CIA DE 2 APRESENTA O PREMIADO ESPETÁCULO “LEÕES, VODKA E UM SAPATO 23” NO SESC DA ESQUINA, EM CURITIBA

Leões, Vodka e um Sapato 23. Foto: Wedson.

Peça propõe uma reflexão sobre a liberdade ao reinterpretar a trágica história do Circo Vostok. Apresentação única acontece dia 23 de maio (sábado), com ingressos a partir de R$ 10,.

A Cia de 2, grupo teatral com mais de 20 anos de trajetória, chega a Curitiba para uma apresentação única do premiado espetáculo de teatro e circo “Leões, Vodka e um Sapato 23”. A sessão acontece dia 23 de maio (sábado), às 20h, no Teatro do Sesc da Esquina.

A montagem parte do trágico e conhecido evento envolvendo o Circo Vostok para convidar o público a uma profunda reflexão sobre o aprisionamento – seja ele físico, social ou psicológico. Ao colocar em cena leões que enfrentam o seu destino no picadeiro, a obra levanta um questionamento contundente: afinal, quem realmente está enjaulado? Os animais ou nós, presos em nossas próprias contradições e injustiças humanas?

O espetáculo mistura os “restos” de uma banda e de um circo, utilizando pedaços de lona e sobras de vodka em um ambiente tomado por murmúrios russos e rugidos felinos. Em cena, quatro leões bufos convocam a plateia para testemunhar sua própria morte, sua miséria e os amargos dias de fome dentro da jaula. O tom tragicômico e a estética circense criam uma atmosfera imersiva e provocativa.

Desde sua estreia oficial em 2019, na 5ª edição do CIRCOS (Festival Internacional Sesc de Circo, em São Paulo), a peça tem trilhado um caminho de grande sucesso de público e crítica. A obra já circulou por inúmeras unidades do Sesc em São Paulo e no Paraná, além de ter integrado a programação de importantes festivais nacionais e internacionais, como o FESTCLOWN (Brasília), FESTIA (Canoas) e o Festival de Inverno de Bonito (MS).

“Leões, Vodka e um Sapato 23” rendeu a Cia de 2, prêmios de destaque na cena teatral nacional, incluindo: Festival Nacional de Teatro de Duque de Caxias (2023): Vencedor nas categorias Melhor Espetáculo (1º lugar), Melhor Direção e Melhor Cenografia e FENATA – Festival Nacional de Teatro de Ponta Grossa (2019): Vencedor de Melhor Espetáculo (Júri Popular) e Melhor Figurino.

Serviço:
Espetáculo “Leões, Vodka e um Sapato 23” (Cia de 2)
23 de maio, sábado, às 20 horas
Sesc da Esquina — R. Visconde do Rio Branco, 969 – Mercês, Curitiba
Ingressos: R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia-entrada) | R$ 10 (Trabalhador do Comércio)
Classificação Indicativa: Maiores de 12 anos

Ficha técnica:
Elenco: Adriano Laureano, Jean de Oliveira, Jonas di Paula e Guilherme Padilha
Direção: Daniela Biancardi
Direção Musical: Mateus Guimarães
Figurinos: Chris Galvan
Maquiagem: Daniela Biancardi
Iluminação: Miguel Ramos
Orientação Dramat gica: Suzana Aragão
Cenografia: Núcleo de Pesquisa e Montagem do espetáculo
Confecção de Cenário: Willian Alves e Orlando Sales
Edição de Som: DJ Evelyn Cristina
Adereços: Márcio Douglas e Orlando Sales
Produção: Jean Oliveira

Fonte: Cléverton Santana
Foto: Wedson.

SOLO DE PAGU LEAL RETORNA AO TEATRO NOVELAS CURITIBANAS E QUESTIONA PADRÕES DE BELEZA COM HUMOR E REFLEXÃO

Na foto de Mônica Lachman, Pagu Leal em cena do espetáculo em cartaz no Teatro Novelas Curitibanas: “Do Dia Que Olhei no Espelho e Não Me Encontrei”.

“Do Dia Que Olhei no Espelho e Não Me Encontrei” abre temporada gratuita de 14 a 24 de maio de 2026, com cenas inéditas e diálogo sobre corpo e identidade

Há um momento em que o espelho deixa de ser apenas reflexo e passa a ser confronto. É desse território, íntimo e coletivo, que nasce “Do Dia Que Olhei no Espelho e Não Me Encontrei”, solo da atriz e autora Pagu Leal, que retorna ao Teatro Novelas Curitibanas para sua quarta temporada, entre os dias 14 e 24 de maio.

Dirigido por Giorgia Conceição, o espetáculo articula humor, relato pessoal e reflexão filosófica para abordar as violências simbólicas e estéticas que atravessam, sobretudo, a vida das mulheres. Em cena, o riso surge como alívio, mas principalmente como ferramenta de deslocamento, uma forma de olhar para padrões naturalizados e revelar suas estruturas.

A beleza como construção
A nova temporada incorpora cenas inéditas que percorrem a história da beleza, da antiguidade grega à contemporaneidade. Ao longo dessa travessia, o espetáculo evidencia que os padrões estéticos não são universais nem fixos, mas construções históricas que moldam corpos, comportamentos e subjetividades. Partindo de experiências pessoais, Pagu Leal estabelece uma relação direta com o público, aproximando questões íntimas de uma dimensão coletiva. “O padrão ignora o envelhecimento natural das mulheres e objetifica corpos de jovens e adolescentes, desconsiderando aspectos como raça, cores, biotipos e contextos”, afirma.

Do palco ao encontro
Mais do que uma crítica, o trabalho propõe um movimento de reconhecimento e deslocamento. Ao tensionar imagens cristalizadas, o espetáculo abre espaço para outras formas de percepção e existência. “Esse trabalho também é um convite para que cada pessoa possa se olhar com mais generosidade, fora das imagens que nos foram impostas”, diz Pagu Leal.

Como nas temporadas anteriores, após cada apresentação o público é convidado a permanecer para uma roda de conversa. O momento amplia a experiência cênica e transforma o teatro em espaço de escuta e partilha, reforçando o caráter coletivo da obra.

A experiência em prática
Nesta temporada, a proposta se expande para além da cena com a realização da oficina “A Burla do Corpo”, ministrada pela diretora do espetáculo, Giorgia Conceição (Miss G). A atividade, realizada no próprio teatro, aprofunda na prática questões presentes no solo ao investigar o corpo como território de expressão, memória e transformação. “O burlesco, para mim, é uma ferramenta de reconexão com aquilo que nos foi tirado: a liberdade de existir no próprio corpo”, afirma a artista.

Voltada para até 15 participantes, sem necessidade de experiência prévia, a oficina acontece em dois encontros de quatro horas, aos sábados da temporada. Com metodologia própria, Miss G conduz uma travessia somato-psíquica que busca liberar padrões que limitam a expressão e estimular a potência criativa de cada participante. Tendo como pano de fundo a história do burlesco, ligada a uma dimensão invisibilizada do teatro feito por mulheres, a prática explora movimento, corporalidade e conexão criativa. As participantes são convidadas a “desencaixotar” corpos e emoções, desenvolvendo fluidez, confiança e autoexpressão.

O projeto é realizado pela Sociedade Poética, iniciativa fundada há 11 anos por Pagu Leal, dedicada à criação e ao desenvolvimento de projetos em teatro, poesia, filosofia e literatura, com foco em mulheres e coletivos femininos em Curitiba e região metropolitana.

Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio, Fomento e Incentivo à Cultura de Curitiba – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

SERVIÇO:
Espetáculo: Do Dia que Olhei no Espelho e Não Me Encontrei
Data: 14 a 24 de maio de 2026
Horários: Quinta a sábado, às 20h | Domingos, às 19h
Sessões com Libras: 15 e 22 de maio (sextas)
Local: Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1.222)
Ingressos: Gratuitos, distribuídos uma hora antes das apresentações
Classificação etária: 14 anos | Duração: 55 minutos

SERVIÇO
Oficina: A Burla do Corpo
Dias: 16 e 23 de maio das 14h às 18h (dois sábados)
Inscrições link: aqui
Vagas: até 15 pessoas (sem necessidade de experiência prévia)
Classificação etária: 18 anos
Informações: lojamissg@gmail.com | 41 984545313

FICHA TÉCNICA:
Texto e atuação: Pagu Leal |  Direção artística e figurino: Giorgia Conceição | Iluminação: Izabelle Marques | Design gráfico: Luciane Stocco | Assessoria de comunicação: Bruna Bazzo | Produção e realização: Sociedade Poética

Sobre a  Sociedade Poética surgiu há 11 anos, a partir do desenvolvimento artístico e intelectual da atriz e autora Pagu Leal, consolidando-se na criação, produção e incentivo de projetos ligados ao teatro, poesia, filosofia e literatura com mulheres e coletivos de mulheres em Curitiba e região metropolitana. A Sociedade Poética desenvolve iniciativas que valorizam a linguagem, o pensamento crítico e a comunicação humana. Seu propósito é fortalecer a cultura e promover experiências transformadoras por meio da arte e da palavra.

Sobre as artistas:


Atriz, dramaturga, produtora cultural e professora de ética e oratória, Pagu Leal construiu, ao longo de 33 anos de atuação, uma trajetória sólida nas Artes Cênicas, em Curitiba e em outras cidades brasileiras. Transita por diferentes funções, linguagens e plataformas, com uma pesquisa atravessada pela Filosofia, que confere densidade crítica e poética às suas criações.

Como dramaturga, tem 11 textos encenados, entre eles “A Vênus das Peles” (Prêmio Myriam Muniz/Funarte, 2011), “Difícil Amor” (Troféu Poty Lazarotto de Melhor Texto Teatral, 2004) e “Que Absurdo!” (selecionado no projeto Dramaturgias Contemporâneas Brasileiras da Fundação Cultural de Curitiba, 2003).

Na televisão, criou e protagonizou o programa de humor “Coisas de Casal” (RPC TV), também assinando o roteiro. Como atriz, soma mais de 40 espetáculos profissionais, com passagens por companhias como Grupo Satyros, Grupo Delírio e Cia Stavis & Damaceno. Seu trabalho articula criação, interpretação e pensamento, em uma investigação contínua entre corpo, palavra e experiência.


Giorgia Conceição, a Miss G, é uma das principais disseminadoras da arte burlesca no Brasil. Artista, diretora e mentora de novos talentos, ela é Mestre em Artes Cênicas pela UFBA e autora da influente pesquisa “A Burla do Corpo”, que se tornou base para discussões do burlesco no país. Convidada por Pagu Leal, assina a direção do solo “Do dia que olhei no espelho e não me encontrei.” O espetáculo fez quatro temporadas em Curitiba, sempre com grande sucesso de público.

Co-criadora do Festival Internacional Yes, Nós Temos Burlesco, Miss G também dirigiu a mostra semanal Terça Burlesca em Curitiba e faz parte da cúpula de curadoras da Combo Drag Week. Seus trabalhos mais recentes, como os espetáculos O Piano Burlesco (2024) e Baderna (2023), têm atraído grande público. Além do alcance nacional, ela já levou sua performance para contextos internacionais, apresentando-se em cidades como Buenos Aires (Argentina), Nova Iorque (EUA), Kyoto (Japão), Berlim (Alemanha) e Viena (Áustria)

Assessoria de Imprensa
BB Comunica – @bb_comunicaa

13º FESTIVAL COMÉDIA ENCENA OCUPA CURITIBA COM HUMOR, DRAMA E EXPERIÊNCIAS TEATRAIS PARA TODOS OS PÚBLICOS

De 7 de maio a 7 de junho, festival reúne espetáculos que transitam entre comédia, drama e diferentes experiências cênicas

Nem só de riso vive a comédia. Na 13ª edição do Festival Comédia EnCena, o humor se expande e se aproxima de temas, afetos e conflitos que atravessam o cotidiano. Entre os dias 7 de maio e 7 de junho de 2026, o Teatro Barracão EnCena recebe uma programação que percorre a comédia, o drama e a dramédia, reunindo criações próprias, grupos convidados e diferentes modos de relação com o público. “O festival cresce a cada edição, tanto em diversidade de propostas quanto na relação com o público. A ideia é criar um espaço onde diferentes experiências possam conviver”, afirma Juscelino Zilio, diretor do Teatro Barracão EnCena.

A abertura acontece no dia 7 de maio com Séquiço, Dorgas & Róquenrróu, do grupo criaCorvos, que retorna ao festival também com Inferno: A (Divina) Comédia, uma releitura irreverente do clássico de Dante. Nos primeiros dias, entram em cartaz Anáguas, Florais e Gin Tônica, comédia que mistura humor e memória afetiva, e Encontro em Semibreve ou Depois da Partida, realizada em parceria com o Teatro do Alvorecer, que investiga as permanências e rupturas nas relações amorosas.

Ao longo da programação, o Barracão EnCena apresenta diferentes frentes de sua produção. Em Entre Risos e Improvisos, o jogo cênico se constrói a partir da participação direta do público, enquanto Crush se volta ao universo adolescente, abordando descobertas, inseguranças e afetos. Já Valentin, inspirado na obra do dramaturgo alemão Karl Valentin, resgata o humor crítico e fragmentado dos cabarés europeus do início do século XX.

Rir, pensar e sentir: outras camadas da comédia
A programação também dedica espaço às infâncias, com os espetáculos João e Maria, que incorpora elementos da cultura brasileira à narrativa clássica dos irmãos Grimm, e A Incrível Aventura de Sofia e Vovô Ludovico, em parceria com a BN Produções, que aposta na imaginação e na relação entre gerações como motor da cena.

O drama aparece ao longo da programação e ganha destaque em diferentes momentos do festival. Na comédia Tem um Nome pra Isso, produção em parceria com a Sociedade Poética, com texto e direção de Pagu Leal, a maternidade é abordada a partir de suas contradições, tensões e sobrecargas cotidianas. Já Os Vivos e os Mortos, dirigido por Edson Bueno, propõe uma reflexão sobre amor, memória e finitude, enquanto Dois Perdidos Numa Noite Suja, com direção de Silvia Monteiro e produzida pela BN Produções, mergulha em um universo urbano marcado por desigualdades e conflitos. Completa esse eixo o solo A Saga de Lauren na Terra Sem Sol, de Cris Raséc, da produtora Sala de Atriz de São Paulo, que articula questões de identidade, opressão e emancipação feminina.

Entre os formatos que deslocam a experiência teatral, o festival apresenta O Enigma, inspirado na obra O Assassinato no Expresso Oriente, de Aghata Christie, realizado em parceria com a Serra Verde Express. A proposta leva o público para dentro de um trem em movimento, onde a narrativa se constrói a partir da participação direta dos espectadores, que são os detetives da história, aproximando teatro e jogo investigativo.

Ao longo de mais de um mês de programação, o Festival Comédia EnCena abre espaço para encontros e experiências compartilhadas, aproximando artistas e público em diferentes propostas estéticas e formatos de fruição. “A gente acredita na comédia como porta de entrada, mas também como linguagem potente para falar de temas profundos. Nesta edição, o público vai rir, mas também vai se emocionar e se reconhecer em cena”, afirma Mevelyn Gonçalves.

Trajetória: um festival que cresce com o tempo
Criado em 2011, o Festival Comédia EnCena nasceu no Teatro Barracão EnCena e, ao longo dos anos, se consolidou como um espaço próprio de criação e encontro com o público. Realizado de forma independente, o festival se sustenta por meio de parcerias, incentivos e apoio de pessoas físicas, reunindo espetáculos já reconhecidos e novos trabalhos da cena local. “Foi um movimento natural de crescimento. Ao longo do tempo, entendemos o festival como um espaço nosso, de continuidade e troca com o público”, afirma Mevelyn Gonçalves, diretora do teatro e produtora do festival.


Dois Perdidos Numa noite suja. Foto: José Estevam.

SERVIÇO: 13º Festival Comédia EnCena
Local: Teatro Barracão EnCena (Rua Treze de Maio, 160)
Data: 07 de maio a 07 de junho de 2026
Ingressos: de R$ 30 a R$ 90 (consulte valores por espetáculo)
Sympla: aqui
Classificação indicativa: variada (de livre a 16 anos)

Vendas: bilheteria do teatro e canais oficiais
Informações: @teatrobarracaoencena | www.barracaoencena.com.br 

PROGRAMAÇÃO:

07/05 (quinta-feira) – 20h: Séquiço, Dorgas & Róquenrróu (criaCorvos). Abertura do festival com humor irreverente e esquetes que misturam nonsense, música e crítica.

08/05 (sexta-feira) – 20h | 09/05 (sábado) – 18h30 | 10/05 (domingo) – 21h: Anáguas, Florais e Gin Tônica (Barracão EnCena). Comédia que mistura memória, afeto e relações, acompanhando um casal em sua trajetória.

09/05 (sábado) – 21h | 10/05 (domingo) – 18h30 | 14/05 (quinta-feira) – 20h: Encontro em Semibreve ou Depois da Partida (Barracão EnCena + Teatro do Alvorecer). Dramédia sobre encontros, despedidas e os atravessamentos do amor.

10/05 (domingo) – 16h | 17/05 (domingo) – 11h30 | 24/05 (domingo) – 16h: A Incrível Aventura de Sofia e Vovô Ludovico (Barracão EnCena). Espetáculo infantil que convida o público a uma viagem pelo universo da imaginação.

15/05 (sexta-feira) – 20h | 16/05 (sábado) – 21h | 17/05 (domingo) – 18h30: Entre Risos e Improvisos (Barracão EnCena). Show de improviso com participação da plateia, cada sessão é única.

17/05 (domingo) – 21h | 06/06 (sábado) – 18h30 | 07/06 (domingo) – 18h30: Inferno: A (Divina) Comédia (criaCorvos). Adaptação irreverente da obra de Dante, com humor ácido e visual impactante.

21/05 (quinta-feira) – 20h | 23/05 (sábado) – 18h30 | 24/05 (domingo) – 21h: Os Vivos e os Mortos. Drama sobre amor, memória e as marcas deixadas pelas relações.

22/05 (sexta-feira) – 20h | 23/05 (sábado) – 21h | 24/05 (domingo) – 18h30: Tem um Nome pra Isso (Barracão EnCena). Comédia sensível sobre maternidade, sobrecarga e afetos contemporâneos.

24/05, 31/05 e 07/06 (domingos) – 16h: João e Maria (Barracão EnCena). Clássico infantil com elementos da cultura brasileira e participação do público.

28/05 (quinta-feira) – 20h | 30/05 (sábado) – 18h30 | 31/05 (domingo) – 18h30: Crush (Barracão EnCena). Comédia juvenil que aborda descobertas, sexualidade e o universo adolescente.

29/05 (sexta-feira) – 20h | 30/05 (sábado) – 21h | 31/05 (domingo) – 21h: Valentin (Barracão EnCena). Espetáculo inspirado no cabaré alemão, com humor crítico e cenas do cotidiano.

04/06 (quinta-feira) – 20h: A Saga de Lauren na Terra Sem Sol. Solo que aborda opressões e atravessamentos femininos em busca de liberdade.

05/06 (sexta-feira) – 20h | 06/06 (sábado) – 21h | 07/06 (domingo) – 21h: Dois Perdidos Numa Noite Suja. Clássico do teatro brasileiro sobre desigualdade e sobrevivência urbana.

05/06, (sexta-feira) | 06/06 (sábado) | 07/06 (domingo) – 19h30: O Enigma (Barracão EnCena + Serra Verde Express). Experiência imersiva em um trem em movimento, onde o público participa da investigação.

Assessoria de Imprensa
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“AOS COMPANHEIROS DE ESTRADA” RETORNA A CURITIBA E TRANSFORMA O SERTÃO EM TRAVESSIA VIVA NO PALCO DO MINIAUDITÓRIO DO GUAÍRA

Na foto de Felipe Moura, cena do espetáculo “Aos Companheiros de Estrada”, que retorna ao miniauditório do Guaíra, convidando o público a uma travessia poética pelo sertão brasileiro, entre memória, corpo e paisagem.

Espetáculo inspirado no universo de João Guimarães Rosa realiza temporada gratuita, de 29 de abril a 10 de maio, no auditório Glauco de Flores de Sá Brito, em Curitiba, com teatro físico, música ao vivo e ações formativas gratuitas

“O sertão não começa no mapa. Começa no encontro”. É desse lugar, íntimo e coletivo, que brota “Aos Companheiros de Estrada”, que retorna a Curitiba para nova temporada de 29 de abril a 10 de maio, no Miniauditório do Guaíra, com apresentações gratuitas de quarta a domingo. Em cena, o público é convidado não apenas a assistir, mas a caminhar.

Inspirada no universo de João Guimarães Rosa e nas travessias reais da atriz Camila Ferrão pelo sertão mineiro, a obra costura teatro físico, música ao vivo e poesia brasileira em uma experiência sensorial que pulsa entre memória, território e identidade. “Mais do que um espetáculo, a ideia é a prática de encontro: um convite a atravessar o país que nos habita e reconhecer nele fragmentos de quem somos”, explica Camila.

A dramaturgia nasce da vivência no chamado Caminho do Sertão, atravessando comunidades quilombolas e paisagens do Cerrado, berço das águas do Brasil. O resultado é um teatro que oscila entre o depoimento e a fabulação, entre o corpo e a palavra, entre o íntimo e o país. No palco, a travessia ganha forma: o sertão surge como geografia e estado de espírito, revelando um Brasil profundo, de rios ameaçados, culturas resistentes e histórias que insistem em existir.

Após sessões de estreia com forte recepção de público, a montagem retorna ao Mini Guaíra com 12 apresentações confirmadas e a perspectiva de circulação por outros espaços da cidade.

A temporada amplia suas portas e escutas: haverá sessões com intérprete de Libras nos dias 8 e 9 de maio, às 20h, e 10 de maio, às 16h e 19h, além de conversas com o público após apresentações específicas, criando espaços de troca direta entre artistas e espectadores.

Como extensão da cena, o projeto realiza duas oficinas formativas gratuitas, desdobramentos do próprio processo criativo. Em “Corpo-Escrita: Criação de Dramaturgia”, Camila Ferrão e Victor Lucas Oliver conduzem um mergulho nas relações entre palavra, imagem e presença. Já em “Criação de Solos a partir do Teatro Gestual”, Victor investiga o corpo como dramaturgia viva, onde gesto, silêncio e movimento se tornam linguagem.

Sinopse: Fruto de uma imersão sócio-eco-literária no sertão mineiro, o espetáculo nasce do encontro entre artistas e território, inspirando-se na obra de Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa, e nas travessias reais vividas nesse espaço onde brotam algumas das principais águas do país.

Em cena, teatro, música, dança e artes visuais se entrelaçam para construir uma narrativa que atravessa memória, território e urgência ambiental, refletindo sobre o presente e os caminhos que estamos escolhendo seguir.

Serviço:
Espetáculo: Aos Companheiros de Estrada
Local: Miniauditório – Auditório Glauco Flores de Sá Brito (Rua Amintas de Barros, s/n)
Temporada: 29 de abril a 10 de maio de 2026 (quarta a sábado às 20h e domingo às 16h e 19h)
Sessões com Libras: 08 e 09/05 (20h) | 10/05 (16h e 19h)
Bate-papo após sessão: 29/04 e 07/05

Ações  formativas
Oficina Corpo-Escrita: Criação de Dramaturgia, com Camila Ferrão e Victor Lucas Oliver
Dia: 14/05 às 19h

Oficina Criação de Solos a partir do Teatro Gestual
com Victor Lucas Oliver
Dia: 15/05 às 19h
Local: Toca Atelier (Av. Vicente Machado, 198, Curitiba)

Inscrições: gratuitas neste link
Vagas: 12 por oficina

Classificação: 18 anos

Assessoria de Imprensa
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ENTRE CORPOS, VOZES E TERRITÓRIOS: REVERBE REALIZA SUA 2ª EDIÇÃO COM IMERSÃO INTERNACIONAL NAS ARTES DA CENA

Janaina Matter e Greice Barros na primeira edição do REVERBE – realizado em Curitiba, durante momento de abertura do festival.

Encontro internacional de mulheridades em cena acontece de 29 de maio a 6 de junho e propõe criação, formação, espetáculos e intercâmbio em Curitiba e São Luiz do Purunã-PR.

De 29 de maio a 6 de junho de 2026, acontece a segunda edição do REVERBE — Encontro Internacional de Mulheridades em Cena, festival de caráter imersivo que articula criação, formação e difusão das artes cênicas idealizadas e protagonizadas, majoritariamente, por mulheres em sua multiplicidade de vivências.

Com ações na capital paranaense e no Campo das Artes, em São Luiz do Purunã, o projeto fortalece redes locais, nacionais e internacionais de artistas, evidenciando a potência transformadora da arte.

Idealizado pelas artistas Janaina Matter, diretora da Alfaiataria, e Greice Barros, diretora da Núcleo Produções Cultura e Desenvolvimento, o encontro é vinculado ao The Magdalena Project, rede mundial de mulheres do teatro e da performance, ativa há mais de 30 anos em diversos continentes.

Essa conexão amplia o alcance do festival para além dos contextos estadual e nacional, promovendo intercâmbio artístico e circulação de ideias entre gerações e territórios.

“Cada vez mais entendemos que, neste mundo, só é possível atuar em redes. Para além de ser uma forma de troca, é também uma maneira de assegurar espaços e acolher artistas em um ambiente propício ao fortalecimento dos trabalhos e às discussões pertinentes”, explicam as idealizadoras.

Com processo curatorial realizado desde fevereiro de 2026, a programação desta edição é assinada por Janaina Matter e Greice Barros, com participação das curadoras convidadas Daniele Santana e Patrícia Alves.

O principal foco norteador da curadoria está na diversidade e pluralidade poética e, principalmente, em trabalhos dirigidos, escritos e desenvolvidos com protagonismo de mulheres.

Programação imersiva

O REVERBE se estrutura como uma experiência de convivência e criação coletiva.

“Essa dinâmica possibilita outras camadas de relação no encontro. A ideia é aproveitar a convivência para trocas sobre os trabalhos, modos de criação, desejos e projetos futuros. É nesse espaço que a rede, de fato, se estabelece”, destaca Janaina Matter.

Serão realizadas quatro oficinas formativas e uma residência intensiva de escrita, com posterior publicação virtual, além de mesas de conversa, mostras de processos, dez espetáculos e refeições compartilhadas, entendidas também como espaços de troca e fortalecimento de rede.

Ao todo, são 30 vagas para artistas residentes: 20 para a programação completa, que inclui São Luiz do Purunã e Curitiba, e 10 para a programação exclusivamente em Curitiba.

Também serão oferecidas 8 bolsas integrais para estudantes de artes cênicas, exclusivamente mulheres cis e trans, sendo 60% destinadas a mulheres negras.

As inscrições para residentes estão abertas desde o dia 2 de abril, e os passaportes podem ser adquiridos via Sympla.

As participantes podem optar por dois formatos de passaporte.

O primeiro contempla todas as atividades em Curitiba e programação intensiva de três dias no Campo das Artes, em São Luiz do Purunã. Inclui uma residência artística de escrita ministrada por Helena Vieira (escritora, dramaturga, filósofa e ativista transfeminista), com posterior publicação digital, além de apresentações das artistas curitibanas Adriana Omoto, Larissa Lima e Priscila Pontes.

Em caráter imersivo, esse formato contempla todas as atividades entre 29/05 e 06/06 (nove dias de programação), incluindo alimentações coletivas por todo o período e hospedagem em São Luiz do Purunã.

O segundo formato dá acesso às atividades realizadas apenas em Curitiba, de 1º a 6 de junho, com almoço e jantar inclusos, participação em duas oficinas (nacional e internacional) e acesso integral à programação.

Essa programação inclui mesas, sete espetáculos, mostra de processos e mostra de residentes, junto das artistas convidadas: Debora Correa (Grupo Yuyachkani, Peru), Zoe Godovic (Sérvia), Cia Biruta (PE), Baciada de Mulheres do Juquery (SP), Tânia Farias (RS), Fredda Amorim (MG), além das artistas curitibanas Saravy e Gladis das Santas.

A programação ocorre em diferentes espaços culturais de Curitiba, como a Casa Hoffmann, o Teatro José Maria Santos e a Alfaiataria, além do Campo das Artes.

Ao todo, o festival reúne dez espetáculos e nove ações formativas, além do sarau de abertura, mostra das residentes e mostra de processos, promovendo a circulação de obras e processos criativos.

“Esse trânsito entre artistas e público é parte essencial da proposta do encontro”, destaca Greice Barros.

Histórico e continuidade
A primeira edição do encontro, realizada em 2022, reuniu artistas de diferentes estados brasileiros e de países como México, Chile, Argentina e Dinamarca, com oficinas, mesas de conversa, mostras e espetáculos nacionais e internacionais.

Desde então, o REVERBE vem se consolidando como um espaço de intercâmbio e fortalecimento das mulheres nas artes da cena.

Em 2026, o festival amplia sua vocação em rede, propondo um território temporário de criação, escuta e celebração.

“No qual reverberar significa também re-verbar: repensar discursos, criar novas narrativas e sustentar a arte como espaço de resistência e invenção de futuro”, afirmam as idealizadoras.

O projeto é realizado por meio do PROFICE (Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura do Paraná), com incentivo da Copel.

SERVIÇO:
REVERBE — Encontro Internacional de Mulheridades em Cena
Programação: 29 de maio a 06 de junho de 2026
Inscrições e informações:
https://www.sympla.com.br/evento/reverbe-encontro-internacional-de-mulheridades-em-cena/3367998
Redes sociais: @alfaiataria_ | @nucleo_producoes

Informações: encontromagdalenacwb@gmail.com

Sobre Janaina Matter
Idealizadora e Diretora Artística da Alfaiataria, inaugurada em 2019, é atriz-criadora e cofundadora da Súbita Companhia de Teatro (2007), em Curitiba.

Sua pesquisa é dedicada ao teatro e ao cinema, com ênfase na fisicalidade em cena, a partir do método Suzuki para Atores, do diretor japonês Tadashi Suzuki.

Integra o The Magdalena Project, atuando como tradutora oficial do site da rede. Também desenvolve pesquisas em roteiro e direção para cinema e séries.

Sobre Greice Barros
Atriz, produtora e gestora cultural, atua há mais de 20 anos na realização de projetos culturais voltados a diversas linguagens artísticas.

É formada em Artes Cênicas pela FAP/UNESPAR e especialista em Políticas Culturais de Base Comunitária pela FLACSO.

Fundadora da Núcleo Produções Cultura e Desenvolvimento, integra a chefia de gabinete do SATED-PR (gestão 2025/2027) e representa a região Sul no GT Setorial do Teatro/Funarte.

Como atriz, integra a CiaSenhas de Teatro desde 2002 e desenvolve a pesquisa autoral solo “Raiz”.

Assessoria de Imprensa:
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DRAMATURGIA DE RESISTÊNCIA: ARTISTAS DE MINAS GERAIS LEVAM QUATRO ESPETÁCULOS AUTORAIS AO CORAÇÃO DO FRINGE 2026

Doce Árido. Crédito Foto: Marcella Calixto.

Mostra Insubmissa ocupa o Memorial de Curitiba com disruptura narrativa, lançamento literário e formato “Pague Quanto Vale” como manifesto político.

O que é preciso desobedecer para transformar estruturas opressoras e obsoletas? É a partir dessa provocação que se organiza a Mostra Insubmissa, que reúne no Fringe da 34ª edição do Festival de Curitiba um conjunto de obras criadas por artistas de Juiz de Fora (MG), marcadas pela força da dramaturgia autoral. Entre cozinhas que guardam segredos de família, personagens que escapam das páginas de Machado de Assis, mitos religiosos revisitados com ironia e jogos imaginativos da infância, os trabalhos transitam por universos muito distintos, mas compartilham uma mesma pulsão: questionar o que parece estabelecido e reinventar narrativas.

A Mostra Insubmissa acontece entre 1º e 6 de abril de 2026, no Memorial de Curitiba, reunindo quatro espetáculos, cenas curtas, leitura dramatizada e música ao vivo. “O projeto nasce de duas necessidades complementares. A primeira, reunir histórias ligadas pela insubordinação, pela reflexão crítica, pela recusa em baixar a cabeça. A segunda, mostrar que essa resistência à opressão vem do interior, chega com o pé na porta e sotaque mineiro, vindo de longe do eixo dos grandes centros e celebrando o impulso criativo artesanal de Minas”, afirma Tairone Vale, um dos idealizadores.

A ocupação também promove o trânsito entre linguagens. O espetáculo Doce Árido, que encerra a mostra, marca o retorno aos palcos de atriz Pri Helena com trabalhos recentes de destaque no audiovisual nacional, como o premiado longa Ainda Estou Aqui e a novela Volta por Cima.
Narrativas da insubmissão

Entre os espetáculos está Doce Árido, parceria do coletivo Grilla! com o dramaturgo e diretor Tairone Vale. A montagem acompanha três gerações de mulheres que sustentam a casa com a produção artesanal de doce de leite no interior de Minas Gerais. Em cena, o trabalho cotidiano na cozinha se transforma em metáfora para discutir herança familiar, sobrevivência e resistência feminina. O elenco reúne as atrizes Pri Helena, Rebeca Figueiredo e Layla Paganini.

A mostra ainda traz de volta a Trupe Qualquer a Curitiba, onde esteve em 2024, no FRINGE com sua Minas Mostra. Desta vez, em uma ousada releitura do maior autor brasileiro, Um Homem Célebre é construída a partir dos mais famosos contos de Machado de Assis. A peça costura personagens e situações do romancista para explorar temas universais e atemporais como identidade, arte brasileira, sucesso, fracasso e as contradições da natureza humana. A ideia era contribuir para a vida de uma obra que persiste em apontar feridas, sobretudo em um momento que Machado de Assis pode ser relido a partir de sua negritude, tarefa que a peça se encarrega. Para a supervisão dramatúrgica é assinada por Pedro Kosovski, diretor e dramaturgo carioca vencedor do Prêmio Shell de Teatro.

Já o solo Versão Demo, primeiro monólogo escrito e protagonizado por Tairone Vale, apresenta uma perspectiva provocadora: o próprio Senhor das Trevas decide contar sua versão da história. Com humor ácido e ironia, o espetáculo revisita narrativas religiosas e questiona conceitos de culpa, moralidade e livre-arbítrio.

Voltado ao público infantil e familiar, Como Cozinhar uma Criança parte de uma premissa inusitada: em um programa culinário fictício, dois cozinheiros discutem se devem ou não seguir uma receita que manda preparar… uma criança. O tema gira em torno da importante pergunta: como preparar uma criança para não virar um adulto duro e intragável? Inspirado no livro do escritor português Afonso Cruz, o texto e direção de Tairone dão vida ao espetáculo que mistura teatro, música e humor para abordar imaginação e infância de forma lúdica. A montagem marca também a estreia teatral da Banda Trupicada.

Além dos espetáculos, a Mostra Insubmissa inclui as cenas curtas Pharmakon e Memento Mori, da Trupe Qualquer, com textos de Rafael Coutinho, a leitura dramatizada de Big Bang, texto infantojuvenil de Tairone Vale, e ainda um pocket show da Banda Trupicada.

Do palco para as páginas: lançamento literário
O Fringe de Curitiba marca também o nascimento editorial de Versão Demo. Após quase dez anos de gestação, o monólogo de chega ao formato de livro pela Helicônia Editora. A publicação reúne o texto integral da peça e ilustrações de Bel Benetti, que transformam o sarcasmo do espetáculo em um jogo visual igualmente irreverente.

Acesso como manifesto: Pague quanto Vale
Na contramão da elitização do acesso à cultura, todas as sessões da Mostra Insubmissa adotam o formato “Pague Quanto Vale”. Mais do que uma facilidade econômica, a escolha é um posicionamento político dos coletivos mineiros para democratizar a fruição artística e convocar o espectador do Fringe à corresponsabilidade pela manutenção da pesquisa teatral independente. “O teatro de resistência vive muito da insistência e da coletividade. A mostra também é um gesto de encontro entre artistas, obras e público”, afirma Rafael Coutinho, diretor de Um Homem Célebre e integrante da Trupe Qualquer.

SERVIÇO:
Mostra Insubmissa
Programação integrante do Festival de Curitiba – Fringe Festival
Local: Memorial de Curitiba – Teatro Londrina (R. Dr. Claudino dos Santos, 79 – São Francisco)
Data: 1º a 6 de abril de 2026
Ingressos: Pague quanto vale
Confira a programação completa no site: www.mostrainsubmissa.com | @mostrainsubmissa

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

QUANDO O BEIJO VIRA MANCHETE: GARALHUFA ESTREIA “BEIJO E ASFALTO OU O FATO É:” NO MINI GUAÍRA

Na foto de Lina Sumizono, as atrizes Stephanie Zouza e Mariana Venâncio e o ator Victor Lucas Olivier em preparo para a estreia da nova montagem no Mini Guaíra reinventando um clássico rodrigueano.

Garalhufa estreia montagem investigativa inspirada em Nelson Rodrigues no Miniauditório Glauco Flores de Sá com temporada gratuita em março.

Três atores decidem montar O Beijo no Asfalto. Durante o processo, percebem que talvez não estejam montando a peça, mas investigando-a. A partir dessa provocação nasce “BEIJO E ASFALTO ou O fato é:”, novo espetáculo da companhia Garalhufa, que estreia para o grande público no dia 12 de março, no Miniauditório Glauco Flores de Sá (Mini Guaíra), em Curitiba, com entrada gratuita e sessões acessíveis em Libras.

O projeto parte de um estudo aprofundado de O Beijo no Asfalto, clássico de Nelson Rodrigues. Mas não se trata de uma adaptação ou releitura tradicional. É um espetáculo-investigação. Durante o processo de pesquisa, o grupo mergulhou na dramaturgia rodrigueana e descobriu informações históricas pouco conhecidas sobre a escrita da obra e sobre o próprio autor. A partir desse material, decidiu transformar o palco em laboratório: uma mesa de apuração, sala de ensaio, redação de jornal, tribunal, delegacia e feed de notícias.

Na peça original, o beijo entre Arandir e um homem atropelado vira manchete e serve como cortina de fumaça para encobrir um crime policial. Mais de seis décadas depois, a pergunta permanece: quem constrói os fatos? Por que se contam algumas histórias e não outras? Um jornal mentiria?

Em vez de “atualizar” Nelson, o espetáculo da Garalhufa utiliza a obra como ponto de partida para investigar a permanência das estruturas que ele denunciava: espetacularização midiática, moralismo, violência institucional e fake news. “A obra não é uma adaptação. É um estudo cênico. Investigamos como um gesto íntimo pode ser convertido em escândalo público, e como as versões se consolidam como verdade”, afirma a atriz e idealizadora do projeto Mariana Venâncio.

Peça-ensaio, palestra performativa, investigação
Com orientação artística de Giordano Castro, integrante do grupo pernambucano Magiluth, o trabalho assume uma linguagem híbrida entre peça-ensaio, palestra performativa e investigação documental. A dramaturgia é assinada por Vinicius Medeiros, com direção colaborativa entre elenco e dramaturgo. Em cena estão Mariana Venâncio, Victor Lucas Olivier e Stephanie Zouza.

O projeto nasceu em 2023, durante uma residência de Criação Colaborativa realizada no CPT Sesc Consolação, em intercâmbio com os grupos Magiluth e Quatroloscinco. A partir dessa experiência, iniciou-se a pesquisa que agora chega ao público.

Todas as apresentações da primeira temporada são gratuitas, com ingressos distribuídos 30 minutos antes de cada sessão na bilheteria do teatro. As sessões com tradução em Libras acontecem nos dias 15 (19h) e 19 (20h). A segunda temporada, com data marcada para o meio do ano, no Teatro Cleon Jacques, também oferece ingressos gratuitos e as sessões com Libras acontecem nos dias 17, 18 e 24 de julho.

O projeto é realizado por meio do Mecenato – Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Curitiba, com incentivo do Centro Diagnóstico Água Verde, Florença Veículos e Serra Verde Express.

Sobre a Garalhufa
A Garalhufa é uma trupe teatral, escola de atuação e centro cultural sediado no Largo da Ordem, em Curitiba. Com seis anos de atuação, já produziu seis espetáculos (quatro autorais) e três curta-metragens, além de circular por cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, João Pessoa, Florianópolis e Campinas.

Serviço:

“BEIJO E ASFALTO ou O fato é:”
Temporada de estreia: Miniauditório Glauco Flores de Sá (Rua Amintas de Barros, s/n – Centro, Curitiba)
Data: 11 a 22 de março, de quarta a sábado às 20h e nos domingos às 16h e às 19h. *Dia 14 (sexta) não haverá apresentação. 
Sessões com Libras: dia 15 às 19h e dia 19 às 20h.

2ª Temporada: Teatro Cleon Jacques (Rua Prof. Nilo Brandão, 710 – São Lourenço) 
Data: 17 a 26 de julho, sextas e sábados às 20h, e domingos às 19h. 
Sessões com Libras: 17, 18 e 24 de julho.
*Ingressos: Gratuito – retirar 30 minutos antes de cada sessão na bilheteria do teatro.

Ficha Técnica:
Idealização e direção de produção: Mariana Venâncio | Orientação artística: Giordano Castro | Dramaturgia: Vinicius Medeiros | Direção colaborativa: elenco e dramaturgo | Elenco: Mariana Venâncio, Stephanie Zouza e Victor Lucas Oliver | Sonoplastia: Cadu Machado | Iluminação: Ever Silva | Preparação vocal: Elis Koppe | Preparação corporal: Ana Filimberti | Cenário: Júlia Herculano | Figurino: Beatriz Alves e Izabelle Viana | Assistência de produção: Mateus Sandré | Mediação: Enzo Torre

Assessoria de Imprensa:
BB Comunica – @bb_comunica

RUA RIACHUELO É PALCO DE ESPETÁCULO ITINERANTE SOBRE O TEMPO, A CIDADE E O DIREITO DE SONHAR

Inspirado em histórias reais e na memória urbana, o grupo Olho Rasteiro convida o público a percorrer a cidade em uma experiência teatral gratuita que mistura realidade e ficção.

O grupo Olho Rasteiro apresenta ao público o espetáculo “Como nasce uma rua ou Cartografia de um tempo”, uma experiência teatral itinerante que convida a repensar a cidade, suas memórias e futuros possíveis. As apresentações acontecem nos dias 17, 18 e 19 de novembro, às 11h e 16h, pela Rua Riachuelo, no centro de Curitiba. A participação é gratuita.

O percurso cênico tem início na Praça 19 de Dezembro e se encerra na esquina da Rua São Francisco, misturando o real e o ficcional em uma dramaturgia inspirada em histórias de pessoas que vivem e trabalham em uma das ruas mais antigas da cidade. Segundo Rana Moscheta, cofundadora do grupo, a proposta é construir um diálogo vivo entre arte e cidade: “Estar na cidade significa estar poroso ao ambiente, sem uma relação unilateral. É construir ativamente o acontecimento teatral. A função da pessoa artista na cidade vai além de uma atuação individual, ela se dá na intensificação da teatralidade urbana e na extrapolação do próprio espetáculo”.

Resultado de um processo de criação coletiva, o trabalho nasceu a partir de um levantamento histórico, entrevistas e improvisações realizadas com moradores, comerciantes e transeuntes da região. Em cena, três personagens tentam seguir suas vidas em pleno 2025, em meio a uma rua completamente urbanizada. Conduzidos por uma misteriosa figura, são instigados a sonhar novos futuros e a refletir sobre as transformações do espaço urbano. A ideia, de acordo com Paulo Chierentini, cofundador, é que o espetáculo desperte novos olhares sobre o cotidiano. “Nosso desejo é olhar para além do concreto, para além do nível horizontal da altura dos nossos olhos. Convidamos o espectador a enxergar poesia onde normalmente não se vê, a criar afetos por meio de situações ficcionais dentro de uma cidade sempre viva e real.”

A encenação valoriza a relação com o território e seus habitantes. O grupo contou com o apoio de comerciantes locais, como o Ateliê Sina, que cedeu o espaço de sua varanda para a realização de uma das cenas. Figurinos e elementos cênicos também foram adquiridos em estabelecimentos da própria rua, fortalecendo o vínculo entre arte e comunidade.

O projeto foi contemplado pelo EDITAL Nº 032/2024 – Fomento Aldir Blanc Curitiba 2024, da Fundação Cultural de Curitiba.

Serviço:
Espetáculo: Como nasce uma rua ou Cartografia de um tempo
Datas: 17, 18 e 19 de novembro de 2025
Horários: 11h e 16h
Local: Rua Riachuelo (início na Praça 19 de Dezembro e término na esquina com Rua São Francisco), Curitiba
Ingresso: Gratuito

Ficha técnica:
Direção e dramaturgia: Grupo Olho Rasteiro | Elenco: Alucas Santos, Paulo Chierentini, Rana Moscheta e Rosane Freire | Consultoria de Visualidades (cenografia, figurino, maquiagem e adereços): Patricia Cipriano | Designer gráfico: Nicolas Dorvalino | Costureira: Adelaide dos Santos Silva | Contra-regra: Amanda Curedes | Assessoria de imprensa: Bruna Bazzo | Agradecimento: Ateliê Sina

Sobre o Grupo Olho Rasteiro
Formado em 2014, o Grupo Olho Rasteiro tem como eixo de criação o trabalho coletivo, integrando atuação, dramaturgia, música e performance. A pesquisa do grupo parte da relação entre corpo, cidade e teatralidade, sempre buscando construir experiências que ultrapassem os limites tradicionais da cena.

Com seis trabalhos em seu repertório: Lugar de ser Inútil (2014), Os Cegos (2016), O Terreno Baldio (2016), O Auto Segundo Gabriel (2017) e Hi, Breasil! (2019), o grupo já realizou mais de 200 apresentações em estados como Paraná, São Paulo e Ceará.

Instagram: @grupoolhorasteiro

Facebook: Grupo Olho Rasteiro

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

SOLO DE PAGU LEAL TRAZ COM HUMOR UMA REFLEXÃO SOBRE A IMPOSIÇÃO DE PADRÕES DE BELEZA

Na foto de Monica Lachman, Pagu Leal dá vida a personagem do solo “Do Dia que Olhei no Espelho e Não Me Encontrei”, com mini temporada no Mini Guaíra.

Espetáculo “Do Dia Que Olhei no Espelho e Não Me Encontrei” retorna em nova temporada no miniauditório do Teatro Guaíra, em novembro

Em tempos em que os padrões de beleza são amplamente debatidos, mas ainda tão presentes e opressivos, a atriz e autora Pagu Leal convida o público para uma reflexão sensível e bem-humorada sobre o tema em “Do Dia Que Olhei no Espelho e Não Me Encontrei”. A peça retorna ao palco para nova temporada de 7 a 9 de novembro, no Miniauditório do Teatro Guaíra, em Curitiba.

A montagem mistura stand-up comedy, relato pessoal e filosofia, costurando com leveza e contundência as diversas formas de violência simbólica e estética vividas, sobretudo, por mulheres. Ao longo da apresentação, Pagu compartilha suas próprias experiências com o corpo e a imagem, criando uma atmosfera de diálogo íntimo com o público. “O padrão ignora o envelhecimento natural das mulheres e objetifica corpos de jovens e adolescentes”, afirma a artista. “Além disso, não considera cores, biotipos, contextos sociais, cultura, religião e tantas outras diversidades”, completa.

Mais do que uma crítica, o espetáculo propõe um caminho de autoconhecimento, aceitação e amor-próprio. Com uma linguagem direta e cativante, Pagu provoca o riso e a identificação, abrindo espaço para que cada espectador se enxergue no espelho com um olhar mais generoso.
A direção artística é assinada por Giorgia Conceição, artista burlesca e terapeuta corporal, que mergulhou no universo do texto, originalmente construído a partir de crônicas e anotações de aula, para criar uma encenação ágil, emotiva e divertida. Com sensibilidade e ritmo, Giorgia imprimiu teatralidade ao material e acentuou o caráter cômico das situações envolvendo a busca da beleza.

O espetáculo conta ainda com uma equipe criativa inteiramente feminina, refletindo a pluralidade e a sensibilidade sobre o corpo e a cena. Os ingressos para a mini temporada estão disponíveis no disk ingresso, no valor de R$ 50 (cinquenta reais), 50% de desconto para lista amiga mediante apresentação de cupom digital (para a compra de 01 um ingresso por cupom) e R$ 25 (vinte cinco reais), meia entrada.

Sobre a autora e atriz
Há mais de 30 anos em Curitiba a artista das Artes Cênicas, Pagu Leal já atuou em mais de 40 espetáculos profissionais como atriz. Ao longo de sua carreira, foi transformando a sua voz de atriz em uma voz autoral na dramaturgia e também como diretora artística. Em 2020 foi contemplada com o Prêmio Reconhecimento da Trajetória através da Lei Aldir Blanc.

Como dramaturga já teve diversos textos encenados, destaques para: 2021 “Do dia que Olhei no Espelho e Não me Encontrei”, 2011 “A Vênus das Peles” contemplado com o prêmio Myriam Muniz pela Funarte. “Difícil Amor”, contemplado pelo Troféu Poty Lazzarotto de Melhor Texto Teatral em 2004 e, “Que Absurdo!” texto selecionado no projeto: Dramaturgias Contemporâneas Brasileiras da Fundação Cultural de Curitiba. Teve seu próprio programa de humor na TV em 2011, “Coisas de Casal” na RPC TV, Globo Paraná, onde atuava e escrevia. Dentro das pesquisas em Filosofia tem se dedicado à Filosofia da Linguagem, com especial atenção aos estudos sobre Filosofia Analítica da Linguagem e Ética.

Arte de Lu Stocco para o solo de Pagu Leal.

SERVIÇO:
Espetáculo: Do Dia Que Olhei no Espelho e Não Me Encontrei
Data: 07, 08 de novembro, às 20h | 09 de novembro (domingo), às 19h
Local: Miniauditório do Teatro Guaíra (Rua Amintas de Barros, s/nº)
Ingressos: à venda neste link
Classificação indicativa: 16 anos

Duração: Aproximadamente 60 minutos

FICHA TÉCNICA
Texto e atuação: Pagu Leal | Direção artística e figurino: Giorgia Conceição | Iluminação: Izabelle Marques | Assessoria de Comunicação: Bruna Bazzo | Arte gráfica: Luciane Stocco | Fotos da peça e backstage: Monica Lachman | Foto do cartaz: Cleverson Oliveira | Produção: Sociedade Poética

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

CHOQUE É CRIADA A PARTIR DO CONCEITO DE WALTER BENJAMIN SOBRE O ANESTESIAMENTO DOS CORPOS

Carmen Jorge, Elke Siedler e Juliana Adur. Crédito da foto: Milla Jung.

Peça de dança estreia dia 1 de outubro no Miniauditório do Teatro Guaíra, com entrada gratuita

No dia 1 de outubro de 2025, no Miniauditório do Teatro Guaíra, em Curitiba (PR), estreia o novo trabalho da Rumo de Cultura, CHOQUE. A temporada segue até dia 19 de outubro, de quarta a sábado, às 20h e domingo, às 19h – com entrada franca.

Em cena, Carmen Jorge, Elke Siedler e Juliana Adur provam diante do público 3 versões de um circuito particular que, na mistura, monta um coletivo multidirecional de intensidades corporais que vão do riso ao choro, do canto ao gemido, do vulto à nitidez. Desenham no espaço trajetos únicos que, sobrepostos, criam possibilidade de viver pela – e não apesar – da diferença. A peça tem direção e dramaturgia de Fernando de Proença.

O trabalho de dança constrói movidas energéticas que mobilizam estados de corpo a partir do conceito de Walter Benjamin sobre Choque. Anestesiadas, precarizadas e cheias dos estímulos externos/mundo, refletem sobre relações de poder e comando respondendo com alguns desânimos as solicitações mundanas para corpos desestabilizados. Juntas e lentas, vivem em seus corpos a experiência de derretimento, escoramento, tosse – contaminação, escuta, equilíbrio, sacudida e descanso.

Se escondem para mostrar, graves e agudas, mostram o que escondem – hiperbólicas. Provam, de novo, que dançam. Suas histórias mexem com seus corpos e as relações na cena, são mulheres que vivem a devoção à dança na frente da audiência.

A metáfora é pública. A luz, de Beto Bruel e Lucas Amado, não recorta e não separa, não edita e não divide, não sublinha, não salienta – se abre. O público, dentro, experimenta verbos como sentar, olhar, mexer, calar, pensar e, como é público, tossir.

3 diferentes. Uma quer ficar pra cima, outra quer ficar em baixo, uma quer sentir no palco como nunca. Equilibra a cabeça, todo dia, toda hora. Uma hora, equilibra com o dedo do meio. Outra hora, faz a parada de cabeça. Param, pausam, caminham, pulam, tremem, fazem tremer e fazem o teatro – lugar do palco – tremer.

Além da temporada de estreia de CHOQUE, o projeto oferece uma conversa pública intitulada “Clínica do Processo”, com a equipe e Elenize Dezgeniski, psicanalista que acompanha a construção da peça. A mesa acontece no dia 4 de outubro, às 17h30, no Miniauditório, com entrada franca.

No dia 7 de outubro, acontece uma sessão fechada da peça para o público cego, com audiodescrição.

Durante o primeiro semestre, o projeto ofereceu aulas gratuitas com as dançarinas do projeto e um seminário sobre Choque, em Walter Benjamin – com a profa. Dra. Fátima Costa de Lima.

Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio de incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba com incentivo da UNINTER e FIAT/Florença. Realização: Rumo de Cultura.

FICHA TÉCNICA:
idealização, direção e dramaturgia FERNANDO DE PROENÇA | com CARMEN JORGE, ELKE SIEDLER e JULIANA ADUR | interlocução DIEGO MARCHIORO | luz BETO BRUEL e LUCAS AMADO | roupa AMABILIS DE JESUS | trilha sonora e preparação vocal JULIA KLÜBER | bateria BABI AGE | captação e edição de bateria GUI MIUDO | consultoria de produção musical LEO GUMIERO e RHODEN | seminário “Choque em Walter Benjamin” FÁTIMA COSTA DE LIMA | clínica do processo ELENIZE DEZGENISKI | foto MILLA JUNG | vídeo ALAN RAFFO | identidade visual LUANA NAVARRO | design gráfico ADRIANA ALEGRIA | teaser e estratégia de mídias digitais GABRIELA BERBERT | site JULIA BRASIL | assessoria de imprensa PAULA MELECH – LINHA COMUNICA | audiodescrição – roteiro e narração JOSELBA FONSECA e HELENA DE JORGE PORTELA – consultoria LUCAS ANTONIO | tradução em libras TALITA GRÜNHAGEN – TAÉ LIBRAS | estagiária MARIA EDUARDA RODRIGUES | direção de produção DIEGO MARCHIORO | produção executiva CINDY NAPOLI | realização FERNANDO DE PROENÇA e RUMO DE CULTURA

SERVIÇO:
CHOQUE
Miniauditório Glauco Flores de Sá Brito – Centro Cultural Teatro Guaíra
(Rua Amintas de Barros, 70 – centro – Curitiba-PR)
de 1 a 19 de outubro de 2025
de quarta a sábado, 20h
domingo, 19h
ENTRADA FRANCA
*retirada de ingresso 1h antes