CURITIBA RECEBE UMA COMÉDIA IRREVERENTE E PROVOCADORA: ESTREIA O ESPETÁCULO “VALENTIN”

Na foto de Walter A. Jaworski, o elenco formado por Carla Rodrigues e Juscelino Zilio que dão vida aos personagens de Valentin, o espetáculo entra em cartaz a partir do dia 21 de novembro no Teatro Barracão EnCena.

Entre risos e críticas sociais, a montagem resgata o espírito dos cabarés alemães da década de 1920 com direção de Cleide Piasecki e estreia marcada para 21 de novembro, sexta-feira, no Teatro Barracão EnCena.

A cena cultural de Curitiba ganha um novo e vibrante destaque a partir do dia 21 de novembro com a estreia do espetáculo “Valentin”, nova produção da Barracão EnCena Produções Artísticas. Com uma abordagem cômica, crítica e visualmente instigante, a peça propõe uma viagem ao universo irreverente dos cabarés alemães da década de 1920, um espaço onde o riso e a reflexão caminham lado a lado. “É um privilégio poder realizar essa produção que traz a essência da obra de Karl Valentin: textos críticos, recheados de ironia e jogo de palavras, o que o torna um grande desafio aos atores que interpretam vários personagens, trazendo o riso para a plateia”, conta a diretora de produção, Mevelyn Gonçalves.

Inspirado na obra do renomado dramaturgo e comediante Karl Valentin, conhecido como o “Charles Chaplin dos dadaístas de Munique”, o espetáculo reúne esquetes cômicos e números teatrais que exploram com humor afiado e ironia temas como o cotidiano, a arte, a política e as relações humanas. A montagem se afasta do glamour dos tradicionais cabarés de can-can e se aproxima da estética do circo e do teatro físico, resgatando a essência crítica e popular da época.

Sob a premiada direção de Cleide Piasecki, que também assina a adaptação do texto e a sonoplastia, “Valentin” traz ao palco um espetáculo autoral, de linguagem acessível e estética potente. A diretora curitibana, com mais de três décadas de atuação nas artes cênicas, reforça em “Valentin” sua marca autoral, evidenciada em obras como o recente sucesso “Desmonte”. “Sem dúvida tem sido um ano surpreendente que começou com a grande honra de dirigir a Regina Vogue e encerra com a produção do Barracão Encena de um dos autores que eu mais admiro, Karl Valentin. Um gênio, um músico, um ator, um palhaço, um autor que com seu humor inteligente, singular e sensível influenciou grandes artistas como Brecht”, afirma Piasecki.

O elenco conta com as interpretações precisas de Carla Rodrigues e Juscelino Zilio, que dão vida aos personagens e situações com sensibilidade, humor e vigor físico. A produção executiva é de Mevelyn Gonçalves, com cenários, figurinos e adereços concebidos por Paulo Vinícius, em parceria com Belle Viana e Rod Benedykt, e iluminação de Clever d’Freitas, tudo cuidadosamente pensado para transportar o espectador ao clima efervescente do período entre guerras na Alemanha. “Valentin é mais que uma peça: é uma experiência cênica ousada, divertida e provocadora, que convida o público a rir, pensar e sentir. Uma homenagem à arte do riso como forma de resistência e reflexão”, resume Mevelyn.

Entre risos e críticas sociais, a montagem resgata o espírito dos cabarés alemães da década de 1920 com direção de Cleide Piasecki e estreia marcada para 17 de novembro no Teatro Barracão EnCena.

A cena cultural de Curitiba ganha um novo e vibrante destaque a partir do dia 21 de novembro com a estreia do espetáculo “Valentin”, nova produção da Barracão EnCena Produções Artísticas. Com uma abordagem cômica, crítica e visualmente instigante, a peça propõe uma viagem ao universo irreverente dos cabarés alemães da década de 1920, um espaço onde o riso e a reflexão caminham lado a lado. “É um privilégio poder realizar essa produção que traz a essência da obra de Karl Valentin: textos críticos, recheados de ironia e jogo de palavras, o que o torna um grande desafio aos atores que interpretam vários personagens, trazendo o riso para a plateia”, conta a diretora de produção, Mevelyn Gonçalves.

Inspirado na obra do renomado dramaturgo e comediante Karl Valentin, conhecido como o “Charles Chaplin dos dadaístas de Munique”, o espetáculo reúne esquetes cômicos e números teatrais que exploram com humor afiado e ironia temas como o cotidiano, a arte, a política e as relações humanas. A montagem se afasta do glamour dos tradicionais cabarés de can-can e se aproxima da estética do circo e do teatro físico, resgatando a essência crítica e popular da época.

Sob a premiada direção de Cleide Piasecki, que também assina a adaptação do texto e a sonoplastia, “Valentin” traz ao palco um espetáculo autoral, de linguagem acessível e estética potente. A diretora curitibana, com mais de três décadas de atuação nas artes cênicas, reforça em “Valentin” sua marca autoral, evidenciada em obras como o recente sucesso “Desmonte”. “Sem dúvida tem sido um ano surpreendente que começou com a grande honra de dirigir a Regina Vogue e encerra com a produção do Barracão Encena de um dos autores que eu mais admiro, Karl Valentin. Um gênio, um músico, um ator, um palhaço, um autor que com seu humor inteligente, singular e sensível influenciou grandes artistas como Brecht”, afirma Piasecki.

O elenco conta com as interpretações precisas de Carla Rodrigues e Juscelino Zilio, que dão vida aos personagens e situações com sensibilidade, humor e vigor físico. A produção executiva é de Mevelyn Gonçalves, com cenários, figurinos e adereços concebidos por Paulo Vinícius, em parceria com Belle Viana e Rod Benedykt, e iluminação de Clever d’Freitas, tudo cuidadosamente pensado para transportar o espectador ao clima efervescente do período entre guerras na Alemanha. “Valentin é mais que uma peça: é uma experiência cênica ousada, divertida e provocadora, que convida o público a rir, pensar e sentir. Uma homenagem à arte do riso como forma de resistência e reflexão”, resume Mevelyn.

Sinopse
O espetáculo “Valentin” retrata o ambiente de um cabaré na Alemanha dos anos 1920, período turbulento entre guerras, e utiliza o humor como ferramenta para discutir questões sociais e humanas. A partir de textos originais de Karl Valentin, a montagem se desenrola por meio de esquetes e números cômicos que misturam elementos circenses, crítica social e poesia visual.

Ficha Técnica
Produção: Barracão EnCena Produções Artísticas | Adaptação de texto, Direção e Sonoplastia: Cleide Piasecki | Elenco: Carla Rodrigues e Juscelino Zilio | Direção de Produção: Mevelyn Gonçalves | Cenário, Figurinos e Adereços: Paulo Vinícius | Confecção de Figurinos e Adereços: Paulo Vinícius, Belle Viana e Rod Benedykt | Iluminação: Clever d’Freitas | Operação de Sonoplastia: Jessyca Arbaiter | Camareiros: Belle Viana e Rod Benedykt | Marketing: Ana Paiva | Produção Audiovisual e Mídias: João Quintino | Cartaz e fotos de divulgação: Walter Jaworski

SERVIÇO:
Espetáculo “Valentin”
Temporada dias: 21, 22, 23, 28, 29 e 30 de novembro, sempre às 20H.
Ingressos: disponíveis para compra antecipada na secretaria do Teatro e Sympla. ( R$60,00 – inteira | R$30,00 – meia | R$25,00 – alunos)
Classificação: 12 anos
Link: https://www.sympla.com.br/evento/valentin/3081622

Sobre o Teatro Barracão EnCena
Com 18 anos de história, o Teatro Barracão EnCena é um dos espaços culturais mais respeitados de Curitiba. Com capacidade para 180 pessoas, o local conta com estrutura completa para espetáculos, estúdios de cursos livres, galeria para exposições, café e localização privilegiada no centro da cidade, a apenas cem metros do Teatro Guaíra.

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

RUA RIACHUELO É PALCO DE ESPETÁCULO ITINERANTE SOBRE O TEMPO, A CIDADE E O DIREITO DE SONHAR

Inspirado em histórias reais e na memória urbana, o grupo Olho Rasteiro convida o público a percorrer a cidade em uma experiência teatral gratuita que mistura realidade e ficção.

O grupo Olho Rasteiro apresenta ao público o espetáculo “Como nasce uma rua ou Cartografia de um tempo”, uma experiência teatral itinerante que convida a repensar a cidade, suas memórias e futuros possíveis. As apresentações acontecem nos dias 17, 18 e 19 de novembro, às 11h e 16h, pela Rua Riachuelo, no centro de Curitiba. A participação é gratuita.

O percurso cênico tem início na Praça 19 de Dezembro e se encerra na esquina da Rua São Francisco, misturando o real e o ficcional em uma dramaturgia inspirada em histórias de pessoas que vivem e trabalham em uma das ruas mais antigas da cidade. Segundo Rana Moscheta, cofundadora do grupo, a proposta é construir um diálogo vivo entre arte e cidade: “Estar na cidade significa estar poroso ao ambiente, sem uma relação unilateral. É construir ativamente o acontecimento teatral. A função da pessoa artista na cidade vai além de uma atuação individual, ela se dá na intensificação da teatralidade urbana e na extrapolação do próprio espetáculo”.

Resultado de um processo de criação coletiva, o trabalho nasceu a partir de um levantamento histórico, entrevistas e improvisações realizadas com moradores, comerciantes e transeuntes da região. Em cena, três personagens tentam seguir suas vidas em pleno 2025, em meio a uma rua completamente urbanizada. Conduzidos por uma misteriosa figura, são instigados a sonhar novos futuros e a refletir sobre as transformações do espaço urbano. A ideia, de acordo com Paulo Chierentini, cofundador, é que o espetáculo desperte novos olhares sobre o cotidiano. “Nosso desejo é olhar para além do concreto, para além do nível horizontal da altura dos nossos olhos. Convidamos o espectador a enxergar poesia onde normalmente não se vê, a criar afetos por meio de situações ficcionais dentro de uma cidade sempre viva e real.”

A encenação valoriza a relação com o território e seus habitantes. O grupo contou com o apoio de comerciantes locais, como o Ateliê Sina, que cedeu o espaço de sua varanda para a realização de uma das cenas. Figurinos e elementos cênicos também foram adquiridos em estabelecimentos da própria rua, fortalecendo o vínculo entre arte e comunidade.

O projeto foi contemplado pelo EDITAL Nº 032/2024 – Fomento Aldir Blanc Curitiba 2024, da Fundação Cultural de Curitiba.

Serviço:
Espetáculo: Como nasce uma rua ou Cartografia de um tempo
Datas: 17, 18 e 19 de novembro de 2025
Horários: 11h e 16h
Local: Rua Riachuelo (início na Praça 19 de Dezembro e término na esquina com Rua São Francisco), Curitiba
Ingresso: Gratuito

Ficha técnica:
Direção e dramaturgia: Grupo Olho Rasteiro | Elenco: Alucas Santos, Paulo Chierentini, Rana Moscheta e Rosane Freire | Consultoria de Visualidades (cenografia, figurino, maquiagem e adereços): Patricia Cipriano | Designer gráfico: Nicolas Dorvalino | Costureira: Adelaide dos Santos Silva | Contra-regra: Amanda Curedes | Assessoria de imprensa: Bruna Bazzo | Agradecimento: Ateliê Sina

Sobre o Grupo Olho Rasteiro
Formado em 2014, o Grupo Olho Rasteiro tem como eixo de criação o trabalho coletivo, integrando atuação, dramaturgia, música e performance. A pesquisa do grupo parte da relação entre corpo, cidade e teatralidade, sempre buscando construir experiências que ultrapassem os limites tradicionais da cena.

Com seis trabalhos em seu repertório: Lugar de ser Inútil (2014), Os Cegos (2016), O Terreno Baldio (2016), O Auto Segundo Gabriel (2017) e Hi, Breasil! (2019), o grupo já realizou mais de 200 apresentações em estados como Paraná, São Paulo e Ceará.

Instagram: @grupoolhorasteiro

Facebook: Grupo Olho Rasteiro

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

10ª MARCHA DO ORGULHO CRESPO CELEBRA UMA DÉCADA DE RESISTÊNCIA E IDENTIDADE EM CURITIBA

No dia 15 de novembro de 2025, Curitiba será o palco da 10ª edição da Marcha do Orgulho Crespo. Há uma década, o evento ocupa as ruas da cidade para  celebrar a beleza negra, combater o racismo estético e fortalecer o sentimento de pertencimento e ancestralidade.

Inspirada pelo movimento que começou em São Paulo, a marcha curitibana nasceu em 2016, após um episódio de racismo sofrido pela cantora Michele Mara. A artista transformou a dor em força coletiva e deu origem a um dos maiores atos de valorização da estética negra do Sul do país. Desde então, a Marcha do Orgulho Crespo se consolidou como um espaço de resistência, educação e celebração.

“A participação das pessoas emociona. Algumas pessoas comentam que estavam em busca desse movimento. E estou falando de gente de todas as idades. Com todo esse trabalho que fizemos, nesses anos entendo que as pessoas estão mais conscientes e em busca de existir como são. Temos uma preocupação com a formação de pessoas, de mulheres que queiram ser trancistas. Temos uma equipe pedagógica que vai até escolas e forma pessoas. E a marcha é uma comemoração a isso. A marcha é sobre vida, luta e resistência”, diz a Diretora de Produção da marcha em Curitiba, Michele Mara.

Raíz curitibana 
O rapper, compositor e ativista cultural curitibano, Dow Raíz, também é presença garantida no evento. Levando mensagem de resistência, ancestralidade e transformação social, o artista tem em seu trabalho todos os elementos que embasam a marcha.

“A Marcha do Orgulho Crespo não é um palco qualquer. Ela chama artistas que têm algo verdadeiro a dizer, que vivem essa pauta. Para mim, é um privilégio enorme participar — sempre foi um sonho tocar aqui e fazer parte de um movimento que agrega tanto à nossa trajetória. Meu show na Marcha é um ato de libertação. É o momento de transformar a dor em dança, em energia boa. A gente vai curtir, se abraçar e ser um protesto vivo — juntos, em cima e fora do palco. Esse é o poder da arte preta em movimento”, analisa Dow.

Programação especial celebra 10 anos de história
A edição comemorativa contará com uma programação completa, reunindo  oficinas, rodas de conversa e apresentações artísticas que celebram a cultura afro-brasileira. 

A abertura acontece das 9h às 12h, na Praça Santos Andrade, com oficinas de
turbantes e penteados afro, contação de histórias e um encontro de empreendedoras negras e migrantes africanas.

Às 13h, começa a concentração da marcha na Boca Maldita, com o Bloco Afro
Pretinhosidade puxando o ritmo da celebração. A caminhada tem início às 13h30, percorrendo a Rua XV de Novembro, Al. Dr. Muricy, Av. Mal. Floriano Peixoto, Rua Monsenhor Celso, Rua Riachuelo, Rua Presidente Faria e encerrando na Praça Santos Andrade, às 14h30, onde o público será recebido com uma sequência de shows e atividades culturais.

Cronograma
15/11/2025
Prédio Histórico da UFPR
● 08h00 – Acolhimento
● 08h40 – Boas-vindas e abertura
● 09h00 – Oficinas
O palco da Praça Santos Andrade será o coração pulsante do evento, com  artistas e
DJs que representam a potência da música negra:
● 11h00 – 12h00 – Grupo Baquetá – Bambarê – Palco Santos Andrade
● 13h00 – 13h30: Concentração na Boca Maldita
● 13h30 – 14h30: Percurso da Boca Maldita a Praça Santos Andrade
● 14h30 – 15h00: Bloco Afro Pretinhosidade – encerramento da caminhada
● 15h00 – 15h30: Fala das parlamentares e da organização
● 15h30 – 15h50: DJ Mitay – set de 20 minutos
● 15h50 – 16h00: Mudança de palco
● 16h00 – 17h00: Daniel Montelles – show
● 17h00 – 17h20: DJ Vane MRQS – set de 20 minutos
● 17h20 – 17h30: Mudança de palco
● 17h30 – 18h40: MUV e Michele Mara – show (1h10)
● 18h40 – 19h00: DJ Mitay – set de 20 minutos
● 19h00 – 19h10: Mudança de palco
● 19h10 – 20h10: Dow Raiz – show
● 20h10 – 20h30: DJ Vane MRQS – set de 20 minutos
● 20h30 – 20h40: Mudança de palco
● 20h40 – 21h50: Bia Ferreira – show (1h10)
● 21h50 – 22h00: Encerramento e agradecimentos finais

Orgulho que transforma
Mais do que uma celebração, a Marcha do Orgulho Crespo é um ato político e cultural que transforma a cidade em um grande palco de afirmação. Cada cacho, cada trança e cada batida dos tambores ecoam como um lembrete: o orgulho é resistência.

A 10ª Marcha do Orgulho Crespo de Curitiba é um convite para toda a sociedade se unir, aprender e celebrar a beleza negra em todas as suas formas. Porque o orgulho é coletivo — e a luta continua.

RAÇUDAS: PEÇA ESTREIA EM CURITIBA E REFLETE SOBRE RAÇA, GÊNERO E PERTENCIMENTO NO BRASIL DE AGORA

A atriz Saravy faz investigação autobiográfica para estreia do espetáculo RAÇUDAS, de 13 a 23 de novembro na Alfaiataria com entrada gratuita. Foto: Isa LaNave.

A estreia nacional do solo da atriz Saravy acontece de 13 a 23 de novembro na Alfaiataria com entrada gratuita.

A atriz e artista sul-mato-grossense radicada em Curitiba, Saravy, apresenta RAÇUDAS, seu novo trabalho cênico em parceria com a diretora Sueli Araújo e a Pomeiro Gestão Cultural. O projeto nasce de uma investigação autobiográfica sobre o lugar da mulher negra indígena na sociedade brasileira contemporânea, explorando suas complexidades históricas e afetivas dentro de um país ainda marcado pelas contradições da colonização e da miscigenação. “Sou nascida e criada no MS, vim buscar uma formação aqui no sul do país (PR), morei na Costa Verde Fluminense, lá me aproximo dos quilombolas e dos caiçaras, fui reconhecendo minha racialização nos territórios brasileiros que morei, sigo construindo e identificando os diálogos raciais em nosso país”, conta a atriz.

Artista na encruza da racialidade brasileira, indígenafrodescendente, mestiça fronteiriça, cabocla, sertaneja, Saravy transforma a própria trajetória em matéria poética e política, fazendo de seu corpo um território de memória, escuta e resistência. RAÇUDAS é um solo com características de teatro-palestra, em que o documental e o autoficcional se misturam para criar uma cena em que arte e vida se confundem, abrindo espaço para reflexões sobre raça, gênero, território e pertencimento. “O espetáculo coloca em jogo vivências pessoais e coletivas sobre pertencimento racial no Brasil atual e estabelece um  espaço de diálogo direto com o público através de temas que cruzam ciência e sabedorias ancestrais”, explica a diretora.

A montagem marca também o reencontro artístico entre Saravy e Sueli Araújo, quinze anos após a última colaboração entre as duas criadoras. A direção potencializa a força da intérprete, construindo uma encenação que parte da escuta e do rigor, atravessada pela delicadeza e pela urgência do tema, uma ação artístico-política.

O espetáculo, RAÇUDAS é um processo expandido que articula formação, criação e difusão. O projeto é composto por oficinas e vivências sobre identidade racial conduzidas por Saravy com grupos de mulheres privadas de liberdade no Centro de Integração Social na região metropolitana de Curitiba, encontros gratuitos que atuaram como impulsos para as discussões de pertencimento racial. De acordo com Saravy, foram dessas trocas que o texto, o corpo e o gesto se nutriram para dar forma ao solo. “Adentrar o sistema prisional e construir diálogo sobre identidade de nação com as mulheres privadas de liberdade nos traz material e movimenta vontades para que o caminho deste trabalho teatral seja uma oficina/assembleia, uma troca sobre Brasil com o público”, revela Saravy.

A estreia nacional acontece em Curitiba, na Alfaiataria Espaço de Artes, entre 13 e 23 de novembro de 2025, com doze apresentações gratuitas, incluindo sessões com tradução em Libras e audiodescrição. Outro fator de destaque é a equipe criativa, que reúne profissionais do audiovisual e artes visuais como Laís Melo, Lidia Ueta, Isa LaNave e Uóshi; artistas das artes cênicas como Stéfani Belo, Nathan Gabriel e Jo Mistinguett.

O percurso de RAÇUDAS também ganhará registro em uma websérie homônima, com direção audiovisual de Lidia Ueta e edição de Ricardo Kenji, composta por oito episódios curtos a serem publicados gratuitamente no YouTube. A série acompanha os bastidores do processo de criação e revela os modos de fazer teatro em Curitiba, destacando o papel das mulheres na cena contemporânea e os caminhos de uma arte construída na partilha.

Mais que uma obra sobre identidade, RAÇUDAS é uma ação que reflete sobre pertencimento. O projeto ecoa o debate sobre raça e gênero no Brasil, onde, a presença de pessoas negras e indígena na cena, amplia  ações contracolonial e decolonial do país. Saravy propõe um gesto de coragem e sensibilidade: olhar para si como modo de compreender o coletivo.

Com produção da Pomeiro Gestão Cultural, referência na execução, administração e produção de projetos que provocam debates sociais e coletivos, RAÇUDAS é, ao mesmo tempo, espelho e travessia,  um solo que nasce do corpo e da memória para existir no encontro com o outro. O projeto é realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba, com incentivo da Bosch.

Serviço:
Espetáculo RAÇUDAS
Datas: 13 a 23 de novembro (Quinta a domingo, às 19h30 | Sábados e domingos também com sessões às 16h)
Sessões com Libras aos sábados às 16h.
Sessões com audiodescrição no sábado (22) às 16h.
Local: Alfaiataria Espaço de Artes (Rua Riachuelo, 274, centro de Curitiba)
Ingressos: Gratuitos (Retirar uma hora antes na bilheteria)

Ficha Técnica:
Idealização, Dramaturgia e Atuação: Saravy
Direção e Dramaturgia: Sueli Araujo
Cenografia: Laís Melo
Figurino e Visagismo: Stéfani Belo e Matheus & Matheyas
Iluminação: Nathan Gabriel
Trilha Original: Jo Mistinguett
Criação Audiovisual: Lidia Ueta
Cenotécnica: Fabiano Hoffmann
Direção de Produção: Igor Augustho | Pomeiro
Produção Executiva: Rebeca Forbeck | Pomeiro
Assistentes de Produção: Hanon Arthur e Pedro Oliveira | Pomeiro
Financeiro: Ivanes Mattos | Pomeiro
Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo
Assessoria em Redes Sociais: Gabriela Berbert
Design Gráfico: Uoshi
Fotografias e Colagens: Isa LaNave
Tradução para Libras: TAÉ – Libras e Cultura
Audiodescrição: ELAS A.D (Helena de Jorge Portela e Joselba Fonseca)
Realização: Ópera de Pequi Produções
Realização e Produção: Pomeiro Gestão Cultural

Informações adicionais:

Sobre Saravy:
Nascida em Campo Grande (MS) e radicada em Curitiba (PR), Saravy é atriz, roteirista, diretora e arte-educadora popular. Com atuação destacada no teatro e no audiovisual, desenvolve projetos artísticos e formativos integrando arte, educação e direitos humanos. Em 2025, estreia seu primeiro solo, Raçudas, em parceria com a Pomeiro Gestão Cultural. No cinema, protagoniza filmes como Nó (Grafo Audiovisual) que em 2025 recebeu  três kikitos do Festival de Gramado e prêmio de melhor filme no Festival Bravo em Los Angeles, A Felicidade das Coisas (Filmes de Plástico), A Caverna e Sereia (ambos da Beija-Flor Filmes), entre outras produções de longas metragens, curtas, séries, e, televisão com exibições no Brasil e pelo mundo. Reconhecida por sua força interpretativa e engajamento artístico em narrativas de sensibilidade e potência social, Saravy recebeu diversos prêmios em festivais nacionais, entre eles, Brasília, Guarnicê, Curta Taquary e Aruanda.

Sobre Sueli Araújo: é encenadora, dramaturga e roteirista e uma das fundadoras da CiaSenhas de Teatro de Curitiba. Suas produções artísticas procuram estabelecer diálogo crítico e amoroso com demandas sociais, históricas e memórias envolvendo a sociedade brasileira. A trajetória inclui publicações, curadorias e mentorias de processos criativos de grupos e artistas da cena.

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

FUSÃO CRIATIVA ::: ÚLTIMA EDIÇÃO DO ANO ::: DOMINGO, 2/NOVEMBRO

@sebinhofatoagenda + @antiquariocoisaveia expõem livros e discos na última edição do ano da Feira Fusão Criativa (@fusaocriativa.cwb) neste domingo, dia 2 de novembro, no Ginger Bar (@gingerbarcwb), em Curitiba, das 13h às 20h. Com entrada livre.

Vem viver um dia de arte, moda, música e troca no clima leve do Ginger Bar É a chance de celebrar a criatividade local, curtir bons sons, descobrir marcas autorais e se inspirar nas oficinas que rolam ao longo do dia.

Serviço:
02/11 (domingo)
Das 13h às 20h
Ginger Bar — Rua Saldanha Marinho, 1220, Curitiba
Entrada gratuita

Chega junto pra encerrar o ano com boas vibrações, muita cor e gente criativa!

Arte micalkairos

@nodeisis

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APRESENTAÇÕES DE PERFORMANCE GRATUITAS DO PROJETO “QUANDONDE LITERÁRIA” OCUPAM O PASSEIO PÚBLICO EM CURITIBA

Rodrigo Munhoz, Cartas Extraviadas.

Entre os dias 25 de outubro e 9 de novembro, o Passeio Público de Curitiba recebe o projeto “quandonde literária”, que celebra 13 anos de trajetória da plataforma quandonde intervenções urbanas em arte. Serão quatro ações artísticas distintas, cada uma com sua proposta e diálogo próprio com o público, sempre aos sábados e domingos, com entrada gratuita.

As performances — Cartas Extraviadas, Histórias Reescritas, Procuram-se Mulheres Reescritoras e a inédita Além do Literal — acontecem em contato direto com quem circula pelo espaço urbano. São experiências relacionais e íntimas, feitas uma a uma ou em pequenos grupos, convidando o público a participar ativamente e a ressignificar memórias, narrativas e afetos.

Mostra de repertório e obra inédita
De 14h às 16h, acontecem simultaneamente três ações de repertório da quandonde:

Cartas Extraviadas – cartas que não serão entregues, ditadas pelo público e transformadas em um acervo poético coletivo, cruzando memórias íntimas e compartilhadas.

Histórias Reescritas – intervenção um-a-um em que cada pessoa reimagina sua própria trajetória de vida “ao custo de 10 palavras”, criando novas narrativas possíveis.

Procuram-se Mulheres Reescritoras – inspirada em um livro machista dos anos 1960, convida mulheres a reescreverem coletivamente suas páginas, transformando a obra em um gesto crítico e poético sobre gênero e contemporaneidade.

Das 16h às 17h, entra em cena a nova ação Além do Literal, uma experiência multissensorial de contação de histórias. Cada participante, de olhos vendados, é convidado a vivenciar fragmentos de autores e autoras lusófonos como Machado de Assis, Lima Barreto, Júlia Lopes de Almeida, João do Rio e Fernando Pessoa, por meio de estímulos sensoriais que ampliam a fruição literária.

Todas as ações são construídas de forma partilhada, numa relação próxima entre artistas e público, e reforçam o compromisso da quandonde em propor novas formas de convivência, escuta e criação no espaço urbano.

Etapa anterior do projeto
Como parte de sua contrapartida social, entre março e maio, o projeto realizou um intercâmbio artístico com estudantes e docentes do Instituto Paranaense de Cegos (IPC), resultando em uma apresentação pública no dia 24 de maio, na Praça Oswaldo Cruz. Essa experiência abriu caminhos de criação coletiva que agora se desdobram nas novas apresentações no Passeio Público.

Serviço:
Apresentações públicas – quandonde literária
Local: Passeio Público – Centro, Curitiba
Datas: 25/10 a 09/11 (sábados e domingos)
⏰ Horários:
14h às 16h – Cartas Extraviadas, Histórias Reescritas e Procuram-se Mulheres
Reescritoras

16h às 17h – Além do Literal

Entrada gratuita

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SOLO DE PAGU LEAL TRAZ COM HUMOR UMA REFLEXÃO SOBRE A IMPOSIÇÃO DE PADRÕES DE BELEZA

Na foto de Monica Lachman, Pagu Leal dá vida a personagem do solo “Do Dia que Olhei no Espelho e Não Me Encontrei”, com mini temporada no Mini Guaíra.

Espetáculo “Do Dia Que Olhei no Espelho e Não Me Encontrei” retorna em nova temporada no miniauditório do Teatro Guaíra, em novembro

Em tempos em que os padrões de beleza são amplamente debatidos, mas ainda tão presentes e opressivos, a atriz e autora Pagu Leal convida o público para uma reflexão sensível e bem-humorada sobre o tema em “Do Dia Que Olhei no Espelho e Não Me Encontrei”. A peça retorna ao palco para nova temporada de 7 a 9 de novembro, no Miniauditório do Teatro Guaíra, em Curitiba.

A montagem mistura stand-up comedy, relato pessoal e filosofia, costurando com leveza e contundência as diversas formas de violência simbólica e estética vividas, sobretudo, por mulheres. Ao longo da apresentação, Pagu compartilha suas próprias experiências com o corpo e a imagem, criando uma atmosfera de diálogo íntimo com o público. “O padrão ignora o envelhecimento natural das mulheres e objetifica corpos de jovens e adolescentes”, afirma a artista. “Além disso, não considera cores, biotipos, contextos sociais, cultura, religião e tantas outras diversidades”, completa.

Mais do que uma crítica, o espetáculo propõe um caminho de autoconhecimento, aceitação e amor-próprio. Com uma linguagem direta e cativante, Pagu provoca o riso e a identificação, abrindo espaço para que cada espectador se enxergue no espelho com um olhar mais generoso.
A direção artística é assinada por Giorgia Conceição, artista burlesca e terapeuta corporal, que mergulhou no universo do texto, originalmente construído a partir de crônicas e anotações de aula, para criar uma encenação ágil, emotiva e divertida. Com sensibilidade e ritmo, Giorgia imprimiu teatralidade ao material e acentuou o caráter cômico das situações envolvendo a busca da beleza.

O espetáculo conta ainda com uma equipe criativa inteiramente feminina, refletindo a pluralidade e a sensibilidade sobre o corpo e a cena. Os ingressos para a mini temporada estão disponíveis no disk ingresso, no valor de R$ 50 (cinquenta reais), 50% de desconto para lista amiga mediante apresentação de cupom digital (para a compra de 01 um ingresso por cupom) e R$ 25 (vinte cinco reais), meia entrada.

Sobre a autora e atriz
Há mais de 30 anos em Curitiba a artista das Artes Cênicas, Pagu Leal já atuou em mais de 40 espetáculos profissionais como atriz. Ao longo de sua carreira, foi transformando a sua voz de atriz em uma voz autoral na dramaturgia e também como diretora artística. Em 2020 foi contemplada com o Prêmio Reconhecimento da Trajetória através da Lei Aldir Blanc.

Como dramaturga já teve diversos textos encenados, destaques para: 2021 “Do dia que Olhei no Espelho e Não me Encontrei”, 2011 “A Vênus das Peles” contemplado com o prêmio Myriam Muniz pela Funarte. “Difícil Amor”, contemplado pelo Troféu Poty Lazzarotto de Melhor Texto Teatral em 2004 e, “Que Absurdo!” texto selecionado no projeto: Dramaturgias Contemporâneas Brasileiras da Fundação Cultural de Curitiba. Teve seu próprio programa de humor na TV em 2011, “Coisas de Casal” na RPC TV, Globo Paraná, onde atuava e escrevia. Dentro das pesquisas em Filosofia tem se dedicado à Filosofia da Linguagem, com especial atenção aos estudos sobre Filosofia Analítica da Linguagem e Ética.

Arte de Lu Stocco para o solo de Pagu Leal.

SERVIÇO:
Espetáculo: Do Dia Que Olhei no Espelho e Não Me Encontrei
Data: 07, 08 de novembro, às 20h | 09 de novembro (domingo), às 19h
Local: Miniauditório do Teatro Guaíra (Rua Amintas de Barros, s/nº)
Ingressos: à venda neste link
Classificação indicativa: 16 anos

Duração: Aproximadamente 60 minutos

FICHA TÉCNICA
Texto e atuação: Pagu Leal | Direção artística e figurino: Giorgia Conceição | Iluminação: Izabelle Marques | Assessoria de Comunicação: Bruna Bazzo | Arte gráfica: Luciane Stocco | Fotos da peça e backstage: Monica Lachman | Foto do cartaz: Cleverson Oliveira | Produção: Sociedade Poética

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

TÉO RUIZ ANUNCIA SHOW DE LANÇAMENTO DO NOVO ÁLBUM EM CURITIBA COM ÚNICA APRESENTAÇÃO E A PARTICIPAÇÃO ESPECIAL DO PIANISTA RODRIGO HENRIQUE

Téo Ruiz fotografado por Annie Libert.

Em “Espera”, o cantor e compositor consolida sua trajetória com álbum de inéditas e celebra a estreia do seu primeiro álbum solo 

Téo Ruiz anuncia o show de lançamento do álbum “Espera”, em Curitiba, no Estúdio Brasil Nativo Multi Produções. Em tom intimista, a apresentação acontece em 24 de outubro, às 20h, com ingressos a partir de R$35. Em voz e piano, o cantor, compositor e multi-instrumentista, celebra a estreia do primeiro álbum solo, em única apresentação na capital, e recebe a participação especial do pianista Rodrigo Henrique.

Ouça “Espera”

Em um eco sensível e minimalista, “Espera” é um álbum repleto de nuances passionais. Mas não é limitado à fronteira piegas entre o amor e a dor. Vai além. O álbum responsável por consolidar a sonoridade deste trabalho de Téo Ruiz é um reflexo onde o nome da obra, também narra e reverbera a própria história particular do artista em sua estreia solo.

Apesar da longa trajetória artística, principalmente ao lado de Estrela Leminski, com três álbuns e diversos clipes ao longo das últimas duas décadas, ´´Espera“ narra a própria particularidade de Téo Ruiz.

“O disco é como se fosse uma entrega, uma conversa ao pé do ouvido, para uma pessoa que está bem perto, em um momento íntimo”, define o artista.

Sobre as faixas
Da sensibilidade sonora à maturidade harmônica, o álbum reflete a grandeza do compositor e cantor, que, ao longo das nove faixas, também faz um convite às tenuidades quanto intérprete, em regravações de Herbert Vianna, Kid Laroi e José Fernando.

“Perdoa”, faixa compartilhada com o Duo Clavis, formado pelos instrumentistas Marcello Casagrande e Mateus Gonsales é um divisor catártico sobre a grandeza e inteligência emocional sobre as formas de encarar um relacionamento que não se esvai ao encontro do fim.

Téo é perspicaz ao utilizar a interpretação da palavra cantada para saborear as possibilidades sonantes do álbum. A suavidade elegante e discreta em inglês com “My Shadows” e “Bleed” (Kid Laroi), e o vigor latino em “Hubiera” e em trechos de “Quase um Segundo” (Hebert Vianna); ele estabelece uma conexão pueril ao afirmar que o álbum é um sussurro ao pé do ouvido.

“Nem sempre nós, como compositores, conseguimos dar conta de tudo que queremos falar, né? Então comecei a pesquisar canções de outras pessoas com as quais eu me identificasse e que preenchessem essas coisas que eu queria dizer. Aquelas músicas que você pensa: ‘puxa vida, eu queria ter feito essa música!’”, comenta.

Não é um álbum romântico. É uma verdade necessária para reacender a importância real e avassaladora do despertar masculino sobre a sensibilidade ao ardor e amor. Isso é evidente em “Meu Jeito de Ser” (José Fernando), hit concebido pelo Só Pra Contrariar.

“Eu sempre fui um cara romântico, sempre gostei de músicas românticas também. Mesmo que muitas das minhas composições acabassem ficando de fora dos meus outros trabalhos autorais, elas sempre estiveram comigo”, revela.

Com exceção em “O Meu Jeito de Ser” e “Perdoa”, as canções de “Espera” trazem os arranjos assinados por Rodrigo Henrique e abrangem a potência harmônica e intimista entre as faixas.

“Cada música representa uma ‘espera’ diferente dentro de um relacionamento, uma história, trazendo diferentes contornos para esse amor que uma pessoa está dizendo pra outra através dessas canções. Eu espero ser um porta-voz desses sentimentos, dessas esperas que são muito universais”, reverbera.

Os ingressos para o show de lançamento do álbum “Espera”, estão disponíveis pelo site Shotgun, a partir de R$35.

Sobre Téo Ruiz
Téo Ruiz é músico, compositor, produtor e multi-instrumentista. Pós-graduado em MPB e mestre em música pela UVa, na Espanha. Com turnês pela Europa e EUA, o artista lançou três álbuns ao lado de Estrela Leminski, com os quais foram destaques no line-up de diversos festivais no Brasil.

Desde 2016, Téo é o diretor geral da Feira Internacional de Música do Sul (FIMS), um dos principais eventos de negócios do setor musical, com relevância em diversas premiações no Brasil, e destaque no exterior.

Interlocutor Geral do Fórum Nacional da Música entre os anos de 2010 e 2011, no contexto das Câmaras Setoriais, Téo também é reconhecido no campo intelectual pela idealização e autoria do livro “A Autoprodução Musical” (Editora Iluminuras/2015), fruto de suas pesquisas sobre a indústria da música e o papel do compositor.

É um dos organizadores do Festival Paulo Leminski, realizado desde 2024 no Paraná, no Parque Jaime Lerner, um dos principais pontos turísticos de Curitiba, onde está localizada a Pedreira Paulo Leminski, Ópera de Arame e a Rua da Música.

Serviço:
Show Espera com Téo Ruiz
Quando: 24 de outubro (sexta-feira)
Local: Estúdio Brasil Nativo Multi Produções
Endereço: Rua Almirante Gonçalves, 2116 – Rebouças, Curitiba
Abertura do Estúdio: 20h
Ingressos: A partir de R$35 (compre aqui)
Informações: leminskieruiz.com.br

Fonte: Cabana Assessoria

LÍNGUA SOLTA: BRUNA PENA LANÇA SHOW DIGITAL E CELEBRA COM FESTA SENSORIAL EM CURITIBA

Com um álbum que une música, audiovisual, dança e crítica social, a multiartista curitibana apresenta o espetáculo completo no YouTube e convida o público para uma experiência imersiva na Galeria Soma no dia 01 de novembro.


Na foto de Gus Benke, a artista Bruna Pena durante a gravação do show digital: Experiência Língua Solta, que será lançado ao público na celebração do álbum na festa no dia 1º de novembro na Galeria Soma.

A multiartista curitibana Bruna Pena dá mais um passo na divulgação de seu primeiro álbum solo, “Língua Solta”, com o lançamento oficial do show digital que apresenta ao público uma experiência audiovisual completa do disco. A gravação vai ser disponibilizada no YouTube a partir de 1º de novembro, mesma data em que Bruna realiza uma festa imersiva de lançamento, na Galeria Soma, em Curitiba.

Gravado no Low Key Studios, espaço que a artista considera quase uma extensão de sua casa, o show foi dirigido e idealizado pela própria Bruna, que convida o público a entrar em seu universo sensorial. Todo trabalho foi realizado em parceria com o diretor e produtor musical Henrique Gela. Música, dança, imagem, design e artes visuais se encontram em cena, refletindo sua trajetória marcada pela multiplicidade de linguagens.

As coreografias, criadas por Rapha Fernandes, dão forma a figuras simbólicas, os “monstros” e vozes internas que habitam a artista, revelando, ao longo do espetáculo, uma jornada de reconciliação com seus próprios fantasmas. A iluminação, assinada por Anri Aider e Lucas Amado, acompanha esse movimento, ampliando as emoções de cada faixa. “O Língua Solta nasceu da vontade de unir minhas principais linguagens: som e imagem. Mas também quis trazer um pouco de dança, design, elementos das artes plásticas… Foi natural levar o público pra dentro do estúdio, do meu contexto”, conta Bruna.

“Língua Solta”: um álbum como manifesto sensorial
O álbum “Língua Solta” vai além da música: é um manifesto emocional e sensorial. Com uma sonoridade marcada pelo pop alternativo, que flerta com trip hop, dub, reggae e eletrônica experimental, Bruna aborda temas como identidade, desejo, crítica social e coragem.

No show, essas camadas ganham forma visual, criando uma experiência potente e imersiva que atravessa corpo, som e imagem.

Festa imersiva na Soma Galeria
Para marcar o lançamento do show digital, Bruna realiza uma festa imersiva no dia 1º de novembro (sábado), a partir das 16h, na Soma Galeria, em Curitiba. O evento propõe uma verdadeira imersão no universo do álbum, com atrações que misturam música, arte, gastronomia e performance.

A programação começa com uma flash tattoo comandada por Gustavo Rocha, seguida por DJ set de Saintherick, show de Bruna Pena com participações especiais de Dharma Jhaz e Samuca, e exibição do teaser inédito da Experiência Língua Solta, com QR code para acesso direto ao show completo no YouTube.

Durante todo o evento, o público poderá saborear comidas inspiradas nas faixas do álbum, preparadas pelos chefs Rafael Baby e Andressa Tavares, numa proposta que expande os sentidos e aproxima ainda mais o público da narrativa do disco.

SERVIÇO – EXPERIÊNCIA LÍNGUA SOLTA vol. II
Local: Soma Galeria (Rua Mal. José B Bormann, 730 – Bigorrilho)
Data: 01/11 (sábado)
Horário: início 16 horas
Ingressos: https://pixta.me/u/experiencia-lingua-solta
Lote Promocional – R$15,00 | 1º Lote – R$25,00 | 2º Lote – R$30,00 | 3º Lote – R$35,00

Ficha técnica – Show digital “Língua Solta”
Direção Criativa e Voz: Bruna Pena | Assistência de Direção / Produção: Rodrigo Bontempo | Direção Musical / Técnica: Henrique Geladeira | Direção de Movimento: Rapha Fernandes | Criação e Operação de Luz: Anri Aider e Lucas Amado | VJ e Projeções: Chiara Rocha Back | Som / PA: Mizi (José Henrique Miziara de Ávila Nunes) | Câmeras e Cinematografia: Fernanda Simões, Vinícius de Lima, Maria Scroccario, Johann Stollmeier, Richardyson Marafon | Projeto em 3D: Lucas Crummenauer Tatarin | Figurino: Pati Cripriano | Maquiagem: Marina Costa e Giuliana Genari | Dançarinos: Clara Gomes, Íris Barbosa, Gabriel Caetano, Michelle Buffon, Kaue Marcelino | Estúdio: Low Key Studios | Edição e Color Grading: Bruna Pena e Johann Stollmeier | Planejamento de Comunicação: Cami Aguiar | Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo (BB Comunica)

Apoio: @abbadub | @rochedo.oficial | @lerocouto | @iluminaçãotamandua | @victorsabbag1 | @blip.art | @salted_films | @lowkeyestudios

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]