ESCRITOR OTAVIO LINHARES LANÇA ROMANCE ‘CAVALO DE TERRA’ NA PRESTINARIA SÃO LOURENÇO

Estreando na narrativa de fôlego, Otavio Linhares se consolida como uma das vozes mais singulares da literatura contemporânea.

O escritor e ator Otavio Linhares lança no dia 6 de dezembro, na Prestinaria São Lourenço, a partir das 19h, o romance Cavalo de terra (Moinhos, 155 páginas). Dono de uma prosa autêntica, o autor chega ao seu quarto livro e se coloca como intérprete dos males que povoam a nossa sociedade.

Um dos nomes mais inventivos da literatura produzida no Paraná, Linhares dá voz aos esquecidos e silenciados. Desde Pancrácio, seu primeiro livro, o escritor esmiúça as vidas e as entrelinhas das gentes que João Antônio – talvez o maior cronista dos desvalidos – chamaria de “merdunchos”. Em Cavalo de terra, a estreia de Linhares no romance, a investigação dos invisíveis e das relações com o espaço urbano ganha uma potência avassaladora.

Se de um lado existe uma linguagem de experimentação, construída a partir do dialeto das ruas –  e da verdadeira voz humana que surge do perigo e da agonia –, de outro há algo monumental: a implosão de uma família à míngua da realidade. O narrador, um sujeito escondido atrás de um nome que não revela, traça o perfil da sua herança. O pai alcoolista, a mãe perdida entre o desespero e o sonho do milagre, os irmãos Tomás – um trombadinha diplomado nas ruas – e João, a tábua de salvação de todos.

Essas existências – nem sempre chegam a ser vidas – se cruzam em uma narrativa crua e chocante, que uma lupa sobre as feridas abertas de toda uma população à margem, esquecida pela sociedade do cansaço e do algoritmo. Para o jornalista e escritor Yuri Al’Hanati, que assina a orelha do livro, os personagens de Linhares são seres à deriva e em cujo andar errático reside um pedido de socorro. “O mal estar gerador de desesperos difusos e desendereçados é o grande personagem do livro”, escreve Al’Hanati.

Partindo desse mosaico social, tão belo e bruto, Otavio Linhares sedimenta o mundo particular que já desenhava em O Esculpidor de nuvens e O Cão mentecapto, e se consolida como um artesão da palavra, um autor capaz de ler e interpretar o que está à sua volta. Nesse sentido, Cavalo de terra é uma literatura de observação e de tradução do mundo, que coloca o leitor cara a cara com a história em um mergulho sensorial por cheiros, texturas e desastres.

Mundo cão
Quem lê Cavalo de terra também está nos “corres” e se depara com os mesmos abismos que os personagens. Esse retrato de um mundo cão, escarrado no rosto de homens, mulheres e crianças deixados de lado é um exercício de empatia. O escritor consegue equalizar ação e dramaticidade, velocidade e torpor, explorando cada uma dessas lacunas em um estilo bastante único e original.

“Linhares nos coloca para frente, nos convida a pensar a literatura como música, ritmo, pintura, paisagem. Há uma beleza que perfura os olhos para que vejamos melhor com nossa sensibilidade ativada, esta capacidade humana tão entorpecida pelos tempos que correm”, comenta a dramaturga, atriz e roteirista Dione Carlos.

Ainda que Cavalo de terra seja a investigação do cotidiano de piás e gurias tipicamente curitibanos, Linhares não faz do seu texto um elemento reducionista, ao contrário. Curitiba é o cenário, mas o romance é uma radiografia do Brasil, de um país partido em cacos que não são de hoje e que espelham uma cultura escravocrata, machista e misógina de exploração. Cavalo de terra é uma obra sobre o agora, mas é também um documento sobre o passado e o futuro.

Sobre o autor
Otavio Linhares nasceu em Curitiba. É escritor, ator e torrefador de café. Tem formação em História, Filosofia e Artes Cênicas. Cavalo de Terra é seu primeiro romance e quarto livro publicado. É autor de O Cão Mentecapto (contos/2017); O Esculpidor de Nuvens (contos/2015) e Pancrácio (novela/2013). Como ator já participou, dentre outras produções, dos filmes Deserto particular (2021), Foram os sussurros que me mataram (2021), Jesus Kid (2019), A Mesma parte de um homem (2019); e das séries Irmandade (2019) e Carcereiros (2020).

Serviço
Cavalo de Terra
Autor: Otavio Linhares
Editora: Moinhos | 156 páginas
Preço: R$56,00
Lançamento – Cavalo de Terra
Quando: 06 de dezembro
Horário: das 19h às 22h
Local: Prestinaria São Lourenço
Endereço: R. Mateus Leme, 3440 – São Lourenço, Curitiba
Informações: 41-9-9911-8664

13° FEIRA NACIONAL CURITIBA VINIL – A MAIOR FEIRA DE VINIL DE CURITIBA

Sábado, dia 4 de dezembro de 2021, o Sebinho FATO Agenda participa da 13ª Feira Nacional de Discos de Vinil. O evento acontece na Galeria A Travessa (Green Center),  na Rua São Francisco, 232, centro de Curitiba. Com acesso pela rua treze de maio também. Serão mais de 30 expositores. Com milhares de discos, roupas, acessórios, chope gelado, comidinhas e discotecagem de vinil. A entrada é gratuita. Prestigie! Organização: @curitibavinil

Aqui temos alguns discos de vinil do Sebinho FATO Agenda, neste link.

FESTIVAL PRIMAVERA ENTRE OS DENTES CELEBRA A DIVERSIDADE MUSICAL BRASILEIRA COM SHOWS, OFICINAS E RODAS DE CONVERSA

Érica Silva por Milena Lara.

Realizado pelo Coro Cênico de Curitiba, o evento terá transmissão online

Três dias de shows, oficinas, poesia e rodas de conversa é o que propõe o Festival Primavera Entre os Dentes em sua segunda edição. Realizado pelo Coro Cênico de Curitiba, o evento acontece online, nos dias 27 e 28 de novembro, mas sem deixar de promover uma grande celebração musical da pluralidade e riqueza cultural brasileiras ao longo de todo um final de semana. A programação é gratuita e tem classificação livre.

O Festival Primavera entre os Dentes é um evento de fomento de criação e formação artística que nasceu em 2019 com o intuito de promover o encontro de grupos musicais, bandas e artistas através de apresentações cênico-musicais e shows. Com o objetivo inicial de arrecadar fundos para o espetáculo “Amar e Mudar as Coisas Interessa Mais”, o festival acabou permanecendo no calendário do Coro Cênico de Curitiba, atuando como um espaço de trocas de experiência e vivências artísticas.

Para o ano de 2021, o Coro quer promover novamente essa experiência, ampliando o foco na capacitação dos talentos locais através da realização de oficinas artísticas. Além disso, o festival se abre para a comunidade geral com atividades diversas, como rodas de conversa com artistas/produtoras convidadas que fomentam uma reflexão acerca das produções musicais independentes, apresentações de obras autorais, palco aberto e instalações artísticas. Por fim, uma vivência artística-musical, chamada de Percurso Poético, foi construída para o Festival Primavera entre os Dentes pensando a ocupação de espaços com apresentações simultâneas e em repetição.

A ideia é realizar um festival que encoraja, valoriza e possibilita a expressão dos artistas com suas obras e o trabalho essencial da formação de público, dando a infraestrutura necessária, espaço de acolhimento e visibilidade para os trabalhos em um ano em que o setor cultural sofre os efeitos de muitos meses paralisado.

“O Festival Primavera Entre os Dentes é um marco na existência do Coro Cênico de Curitiba. Um projeto que se iniciou com o objetivo de o grupo juntar renda lá em 2019, hoje faz parte da essência do Coro. Em sua primeira versão presencial em 2019, desenvolvemos um festival como mais uma forma de espalhar a arte e amor pelo mundo, além dos nossos espetáculos. No ano de 2020, fizemos um formato online, mas com uma proposta gravada, sem interação ao vivo. Em 2021, queremos receber as pessoas na nossa casa de forma online, pensando em todos os detalhes para que as pessoas continuem seguras e sem aglomeração, mas que possam vivenciar tudo aquilo que gostaríamos de demonstrar presencialmente”, explica Tainara Baságlia, produtora do Coro Cênico de Curitiba e do festival.

O Coro atua intensamente no cenário cultural da capital paranaense há três anos, desenvolvendo espetáculos, oficinas e formação de público. Oferecendo um olhar artístico sobre a sociedade atual, o projeto apresenta canções conhecidas da música popular brasileira sob um prisma múltiplo  de facetas, vozes e potências. A proposta é produzir espetáculos que discutem temáticas de relevância social numa perspectiva de teatralização da música, e trazer à cena uma visão crítica e reflexiva das situações abordadas, transformando e ampliando o acesso do público ao canto-coral em suas mais diversas possibilidades artísticas.

“O Festival Primavera Entre os Dentes Online vem para mostrar que estamos vivos, estamos sobrevivendo à pandemia, e queremos continuar fazendo histórias com todas as pessoas que nunca soltaram nossa mão. Fico orgulhosa com esse grupo, com a equipe de produção desse festival. Estamos preparando tudo com muito amor e carinho tenho certeza que vamos levar a arte e alcançar muitas pessoas de todo o Brasil para prestigiarem o festival. Quando se tem amor e paixão por aquilo que se faz, os frutos vêm de forma espontânea”, completa Tainara.

A abertura acontece no dia 26/11 (sexta-feira) com uma oficina, e no dia 27 (sábado) a programação inclui mais oficinas criativas e uma Roda de Conversa com Érica Silva e Luna Tik, além de show com a banda Pitombas do Amor e o Percurso Poético com apresentações artísticas de integrantes do Coro Cênico de Curitiba. No último dia, 28 (domingo), a Roda de Conversa tem duas sessões e recebe Juliana Kerexu e Brinsan N’Tchalá às 15h e Donna Bagos e Carol Krauss às 18h; Suel Machado faz show com sua banda e a programação se encerra com o Percurso Poético com integrantes do Coro.

Donna Bagos

Confira a programação completa abaixo:
Serviço:
Festival Primavera Entre os Dentes
27 e 28/11/2021
Horários:
26/11 às 19h30 – oficina online
27/11 às 15h – oficinas online
27/11 das 17h às 21h – programação geral
28/11 das 15h às 21h – programação geral

Programação completa:
26/11 (sexta):
19h30 – Oficina de música

27/11 (sábado):
15h – Oficinas criativas
17h – Roda de Conversa com Érica Silva e Luna Tik
19h – Banda: Pitombas de amor
20h – Percurso Poético: apresentações artísticas de integrantes do Coro Cênico de Curitiba (Ariane Souza, Baeni, Clauber Ramos, Edson Morais e Paxola)

28/11 (domingo):
15h – Roda de Conversa com Juliana Kerexu e Brinsan N’Tchalá
17h – Suel Machado e banda
18H – Roda de Conversa com Donna Bagos e Carol Krauss
20H – Percurso Poético: apresentações artísticas de integrantes do Coro Cênico de Curitiba (Ariane Souza, Baeni, Clauber Ramos, Edson Morais e Paxola)

Onde assistir:
http://corocenicocwb.rds.land/festival-primavera
https://www.youtube.com/c/CoroC%C3%AAnicodeCuritiba

Classificação etária: Livre

EXPOSIÇÃO A ZERO NA ALFAIATARIA

Mostra reúne trabalhos de artistas contemplados pelo Edital do Programa A Zero, voltado para a publicação de artista. A entrada é gratuita, mas o acesso é mediante comprovação de vacinação contra o Covid-19.

Com o avanço da vacinação e a consequente queda do número de casos e de mortes causadas pelo Covid-19, em nosso país, aos poucos as atividades culturais presenciais vêm sendo retomadas. O Projeto A Zero – Programa de Residências Artísticas e Oficinas de Formação, promovido pela Editora Medusa, vinha sendo realizado, desde julho, de forma totalmente online, mas as boas notícias vão permitir que a exposição final do A Zero possa ser vista pessoalmente. A abertura será dia 11 de novembro, às 18h, na Alfaiataria Espaço de Artes (Rua Riachuelo, 274 – Centro), em Curitiba e poderá ser vista até dia 27 de novembro (de terça a sexta, das 14h às 18h). Todos os protocolos de segurança contra o Covid-19 serão respeitados. A entrada é gratuita, mas o acesso é mediante a apresentação de comprovante de vacina contra o Covid-19.

A exposição é o resultado do Programa que permitiu publicadoras e publicadores, selecionados pelo edital, serem financiados para desenvolverem seus trabalhos. Conforme o Edital, 20 artistas foram selecionados e financiados pelo Programa. Porém, o número de inscritos superou todas as expectativas, chegando a 227 portfólios muito bons. Assim, o programa se organizou e selecionou mais 20 artistas que participaram como ouvintes, os quais, participaram de publicações coletivas, também financiadas pelo programa, com propostas criadas em conjunto com Juliana Crispe (curadora, pesquisadora, arte-educadora e artista visual) e Amir Brito Cadôr (artista, professor, editor e curador), mediadores das residências artísticas. A exposição reúne os trabalhos dos artistas selecionados, dos ouvintes e de artistas convidados que desenvolveram trabalhos especialmente para o Programa.

“Há nestes trabalhos uma resistente cumplicidade histórica, com revelações contidas em uma dobra, imagem, costura ou palavra. Trazem operações desencadeadoras de paródias, condensações, intertextualidades, citações, intratextualidades… São trabalhos que resistem para derrotar a linguagem do funcionamento, aquela que garante a administração tacanha dos bens simbólicos”, escreve Ricardo Corona, em texto de curadoria.

Os trabalhos também estarão reunidos na Caixa A Zero, com tiragem direcionada para as Bibliotecas Públicas do Paraná, para os artistas e equipe. Também estará disponível para venda no site da Editora Medusa.

Projeto realizado com o apoio da Havan, por meio do PROFICE (Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura), da Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Paraná.

Serviço:
EXPOSIÇÃO AZERO
Abertura: 11/11
Horário: 18h
Visitação presencial até 27 de novembro (de terça a sexta, das 14h às 18h)
Local: Alfaiataria Espaço de Artes (Rua Riachuelo, 274 – Centro)
Entrada gratuita
Obs.: Será exigido o comprovante de vacinação contra o Covid-19, ao menos uma dose.

Saiba mais:
http://www.azero.art.br/
www.facebook.com/EditoraMedusa
https://www.instagram.com/medusa_editora/
https://editoramedusa.com.br/

Contatos:
Produção
Thereza Oliveira
41 99936 3735
thereza.oliveiras@gmail.com

Curadoria
Ricardo Corona
41 99270 9633
ricardomcorona@gmail.com


CURANDEIRAS detalhe cartaz da artista visual e impressora Silvia da Silva

NOME FUNDAMENTAL DA NOVA GERAÇÃO, ESCRITOR MATHEUS PELETEIRO LANÇA LIVROS DE CONTOS QUE RETRATAM O BRASIL DE BOLSONARO

Nome fundamental da nova geração, escritor Matheus Peleteiro lança livros de contos que retratam o Brasil de Bolsonaro

Nauseado reúne 21 narrativas curtas que abordam temas urgentes como fake news, bullying, discurso do ódio e fundamentalismo religioso.

O escritor baiano Matheus Peleteiro, considerado uma das vozes mais interessantes da sua geração, publica em dezembro seu oitavo livro, o volume de contos Nauseado (Faça você mesmo, 148 págs.). Costurando uma prosa existencialista a uma análise contundente do Brasil atual, a obra é uma sinfonia para uma país despedaçado e colocado contra a parede. Ainda que Nauseado esteja recheado de narrativas fortes e pontiagudas, Peleteiro consegue criar histórias capazes de levar o leitor pela mão e apresentar, com leveza, um mosaico de belezas e choques.

Matheus Peleteiro compõe um itinerário para a perda da inocência. Diante da barbárie, seus personagens são lançados ao seu lado selvagem e à necessidade irrefreável de sobreviver. Relatos como “Calcinha preta”, “A Síndrome do fodido” e “Os Sete pecados literários” apresentam um cenário distópico travestido de realidade, seja em um recorte íntimo, em que é preciso escapar do bullying, até à promessa de se refazer das próprias cinzas.

Nesse intricado diálogo de temas e influências, Nauseado trata de questões urgentes – a ascensão da extrema-direita, o discurso de ódio, o fundamentalismo religioso e o não pertencimento, só para citar alguns temas – e atravessa uma colcha de retalhos de influências, que vão de Agatha Christie a Kafka, de Belchior a Sartre, passando por símbolos da cultura pop como Arctic Monkeys e The Strokes – como em “O Indie e o hipster” –, para compor o retrato de uma juventude entediada e perdida, mediada por algoritmos e sem consciência da sua invisibilidade.

Por isso, não é exagero dizer que a literatura de Peleteiro é um exercício de empatia e a tentativa de um encontro não marcado com o diferente. “A literatura permite enxergar o outro, enxergar o óbvio e enxergar aquilo que não está tão claro, então, acredito que pode sim oferecer soluções. No entanto, gosto de pensar nela como utopia que alimenta quando não se tem o que comer ou no que acreditar”, explica o escritor.

Um fósforo no escuro
Poucas vezes a frase atribuída da Cortázar, de que o conto precisa vencer o leitor por nocaute, fez tanto sentido quando em Nauseado. Peleteiro, que publicou seu primeiro livro aos 20 anos, já um autor maduro, um artesão da sua própria ficção, sabido de seus caminhos e limitações. E todos esses elementos dão aos seus textos uma originalidade e uma liberdade que parecem incomum aos nossos tempos – tão regrados pelas fake news e pelas fórmulas de sucesso, ambas fissuras sociais que são debatidas pelo escritor.

A sensação que se tem ao ler os 21 contos de Nauseado é um mundo fragmentado e pragmático, escondido em pequenas erosões cotidianas e de certezas em decomposição. “A Alavanca”, que abre o livro, e “O Último a sair, por favor, apague a luz e me deixe aqui”, conto que ultrapassou os 30 mil downloads no Kindle, são exemplos da criação combativa e atuante de Peleteiro, que consegue interpretar a realidade de uma maneira bastante singular.

“Vejo o presente tempo como um tempo em que a arte precisa ser oposição, dizer não ao horror, como cantou Belchior. Ainda que seja uma espécie de arma branca e simbólica”, comenta Peleteiro. “O papel do escritor continua a ser de um serviçal da literatura, que, como bem definiu Kafka, ‘é como um fósforo no escuro, não ilumina quase nada, mas permite enxergar a escuridão que existe ao redor’. Atribuo a mim o papel de tentar acender esse fósforo mesmo na tempestade.”

Nauseado é um livro urgente – que foge das ciladas narrativas e dos lugares comuns que o adjetivo pode impor –, e que revela o absurdo encalacrado na história brasileira. Sem meios termos, e chegando no apagar das luzes de 2021, Peleteiro escreveu o livro obrigatório para quem quer entender o nosso presente e projetar um futuro menos opaco e estreito.

Sobre o Matheus Peleteiro
Nascido em Salvador – BA em 1995, escritor, advogado, editor e tradutor, Matheus Peleteiro publicou em 2015 o seu primeiro romance, Mundo Cão, pela editora Novo Século. Após, lançou sete obras, sendo elas a novela Notas de um megalomaníaco minimalista (2016), a reunião de poemas Tudo que arde em minha garganta sem voz e a coletânea de contos Pro Inferno com Isso (2017); a distopia satírica O Ditador Honesto (2018), e as coletâneas poéticas intituladas Nossos Corações Brincam de Telefone sem Fio e Caminhando sobre o fogo (2019 e 2021).

Também organizou e editou a coletânea de contos Soteropolitanos (2020); deu início ao Selo ÊCOA – Faça ocê mesmo, em 2021; disponibilizou, de forma gratuita, o conto “O último a sair, por favor, apague a luz e me deixe aqui”, como forma de protesto, em todas as plataformas digitais, e produz o podcast 1Lero, onde realiza entrevistas com expoentes da literatura contemporânea. Além disso, em 2018, assinou, ao lado do tradutor Edivaldo Ferreira, a tradução do livro A Alma Dança em Seu Berço (Editora Penalux), do premiado autor dinamarquês, Niels Hav.

Serviço
Nauseado
Matheus Peleteiro
Editora: Faça ocê mesmo – 148 páginas
Lançamento: 30 de NOVEMBRO (NOVA DATA) – às 18h30
Local: Palles Sorveteria & Café
Endereço: R. Adelaíde Fernandes da Costa, 700 – Costa Azul, Salvador – BA
Preço: R$ 35,00 – edição física | R$ 19,90 – e-book
Para comprar, acesse: https://bit.ly/Nauseado

JORNALISTA CURITIBANO CRIA CURSO PRÁTICO DE CRÍTICA LITERÁRIA PELA PUCPR

O curso será uma experiência imersiva e prática na produção de pensamento crítico acerca da arte e, principalmente, da literatura.

O jornalista, crítico literário e escritor Jonatan Silva ministrará, nos dias 4 e 11 dezembro, a primeira edição do curso Crítica Literária na Prática, pela PUCPR. Serão oito horas dedicadas à prática da escrita para a crítica de arte, sobretudo, a literária. Buscando investigar os caminhos para o novo crítico, Silva apresentará aos estudantes os elementos fundamentais da construção do texto crítico por meio de uma imersão no processo prático.

Com grande bagagem no jornalismo cultural, Jonatan Silva enxerga no curso uma oportunidade de rompimento com a visão pragmática da crítica, estreitando os laços da literatura com outras linguagens artísticas e permitindo uma relação mais ampla com o sujeito e o cotidiano. “A literatura, assim como qualquer expressão artística, é um reflexo social, um espelhamento do que – enquanto humanidade – fomos, somos e seremos. Compreender esses elementos na literatura é estar preparado para os desafios mais corriqueiros. O desafio é transformar esse olhar sobre o mundo em pensamento crítico e criar uma análise contundente e interessante.”

Se a literatura é um espelho do mundo, a crítica é uma colagem de experiência e vivências dentro e fora do domínio das artes. O curso será um caminho trilhado em conjunto, percorrendo as análises de Terry Eagleton, Umberto Eco, Nuno Ramos, Leonardo Villa-Forte, Ítalo Calvino, Jorge Luis Borges e tantos outros.

Segundo Silva, o crítico literário é um leitor contumaz, alguém capaz de identificar os instrumentos narrativos e relacioná-los com o seu próprio universo. “A boa crítica, e também a leitura de qualidade, nasce da compreensão da obra e da sua possibilidade de ressignificá-la diante de algo exterior a ela”.

Sobre Jonatan Silva (crédito foto: Camilla Cordeiro)
Jonatan Silva é jornalista, crítico literário, escritor, assessor de imprensa e professor. Passou pelas redações da Tribuna do Paraná e Paraná Online. Foi editor da revista Mediação, do Colégio Medianeira. Na mesma instituição, idealizou, produziu e apresentou o podcast MedCast, que tratava de temas que iam da educação à cultura, passando por questões da atualidade e da filosofia. Atua como professor convidado na especialização da Escola de Belas Artes da PUCPR, onde idealizou os cursos Introdução à Crítica Literária e Crítica Literária na Prática.

Escreve regularmente para os jornais Rascunho e Cândido, e para o portal de cultura A Escotilha. Colabora com as editoras Rádio Londres e Olho de Vidro, além de ter textos publicados nas revistas Flaubert e Tinteiro, e no jornal RelevO. Foi um dos selecionados para integrar a coletânea Parem as máquinas, editada pelo selo OffFlip, em 2020. É autor dos livros O Estado das coisas (2015) e Histórias mínimas (2019). É criador do projeto de não ficção A Vida dos outros.

Sobre o curso
Crítica literária na prática – on-line ao vivo
Data: 4 e 11 de dezembro
Horário: das 8h às 12h
Carga horária: 8h
Inscrições: https://bit.ly/3n3YRrF

SARAUS DE HISTÓRIAS VALORIZAM A CULTURA PARANAENSE

Os contadores de histórias Lucas Buchile e Fabiane de Cezaro, o músico Joelson Cruz e a atriz Lilyan de Souza participam dos Saraus de Histórias da Cultura Paranaense. Crédito da foto: Cristiano Nagel.

Em duas apresentações virtuais, manifestações artísticas vão mostrar narrativas infantis, brincadeiras e canções populares

O projeto cultural gratuito “Minha Avó Me Contou – Literatura Paranaense e Tradição Oral”, que começou em 16 de agosto e segue até 15 de novembro deste ano, apresenta sua nova atração: os Saraus de Histórias da Cultura Paranaense.

As atividades – em forma de vídeos que mesclam narrativas infantis, brincadeiras e canções – serão coordenadas pelos contadores de histórias Fabiane de Cezaro, Lucas Buchile e o músico Joelson Cruz.

O primeiro sarau irá apresentar dois contos populares brasileiros e terá estreia dia 31/10 (domingo), às 19h. Já a segunda manifestação artística traz um conto da literatura paranaense de autoria de Lucas Buchile e será mostrado ao público no dia 14/11 (domingo), às 19h, ambos pelo YouTube, Instagram, Facebook, Spotify e Castbox da atriz Lilyan de Souza [ver abaixo].

O que é um sarau?
Sarau é um evento cultural em que as pessoas se encontram para se manifestar artisticamente pela oralidade e musicalidade. Em geral o evento envolve dança, poesia, leitura de poemas, histórias, música, teatro e artes plásticas. Em virtude da pandemia, essas atrações serão mostradas de maneira online.

Surgimento no país
Literatura, música, champanhe e vinhos eram alguns dos ingredientes dos saraus do Brasil do século 19. Então privilégio de seleto público, esse tipo de encontro chegou ao Brasil em 1808, com D. João, e seguia os moldes dos salões franceses. Inicialmente, eram realizados no Rio de Janeiro, mas logo os fazendeiros de São Paulo resolveram aderir à moda e já na metade do século 19 estavam espalhados por todas as capitais.

Mais adiante, os saraus passaram a ser realizados também por pessoas de influência, que gostavam de uma boa música e queriam promover movimentos artísticos.

Contrapartida
Os Saraus de Histórias fazem parte da contrapartida social do projeto Minha Avó Me Contou que engloba 40 episódios de podcasts compostos por histórias da literatura infantil e infantojuvenil de autores paranaenses – todos apresentados com elementos da tradição oral. A última transmissão será no dia 15 de novembro.

O projeto foi idealizado e desenvolvido pela atriz, contadora de histórias e escritora Lilyan de Souza, junto com parceiros como o ator e contador de histórias Rafael Di Lari, o intérprete e bonequeiro Lucas Mattana, os atores Fabiane de Cezaro e Lucas Buchile – todos integrantes da Inominável Companhia de Teatro – além do músico Joelson Cruz, a artista visual Manu Assini e o produtor cultural Cristiano Nagel.

Aprovado pelo edital do Fundo Municipal de Cultura 034/2020 – Apoio a Festivais, Mostras e Manifestações Culturais Tradicionais – o projeto está sendo realizado com recursos do Programa de Incentivo à Cultura, Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Mesmo após o término do projeto, todas as ações realizadas (podcasts, Oficina de Bonecos e Saraus de Histórias) permanecerão disponíveis nas redes sociais de Lilyan de Souza.

Ficha técnica dos Saraus de Histórias:

Sarau de histórias 1 – Recontos dos contos populares brasileiros
– Vamos esperar o Set Set chegar
 (Livro: “Sete Histórias para Sacudir o Esqueleto”, de Ângela Lago – Companhia das Letrinhas – 2002).

– João Jiló
(Livro: “Enquanto o sono não vem”, de José Mauro Brant – Editora Rocco – 2003).

Canções populares:
“Tumbalacatumba”
“Meu galinho”
“João Jiló”

Parlenda:
“Um dois, feijão com arroz”

Contadores de histórias: Fabiane de Cezaro e Lucas Buchile
Músico/violão: Joelson Cruz
Voz: Lilyan de Souza
Edição e captação de imagens: Alan Raffo
Produção: Cristiano Nagel
Designer Gráfico: Manu Assini
Coordenação: Lilyan de Souza
Parceria e participação: Inominável Companhia de Teatro

Projeto idealizado por Lilyan de Souza
Agradecimento especial: Casa Posselt

Sarau de histórias 2 – Literatura paranaense
– Trenzinho Menino, de Lucas Buchile (2020).

Canções populares:
“Trem Maluco”
“Capelinha de Melão”
“Alecrim Dourado”
“Meu Boi Morreu”
“Se essa rua fosse minha””
“Rosa Amarela”
“Ciranda, cirandinha”
“Cai, cai balão”

Contadores de histórias: Fabiane de Cezaro e Lucas Buchile
Músico/violão: Joelson Cruz
Voz: Lilyan de Souza
Edição e captação de imagens: Alan Raffo
Produção: Cristiano Nagel
Designer Gráfico: Manu Assini 
Coordenação: Lilyan de Souza
Parceria e participação: Inominável Companhia de Teatro
Projeto idealizado por Lilyan de Souza
Agradecimento especial: Casa Posselt

Serviço
O que: Saraus de Histórias da Cultura Paranaense
Quando: Apresentações nos dias 31/10 e 14/11, às 19h
Quanto: Gratuito
Como assistir: Pelos meios digitais [YouTube, Instagram, Facebook, Spotify e Castbox] da atriz Lilyan de Souza
https://www.youtube.com/user/Lilyancsb/
https://www.instagram.com/lilyandesouza/
https://www.facebook.com/lilyandesouza
https://anchor.fm/minhaavomecontou
https://castbox.fm/ch/4490991
https://open.spotify.com/show/0ZmqhzdQFrPKLOoUEo7jgn?si=eImfqZTAQVSSAl6HKZtvOg&dl_branch=1&nd=1

Relacionamento com a imprensa | Inominável Companhia de Teatro
Mem & Mem Comunicação
João Alécio Mem – (41) 9 9124-9748 / joaoalecioassessoria@gmail.com
Marlise Groth Mem – (41) 9 9908-0511 / marliseassessoria@gmail.com
Jornalismo / Assessoria de Imprensa / Consultoria em Comunicação e Eventos / Produção e Revisão de Conteúdo
@mem_e_mem_agencia_de_noticias


NOME FUNDAMENTAL DA NOVA GERAÇÃO, ESCRITOR MATHEUS PELETEIRO LANÇA LIVROS DE CONTOS QUE RETRATAM O BRASIL DE BOLSONARO

Nome fundamental da nova geração, escritor Matheus Peleteiro lança livros de contos que retratam o Brasil de Bolsonaro

Nauseado reúne 21 narrativas curtas que abordam temas urgentes como fake news, bullying, discurso do ódio e fundamentalismo religioso.

O escritor baiano Matheus Peleteiro, considerado uma das vozes mais interessantes da sua geração, publica em dezembro seu oitavo livro, o volume de contos Nauseado (Faça você mesmo, 148 págs.). Costurando uma prosa existencialista a uma análise contundente do Brasil atual, a obra é uma sinfonia para uma país despedaçado e colocado contra a parede. Ainda que Nauseado esteja recheado de narrativas fortes e pontiagudas, Peleteiro consegue criar histórias capazes de levar o leitor pela mão e apresentar, com leveza, um mosaico de belezas e choques.

Matheus Peleteiro compõe um itinerário para a perda da inocência. Diante da barbárie, seus personagens são lançados ao seu lado selvagem e à necessidade irrefreável de sobreviver. Relatos como “Calcinha preta”, “A Síndrome do fodido” e “Os Sete pecados literários” apresentam um cenário distópico travestido de realidade, seja em um recorte íntimo, em que é preciso escapar do bullying, até à promessa de se refazer das próprias cinzas.

Nesse intricado diálogo de temas e influências, Nauseado trata de questões urgentes – a ascensão da extrema-direita, o discurso de ódio, o fundamentalismo religioso e o não pertencimento, só para citar alguns temas – e atravessa uma colcha de retalhos de influências, que vão de Agatha Christie a Kafka, de Belchior a Sartre, passando por símbolos da cultura pop como Arctic Monkeys e The Strokes – como em “O Indie e o hipster” –, para compor o retrato de uma juventude entediada e perdida, mediada por algoritmos e sem consciência da sua invisibilidade.

Por isso, não é exagero dizer que a literatura de Peleteiro é um exercício de empatia e a tentativa de um encontro não marcado com o diferente. “A literatura permite enxergar o outro, enxergar o óbvio e enxergar aquilo que não está tão claro, então, acredito que pode sim oferecer soluções. No entanto, gosto de pensar nela como utopia que alimenta quando não se tem o que comer ou no que acreditar”, explica o escritor.

Um fósforo no escuro
Poucas vezes a frase atribuída da Cortázar, de que o conto precisa vencer o leitor por nocaute, fez tanto sentido quando em Nauseado. Peleteiro, que publicou seu primeiro livro aos 20 anos, já um autor maduro, um artesão da sua própria ficção, sabido de seus caminhos e limitações. E todos esses elementos dão aos seus textos uma originalidade e uma liberdade que parecem incomum aos nossos tempos – tão regrados pelas fake news e pelas fórmulas de sucesso, ambas fissuras sociais que são debatidas pelo escritor.

A sensação que se tem ao ler os 21 contos de Nauseado é um mundo fragmentado e pragmático, escondido em pequenas erosões cotidianas e de certezas em decomposição. “A Alavanca”, que abre o livro, e “O Último a sair, por favor, apague a luz e me deixe aqui”, conto que ultrapassou os 30 mil downloads no Kindle, são exemplos da criação combativa e atuante de Peleteiro, que consegue interpretar a realidade de uma maneira bastante singular.

“Vejo o presente tempo como um tempo em que a arte precisa ser oposição, dizer não ao horror, como cantou Belchior. Ainda que seja uma espécie de arma branca e simbólica”, comenta Peleteiro. “O papel do escritor continua a ser de um serviçal da literatura, que, como bem definiu Kafka, ‘é como um fósforo no escuro, não ilumina quase nada, mas permite enxergar a escuridão que existe ao redor’. Atribuo a mim o papel de tentar acender esse fósforo mesmo na tempestade.”

Nauseado é um livro urgente – que foge das ciladas narrativas e dos lugares comuns que o adjetivo pode impor –, e que revela o absurdo encalacrado na história brasileira. Sem meios termos, e chegando no apagar das luzes de 2021, Peleteiro escreveu o livro obrigatório para quem quer entender o nosso presente e projetar um futuro menos opaco e estreito.

Sobre o Matheus Peleteiro
Nascido em Salvador – BA em 1995, escritor, advogado, editor e tradutor, Matheus Peleteiro publicou em 2015 o seu primeiro romance, Mundo Cão, pela editora Novo Século. Após, lançou sete obras, sendo elas a novela Notas de um megalomaníaco minimalista (2016), a reunião de poemas Tudo que arde em minha garganta sem voz e a coletânea de contos Pro Inferno com Isso (2017); a distopia satírica O Ditador Honesto (2018), e as coletâneas poéticas intituladas Nossos Corações Brincam de Telefone sem Fio e Caminhando sobre o fogo (2019 e 2021).

Também organizou e editou a coletânea de contos Soteropolitanos (2020); deu início ao Selo ÊCOA – Faça ocê mesmo, em 2021; disponibilizou, de forma gratuita, o conto “O último a sair, por favor, apague a luz e me deixe aqui”, como forma de protesto, em todas as plataformas digitais, e produz o podcast 1Lero, onde realiza entrevistas com expoentes da literatura contemporânea. Além disso, em 2018, assinou, ao lado do tradutor Edivaldo Ferreira, a tradução do livro A Alma Dança em Seu Berço (Editora Penalux), do premiado autor dinamarquês, Niels Hav.

Serviço
Nauseado
Matheus Peleteiro
Editora: Faça ocê mesmo – 148 páginas
Lançamento: 30 de NOVEMBRO (NOVA DATA)  – às 18h30
Local: Palles Sorveteria & Café
Endereço: R. Adelaíde Fernandes da Costa, 700 – Costa Azul, Salvador – BA
Preço: R$ 35,00 – edição física | R$ 19,90 – e-book
Para comprar, acesse: https://bit.ly/Nauseado

MOSTRA MUSICAL RITMOS SERÁ TRANSMITIDA GRATUITAMENTE PELO YOUTUBE DO TEATRO AVE LOLA

A 2ª edição da mostra conta com seis clipes musicais inéditos para crianças.

O projeto musical Ritmos do Coração estreia a Mostra Ritmos que acontece de 9 a 25 de novembro, gratuitamente, no YouTube do Teatro Ave Lola, sempre às 20h de terças e quintas. Voltada para o público infantil e produzida especialmente para crianças atendidas pelo Hospital Pequeno Príncipe, a 2ª edição da Mostra Ritmos acontecerá de forma online e exibirá seis clipes inéditos de composições autorais criadas pela banda Ritmos, formada para a mostra.

A banda Ritmos é composta por Arthur Jaime, Breno Monte Serrat, Gabriela Bruel e Joã Klübler que compuseram de forma coletiva as músicas Andina, Lembranças de Milton, Valsa-Landó, Lambada, Maracatu e Chamamé. Os clipes musicais seguem uma narrativa que mostra uma banda que toca e se diverte em apresentações por lugares inspiradores como à beira de um lago colorido ou em uma floresta noturna. Também participaram dos vídeos as atrizes Ailén Roberto e Helena Tezza que fazem o papel de roadies da banda e o ator mirim Bernardo de Lima Lobo que interpreta um garotinho que ama música.

A Mostra Ritmos fecha a programação do projeto Ritmos do Coração que iniciou em setembro deste ano com um show e dois clipes inéditos de composições criadas por Gilson Peranzzeta e Davi Sartori unicamente para o projeto. As apresentações online circularam pelos canais de YouTube dos Teatro Guaíra (PR), Teatro Riachuelo (RJ) e por último no YouTube do Teatro Ave Lola com a mostra musical.

O projeto “Ritmos do Coração” foi viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura e é uma realização da CGC-CSA e da Secretaria Especial da Cultura, do Ministério do Turismo. Patrocínio: Facchini, Sideral Linha Aéreas, DHL, Ciapetro, Expresso Azul, Disam, Fobras, Austral, ID Digital, Frameport, Oliveira Trust, Schattdecor, Alcast, Plast Pack, Bianchi, Delta Cable, Serdia. Instituição Beneficiada: Hospital Pequeno Príncipe (HPP).

SERVIÇO
2ª MOSTRA RITMOS
Acesso: Gratuito
Classificação indicativa: Livre para todos os públicos
Link:  https://www.youtube.com/avelolacultural
Quando: 9 a 25 de novembro, terças e quintas, às 20h

Ave Lola – Espaço de Criação
www.instagram.com/ave_lola

Contato de Imprensa: Jamilssa Melo | 92-98161-1848

BANDA CURITIBANA TROY E OS CALVOS LANÇA VIDEOCLIPES E PROMOVE LIVE NO DIA 04/11

Projeto foi gravado em casa, e traz três músicas conhecidas e uma inédita

A banda Troy e Os Calvos realiza durante o mês de novembro de 2021 o lançamento do seu mais recente trabalho, a produção de videoclipes do repertório autoral. Cada músico gravou de sua casa, respeitando os protocolos de segurança neste período de distanciamento social, tendo a sua finalização executada pela Rockout Magic Estúdio.

As canções selecionadas fazem parte do repertório, sendo três já executadas pela banda em shows autorais e eventos culturais de Curitiba, e uma inédita ao público. São elas: Reza para um Querubim, Se Eu Corro, Inimaginável e Inútil Solidão.

Para apresentar o trabalho e conversar com o público, a banda realiza no próximo dia 04 de novembro, às 20h, uma live pelo canal no Youtube. E cada videoclipe será lançado, semanalmente, em todas as redes sociais da banda.

Troy e os Calvos é uma banda de repertório autoral, e faz parte da cena Curitibana há mais de 12 anos, levando a boa música ao público, destacando-se pela qualidade artística e profissionalismo. Formada por Troy Rossilho, que já teve suas canções gravadas por inúmeros artistas, usadas também como trilhas para peças de teatro e cinema, acompanhado da banda os Calvos, com Leo Barros (voz e guitarra), Mauro Castilhos (bateria) e Thiago Menegassi (voz, baixo e direção musical). A diretora de produção da banda é a jornalista e produtora Mariane Antunes.

“PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.

Serviço:
Live: 04/11 – 20h
Lançamentos dos videoclipes:
11/11, 18/11, 25/11 e 02/12
Facebook e instagram: @troyeoscalvos
Youtube: https://www.youtube.com/user/troyrossilho