GRUPO OBRAGEM ESTREIA “AS TRAMOIAS DE JOSÉ NA CIDADE LABIRÍNTICA” EM FORMATO ONLINE

As tramoias de José na cidade labiríntica / Eduardo Giacomini. Foto de Elenize Dezgeniski.

O premiado espetáculo já circulou por diversas cidades brasileiras e agora retorna para o repertório da companhia.

Para celebrar os 10 anos de diferentes temporadas e a circulação em mais de 30 cidades brasileiras, no dia 06 de março às 20h o Grupo Obragem de Teatro apresenta o espetáculo “As tramoias de José na cidade labiríntica” em uma versão inédita no formato teatro filmado que será exibido gratuitamente através da plataforma da companhia no Youtube. A fim de compartilhar com a audiência o processo criativo desta premiada obra, a apresentação será seguida de uma conversa com a equipe de criação do trabalho.

“Nós, do Grupo Obragem, estamos muito felizes com essa versão de teatro filmado da peça “As tramoias de José na cidade labiríntica”. A gente estreou essa peça há exatos 10 anos atrás, já apresentamos ela em festivais, mostras e temporadas em Curitiba e me parece que a cada sessão ela se atualiza e propõem novas reflexões sobre o comportamento humano e a sociedade que a gente vive”, ressalta o ator Eduardo Giacomini.

A montagem é um monólogo sobre um homem errante – José, nas ruas de uma grande cidade e sua experiência de reinvenção. O personagem José, interpretado com maestria pelo ator Eduardo Giacomini, reconfigura sua trajetória de vida, combinando ficções por ele arranjadas, aos seus insucessos. Ao refletir sobre momentos importantes de sua vida, como a experiência da perda do amor, do abandono ou sobre os sentimentos de vergonha e impotência, “José” discute situações que caracterizam um homem errante: A FOME; A SOLIDÃO; A INVISIBILIDADE e a PROMISCUIDADE, por exemplo.

A principal ideia da encenação é apresentar o estado de isolamento e desvio da realidade de “José”, por meio de um ambiente vazio e indeterminado. Essa proposta pretende criar identificação com a nossa sociedade e com os sentimentos de vazio e inadequação de muitas pessoas.

Além disso, no dia 08 de março às 9h será realizada uma oficina online sobre dramaturgia com Olga Nenevê, autora e diretora da peça. A ação formativa é gratuita e aberta à comunidade. Os interessados podem se inscrever pelo e-mail obragem@grupoobragemdeteatro.com.br enviando uma mini bio até o dia XX de março.

Trajetória da obra e ficha técnica

“As tramoias de José na cidade labiríntica” estreou em maio de 2011, na cidade de Curitiba, no Espaço do Grupo Obragem. A obra já fez inúmeras temporadas e circulou em mais de 30 cidades brasileiras. Ganhou Troféu Gralha Azul – Prêmio Melhores do Paraná 2012 – na categoria TEXTO ORIGINAL e ILUMINAÇÃO, além das indicações para CENÁRIO e SONOPLASTIA. Integrou importantes eventos culturais, tais como:

– Participou da Circulação SESI-PR 2014 – 1º e 2º semestre. Participou do FILO 2014;
– Participou da Semana Literária 2014 e 2015 da FCC e Secretaria de Educação do Paraná;
– Realizou apresentações para público das Regionais de Curitiba – Edital Difusão 2015;
– Participou do Projeto MOVE – solos de teatro e dança promovido pelo Grupo Obragem – 2015;
– Ganhou o Prêmio Arte Paraná da SEEC-PR em 2016.

Ficha técnica da obra
Olga Nenevê – dramaturga/diretora
Eduardo Giacomini – ator/figurinista/cenógrafo
Edith de Camargo – trilha musical
Lucas Amado – iluminador
Elenize Dezgeniski – direção de fotografia/projeções/fotos
Mariana Gómez – preparadora corporal
Alan Raffo – transmissão ao vivo/operador de câmera
Lídia Ueta – operadora de câmera/editora de vídeo
Francisco Santarosa Esmanhoto – técnico de som
Alessandra Nenevê – designer gráfico
Rose Matias e Andria Nenevê – costureira
Jonatas Medeiros – intérprete de libras
Larissa de Lima – assessora de imprensa

Serviço:
AS TRAMOIAS DE JOSÉ NA CIDADE LABIRÍNTICA – teatro filmado
Quando? 06 de março de 2021 às 20h
Onde? Transmissão da peça seguida de conversa aberta com os criadores através do YouTube da companhia:
www.youtube.com/user/Eduolga/featured

Oficina: Dramaturgia – teatro e teatro filmado – com Olga Nenevê
Quando? 08 de março de 2021 das 9h às 13h.
Onde? A oficina será realizada em plataforma online. Inscrições pelo e-mail obragem@grupoobragemdeteatro.com.br com envio de mini bio até o dia 07 de março de 2021.

Instagram: @grupoobragemdeteatro
Facebook: www.facebook.com/obragem
Site: www.grupoobragemdeteatro.com.br
Assessora de Imprensa: Larissa de Lima | 41-98510-6389

PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA, DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA E DO MINISTÉRIO DO TURISMO.

TODAS AS INFORMAÇÕES CONSTANTES NESTA OBRA SÃO DE RESPONSABILIDADE EXCLUSIVA DO AUTOR.

“POR TRÁS DA CENA”, PODCAST COM CURADORIA DE MAÍRA LOUR E GILMAR KAMINSKI, REVELA OS PROCESSOS CRIATIVOS DO TEATRO

Maíra Lour e Gilmar Kaminski / Créditos: Eli Firmeza e Carol Castanho.

Feito para interessados em teatro, cada episódio conta com dois artistas criadores compartilhando suas experiências

Dramaturgia, direção de cena, atuação e cenografia são alguns dos conteúdos que o podcast “Por Trás da Cena” traz para discussão em oito episódios lançados às quintas-feiras, de 25 de fevereiro a 15 de abril. Idealizado pela diretora artística Maíra Lour e pelo produtor cultural Gilmar Kaminski, o podcast convida artistas para compartilharem suas experiências, procedimentos, modos de criação e memórias de teatro. Os episódios estão sendo pensados para que curiosos e amantes do teatro possam conhecer mais o dia a dia dos artistas, podendo se tornar uma ferramenta de aprimoramento técnico e artístico de estudantes, profissionais, pesquisadores e interessados nas artes cênicas.

Maíra define a empreitada “como um espaço de troca, conexões e escuta, para revelar o que não se vê: a sala de ensaio, as coxias, os camarins são locais que guardam a intimidade do teatro, o mecanismo todo que se movimenta para que as criações aconteçam”. E, segundo Gilmar, essa foi uma das formas que encontraram para seguir em movimento e promover encontros, mesmo sem a possibilidade da presença física.

Todos os episódios estão sendo produzidos, editados e lançados de forma remota e seguindo os protocolos sanitários de enfrentamento à COVID-19. O podcast é apresentado por Maíra e como convidados, a dupla buscou mesclar artistas curitibanos com artistas de outras regiões do país e de Portugal envolvidos no fazer teatral: dramaturgas/os, atrizes/atores, diretoras/es, cenógrafas/os, iluminadoras/os.

Maíra e Gilmar não pretendem parar nos oito episódios previstos para a temporada. Segundo eles, a ideia é criar conexões entre artistas e dar continuidade a estas conversas descontraídas e necessárias para os tempos atuais em próximas temporadas.

O podcast está disponível nas principais plataformas de streaming de áudio:

Spotify: aqui
Google Podcasts: aqui
Youtube: aqui

CRIADORES
Maíra Lour é diretora teatral, dramaturga e arte educadora. Diretora da Súbita Companhia de Teatro, colaboradora e orientadora do núcleo IMP de pesquisa em dança – Investigação do Movimento Particular e idealizadora do Plataforma – Espaço de Investigação Artística. Artista profundamente interessada pela intersecção entre teatro, dança e literatura. Dedica-se à pesquisa de autoras mulheres latino-americanas; mulheres diretoras de teatro, procedimentos de direção cênica; dramaturgia contemporânea; estudos do corpo dramático-poético e modos colaborativos de criação e produção.

Gilmar Kaminski é produtor cênico graduado pela Universidade Federal do Paraná (2017) e técnico em contabilidade pelo Instituto Federal do Paraná (2011). Desde 2014 atua como produtor na cidade de Curitiba, desenvolvendo projetos nas diversas linguagens artísticas – teatro, música, audiovisual, patrimônio cultural e literatura. É fundador da Flutua Produções e atualmente integra a equipe de produção d’A Armadilha Cia de Teatro e da Bienal de Quadrinhos de Curitiba.

FICHA TÉCNICA
Curadoria: Gilmar Kaminski e Maíra Lour
Apresentação: Maíra Lour
Produção: Gilmar Kaminski – Flutua Produções
Edição de som e vinheta: Álvaro Antonio
Comunicação: Luísa Bonin e Thays Cristine – Platea Comunicação e Arte
Projeto gráfico: Camila Villanova e Victor Uchoa
Realização: Flutua Produções

Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo.

ARTISTAS LEONARDA GLÜCK E KATIA HORN TRANSPÕEM A MITOLOGIA DAS FADAS PARA A REALIDADE CONTEMPORÂNEA EM MEMES LITERÁRIOS

As “Fadinhas Fodidas” disponibilizam textos e ilustrações inéditos toda quarta-feira, às 19h, no Instagram do projeto @maisfadinhas

A escritora Leonarda Glück e a artista plástica Katia Horn lançaram, em abril de 2020, a convite da Pomeiro Gestão Cultural, um projeto transmídia que une textos originais de Leonarda com ilustrações inéditas de Katia. Trazendo a mitologia das fadas para a realidade contemporânea, os textos e as imagens utilizam a figura das fadas num tom irônico e com humor ácido para promover reflexões políticas, culturais e sociais. Para conhecer o projeto e as fadas, basta acessar o perfil @maisfadinhas no Instagram.

Com obras que propõem reflexão sobre algo que aconteceu ou está acontecendo na semana em questão, as artistas se dispõem a ler a realidade das mulheres, em especial as brasileiras e latinas, e todas as camadas de machismo, sexismo, homofobia e transfobia que se impõe sobre suas jornadas. “Funciona quase como um meme literário que resume a situação política da semana”, comenta Leonarda Glück. Sobre a empreitada, Katia afirma: “Elas não são fofas e não moram num “felizes para sempre”, então podem gerar desconforto no público, porque elas escancaram nossas tragédias cotidianas”.

Com o projeto na rua desde abril de 2020, as artistas querem lançar um livro com as ilustrações e crônicas, além de, quem sabe, transformar a estética que criaram nas Fadinhas em produtos como camisetas e canecas. Por flertar com a estética pop, muitos fãs do projeto pedem produtos derivados. Porém, para as artistas, a visão é mais ampla: “A ideia é gerar reflexão mesmo, produzir conhecimento, disparar ideias que estimulem o pensamento autônomo nas pessoas que o projeto atingir eventualmente. Tudo isso com humor e cores vibrantes. Esse é o nosso maior sonho”, completa Leonarda.

O projeto começou de modo independente, e agora conta com o incentivo da Lei Aldir Blanc via Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo, que viabilizou, através do projeto “Mais Fadinhas Do Que Nunca”, a criação de 20 novas ilustrações e a produção de um mini documentário sobre o processo de criação das Fadinhas, dirigido pelo cineasta Thiago Bezerra Benites.

Para conhecer e acompanhar cada nova Fadinha, siga o Instagram: www.instagram.com/maisfadinhas/ e a página no Facebook: www.facebook.com/maisfadinhas

Leonarda Glück e Katia Horn

Sobre as artistas

Leonarda Glück
Atriz, dramaturga e diretora curitibana radicada em São Paulo. Co-fundadora da Companhia Silenciosa e do Coletivo Selvática. Graduada em Direção Teatral pela Faculdade de Artes do Paraná (FAP). Tem mais de vinte textos encenados por diferentes grupos, companhias e artistas brasileiros e internacionais de diversas linguagens artísticas. Publicou A Perfodrama de Leonarda Glück – Literaturas Dramáticas de Uma Mulher (Trans) de Teatro, coletânea com seis textos teatrais. Seus projetos já foram contemplados por diversas instituições culturais brasileiras, tais como Fundação Cultural de Curitiba, Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, Fundação Nacional das Artes (Funarte), Instituto Itaú Cultural, SESC São Paulo, Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, entre outras. Os trabalhos que levam o nome da artista, sejam eles teatrais, performáticos, literários e/ou audiovisuais, já foram apresentados em diversas cidades do país e de fora dele, bem como publicados em diversas mídias, jornais, revistas e periódicos especializados em arte e cultura. As temáticas principais trabalhadas pela artista são amor, neocolonialismo, globalização, linguística, fronteiras, tecnologia, transexualidade, conflitos mundiais, Brasil, sexo, violência, cultura LGBTQI+, dominação e poder. Atualmente se prepara para estrear o solo Trava Bruta, tendo seu texto sido premiado pelo Edital de Dramaturgia em Pequenos Formatos Cênicos do CCSP 2020. Adiado pela pandemia de covid-19, o espetáculo está previsto para 2021, ano em que a artista completa 25 anos de carreira.

Katia Horn
Nasceu em 1965, em Luzerna, SC. Formou-se em Educação Artística em Dourados, MS, no ano de 1988. Está em Curitiba desde 1990, onde vem pesquisando e desenvolvendo seu trabalho em várias áreas artísticas, partindo das artes visuais para a performance, o teatro, a música e o audiovisual. Nas artes gráficas especificamente, já publicou suas ilustrações em jornais, revistas, ilustrou diversos livros e trabalhou para algumas editoras nacionais ilustrando materiais didáticos. Como artista plástica, tem um caminho de muita pesquisa técnica e estilística, conhecimentos que utiliza muito no seu trabalho como ilustradora.

FICHA TÉCNICA
Textos de Leonarda Glück
Ilustrações de Katia Horn
Produção e Realização: Pomeiro Gestão Cultural
Coordenação de Produção: Igor Augustho
Produção Executiva: Eduardo Alves
Videomaker: Thiago Bezerra Benites
Assessoria de Imprensa e Marketing Digital: Platea Comunicação e Arte, Luisa Bonin e Thays Cristine
Assessoria Jurídica e Contábil: Ivanes Mattos

Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo. Todas as informações constantes nesta obra são de responsabilidade exclusiva das autoras.

JO MISTINGUETT FAZ LIVE PARA LANÇAR “DESTROY THE MUSIC – DYKES”

Jo Mistinguett – Apokalipse Now. Foto por Helen Kaliski

A artista curitibana apresenta o trabalho multimídia que faz referências ao lesbofeminismo e convida as artistas Gisele Dias aka DJ Elle e Carol Shimeji

A multiartista Jo Mistinguett faz uma live no dia 18 de dezembro de 2020 às 20 horas para lançar o single-video arte intitulado de “Destroy The Music – Dykes”. Ela se junta a Carol Shimeji e Gisele Dias Aka DJ Elle. A entrada é gratuita. O link da exibição vai ser exibido no Instagram de Jo Mistinguett – www.instagram.com/jomistinguett – no dia do evento.

O vídeo single foi lançado no dia 4 de dezembro e tem concepção, composição, performance e edição de autoria de Jo Mistinguett, as imagens e interlocução, de Helen Kaliski e a máscara, de Sílvia da Silva e Lua Castilho. Assista ao video clipe:


O trabalho é uma sequência de seu EP Apokalipse Now, de agosto de 2020. “Em Apokalipse Now surgiram algumas reflexões em minha cabeça sobre destruir o que entendemos por música. Acredito na destruição como possibilidade de se construir algo novo”, explica a autora, “e convoco a outras sapatão fazerem o mesmo”. Com referências ao atual contexto social e político do país, o projeto é todo composto por faixas e vídeos produzidos, mixados, gravados e editados por ela em sua casa.

Há 16 anos na cena curitibana atuando como produtora musical, performer, DJ, sonoplasta, compositora de trilhas sonoras originais e pesquisadora de novas tecnologias e novas percepções e experimentações sonoras, Jo se desenvolve em diferentes contextos artísticos. Entre seus trabalhos mais recentes realiza a jam eletrônica, Fenda Profana, em parceria com a artista Gisele Dias e o núcleo de pesquisa e ações em arte lésbica, SAPATARIA, ao lado de Daniele Cristyne e Helen Kaliski. Participou no Festival Motomix The Rokr Festival em 2006 e 2007. Em 2009, a música Girls Speak Louder em parceria com o produtor francês Costello atingiu o topo das listas em portais de DJS como Beatport e Juno Download. Realizou duas turnês na Europa de maneira independente, é co-fundadora da matilha Horrorosas Desprezíveis, com a qual participou do Festival Psicodália em 2019, integra o coletivo Casa Selvática.

– www.jomistinguett.com
– www.instagram.com/jomistinguett 

– www.youtube.com/jomistinguett 
– www.facebook.com/jomistinguettart 
– www.soundcloud.com/jomistinguett 
– www.twitter.com/Jo_Mistinguett 
– twitch.com/jomistinguett

CAROL SHIMEJI é diretora de arte , ilustradora, animadora e vj, atuante na área desde de 1999. Formada em Design Digital pela Universidade Anhembi Morumbi (2003). Realizações artísticas nas áreas de artes visuais/digitais e musicais. Exemplos: animação de abertura da Comic Con Experience (CCXP), o maior evento de cultura pop do Brasil – cliente: HBO Brasil. Ilustração e animação para o festival Satélite 061 (Brasília). Animação “Casal Neura” – cliente: MTV Brasil. Direção de arte para espetáculos musicais como: “Caixa de Memória Nelson Gonçalves 100 anos, na voz de Criolo” – Sesc Pinheiros, 2019. “Eterno Retorno a Mais de Mil, Pepeu Gomes” – Sesc Pompeia, 2019. “Festival Comida de Verdade” – Ocupação 9 de Julho, 2019. “Gero Camilo Canta Belchior”- Caixa Cultural São Paulo, 2018. “África Brasil 40 anos com Jorge Du Peixe, BNegão, Xênia França, Russo Passapusso e Nayra Costa”- Sesc Pinheiros, 2016 e outros. Além da produção de videoclipes para artistas como: Marcia Castro feat. Mayra Andrade, Selvagens à Procura de Lei, Orquestra Jabaquara, Miranda Kassin e outros.

– www.youtube.com/perfixduo 

– www.shimejistudio.com

GISELE DIAS (A.K.A. ELLE) é Dj, produtora, atriz, cantora, locutora, dubladora e performer. Suas primeiras experiências como Dj foram tocando black music em campeonatos de surf e skate em Santos – SP. Ainda em 2004 passou a tocar house, progressive house e electro em várias casas noturnas no estado de São Paulo (Santos, Baixada Santista e Guarulhos). Foi 2 vezes Dj convidada da Rádio Jovem Pan de Santos para fazer sets ao vivo. Em 2008 mudou-se definitivamente para Curitiba e tocou em vários clubes e também foi Dj residente do Vox Bar de 2008 à 2017. Produtora da Festa Cabarelle Burlesco desde 2013. Em 2019 iniciou a jam eletro-acústica “Fenda Profana” com a Dj e produtora Jo Misttinguett que através de CDjs, toca-discos, mixers, sintetizadores, efeitos, drum machines e outros equipamentos eletrônicos, sons mecânicos industriais feitos com objetos inusitados, ruídos e beats feitos com colagens instantâneas performados ao vivo pelas próprias artistas – criam uma atmosfera experimental de múltiplas percepções e estilos musicais.

– www.mixcloud.com/gisele-dias_ELLE/
– www.instagram.com/giseledias.a.k.a.elle/
– www.facebook.com/giseledias.djelle/ 

– www.facebook.com/giseledias.a.k.a.Elle
– www.twitter.com/DjElleDias

Serviço:
Live Profana
Jo Mistinguett convida Carol Shimeji, Gal Freire, Galiza e Giselle Dias
Sexta, 18 de dezembro de 2020
Das 20 às 21 horas
O link da exibição vai ser exibido no Instagram de Jo Mistinguett – www.instagram.com/jomistinguett – no dia do evento.

TRUPE AVE LOLA CELEBRA 10 ANOS DE HISTÓRIA COM ESTREIA ONLINE NO FESTIVAL ARTE COMO RESPIRO

Manaós. Crédito Maringas Maciel

O espetáculo teatral Manaós – Uma Saga de Luz e Sombra será exibido no próximo domingo (06) às 20h. Após a estreia, os artistas da trupe farão um bate-papo online para falar sobre o percurso artístico da companhia nesta primeira década.

Curitiba, 30 novembro de 2020 – A partir do dia 06 de dezembro às 20h, a filmagem do espetáculo teatral Manaós – uma saga de luz e sombra (2019), da Trupe Ave Lola, ficará disponível gratuitamente na plataforma online do Itaú Cultural (IC) durante 24h, integrando a programação nacional do Festival Arte como Respiro – 4ª edição – uma ação que reúne diversos artistas aprovados pelo edital Arte como Respiro: Múltiplos Editais de Emergência.

Essa será a primeira vez que a Trupe Ave Lola disponibilizará uma peça online para a sua audiência e também será a primeira vez que a companhia celebrará o seu aniversário de forma remota. “Todos os anos temos o hábito de reunir os artistas da cidade e a nossa audiência para brindar mais um ano de trabalho e arte. Porém, por causa da pandemia faremos um bate-papo online após a exibição do espetáculo dentro da programação do Festival Arte como Respiro. É uma forma de nos encontrarmos e refletirmos juntos sobre a nossa trajetória”, explica a diretora teatral Ana Rosa Tezza.

Reinventar as formas de dialogar com a sua audiência tem sido um desafio constante para os artistas de todo o mundo. É nesse contexto que a linguagem do audiovisual tornou-se um recurso fundamental para o teatro.

“A Trupe Ave Lola de teatro está honrada por ter sido selecionada pelos curadores do “Arte como Respiro”. Vivemos `um momento onde temos que unir força e encontrar novas formas, mesmo sabendo que a arte do teatro reivindicará sempre a presença, a corporeidade e o outro. Mas, enquanto não podemos desfrutar dessa bela característica das artes cênicas, aproveitemos as possibilidades das tecnologias e do engenho humano para resistirmos e atravessarmos esse momento de crise. Esperamos estar logo com nossas portas abertas e a casa cheia de pessoas celebrando o “estar juntos”, em segurança”, ressalta a diretora Ana Rosa Tezza.

UMA TRUPE DE TEATRO EM TEMPOS DE PANDEMIA
Compartilhar com a audiência o processo criativo de um espetáculo que deveria ter estreado em abril de 2020 foi a primeira forma que a Trupe Ave Lola encontrou para continuar falando sobre teatro no período de quarentena. Já nas primeiras semanas de isolamento social, a companhia lançou a websérie Sobre VIVER no teatro em tempos de reclusão, que é composta por 10 episódios no qual artistas de diferentes áreas do teatro (interpretação, figurino, música, produção, dramaturgia e direção, preparação vocal e corporal, iluminação) contam as especificidades do seu ofício. Todos os episódios da primeira temporada estão disponíveis gratuitamente no canal do YouTube e na IG TV da Trupe Ave Lola.

Além disso, a companhia lançou no mês de agosto de 2020 o Podcast Ave Lola composto por uma programação semanal de entrevistas (Conversas na Coxia) e leituras musicadas de textos da literatura universal (Boca de Cena). Todos os episódios do Podcast Ave Lola estão disponíveis em diversas plataformas e também pelo YouTube.

Serviço:

Manaós, uma saga de luz e sombra
>> Disponibilização online do espetáculo teatral no dia 06 de dezembro às 20h pela plataforma https://www.itaucultural.org.br/ dentro da programação do Festival Arte como Respiro – 4ª Edição. O espetáculo ficará disponível durante 24h.
Duração: 1h20
Classificação Indicativa: 14 anos | Não recomendado para menores de 14 anos por conter cena de insinuação de estupro.

Trupe Ave Lola de Teatro: 10 anos de história
>> Bate-papo online no dia 06/12 às 21h30 após a estreia do espetáculo Manaós – uma saga de luz e sombra no Festival Arte Como Respiro através deste link, aqui 

Instagram: @ave_lola
Facebook: www.facebook.com/avelolaespacaodecriacao/
Site: www.avelola.net.br/
Assessora de Imprensa: Larissa de Lima | 41-98510-6389

O ESPETÁCULO TEATRAL “DEZEMBRO”, COM DIREÇÃO DE DIEGO FORTES, ESTREIA COM TEMPORADA ON-LINE E GRATUITA NO MÊS DO NATAL E OFERECE 6 OFICINAS ABERTAS À COMUNIDADE

Peça Dezembro. Fotografia de Eika Yabusame

A comédia ácida “Dezembro”, texto do chileno Guillermo Calderón, com direção de Diego Fortes, estreia o nline na sexta-feira dia 04 de dezembro às 20h, seguido de um bate-papo sobre o espetáculo. A inscrição é gratuita e feita via Sympla, para que o espectador receba o link do dia da estreia

Além da estreia online do espetáculo no dia 04 de dezembro, o projeto irá realizar on-line uma leitura dramática do espetáculo “Clase”, do mesmo dramaturgo, no dia 18 de dezembro às 20h, e oferecerá gratuitamente à comunidade 6 oficinas. São elas: Formação e Sensibilização pelo Teatro com Diego Fortes, A iluminação cênica como elemento de linguagem com Augusto Ribeiro, Técnicas básicas de transmissão ao vivo com Alan Raffo, Criação de Solos com Ludmila Nascarella, Elaboração e gestão de projetos culturais, com Isadora Flores e Gilmar Kaminski, Improvisação e comicidade com Fernanda Fuchs e um Bate-Papo: Cenário e cenotécnica, com Guenia Lemos e Samuel Amorim. O acesso para a inscrição em todas as atividades pode ser feito pelo link: www.sympla.com.br/a.armadilha

Dezembro se passa num futuro próximo, onde o Chile está travando uma guerra contra o Peru e a Bolívia. Em Santiago, na véspera de Natal, o soldado Jorge e suas irmãs, Paula e Trinidad, discutem sobre política, nacionalismo e família, pois ele deve se apresentar ao exército no dia seguinte e voltar para o campo de batalha. As irmãs, gêmeas entre elas e ambas grávidas, discordam radicalmente sobre o que ele deve fazer: fugir ou lutar. Ao longo da noite, recebem algumas visitas inusitadas, descobrem segredos entre eles e a discussão culminará na decisão de Jorge.

Com três atores em cena: Alan Raffo, Fernanda Fuchs e Ludmila Nascarella, Dezembro é uma obra potente que trata de assuntos graves como a xenofobia, a solidariedade, a guerra e os estados de exceção. Uma comédia ácida que convida o público a invadir a intimidade desta família e a refletir sobre questões tão pungentes ao nosso presente. O texto, traduzido pelo diretor Diego Fortes, é considerado pela crítica internacional como um dos mais provocativos e relevantes do teatro latino-americano recente.

Sobre o espetáculo, Valmir Santos, jornalista e crítico do site Teatrojornal, afirma: “Eles são o retrato bem-acabado das incongruências da família, do Estado, da propriedade e da tradição, para mixar o corte crítico que subjaz na escrita de Calderón. Contrastar a realidade histórica e produzir ironia a partir dela – a corrosão do riso – é outra das perspicácias de sua obra como um todo. A encenação de Diego Fortes enfatiza o humor para tourear a gama de informações e de ideias.”

Dezembro. Fotografia: Luisa Bonin

SERVIÇO:
Estreia online e gratuita do espetáculo DEZEMBRO, seguido de bate-papo com a equipe
Online via Youtube
Data estreia: 04 de dezembro às 20h
Inscreva-se gratuitamente para receber o link da estreia e ser lembrado: https://bit.ly/3kU22Pw

Leitura dramática do texto CLASE de Guillermo Calderón
Online via Youtube
Data: 18 de dezembro às 20h
Inscreva-se para receber o link da estreia e ser lembrado: https://bit.ly/395Ln9M

OFICINAS GRATUITAS

Oficina: Formação e sensibilização pelo teatro com Diego Fortes
Data: 8, 9, 10 e 11 de Dezembro das 10h às 12h
Inscrições gratuitas: https://bit.ly/3fjCDxA
Para Estudantes de teatro e demais interessados a partir de 18 anos.
Online via Sympla Zoom

Oficina: A iluminação cênica como elemento de linguagem com Augusto Ribeiro
9 e 10 de Dezembro das 19h às 21h
Inscrições gratuitas: https://bit.ly/393grGY
Para Estudantes de artes cênicas entre 15 e 21 anos.
Online via Sympla Zoom

Oficina: Técnicas básicas de transmissão ao vivo com Alan Raffo
14 e 15 de dezembro, das 19h às 21h
Inscrições gratuitas: https://bit.ly/3kPVZf6
Para estudantes, interessados em artes cênicas, produtores a partir de 15 anos.

Online via Sympla Zoom

Oficina: Criação de Solos com Ludmila Nascarella
Datas: 7 e 8 de Dezembro das 20 às 22h
Inscrições gratuitas: https://bit.ly/3fq3Tui
Para adolescentes entre 13 e 18 anos.

Online via Sympla Zoom

Oficina: Elaboração e gestão de projetos culturais, com Isadora Flores e Gilmar Kaminski
16 e 17 de dezembro, das 10h às 12h
Inscrições gratuitas: https://bit.ly/35QUitk
Para artistas, estudantes de artes cênicas e música e demais interessados em produção cultural e na elaboração de projetos culturais.
Online via Sympla Zoom

Oficina: Improvisação e comicidade com Fernanda Fuchs
16 e 17 de dezembro, das 19h às 21h
Inscrições gratuitas:: https://bit.ly/3fmRgAm
Para estudantes de teatro e pessoas interessadas em comédia
Online via Sympla Zoom

BATE-PAPO
Bate-papo sobre “Cenário e cenotécnica”, com Guenia Lemos e Samuel Amorim
11/12 às 20h
Via Youtube da Armadilha – Inscreva-se para ser lembrado: https://bit.ly/2UMyh91

O acesso para a inscrição em todas as atividades pode ser feito pelo link: https://www.sympla.com.br/a.armadilha

Sobre o diretor Diego Fortes
Diego Fortes é ator, diretor, dramaturgo e artista docente convidado de direção da Escola SP de Teatro. Em 2001, iniciou A Armadilha, companhia pela qual realizou as peças Café Andaluz, Os Leões, Bolacha Maria, O Fantástico Coração Subterrâneo, Poses para Dormir, Dezembro, entre outras. Escreveu e dirigiu O Grande Sucesso, texto pelo qual recebeu o Prêmio Shell de Melhor Autor em 2017 e em 2018, a convite de Renato Borghi, encenou Molière, de Sabina Berman, que conta com Matheus Nachtergaele no papel-título.

Sobre o dramaturgo Guillermo Calderón
Nascido em Santiago do Chile, Guillermo Calderón é diretor, dramaturgo e roteirista. Escreveu Dezembro, Neva, Mateluna, Villa + Discurso, Kiss, entre outras peças. No cinema, colaborou no roteiro dos filmes Julieta se fue a los cielos, O Clube e Neruda – os dois últimos foram indicados a Melhor Filme Estrangeiro no Globo de Ouro.

Sobre A Armadilha
Criada em 2001, A Armadilha é uma companhia de teatro contemporâneo iniciada por Diego Fortes. Em 18 anos de trabalho, suas obras são marcadas pelo equilíbrio entre o refinamento na criação artístico e a acessibilidade de diversos públicos. Desde 2011, a companhia tem encenado textos latinos como Orinoco, de Emílio Carballido; Duas da Manhã (uma adaptação de dois textos de Lola Arias) e Poses para dormir, também de Lola Arias. Além de Dezembro, a companhia se prepara para encenar em breve o texto Clase, também de Guillermo Calderón.

“PROJETO REALIZADO COM O APOIO DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA”

Realização:
A Armadilha
Produção:
Flutua Produções – Gilmar Kaminski
Isadora Flores – Produtora Cultural
Incentivo:
Lei de Incentivo à Cultura
Fundação Cultural de Curitiba
Prefeitura Municipal de Curitiba

Ficha técnica:
Texto: Guillermo Calderón
Tradução, Direção e Sonoplastia: Diego Fortes
Elenco: Alan Raffo, Fernanda Fuchs e Ludmila Nascarella
Iluminação: Nadja Naira
Assistência de Iluminação: Elisa Ribeiro
Operação de luz: Augusto Ribeiro
Cenário: Guenia Lemos
Cenotecnia: Samuel Amorim e Johne Rodrigues (Drig’s Artes Visuais) e Jesmiel (Boogiganga Shop).
Figurino: Maureen Miranda
Direção de Produção: Isadora Flores
Produção Executiva e Gestão Financeira: Gilmar Kaminski
Direção de Comunicação: Luísa Bonin – Platea Comunicação e Arte
Programação Visual: blanc.ag
Fotos: Eika Yabusame (E-photos) e Luísa Bonin

ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA AS OFICINAS DO GRIOT – III FESTIVAL DE CINEMA NEGRO CONTEMPORÂNEO

Concurso de críticas irá premiar 1° e 2° lugar com R$ 300 e R$ 200 reais respectivamente

Já estão abertas as inscrições para as oficinas do Griot – III Festival de Cinema Negro Contemporâneo. Serão três oportunidades formativas com o intuito de valorizar o processo criativo do audiovisual, direcionando profissionais com mais profundidade do que se passa e ouve na tela. A oficina ministrada pelo crítico e curador Fabio Rodrigues Filho, promoverá um concurso de críticas com premiação para o primeiro e segundo lugar.

A oficina “Uma Conversada Inacabada com Imagens” é apoiada pela Associação de Vídeo e Cinema do Paraná (AVEC – PR) e é destinada somente para residentes do Paraná. E tem o objetivo de estimular novos criadores do estado a falar sobre cinema. A proposta segundo, Filho, é “abordar a crítica como lugar de conversa com os filmes, entre imagens e pessoas, e entre cinema e as coisas do mundo – reconhecendo as partes em diálogo como agentes ativos”.

As oficinas “Produção audiovisual para mídias digitais”, ministrada por Caio Franco, e “Como o som se articula no cinema”, ministrada por Evelyn Santos, são para interessados de todo o Brasil. As três oficinas possuem vagas preferenciais para pessoas negras ou indígenas.

As inscrições são gratuitas e vão até 4 de dezembro. As oficinas têm início no dia 12 de dezembro e fazem parte do Griot – III Festival de Cinema Negro Contemporâneo que acontece de 11 a 20 de dezembro de 2020. O evento é gratuito e contemplará todo o Brasil, promovendo as narrativas da atuação, realização, e produção do audiovisual negro.

A programação completa está disponível no site do Festival, incluindo as atividades que acontecem simultaneamente no evento.

O Griot – III Festival de Cinema Negro Contemporâneo tem o apoio da TODESPLAY, Olhar Distribuição, O2 Pós, Mubi, Projeto Paradiso, AVEC-PR, ABRACCINE. Incentivo da Celepar e Ebanx. Projeto realizado com apoio do programa de apoio e incentivo à cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Serviço:
Realização: Cartografia Filmes
Oficinas do Griot – III Festival de Cinema Negro Contemporâneo.
Inscrições até o dia 4 de dezembro.
Inscreva-se gratuitamente, aqui

Sobre o Festival Griot
O Griot – Festival de Cinema Negro Contemporâneo começou em 2018 como Mostra de Cinema Negro Brasileiro, com o objetivo de criar um espaço onde pudessem exibir filmes pensados, realizados e protagonizados por pessoas pretas em território nacional. Nas edições anteriores foram exibidos com lotação máxima de público 61 curtas, dois longas e um média. As edições aconteceram com financiamento coletivo.
www.festivalgriot.com.br

Sobre a Associação de Vídeo e Cinema do Paraná – AVEC – PR
A AVEC-PR tem sua origem no final da década de 70, com o surgimento em Curitiba do movimento de produção em cinema Super 8, com os festivais nacionais da Escola Técnica, com o núcleo de realizadores da Cinemateca, e finalmente com o movimento Vídeo-Vive, já nos anos 90.

Nessa sua trajetória a AVEC se destacou por ser a principal interlocutora dos produtores de cinema e vídeo paranaenses junto às esferas municipais e estadual na área da cultura.

Conheça a AVEC-PR

Sobre Fabio Rodrigues Filho
Atua na crítica, curadoria, pesquisa e realização em cinema. Mestrando em comunicação na UFMG. Graduou-se na mesma área na UFRB. Membro dos grupos Áfricas nas Artes (Cahl/UFRB) e Poéticas da Experiência (UFMG). Cineclubista, participou do Cineclube Mário Gusmão, Cine Tela Preta e do Cinema em Vizinhança. Compôs a comissão de seleção de festivais, mostras e laboratórios, a exemplo do FestCurtasBh (2019/2020), Diáspora Lab (2018), FIANB (Festival Internacional do Audiovisual Negro do Brasil, 2020), entre outros. Atualmente faz parte da equipe de curadoria do IX CachoeiraDoc, festival junto ao qual vem contribuindo ao longo dos últimos anos.

Sobre Evelyn Santos:
É formada em Produção de Áudio e Vídeo, Operação de Som e Direção Cinematográfica. Trabalha há quatro anos com Captação de Som direto, Microfonista e Assistente em diversas produções que já rodaram em vários festivais. Dirigiu seu primeiro curta-metragem ”Dádiva”.

Sobre Caio Franco:
Caio Franco é cineasta e fotógrafo. Após se formar em comunicação pela PUC-Rio, trabalhou em produtoras como assistente de produção e assistente de pesquisa até 2015, quando começou a trabalhar no canal Jout Jout Prazer, no youtube. Seu primeiro filme, Antes de Ontem, rodou por diversos festivais no Brasil em 2019.

PRÊMIO JORNADA EM RECONHECIMENTO À TRAJETÓRIA

Prêmio Jornada em Reconhecimento à Trajetória

O reconhecimento à importantes trajetórias de vida intimamente conectadas ao desenvolvimento artístico ou cultural do Paraná é o objetivo do Prêmio Jornada. Nele, serão selecionados artistas, mestras, mestres, grupos e coletivos do território paranaense que tenham prestado relevantes contribuições ao desenvolvimento cultural do Estado a longo prazo.

Cada trajetória contemplada receberá o valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais). A premiação será dividida em 20 (vinte) diferentes áreas, buscando contemplar o máximo de atuações possíveis: Cultura Tradicional, Cultura de Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais, Cultura Afro, Cultura LGBTQIA+, Cultura de Refugiados, Migrantes e Apátridas, Cultura Hip Hop, Fanfarras, Bandas Marciais, Dança, Cultura Alimentar, Teatro, Música, Literatura, Artes Visuais, Circo, Audiovisual, Ópera, Arte Educação e Técnicos.

Para a inscrição, os participantes precisam gravar um vídeo de 04 a 10 minutos de duração, contando sua história de atuação no setor cultural do Paraná. Também é necessário encaminhar documentos que comprovem a atuação.

Inscrições até 23 de novembro.

Confira os editais, aqui

fonte: Superintendência da Cultura