Blogue FATO Agenda divulga: 1) vagas e oportunidades em comunicação social, mkt e design em Curitiba e região. 2) Agenda cultural da cidade. 3) Livros e discos de vinil (do Sebinho FATO Agenda). Editado há 17 anos (desde 2009) pelo jornalista Leandro Hammerschmidt.
Festa (1989). Um músico, um jogador de sinuca e seu assistente são contratados para animar uma festa no segundo andar de uma mansão. Os três permanecem horas no salão inferior aguardando o momento de mostrar seus talentos.
Direção: Ugo Giorgetti
Elenco: Jorge Mautner, Antonio Abujamra, Adriano Stuart, Otávio Augusto, Marcelo Mansfield, Lala Deheinzelin, Iara Jamra, Ney Latorraca, José Lewgoy, Patrícia Pillar.
Documentário “Coisa Mais Linda – Histórias E Casos Da Bossa Nova”- Um painel histórico, musical e informativo sobre o nascimento da Bossa Nova, na década de 1950. Contém imagens de arquivo com entrevistas e apresentações exclusivas de Roberto Menescal, Carlos Lyra, Johnny Alf, Leny Andrade, entre outros.
Diretor: Paulo Thiago. Roteiro: Paulo Thiago. Produção: Glaucia Camargos. Edição: Marcelo Moraes.
Que ideia maravilhosa! Só entrar no site e assistir o cinema paranaense. Inclusive você pode subir filmes! Maravilhoso! Parabéns aos envolvidos!
A Paranáflix é uma plataforma colaborativa criada para difundir produções cinematográficas produzidas em todo o Paraná.
Já tem vários filmes interessantes: Lance Maior (1968), Cine Hai-Kai (1984) – sobre o Leminski, Beijo na Boca Maldita (2008), Satori Uso (2007), vários filmes legais, confira o catálogo!
“Buscamos construir uma forma livre, popular e coletiva para dar visibilidade às produções do estado, e oferecer o acesso gratuito de filmes para quem busca informações culturais.
Este gesto surge como sintoma da insuficiência de políticas públicas consistentes, ativas, e longevas de distribuição, produção, exibição e preservação do cinema no Paraná, e de modo algum pretende trazer soluções paliativas a estes problemas de imenso interesse público.
Gilson de souza, paulista da cidade de Marília, chegou à capital paulistana nos anos 60, foi cantor da noite e se apresentou em grandes casas de espetáculos da época como: Catedral do samba, Beco, Jogral, Bar Brahma e muitas outras. Dez anos depois nos anos 70 já era um nome respeitado dentre os sambistas, mpb e bossa nova. Antes de fazer sucesso como cantor, foi sucesso como compositor: a música “orgulho de um sambista” gravado por Jair Rodrigues (aqui) e 15 anos depois regravada por Adriana Calcanhoto (aqui). Outros sucessos de Gilson de Souza gravados por Jair rodrigues foram: Carnaval não envelhece (aqui) e Sou da Madrugada em parceria com cantor e compositor Wando (aqui). Em 1975, teve a oportunidade de gravar seu primeiro disco – onde 2 músicas se tornaram sucesso nacional e hinos da mpb: “Poxa” (aqui) e “Quem é do samba chora” (aqui).
A primeira regravação internacional de “Pôxa” foi feita pelo grupo espanhol Mocedades, em 1978, (aqui).
Pôxa ganhou troféu imprensa como revelação do ano e melhor música. Já em 1988, recebeu o troféu gladiador no programa Raul Gil.
Elza soares gravou a música “Deixa deus resolver” por volta de 1985 (aqui).
Djalma pires também fêz sucesso com a música de Gilson de Souza “Perdido na madrugada” em 1987 (aqui).
Rosa Maria também gravou um grande sucesso; “Samba maneiro” em 1989.
Mais uma vez Jair Rodrigues grava música de Gilson de Souza: “Exaltação aos seresteiros” em 1990.
Os originais do samba gravaram a música “Bahia do nosso senhor” em 1998.
Neguinho da beija flor regravou “Poxa” em 1999.
Reinaldo o “príncipe do pagode” gravou a música “cena de cinema”, uma música que foi uma parceria com Almir Guineto em 2001 (aqui)
Neste mesmo ano a dupla argentina pimpinela regravou Pôxa (aqui), Guilherme e Santiago gravaram a música “Lei do Silêncio”, música em feita em parceria com Fernando Boêmio em 2005 (aqui).
Em 2006 foi a vez de Zeca Baleiro regravar Pôxa (aqui).
Em 2007, Gilson de Souza com a música Pôxa ganha uma Coroa de Ouro e uma de prata no programa Rei Majestade apresentado por Silvio Santos.
Em 2008, o Exaltasamba regravou Pôxa: (aqui) e, finalmente, em 2010, Zeca pagodinho também regrava pôxa (aqui)
Serra Pelada A Lenda da Montanha de Ouro – O filme investiga os fatos por trás da Serra Pelada que, durante a década de 1980, abrigou 100 mil pessoas atraídas pela possibilidade de enriquecimento, o qual, na grande maioria dos casos, não se concretizou.
Data de lançamento: 9 de abril de 2013 (mundial) Documentário: 1h 42m Direção: Victor Lopes Música composta por: Lucas Marcier Cinematografia: Luís Abramo Roteiro: Victor Lopes, Maurício Lissovski Edição: Leonardo Domingues, Julia Barreto, Fernando Vidor, Gisele Barreto
Com direção de Vinicius Ferreira, a produção é um recorte sobre a cena musical autoral da capital paranaense e faz parte de um projeto maior e homônimo, cujo lançamento ocorreu em outubro de 2017, com o livro de Eduardo Mercer, “Uma Fina Camada de Gelo: O Rock Autoral e a Alma Arredia de Curitiba“.
LINA BO BARDI, 50min. Brasil, 1993 Direção: Aurélio Michiles
Esta cinebiografia da arquiteta ítala-brasileira Lina Bo Bardi (1914-2014) traça o percurso desde sua chegada ao Brasil – vinda de uma Itália arrasada pela Segunda Guerra – até o seu último projeto, a recuperação do Palácio das Industrias – transformada em sede da prefeitura de São Paulo. Depoimentos: Darcy Ribeiro, Caetano Veloso, Pierre Verger, Zé Celso Martinez Correa, Wally Salomão, Frei Betto, Pietro Maria Bardi entre outros. Participação Especial: MARIA BETHANIA. FICHA TÉCNICA Direção/Edição: AURÉLIO MICHILES Direção de Fotografia: RODOLFO SANCHEZ Roteiro e Pesquisa: ISA G. FERRAZ Produção e Assistente de Direção: ELAINE CESAR Música: PAULO TATIT e SANDRA PERES Participação Especial: BANDA OLODUM (mirim) Narração: RODRIGO SANTIAGO Realização: INSTITUTO LINA BO e P.M. BARDI
CRÍTICA O ESTADO DE SÃO PAULO, 22.07.1993 “… um belo e sensível registro da trajetória da autora de prédios importantes como o Museu de Arte de São Paulo (MASP) ou SESC-Pompéia. Um espetáculo imperdível para quem quer conhecer melhor uma época em que o Brasil sentia orgulho do Brasil e na qual se apostava em um rico processo civilizatório nascido das coisas da terra”. ANGÉLICA DE MORAES.
Sinopse: Um dos mais importantes sambistas do Brasil, o baiano Oscar da Penha, o Batatinha (1924 -1997), é visto aqui sob a perspectiva de seus nove filhos. São eles que vão atrás das memórias do pai, investigam a sua vida, história e obra e se encontram com familiares, amigos e músicos. Seus filhos, ao reunir os fragmentos que revelam a história do pai, acabam conhecendo mais sobre ele, estabelecendo também elos fraternais importantes entre a própria família.
Ficha técnica: Brasil | 2008 | cor | Direção: Marcelo Rabelo Fotografia: Nicolas Hallet Montagem: Iris de Oliveira Som: Simone Dourado Produção: Eliana Mendes, Marcelo Rabelo e Vanessa Salles Contato: bendego@gmail.com
Nos anos 1950, uma psiquiatra contrária aos tratamentos convencionais de esquizofrenia da época é isolada pelos outros médicos. Ela então assume o setor de terapia ocupacional, onde inicia uma nova forma de lidar com os pacientes, pelo amor e a arte.
Resultado de 13 anos de ampla pesquisa, é baseado em um momento da vida da psiquiatra Nise da Silveira, pioneira da terapia ocupacional no Brasil.
Além de Glória Pires no papel principal, o elenco também conta com: Fabrício Boliveira, Fernando Eiras, Perfeito Fortuna, Roberta Rodrigues, Augusto Madeira, Simone Mazzer, Zé Carlos Machado, entre outros.
Data de lançamento: 21 de abril de 2016 (Brasil) Direção: Roberto Berliner Música composta por: Jaques Morelenbaum Roteiro: Roberto Berliner, Maurício Lissovski, Flávia Castro, Chris Alcazar, Maria Camargo, Patrícia Andrade, Leonardo Rocha Prêmios: Grande Prêmio do Cinema Brasileiro – Melhor Ator Coadjuvante.