ESPETÁCULO “CONTOS PROIBIDOS DE ANTROPOFOCUS” CHEGA AO PORTÃO CULTURAL COM DUAS APRESENTAÇÕES GRATUITAS

Contos Proibidos de Antropofocus. Fotografia: Paulo Feitosa.

As exibições acontecem nos dias 30 de abril e 01 de maio, sempre às 18h, e marcam a retomada aos palcos presenciais do grupo curitibano Antropofocus

Nos dias 30 de abril e 1º de maio, sábado e domingo, às 18h, o palco do Portão Cultural recebe o espetáculo “Contos Proibidos de Antropofocus”. As duas apresentações têm entrada franca e integram o projeto “Contos em todos os cantos – Humor além do Centro”, promovido pelo grupo Antropofocus.

Uma comédia sem diálogo
A comédia apresenta quatro cenas curtas, sem que os atores digam uma palavra sequer. Eles utilizam som, efeitos sonoros e música, mas sem nenhum diálogo. No elenco, estão os atores do Antropofocus, Anne Celli, Andrei Moscheto, Edran Mariano e Marcelo Rodrigues, e o ator convidado Bruno Lops.

Todas as cenas do espetáculo acontecem em ambientes onde pessoas desconhecidas se encontram, mas raramente iniciam uma conversa: uma marquise num dia de chuva, um banheiro público, dentro de um ônibus. Lugares que parecem absolutamente “normais” mas que, dentro da linguagem do Antropofocus, acabam revelando situações fantásticas.

Como o espetáculo não possui texto, pode ser assistido por pessoas com deficiência auditiva, que podem acompanhar e aproveitar a apresentação sem a necessidade da presença de intérprete de Libras.

“Contos Proibidos de Antropofocus” é uma das criações de maior sucesso do grupo Antropofocus, com temporadas em cidades como São Paulo, Porto Alegre, Brasília, Rio de Janeiro e também em Córdoba, na Argentina, além de participações em importantes festivais de teatro no Brasil.

Além do Palco
A programação também contempla a realização de uma oficina de improvisação, ofertada gratuitamente para atores e não atores. A atividade foi desenvolvida a partir da pesquisa artística do grupo, e visa promover o autoconhecimento por meio de exercícios teatrais e de criatividade, em que os participantes são, simultaneamente, intérpretes e dramaturgos. As informações de data, horário e local serão divulgadas nas redes sociais do grupo.

Circulando por Curitiba
O projeto “Contos em todos os cantos – Humor além do Centro” irá circular por três espaços culturais fora do eixo central da cidade, no período de abril a junho, apresentando um trabalho teatral de qualidade para compor a programação desses teatros, além de ações exclusivas para jovens de escolas públicas da comunidade.

Andrei Moscheto, ator e diretor do grupo, comenta que a circulação ganha um significado especial, já que marca a celebração dos 22 anos de atividades ininterruptas do grupo Antropofocus. “Passamos por este momento dificílimo da pandemia, fazendo tudo online, e resistimos como foi possível. Será emocionante reencontrar com o público ao vivo”, declara ele.

O ator e produtor Edran Mariano fala sobre o objetivo da iniciativa. “O projeto propõe estimular e incentivar a formação de plateia e a ocupação de espaços culturais situados fora do eixo central da cidade e que são referência pela população. Com isso, contribuímos com a democratização do acesso aos bens culturais e a diversificação de públicos, além de dar continuidade à pesquisa artística enquanto grupo profissional”, complementa.

Após a passagem pelo Portão Cultural, o itinerário da circulação seguirá para o Memorial Paranista no Parque São Lourenço, nos dias 28 e 29 de maio, e para o Centro Cultural Boqueirão, nos dias 04 e 05 de junho.

Sobre o Antropofocus
O Antropofocus surgiu em outubro de 2000 e tem como premissa artística observar o ser humano e seu comportamento no cotidiano, levando em conta que todas as suas ações podem ser consideradas cômicas, a depender do prisma pela qual é vista. O grupo sempre se propôs a investigar os paradigmas da comédia comercial, as possibilidades cômicas dos signos teatrais e a improvisação como técnica de criação dos espetáculos.

SERVIÇO
“Contos Proibidos de Antropofocus”
Dias 30 de abril e 01 de maio (sábado e domingo), às 18h
No Portão Cultural – Auditório Antônio Carlos Kraide. Av. Rep. Argentina, 3430 – Água Verde (em frente ao Terminal do Portão), Curitiba.
Entrada gratuita, com retirada de ingresso uma hora antes da apresentação
Classificação Indicativa: 14 anos

Mais informações
Telefones: 41 3229-4458 | 41 99955-9172
Facebook: https://www.facebook.com/antropofocus
Instagram: https://www.instagram.com/antropofocus

FICHA TÉCNICA
Elenco: Anne Celli, Andrei Moscheto, Bruno Lops, Edran  Mariano e Marcelo Rodrigues
Sonoplastia e assistente de direção: Célio Savi
Operador de som: Célio Savi
Iluminação: Anry Aider e Paulo Rosa
Operação de luz: Paulo Rosa
Cenografia: Sérgio Richter & Antropofocus
Figurino e Adereços: Fabiana Pescara & Renata Skrobot
Designer Gráfico: Lula Carneiro
Fotos: Paulo Feitosa
Assessoria de Imprensa: Platea Comunicação e Arte (
platea.comunicacao@gmail.com
(41) 9 9907-9648 ou (11) 9 5457-7887)
Diretor de Produção: Edran Mariano
Produção Executiva: Janaina Micheluzzi
Direção Geral: Andrei Moscheto
Realização: Antropofocus
Incentivo: Celepar e Ebanx

“PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.”

“O TESOURO DO PIRATA ZULMIRO”: ESPETÁCULO CIRCENSE COM ESTREIA EM JANEIRO REVIVE LENDA CURITIBANA

O Tesouro do Pirata Zulmiro. Foto: Lidia Ueta.

A montagem, que traz a lenda do Pirata Zulmiro como pano de fundo, também é uma homenagem ao artista idealizador do projeto, Marcos Gabriel Freitas (Palhaço Fidalgo), que faleceu em agosto de 2020. Ao todo, serão oito apresentações online e gratuitas para toda a família assistir no YouTube entre os dias 27 de janeiro e 06 de fevereiro

Entre os dias 27 de janeiro e 06 de fevereiro, de quinta a domingo, sempre às 20h, os curitibanos de todas as idades têm a oportunidade de assistir gratuitamente e online o espetáculo “O Tesouro do Pirata Zulmiro”, que, por meio de números circenses, parte da lenda que permeia o imaginário da cidade de Curitiba, para contar essa história. As exibições são feitas diretamente no canal do YouTube do diretor e dramaturgo do projeto, Silvestre Neto, o Palhaço Macaxeira youtube.com/SilverNeto.

“O Tesouro do Pirata Zulmiro”, foi idealizado pelo artista Marcos Gabriel Freitas — o Palhaço Fidalgo —, e complementado pelo artista Silvestre Neto. Após o falecimento de Fidalgo em agosto de 2020, a obra foi adaptada pela equipe, que está realizando o espetáculo em homenagem à vida e obra do Palhaço Fidalgo.

A obra foi gravada nas dependências do Circo da Cidade, no Boqueirão, e explora a saga do Pirata Zulmiro, um personagem do folclore curitibano, para conseguir abrir o baú que carrega consigo. Em um universo delirante, Zulmiro precisa passar por provações para descobrir de quais maneiras as riquezas dele podem ser reveladas. Buscando ajuda em uma lona circense, ele e Heraldo, seu fiel escudeiro, desvendam os mistérios do picadeiro de uma forma inusitada. Diversão garantida para toda a família.

Além das oito apresentações, o projeto conta, ainda, com a realização de um bate-papo da equipe com o público para compartilhar o processo de criação e refletir sobre os caminhos da linguagem circense no ambiente audiovisual. A live acontece no dia 27 de janeiro, às 21h, logo após a estreia da peça, também no canal do YouTube.

O espetáculo tem dramaturgia e direção de Silvestre Neto, e o elenco conta com a participação de artistas relevantes do cenário circense curitibano: Camila Cequinel, Denis Mariano, Mago Niko e o próprio Silvestre Neto.

A estreia, inicialmente prevista para acontecer de forma presencial em março de 2020, como parte da programação do Circo da Cidade, precisou ser adiada por conta da pandemia causada pelo coronavírus e, posteriormente, pelo falecimento de Marcos.

O roteirista, diretor e parceiro de criação, Silvestre Neto, comenta que a realização do espetáculo é uma forma de homenagear o amigo. “O Marcos era um buscador. Tinha certeza sobre sua missão e assim o fazia com sua arte, buscando sempre se aprimorar. Era impressionante a sagacidade e o ímpeto dele em procurar compreender suas dificuldades com o único intuito de ser um artista mais completo. Nos ensaios que foram paralisados ele estava mostrando o quanto estava pronto para levar ao máximo essa forma de pensar”, diz. “Para mim e o elenco, todos amigos dele, o espetáculo foi criado de forma muito emocionante, com o coração nas atuações. Faço com a intenção de registrar o legado desse artista impressionante e homem fora do comum”, reforça Silvestre.

Marcos Gabriel Freiras nasceu em 1981, no município de Faxinal, a 300 km de Curitiba. Se mudou para a capital aos 9 anos de idade, para tratar problemas de saúde. Dos 38 anos que viveu, 16 foram dedicados ao teatro e à palhaçaria. Em meados de 2010, criou o bufão Fidalgo Filho de Algo — o Palhaço Fidalgo —, personagem que interpretou em diversos espetáculos locais e nacionais. Sempre com humor e irreverência, abordava temas como religião e política. Marcos faleceu em agosto de 2020, por complicações causadas pela COVID-19. Ele deixou a esposa, Letícia Lopes Freitas, com quem vivia há 13 anos.

O projeto foi aprovado no edital de Difusão e Formação em Circo, promovido pela Fundação Cultural de Curitiba.

SERVIÇO:
O TESOURO DO PIRATA ZULMIRO
Classificação indicativa: Livre
Exibições gratuitas de 27 de janeiro a 06 de fevereiro
Quintas, sextas, sábados e domingos, sempre às 20h
Via YouTube youtube.com/SilverNeto
LIVE – Processo de Criação do espetáculo O TESOURO DO PIRATA ZULMIRO
Um bate papo sobre o processo criativo do espetáculo, refletindo sobre os caminhos da linguagem circense para o ambiente audiovisual
Dia: 27 de janeiro
Horário: 21h (após a exibição de estreia do espetáculo)
Via Youtube youtube.com/SilverNeto

FICHA TÉCNICA
Roteiro e Direção: Silvestre Neto
Elenco: Camila Cequinel, Denis Mariano, Mago Niko, Silvestre Neto
Iluminação: Wagner Correa
Técnico de iluminação (montagem): Well Daum
Cenário e Figurino: Levi Brandão
Costureira: Nair Scheffler
Trilha Sonora: Denis Mariano
Gravação: Paulo Rosa e Lídia Ueta
Edição: Silvestre Neto
Técnico de Som: Karina Scariott
Transmissões das ações: Paulo Rosa
Fotos: Lidia Ueta
Assessoria de Imprensa e Mídias Sociais: Platea Comunicação e Arte (Thays Cristine – (41) 9 9907-9648 – platea.comunicacao@gmail.com)
Design Gráfico: bialopse
Diretor de Produção: Marianinho Produções (Edran Mariano)
Realização: Silvestre Neto
Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

PROJETO CURITIBANO FOMENTA A CONSERVAÇÃO DE ESCULTURAS SACRAS E OFERECE CURSO GRATUITO

Foto: Wagner Melo.

A iniciativa idealizada pela conservadora-restauradora Ana Caniatti oferece curso gratuito de noções básicas de conservação preventiva e é um dos primeiros projetos a ocupar a recém-inaugurada Escola de Patrimônio

No mês de novembro, a Escola de Patrimônio & Liceu das Artes da Fundação Cultural de Curitiba recebe o curso semipresencial de “Introdução à Conservação da Imaginária Sacra”, idealizado pela conservadora-restauradora Ana Caniatti a convite da Flutua Produções. O projeto busca instigar um olhar crítico sobre a preservação da imaginária sacra através do curso acompanhado de material didático. Em contrapartida, o projeto prevê a conservação de uma imagem musealizada pertencente ao acervo do Museu de Arte Sacra de Curitiba – MASAC.

O curso gratuito é formado por cinco aulas presenciais, ministradas de 16 a 20 de novembro por Ana Caniatti, Flávia Dias, professora no Museu de Arte Sacra de São Paulo, e Ruy Neto, arquiteto conservador. Além dos encontros presenciais, o curso conta com uma aula de encerramento, que será realizada no dia 07 de dezembro, através de um encontro online síncrono. Ao todo, são 12 vagas destinadas a funcionários de museus e igrejas, conservadores, restauradores, laudistas, museólogos, historiadores, arquitetos, galeristas, colecionadores, estudantes e pessoas interessadas no tema. As inscrições podem ser feitas no link https://forms.gle/B8F2thiShcuTzN4S9 entre os dias 14 e 30 de outubro.

No cronograma, estão presentes temas como: princípios de conservação, história da arte sacra, métodos de pesquisa, agentes de degradação e patologias, além de análise do estado de conservação.

Para Ana Caniatti, a preservação do patrimônio histórico está diretamente ligada à preservação da nossa memória e identidade cultural. “A importância de difundir as noções de preservação de bens culturais vai ao encontro da necessidade humana de ter contato com a sua memória e sua história. Estes bens, e neste caso tratamos das imagens sacras, precisam ser respeitados e resguardados, pois narram os modos de produzir e de existir dos nossos antepassados.”, ressalta ela.

O fundador da Flutua Produções, Gilmar Kaminski, reforça a importância de projetos como esse para a cultura. “Trabalhar com patrimônio é entender a importância da conservação e da valorização da memória, e isso se potencializa na proposição do curso, que tem como principal objetivo instrumentalizar a população para a preservação do patrimônio cultural, nesse caso, da imaginária sacra.”, comenta o produtor cultural.

Projeto realizado com recursos do programa de apoio e incentivo à cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Sobre Ana Caniatti
Ana Caniatti é formada em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes do Paraná (2007), Técnico em Conservação e Restauração pela Fundação de Arte de Ouro Preto (2009) e Especialista em História da Arte Sacra pela Faculdade Arquidiocesana de Mariana (2012). Integrou a equipe de restauro das igrejas de Nossa Senhora D´Ajuda, em Congonha (MG); Matriz de Nossa Senhora Imaculada Conceição, em Videira (SC); e Matriz de São Domingos, em Araxá (MG). Estagiou no Museu da Inconfidência de Ouro Preto e trabalhou na FAOP, no laboratório de conservação e restauro de escultura policromada. Em 2013, fundou em Curitiba o Atelier Caniatti Conservação e Restauro, onde atua realizando projetos para conservação, restauração, documentação de obras e de acervos de instituições públicas, privadas e particulares. Foi presidente da Associação dos Restauradores e Conservadores de Bens Culturais do Paraná – ARCO.IT (2018 e 2019) e promoveu diversos cursos para aperfeiçoamento dos profissionais da área, assim como projetos de incentivo à pesquisa científica. É associada ao Centro de Estudos em Imaginária Brasileira – CEIB.

Sobre Flutua Produções
Fundada em 2016 pelo produtor cultural Gilmar Kaminski, a Flutua Produções tem como proposta o diálogo com as diversas linguagens artísticas, desenvolvendo projetos nas artes cênicas, música, literatura, patrimônio histórico, artístico e cultural, artes visuais e audiovisual. Presta serviços de planejamento, organização e produção de projetos e eventos culturais, com foco na elaboração e gestão de projetos via leis de incentivo à cultura, sempre com a premissa da democratização de acesso. Dentre os atuais trabalhos desenvolvidos destacam-se a coordenação de produção da Bienal de Quadrinhos de Curitiba e o projeto Histórias e Retratos da Feira do Largo da Ordem. Mais informações em www.flutuaproducoes.com.br

SERVIÇO
Curso de Introdução à Conservação da Imaginária Sacra
Quando: de 16 a 20 de novembro, das 14h às 18h (presencial)/ encontro final em 07 de dezembro, das 19h às 21h (online)
Onde: Escola de Patrimônio & Liceu das Artes (R. Kellers, 63 – São Francisco, Curitiba)
Inscrições gratuitas em https://forms.gle/B8F2thiShcuTzN4S9

FICHA TÉCNICA
Realização: Caniatti Conservação e Restauro e Flutua Produções
Coordenação pedagógica: Ana Eliza Caniatti Rodrigues e Flávia Andrea Siqueira Dias
Coordenação de produção: Gilmar Kaminski
Pesquisadores e ministrantes: Ana Eliza Caniatti Rodrigues, Flávia Andrea Siqueira Dias e Ruy Altamir da Cruz Neto
Pesquisa histórica – Sant’Ana Mestra: Deborah Agulham Carvalho
Intervenção de conservação – Sant’Ana Mestra: Ana Eliza Caniatti Rodrigues
Assistência de produção: Luana Camargo
Projeto gráfico e diagramação: Adriana Alegria
Revisão textual: Anna Carolina Azevedo
Assessoria de imprensa e Marketing digital: Platea Comunicação e Arte
Fotografia: Wagner Melo e Lucas Gabriel de Souza da Silva

Projeto realizado com recursos do programa de apoio e incentivo à cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Assessoria de Imprensa
Platea Comunicação e Arte
platea.comunicacao@gmail.com
(41) 9 9907-9648

INSPIRADA EM POETISAS LATINO-AMERICANAS, MAÍRA LOUR APRESENTA LEITURA DRAMÁTICA AUDIOVISUAL “INSENSATEZ”

Ailén Scandurra. Foto: Eli Firmeza.

Inspirada em poetisas latino-americanas, Maíra Lour apresenta leitura dramática audiovisual “Insensatez”

Com estreia online e gratuita às 20h do dia 26 de maio, Maíra Lour e Ailén Scandurra interpretam o texto concebido a partir de pesquisas sobre as obras de Ana Cristina César e Alejandra Pizarnik

A leitura dramática em formato audiovisual “Insensatez”, novo projeto autoral de Maíra Lour em parceria com a Flutua Produções, estreia dia 26 de maio (quarta-feira), às 20h, via Youtube. Os ingressos são gratuitos, basta se cadastrar via Sympla para receber o link: sympla.com.br/flutuaproducoes

Maíra Lour, que assina o texto e a direção do espetáculo, contracena com a atriz Ailén Scandurra. A obra é fruto de uma residência artística realizada pelo Programa Iberescena em Buenos Aires no ano de 2017 — quando Maíra investigou a vida e a obra das poetisas Ana Cristina César e Alejandra Pizarnik — e dialoga com questões de vida e morte e a fragilidade do corpo.

Ao misturar leitura dramática e audiovisual, Maíra aposta no texto como criador de imagens, e na intensidade que suas palavras imprimem no espectador somadas à versatilidade de cenas que o audiovisual proporciona. A empreitada foi totalmente pensada, organizada e pré-produzida de forma remota e online, e então gravada seguindo todos os protocolos de saúde exigidos pelas autoridades sanitárias.

Mesmo com o desejo de retornar o quanto antes às salas de ensaio e aos teatros, Maíra vê com otimismo o alcance online que a obra passa a ter dentro dessa realidade: “A leitura online pode atravessar fronteiras com bastante facilidade e encontrar diferentes públicos. Vejo um futuro virtual promissor para essa obra e também idealizo a montagem cênica do texto”, completa a artista.

Como parte do projeto, Maíra também realizou a Oficina “Corpo-Poesia” gratuita e online para 15 pessoas, dentre estudantes das artes cênicas, artistas de teatro, dança e dramaturgos(as), nos dias 04 e 05 de maio. O projeto conta com o incentivo da Lei Aldir Blanc via Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo, e realização da Flutua Produções.

Sobre Maíra Lour
Maíra Lour é diretora teatral, dramaturga e arte educadora. Diretora da Súbita Companhia de Teatro, colaboradora e orientadora do núcleo IMP de pesquisa em dança – Investigação do Movimento Particular e idealizadora do Plataforma – Espaço de Investigação Artística. Artista profundamente interessada pela intersecção entre teatro, dança e literatura. Dedica-se à pesquisa de autoras mulheres latino-americanas; mulheres diretoras de teatro, procedimentos de direção cênica; dramaturgia contemporânea; estudos do corpo dramático-poético e modos colaborativos de criação e produção.

Ailén Scandurra e Maíra Lour. Foto: Eli Firmeza.

SERVIÇO
Estreia online e gratuita da leitura dramática INSENSATEZ
Online via Youtube
Data estreia: 26 de maio (quarta-feira), às 20h
Inscreva-se gratuitamente para receber o link da estreia e ser lembrado: www.sympla.com.br/flutuaproducoes

FICHA TÉCNICA
Direção e dramaturgia: Maíra Lour
Elenco: Ailén Scandurra e Maíra Lour
Assistente de direção: Dafne Viola
Direção de produção: Gilmar Kaminski
Assistente de produção: Luana Camargo
Direção de fotografia e pós-produção: Eli Firmeza
Som direto, desenho de som e trilha sonora: Álvaro Antonio
Direção de arte: Guenia Lemos
Assistente de direção de arte: Vilson Kurz
Iluminação: Lucri Reggiani
Técnica de montagem de iluminação: Taynara Siqueira
Figurinos: Isbella Brasileiro
Projeto gráfico: Pablito Kucarz
Comunicação: Luísa Bonin e Thays Cristine – Platea Comunicação e Arte
Realização: Flutua Produções
Apoio: Pé no Palco, Alfaiataria e Padaria América

Projeto realizado com recursos da Lei Aldir Blanc através do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo.

“POR TRÁS DA CENA”, PODCAST COM CURADORIA DE MAÍRA LOUR E GILMAR KAMINSKI, REVELA OS PROCESSOS CRIATIVOS DO TEATRO

Maíra Lour e Gilmar Kaminski / Créditos: Eli Firmeza e Carol Castanho.

Feito para interessados em teatro, cada episódio conta com dois artistas criadores compartilhando suas experiências

Dramaturgia, direção de cena, atuação e cenografia são alguns dos conteúdos que o podcast “Por Trás da Cena” traz para discussão em oito episódios lançados às quintas-feiras, de 25 de fevereiro a 15 de abril. Idealizado pela diretora artística Maíra Lour e pelo produtor cultural Gilmar Kaminski, o podcast convida artistas para compartilharem suas experiências, procedimentos, modos de criação e memórias de teatro. Os episódios estão sendo pensados para que curiosos e amantes do teatro possam conhecer mais o dia a dia dos artistas, podendo se tornar uma ferramenta de aprimoramento técnico e artístico de estudantes, profissionais, pesquisadores e interessados nas artes cênicas.

Maíra define a empreitada “como um espaço de troca, conexões e escuta, para revelar o que não se vê: a sala de ensaio, as coxias, os camarins são locais que guardam a intimidade do teatro, o mecanismo todo que se movimenta para que as criações aconteçam”. E, segundo Gilmar, essa foi uma das formas que encontraram para seguir em movimento e promover encontros, mesmo sem a possibilidade da presença física.

Todos os episódios estão sendo produzidos, editados e lançados de forma remota e seguindo os protocolos sanitários de enfrentamento à COVID-19. O podcast é apresentado por Maíra e como convidados, a dupla buscou mesclar artistas curitibanos com artistas de outras regiões do país e de Portugal envolvidos no fazer teatral: dramaturgas/os, atrizes/atores, diretoras/es, cenógrafas/os, iluminadoras/os.

Maíra e Gilmar não pretendem parar nos oito episódios previstos para a temporada. Segundo eles, a ideia é criar conexões entre artistas e dar continuidade a estas conversas descontraídas e necessárias para os tempos atuais em próximas temporadas.

O podcast está disponível nas principais plataformas de streaming de áudio:

Spotify: aqui
Google Podcasts: aqui
Youtube: aqui

CRIADORES
Maíra Lour é diretora teatral, dramaturga e arte educadora. Diretora da Súbita Companhia de Teatro, colaboradora e orientadora do núcleo IMP de pesquisa em dança – Investigação do Movimento Particular e idealizadora do Plataforma – Espaço de Investigação Artística. Artista profundamente interessada pela intersecção entre teatro, dança e literatura. Dedica-se à pesquisa de autoras mulheres latino-americanas; mulheres diretoras de teatro, procedimentos de direção cênica; dramaturgia contemporânea; estudos do corpo dramático-poético e modos colaborativos de criação e produção.

Gilmar Kaminski é produtor cênico graduado pela Universidade Federal do Paraná (2017) e técnico em contabilidade pelo Instituto Federal do Paraná (2011). Desde 2014 atua como produtor na cidade de Curitiba, desenvolvendo projetos nas diversas linguagens artísticas – teatro, música, audiovisual, patrimônio cultural e literatura. É fundador da Flutua Produções e atualmente integra a equipe de produção d’A Armadilha Cia de Teatro e da Bienal de Quadrinhos de Curitiba.

FICHA TÉCNICA
Curadoria: Gilmar Kaminski e Maíra Lour
Apresentação: Maíra Lour
Produção: Gilmar Kaminski – Flutua Produções
Edição de som e vinheta: Álvaro Antonio
Comunicação: Luísa Bonin e Thays Cristine – Platea Comunicação e Arte
Projeto gráfico: Camila Villanova e Victor Uchoa
Realização: Flutua Produções

Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo.

ARTISTAS LEONARDA GLÜCK E KATIA HORN TRANSPÕEM A MITOLOGIA DAS FADAS PARA A REALIDADE CONTEMPORÂNEA EM MEMES LITERÁRIOS

As “Fadinhas Fodidas” disponibilizam textos e ilustrações inéditos toda quarta-feira, às 19h, no Instagram do projeto @maisfadinhas

A escritora Leonarda Glück e a artista plástica Katia Horn lançaram, em abril de 2020, a convite da Pomeiro Gestão Cultural, um projeto transmídia que une textos originais de Leonarda com ilustrações inéditas de Katia. Trazendo a mitologia das fadas para a realidade contemporânea, os textos e as imagens utilizam a figura das fadas num tom irônico e com humor ácido para promover reflexões políticas, culturais e sociais. Para conhecer o projeto e as fadas, basta acessar o perfil @maisfadinhas no Instagram.

Com obras que propõem reflexão sobre algo que aconteceu ou está acontecendo na semana em questão, as artistas se dispõem a ler a realidade das mulheres, em especial as brasileiras e latinas, e todas as camadas de machismo, sexismo, homofobia e transfobia que se impõe sobre suas jornadas. “Funciona quase como um meme literário que resume a situação política da semana”, comenta Leonarda Glück. Sobre a empreitada, Katia afirma: “Elas não são fofas e não moram num “felizes para sempre”, então podem gerar desconforto no público, porque elas escancaram nossas tragédias cotidianas”.

Com o projeto na rua desde abril de 2020, as artistas querem lançar um livro com as ilustrações e crônicas, além de, quem sabe, transformar a estética que criaram nas Fadinhas em produtos como camisetas e canecas. Por flertar com a estética pop, muitos fãs do projeto pedem produtos derivados. Porém, para as artistas, a visão é mais ampla: “A ideia é gerar reflexão mesmo, produzir conhecimento, disparar ideias que estimulem o pensamento autônomo nas pessoas que o projeto atingir eventualmente. Tudo isso com humor e cores vibrantes. Esse é o nosso maior sonho”, completa Leonarda.

O projeto começou de modo independente, e agora conta com o incentivo da Lei Aldir Blanc via Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo, que viabilizou, através do projeto “Mais Fadinhas Do Que Nunca”, a criação de 20 novas ilustrações e a produção de um mini documentário sobre o processo de criação das Fadinhas, dirigido pelo cineasta Thiago Bezerra Benites.

Para conhecer e acompanhar cada nova Fadinha, siga o Instagram: www.instagram.com/maisfadinhas/ e a página no Facebook: www.facebook.com/maisfadinhas

Leonarda Glück e Katia Horn

Sobre as artistas

Leonarda Glück
Atriz, dramaturga e diretora curitibana radicada em São Paulo. Co-fundadora da Companhia Silenciosa e do Coletivo Selvática. Graduada em Direção Teatral pela Faculdade de Artes do Paraná (FAP). Tem mais de vinte textos encenados por diferentes grupos, companhias e artistas brasileiros e internacionais de diversas linguagens artísticas. Publicou A Perfodrama de Leonarda Glück – Literaturas Dramáticas de Uma Mulher (Trans) de Teatro, coletânea com seis textos teatrais. Seus projetos já foram contemplados por diversas instituições culturais brasileiras, tais como Fundação Cultural de Curitiba, Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, Fundação Nacional das Artes (Funarte), Instituto Itaú Cultural, SESC São Paulo, Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, entre outras. Os trabalhos que levam o nome da artista, sejam eles teatrais, performáticos, literários e/ou audiovisuais, já foram apresentados em diversas cidades do país e de fora dele, bem como publicados em diversas mídias, jornais, revistas e periódicos especializados em arte e cultura. As temáticas principais trabalhadas pela artista são amor, neocolonialismo, globalização, linguística, fronteiras, tecnologia, transexualidade, conflitos mundiais, Brasil, sexo, violência, cultura LGBTQI+, dominação e poder. Atualmente se prepara para estrear o solo Trava Bruta, tendo seu texto sido premiado pelo Edital de Dramaturgia em Pequenos Formatos Cênicos do CCSP 2020. Adiado pela pandemia de covid-19, o espetáculo está previsto para 2021, ano em que a artista completa 25 anos de carreira.

Katia Horn
Nasceu em 1965, em Luzerna, SC. Formou-se em Educação Artística em Dourados, MS, no ano de 1988. Está em Curitiba desde 1990, onde vem pesquisando e desenvolvendo seu trabalho em várias áreas artísticas, partindo das artes visuais para a performance, o teatro, a música e o audiovisual. Nas artes gráficas especificamente, já publicou suas ilustrações em jornais, revistas, ilustrou diversos livros e trabalhou para algumas editoras nacionais ilustrando materiais didáticos. Como artista plástica, tem um caminho de muita pesquisa técnica e estilística, conhecimentos que utiliza muito no seu trabalho como ilustradora.

FICHA TÉCNICA
Textos de Leonarda Glück
Ilustrações de Katia Horn
Produção e Realização: Pomeiro Gestão Cultural
Coordenação de Produção: Igor Augustho
Produção Executiva: Eduardo Alves
Videomaker: Thiago Bezerra Benites
Assessoria de Imprensa e Marketing Digital: Platea Comunicação e Arte, Luisa Bonin e Thays Cristine
Assessoria Jurídica e Contábil: Ivanes Mattos

Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo. Todas as informações constantes nesta obra são de responsabilidade exclusiva das autoras.

PRODUTORA CULTURAL ISADORA FLORES LANÇA O “LABORATÓRIO GARRA!”, PROJETO QUE OFERECE CURSO PROFISSIONALIZANTE E OFICINAS GRATUITAS PARA JOVENS DA CULTURA

Terão prioridade nas inscrições agentes culturais com idade entre 16 e 25 anos, pretos, pardos, indígenas, mães solo, LGBTQIA+, Pessoas com Deficiência e de baixa renda. 

A primeira edição do projeto “Laboratório Garra!” acontece entre os meses de fevereiro e março de 2020 de forma online e gratuita. O projeto é um ambiente de formação voltado para pessoas interessadas em produção cultural, sobretudo da área da música. Além de um curso profissionalizante de maior duração com a produtora e idealizadora do projeto Isadora Flores, serão realizadas sete oficinas gratuitas de temas variados com profissionais atuantes da cena cultural: Bina Zanette, Brenda Santos, Carolina Wanderley, Gilmar Kaminski, Helena Sofia, Julie Fank e Luana Angreves.

As inscrições estão acontecendo pela página: www.lnk.bio/garralab, e vão até dia 29 de janeiro para o curso profissionalizante, e para as outras oficinas se estendem até dia 19 de março de acordo com o calendário de Oficinas. 

O curso de maior duração – com carga horária de 21h – dará direito ao registro profissional de “Diretor/a de Produção” emitido pelo SATED-PR (os custos com o Registro serão cobrados pelo SATED/PR). Terão prioridade nas inscrições agentes culturais com idade entre 16 e 25 anos, pretos, pardos, indígenas, mães solo, LGBTQIA+, Pessoas com Deficiência e de baixa renda. O projeto tem incentivo da Fundação Cultural de Curitiba, através da Lei de Incentivo à Cultura do Município e da Lei Aldir Blanc – Lei Federal de Emergência Cultural (Lei que dispõe sobre ações emergenciais destinadas ao setor cultural a serem adotadas durante o estado de calamidade pública).

O nome do projeto, “Garra!” é um convite para agentes culturais que batalham na cena independente e são profissionais iniciantes, muitas vezes alheios às políticas de incentivo à cultura. O “Laboratório Garra!” também oferece a oportunidade para que mais pessoas tenham acesso a conteúdos de formação e direito a um registro profissional.

INFORMAÇÕES SOBRE AS OFICINAS
As inscrições para o Curso e todas as Oficinas acontecem pelo link: www.lnk.bio/garralab

1. “Curso de Produção” com a produtora Isadora Flores e participação de Gilmar Kaminski e Carolina Wanderley.
MÓDULO I: Leis de Incentivo, preparação de projetos, Mecenato Subsidiado e Lei Municipal de Incentivo de Curitiba)”
04 de fevereiro de 2021, das 09h às 12h
11 de fevereiro de 2021, das 09h às 12h
18 de fevereiro de 2021, das 09h às 12h
MÓDULO II: Profice – Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Paraná”
04 de março de 2021, das 09h às 12h
MÓDULO III: Lei Federal de Incentivo à Cultura”
18 de março de 2021, das 09h às 12h

2. Oficina: “Aspectos jurídicos básicos da produção cultural” com a advogada e consultora em direitos culturais e propriedade intelectual Carolina Wanderley (São Sebastião Cultura e Propriedade Intelectual)
20 de fevereiro de 2021, das 09h às 12h

3. Oficina: “Sonorização para produtores”, com a Produtora, cantora e compositora Helena Sofia (Estúdio Old Cat) – Dia 27 de fevereiro de 2021, das 09h às 12h

4. Oficina: “Uma festa de verdade! – Produção Cultural como laboratório de Experiências”, com a produtora cultural, criativa e pesquisadora Brenda Santos (Um Baile Bom)
Dia 06 de março de 2021, das 09h às 12h

5. Oficina: “NEM TUDO SÃO LIKES: da superfície à profundidade da comunicação digital”, com a comunicadora, seletora musical e ativista Luana Angreves (Cliteriosa)
Dia 13 de março de 2021, das 09h às 12h

6. Oficina: “Curadoria para projetos de música”, com a produtora e curadora Bina Zanette (Santa Produção)
Dia 13 de março de 2021, das 14h às 17h

7. Oficina: “Gestão administrativa e prestação de contas de projetos culturais”, com o produtor cultural e técnico em contabilidade Gilmar Kaminski (Flutua Produções)
Dia 20 de março de 2021, das 09h às 12h

8. Oficina: “Escrita para quem se (in/e)screve” com a escritora, professora e artista visual Julie Fank (ESC. Escola de Escrita)
Dia 27 de março de 2021, das 09h às 12h

Inscrições: https://lnk.bio/garralab

Ficha Técnica:
Coordenação: Isadora Flores
Coordenação de Produção e Gestão Financeira: Gilmar Kaminski
Produção Executiva: Vi Gabarda
Ministrantes: Isadora Flores, Bina Zanette, Helena Sofia, Julie Fank, Carolina Wanderley, Brenda Santos, Luana Angreves e Gilmar Kaminski
Videos: Alan Raffo
Design Gráfico: Brenda Santos
Assessoria de Imprensa: Luisa Bonin e Thays Cristine – Platea Comunicação e Arte
Realização: Isadora Flores I Produtora
Produção: Flutua Produções
Apoio: SATED-PR

PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA, DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA E DO MINISTÉRIO DO TURISMO.

NENA INOUE FAZ TEMPORADA ONLINE, GRATUITA E COM TRADUÇÃO EM LIBRAS DO PREMIADO SOLO “PARA NÃO MORRER”

Nena Inoue. Foto: Lidia Ueta

O espetáculo visto por mais de 27 mil pessoas, rendeu à Nena o Prêmio Shell 2019 de Melhor Atriz no Rio de Janeiro, além do Troféu Gralha Azul de Melhor Atriz em 2017. Agora em versão on-line, gratuita e com tradução em Libras, a gravação da obra segue todos os protocolos de saúde e além das apresentações, o projeto oferece debates e oficinas abertas para o público

A atriz Nena Inoue fará uma temporada online com 15 exibições do espetáculo “Para Não Morrer”, sendo 5 abertas e gratuitas para o público nos dias 3, 4, 5, 11 e 12 de setembro às 20h, e 10 fechadas e exclusivas para entidades e coletivos de apoio à mulheres, instituições, movimentos sociais, associações de professores e de classe, além do público feminino que se encontra em isolamento social mesmo antes da pandemia, como presidiárias e idosas em asilos. Todas as exibições online possuem tradução em Libras e serão seguidas de um debate ao-vivo com o público a partir da obra apresentada, também com tradução simultânea em Libras.

As 5 apresentações abertas serão exibidas nas páginas do Espaço Cênico e dos parceiros Brasil de Fato, MST Nacional, Bicicletaria Cultural e Mães pela Diversidade. E para quem quiser se inscrever e receber o link da exibição e debate por e-mail momentos antes da exibição, basta fazer uma inscrição simples e gratuita pela plataforma: https://bit.ly/32tW6Wn

Dentro do contexto da pandemia, a atriz e produtora cultural Nena Inoue trabalhou para que todas as mudanças necessárias fossem feitas e adaptou o projeto para cumprir temporada on-line respeitando o distanciamento social: “Neste momento pandêmico, onde os trabalhadores da cultura se encontram impedidos de trabalhar e temos milhões de artistas e técnicos desempregados no Brasil, me propus a atuar da forma possível e, respeitando o isolamento social, a forma de seguir e levar nosso teatro ao público neste momento é via on-line, então se assim é, assim será. Consegui também manter a proposta de trabalho inicial e levar este trabalho a comunidades menos favorecidas, incluindo mais profissionais ao projeto – como registros de vídeo, transmissões, além de locação de um espaço teatral parceiro (o Ave Lola) – estamos nos movendo e criando caminhos para continuar, possibilitando trabalho e remuneração aos nossos profissionais do teatro”, afirma a artista.

Em cena e online, Nena se transforma numa mulher ancestral e onipresente, que se apropria da palavra e traz à memória várias personagens históricas: mulheres negras, indígenas, guerrilheiras, mães, avós, filhas, de diferentes épocas e lugares que foram violentadas, torturadas, assassinadas e esquecidas.

A obra está em cartaz desde 2017 e já foi assistida por mais de 27.000 pessoas. Sobre o espetáculo, o crítico teatral do jornal “O Globo”, Patrick Pessoa, escreveu: “Nena Inoue transforma luto em luta… espetáculo para não perder”. O solo conta com dramaturgia de Francisco Mallmann a partir da obra “Mulheres”, do uruguaio Eduardo Galeano (1940-2015). A encenação concebida por Nena, tem direção de texto de Babaya e apresenta temáticas femininas e feministas atreladas a questões histórico-políticas, especialmente da América Latina.

O projeto foi adaptado para que as apresentações online e debates ofereçam uma experiência enriquecedora para o público e foi produzida de forma segura para artistas e técnicos, seguindo todos os protocolos de segurança de saúde para a gravação do espetáculo.

Além das 5 apresentações abertas e das 10 apresentações fechadas para instituições parceiras, o projeto prevê debates posteriores às exibições do espetáculo – que se transformarão em uma série de podcasts – além de 11 Oficinas de Iniciação Teatral, direcionadas gratuitamente ao público que assistir ao espetáculo, que acontecerão de forma on-line, no decorrer de setembro e outubro.

Lembrando que 5 de todas as exibições online são gratuitas e abertas, e podem ser assistidas nas páginas do Espaço Cênico (03/09) e nas páginas dos parceiros Brasil de Fato (04/09), MST Nacional (05/09), Mães pela Diversidade (11/09) e Bicicletaria Cultural (12/09). E para que o público interessado possa se programar e ser avisado na data e horário da exibição, é necessário o cadastro gratuito no link: https://bit.ly/32tW6Wn

Serviço:
Exibições online, gratuitas e com tradução em Libras do espetáculo “Para Não Morrer”, seguidas de debate com o público.
Exibições GRATUITAS e abertas nos dias 03, 04, 05, 11 e 12 de setembro às 20h. 
Inscrição online e gratuita via site: https://bit.ly/32tW6Wn

Também é possível assistir as exibições nas páginas:
03/09: Espaço Cênico – www.facebook.com/espacocenicocuritiba
04/09: Jornal Brasil de Fato – www.facebook.com/brasildefato
05/09: MST Nacional – www.facebook.com/MovimentoSemTerra
11/09: Mães pela Diversidade – www.facebook.com/MaespelaDiversidade
12/09: Bicicletaria Cultural – www.facebook.com/bicicletariacultural

As exibições GRATUITAS e fechadas para parceiros acontecerão nos dias:
28/08 e 6, 7, 10, 12, 13, 14, 16, 18, 19/09.

Nena Inoue. Foto: Luísa Bonin.

Sobre Nena Inoue:
Nascida em Córdoba (Argentina) e desde os nove anos no Brasil, Nena Inoue é artista gestora, produtora, diretora teatral e atriz formada em 1978 pelo Curso Permanente de Teatro do Centro Cultural Teatro Guaíra. Completando 40 anos de carreira, contabiliza mais de 80 espetáculos profissionais e atua ainda como Coordenadora do Espaço Cênico desde 1997. Esteve na mesma função por nove anos (2000 a 2009) ao lado de Luís Melo no ACT – Ateliê de Criação Teatral, espaço que realizou e abrigou distintos trabalhos de caráter multiárea. Foi também Diretora Artística do Centro Cultural Teatro Guaíra (2003 a 2006); produtora da Sutil Companhia de Teatro (2008 a 2010) e, desde 2009, tem sua produção artística voltada às temáticas de caráter histórico-político-social.

Sobre o espetáculo:
Até o momento realizou 250 apresentações com um público aproximado de 27.000 pessoas. Estreou no Festival de Curitiba/Mostra Oficial, em abril de 2017 e nesse ano fez temporadas em Curitiba, no Teatro José Maria Santos, Ave Lola Espaço de Criação, Espaço Fantástico das Artes e em São Paulo, no SESC Pinheiros/SP. Apresentou-se nos festivais FILO – Festival Internacional de Londrina, no SINGA-Simpósio Internacional de Geografia Agrária e na Mostra SÓ EM CENA, de Maringá. Em 2018 no FICA Natal – Festival Internacional de Natal, no III Curitiba Mostra/Festival de Curitiba e temporadas no Teatro Poeirinha (RJ) e Teatro Guaíra (PR) e circulação pelo SESC PR nas cidades de Londrina, Maringá, Cascavel, Paranavaí e Ponta Grossa. Em 2019 apresentações no SESC Ginástico (RJ), no Teatro Municipal de São João del Rey, Mostra Resistências em São José do Rio Preto, no Teatro do SESI de São José dos Pinhais, Circulação SESC SC em 8 cidades (Florianópolis, Blumenau, Itajaí, Joinville, Jaraguá do Sul, Concórdia, Laguna, Lages; duas temporadas no Teatro Lala Schneider e participou do Festara – Festival de Teatro de Araçatuba. EM 2020 apresentou-se no SESC São José dos Campos.

Premiações: Prêmio Troféu Gralha Azul 2017 de Melhor Atriz e Prêmio Shell 2019 de Melhor Atriz.

FICHA TÉCNICA:
Dramaturgia: Francisco Mallmann, à partir da obra de Eduardo Galeano
Direção e Atuação: Nena Inoue
Direção de Texto: Babaya Morais
Iluminação: Beto Bruel
Figurino: Carmen Jorge
Cenário: Ruy Almeida
Gravação: Alan Raffo e Lidia Ueda
Técnico Operador: Vinícius Sant
Identidade Visual: Martin Castro
Fotografias: Elenize Deszgeniski, Lidia Ueta, Marcelo Almeida, Raquel Rizzo, Luísa Bonin
Assessoria de Imprensa e Mídias Sociais: Luísa Bonin e Thays Cristine – Platea Comunicação e Arte
Vídeos Redes Sociais: Diego Florentino – Trópico TV
Produção: Guilherme Jaccon
Assistencia Produção: Lidia Ueta
Administração: Judy Fiorese
Direção de Produção: Nena Inoue
Realização: Espaço Cênico

“PROJETO REALIZADO COM O APOIO DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA”

Realização:
Espaço Cênico
Incentivo:
EBANX
Incentivo:
Lei de Incentivo à Cultura
Fundação Cultural de Curitiba
Prefeitura de Curitiba

EM DOSE DUPLA: CIRCO DA CIDADE RECEBE DOIS ESPETÁCULOS GRATUITOS DE CIRCO-TEATRO COM O COLETIVO PALHAÇX GOURMET

A Pequena Loja Mística da Madame Sinistro – Foto de Mateus Tropo

As peças, que acontecem no mesmo dia e contam com elencos grandes, estreiam no dia 07 de março e ficam em cartaz aos sábados e domingos, às 15h e às 17h, até o dia 22 de março. A entrada é gratuita. Página do evento, aqui

As obras “A Pequena Loja Mística da Madame Sinistro” e “Fim dos Tempos” terão sua estreia na lona do Circo da Cidade – Zé Priguiça, no dia 07 de março (sábado) e ficam em cartaz até o dia 22 – aos sábados e domingos – com apresentações sempre às 15h e às 17h, respectivamente. Os ingressos são gratuitos e começam a ser distribuídos uma hora antes do início do espetáculo.

As duas dramaturgias inéditas fazem parte do CIRCO-TEATRO BOQUEIRÃO, novo projeto do coletivo curitibano Palhaçx Gourmet. Por meio de apresentações gratuitas, a iniciativa nasceu com o propósito de movimentar o Circo da Cidade, além de alimentar espaços de convivência e socialização, prática comum de companhias de Circo-Teatro tradicionais.

Essencialmente, os espetáculos são sobre grupos que resistem à imposição de forças maiores, sejam elas grandes empresas ou figuras de autoridades que sequer dão as caras. Em “A Pequena Loja Mística da Madame Sinistro” que acontece às 15h, a personagem Valkiria, mais conhecida como a paranormal Madame Sinistro, juntamente com seu filho Gigi, um jovem que consegue ouvir os objetos falarem, e Adalberto, um aspirante a atirador de facas, trabalham numa loja mística prestes a falir. O sonho de Valkiria sempre foi ter uma loja, mas esse desejo está ameaçado por uma dupla trambiqueira que quer construir um estacionamento na região e para isso precisam expulsar a família do local.

Fim dos Tempos – Foto de Mateus Tropo

Já em “Fim dos tempos”, apresentada às 17h, a personagem Sandra Pereira sonha em montar sua nova peça chamada “Fim dos Tempos” assim que terminar a última apresentação de uma temporada de 10 anos do espetáculo Chapeuzinho Vermelho. Porém, quando o patrocinador chega com mais 300 crianças para uma sessão extra, toda a equipe artística se atrapalha para fazer essa peça que já não queria mais. Enquanto apresenta, uma confusão fora do circo chama a atenção da companhia. A cada dia de exibição, serão apresentadas as duas peças, respectivamente às 15h e às 17h, nas quais o elenco exerce diferentes funções, dividindo-se em atuação, contrarregragem e técnica, trabalhando simultaneamente dentro e fora do espaço cênico. Além disso, as peças se cruzam, com objetos cênicos, cenários e referências que atravessam de uma para a outra.

Para diversificar seu repertório artístico e criar as dramaturgias, as palhaças e os palhaços do coletivo partiram da pesquisa e experimentação sobre a linguagem do Circo-Teatro, um formato popular e originalmente brasileiro. Como parte do processo, o elenco fez, inclusive, uma breve residência artística no Circo de Teatro Tubinho, referência no fazer circo-teatral.

“Estamos propondo um modelo de ocupação de espaço em que as pessoas são convidadas a ficar lá mais tempo do que muitas costumam em peças de teatro ou espetáculos circenses na cidade, vendo as trocas de cenário, a circulação de artistas”, conta Edran Mariano, diretor de produção da peça, sobre a importância do circo como a escolha do palco. 

Além das apresentações gratuitas no Circo da Cidade, o projeto promove outras ações, que incluem sessões exclusivas para alunos de escola pública mediante agendamento, oficinas artísticas gratuitas de Técnicas Circenses, que acontecerão sempre às quartas-feiras (manhã e tarde) entre os dias 11 de março e 15 de abril, intituladas “Palhaçaria Para Iniciantes” e “Números Circenses, além de um Cabaré com os artistas do CIRCO-TEATRO BOQUEIRÃO e os participantes das oficinas artísticas, como forma de encerramento.

SERVIÇO
De 07 a 22 de março, sábados e domingos
15h | A Pequena Loja Mística da Madame Sinistro – Classificação indicativa: 10 anos
17h | Fim dos Tempos – Classificação indicativa: 12 anos
Entrada franca, com ingressos distribuídos uma hora antes do início do espetáculo
Circo da Cidade – Zé Priguiça | Rua Dr. Benedicto Siqueira Branco, s/nº- Alto Boqueirão
Informações: (41) 3287-5307

Sobre o Palhaçx Gourmet
Originado em 2015, o coletivo Palhaçx Gourmet investiga e pratica palhaçaria, improvisação e música. Atualmente com 12 integrantes, o grupo se apresenta um sábado por mês na Casa da Flor Bistrô, em Curitiba, de forma independente e com entrada gratuita. O coletivo acredita na contribuição livre no chapéu como forma de democratizar o acesso ao trabalho produzido, movimentando a cidade culturalmente e instigando reflexão sobre a valorização da arte. Dentre as produções, destacam-se as “Palhaças Gourmet”, o “Cabernet” e o “Ocupa Rua”.

FICHA TÉCNICA
Direção: Ricardo Nolasco
Elenco e Criação: Bruno Lops, Diogo Bonito, Fernanda Fuchs, Igor Ribeiro, Karina Flor, Larissa Lima, Lucri Regianni, Má Ribeiro, Mateus Tropo, Paulo Henrique Carneiro, Rodrigo Fowolski
Provocação e Orientação Artística: Jo Mistinguett (sonoplastia), Leonarda Glück (dramaturgia), Patrícia Cipriano (figurino)
Cenotécnicos: Anderson Quinsler e Felipe Gustavo Casagrande
Costureiras: Adelaide dos Santos Silva, Ana Luiza Costa de Melo, Catarina Ribeiro e Lurdes – Lú Confecções
Iluminação: Victor Sabbag
Produção de Áudios: Jo Mistinguett
Locuções: Ricardo Nolasco
Design Gráfico: Ju Stin
Assessoria de Imprensa e Mídias Sociais: Luísa Bonin e Thays Cristine – Platea Comunicação e Arte
Fotos de Divulgação: Mateus Tropo (registro) e Francineli Valdeira (edição)
Registro Fotográfico: Francineli Valdeira
Registro Audiovisual: Bruno Mancuso
Captação: Renata Cunali e Rumo de Cultura
Assistência de Produção: Dânatha Siqueira e Francineli Valdeira
Direção de Produção: Edran Mariano
Coordenação do Projeto: Bruno Lops, Larissa Lima, Má Ribeiro
Realização: Palhaçx Gourmet

GRUPOS DE TRABALHO – CRIAÇÃO
– Dramaturgia: Bruno Lops, Diogo Bonito e Ricardo Nolasco
– Figurino: Fernanda Fuchs, Karina Flor, Larissa Lima e Patrícia Cipriano
– Sonoplastia: Jo Mistinguett e Rodrigo Fowolski
– Cenários e traquitanas: Igor Ribeiro, Lucri Reggiani, Má Ribeiro, Paulo Henrique Carneiro e Mateus Tropo

OFICINAS PARA COMUNIDADE
Oficinas de Palhaçaria e Orientação Cênica: Larissa Lima e Má Ribeiro
Oficinas de Técnicas Circenses: Sabrina Almeida e Luis Borges

RESIDÊNCIA ARTÍSTICA
Circo de Teatro Tubinho
Projeto realizado com o apoio do Programa de Apoio de Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba, com incentivo do CEDIP e Celepar.

Assessoria de Imprensa
Luísa Bonin e Thays Cristine
Platea Comunicação e Arte
platea.comunicacao@gmail.com