Blogue FATO Agenda divulga: 1) vagas e oportunidades em comunicação social, mkt e design em Curitiba e região. 2) Agenda cultural da cidade. 3) Livros e discos de vinil (do Sebinho FATO Agenda). Editado há 17 anos (desde 2009) pelo jornalista Leandro Hammerschmidt.
Inventiva grupa musical curitibana mistura samba, rock polirrítmico, jazz e muito mais em show no dia 21 de agosto, no Teatro do Paiol
A temporada 2025 do projeto Brasis no Paiol leva ao icônico teatro de Curitiba um show que vai reunir nomes da cena artística da capital paranaense. No dia 21 de agosto, quinta-feira, às 20h, a grupa musical ímã recebe Cacau de Sá para uma noite que vai contar com diferentes sonoridades, em uma combinação que costura samba e ijexá, rock polirrítmico e jazz, samples e colagens.
Os ingressos estão à venda por R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada) no site pixta.me
Neste show, o repertório aponta para o novo disco da ímã, apresentando diversas novidades, além de reunir também músicas do primeiro álbum da banda, “ímã de nove pontas”. No setlist também estarão canções de Cacau de Sá, algumas delas inéditas e outras gravadas pela Mulamba – banda da qual elu fez parte.
A cantora, flautista e percussionista Nati Bermúdez também participa do show.
íma Formada por oito integrantes, a grupa musical ímã é um coletivo de artistas multi-instrumentistas que experimentam com a canção brasileira. Seus shows são resultado de uma combinação de referências artísticas que passam pelo teatro e artes visuais, criando sonoridades coloridas somadas a letras insurgentes e performances marcantes.
O primeiro álbum, “ímã de nove pontas”, foi lançado em 2020 e conta com as participações de Roseane Santos, Cacau de Sá e Soema Montenegro. Em 2021, lançou o EP “Furiosa Aberta: composto e gravado durante a pandemia a partir de jogos de composição e do uso de samples e colagens, com textos das poetas Francisco Mallmann, Julia Raiz e Natasha Tinet. O single “Cachê Cachê Cachê” saiu em 2023.
Daniel D’Alessandro (bateria & percussão), Dayane Battisti (violoncelo, guitarra, cavaco & voz), Francisco Okabe (violão de 7 cordas, cavaco & flauta transversal), Guilherme Nunes (guitarra), Leonardo Gumiero (baixo, sintetizador & voz), Lu Faccini (guitarra, clarinete, percussão e voz), Má Ribeiro (percussão, sintetizador & voz) e Fernanda Fuchs (voz & percussão).
Confira os próximos shows do Brasis no Paiol 2025: 18/09 – Noe Carvalho (PR) 23/10 – Jean Tassy (DF) 13/11 – Mãeana (RJ) 18/12 – Tássia Reis (SP)
A 13ª temporada reforça o compromisso do projeto com a diversidade e o ineditismo, reunindo diferentes gêneros, linguagens e regiões do Brasil em uma programação que estimula o encontro e o reconhecimento da música contemporânea feita no país.
Em 2025, o Brasis no Paiol é viabilizado com o apoio de Maria Leticia, Effex – Tecnologia e Criação, restaurante Na Casa Delas, Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba.
Brasis no Paiol Iniciativa cultural realizada desde 2012 em Curitiba pela produtora Bina Zanette (Santa Produção) e pelo produtor Heitor Humberto (Fineza Comunicação e Cultura), o Brasis no Paiol realizou mais de 150 shows desde sua primeira temporada, sempre com artistas de diferentes regiões do país. É um dos projetos musicais independentes em atividade mais longevos do país, consolidando-se como importante veículo de divulgação de trabalhos contemporâneos independentes e de formação de público em Curitiba.
O projeto promove a circulação de artistas de diferentes partes do Brasil, consolidando-se como uma das mais importantes plataformas para a música autoral independente. Em mais de uma década de existência, trouxe nomes como Juçara Marçal, Luedji Luna, Tulipa Ruiz, Rael, Fióti, Katú Mirim, Jup do Bairro, Aíla, entre muitos outros.
Cinco artistas selecionados para o Palco Difusor dividem o palco do Teatro Paiol em grande show com Bananeira Brass Band para lançamento do novo EP. Créditos: Miriane Figueira.
As cinco músicas gravadas com os cinco novos nomes da música autoral curitibana entram nas plataformas digitais dia 16 de julho e são apresentadas em grande show de lançamento, no dia 25 de julho, fruto da imersão em produção musical realizada pelo coletivo em 2023.
Dia 25 de julho, é o dia de celebrar e apresentar ao público o resultado de um ano de trabalhos imersivos na produção musical, realizado pelo coletivo Bananeira Brass Band em parceria com a Diversa Produções, o Palco Difusor. Artistas da cena autoral curitibana: Betania Hernandez, Dharma Jhaz, Princesas do Ritmo, Lele Farah e Sem Registro, são os nomes que estão no novo EP – Palco Difusor, que traz além de musicalidades diversas, uma troca de experiências que serão compartilhadas com a plateia que se formará no Teatro Paiol, em apresentação única e gratuita.
Antecede o grande show, o lançamento do EP – Palco Difusor, nas principais plataformas digitais no dia 16 de julho, e também as sessions no YouTube, com início no dia 18 a 23 de julho. De acordo com a produtora e gestora cultural, Pri de Morais, o acesso antes do show, vai permitir que o público conheça o trabalho e chegue no Paiol com as músicas em mente. “A ideia do projeto é impulsionar a carreira destes artistas com a produção de singles, vídeos, ensaios fotográficos e toda a vivência com outros musicistas em estúdio. Também trazer pro conhecimento do público o que a música autoral de Curitiba está fermentando de mais atual”, conta.
O projeto Palco Difusor nasceu do desejo de descentralizar ações culturais na capital. Dessa forma o coletivo Bananeira Brass Band e a Diversa Produções, criaram em 2023 o projeto, que circulou por cinco Regionais e selecionou em edital os cinco artistas com trabalhos autorais para uma imersão completa no processo da produção musical, incluindo vivência no Estúdio Aroeira e grande show de encerramento para apresentar ao público as novidades musicais.
De acordo com Audryn Souza, musicista integrante da Bananeira e idealizador do projeto, o intuito do circuito foi difundir o funcionamento do mercado da música autoral curitibana em três frentes de profissionalização: “os artistas selecionados ganham com a produção de material profissional; a Bananeira Brass Band ganha com o intercâmbio artístico; toda a equipe de produção, comunicação e estúdio ganha com o amadurecimento de sua atuação na cena da cidade”, revela.
Na primeira etapa foi lançado o edital de chamamento. Os 81 inscritos passaram por uma seletiva com os produtores musicais e curadores do Palco Difusor – Erica Silva, Bface e Gian Lucca, que levaram os cinco artistas selecionados para a próxima fase com encontros de criação junto a Bananeira Brass Band em estúdio para trabalhar e ensaiar repertório de show, gravação de single e live session.
Dentro do Palco Difusor, os artistas também tiveram acesso a apresentações nas Regionais de Curitiba. Segundo Pri de Morais, a ideia foi fazer do Palco Difusor um multiplicador nas comunidades, a fim de democratizar o acesso à produção e consumo cultural. “É uma proposta que visa a amplificação do ecossistema da música independente curitibana através da integração de diversas regiões da cidade buscando fortalecimento da economia cultural e profissionalização de todos os agentes culturais envolvidos”.
Com isso o projeto contou com ações sociais e integração com o público em cada Regional, com a realização de cinco oficinas de percussão direcionadas para instituições que atendem adultos em situação de vulnerabilidade social, seguidas de apresentações da Bananeira Brass Band, em cortejo acústico.
Palco Difusor é um projeto realizado com recursos do Programa de Apoio de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba com o incentivo da Celepar e Phil Young’s.
SERVIÇO: Lançamentos: Dia 16 de julho: EP disponível em todas as plataformas digitais. Dias 18 a 23 de julho: lançamentos sessions no Youtube Show Palco Difusor Local: Teatro Paiol (Rua Cel. Zacarias, 51 – Prado Velho) Data: 25 de julho de 2024 Horário: 20h Ingressos: gratuitos (distribuição 1h antes) Classificação: 12 anos
Sobre a Bananeira Brass Band A Bananeira Brass Band é um coletivo de sopros e percussão que surge no cenário musical de Curitiba no ano de 2015 com o propósito de trazer a experiência que seus integrantes tiveram em sua formação musical através das bandas marciais e fanfarras difundindo e valorizando a música instrumental por meio de um show dançante em espírito festivo. A discografia da Bananeira Brass Band conta com o EP #PotassioNeles (2018) e o álbum Feira Livre (2021), indicado ao Grammy Latino 2022 na categoria Melhor Projeto Gráfico de um Álbum.
A formação instrumental da Bananeira Brass Band é inspirada nas bandas de rua de New Orleans e na cultura das Brass Bands (bandas de sopros). Apesar da influência de grupos estrangeiros, a banda busca trazer em seu repertório autoral a música brasileira, explorando ritmos dançantes de todas as regiões do Brasil, misturando gêneros musicais que vão do funk ao baião.
Formação atual da Bananeira Brass Band: Audryn Souza (trompete) Denusa Castellain (saxofone) Emilyn Shayene (trombone) Fernanda Cordeiro (trombone) Lucas Ramos (trompete) Luís Fernando Diogo (percussão) Luís Rolim (percussão) Pierre de Cerjat (sousafone)
Sobre os cinco novos nomes da música:
Betania Hernandez É musicista e começou muito cedo. Aos 8 anos, entrou no Sistema Nacional de Orquestra da Venezuela e formou-se em bacharel em Composição e Criação Musical, na Uniarte, em Caracas, na Venezuela. Logo depois da graduação, migrou para o Brasil, tornou-se mestre em Estudos Latino-Americanos pela Universidade Unila, em Foz do Iguaçu. A artista já lançou dois álbuns: Passos do Vento e Lua, Sol, Mar e Estrelas pela sua própria produtora. Fez parte do Palco Difusor e com a Bananeira Brass Band compôs a música: Tudo de Nós. Segundo Betania, enquanto mulher imigrante, é a liberdade que foi dada às mulheres artistas criadoras, o que tornou a experiência tão rica e necessária para o território curitibano e para todos.
Sem Registro O grupo veio somar ao projeto trazendo influências da música eletrônica, rap e do funk adicionando ao som orgânico da Bananeira Brass Band as nuances do sintético numa pegada mais cyberpunk do estilo “Garage”. O grupo tem como pilar principal e a ponte entre todos os integrantes o Rafael Ludvich. Foi ele quem uniu os fundadores há aproximadamente 6 anos. Sobre a trajetória do grupo, em 2022, em um evento organizado pelo artista “Bface” em parceria com a Budweiser fizeram a abertura do show da dupla de artistas do Rio de Janeiro “Pumapjl”. Para os integrantes do grupo, a participação no projeto deu uma experiência singular de conhecer um estúdio profissional e desenvolver um projeto com outros artistas.
Dharma Jhaz Travesti multi-instrumentista, cantora, produtora musical, rapper e performer sonora, desenvolve através dos instrumentos de sopro, voz, corpo e performance, experimentações empíricas baseadas em elementos intercontinentais da cultura latina, afro-brasileira, jazz e punk. Tem em suas referências a música brasileira no free jazz mestiço, manifestado nas Jam Sessions e Lives que participa em colaboração com diversos artistas da cena da música experimental e eletrônica nacional e internacional. A artista acredita que a possibilidade de consolidar o conceito autoral Punk Jazz no projeto, pode inspirar as novas gerações a conhecerem o que uma travesti pode fazer, muito além dos estigmas e preconceitos que nos limitam a estatísticas trágicas, e a marginalização.
Lele Farah Desde da infância envolvida com música por conta do trabalho do pai, que é produtor musical e multi-instrumentista. Após a pandemia juntou-se com um grupo de amigos que já estavam no processo de iniciar uma gravadora voltada ao gênero rap. Em sua trajetória, ela lançou uma sequência de singles que vem elaborando nos últimos 2 anos. As maiores conquistas profissionais foram as participações no palco do festival de bolso no Jazz Festval, aberturas de shows para artistas como Dalsin, Yago Oproprio e ADL do Favela Vive. A artista afirma que a participação no Palco Difusor possibilitou a troca artística com grandes músicos e de certa forma ter a experiência completa de fazer shows, gravação de estúdio, gravação de videoclipes, sessão de fotos e todo processo em si.
Princesas do Ritmo As integrantes da Banda se conheceram na Ong Passos da Criança, na Vila Torres, em Curitiba, que tem como princípio básico fortalecer o empoderamento feminino através da musicalidade afro. Maíra, Geovana, Sabrina, Catherine e Polyana se uniram para formar uma banda de percussão e levar a música a diferentes espaços públicos, descentralizando a cultura, aproximando a comunidade a sua ancestralidade. A banda já recebeu Menção Honrosa e também elas já participaram de eventos em parceria com a Sanepar em diversos espaços e projetos culturais celebrando o mês da Consciência Negra. No Palco Difusor, as Princesas trouxeram o swing do axé, do samba reggae promovendo autoestima e o protagonismo de mulheres pretas. De acordo com as integrantes da banda, houve um grande crescimento musical.
Até dezembro, o músico apresenta a série de shows “Duos” na capital e viaja para outras 15 cidades com o concerto “História do Choro”
Entre os meses de julho e dezembro, o bandolinista Daniel Migliavacca se apresenta em Curitiba e em mais 15 cidades do interior do Paraná. Ao todo, serão 27 apresentações, sendo 12 em Curitiba, com a série “Duos”, no Teatro Barracão Encena, e 15 shows em outras regiões do Estado, com a circulação do já consagrado projeto “História do Choro”.
Série de shows inédita “Duos” destaca a sonoridade do bandolim Para este projeto, que acontece uma vez por mês no Teatro Barracão Encena, em Curitiba, sempre às 20h, Daniel Migliavacca convida seis instrumentistas brasileiros para uma série de duos inusitados com o intuito de explorar a sonoridade do bandolim e mostrar o instrumento em formações pouco usuais.
Na estreia dos concertos, prevista para os dias 13 e 14 de julho, o músico recebe o percussionista paulistano Caíto Marcondes. Nesta primeira combinação, os curitibanos podem esperar um repertório eclético, valorizando a mistura de timbres e explorando todas as possibilidades possíveis dos instrumentos individualmente e, principalmente, juntos.
No total, serão 12 shows até dezembro, sendo dois concertos seguidos por mês. Os próximos convidados são o violinista Gabriel Vieira (10 e 11 de agosto); o baixista Glauco Sölter (14 e 15 de setembro); a cantora Izabel Padovani (19 e 20 de outubro); o guitarrista Mário Conde (23 e 24 de novembro) e o clarinetista Sérgio Albach (14 e 15 de dezembro). Todas as apresentações acontecem às 20h. Os ingressos são vendidos a preços populares, custam R$10 (inteira) e R$5 (meia entrada) e ficam disponíveis uma hora antes na bilheteria do próprio Teatro Barracão Encena (R. Treze de Maio, 160 – Centro).
Para este lançamento, Daniel Migliavacca busca levar ao público um pouco da produção musical de Curitiba e do Brasil, promovendo um rico intercâmbio artístico e cultural. “Me sinto muito feliz de estar realizando um projeto tão rico musicalmente e com tantos músicos incríveis que eu admiro. Além de ser um projeto de longa duração, com muitos concertos, o que é raro no meio musical. O público poderá curtir vários encontros especiais e únicos.”, complementa.
O projeto, que conta com o incentivo do CEDIP, da Bosch e da Celepar, através da Lei de Incentivo à Cultura da cidade de Curitiba, também prevê a realização de seis concertos didáticos em regiões descentralizadas, com o objetivo de ampliar o alcance do projeto e fomentar a formação de plateia nos bairros.
Cidades paranaenses recebem apresentações de “História do Choro” Também entre os meses de julho e dezembro, Daniel Migliavacca viaja para 15 cidades com a circulação do concerto “História do Choro”, que conta também com a participação dos músicos Lucas Melo (violão 7 cordas) e Luis Rolim (percussão). O concerto apresenta um panorama da história do Choro através de um repertório repleto de clássicos de seus principais compositores. Apesar de ser um gênero genuinamente brasileiro e a primeira música urbana brasileira, o Choro ainda é pouco difundido e conhecido do grande público.
O repertório, com arranjos e direção musical de Daniel Migliavacca, homenageia compositores fundamentais do gênero como: Chiquinha Gonzaga, Joaquim Callado, Anacleto de Medeiros, Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth, Garoto, Waldir Azevedo, Pixinguinha, Luperce Miranda, Jacob do Bandolim e chorões paranaenses como o bandolinista Walter Scheibel.
Os concertos serão em Quatro Barras (22/07), Ampére (16/08), Salto do Lontra (17/08), Chopinzinho (18/08), Itapejara d’Oeste (20/09), Clevelândia (21/09), Honório Serpa (22/09), Contenda (30/09), Tijucas do Sul (07/10), Antonina (29/10), Morretes (30/10), além de Ipiranga, Bocaiúva do Sul, Guaraqueçaba e Balsa Nova, em datas a serem confirmadas. Os shows serão gratuitos em todas as cidades.
A circulação é um desdobramento do projeto homônimo que, em 2019, promoveu uma série de doze concertos temáticos no Teatro Paiol, em Curitiba, com direção musical de Daniel Migliavacca e participações especiais de músicos de destaque no cenário nacional dedicados à produção e divulgação do Choro pelo Brasil e pelo mundo. A cada edição, uma parte da história do Choro era contada através das principais obras do gênero e seus compositores. Na época, o projeto se tornou um programa de televisão, com transmissão dos concertos na íntegra pela TV Paraná Turismo.
O “História do Choro” é um projeto incentivado pelo Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura – PROFICE da Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura do Governo do Estado do Paraná, com apoio da Copel. Além das 15 apresentações gratuitas para a população, os músicos passarão por 15 escolas antes dos concertos para tocar e contar um pouco da história do Choro, criando um espaço aberto aos estudantes de escolas públicas do ensino fundamental.
Daniel Migliavacca. Foto: Elis Ribeirete.
Sobre Daniel Migliavacca O bandolinista Daniel Migliavacca é um dos jovens representantes do Choro e do bandolim no Brasil. Tem se destacado em diversos projetos como instrumentista, compositor, arranjador e diretor musical. Já conquistou prêmios pelo Brasil como instrumentista e compositor e possui 7 CDs lançados. É bacharel em Música Popular pela UNESPAR (2011) e mestre em Música pela UFRJ (2019) tendo lançado uma série de Dez Estudos para Bandolim Solo contribuindo para o desenvolvimento técnico do instrumento no Brasil.
Atualmente, prepara o lançamento de dois álbuns com o seu quarteto, um em parceria com a cantora Rogéria Holtz e outro dedicado ao trombonista Raul de Souza em parceria com o flautista e saxofonista Eduardo Neves.
SERVIÇO DUOS – 13 e 14 de Julho, às 20h – Daniel Migliavacca convida Caíto Marcondes (percussão/SP) – 10 e 11 de Agosto, às 20h – Daniel Migliavacca convida Gabriel Vieira (violino/SC) – 14 e 15 de Setembro, às 20h – Daniel Migliavacca convida Glauco Sölter (baixo elétrico/PR) – 19 e 20 de Outubro, às 20h – Daniel Migliavacca convida Izabel Padovani (voz/SP) – 23 e 24 de Novembro, às 20h – Daniel Migliavacca convida Mário Conde (guitarra/PR) – 14 e 15 de Dezembro, às 20h – Daniel Migliavacca convida Sérgio Albach (clarone e clarinete/PR)
Local: Teatro Barracão Encena (R. Treze de Maio, 160 – Centro, Curitiba – PR, 80020-270) Ingressos: R$10 (inteira) / R$5 (meia entrada) Vendas no local, uma hora antes das apresentações
SERVIÇO HISTÓRIA DO CHORO Quatro Barras 22 de julho às 20h – Auditório da Secretaria de Educação Rua Nilo Fávaro, 100 – Centro, Quatro Barras
Ampére 16 de agosto às 20h Anfiteatro Municipal Ana Maria Basso Esperança, Ampére
Salto do Lontra 17 de agosto às 20h – Auditório do Centro de Eventos Rua Dona Rosa Oening – Parque Industrial II, Salto do Lontra
Chopinzinho 18 de agosto às 20h -Anfiteatro David Rogos Schmitz Rua Frei Everaldo, 399-441 – Centro, Chopinzinho
Itapejara d’Oeste 20 de setembro às 20h – Casa da Cultura Rua Santos Dumont, 80 – Centro, Itapejara d”Oeste
Clevelândia 21 de setembro às 20h – Centro Cultural Cigarra Rua Major Diogo Ribeiro, nº 645 – São Sebastião, Clevelândia
Honório Serpa 22 de setembro às 20h – Centro Cultural de Honório Serpa Avenida Júlio Henrique Scheib, 1009 – Centro, Honório Serpa
Contenda 30 de setembro às 20h – Salão Contendinha Rua Projetada, 30 – Centro, Contenda
Tijucas do Sul 07 de outubro às 20h – Praça Padre Antonio Koremann Centro, Tijucas do Sul
Antonina 2 de outubro às 20h – Theatro Municipal Rua Dr. Carlos Gomes da Costa, 266 – Centro, Antonina
Morretes 30 de outubro 15h – Coreto Sinibaldo Trombini Largo Lamenha Lins – Centro Histórico, Morretes
Ipiranga, Bocaiúva do Sul, Guaraqueçaba e Balsa Nova: mais informações em breve.
Entrada gratuita
FICHA TÉCNICA – DUOS Direção musical: Daniel Migliavacca Músicos: Daniel Migliavacca, Caíto Marcondes, Gabriel Vieira, Glauco Solter, Izabel Padovani, Mario Conde e Sérgio Albach Direção de produção e Gestão de projeto: Gilmar Kaminski Produção executiva: Luana Camargo Assistência de produção: Záire Osório Técnico de som: Chico Santarosa Iluminação: Victor Sabbag Projeto gráfico: Pablito Kucarz Redes sociais e Assessoria de imprensa: Platea Comunicação e Arte Registro audiovisual: Renato Próspero Captação de recursos: Meire Abe Produção: Flutua Produções Incentivo: CEDIP, Bosch e Celepar Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio de Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.
FICHA TÉCNICA – HISTÓRIA DO CHORO Direção musical: Daniel Migliavacca Músicos: Daniel Migliavacca, Lucas Melo e Luis Rolim Direção de produção e Gestão de projeto: Gilmar Kaminski Produção executiva: Luana Camargo Assistência de produção: Záire Osório Técnico de som: Eduardo Schotten Iluminação: Victor Sabbag Projeto gráfico: Jonas Lopes Redes sociais e Assessoria de imprensa: Platea Comunicação e Arte. Registro audiovisual: Renato Próspero Motorista: Demétrios Eugênio Produção: Flutua Produções
Apoio: Copel Projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura | Governo do Estado do Paraná.
Projeto traz apresentações de 10 artistas curitibanas, curitibanos e paulistas nos dias 24 e 25 de outubro, sábado e domingo.
Enquanto a vacina não chega, Brasis no Paiol migra do icônico teatro curitibano para a sala da casa das/dos/des artistas. A segunda edição online do projeto traz 10 shows, distribuídos entre os dias 24 e 25 de outubro. Entre eles estão as rappers paulistas Mel Duarte, uma das idealizadoras do Slam das Minas SP, Monna Brutal e o Kiko Dinucci. De Curitiba, participam as compositoras Rubia Divino, Trio Armorial, Bruna Lucchesi, Hillbilly Rawhide, Wes Ventura, Louie R. e Tapuia Trio. As apresentações serão no canal do Projeto Brasis no Youtube, a partir das 18h, com direito a bate papo com as bandas no chat.
Com a alteração para o formato online, o Brasis no Paiol teve a oportunidade de quintuplicar o número de artistas participantes, possibilitando monetizar um dos setores da economia mais prejudicado pelo isolamento social. Uma das exigências do edital é que 70% das pessoas que se apresentem sejam de Curitiba, fomentando o setor cultural regional. A nova versão também aumentou a abrangência, já que em vez dos 220 ingressos por show, os shows poderão ser visto pelo público de qualquer lugar do mundo que tenha acesso à internet.
A primeira edição do Brasis em Casa, realizada nos dias 26 e 27 de setembro, contou com mais de 2 mil visualizações e as seis horas de shows e discotecagens estão disponíveis no no canal “Projeto Brasis” no Youtube. Ainda tem outros três fins de semana: 21 e 22 novembro, 18 e 19 de dezembro, 23 e 24 de janeiro.
Brasis no Paiol Realizado em Curitiba desde 2012, o projeto Brasis no Paiol está em sua oitava temporada. Neste ano, com uma mudança no formato e no número de apresentações. Os shows saíram do tradicional Teatro do Paiol e passaram a ser transmitidos pela internet, em cinco edições mensais com 10 atrações em cada, de setembro a janeiro de 2021.
Realizado pelos produtores Bina Zanette (Santa Produção) e Heitor Humberto (Fineza Comunicação e Cultura), artistas de diferentes regiões do Brasil, bem como nomes da Curitiba, apresentam novidades, lançamentos, estreias e projetos especiais. Até hoje, já foram mais de 70 shows.
Serviço Brasis em Casa 24 e 25 outubro, a partir das 18h. Transmissão canal Projeto Brasis: https://bit.ly/youtubebrasis Mais informações no evento: aqui
Novo formato quintuplica número de artistas participantes. Entre os nomes da edição de setembro estão Xênia França, Amaro Freitas e Brisa Flow.
Realizado em Curitiba desde 2012, o projeto Brasis no Paiol chega a sua oitava temporada com uma mudança no formato e número de apresentações. Os shows saem do tradicional Teatro do Paiol e passam a ser transmitidos pela internet, em cinco edições mensais com 10 atrações em cada, de setembro a janeiro de 2021. A principal razão para a alteração foi a impossibilidade de realização dos shows neste ano devido a pandemia.
A primeira edição vai ao ar nos dias 26 e 27 de setembro. No sábado, quem se apresenta é Xênia França, Brisa Flow, Alienação Afrofuturista convida Lemoskine, Sol.Katu Ê Maraca.Drum e a DJ Mitay. No domingo tem Amaro Freitas, Janine Mathias, Melina Mulazani, Ágatha Pradnik e Disco Veneno. As apresentações, de 30 minutos para shows e uma hora para discotecagem, serão no canal do Brasis no Paiol do Youtube e Twitch. Também serão transmitidos no perfil da Santa Produção do Instagram e Facebook. As próximas datas do projeto serão nos dias 24 e 25 de outubro, 21 e 22 novembro, 19 e 20 de dezembro e 23 e 24 de janeiro.
Do teatro para a tela
Faltavam poucos dias para a divulgação da temporada 2020 do Brasis no Paiol quando a quarentena foi anunciada. O projeto, que contaria com 10 apresentações de abril a dezembro, no icônico Teatro do Paiol em Curitiba, entrou em pausa. Com a incerteza do retorno das atividades culturais ao vivo, o Brasis precisou ser reformulado.
“O Paiol é um local muito especial, os shows lá são sempre uma experiência incrível. Mas apesar de o projeto estar totalmente ligado ao espaço, não fazia sentido a gente esperar um retorno das atividades enquanto artistas e técnicos estão com sua atuação comprometida. Por isso nos esforçamos para que o evento fosse realizado ainda neste ano, adaptando seu formato”, explica a produtora Bina Zanette, uma das idealizadoras do projeto.
Com a alteração, o Brasis no Paiol teve a oportunidade de quintuplicar o número de artistas participantes, possibilitando monetizar um dos setores da economia mais prejudicado pelo isolamento social. Aumenta também sua abrangência, já que em vez dos 220 ingressos por show, poderá ser visto pelo público de qualquer lugar do mundo que tenha acesso à internet.
Brasis no Paiol
Desde 2012, os produtores Bina Zanette (Santa Produção) e Heitor Humberto (Fineza Comunicação e Cultura) realizam uma sequência de shows no Teatro do Paiol, com artistas de diferentes regiões do Brasil, bem como nomes da cidade. O objetivo é sempre apresentar novidades, lançamentos, estreias e projetos especiais de artistas com trabalhos de relevância artística, que gerem interesse do público curitibano. Até hoje, já foram mais de 70 apresentações.
Em 2020, o projeto é realizado com o Projeto de Apoio e Incentivo à Cultura, da Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba. Conta com o patrocínio do Ebanx e o apoio da Effex Tecnologia e Criação, Cliteriosa Comunicação e haharadio.
Artistas que já passaram pelo projeto Karol Conka (com Emicida e Kamau), Luedji Luna, Tulipa Ruiz, Anelis Assumpção, China, Siba, Aláfia, Metá Metá, Juçara Marçal, Pélico, Rael, Romulo Froes, Katia B, Ná Ozzetti, Passo Torto, Rico Dalasam, Trupe Chá de Boldo, Graveola, Alzira E, Fióti, Saulo Duarte e a Unidade, Patricia Bastos & Dante Ozzetti, Bianca Gismonti Trio, Macaco Bong, Felipe Cordeiro, Qinho, Badi Assad, Sambas do Absurdo, Janine Mathias, Hurtmold, Conde Baltazar, Rodrigo Campos, Melina Mulazani e Luciano Faccini, Apanhador Só, Naked Girls and Aeroplanes, Itaercio Rocha, Vitor Araújo, Trombone de Frutas, Du Gomide, Mundareu, Real Coletivo, Duofel com Carlos Malta e Robertinho Silva, Copacabana Club, entre outros.
SERVIÇO Brasis no Paiol em Casa – Edição de setembro :: 26 de setembro, sábado, 18h :: 27 de setembro, domingo, 18h
Banda instrumental é a penúltima atração do projeto em 2018.
Brasis no Paiol traz a Curitiba o show comemorativo de 20 anos da banda Hurtmold. Destaque no cenário independente de música instrumental, o grupo se apresenta no dia 16 de novembro, às 20h no Teatro do Paiol, em Curitiba. Os ingressos já estão à venda e custam entre R$20 e R$40.
Com influências calcadas no rock e que passam pelo jazz, punk, funk, música eletrônica até chegar aos ritmos regionais da música brasileira, Hurtmold já dividiu o palco com músicos como o norte-americano Rob Mazurek, o brasileiro Paulo Santos (Uakti) e o suiço Thomas Rohrer. Individualmente seus integrantes colaboraram com os artistas Naná Vasconcelos, Pharoah Sanders, Bill Dixon, Roscoe Mitchell, Toninho Horta, Prefuse 73, Dan Bitney (Tortoise), Joe Lally (Fugazi), Mike Ladd, High Priest, entre outros.
De 1998 para cá, Hurtmold lançou seis álbuns. O sétimo nasceu quando entraram em estúdio novamente, mas desta vez para a produção do álbum Hurtmold & Paulo Santos, Curado, que saiu em setembro de 2016 e entrou na lista dos melhores discos do ano da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA). Em 2017, lançaram a edição comemorativa de 15 anos do álbum Cozido em vinil.
Agenda Brasis no Paiol 07/12 – Badi Assad lança “Volta ao Mundo em 80 Artistas”.
Sobre o projeto Brasis no Paiol é uma iniciativa das produtoras Santa Produção e Fineza Comunicação & Cultura, em um parceria iniciada em 2012. Alguns nomes que já passaram pelo palco do Brasis: Qinho, Sambas do Absurdo, Rael, Karol Conka (com Emicida e Kamau), Metá Metá, Juçara Marçal, Pélico, Romulo Froes, Katia B, Ná Ozzetti, Passo Torto, Rico Dalasam, Trupe Chá de Boldo, Graveola, Alzira E, Fióti, Saulo Duarte e a Unidade, Patricia Bastos & Dante Ozzetti, Bianca Gismonti, Macaco Bong, Felipe Cordeiro, entre outros. Em 2018, o projeto conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Curitiba, Fundação Cultural de Curitiba, Joaquim Livros & Discos, A Caiçara, Effex Tecnologia e Criação e Cliteriosa Comunicação. O projeto gráfico é de Jaime Silveira.
SERVIÇO: HURTMOLD 20 ANOS Data: 16 de novembro, sexta Hora: 20h Local: Teatro do Paiol – Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho, Curitiba. Ingressos: R$20 e R$40. Pontos de venda: bilheteria do teatro, Livraria Joaquim e A Caiçara. Página do evento, aqui
Projeto de Juçara Marçal, Rodrigo Campos e Gui Amabis é inspirado no livro de Albert Camus
Juçara Marçal, Rodrigo Campos e Gui Amabis lançam no Teatro do Paiol o projeto inspirado no O Mito do Sísifo, de Albert Camus, Sambas do Absurdo. No show, o trio apresenta, além dos oito sambas que compõem o disco, outras canções que de alguma forma também contemplam o Absurdo. O espetáculo é dia 26 de outubro, às 20h e os ingressos custam entre R$20 e R$40.
Os Sambas do Absurdo, parcerias de Rodrigo Campos (música) e Nuno Ramos (letra), narram o encontro com o Absurdo, apresentado no livro como o divórcio do indivíduo com a própria a vida. Segundo Camus, a única questão filosófica que importa é o suicídio, e quando encontramos o Absurdo, que seria, em suma, a falta de sentido da vida, temos duas opções: ou nos suicidamos ou aprendemos a viver uma vida absurda.
A proposta estética do disco tem no cerne a quebra de alguns alicerces do samba, enquanto gênero. Essa quebra oferece, consequentemente, um samba obscuro, dissolvido, vertiginoso, pisamos num terreno pantanoso, e talvez essa sensação se pareça mesmo com o Absurdo. Juçara canta, Rodrigo toca violão e cavaco e Gui arranja, fazendo valer seus recursos de produtor e sua maneira peculiar de samplear.
Agenda Brasis no Paiol 6/11 – Hurtmold, 20 anos de carreira. 07/12 – Badi Assad lança “Volta ao Mundo em 80 Artistas”.
Sobre o projeto Brasis no Paiol é uma iniciativa das produtoras Santa Produção e Fineza Comunicação & Cultura, em um parceria iniciada em 2012. Alguns nomes que já passaram pelo palco do Brasis: Rael, Karol Conka (com Emicida e Kamau), Metá Metá, Juçara Marçal, Pélico, Romulo Froes, Katia B, Ná Ozzetti, Passo Torto, Rico Dalasam, Trupe Chá de Boldo, Graveola, Alzira E, Fióti, Saulo Duarte e a Unidade, Patricia Bastos & Dante Ozzetti, Bianca Gismonti, Macaco Bong, Felipe Cordeiro, entre outros. Em 2018, o projeto conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Curitiba, Fundação Cultural de Curitiba, Joaquim Livros & Discos, A Caiçara, Effex Tecnologia e Criação e Cliteriosa Comunicação. O projeto gráfico é de Jaime Silveira.
SERVIÇO Sambas do Absurdo Data: 26 de outubro, sexta-feira Hora: 20h Local: Teatro do Paiol – Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho, Curitiba. Ingressos: R$20 e R$40. Pontos de venda: bilheteria do teatro, Livraria Joaquim e A Caiçara. Mais informações no evento: aqui
Projeto ousado do Sopro5 Quinteto, leva para o imponente Teatro do Paiol mais um concerto temático da temporada 2018, desta vez o programa escolhido engloba obras de compositores que transitam ou transitaram entre o estilo popular e erudito. “Choros e Canções” reúne composições de Raphael Baptista, Ronald Miranda e Júlio Medaglia e acontece na próxima terça-feira, dia 22. Os ingressos custam R$ 5,00 (meia-entrada) e R$ 10,00 (inteira).
O tradicional grupo de música instrumental de Curitiba Sopro5 Quinteto estreou sua temporada de concertos temáticos em abril. A primeira apresentação foi inspirada na Belle Époque e trouxe obras criadas no mesmo período por compositores nascidos até o início da Primeira Guerra Mundial. Na noite de estreia, no Portão Cultural, o quinteto contou a história do mundo por meio dos instrumentos musicais.
Para o músico e proponente do projeto, Fabrício Ribeiro, o ineditismo está em levar música de câmara com um repertório diferente para cada uma das apresentações, que também acontecem em locais distintos de Curitiba. “É um gênero que ainda não é conhecido do grande público. Nosso objetivo em trabalhar o repertório e a circulação do projeto é possibilitar que nosso quinteto de sopros seja assistido por diferentes públicos”, explica. O quinteto é uma combinação instrumental de flauta, oboé, clarineta, fagote e trompa.
A temporada, que vai até novembro, conta com concertos sempre às 19h30. “Choros e Canções” é o próximo: no Teatro do Paiol na próxima terça-feira (22). Os seguintes serão: “Música do Século XX e XXI”, no Auditório da UTFPR (19/06); “Suíte Brasileira”, no Teatro Cleon Jacques (14/08); “Sopro5 em Concerto”, na Capela Santa Maria (23/10); e “Villalobiando”, no Museu Paranaense (27/11).
A programação faz parte do já reconhecido Circuito Cultural Ademilar, que reúne projetos dos mais variados estilos, promovendo a música e as artes plásticas, entre outras manifestações culturais, na cidade de Curitiba. A iniciativa viabilizará cerca de 20 projetos só neste ano por meio da Lei do Mecenato Municipal, com recursos do Imposto Sobre Serviços (ISS).
Serviço: Concerto Choros e Canções Data: 22/maio Horário: 19h30 Local: Teatro do Paiol Praça Guido Viaro, s/n°, Prado Velho, Curitiba Ingressos: R$ 5,00 (meia-entrada) e R$ 10,00 (inteira). Compre pelo site www.aloingressos.com.br, ou uma hora antes do concerto, na bilheteria do Teatro do Paiol.
Conheça outros projetos que integram o Circuito Cultural Ademilar e saiba mais sobre a iniciativa: www.circuitocultural.com.br
Atendimento à imprensa: The Way Comunicação / Tel.: (41) 3107-2020
Com um som flutuante, letras existenciais e elementos lo-fi, trio de folk futurista se apresenta em Curitiba no dia 7 de junho
Criando uma fusão entre o orgânico e o sintético num labirinto de voz, violão e beat, a Tuyo tem se destacado na música independente brasileira. No dia 7 de junho, o trio apresenta seu folk futurista em Curitiba, mesclando o violão denso de Machado com o trabalho vocal audacioso das irmãs Lio e Lay Soares. O show, que integra a turnê “Pra Doer” e acontece no Teatro Paiol, terá as participações especiais de Janine Mathias e Dow Raiz, unindo vertentes como o rap e o samba.
Lançado em 2017, o EP de estreia da Tuyo tem um som flutuante, letras existenciais e elementos lo-fi. Carregado de identidade, o trabalho traz a fluidez entre o antigo e o recente, tocando a alma e reverberando o encontro da violência com a elegância. No mesmo ano, foi divulgado o clipe de “Amadurece e Apodrece”, uma das quatro faixas do EP. Sem medo de sair da superfície, o trio cria um show repleto de força e sensibilidade, despertando a habilidade de sentir e de se emocionar.
“Todo espetáculo é um impacto diferente. As pessoas se conectaram real. O show tem um espectro espiritual muito forte. A gente vai desarmado, de peito aberto, e volta pra casa modificado, esquisito. É aquela coisa de expurgar os demônios mesmo – tantos os nossos quanto os de quem assiste. Não tem nada mais bonito que olhar no olho de quem nunca te viu antes, mas parece que sabe tudo sobre você”, conta Lio sobre a experiência da turnê.
No show em Curitiba, que conta com direção musical de Gianlucca Azevedo, o repertório também será formado por músicas do próximo álbum da Tuyo, “Pra Curar” – previsto para o segundo semestre. Para 2018, a Tuyo prepara, ainda, o clipe de “Conselho do Bom Senso” e um single em parceria com a cantora e compositora Bruna Mendez e o Cafofo Estúdio, de Goiânia (GO).
Serviço: Tuyo – Pra Doer Data: 7 de junho (quinta-feira), às 19h Local: Teatro Paiol – Praça Guido Viaro, Prado Velho, Curitiba Ingressos: R$ 10 meia e R$ 20 inteira, pela plataforma Sympla Confira a página do evento, aqui
A terceira e última minitemporada do projeto “Paranambuco apresenta: Orun Ayê” conta com a participação especial do músico, bonequeiro e carnavalesco Itaercio Rocha. Os shows acontecem nos dias 28 e 29 de abril, no Teatro Paiol. As apresentações têm entrada gratuita, com o intuito de aproximar o público curitibano de ritmos tradicionais brasileiros.
O trabalho autoral do Paranambuco surgiu em 2010, a partir do estudo da musicalidade tradicional brasileira. O grupo é formado pelo pernambucano Matheus Braga, a paranaense Jô Nunes, o paranaense Bruno Klammer, o mineiro Fred Pedrosa e o catarinense José Navarro. Nos shows, o repertório do álbum “Orun Ayê” traz ritmos como baião, coco, samba, maracatu e xote, além de ijexá, toruá, barravento, puxada de rede e jongo.
“Toda manifestação cultural tem o objetivo de fazer permanecer uma história. Então, ao reunir e apresentar diferentes regionalidades, nossa intenção é fortalecer a identidade do Brasil. Por meio de ritmos brincantes e da interação com a plateia, queremos propor que a diversidade do nosso país seja valorizada”, conta Matheus.
Participação Os shows terão a presença do artista Itaercio Rocha, fundador do Garibaldis e Sacis, o bloco mais popular de Curitiba. Itaercio atuou e dirigiu espetáculos no grupo Mundaréu, com o qual gravou vários álbuns. Em 2006, lançou o primeiro disco solo e autoral, “Chegadim”. É autor do livro/CD “Como é bom festa junina III”, em parceria com Mara Fontoura, com quem ainda escreveu “Como diz o ditado”. Em parceria com o Hospital Pequeno Príncipe, lançou os álbuns “Cancioneiro popular” (2009) e “Encanto de brincar” (2013).
A primeira edição do “Paranambuco apresenta: Orun Ayê” teve como convidado o rabequeiro e percussionista Carlos Ferraz, uma das principais referências da cultura popular e da capoeira angola em Curitiba. Na segunda minitemporada, a participação especial foi da cantora e compositora Janine Mathias, que mescla elementos do rap, soul e samba.
Paranambuco – crédito foto: Dayana Luiza
Serviço: Show Paranambuco – part. Itaercio Rocha Data: 28 de abril, às 20h | 29 de abril, às 19h Local: Teatro Paiol Endereço: Praça Guido Viaro, s/n, Prado Velho, Curitiba Entrada: gratuita Página do evento, aqui