atores: Simon Holm e Søren Ovesen
Contato de Imprensa: Jamilssa Melo | 92-98161-1848

SEBINHO FATO AGENDA – LIVROS E DISCOS

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CARTOGRAFIA FILMES OFERECE OFICINAS E ORGANIZA CINECLUBES EM BAIRROS DE CURITIBA

O Circuito Griot propõe a reflexão e a construção de produtos audiovisuais por e para comunidades periféricas de Curitiba

Moradores de quatro bairros de Curitiba recebem o Circuito Griot, projeto que propõe a reflexão e a construção de produtos audiovisuais por e para comunidades periféricas da capital. Na primeira etapa, entre os meses de outubro e dezembro, as atividades ocorrem nos bairros Parolin e Sítio Cercado. De fevereiro a abril de 2022, chega ao Tatuquara e à Vila Leonice.

“Pra gente é muito importante descentralizar os acessos à cultura, tanto no que diz respeito à localidade quanto às pessoas que normalmente, por vários motivos, acessam esses bens. Então, realizar o Circuito nesses territórios, onde já existe um histórico de luta, de resistência negra em Curitiba, é muito importante”, diz Bea Gerolin, da Cartografia Filmes.

A programação consiste em Oficinas de Práticas Audiovisuais e exibições de filmes abertas à comunidade. Na oficina será abordada a linguagem e a produção cinematográfica com o compartilhar de experiências e a sensibilização de olhares das/os participantes aos territórios que habitam.

Cada bairro receberá uma Oficina com oito encontros, de 3h cada, durante dois meses. Ao final do processo, os exercícios serão reunidos em um filme-carta, resultando em quatro curtas produzidos coletivamente por moradores de bairros periféricos de Curitiba.

Já as exibições abertas à comunidade têm como objetivo aproximar a população do formato do cineclube. A proposta é exibir filmes com protagonismo ou realização negra em espaços coletivos dos bairros. As sessões quinzenais contemplam a exibição de dois filmes, um do tipo curta metragem e outro, em formato longa metragem, seguidos de um debate. Antes de todas as sessões, os longas exibidos serão decididos por votação dos próprios participantes das oficinas.

Para Andrei Bueno Carvalho, da Cartografia Filmes, o Circuito Griot é um projeto que busca englobar, de forma ativa em todo o processo, a comunidade onde as oficinas e exibições acontecerão. “Especialmente no fortalecimento da cadeia econômica movimentada por um evento cultural desta natureza a partir dos empreendedores e/ou projetos sociais locais. Tanto na alimentação do lanche das oficinas, na circulação dos anúncios sonoros no bairro como na participação das produtoras locais – que são lideranças consolidadas em seus territórios – como integrantes da equipe técnica do projeto”, diz.

O Circuito Griot é o novo projeto da Cartografia Filmes, produtora vocacionada para o audiovisual identitário negro. Também realiza, em Curitiba, outros projetos de difusão, como o Griot – Festival de Cinema Negro Contemporâneo, que acontece desde 2018, e a Afrika XX – Mostra de Cinemas Pioneiros do Continente Africano.

O Circuito Griot tem apoio da Aliança Francesa – Curitiba e Incentivo do Ebanx. Realizado com recursos do Programa de Apoio de Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Sobre a Cartografia Filmes
A Cartografia Filmes é uma produtora paranaense vocacionada para o audiovisual negro que une trajetórias diversas. Desse território de encruzilhada, nossa atuação se movimenta pelo desejo de compartilhar novas formas de acesso e produção dos bens culturais, fortalecendo e criando espaços coletivos nos eixos de DIFUSÃO, FORMAÇÃO E PRODUÇÃO do audiovisual, de maneira a abrir caminhos na reconstrução de imaginários onde as múltiplas subjetividades sejam livres para exercer sua existência com plena autonomia e potência >> Encontre a gente nas redes www.instagram.com/cartografiafilmes/

Sobre o Griot – Festival de Cinema Negro Contemporâneo
O Griot – Festival de Cinema Negro Contemporâneo começou em 2018 como Mostra de Cinema Negro Brasileiro com o objetivo de criar um espaço onde pudessem exibir filmes pensados, realizados e protagonizados por pessoas pretas em território nacional. Nas edições anteriores foram exibidos com lotação máxima de público 61 curtas, dois longas e um média. Em 2020, por conta da pandemia, foi realizado em formato online. As edições aconteceram com financiamento coletivo. www.festivalgriot.com.br

Serviço
Circuito Griot
Onde:
Parolin – Oficinas aos sábados, 23/10 a 11/12, das 09h às 12h. Exibições nos dias 31/10; 06/11; 20/11 e 04/12, às 18h30.

Sítio Cercado – Oficinas aos sábados, de 23/10 a 11/12, das 14h30 às 17h30. Exibições nos dias 30/10; 13/11; 27/11 e 11/12, às 18h30.

Contato
Andrei Bueno Carvalho
Coordenação e Produção Executiva
(41) 9 99608/4165
cartografia.filme@gmail.com

Bella Souza / Direção de Produção
(41) 99602-8894
izacris1@gmail.com

KOLBS APPS CHEGA A 1 MILHÃO DE INSCRITOS NO YOUTUBE

Parabéns ao estúdio curitibano, Kolb Apps, que acaba de chegar a marca de 1 MILHÃO de inscritos em seu canal no youtube!

Pioneiro no desenvolvimento de aplicativos de música no Brasil, atualmente o estúdio é referência no mercado e figura mundialmente entre as desenvolvedoras mais importantes no segmento – com mais de 250 milhões de downloads acumulados dos seus apps. Conheça a história até aqui.

Com os aplicativos (que simulam instrumentos na tela do celular/tablet) você pode aprender a tocar bateria, piano, guitarra, baixo, percussão e tabla indiana. Além dos pads de FUNK. Todos com DOWNLOAD GRATUITO! Confira os novos kits, as dicas e lições de como tocar no canal do youtube, aqui.

Acompanhe o estúdio Kolb Apps nas redes sociais:
Site: www.kolbapps.com (para baixar os apps)
Youtube: Kolb Apps – Real Drum Official Channel
Instagram: www.instagram.com/kolbapps/ 
Fanpage: www.facebook.com/kolbapps/ 
Linkedin: www.linkedin.com/company/kolb-apps

Prestigie os patrocinadores do FATO Agenda! Temos muito orgulho desta parceria!!!

EDITAL PRÊMIO TÉCNICOS E TÉCNICAS DA CULTURA (PARANÁ)

Governo do Estado do Paraná lança Edital Prêmio Técnicos e Técnicas da Cultura para reconhecer a contribuição, valorizar e premiar profissionais da área que colaboram com o fazer artístico-cultural de diversos agentes. O edital utiliza recursos da Lei Aldir Blanc e segue com inscrições até as 17h59 do dia 5 de novembro de 2021.

Serão 406 premiados com o valor individual de R$ 10 mil. O edital é destinado a pessoas físicas com mais de 18 anos, que residem no Paraná há no mínimo dois anos, atuando direta ou indireta na execução de produções culturais em geral, nas áreas de Áudio e Som; Luz; Maquinaria; Projecionista; Maquiagem; Contra-regra; Cenotécnico; Sonoplasta; Figurinista; Fotografia; Vídeo; Edição; Produção; Roadie; entre outros. 

Além dos documentos é necessário enviar um vídeo em que o técnico narre sua biografia profissional. O vídeo precisa ter entre três e dez minutos e estar postado no YouTube ou Vimeo. 

Cada proponente só pode se inscrever e ser contemplado em um projeto. Elas são feitas de forma on-line pelo sistema SIC.Cultura. Para proponentes já cadastrados como Agente Cultural no SIC.Cultura, é só entrar com login e senha. Caso contrário, é necessário fazer o cadastro. Basta entrar no site e clicar em “Acessar o sistema” no canto superior direito da tela e, no menu, escolher a opção “Clique aqui para se cadastrar”.

Confira todos os detalhes do edital, aqui.

Para mais informações:
e-mail: tecnicos@secc.pr.gov.br
Site: www.comunicacao.pr.gov.br
Lei Aldir Blanc: http://leialdirblanc.pr.gov.br
Facebook: www.facebook.com/ParanaCultura/
Instagram: @culturaparana

Fonte:  Governo do Estado lança edital para premiar técnicos e técnicas da cultura

SEITHY REFLETE ARTES INVISIBILIZADAS PELO COLONIALISMO EM SINGLE DE ESTREIA

“Sem Nome” antecipa álbum pelo Selo Diáspora

Artista multidisciplinar e luthier curitibano, Seithy faz de sua estreia musical um reflexo de sua identidade enquanto latino americano amarelo que vê sua cultura ser apropriada e invisibilizada. A urgente “Sem Nome” é guiada pela guitarra Kakushin-I de confecção própria e pela produção musical de Hugo Noguchi. A faixa está disponível em todos os serviços de música digital e antecipa o álbum “Haikai Espiritado”.

“Depois de anos num coma colonial, entre não-lugares, inseguranças e naturalmente alocado à margem do possível, decidi saltar. Existo nesse salto, livre, caótico, saturado, conflituoso e humano. De som e de ser”, reflete ele.

No single “Sem Nome”, Seithy busca um olhar descolonial inspirado por todas as histórias, civilização e relatos que foram esquecidos em processos predatórios, desde terras até criações artísticas.

“Essa faixa é sobre o sufocar neo-colonial, não em meu nome, mas em nome de qualquer natureza não hegemônica, sobre artefatos, sobre as histórias caladas, aterradas, queimadas, sobre entrar num museu e se resumir num artefato exótico de autoria desconhecida, da cerâmica indiana do século II ao adorno kaingang de 2017”, conta Seithy.

O lançamento é uma aposta do selo Diáspora, projeto de Hugo Noguchi que pretende dar visibilidade para que artistas racializados se insiram de modo profissional no mercado musical, buscando descendentes das diásporas africana e asiática, bem como das internas brasileiras. “Sem Nome” está disponível em todas as plataformas de streaming musical.

Ouça “Sem Nome”: https://smarturl.it/SeithySemNome
Assista “Sem Nome”: https://youtu.be/8y3eCD4mSbY

Ficha técnica:
Música por Seithy
Voz, violão, guitarra e bateria acústica: Seithy.
Engenharia de som e gravação da voz e bateria acústica por Leonardo Gumiero no Gume Estúdio.
Baixo, produção musical, mixagem e masterização por Hugo Noguchi.


Seithy – crédito Fanny Ogata

Letra
Decolonize o som
Mas tenta ouvir também
A voz que se apagou, que embranqueceu
Amém.
De baixo da terra ou na cinza do fogo, das velhas bocas dos povos negados aqui.
Desestatize a cor, mas tenta ver além
Quem sucumbiu à mão
Que vem de contra-mão, e insiste em esclarecer
Que o lugar pra fala é claro e restrito
Basta que vivo ou revividamente ocupe-o

FRANCISCO OKABE LANÇA MADRUGADA, SEU NOVO SINGLE

Composta e gravada em casa, canção faz parte de “8”, próximo álbum do músico

Madrugada, o novo single de Francisco Okabe, está disponível em plataformas como Spotify, Deezer, YouTube e Bandcamp a partir desta sexta-feira, 24 de setembro. A canção faz parte de “8”, o próximo álbum do multi-instrumentista, que vai ao ar em outubro em lançamento da Queda Livre Coletiva e do selo Onça Discos.

O novo trabalho dá sequência à discografia de Francisco, nascido em Bauru (SP) e radicado em Curitiba, e mais um passo na pesquisa de sonoridades realizada no ep “80” (2019), além de seus primeiros lançamentos realizados já em período pandêmico no Brasil.

Ao longo de quase 10 anos de carreira, Chico também já produziu outros dois álbuns – “Ah não ser eu toda a gente e toda a parte!” e “Vital” (2015 e 2018) –, além de uma série de singles e participações em projetos musicais independentes, como as bandas Charles Racional, e/ou, Obake, o duo de violões DayChi, a banda ímã e o trabalho autoral da cantora Roseane Santos.

Entre questões e conclusões parciais­. O novo single propõe um passeio por linguagens e parte de uma atmosfera minimalista e gravada em fita cassete para acessar referências contemporâneas e digitais, com melodias se conectando entre violão, flauta e violoncelo, beat e vozes.

“No ep ‘80’, o fluxo era mais de dentro pra fora. Nos últimos singles e agora em ‘Madrugada’, estamos experimentando o caminho contrário, inclusive como tônica do próximo álbum, que está pronto”, conta Francisco. “Um traço comum com as faixas anteriores é a autoprodução, a descoberta de como fazer álbuns em casa. Talvez seja um tipo brasileiro de ‘bedroom pop’, esse som feito em home studio, com referências atuais e usando ferramentas acessíveis, como samplear do YouTube”, destaca. “Esse processo autônomo acaba sendo propício para criar uma mistura de todas referências que temos”.

Queda Livre. Os lançamentos de “Madrugada” e “8” (final de outubro) são realizações da Queda Livre coletiva da qual Francisco Okabe é colaborador: uma movimentação de artistas que já resultou nos discos “Fronteiriça”, de Roseane Santos, e “Ímã de Nove Pontas”, da banda ímã (lançados em 2020), e que também produziu o ep “Livro Vivo”, parceria de Luciano Faccini e Roseane Santos (de 2021). A Queda Livre surge como uma forma de nomear uma rede de apoio e criação múltipla, com trabalhos influenciados e permeados pela inspiração vinda de artistas visuais, poetas, atrizes, palhaças e outras manifestações artísticas.


Gabriel Faccini: Crédito Foto/divulgação

_ Madrugada | Ficha técnica:
Francisco Okabe: composição, arranjo, produção, violão, flauta, teclados e voz
Acácio Guedes: contrabaixo, mixagem e masterização
Day Battisti: violoncelo
Matheus Mantovani: arte
Gabriel Faccini: Crédito Foto/divulgação

Ouça _ Madrugada 
https://onerpm.link/992978221726

_ Francisco Okabe | contato
https://www.franciscookabe.com/
+55 (41) 997 765 500 (whatsapp/telefone)

francisco.okabe@gmail.com

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+        YouTube – canal Onça Discos

_ Queda Livre Coletiva | conheça
https://linktr.ee/QuedaLivreColetiva