Blogue FATO Agenda divulga: 1) vagas e oportunidades em comunicação social, mkt e design em Curitiba e região. 2) Agenda cultural da cidade. 3) Livros e discos de vinil (do Sebinho FATO Agenda). Editado há 17 anos (desde 2009) pelo jornalista Leandro Hammerschmidt.
Serviço: Ghost Riders (Rush Tribute) no Armazém Garagem Bar Data: Quarta-feira, 13 de abril, às 20h30 Local: Armazém Garagem Bar, Rodovia Curitiba – Ponta Grossa, BR 277, nº 2630 – Santo Inácio – Curitiba. Pista Lateral (sentido Ponta Grossa), no bairro mossunguê, em Curitiba – na entrada do conjunto Saturno, na altura da Copel. Ingressos: R$10,00 (adiantado), R$15,00 (na hora)
O trabalho é uma reunião de recortes, colagens, sons, imagens, vídeos, fotografias, textos e até mesmo bastidores do contexto de lésbicas, bissexuais e travestigeneres na pandemia no Brasil
Feijoada da Meia Noite é um fanzine eletrônico multiarte em formato de website que cria brechas para difundir arte sapatão. Com trabalhos das artistas Helen Kaliski e Jo Mistinguett, o projeto apresenta obras criadas no período pandêmico e trabalhos inéditos das artistas.
Recortes, colagens, sons, imagens, vídeos, fotografias, textos e até mesmo bastidores do contexto de LBTs na pandemia no Brasil atual – momento em lésbicas, bissexuais e travestigeneres (sigla citada no texto acima), assumidas como tais, produziram arte e ideias.
O lançamento acontece em cinco dias. Na quarta feira, 06 de abril de 2022, o fanzine eletrônico ‘Feijoada da Meia Noite – Açougue de Pequenos Prazeres & Renúncia – A Saga’ faz sua estreia na web. O endereço é: www.feijoadameianoite.art. O fanzine também conta com algumas ações inéditas como live performances, vídeos e bate-papo com convidades.
Na sexta, 08 de abril de 2022, Live Performance ‘Feijoada da Meia Noite’ com Helen Kaliski e Jo Mistinguett (através do Youtube e das redes sociais das artistas @helenkaliski@jomistinguett). Live transmissão performática onde as artistas preparam uma refeição e depois entregam marmitas para os espectadores.
No sábado, 09 de abril de 2022, Bate-papo ‘LBTs – Arte, Trabalho e Pandemia’ com a participação de Andreia Lais Cantelli (Professora de História e Metodologia do Ensino. Pesquisadora em Gênero e Diversidade na Educação. Ativista LGBT; Movimento de Travestis e Transexuais e dos Direitos Humanos brasileiros. Fundadora e Ex-presidente do IBTE – Instituto brasileiro Trans de Educação.) e Ísis (elu) é sapatão não-binárie, proletárie nas horas vagas, artista em tempo integral. desenha, escreve, traduz, pesquisa, edita y faz-de-um-tudo. toca a editora independente de escritos dissidentes @machorraedicoes.
No domingo, 10 de abril de 2022, Live Performance Renúncia – A Saga de Jo Mistinguett (no Youtube e rede social da artista @jomistinguett). Uma jam eletrônica sonora onde Jo cria uma narrativa ficcional de seu cotidiano.
Na quarta feira, 13 de abril de 2022, lançamento vídeo Açougue de Pequenos Prazeres a partir do conto O Poço de Helen Kaliski através do site www.feijoadameianoite.art
Sobre as artistas
Helen Kaliski Helen Kaliski é sapatão não-binarie. Escritora, performer, produtora, tradutora, professora e artista visual. É formada em Ciências Sociais pela UFPR. Transita por entre a ficção científica e a distopia que vive. Saiba mais sobre a artista: https://linktr.ee/helenkaliski
Jo Mistinguett Jo Mistinguett é multiartista sapatão, DJ, sonoplasta, produtora musical, performer e artista visual. Ganhou o Prêmio Aldir Blanc de Reconhecimento de Trajetória LGBTQIA+ 2020 no Paraná. Saiba mais sobre a artista: https://linktr.ee/jomistinguett
Serviço: Lançamento fanzine eletrônico ‘Feijoada da Meia Noite – Açougue de Pequenos Prazeres & Renúncia – A Saga’ www.feijoadameianoite.art
Lançamento: 06 de abril de 2022
08 de abril de 2022 – Live Performance ‘Feijoada da Meia Noite’ com Helen Kaliski e Jo Mistinguett (através do Youtube e das redes sociais das artistas @helenkaliski@jomistinguett)
11 de abril de 2022 – Bate-papo ‘LBTs – Arte, Trabalho e Pandemia’ com a participação de Andreia Lais Cantelli (Professora de História e Metodologia do Ensino. Pesquisadora em Gênero e Diversidade na Educação. Ativista LGBT; Movimento de Travestis e Transexuais e dos Direitos Humanos brasileiros. Fundadora e Ex-presidente do IBTE – Instituto brasileiro Trans de Educação.) e ísis (elu) é sapatão não-binárie, proletárie nas horas vagas, artista em tempo integral. desenha, escreve, traduz, pesquisa, edita y faz-de-um-tudo. toca a editora independente de escritos dissidentes @machorraedicoes.
12 de abril de 2022 – Live Performance Renúncia – A Saga de Jo Mistinguett (no Youtube e rede social da artista @jomistinguett)
13 de abril de 2022 – Lançamento vídeo Açougue de Pequenos Prazeres a partir do conto O Poço de Helen Kaliski através do site www.feijoadameianoite.art
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Pioneira do Burlesco brasileiro e Drag Queen pianista integram o elenco do show de variedades que tem estreia nesta sexta-feira (08/04), no recém inaugurado Teatro de Bolso da rua Itupava.
Estreia nesta sexta-feira (08/04) o show de variedades burlesco “Cabaret de Bolso”, iniciativa das burlescas Curitibanas Lídia Café da Manhã e Miss G em parceria com a drag queen Jeruza Miller. A proposta da noite é unir o strip-tease clássico burlesco ao repertório pianístico clássico, jazzístico e popular de Jeruza Miller (Jeferson Ulbrich), musicista de carreira internacional. O resultado é um dos primeiros shows burlescos com música ao vivo da história de Curitiba, com uma seleção musical que passa por Brahms, As Frenéticas e Duke Ellington.
“Cabaret de Bolso” dá início a programação cabareteira do recém-inaugurado Teatro de Bolso de Curitiba, localizado no interior da galeria Itupava 1299, que abriga o conglomerado de bares e restaurantes conhecido como “prainha da Itupava”. Segundo Lídia Café da Manhã, o ambiente é “ideal para um show da linguagem burlesca, que combina com um público boêmio e disposto a participar integralmente da apresentação com gritos, assobios e aplausos”. O público do espetáculo ainda contará com 10% de desconto em compras feitas após o show no bar Barbarium Pocket, a poucos metros do teatro.
O elenco conta com a pioneira do burlesco brasileiro Miss G, que foi uma das fundadoras do Festival Yes! Nós Temos Burlesco (RJ) e atual diretora das Terças Burlescas do Ginger Bar, além de Lídia café da Manhã, a primeira burlesca brasileira a ter seu trabalho apresentado no festival do Burlesque Hall of Fame (Las Vegas). A programação da noite conta com números inéditos de strip-tease burlesco, duetos cantados e comédia falada. O performer boylesco Monge Safado fica encarregado pela assistência de palco, que em shows burlescos inclui o recolhimento de peças de roupa de forma provocativa.
Programa: CABARET DE BOLSO 08/04/2022 – Sexta-Feira Teatro de Bolso Curitiba Endereço: R. Itupava, 1299 – Hugo Lange, Curitiba – PR Sessão dupla: 22h e 23h Ingresso: R$ 30,00 www.sympla.com.br/cabaret-de-bolso__1534421 Duração: 45 minutos Não recomendado para menores de 18 anos Apoio: Barbarium Pocket
Conheça as artistas:
Lídia Café da Manhã @vedetematinal Se você come depois da meia-noite, é a primeira refeição do seu dia! Lídia Café da Manhã é uma vedete matinal e burlesca notívaga entusiasta e entusiasmada pela era de ouro do strip-tease clássico! Explora as corporalidades desvairadas das dançarinas exóticas e já se apresentou em festas, cabarés e festivais em Curitiba, Maringá, São Paulo e Rio de Janeiro, tendo exibido também seu trabalho nos festivais Burlesque Hall of Fame (Las Vegas, EUA), Salvaje: Festival Internacional de Burlesque de Argentina (Rosario, Argentina) e POA Burlesque (Porto Alegre, RS). Criadora e produtora do projeto Cabaré Notívagas e do Cabaret de Bolso.
Miss G @corpospelaliberdade Senhoras e senhores, apresento-lhes Miss G (stage name da artista Giorgia Conceição – Curitiba, 1981). Artista burlesca, agitadora cultural, mentora de novos artistas. Ela encabeça vários projetos relacionados ao Burlesco pelo Brasil: foi criadora e dirigente do Festival Internacional Yes, Nós Temos Burlesco (de 2015 a 2021, no Rio de Janeiro), faz parte da cúpula de curadoras da Combo Drag Week (Curitiba) e, atualmente, dirige e apresenta a mostra semanal Terça Burlesca, no Ginger Bar. Foi artista homenageada no PoA Burlesque Festival, em 2021. Durante a pandemia, foi porta voz do Burlesco Brasileiro em diversos eventos latino-americanos, como Salvage (Argentina, 2020), Encuentro Latino de Burlesque (Ciudad de México, 2020). Dedica-se à formação de novos artistas, mirando na ampliação da cena nacional e criação de uma comunidade, formando público e dando condições para a divulgação dessa arte no Brasil. Além disso, já fez participações em eventos, mostras, festivais nacionais e internacionais, até mesmo em séries e novelas, como Ligações Perigosas (Globo, 2016) e Tempo de Amar (Globo, 2017). Já se apresentou em diversas cidades do país, e também em Nova Iorque (EUA), Kyoto (Japão), Berlim (Alemanha), Viena e Graz (Áustria), Granada (Espanha). Ministra workshops online e presenciais, já tendo passado por instituições como Tanzquartier (Viena), El Apeadero (Granada) e Instituto Itaú Cultural (SP)
Jeruza Miller @jeruza.miller Jeruza Miller, drag queen pianista, é criadora do projeto PianoDrag. Nascida em Curitiba e criada nos rincões do interior do Paraná, Jeruza Miller é hoje uma musicista de carreira internacional. A proposta de PianoDrag é levar a riqueza e a beleza da música para piano e piano e canto com seu repertório clássico, jazzístico e popular para um público que valoriza cada vez mais a diversidade nas manifestações culturais. A premissa é música de qualidade, independente da expressão de gênero.
Espetáculo sobre a transexualidade estreou em São Paulo e marca os 25 anos de carreira da artista curitibana Leonarda Glück, que teve trabalhos apresentados em países da Europa e da América Latina.
Após realizar estreia nacional na cidade de São Paulo e cumprir temporada online pelas redes do Centro Cultural São Paulo, o espetáculo TRAVA BRUTA, de Leonarda Glück com direção de Gustavo Bitencourt, chega a Curitiba para duas únicas apresentações no Festival de Teatro, dias 5 e 6 de abril, às 19h30, no Mini Guaíra, com entrada franca.
TRAVA BRUTA é um manifesto que parte da experiência transexual de Glück, artista curitibana hoje residente em São Paulo, para propor uma ponte e um embate entre o contexto artístico e a conjuntura política e social brasileira atuais no que se refere ao campo da sexualidade. O trabalho marca as comemorações de 25 anos de carreira da artista e também o seu reencontro com o diretor Gustavo Bitencourt.
Leonarda, que hoje mora em São Paulo, começou a escrever o texto ainda em Curitiba, sua cidade de origem, onde fundou importantes coletivos como a Companhia Silenciosa e a Selvática Ações Artísticas. Seus trabalhos tratam de diversas temáticas, e já foram apresentados em diversos países da Europa e América Latina, mas esta é a primeira vez que a artista dedica uma criação exclusivamente à transexualidade: “Me veio uma possível angústia repentina: a de talvez não ter conseguido em outro momento antes escrever tão intimamente sobre o assunto da transexualidade, e seus efeitos na minha mente e na vida social da qual faço parte”, diz Leonarda, que arrastou por meses a tarefa de terminar o texto.
Já em 2019, a montagem foi premiada pelo Centro Cultural São Paulo, integrando a 6ª Mostra de Dramaturgia em Pequenos Formatos da instituição. Após ter sua estreia suspensa por conta da pandemia, o trabalho foi retomado em 2021 e estreou presencialmente na Sala Jardel Filho. Sobre a pandemia, Glück faz questão de frisar: “A gente entrou no modo catástrofe que meio que está até agora. As pessoas trans ficaram ainda mais vulneráveis do que já eram antes. E elas eram muito. São, no Brasil. Física e psicologicamente.”
O espetáculo chega à capital paranaense na programação do Festival, integrando o Interlocuções, uma das ações do evento, a convite dos curadores Giovana Soar e Celso Curi. A direção da obra, que é produzida pela Pomeiro Gestão Cultural, produtora que realiza a gestão dos projetos de Leonarda, ficou a cargo de Gustavo Bitencourt, parceiro de Glück há mais de 20 anos. Juntos os dois já desenvolveram criações em performance, dança e teatro, com destaque para Valsa Nº 6, montagem do texto de Nelson Rodrigues premiada pela Funarte em 2012, na ocasião do centenário do autor.
Quando foi convidado para dirigir o espetáculo, Gustavo Bitencourt ficou com um pouco de medo. “Porque era um texto que falava muito da experiência dela como mulher trans no Brasil. Onde é que eu ia poder contribuir nisso? O que é que eu sei disso? Mas lendo e relendo, e conversando com ela, fui vendo o quanto esse texto também fala de muitas coisas que dizem respeito a todo mundo, e que era importante que a gente olhasse tanto pro que tem de específico nesse contexto do qual ela fala, quanto pra onde essa história se conecta com outras tantas”. Partindo daí, ele conta que foram entendendo o texto de Trava Bruta como um jeito de falar de coisas que são reais e concretas e nem por isso menos ficcionais.
Leonarda e Gustavo, então, se encontraram na ideia de ficção, como nos diz o diretor: “Ficção que é o que eu pesquiso, é a minha profissão – como drag queen, que é o que eu faço da vida faz 12 anos – e é uma necessidade básica de qualquer ser humano. Humano prescinde de ficção pra viver, e em diferentes medidas, com diferentes graus de comprometimento e de risco, todo mundo vai dando um jeito de concretizar”.
Para Gustavo, o ponto chave da ideia de ficção explorada no trabalho encontra-se no fato de que “algumas ficções são permitidas e outras não. Quando se trata de gênero, as pessoas tendem a ficar muito assustadas”. Leonarda é enfática: “Chego aqui com a certeza de que o herói macho branco, heterossexual, cristão e suas ideias precisam urgentemente ser substituídos, trocados ou mesmo revisitados por outros ângulos. Estão chatos. De alguns eu ainda gosto muito, mas estão chatos.”
O retorno de Leonarda, Gustavo e da Pomeiro ao Festival marca, também, o retorno dos artistas a cidade: por muitos anos os três integraram eventos variados dentro do Festival (como o Fringe, a Mostra Oficial, a Mostra Novos Repertórios, a Curitiba Mostra e outras). Embora suas obras tenham estreado em outros municípios do país nos últimos anos, boa parte de suas trajetórias foi consolidada em Curitiba. Esta volta marca a trajetória dos realizadores e enfatiza seus impactos culturais na cidade.
SERVIÇO TRAVA BRUTA Dias 5 e 6 de abril às 19h30 No Mini Guaíra (Rua Amintas de Barros s/n, Centro, Curitiba – PR) Entrada gratuita e ingressos começam a ser distribuídos às 18h no local. 18 Anos, 70 Minutos.
As apresentações do show (dias 01,02, 08 e 09 de abril) também fazem parte da programação do Festival de Teatro de Curitiba.
Ousadia, contemporaneidade, lirismo e bom humor caracterizam o show Marcio Juliano Outro Samba, próxima atração da Mostra Pôr do Sol, dias 01, 02, 08 e 09 de abril, às 20h, no Campo das Artes, em São Luiz do Purunã-PR. O evento marca a abertura oficial do espaço, projeto de vida do ator paranaense Luís Melo, que vem sendo construído desde 2008.
O show é uma experiência cênica musical multimídia que tem como fonte de inspiração o repertório e os artistas da Época de Ouro da música brasileira, período que vai de 1929 a 1945. Desdobramento da pesquisa realizada pelo cantor Marcio Juliano em trabalhos anteriores, No Samba” (2016) e “Noël” (2006).
Com caráter teatral e leitura contemporânea deste universo musical, Outro Samba conta com interações e intervenções de projeções mapeadas, com áudios sincronizados. “A ideia é revisitar uma estética muito explorada por esta geração de compositores, a do cinema”, revela Marcio que também dirige o show. A assistência de direção e iluminação é de Nadja Naira (Companhia Brasileira de Teatro). Outro Samba traz ao palco músicos virtuosos: Sérgio Albach (clarone), que assina a direção musical, Lucas Melo (violão 7 cordas) e Luis Rolim (bateria e percussão). Misturando diferentes linguagens projeta em cena participações especiais como a Orquestra à Base de Sopro e o trombonista Raul de Souza, falecido no ano passado.
Dorival Caymmi, Wilson Baptista, Noel Rosa, Pixinguinha, Ary Barroso estão presentes no repertório com narrativa diversa que homenageia o samba e suas múltiplas possibilidades, mas que sobretudo evoca a alegria, o amor e a superação da melancolia.
O show estreou em Curitiba, no final de 2019, ano de lançamento do CD de mesmo nome e, durante a pandemia, em 2021, foi adaptado ao formato digital, virou DVD e circulou virtualmente pelo interior do Paraná. “Participar da Mostra é uma experiência muito feliz, vamos oferecer ao público um espetáculo com uma abordagem diferente, é um show de música ancorado no teatro. Voltar ao presencial, poder ensaiar, preparar o show e o espaço para receber o público é muito emocionante”, comemora Marcio que também é o produtor geral da Mostra Pôr do Sol.
“O Campo das Artes é um espaço muito importante, único no Brasil. O fato dele estar situado no Paraná é uma riqueza para nós. Espero que esta iniciativa privada do Luís Melo sirva de inspiração ao poder público para que, por meio das leis de incentivo, movimente este lugar com muitas atrações e oportunidades artísticas porque o público está sedento de arte. Todos os ingressos da Mostra esgotaram em apenas 8 horas após a distribuição pelo site”, conta.
O evento integra a programação do Festival de Teatro de Curitiba – edição 2022.
Confira a PROGRAMAÇÃO da Mostra que segue até 16 de abril: 1 e 2 de abril – 20h Marcio Juliano Outro Samba – Cia Ilimitada *durante o Festival de Teatro de Curitiba
8 e 9 de abril – 20h Marcio Juliano Outro Samba – Cia Ilimitada *durante o Festival de Teatro de Curitiba
15 e 16 de abril – 20h O Arquipélago – Súbita Companhia de Teatro
MOSTRA PÔR DO SOL VIRTUAL Local: Canal Campo das Artes no Youtube www.youtube.com/channel/UCAVR2jOa08eYZ46p31YuzLw Horário: 20h Datas: 19 de abril Manaós – Trupe Ave Lola (Duração: 80min) 20 de abril Noël.doc – Marcio Juliano e Cia ilimitada (Duração: 53min) 21 de abril Aqui – Súbita Companhia de Teatro (Duração: 60min)
Projeto realizado com o apoio da Copel, por meio do PROFICE (Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura), da Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Paraná.
SERVIÇO: MOSTRA PÔR DO SOL – 11 de março a 16 de abril Espetáculo: SHOW MARCIO JULIANO OUTRO SAMBA Data: 01, 02, 08 e 09 de abril Horário: 20h Local: Campo das Artes (Estrada da Lage, 370 – São Luiz do Purunã/Balsa Nova-PR) Contato exclusivo por whatsapp: 41 99995 8383 Email: contato@campodasartes.com.br Ingressos gratuitos mediante reserva pelo site: www.campodasartes.com.br/ Capacidade: 100 pessoas por apresentação Duração: 60 minutos Classificação Indicativa: Livre
Ficha Técnica – Show Marco Juliano Outro Samba Direção, Pesquisa e Concepção: Marcio Juliano. Direção Musical: Sérgio Albach. Iluminação e Assistência de Direção: Nadja Naira. Som: Chico Santarosa. Projeções: Alan Raffo. Animação: Carlon Hard e Rômolo D’hipólito. Figurino: Áldice Lopes. Elenco: Marcio Juliano, Luís Rolim, Lucas Melo e Sérgio Albach. Participação Virtual: Raul de Souza, Uyara Torrente, Érica Silva, Iria Braga, Milena Tupi, Cássia Damasceno e músicos da Orquestra à Base de Sopro de Curitiba. Assessoria de Comunicação: Glaucia Domingos. Realização e Produção: Companhia Ilimitada.
Sobre Marcio Juliano Marcio Juliano é um artista brasileiro. Natural de Curitiba, começou no teatro e na música aos 15 anos. De lá para cá escreveu, compôs, cantou, atuou, dirigiu, dançou, operou luz, foi contrarregra, produziu. Em 2005, fundou a Cia Ilimitada, produtora cultural onde realiza seus projetos. Como cantor, estreou em 2006, Noël, show cênico musical em homenagem a Noel Rosa, com direção de Marcio Abreu e Direção Musical de Sérgio Albach. O disco Noël veio em 2009, com ele Marcio visitou teatros de 25 cidades brasileiras, em mais de 70 apresentações, que tiveram um público de 50 mil espectadores. Seu trabalho mais recente é o projeto Outro Samba, que faz uma releitura das composições da Época de Ouro e inclui a gravação de CD e também DVD e pode ser conferido no site do artista: http://marciojuliano.com.br/
LUTE COMO UMA GAROTA – Karina Gallon por Karen Luckmann.
A marca-protesto curitibana conhecida pela frase ‘Lute como uma garota.’ festeja seu aniversário com discotecagem, roda de conversa, descontos e mimos.
A marca-protesto Peita completou cinco anos de luta no dia 8 de março e celebra o novo ano que se inicia com um evento gratuito na Rua Pagu, em Curitiba, no sábado, dia 26. Animando a festa das 16h às 22h, as DJs Vane Marques e Carmen Agulham. Também haverá uma roda de conversa sobre o impacto da pandemia na vida das mulheres, uma proposta de escuta ativa e partilha de histórias mediada pela psicóloga corporal, Larissa Tomass. O evento é ao ar livre, seguindo as orientações de prevenção do coronavírus e sujeito a lotação.
“Esse é nosso 5º aniversário. 8 de março é o dia em que tudo faz sentido, marchamos ao lado das nossas. A cada ano criamos mais alianças, conexões, afeto e aprendizagem. Ao ver as pessoas vestindo a mensagem da Peita que mais faz sentido naquele dia, me emociona demais. É a materialização de tudo o que pensamos para a marca, como posicionamento, propósito e a razão de existir”, exalta a idealizadora, Karina Gallon.
A partir das 16h quem comanda o som é a DJ Carmen Agulham com uma mistura de brasilidades contagiantes como samba, axé, carimbó, funk, e ritmos nacionais que envolvem sonoridades da antiga e nova geração.
Às 19h haverá um diálogo com a psicóloga corporal Larissa Tomass sobre como as mulheres passaram por esse momento pandêmico, lidando com a solidão, sobrecarga materna, carga horária de trabalho, desemprego, relacionamentos, a relação com o corpo, envelhecimento, carga mental e muito mais.
Fechando a festa em grande estilo, às 20h, a DJ Vane Marques solta músicas que contém elementos da cultura afro-brasileira, através de graves fortes, tambores, e ritmos, trazendo o afrobeat, 2000’s, funk, POP brasileiro e outros sons que passam por essas vertentes.
Quem prestigiar o evento ganha um cupom de desconto de 25% para adquirir sua peita durante o período da festa. As vendas serão online, através de QR CODE espalhados pela Rua Pagu, e o pedido será enviado posteriormente sem custo para a casa das pessoas. Haverá um mostruário para quem quiser conhecer e provar as peças.
( • ) PROGRAMAÇÃO 16h – DJ Carmem Agulham 19h – Roda de Conversa E aí, mana? Como peitar essa pandemia?, com Larissa Tomass 20h – DJ Vane Marques
( • ) SOBRE A PEITA A Peita nasceu dia 8 de março de 2017 com a frase “Lute como uma garota” invadindo as ruas de Curitiba nas manifestações do Dia Internacional das Mulheres Trabalhadoras. O objetivo da marca-protesto é oferecer ferramentas de enfrentamento contra as opressões, que atravessam pessoas diversas de diferentes formas . A Peita cumpre com a missão de trazer os dizeres polêmicos do contexto das manifestações para o dia a dia, seja em camisetas, moletons, bolsas, bottons, ímãs, ecobags ou adesivos.
( • ) SERVIÇO ANIVERSÁRIO DE 5 ANOS DA PEITA data: 26 de março, sábado hora: 16h às 22h local: Rua Pagu – Rua Alberto Bolliger, 120 – Juvevê, Curitiba EVENTO GRATUITO.
Espetáculo estreou em São Paulo em dezembro de 2021 e marca os 25 anos de carreira da artista Leonarda Glück, que teve trabalhos apresentados em países da Europa e da América Latina
Após realizar estreia nacional na cidade de São Paulo e cumprir temporadas presencial e online no Centro Cultural São Paulo, o espetáculo “Trava Bruta”, solo escrito e encenado por Leonarda Glück com direção de Gustavo Bitencourt, faz duas únicas apresentações gratuitas no Festival de Teatro de Curitiba, dias 5 e 6 de abril, às 19h, em NOVO LOCAL, agora no Mini Guaíra, Rua Amintas de Barros, s/nº, centro de Curitiba. A entrada é gratuita e os ingressos começam a ser distribuídos às 18h, no teatro mesmo.
“Trava Bruta” é um manifesto que parte da experiência transexual da própria Glück para propor uma ponte e um embate entre o contexto artístico e a atual conjuntura política e social brasileira no que se refere ao campo da sexualidade. O trabalho marca as comemorações de 25 anos de carreira da artista e também o seu reencontro com o diretor Gustavo Bitencourt. Juntos os dois já desenvolveram criações em performance, dança e teatro, com destaque para Valsa Nº 6, montagem do texto de Nelson Rodrigues premiada pela Funarte em 2012, na ocasião do centenário do autor.
Leonarda, que hoje mora na capital paulista, começou a escrever o texto ainda em Curitiba, sua cidade de origem, onde fundou importantes coletivos do cenário teatral nacional como a Companhia Silenciosa e a Selvática Ações Artísticas. Seus trabalhos tratam de diversas temáticas, e já foram apresentados em vários países da Europa e América Latina, mas esta é a primeira vez em que a artista dedica uma criação exclusivamente à transexualidade: “Me veio uma possível angústia repentina de talvez não ter conseguido em outro momento antes escrever tão intimamente sobre o assunto da transexualidade, e seus efeitos na minha mente e na vida social da qual faço parte”, diz Leonarda.
Sobre o processo de direção do espetáculo, Gustavo Bitencourt conta que percebeu o quanto o texto fala de vivências que dizem respeito a todos, e não somente às relacionadas a transexualidade no Brasil: “É importante que a gente olhe tanto para o que tem de específico nesse contexto do qual ela fala, quanto para onde essa história se conecta com outras tantas”. Partindo daí, ele entendeu o texto de “Trava Bruta” como uma auto-ficção, gênero literário e teatral que combina autobiografia com ficção.
Leonarda e Gustavo, então, se encontraram no conceito, como nos diz o diretor: “Ficção que é o que eu pesquiso, é a minha profissão – como drag queen, que é o que eu faço da vida há 12 anos – e é uma necessidade básica de qualquer ser humano. Humano precisa de ficção pra viver, e em diferentes medidas, com diferentes graus de comprometimento e de risco, todo mundo vai dando um jeito de concretizar”, destaca.
Para Gustavo, o ponto chave da ideia no trabalho encontra-se no fato de que “algumas ficções são permitidas e outras não. Quando se trata de gênero, as pessoas tendem a ficar muito assustadas”. Leonarda complementa: “chego aqui com a certeza de que o herói macho branco, heterossexual, cristão e suas ideias precisam urgentemente ser substituídos, trocados ou mesmo revisitados por outros ângulos. Estão chatos. De alguns eu ainda gosto muito, mas estão chatos.”
A participação de Leonarda, Gustavo e da Pomeiro no Festival marca, também, o retorno dos artistas à cidade: por muitos anos os três integraram eventos variados dentro do Festival (como o Fringe, a Mostra Oficial, a Mostra Novos Repertórios, a Curitiba Mostra e outras). Embora suas obras mais recentes tenham estreado em outros municípios do país nos últimos anos, boa parte de suas trajetórias foi consolidada em Curitiba.
O espetáculo chega à capital paranaense integrando a edição comemorativa de 30 anos do Festival de Curitiba, dentro do Interlocuções, uma das ações do evento, a convite da curadoria de Giovana Soar e Celso Curi.
Sobre os artistas: Leonarda Glück é atriz, dramaturga e diretora curitibana radicada em São Paulo. Co-fundadora da Companhia Silenciosa e do Coletivo Selvática. Graduada em Direção Teatral pela Faculdade de Artes do Paraná (FAP). Tem mais de vinte textos encenados por diferentes grupos, companhias e artistas brasileiros e internacionais de diversas linguagens artísticas. Publicou A Perfodrama de Leonarda Glück – Literaturas Dramáticas de Uma Mulher (Trans) de Teatro, coletânea com seis textos teatrais. Para maiores informações acesse www.leonardagluck.com
Gustavo Bitencourt é diletante profissional, nascido e residente em Curitiba, Paraná. Estudou Letras na UFPR. Atua em diversos campos artísticos e tem na indisciplinaridade uma das principais características de seu trabalho. Trabalha como ilustrador, designer gráfico, redator e tradutor, performer, ator, diretor de teatro, drag queen, crítico de arte e já compôs trilhas para teatro, dança e vídeo.
SERVIÇO TRAVA BRUTA. Dias 5 e 6 de abril, às 19h. Mini Guaíra, Rua Amintas de Barros, s/nº, centro de Curitiba. A entrada é gratuita e os ingressos começam a ser distribuídos às 18h, no próprio teatro. 18 Anos, 70 Minutos.
FICHA TÉCNICA Criação, texto e interpretação: Leonarda Glück Direção: Gustavo Bitencourt Direção de produção: Igor Augustho Trilha original: Jo Mistinguett Luz: Wagner Antônio Assistente de iluminação: Dimitri Luppi Criação em vídeo e projeções: Ricardo Kenji Figurino: Fabianna Pescara e Renata Skrobot Fotografias: Alessandra Haro Assessoria de imprensa São Paulo: Pombo Correio Assessoria de imprensa Curitiba: Platea Comunicação e Arte Realização e produção: Pomeiro Gestão Cultural
Trava Bruta é um manifesto que parte da experiência transexual da autora Leonarda Glück para propor uma ponte e um embate entre o contexto artístico e a conjuntura política e social brasileira atuais no que se refere ao campo da sexualidade. O texto é também uma espécie de vertiginoso poema cuja principal metáfora reúne o ato de bloquear e impedir a livre movimentação com a capacidade de brutalidade da natureza humana, sua violência e sua incivilidade. Como é experimentar um corpo que provoca um misto de repulsa e desejo a um só tempo? O que tem a cultura a ver com a transexualidade? Como é ser uma artista trans no Brasil de 2022? Resposta não há, mas ainda há a poesia. E, mesmo que alquebrado, ainda há o teatro.
Criação, texto e interpretação de Leonarda Glück e direção de Gustavo Bitencourt (aka @dalvinhab). Em NOVO LOCAL, agora no Mini Guaíra, Rua Amintas de Barros, s/nº, centro de Curitiba, centro de Curitiba, dias 05 e 06 de abril, às 19 horas. ENTRADA FRANCA.
SERVIÇO TRAVA BRUTA. Dias 5 e 6 de abril, às 19h. Mini Guaíra, Rua Amintas de Barros, s/nº, centro de Curitiba. A entrada é gratuita e os ingressos começam a ser distribuídos às 18h, no próprio teatro. 18 Anos, 70 Minutos.
Ficha Técnica: – Criação, texto e interpretação: Leonarda Glück – Direção: Gustavo Bitencourt – Direção de produção: Igor Augustho – Trilha original: Jo Mistinguett – Luz: Wagner Antônio – Assistente de iluminação: Dimitri Luppi – Criação em vídeo e projeções: Ricardo Kenji – Figurino: Fabianna Pescara e Renata Skrobot – Fotografias: Alessandra Haro – Realização e produção: Pomeiro Gestão Cultural
O legado do Pirata Zulmiro é um documentário do diretor curitibano Estevan Silvera, que conta a história do último capitão pirata do século XIX, que veio se esconder no sul do Brasil, na cidade de Curitiba, há 190 anos. Com uma documentação surpreendente e depoimentos incríveis, o filme apresenta a maior história de tesouros e piratas do mundo, uma aventura que atravessou séculos.
O pirata Zulmiro sempre foi considerado a maior lenda urbana da cidade de Curitiba, um pirata inglês com o nome de Zulmiro que veio morar na cidade no século XIX. Após quinze anos de pesquisas, Marcos Juliano Ofenbock conseguiu encontrar o pirata Zulmiro no cemitério municipal São Francisco de Paula, ele morreu em 24 de agosto de 1889 com 90 anos. O pirata também foi localizado na escola que ele estudou, Eton College, na Inglaterra, entre os anos de 1811 e 1814.
O pirata Zulmiro foi líder do bando que escondeu o maior tesouro pirata do mundo, em uma ilha deserta no meio do oceano, a Ilha da Trindade, hoje território brasileiro distante 1.200 quilômetros da costa, no paralelo do estado do Espírito Santo.
O documentário é baseado no livro de Marcos Juliano Ofenbock “A Verdadeira ilha do Tesouro, as crônicas do pirata Zulmiro” lançado em 2019.
“O thesouro se acha escondido n ́uma ilha chamada Trindade, distante 648 milhas da costa do Brazil, em dois lugares distinctos: no primeiro existe ouro em pó, em barras e em moedas de diversos paizes, bem como pedras preciosas de grande valor. O outro deposito, consta de obras artisticas em ouro e prata, alem de 63 barras de prata massiça, com as dimensões de 6 x 2 x 4 polegadas, fructo de muitos annos de pirataria.”
Essas palavras foram escritas pelo pirata Zulmiro no ano de 1880 e entregues para um cidadão inglês, chamado Edward Young, que ficou seu amigo em Curitiba. O pirata Zulmiro escreveu um roteiro completo de como encontrar o seu fabuloso tesouro que foi escondido na ilha da Trindade.
No ano de 1850, um pirata russo que possuía uma enorme cicatriz em seu rosto, entregou um mapa de como encontrar o mesmo tesouro escondido na ilha da Trindade, para um capitão de um navio mercante inglês, pouco antes de morrer em Bombaim, na Índia. O mais surpreendente é que os dois capitães piratas faziam parte do mesmo bando que escondeu esse tesouro, e cada um pensava que o outro estava morto.
O Brasil está no epicentro da maior história sobre tesouros piratas no mundo, pois a ilha da Trindade foi palco de diversas expedições em busca deste grande tesouro pirata. Ocorreram três expedições inglesas no final do século XIX, de posse do mapa do tesouro, quatro expedições brasileiras no início do século XX, de posse do roteiro do tesouro e até uma expedição estadunidense em 1926, do Museu de História Natural de Cleveland.
UMA EXPEDIÇÃO EM BUSCA DO TESOURO Os detalhes são publicados hoje em Newcastle de uma expedição que está prestes a seguir do Tyne para a Ilha de Trindade em busca de um tesouro escondido. As informações sobre as quais estão agindo foram comunicadas por um velho marinheiro, que alega ter visto a riqueza cuidadosamente escondida, e que foi um dos piratas que saquearam o navio do qual foi tirada. O organizador da expedição foi durante muitos anos o caixa de um corretor de navios em Newcastle.
O Malho – RJ – 10 de junho de 1911 ( 3a expedição brasileira)
A República – PR – 05 de agosto de 1912 ( 4a expedição brasileira)
Correio Paulistano – SP – 31 de julho de 1912 ( 4a expedição brasileira)
UMA EXPEDIÇÃO EM BUSCA DO TESOURO NA TRINDADE Entende-se que a embarcação Áurea, de Sunderland, que deixou Tyne há alguns meses em uma expedição em busca de um tesouro, para a Ilha da Trindade, está prestes a retornar após uma viagem malsucedida.
Cleveland, Ohio, 13– Nov (A.P.)– Dobrões, moedas de prata e tesouros do Império espanhol estão enterrados em uma Ilha do Tesouro da América do Sul, disponíveis para a pessoa que desejar cavar pela quantia de 50 milhões de dólares. George Finlay Simmons, curador de ornitologia do Museu de História Natural de Cleveland, disse, ao retornar da ilha, que o tesouro roubado dos incas está intacto onde foi enterrado há um século por dois piratas, em uma ilha próxima à costa do Brasil.
Um Conto de Bucaneiros. Reminiscente dos dias do Capitão Kidd, a história do tesouro está repleta de tradições de bucaneiros itinerantes, espadas cortantes e mapas do tesouro. Um dos tesouros, disse Simmons, chega a 40 milhões de dólares e foi enterrado por um pirata espanhol, José Santos, que capturou um navio carregado com barras de ouro e prata, ornamentos de altar e candelabros das igrejas de Lima, no Peru.
Mais de 8.000.000 de dólares foram enterrados na mesma ilha por um pirata inglês que se autodenominou “Zulmiro”, disse Simmons. Os registros desse “tesouro” foram mantidos e ficaram em posse do contramestre russo de um navio, até que ele morreu no Extremo Oriente.
Oito expedições realizadas. Oito expedições foram feitas para encontrar o tesouro entre 1800 e 1892, disse Simmons, mas a maioria delas nunca chegou à costa deserta da ilha. Aqueles que encontraram os pontos de referência deixados no mapa do tesouro perceberam que eles foram destruídos por um deslizamento de terra.
“Robert Louis Stevenson usou a ilha como cenário para seu livro ‘A ilha do Tesouro’”, Simmons disse, “mas o dinheiro encontrado na ficção ainda está lá na realidade.”
Um revisor da palestra “Ilha do Tesouro” escreve: — Se você é fascinado por piratas e dobrões de ouro, se sua pulsação acelera ao mexer com velhas canções do mar, em galeões e caravelas, na bandeira negra, em navios afundados e caminhar na prancha – se a vida curta e alegre de marinheiros e contramestres e o convés barulhento o encanta, com certeza você quererá ouvir sobre a Ilha do Tesouro dos Incas do Peru – e de Zulmiro, o último dos capitães piratas, que navegou pelo Império espanhol e enterrou um tesouro autêntico na Ilha da Trindade, a própria Ilha do Tesouro.
O Legado do pirata Zulmiro conta com participações especiais do Prefeito de Curitiba, Rafael Grega e do Consul Honorário do Reino Unido no Paraná, Adam Patterson. Também foram gravados depoimentos surpreendentes, com descendentes dos principais personagens envolvidos nessa incrível história.
O trailer do documentário pode ser visto no link abaixo: Informações completas sobre a história do tesouro pirata no site: https://averdadeirailhadotesouro.com