ESPETÁCULO TEATRAL TRAZ ÉDIPO: UMA ÓPERA RAP NO GUAIRINHA

Equipe de “Édipo: Uma Ópera Rap”, reunida para a montagem com estreia marcada para dia 8 de agosto no Teatro Guairinha, em Curitiba. Foto de Rapha Fernandes.

Aliando o clássico ao contemporâneo, a peça traz uma perspectiva feminina do mito de Sófocles, adaptação de Marcelo Bourscheid, produzido pela Entre 2 Produções para desmistificar e ampliar o olhar sobre as mulheres na história que sempre padeceram sob a tragédia grega, estreia dia 8 de agosto, gratuitamente, no Guairinha, em Curitiba.

Já imaginou misturar música clássica, com o rap, um mito trágico sob a perspectiva das mulheres praticamente esquecidas na história? Essa é a resposta cênica proposta pelo espetáculo Édipo: uma ópera Rap, montagem da Entre 2 Produções, que estreia dia 08 de agosto às 20 horas no teatro Salvador de Ferrante, o Guairinha. A obra é conduzida pela diretora Jossane Ferraz, dramaturgia de Marcelo Bourscheid, direção e composição musical de André Ricardo Souza e direção de movimento com Raphael Fernandes. Todo o processo foi feito de forma colaborativa e conduz o público para um olhar crítico feminino. Ismene e Antígona, representadas pelas atrizes e cantoras Taciane Vieira e Jaquelivre dão voz e corpo às filhas do rei Édipo, o mais infeliz de Tebas, soma-se a elas para narrar a história a cantora lírica Vanessa Rafaelly.

Um dos mais emblemáticos mitos da antiguidade greco-romana, Édipo ainda intriga estudiosos e artistas, e ainda é fonte inesgotável nas artes cênicas para análise das relações entre a cena contemporânea e o imaginário grego. De acordo com a diretora, o espetáculo se fundamenta na transposição dos elementos presentes no mito de Édipo para o contexto contemporâneo, “a base é uma dramaturgia própria resultante em um universo cênico com inúmeras pulsões e imagens poéticas oriundas do mito”, revela Joss. As protagonistas femininas cantoras juntam-se com uma orquestra majoritariamente formada por mulheres, ao corpo de baile – um grupo diverso de bailarinos de diferentes estéticas da dança hip-hop com influências de danças clássicas, jazz e dança contemporânea – agregar força e movimento a esta obra, assumindo, formações diferenciadas em cena e executando coreografias que vem completar o fio dramatúrgico do espetáculo.

“Nosso trabalho tem um caráter híbrido e dialoga com elementos da ópera, da tragédia, do hip hop e seu processo de criação promove a fricção criativa de artistas do hip-hop, músicos e compositores de formação erudita, cantoras líricas, atrizes cantoras, como agentes criativos nesta investigação pela tragédia de Sófocles”, conclui a diretora Jossane Ferraz.

Serviço:
ÉDIPO: UMA ÓPERA RAP
Estreia: 08 de agosto 2024 – 20 horas
Dia 9, 16h e 20h.
Dia 10, 16h e 20h.
Dia 11, 19h.
Local: Guairinha – Auditório Salvador de Ferrante
Rua XV de Novembro, 971 – Centro de Curitiba
Ingressos: Gratuitos

Sinopse
Édipo: Uma Ópera RAP
A clássica narrativa de Édipo, o rei tebano que mata o pai e se casa com a própria mãe, é um dos mitos mais conhecidos da antiguidade clássica. No espetáculo “Édipo: Uma Ópera RAP”, essa história é recontada a partir da perspectiva das filhas de Édipo, Antígona e Ismene, últimas remanescentes do legado imemorial de mortes e infortúnios que permeia a família de um dos personagens mais conhecidos da mitologia grega. Apostando na potencialidade do diálogo entre a tragédia grega, a ópera e o rap, esse espetáculo traz um elenco com artistas oriundos de diversas linguagens artísticas (hip hop, canto lírico, rap, dança, música, teatro) para dar voz ao que foi silenciado nesta moderna-antiga história: a voz das mulheres. Édipo, Laio, Etéocles, Polinices e todos os homens dessa história estão mortos. Restam a mulher e sua dor. Restam a mulher e sua voz. Vamos ouvi-las.

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

ESPETÁCULO “MADALENAS” ACONTECE NESTE FINAL DE SEMANA EM CURITIBA

Apresentação busca levantar debates sobre os preconceitos de gênero e contra LGBTQIAPN+

A segunda apresentação do espetáculo “Madalenas”, do Coletivo Erótica, acontecerá neste sábado (15), no teatro Guairinha, em Curitiba. A primeira apresentação, realizada em maio, foi sucesso de público e lotou o teatro Paulo Autran. O grupo curitibano conta com 15 dançarinos e segue a estética Heels de dança, em que os integrantes utilizam saltos durante os movimentos.

De acordo com o diretor e coreógrafo, Matheus Margueritte, o Coletivo é um ambiente que vai além das aulas de dança, onde busca compreender as histórias de cada dançarino, aproximando a arte da vida. “É uma rede de fortalecimento e, sobretudo, de representatividade. Nossos corpos nem sempre são bem interpretados na sociedade – quantas histórias de abusos, violências e discriminação já não compartilhamos por aqui – mas, nesta dança específica, reivindicamos nossas vontades, desejos e prazeres”, destacou Margueritte.

Para a dançarina, Caroline Martins, o interesse em participar surgiu no período da pandemia mundial de COVID-19. “Foi um momento de me reconectar com a dança e o Heels me colocou em lugares importantes e que eu não esperava como o empoderamento feminino, a aceitação do corpo e da liberdade, a reconexão com a sensualidade e libido, que são tão amordaçadas nas mulheres pela sociedade. Às vezes a gente nem sabe que é tão reprimida”, explicou Martins.

Madalenas é a segunda obra do Coletivo Erótica, que estreou nos palcos em 2023, reunindo um público de mais de 500 pessoas. A obra faz uma alusão à personagem bíblica de mesmo nome, que é envolta por histórias e lendas.

“Madalenas mergulha em águas mais profundas: de onde vem essa repressão que nos cerca? A quem interessa a nossa sexualidade? Tudo isso vem muito das vivências que as mulheres do grupo, cis ou trans, compartilham. Queremos cada vez mais criar fissuras em pensamentos sexistas, misóginos, LGBTfóbicos e por aí vai”, enfatizou o diretor. Os ingressos para a apresentação do dia 15 de junho estão disponíveis no Disk Ingresso.

E para participar do grupo, os interessados devem realizar as audições públicas, divulgadas no Instagram @coletivoerotica. Caroline, que faz parte do projeto desde o início, afirma que a experiência das aulas estimula o empoderamento. “O Heels é um lugar de sensualidade e poder. É um lugar de ‘eu também posso’, e eu tento me colocar nesse lugar todos os dias”, finalizou Martins.

Serviço:
Espetáculo “Madalenas” do Coletivo Erótica
Data: 15 de junho;
Local: Teatro Guairinha;
Horário: às 19h;
Ingressos: de R$30 a R$60 + taxas

Onde comprar: ingressos à venda pelo site: aqui


CURITIBA RECEBE EM ÚNICA APRESENTAÇÃO O ESPETÁCULO CARLOTA – FOCUS DANÇA PIAZZOLLA

Teaser | Carlota Focus Dança Piazzolla from Focus Cia. de Dança on Vimeo.

Após temporada com estreia nacional no Rio de Janeiro, com tango, corpo e  música, a premiada companhia carioca traz para Curitiba o espetáculo ‘Carlota – Focus Dança Piazzolla’ para o palco do Guairinha em única apresentação no dia 4 de novembro.

No dia 4 de novembro, às 20 horas, Curitiba vai receber no palco do Teatro  Guairinha a nova coreografia da premiada Focus Cia de Dança, que estreou  nacionalmente no Rio de Janeiro o espetáculo Carlota – Focus Dança Piazzolla. Criada por Alex Neoral, a nova montagem tem inspiração em 11 composições do bandoneonista Astor Piazzolla. Como pano de fundo, o fio condutor que ativa a criação deste trabalho sensível e poético é o papel de cada canção na formação do artista, como Carlota Portella. Já são 23 anos de um percurso sólido da Focus Cia de Dança, expoente da renovação da dança contemporânea dentro e fora do Brasil, que une Neoral e Tati Garcias, diretora de produção e gestora. Carlota – Focus Dança Piazzolla é viabilizada pelo edital Sesc Pulsar 2022/2023, com patrocínio oficial da Petrobras, que comemora 70 anos de atividades, além de celebrar uma década de parceria junto à Focus Cia de Dança.

Carlota – Focus Dança Piazzolla celebra o corpo como obra de arte suprema. Por conceito, no conjunto de oito bailarinos, homens e mulheres são indistintos por figurinos. Funcionam como extensão uns dos outros, condutores da energia de movimentos arrojados e poéticos, sempre com excelência técnica, marca da Focus Cia de Dança. O tango, criado há quase 150 anos na Argentina, vai e vem em referências nos passos que exploram solos e aéreos, engates e até momentos de contornos acrobáticos entram em cena.

“Ao mesmo tempo que faço alusão à minha trajetória formativa, sou extremamente sensível à obra de Astor Piazzolla, sempre quis criar uma obra para suas composições. Outro aspecto interessante é que venho de uma jornada de obras imagéticas desde a sala de ensaios, por exemplo, com Vinte, sobre Clarice Lispector, o infantil Bichos Dançantes, uma fábula infantil que até rendeu meu primeiro livro, além das marcantes As canções que você dançou pra mim, inspirada nas letras do ‘rei’ Roberto Carlos, e Saudade de Mim, a partir dos quadros de Candido Portinari e canções de Chico Buarque. Agora volto a criar num exercício absolutamente único, se fosse comparar como Still Reich, dedicado às composições de Steve Reich”, destaca Alex Neoral.

Carlota – Focus Dança Piazzolla fez apresentação de algumas cenas, ainda sem forma final, no Festival Quartiers Danses, em Montreal, no Canadá, em 2022, arrebatando a plateia. “Carlota se apropria da melancolia e rigidez do tango em cada momento da coreografia. Fala muito de abandono, seja pela atmosfera do gênero, seja por momentos que vivenciei ao longo da minha vida profissional, que faz parte também da vida de todos nós”, reflete.

Sobre a Companhia
Com 25 obras e 16 espetáculos em seu repertório, a Focus Cia de Dança segue consolidando, ao longo de 23 anos, uma história autêntica reconhecida pela crítica especializada e com sucesso de público. Apresentou-se em mais de 100 cidades brasileiras e levou sua arte para países como Colômbia, Bolívia, México, Costa Rica, Canadá, Estados Unidos, Portugal, Itália, França, Alemanha, Madri e Panamá. Logo quando a pandemia aquiesceu, em 2021, estreou o espetáculo Vinte e o seu primeiro infantil Bichos Dançantes, este último contemplado na Chamada Petrobras Cultural de Artes Cênicas.
Em 2020 lançou Corações em espera, criação do grupo, que foi exibida ao vivo, através de streaming, pelo YouTube. A obra foi indicada ao prêmio APCA na categoria criação, ficando em cartaz por 17 semanas. Em 2019 a Focus ganhou o 1º Prêmio Cesgranrio de Dança com a coreografia Keta parte integrante do espetáculo Still Reich e teve seu elenco indicado ao prêmio APCA durante a temporada na capital paulista, ainda no mesmo ano recebeu a indicação de melhor coreografia para Focus Dança Bach, e melhor bailarino pelo 2º Prêmio Cesgranrio de Dança. Em 2017 se apresentou no Rock In Rio, ao lado de Fernanda Abreu. Em 2016 recebeu a Comenda da Ordem do Mérito
Cultural, do Ministério da Cultura, maior condecoração da cultura brasileira. Em 2012, a Focus Cia de Dança foi escolhida, através da seleção pública do Programa Petrobras Cultural, a receber o patrocínio durante três anos para desenvolvimento de suas atividades, dando início a uma parceria de manutenção. Mais de 1 milhão de espectadores já se encantaram com a poesia e a capacidade técnica lapidadas nas coreografias inovadoras de Alex Neoral traduzidas no corpo de baile da companhia que é formada por bailarinos de todo o país.

Em julho de 2023, estreou nacionalmente no Rio de Janeiro, “Carlota – Focus dança Piazzolla”, sucesso de crítica e público, além de representar como convidada especial a dança do Brasil no Festival Hola Rio, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do governo fluminense em Madri, onde apresentou “Trupe” e “As canções que você dançou pra mim” na Casa de Vacas e Casa de América, além de participar de intercâmbio e residência artística com a Dínamo Cia de Danza.

LISTA DE MÚSICAS E INTÉRPRETES
– Pachouli
– El tango
– Oblivion
– Celos
– Soledad
Gidon Kremmer
– Otono Porteno
– Invierno Porteno
– Primavera Portena
– Verano Porteno
Piazzolla Classic Ensemble
– Fugatta
Yo Yo Ma
– Anos de Soledad
LIbertango
 
FICHA TÉCNICA
Direção artística e coreografia: Alex Neoral
Direção de produção e gestão: Tatiana Garcias

Assistente de direção: Luisa Villar
Produção Executiva: Giselli Ribeiro
Coordenação de Projeto: Taísa Diniz
Cenógrafa: Natália Lana
Cenotécnico: André Salles
Figurinos: Maria Osório
Confecção de Figurinos: Jacira Garcias e Lucas Pereira
Iluminação: Anderson Ratto
Direção de Palco: Pedro Junior
Técnico de Palco: Paulo Barbeto
Programação Visual: Bárbara Lana
Fotos: Leo Aversa e Cristina Granatto
Assessoria de Imprensa RJ: Mônica Riani
Assessoria de Redes Sociais | Gestão de Tráfego: GuiiuG Comunicação
Dançado com: Bianca Lopes, Carolina de Sá, Cosme Gregory, Iure de Castro,
Lindemberg Mallí, Paloma Tauffer, Vanessa Fonseca e Wesley Tavares
Realização: Neoral Garcias Produções Artísticas

Foto: Leo Aversa.

Serviço
CARLOTA – Focus Dança Piazzolla – coreografia e direção artística: Alex Neoral 
Sábado, 04 de novembro 
Horário: 20h
Local: Teatro Guairinha – Auditório Salvador de Ferrante
Endereço: Rua XV de Novembro, 971 – Centro
Classificação indicativa: 12 anos
Duração: 65 min | Lotação: 472 lugares
Ingressos:
https://www.diskingressos.com.br/event/5810
Valores: R$ 20 (meia-entrada), R$ 40 (inteira)
Colaboradores Petrobras: 50% de desconto na compra de até 2 ingressos
Informações e Bilheteria:
Shopping Mueller
Telefone: (41) 3315-0808
Endereço: Av. Cândido de Abreu, 127 – Piso L1 – Alameda de Serviços – Loja 5
Bairro: Centro Cívico – Funcionamento de Seg. à Sab. de 10h às 22h. Domingo
e 14h às 20h. 

Patrocínio Oficial @petrobras, Ministério da Cultura

Assessoria de imprensa:
Bruna Bazzo | BB COMUNICA 41 998088009 | comunicabb@gmail.com

CORO CÊNICO DE CURITIBA ANUNCIA ESPETÁCULO INÉDITO NO GUAIRINHA

Coro Cênico de Curitiba. Foto/divulgação: Amanda Vicentini

A partir do dia 25 de outubro, ‘Amar e Mudar as Coisas Interessa Mais’ entra em curta temporada, com enredo sobre a busca do amor e revolução 

Com direção cênica de Léo Moita e direção musical de Cainã Alves, entre os dias 25, 26 e 27 de outubro, estreia, em curta temporada, o espetáculo inédito “Amar e Mudar as Coisas Interessa Mais”, com a nova formação do Coro Cênico de Curitiba, composta por mais de 20 profissionais. Os ingressos pelo Ticket Fácil e na bilheteria do Centro Cultural Teatro Guaíra podem ser adquiridos a partir de R$10. 

Após o début em 2018 com “Pequena Memória Para um Tempo Sem Memória” – sucesso de público e crítica – com o novo espetáculo, o Coro Cênico de Curitiba tem diversos desafios como grupo. Dar sequência a dramaturgia e sonoridade, sem deixar de abordar o panorama sociopolítico e ainda, a direção dos novos integrantes. 

“Vamos continuar o eco do espetáculo de estreia. A gente quer amar e mudar coisas, tanto no sentido de amar o próximo como no sentido de amor ao nosso país. Amar e revolucionar nossos sentimentos pelos Brasil e por toda a América Latina”, propõe o coordenador geral do grupo e diretor cênico do Coro, Léo Moita. 

Durante o processo de seleção dos novos integrantes para “Amar e Mudar as Coisas Interessa Mais”, mais de 50 inscrições foram realizadas. O início do processo de criação começou em maio deste ano, com 21 intérpretes, entre cantores, cantoras, atores e atrizes. 

“A música sempre foi um dos grandes meios de amar e também de revolucionar, nesse espetáculo isso não poderia ser diferente. Poderemos escutar desde clássicos da música popular nacional e latino-americana até a inserção de novas sonoridades e novos artistas que formam um grande caldeirão revolucionário com muito amor”, diz Cainã Alves. 

O encontro da diversidade e a visibilidade sobre o cenário social, tanto no país, quanto na América Latina é o eixo condutor encenado pelos artistas, a partir das 18 canções que integram o repertório. 

“Todo o Coro Cênico, entre homens e mulheres, canta Pérola Negra (Luiz Melodia), Provável Canção de Amor Para Estimada Natália (Amanda Pacífico e Cacau de Sá) e Flutua (Johnny Hooker). Então, o arranjo é uma provocação para o próprio grupo e público” A criação é toda em conjunto, relata Léo Moita sobre o processo de montagem ao longo dos meses. 

Assim como em 2018, o Coro Cênico de Curitiba realizou também neste ano uma série de ações para o financiamento coletivo do novo projeto. Recentemente, o grupo idealizou o “Festival Primavera Entre os Dentes”, onde o elenco apresentou seus projetos pessoais e ainda, convidou bandas e outros artistas da cena curitibana. 

“Amar e Mudar as Coisas Interessa Mais” propõe uma ressignificação sobre a contemporaneidade, trazendo um novo sentido para o amor e a revolução em diferentes formas de canto, ancestralidade, nacionalidade e cultura. “É um gesto de afago, de carinho. É um beijo, bem no meio do Brasil. É um amor que a gente não pode perder”, pondera Léo Moita. 

O espetáculo conta com o apoio cultural da Secretaria da Comunicação e da Cultura do Estado do Paraná, Academia Ph.D Sports, Casa Quatro Ventos, Centro Cultural Teatro Guaíra, Effex – Tecnologia e Criação, LACOMUS UNESPAR, MarqImpactaPDV – Comunicação Gráfica, Maxi Gráfica, Missê Mariá Comida e Arte, Movimento Enxame – Espaço de Criação, Oz Espaço Criativo, Padaria América, Portal Banda B e Rádio Cultura de Curitiba. 

SERVIÇO
Amar e Mudar as Coisas Interessa Mais 
Quando: 25, 26 e 27 de outubro 
Onde: Teatro Guairinha 
Endereço: Rua XV de Novembro, 971 – Centro de Curitiba
Horário: 20h 
Ingressos: R$20 (inteira) e R$10 (meia-entrada) 
Compre Online: http://bit.ly/AmarEMudar 
Informações: (41) 3304-7900
Página do evento, aqui

FICHA TÉCNICA
EQUIPE DE CRIAÇÃO 
Direção Geral e Cênica: Léo Moita 
Assistência de Direção Cênica: Naiara Parolin Bastos 
Direção Musical: Cainã Alves 
Codireção Musical: Igor Ribeiro 
Direção de Produção: Tainara Baságlia 
Assistência de Produção: Guilherme Mendes Muniz, Léo Moita e Vivian Schmitz 
Financeiro: Janaína Lemos, Naiara Bastos e Tainara Baságlia 
Direção de Marketing e Comunicação: Veronica Melhem 
Coordenação de Mídias: Castrão de Castro 
Design Gráfico: Bruno Aguiar 
Mídias Sociais: Janaína Lemos 
Comercial: Janaína Lemos e Louize Marinho 
Preparação Corporal: Guilherme Mendes Muniz e Vivian Schmitz 
Preparação Vocal: Igor Ribeiro 
Cenografia: Ju Choma 
Figurino e Maquiagem: Luísa Teles e Nicholas Oher 
Iluminação: Erica Mityko 
Audiovisual: Ju Choma, Rodrigo Tomita e William Martins 
Artistas Colaboradores: Airton Rodrigues, Amanda Vicentini, Bernardo Grassi, Caroline Casagrande, Helen Tormina, Inés Gutiérrez e Raul Freitas. 
Assessoria de Imprensa: Lucas Cabaña 
Agradecimentos: Adriana Rosa, Gabriela Cavalheiro, Liane Guariente, Luiz Beto Olivera, Luciano de Lucio e Mônica de Oliveira Giovannetti. 

ELENCO 
Sopranos: Ariane Souza, Bárbara Neves, Cristina Souza e Sol do Rosário 
Mezzos: Daiane Cristina, Natália Laibida e Veronica Melhem 
Contraltos: Airô Barros, Janaína Lemos, Louize Marinho e Vivian Schmitz 
Tenores: Alisson Santos, Edson Morais, Igor Ribeiro e Jeff Araújo 
Barítonos: Clauber Ramos, Guilherme Mendes Muniz, Nicholas Oher e Paxóla 
Baixos: Cainã Alves, Castrão de Castro, Pedro Menezes e Ronaldo Pimentel 

MUSICISTAS 
Piano: Rudson Malheiros 
Percussão: Janaína Queiroz 
Guitarra/Violão: Luque Diaz 
Baixo: Juliano Brustring 
Bateria: Yasmine Matusita 
Flauta Transversal: Laryssa Martins 
Sax Alto: Lethycia Martins 
Sax Tenor: Dayane Naeser 
Trompete: Paloma Gomes 

MOSTRA PARANAENSE DE DANÇA 2018

Mostra Paranaense de Dança. Crédito das fotos: Cayo Vieira

 ABABTG divulga cronograma de inscrições e seletivas

Em 11 anos de existência, a Mostra Paranaense de Dança – iniciativa da Associação de Bailarinos e Apoiadores do Balé Teatro Guaíra (ABABTG) – se tornou o maior evento do gênero no Brasil. Em sua última edição, em 2017, reuniu cerca de 17 mil pessoas – entre público, artistas inscritos, bailarinos profissionais convidados, equipe técnica e alunos das oficinas e workshops. Ao todo, o Festival contou com a participação de grupos de 56 cidades, sendo três de Santa Catarina e o restante do Paraná. Ambos os estados reuniram 2360 artistas inscritos, que apresentaram 566 coreografias, sendo que, destas, 122 foram aprovadas para a Mostra Final. Em 2018, a Mostra dá continuidade à sua missão de promover apresentações artísticas de companhias profissionais convidadas, revelar o talento de artistas e grupos amadores, promover a interação entre profissionais e estudantes da dança, ofertar iniciativas de formação e trazer para o Brasil artistas internacionais para apresentações inéditas.

Todos os anos, estudantes de todos os estilos de dança do Paraná e de estados vizinhos aguardam ansiosos a divulgação do cronograma de atividades da Mostra e a revelação das cidades escolhidas para receber as seletivas. Este ano, além de Curitiba, a ABABTG passará por Campo Mourão, Pato Branco, Ponta Grossa e Arapongas. Grupos, escolas, academias e bailarinos poderão se inscrever a partir do dia 7 de abril (cronograma de inscrições abaixo). Os grupos inscritos se apresentarão para uma banca de profissionais convidados pela Associação e alguns trabalhos serão selecionados para a grande final realizada tradicionalmente no palco do Guairão.

Essas cidades ainda vão receber oficinas de aprimoramento técnico e artístico em modalidades variadas, ministradas por profissionais habilitados. A grande abertura da Mostra acontece no Guairinha no dia 2 de maio e contará com a apresentação de solistas finalistas e/ou premiados no Internationales Solo-Tanz-Theater Festival Sttutgart, que acontece anualmente na Alemanha.

Cronograma da edição 2018 da Mostra Paranaense de Dança da ABABTG

Período de inscrições de escolas, academias, grupos e artistas, via site: www.ababtg.org.br/mostra:

Curitiba: de 7 a 13 de abril
Campo Mourão: de 21 a 27 de abril
Pato Branco: de 28 de abril a 4 de maio
Ponta Grossa: de 5 a 11 de maio
Arapongas: de 12 a 18 de maio

Período de seletivas nas cidades do Paraná:
Curitiba: de 3 a 6 de maio
Campo Mourão: 19 e 20 de maio
Pato Branco: 26 e 27 de maio
Ponta Grossa: 2 e 3 de junho
Arapongas: 9 e 10 de junho

Abertura com os solistas internacionais:
· Dia 2 de maio, no Guairinha, em Curitiba.

Mostra Final com os grupos selecionados e profissionais convidados:
· Entre os dias 21, 23 e 24 de junho, no Guairão, em Curitiba.

Inscrições para oficinas de aprimoramento técnico e artístico, via site www.ababtg.org.br/mostra:
· Campo Mourão: 30 de abril a 13 de maio
· Pato Branco: 7 a 20 de maio
· Ponta Grossa: 14 a 27 de maio
· Arapongas: 21 de maio a 3 de junho
· Curitiba (Mostra Final): 4 a 17 de junho
*Investimento: R$20,00 por oficina. 

Regulamento e informações: mostra@ababtg.org.br 
www.ababtg.org.br/mostra  ///  www.facebook.com/ababtgoficial

ABABTG
Fundada em 2007, a Associação de Bailarinos e Apoiadores do Balé Teatro Guaíra surgiu para fortalecer a dança e demais artes motivando uma ligação sinérgica entre os setores público e privado. Para tanto, tem desenvolvido projetos culturais que promovam ações de formação, atualização, divulgação e fomento da dança, em suas diversas linguagens. A formação de público e o apoio à gestão de carreira de seus associados bailarinos, ex-bailarinos e apoiadores do Balé Teatro Guaíra também estão entre os compromissos da ABABTG. Formalizada como uma agremiação artística e cultural de caráter civil e personalidade jurídica e recentemente qualificada como Organização Social, a Associação tem demonstrado uma atividade intensa desde a sua fundação. Entre os seus principais eventos está a Mostra Paranaense de Dança, realizada anualmente em diferentes cidades do Estado para incentivar e valorizar bailarinos e grupos amadores e promover apresentações profissionais a preços populares.

CULINÁRIA TÍPICA E CORTEJO NA RUA XV: O ‘ESQUENTA’ PARA O FESTIVAL DE ETNIAS

No sábado, 24, o grupo de folclore alemão Original Einigkeit Tanzgruppe fez um pocket show no Passeio Público, já como parte da preparação para o Festival de Etnias.

Culinária típica e cortejo na Rua XV: o ‘esquenta’ para o Festival de Etnias, em Curitiba

A 56ª Festival Folclórico de Etnias do Paraná começa de fato no domingo, 02, mas antes disso uma série de ações em diferentes pontos da cidade vai chamar a atenção e preparar o público para o evento principal.

O Festival de Etnias é organizado pela Associação Interétnica do Paraná (Aintepar) em parceria com a Trento Edições Culturais e a Universidade Livre da Cultura (Unicultura).

As atividades pré-Festival começam na sexta-feira, 30, às 19 horas, na Praça da Ucrânia, com uma aula-show de culinária ucraniana e degustação de pratos típicos. No mesmo espaço, o público poderá assistir a apresentações de grupos folclóricos do país eslavo.

No sábado, 1º, às 10 horas, no Mercado Municipal, é a vez da gastronomia japonesa, também acompanhada de apresentações folclóricas.

Ainda na manhã de sábado, a partir das 11 horas, integrantes dos 17 grupos que se apresentarão no Festival, devidamente caracterizados, farão um cortejo pela Rua XV de Novembro. Eles sairão do Teatro Guaíra com destino à Boca Maldita. Nas proximidades da Praça Osório, dançarão uma quadrilha junina.

“É uma forma de os representantes dessas culturas mostrarem que também estão integrados aos nossos costumes”, destaca Ricardo Trento, um dos produtores do Festival de Etnias.

Todos os eventos do pré-Festival são gratuitos.

A abertura oficial do evento acontece no domingo, 2, às 19 horas, no Teatro Guaíra, com a apresentação do Grupo Indígena Tekowa Xiinguy, convidado da organização.

As exibições vão até o dia 13, no Guaíra e no Guairinha. No palco, todas as noites, representantes, dentre outras, das culturas espanhola, germânica, grega, holandesa, italiana, japonesa, ucraniana, polonesa, israelita e boliviana.

Os ingressos estão à venda na bilheteria do Guaíra e pelo Disk Ingressos (3315-0808), e custam R$ 50 e R$ 25 (meia entrada).

Acesse o site e confira a programação: www.festivalfolclorico.com.br
Facebook: www.facebook.com/festivalfolcloricodoparana

FESTIVAL DE ETNIAS DO PARANÁ: QUALIDADE ARTÍSTICA DE GRUPOS FOLCLÓRICOS É RECONHECIDA NO BRASIL E FORA DELE

Apesar de não serem compostos por dançarinos profissionais, os grupos que se apresentarão no Festival Folclórico de Etnias do Paraná mantêm uma rotina de disciplina e constantes ensaios, a fim de garantir a qualidade técnica e artística das apresentações.

O Festival de Etnias acontece de 2 a 13 de julho, no Teatro Guaíra e no Guairinha. O evento é uma realização da Associação Interétnica do Paraná (Aintepar) e da Trento Edições Culturais.

O esforço é recompensado. O grupo polonês Wisla, por exemplo, têm reconhecimento internacional. Em julho, logo após o espetáculo em Curitiba, os integrantes embarcarão para uma turnê que passará por 18 cidades da Polônia.

Quase ao mesmo tempo, o Grupo Folclórico Ucraniano Poltava vai participar do Festival de Dança de Joinville, o maior do mundo. A coreografia enviada para a pré-seleção do evento foi escolhida pelos jurados para participar da mostra competitiva.

É a terceira vez que o Poltava vai ao Festival de Joinville. Nas outras duas, em 2002 e 2003, ficou em sétimo e segundo lugares, respectivamente, na categoria danças populares.

Em Santa Catarina, será apresentada a coreografia Sviatkuvannya v Poltavi. A mesma dança fará parte do espetáculo do Festival de Etnias do Paraná, no dia 7 de julho.

Em Curitiba não há uma mostra competitiva, mas no Festival de Joinville o Poltava entra com a pretensão de ganhar. “Não é pelo dinheiro do prêmio, é pelo prestígio”, explica o presidente do grupo, Elias Kalinovski.

Com essas duas grandes apresentações programadas para o mês de julho, os dançarinos do Poltava têm encarado uma rotina de ensaios de nove horas semanais, concentradas principalmente nos finais de semana. “O pessoal está soltando foguetes, todos bastante ansiosos para sentir essa energia”, conta Kalinovski.

Turnê polonesa
O grupo de folclore polonês Wisla se apresenta no dia 3 de julho no Festival de Etnias. No dia 9, embarca para a Polônia, onde em 22 dias passará por 18 cidades. Não é a primeira vez.

Desde 1996, de três em três anos o grupo é convidado pelo governo polonês a se apresentar em um festival de cultura popular do país. Nas últimas três ocasiões, acabou fazendo extensas turnês. “A gente já é conhecido lá, o que favorece os contatos”, diz Lourival Araújo, coreógrafo do Wisla.

Como o Poltava, o Wisla também já participou do Festival de Dança de Joinville. Venceu em 1999 e conseguiu boas colocações em 2001 (3º lugar), 2007 (2º) e 2013 (2º). Anos antes, na década de 80, se apresentou para o papa João Paulo II, no estádio Couto Pereira.

Este ano, o grupo levará ao país eslavo uma apresentação dividida em duas partes, reservadas aos folclores polonês e brasileiro, respectivamente. A primeira é a mesma que será exibida aqui, durante o Festival Folclórico de Etnias.

A coreografia, como acontece todo ano, começou a ser concebida em novembro. “O que dá mais trabalho é fazer as pessoas perceberem a importância cultural de cada passo, cada movimento, o que essa manifestação diz sobre cada região da Polônia. Embora os dançarinos sejam descendentes de poloneses, eles são brasileiros, você precisa conectar eles com essa carga”, pontua Lourival. “É importante, por isso a gente se dedica e consegue com o tempo.”

Araújo morou por cinco anos na Polônia, onde se formou coreógrafo na Universidade de Lublin.

Os dançarinos do Wisla têm ensaiado 11 horas por semana. Para a viagem à Polônia, não existe patrocínio, e cada integrante vai arcar com suas despesas. “Mesmo assim, por ser algo fantástico, todos querem ir”, destaca Lourival.

Serviço:
Festival Folclórico de Etnias do Paraná
De 02 a 13 de julho
No Teatro Guaíra e no Guairinha, centro de Curitiba.
Confira a programação:
www.festivalfolclorico.com.br