CENTRO CULTURAL BOQUEIRÃO E TEATRO CLEON JACQUES RECEBEM APRESENTAÇÕES GRATUITAS DE “CONTOS PROIBIDOS DE ANTROPOFOCUS”

Contos Proibidos. Foto: Paulo Feitosa.

Ao todo, são duas exibições em cada espaço, sempre aos sábados e domingos; dias 28 e 29 de maio no Teatro Cleon Jacques e dias 04 e 05 de junho no Centro Cultural Boqueirão, em Curitiba

Após reestrear com plateia lotada no Portão Cultural, o espetáculo “Contos Proibidos de Antropofocus” segue sua temporada de circulação por mais dois espaços culturais curitibanos. As apresentações acontecem nos dias 28 e 29 de maio, no Teatro Cleon Jacques, anexo ao Parque São Lourenço, e nos dias 04 e 05 de junho, no Centro Cultural Boqueirão. Aos sábados, as sessões são às 20h e, aos domingos, às 19h, todas com entrada franca. As ações integram o projeto “Contos em todos os cantos – Humor além do Centro”, promovido pelo grupo Antropofocus, através da lei municipal de incentivo à cultura, com o incentivo da Celepar e do Ebanx.

Uma comédia sem diálogo
A comédia apresenta quatro cenas curtas, sem que os atores digam uma palavra sequer. Eles utilizam som, efeitos sonoros e música, mas nenhum diálogo. No elenco, estão os atores do Antropofocus, Anne Celli, Andrei Moscheto, Edran Mariano e Marcelo Rodrigues, e o ator convidado Bruno Lops.

Todas as cenas do espetáculo acontecem em ambientes onde pessoas desconhecidas se encontram, mas raramente iniciam uma conversa: uma marquise num dia de chuva, um banheiro público, dentro de um ônibus. Lugares que parecem absolutamente “normais” mas que, dentro da linguagem do Antropofocus, acabam revelando situações fantásticas.

Como o espetáculo não possui texto, pode ser assistido por pessoas com deficiência auditiva, que têm a oportunidade de acompanhar e aproveitar a apresentação sem a necessidade da presença de intérprete de Libras.

“Contos Proibidos de Antropofocus” é uma das criações de maior sucesso do grupo Antropofocus, com temporadas em cidades como São Paulo, Porto Alegre, Brasília, Rio de Janeiro e também em Córdoba, na Argentina, além de participações em importantes festivais de teatro no Brasil.

Além do Palco
A programação também contempla a realização de uma oficina de improvisação em cada núcleo regional da cidade, ofertada gratuitamente para atores e não atores. A atividade foi desenvolvida a partir da pesquisa artística do grupo, e visa promover o autoconhecimento por meio de exercícios teatrais e de criatividade, em que os participantes são, simultaneamente, intérpretes e dramaturgos. As informações de data, horário e local serão divulgadas no site www.antropofocus.com.br e nas redes sociais do grupo: @antropofocus.

Circulando por Curitiba
O projeto “Contos em todos os cantos – Humor além do Centro” propõe a circulação por três espaços culturais fora do eixo central da cidade, no período de abril a junho, apresentando um trabalho teatral de qualidade para compor a programação desses teatros, além de ações exclusivas para jovens de escolas públicas da comunidade.

As duas primeiras apresentações, que aconteceram no início de maio no Portão Cultural, marcaram a retomada presencial do coletivo. Edran Mariano, ator e produtor do grupo, comenta sobre o sucesso de público na reestreia:
“É muito legal ver o público ocupando os espaços culturais da cidade. Nessa primeira temporada da circulação, pudemos perceber que várias pessoas estavam indo pela primeira vez ao teatro. E muitas não conheciam o Portão Cultural como um espaço público que oferece programação de qualidade. Contribuir para a formação de novos públicos e para a difusão dos espaços culturais presentes na cidade, e principalmente fora do eixo central, nos deixa muito felizes”, relata.

O ator Marcelo Rodrigues destaca a emoção de voltar a atuar presencialmente neste momento. “Para nós, poder voltar aos palcos depois de um pouco mais de dois anos, foi uma celebração. Celebrar a arte e a resistência de mãos dadas com todo o grupo que, com muito esforço, fazemos do criar a nossa vida.”, finaliza Marcelo.

Sobre o Antropofocus
O Antropofocus surgiu em outubro de 2000 e tem como premissa artística observar o ser humano e seu comportamento no cotidiano, levando em conta que todas as suas ações podem ser consideradas cômicas, a depender do prisma pela qual é vista. O grupo sempre se propôs a investigar os paradigmas da comédia comercial, as possibilidades cômicas dos signos teatrais e a improvisação como técnica de criação dos espetáculos.

Neste ano em que comemora a conquista de 22 anos de trajetória, o Antropofocus irá celebrar retornando aos palcos e com uma programação intensa, que inclui a circulação do espetáculo “Contos Proibidos de Antropofocus” por espaços culturais de Curitiba e por mais cinco cidades paranaenses e a estreia de uma nova montagem, prevista para acontecer no segundo semestre.

SERVIÇO
“Contos Proibidos de Antropofocus”

Teatro Cleon Jacques
Dias 28 e 29 de maio – sábado, às 20h; domingo, às 19h
Na Rua Mateus Leme, 4700 (anexo ao Parque São Lourenço), Curitiba
Informações: 41 3313-7190 | 41 99955-9172

Centro Cultural Boqueirão
Dias 04 e 05 de junho – sábado, às 20h; domingo, às 19h
Na Rua José Guercheski, 281 – Boqueirão, Curitiba
Informações: 41 99973-7636 | 41 99955-9172

Entrada gratuita, com retirada de ingresso uma hora antes da apresentação
Classificação Indicativa: 14 anos
Mais informações:
Facebook: https://www.facebook.com/antropofocus
Instagram: https://www.instagram.com/antropofocus
Site: https://www.antropofocus.com.br

FICHA TÉCNICA
Elenco: Anne Celli, Andrei Moscheto, Bruno Lops, Edran  Mariano e Marcelo Rodrigues
Sonoplastia e assistente de direção: Célio Savi
Operador de som: Célio Savi
Iluminação: Anry Aider e Paulo Rosa
Operação de luz: Paulo Rosa
Cenografia: Sérgio Richter & Antropofocus
Figurino e Adereços: Fabiana Pescara & Renata Skrobot
Designer Gráfico: Lula Carneiro
Fotos: Paulo Feitosa
Assessoria de Imprensa: Platea Comunicação e Arte
Diretor de Produção: Edran Mariano
Produção Executiva: Janaina Micheluzzi
Direção Geral: Andrei Moscheto
Realização: Antropofocus
Incentivo: Celepar e Ebanx

“PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.”

MOSTRA INTERNACIONAL DE CABARÉ ::: DE 05 A 8 DE MAIO EM CURITIBA

O CABARET SE INSTAURA EM CURITIBA: A programação da MOSTRA INTERNACIONAL DE CABARÉ vai do dia 05 ao dia 8 de maio e conta com espetáculos, palestras, festas, lançamento de livro, oficinas e muito, mas muito cabaré – com nomes nacionais e internacionais. Programação gratuita.

Serviço:
1ª MOSTRA INTERNACIONAL DE CABARET DE CURITIBA: Uma realização Selvática Ações Artísticas, de 5 a 8 de maio no Espaço Fantástico das Artes, R. Trajano Reis, 41 – São Francisco, Curitiba-PR.
Programação completa: www.selvatica.art.br/mic22

Ficha técnica:
Realização Selvática Ações Artísticas
Curadoria e direção geral: Ricardo Nolasco e Gabriel Machado
Direção de produção: Gabriel Machado e Patricia Cipriano
Coordenação técnica: Semy Monastier e Marina Arthuzzi
Técnica e operação de som: Matheus Henrique
Assistência de comunicação: Leo Bardo
Arte gráfica: Rafael Bagatelli
Curadoria da convocatória: Gabriel Machado, Leo Bardo, Marina Arthuzzi, Marina Viana, Patricia Cipriano, Ricardo Nolasco e Semy Monastier.


ESPETÁCULO “CONTOS PROIBIDOS DE ANTROPOFOCUS” CHEGA AO PORTÃO CULTURAL COM DUAS APRESENTAÇÕES GRATUITAS

Contos Proibidos de Antropofocus. Fotografia: Paulo Feitosa.

As exibições acontecem nos dias 30 de abril e 01 de maio, sempre às 18h, e marcam a retomada aos palcos presenciais do grupo curitibano Antropofocus

Nos dias 30 de abril e 1º de maio, sábado e domingo, às 18h, o palco do Portão Cultural recebe o espetáculo “Contos Proibidos de Antropofocus”. As duas apresentações têm entrada franca e integram o projeto “Contos em todos os cantos – Humor além do Centro”, promovido pelo grupo Antropofocus.

Uma comédia sem diálogo
A comédia apresenta quatro cenas curtas, sem que os atores digam uma palavra sequer. Eles utilizam som, efeitos sonoros e música, mas sem nenhum diálogo. No elenco, estão os atores do Antropofocus, Anne Celli, Andrei Moscheto, Edran Mariano e Marcelo Rodrigues, e o ator convidado Bruno Lops.

Todas as cenas do espetáculo acontecem em ambientes onde pessoas desconhecidas se encontram, mas raramente iniciam uma conversa: uma marquise num dia de chuva, um banheiro público, dentro de um ônibus. Lugares que parecem absolutamente “normais” mas que, dentro da linguagem do Antropofocus, acabam revelando situações fantásticas.

Como o espetáculo não possui texto, pode ser assistido por pessoas com deficiência auditiva, que podem acompanhar e aproveitar a apresentação sem a necessidade da presença de intérprete de Libras.

“Contos Proibidos de Antropofocus” é uma das criações de maior sucesso do grupo Antropofocus, com temporadas em cidades como São Paulo, Porto Alegre, Brasília, Rio de Janeiro e também em Córdoba, na Argentina, além de participações em importantes festivais de teatro no Brasil.

Além do Palco
A programação também contempla a realização de uma oficina de improvisação, ofertada gratuitamente para atores e não atores. A atividade foi desenvolvida a partir da pesquisa artística do grupo, e visa promover o autoconhecimento por meio de exercícios teatrais e de criatividade, em que os participantes são, simultaneamente, intérpretes e dramaturgos. As informações de data, horário e local serão divulgadas nas redes sociais do grupo.

Circulando por Curitiba
O projeto “Contos em todos os cantos – Humor além do Centro” irá circular por três espaços culturais fora do eixo central da cidade, no período de abril a junho, apresentando um trabalho teatral de qualidade para compor a programação desses teatros, além de ações exclusivas para jovens de escolas públicas da comunidade.

Andrei Moscheto, ator e diretor do grupo, comenta que a circulação ganha um significado especial, já que marca a celebração dos 22 anos de atividades ininterruptas do grupo Antropofocus. “Passamos por este momento dificílimo da pandemia, fazendo tudo online, e resistimos como foi possível. Será emocionante reencontrar com o público ao vivo”, declara ele.

O ator e produtor Edran Mariano fala sobre o objetivo da iniciativa. “O projeto propõe estimular e incentivar a formação de plateia e a ocupação de espaços culturais situados fora do eixo central da cidade e que são referência pela população. Com isso, contribuímos com a democratização do acesso aos bens culturais e a diversificação de públicos, além de dar continuidade à pesquisa artística enquanto grupo profissional”, complementa.

Após a passagem pelo Portão Cultural, o itinerário da circulação seguirá para o Memorial Paranista no Parque São Lourenço, nos dias 28 e 29 de maio, e para o Centro Cultural Boqueirão, nos dias 04 e 05 de junho.

Sobre o Antropofocus
O Antropofocus surgiu em outubro de 2000 e tem como premissa artística observar o ser humano e seu comportamento no cotidiano, levando em conta que todas as suas ações podem ser consideradas cômicas, a depender do prisma pela qual é vista. O grupo sempre se propôs a investigar os paradigmas da comédia comercial, as possibilidades cômicas dos signos teatrais e a improvisação como técnica de criação dos espetáculos.

SERVIÇO
“Contos Proibidos de Antropofocus”
Dias 30 de abril e 01 de maio (sábado e domingo), às 18h
No Portão Cultural – Auditório Antônio Carlos Kraide. Av. Rep. Argentina, 3430 – Água Verde (em frente ao Terminal do Portão), Curitiba.
Entrada gratuita, com retirada de ingresso uma hora antes da apresentação
Classificação Indicativa: 14 anos

Mais informações
Telefones: 41 3229-4458 | 41 99955-9172
Facebook: https://www.facebook.com/antropofocus
Instagram: https://www.instagram.com/antropofocus

FICHA TÉCNICA
Elenco: Anne Celli, Andrei Moscheto, Bruno Lops, Edran  Mariano e Marcelo Rodrigues
Sonoplastia e assistente de direção: Célio Savi
Operador de som: Célio Savi
Iluminação: Anry Aider e Paulo Rosa
Operação de luz: Paulo Rosa
Cenografia: Sérgio Richter & Antropofocus
Figurino e Adereços: Fabiana Pescara & Renata Skrobot
Designer Gráfico: Lula Carneiro
Fotos: Paulo Feitosa
Assessoria de Imprensa: Platea Comunicação e Arte (
platea.comunicacao@gmail.com
(41) 9 9907-9648 ou (11) 9 5457-7887)
Diretor de Produção: Edran Mariano
Produção Executiva: Janaina Micheluzzi
Direção Geral: Andrei Moscheto
Realização: Antropofocus
Incentivo: Celepar e Ebanx

“PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.”

“O TESOURO DO PIRATA ZULMIRO”: ESPETÁCULO CIRCENSE COM ESTREIA EM JANEIRO REVIVE LENDA CURITIBANA

O Tesouro do Pirata Zulmiro. Foto: Lidia Ueta.

A montagem, que traz a lenda do Pirata Zulmiro como pano de fundo, também é uma homenagem ao artista idealizador do projeto, Marcos Gabriel Freitas (Palhaço Fidalgo), que faleceu em agosto de 2020. Ao todo, serão oito apresentações online e gratuitas para toda a família assistir no YouTube entre os dias 27 de janeiro e 06 de fevereiro

Entre os dias 27 de janeiro e 06 de fevereiro, de quinta a domingo, sempre às 20h, os curitibanos de todas as idades têm a oportunidade de assistir gratuitamente e online o espetáculo “O Tesouro do Pirata Zulmiro”, que, por meio de números circenses, parte da lenda que permeia o imaginário da cidade de Curitiba, para contar essa história. As exibições são feitas diretamente no canal do YouTube do diretor e dramaturgo do projeto, Silvestre Neto, o Palhaço Macaxeira youtube.com/SilverNeto.

“O Tesouro do Pirata Zulmiro”, foi idealizado pelo artista Marcos Gabriel Freitas — o Palhaço Fidalgo —, e complementado pelo artista Silvestre Neto. Após o falecimento de Fidalgo em agosto de 2020, a obra foi adaptada pela equipe, que está realizando o espetáculo em homenagem à vida e obra do Palhaço Fidalgo.

A obra foi gravada nas dependências do Circo da Cidade, no Boqueirão, e explora a saga do Pirata Zulmiro, um personagem do folclore curitibano, para conseguir abrir o baú que carrega consigo. Em um universo delirante, Zulmiro precisa passar por provações para descobrir de quais maneiras as riquezas dele podem ser reveladas. Buscando ajuda em uma lona circense, ele e Heraldo, seu fiel escudeiro, desvendam os mistérios do picadeiro de uma forma inusitada. Diversão garantida para toda a família.

Além das oito apresentações, o projeto conta, ainda, com a realização de um bate-papo da equipe com o público para compartilhar o processo de criação e refletir sobre os caminhos da linguagem circense no ambiente audiovisual. A live acontece no dia 27 de janeiro, às 21h, logo após a estreia da peça, também no canal do YouTube.

O espetáculo tem dramaturgia e direção de Silvestre Neto, e o elenco conta com a participação de artistas relevantes do cenário circense curitibano: Camila Cequinel, Denis Mariano, Mago Niko e o próprio Silvestre Neto.

A estreia, inicialmente prevista para acontecer de forma presencial em março de 2020, como parte da programação do Circo da Cidade, precisou ser adiada por conta da pandemia causada pelo coronavírus e, posteriormente, pelo falecimento de Marcos.

O roteirista, diretor e parceiro de criação, Silvestre Neto, comenta que a realização do espetáculo é uma forma de homenagear o amigo. “O Marcos era um buscador. Tinha certeza sobre sua missão e assim o fazia com sua arte, buscando sempre se aprimorar. Era impressionante a sagacidade e o ímpeto dele em procurar compreender suas dificuldades com o único intuito de ser um artista mais completo. Nos ensaios que foram paralisados ele estava mostrando o quanto estava pronto para levar ao máximo essa forma de pensar”, diz. “Para mim e o elenco, todos amigos dele, o espetáculo foi criado de forma muito emocionante, com o coração nas atuações. Faço com a intenção de registrar o legado desse artista impressionante e homem fora do comum”, reforça Silvestre.

Marcos Gabriel Freiras nasceu em 1981, no município de Faxinal, a 300 km de Curitiba. Se mudou para a capital aos 9 anos de idade, para tratar problemas de saúde. Dos 38 anos que viveu, 16 foram dedicados ao teatro e à palhaçaria. Em meados de 2010, criou o bufão Fidalgo Filho de Algo — o Palhaço Fidalgo —, personagem que interpretou em diversos espetáculos locais e nacionais. Sempre com humor e irreverência, abordava temas como religião e política. Marcos faleceu em agosto de 2020, por complicações causadas pela COVID-19. Ele deixou a esposa, Letícia Lopes Freitas, com quem vivia há 13 anos.

O projeto foi aprovado no edital de Difusão e Formação em Circo, promovido pela Fundação Cultural de Curitiba.

SERVIÇO:
O TESOURO DO PIRATA ZULMIRO
Classificação indicativa: Livre
Exibições gratuitas de 27 de janeiro a 06 de fevereiro
Quintas, sextas, sábados e domingos, sempre às 20h
Via YouTube youtube.com/SilverNeto
LIVE – Processo de Criação do espetáculo O TESOURO DO PIRATA ZULMIRO
Um bate papo sobre o processo criativo do espetáculo, refletindo sobre os caminhos da linguagem circense para o ambiente audiovisual
Dia: 27 de janeiro
Horário: 21h (após a exibição de estreia do espetáculo)
Via Youtube youtube.com/SilverNeto

FICHA TÉCNICA
Roteiro e Direção: Silvestre Neto
Elenco: Camila Cequinel, Denis Mariano, Mago Niko, Silvestre Neto
Iluminação: Wagner Correa
Técnico de iluminação (montagem): Well Daum
Cenário e Figurino: Levi Brandão
Costureira: Nair Scheffler
Trilha Sonora: Denis Mariano
Gravação: Paulo Rosa e Lídia Ueta
Edição: Silvestre Neto
Técnico de Som: Karina Scariott
Transmissões das ações: Paulo Rosa
Fotos: Lidia Ueta
Assessoria de Imprensa e Mídias Sociais: Platea Comunicação e Arte (Thays Cristine – (41) 9 9907-9648 – platea.comunicacao@gmail.com)
Design Gráfico: bialopse
Diretor de Produção: Marianinho Produções (Edran Mariano)
Realização: Silvestre Neto
Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

AMARO FREITAS VOLTA A CURITIBA COM O SHOW “RASIF”

Amaro Freitas

O show é no dia 22 de janeiro, no Sesc Paço da Liberdade através do Programa Petrobras Cultural.

Um dos maiores representantes do jazz brasileiro da atualidade, o pianista e compositor pernambucano Amaro Freitas, está de volta a Curitiba com o show “Rasif”, onde revela um cruzamento de elementos da cultura popular afro-brasileira com o jazz. Com Jean Elton (baixo acústico) e Hugo Medeiros (bateria) forma o Amaro Freitas Trio, que se apresenta no dia 22 de janeiro, às 18 horas, no Sesc Paço da Liberdade, seguindo todos os protocolos sanitários da Prefeitura de Curitiba e Anvisa. São apenas 36 ingressos, distribuídos gratuitamente uma hora antes do espetáculo no SAC do espaço cultural.

A apresentação em Curitiba é uma das últimas da turnê de “Rasif”, realizada através do Programa Petrobras Cultural, com patrocínio da Petrobras e Ministério do Turismo, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura. O circuito começou em Salvador, em fevereiro de 2020, quando também passou pelo Ceará, com duas apresentações no Festival Jazz & Blues, em Guaramiranga e Aquiraz. Em janeiro de 2021, o compositor se apresentou virtualmente na Oficina de Música de Curitiba, diretamente do icônico palco do Teatro do Paiol.

A cultura de Pernambuco transborda naturalmente no estilo de Amaro Freitas. Influenciado pelo mestre do frevo Capiba, por Moacir Santos, Hermeto Pascoal e Egberto Gismonti, mas também pelas grandes referências do piano jazz, como Thelonious Monk, Keith Jarrett ou Chick Corea, o músico, para além do sempre predominante samba jazz, volta-se para a cultura nordestina e traduz frevo, baião, maracatu, ciranda e maxixe para a linguagem do jazz.

Contratado pelo selo londrino Far Out, o pianista já se apresentou em importantes clubes de jazz e festivais, dentre eles: Dizzy’s Jazz Club (Nova Iorque), Ronnie Scott’s (Londres), Unterfahrt Jazz Club (Munique), Casa da Música (Porto) e Bari in Jazz e Grado Jazz (Itália). Nesta trajetória, arrebatou também a crítica internacional em importantes mídias especializadas, como Jazzwise, All About Jazz, BBC Rádio e na mais prestigiada revista de jazz do mundo, Downbeat.

Lançado em 2018, “Rasif” é o segundo disco de Amaro Freitas. Com ele, confirmou o virtuosismo e a inventividade de seu trabalho, que conquistou a crítica especializada nacional e internacional já no álbum de estreia, “Sangue Negro”, de 2016. Em junho de 2021 lançou “Sankofa”, seu mais recente trabalho, cujo projeto visual da capa foi uma criação do Acidum Project, dos cearenses Robézio e Tereza Dequinta. O álbum está na lista de 50 melhores discos de 2021 da Associação Paulista dos Críticos de Arte.

O SHOW “RASIF”
Amaro Freitas convida o público a desbravar novas rotas e experimentar a capacidade percussiva do piano, em complexos padrões matemáticos, ritmos imprevisíveis e hipnóticos.

No primeiro momento do concerto, são apresentados temas como “Coisa nº 4”, de Moacir Santos – única música não autoral do repertório –, “Dona Eni”, “Samba de César” e “Trupé”. Na sequência, os músicos contrastam temas frenéticos, com “Aurora” e “Rasif”, ambos evocando momentos de plenitude. Na segunda parte, Amaro introduz uma performance solo e, na sequência, passeia pelo frevo “Encruzilhada”, além de “Vitrais” e “Mantra”. Para o público, a experiência é de um fluxo musical sem fronteiras que conecta com naturalidade o folclore do Nordeste brasileiro à vanguarda de nomes como Vijay Iyer, Craig Taborn, Thelonious Monk e dos conterrâneos Moacir Santos e Hermeto Pascoal.

TURNÊ SELECIONADA PELA PETROBRAS – A turnê “Rasif” foi um dos 19 projetos selecionados entre 2.214 inscritos na chamada Petrobras Cultural. “Rasif” é um dos únicos seis projetos de turnê de novos talentos contemplados pela Petrobras nesta Chamada, que também selecionou projetos especiais e de festivais.

SERVIÇO
Amaro Freitas apresenta “Rasif” em Curitiba
Data: 22 de janeiro, sábado.
Hora: 18h
Local: Sesc Paço da Liberdade – Praça Generoso Marques, 189 – Centro, Curitiba.
36 ingressos gratuitos disponíveis no SAC do Sesc Paço da Liberdade uma hora antes do evento.
Obrigatório uso de máscara.
Classificação indicativa: Livre.

Cliteriosa

LANÇAMENTO DA COLEÇÃO ESCREVER O CINEMA E MOSTRA DE FILMES DA CINEMATECA DE CURITIBA

Criada pela produtora audiovisual curitibana O Quadro, o selo para publicações de livros “Edições A Quadro” surge após um período de experiências diversas da produtora e seus colaboradores com a escrita crítica sobre cinema, a pesquisa acadêmica e atividades de ensino audiovisual. O primeiro projeto da editora é a Coleção Escrever o Cinema.

A Coleção Escrever o Cinema expande para a página dos livros o ato de se fazer cinema, trocando a lente pela letra, substituindo o roteiro pela reflexão. Nos volumes da coleção, pesquisadoras e pesquisadores ligados à universidade lançam luz sobre aspectos teóricos, históricos e críticos de diferentes obras da cinematografia mundial, em diálogo com outros campos do conhecimento, mas sempre retornando para os filmes em si.

O projeto visa dar vazão à força e intensidade das pesquisas sobre audiovisual realizadas em Curitiba e no Brasil, colaborando de maneira inovadora no mercado editorial de livros sobre cinema no território nacional.

A produtora, que não se senta à vontade em ser chamada de editora, simplesmente porque se vê realizando apenas mais um desdobramento das suas atividades cinematográficas do que se aprofundando no mercado editorial propriamente, conta com uma rede de distribuição gratuita dos volumes para instituições de ensino e culturais, e com vendas em parceria com livrarias independentes – por enquanto se juntaram à “Itibam Comic Shop” em Curitiba, à “Blooks” e à “Livraria Janela” no Rio de Janeiro, à “Livraria do Belas” em Belo Horizonte, e à “Cirkula” em Porto Alegre.

Serão três os livros lançados este ano: “A Aventura: notas sobre o estilo de Michelangelo Antonioni”, escrito por Juliana Rodrigues Pereira; “Eugène Green e a Hipótese do Cinema Descortinado”, escrito por Pedro Faissol; e a reedição de “Contos Morais e o cinema de Éric Rohmer”, escrito por Alexandre Rafael Garcia.

Outros dois livros da Coleção serão lançados no próximo ano, em 2022: “A representação do milagre no cinema: Iconografia, idolatria e crença”, também de Pedro Faissol; e “Documentário: filmes para salas de cinema com janelas”, escrito por Eduardo Tulio Baggio.

Há ainda o planejamento de lançamento da segunda temporada da Coleção, com outros seis livros de cinema já definidos, para o biênio 2023-2024.

O projeto também conta com um ciclo de palestras e bate-papos gratuitos para a população, realizados com o apoio de instituições ou em eventos. Como os seminários realizados em outubro no festival Olhar de Cinema e na universidade Unespar, as palestras ocorridas na IFPR, UFPR e MIS-PR em novembro e no Centro Juvenil de Artes Plásticas e Colégio Estadual do Paraná em dezembro.

O próximo evento, promovido juntamente com a Aliança Francesa de Curitiba, irá ocorrer nos dias 09 e 10 de dezembro na Cinemateca de Curitiba, e contará respectivamente com a exibição dos filmes “O Filho de Joseph” de Eugène Green e “Conto de Verão” de Éric Rohmer, bate-papo com os autores, mediados por entusiastas, e sessão de dedicatórias dos livros impressos.

Autores
Alexandre Rafael Garcia nasceu em 1985 em Curitiba. É pesquisador, realizador e professor de cinema. Doutorando em História na UFPR, mestre em Multimeios no Instituto de Artes da Unicamp e bacharel em Cinema pela Faculdade de Artes do Paraná. Fundou e foi sócio da produtora O Quadro de 2010 a 2015. Criador da Coleção Escrever o Cinema e da série Dicionário de Cinema. Hoje trabalha na Universidade Estadual do Paraná (Unespar).

Juliana Rodrigues Pereira é assessora de comunicação e pesquisadora. Nasceu no Rio de Janeiro e, depois de morar em três regiões diferentes do País, criou raiz em Curitiba. É mestre em História pela UFPR; e bacharel em Jornalismo pela PUC-PR e em Cinema e Audiovisual pela Faculdade de Artes do Paraná.

Pedro Faissol é pesquisador e professor de cinema. Doutor e Mestre em Meios e Processos Audiovisuais pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP). Bacharel em Comunicação Social (habilitação Cinema) pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Sócio da produtora Raio Verde de 2013 a 2017. Hoje trabalha como docente no curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Estadual do Paraná (Unespar).

SERVIÇO:
Aliança Francesa de Curitiba e Edições A Quadro apresentam: Mostra Coleção Escrever o Cinema
Data: 09.12, quinta-feira
Horário: 19h00
Exibição do filme: O Filho de Joseph (2016), de Eugène Green
Oferecimento: Filmicca
Mediação: Pedro Faissol
+ Dedicatória do livro Eugène Green e a hipótese do cinema descortinado, com Pedro Faissol, às 18h30
Data: 10.12, sexta-feira
Horário: 19h00
Exibição do filme: Conto de Verão (19966), de Éric Rohmer
Oferecimento: Institut Français, Ambassade de France Au Brésil e Cinemateca da Embaixada da França
Mediação: Alexandre Rafael Garcia
+ Dedicatória do livro Contos Morais e o Cinema de Éric Rohmer, com Alexandre Rafael Garcia, às 18h30
Local: Cinemateca de Curitiba | R. Presidente Carlos Cavalcanti, 1174
Mais informações: www.instagram.com/aquadroedicoes

A primeira temporada da Coleção Escrever o Cinema é um projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba, com incentivo das empresas Ademicon e Dextra, e apoio da Aliança Francesa Curitiba, Microcosmo Estúdio de Design e Estúdio Tijucas.

NOVOS DEBATES SOBRE A PÓS-MODERNIDADE

Noite Ciborgue e Natura in Data de Aricia Machado chegam ao MuMA em dezembro

Curitiba sedia, a partir do mês de dezembro, as videoinstalações da artista Aricia Machado. A dobradinha imprevista (porém bem-vinda) de Natura in Data, aberta ao público no dia 02, e Noite Ciborgue, que inicia no dia 10, acontecem no MuMA, no Portão Cultural. Com curadoria de Guilherme Zawa, as exposições convidam o espectador a um cenário de instalações imersivas, vídeos com audiodescrição, esculturas e ilustrações de processo, que apresentam indagações e convidam o espectador a novas discussões sobre a pós-modernidade, a humanidade e a nossa relação com a tecnologia. “Aricia transita entre a biologia e as artes”, comenta Zawa, “da mesma forma que suas indagações sobre os temas aos quais se debruça transitam pelo vídeo, escultura e instalação”. Para a artista, que também é diretora de arte no cinema, “As questões sobre o excesso de tecnologias e redes artificiais deixam uma camada, fruto de um certo otimismo perante as tecnologias, intocável e simultaneamente sublime. Mas ao mesmo tempo há uma outra camada mais bruta, distópica, que é fruto de um processo orgânico, que não se governa pelo Homem e dá margem para tantas interpretações’’

Noite Ciborgue é um projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba, com incentivo do Ebanx e apoio da Casa 4 Ventos.

Natura In Data é um projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba e teve apoio do Passaúna Paddle Club.

SERVIÇO
O evento de abertura das exposições acontece no dia 11 de dezembro, com um bate-papo com a artista e o curador, das 17h30 às 19h.


Natura in Data:
De 02 de dezembro de 2021 à 06 de fevereiro de 2022


Noite Ciborgue:
De 10 de dezembro de 2021 à 20 de fevereiro de 2022

Local: Museu Municipal de Arte (MuMa) – Portão Cultural
Endereço: Av. República Argentina, 3430, Terminal do Portão – Portão, Curitiba-PR.

Contato:
(41) 3329-2801
portaocultural@fcc.curitiba.pr.gov.br
Horário de funcionamento:
10h às 19h (3ª feira a domingo)
Instagram: @ariciamachado

SARAUS DE HISTÓRIAS VALORIZAM A CULTURA PARANAENSE

Os contadores de histórias Lucas Buchile e Fabiane de Cezaro, o músico Joelson Cruz e a atriz Lilyan de Souza participam dos Saraus de Histórias da Cultura Paranaense. Crédito da foto: Cristiano Nagel.

Em duas apresentações virtuais, manifestações artísticas vão mostrar narrativas infantis, brincadeiras e canções populares

O projeto cultural gratuito “Minha Avó Me Contou – Literatura Paranaense e Tradição Oral”, que começou em 16 de agosto e segue até 15 de novembro deste ano, apresenta sua nova atração: os Saraus de Histórias da Cultura Paranaense.

As atividades – em forma de vídeos que mesclam narrativas infantis, brincadeiras e canções – serão coordenadas pelos contadores de histórias Fabiane de Cezaro, Lucas Buchile e o músico Joelson Cruz.

O primeiro sarau irá apresentar dois contos populares brasileiros e terá estreia dia 31/10 (domingo), às 19h. Já a segunda manifestação artística traz um conto da literatura paranaense de autoria de Lucas Buchile e será mostrado ao público no dia 14/11 (domingo), às 19h, ambos pelo YouTube, Instagram, Facebook, Spotify e Castbox da atriz Lilyan de Souza [ver abaixo].

O que é um sarau?
Sarau é um evento cultural em que as pessoas se encontram para se manifestar artisticamente pela oralidade e musicalidade. Em geral o evento envolve dança, poesia, leitura de poemas, histórias, música, teatro e artes plásticas. Em virtude da pandemia, essas atrações serão mostradas de maneira online.

Surgimento no país
Literatura, música, champanhe e vinhos eram alguns dos ingredientes dos saraus do Brasil do século 19. Então privilégio de seleto público, esse tipo de encontro chegou ao Brasil em 1808, com D. João, e seguia os moldes dos salões franceses. Inicialmente, eram realizados no Rio de Janeiro, mas logo os fazendeiros de São Paulo resolveram aderir à moda e já na metade do século 19 estavam espalhados por todas as capitais.

Mais adiante, os saraus passaram a ser realizados também por pessoas de influência, que gostavam de uma boa música e queriam promover movimentos artísticos.

Contrapartida
Os Saraus de Histórias fazem parte da contrapartida social do projeto Minha Avó Me Contou que engloba 40 episódios de podcasts compostos por histórias da literatura infantil e infantojuvenil de autores paranaenses – todos apresentados com elementos da tradição oral. A última transmissão será no dia 15 de novembro.

O projeto foi idealizado e desenvolvido pela atriz, contadora de histórias e escritora Lilyan de Souza, junto com parceiros como o ator e contador de histórias Rafael Di Lari, o intérprete e bonequeiro Lucas Mattana, os atores Fabiane de Cezaro e Lucas Buchile – todos integrantes da Inominável Companhia de Teatro – além do músico Joelson Cruz, a artista visual Manu Assini e o produtor cultural Cristiano Nagel.

Aprovado pelo edital do Fundo Municipal de Cultura 034/2020 – Apoio a Festivais, Mostras e Manifestações Culturais Tradicionais – o projeto está sendo realizado com recursos do Programa de Incentivo à Cultura, Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Mesmo após o término do projeto, todas as ações realizadas (podcasts, Oficina de Bonecos e Saraus de Histórias) permanecerão disponíveis nas redes sociais de Lilyan de Souza.

Ficha técnica dos Saraus de Histórias:

Sarau de histórias 1 – Recontos dos contos populares brasileiros
– Vamos esperar o Set Set chegar
 (Livro: “Sete Histórias para Sacudir o Esqueleto”, de Ângela Lago – Companhia das Letrinhas – 2002).

– João Jiló
(Livro: “Enquanto o sono não vem”, de José Mauro Brant – Editora Rocco – 2003).

Canções populares:
“Tumbalacatumba”
“Meu galinho”
“João Jiló”

Parlenda:
“Um dois, feijão com arroz”

Contadores de histórias: Fabiane de Cezaro e Lucas Buchile
Músico/violão: Joelson Cruz
Voz: Lilyan de Souza
Edição e captação de imagens: Alan Raffo
Produção: Cristiano Nagel
Designer Gráfico: Manu Assini
Coordenação: Lilyan de Souza
Parceria e participação: Inominável Companhia de Teatro

Projeto idealizado por Lilyan de Souza
Agradecimento especial: Casa Posselt

Sarau de histórias 2 – Literatura paranaense
– Trenzinho Menino, de Lucas Buchile (2020).

Canções populares:
“Trem Maluco”
“Capelinha de Melão”
“Alecrim Dourado”
“Meu Boi Morreu”
“Se essa rua fosse minha””
“Rosa Amarela”
“Ciranda, cirandinha”
“Cai, cai balão”

Contadores de histórias: Fabiane de Cezaro e Lucas Buchile
Músico/violão: Joelson Cruz
Voz: Lilyan de Souza
Edição e captação de imagens: Alan Raffo
Produção: Cristiano Nagel
Designer Gráfico: Manu Assini 
Coordenação: Lilyan de Souza
Parceria e participação: Inominável Companhia de Teatro
Projeto idealizado por Lilyan de Souza
Agradecimento especial: Casa Posselt

Serviço
O que: Saraus de Histórias da Cultura Paranaense
Quando: Apresentações nos dias 31/10 e 14/11, às 19h
Quanto: Gratuito
Como assistir: Pelos meios digitais [YouTube, Instagram, Facebook, Spotify e Castbox] da atriz Lilyan de Souza
https://www.youtube.com/user/Lilyancsb/
https://www.instagram.com/lilyandesouza/
https://www.facebook.com/lilyandesouza
https://anchor.fm/minhaavomecontou
https://castbox.fm/ch/4490991
https://open.spotify.com/show/0ZmqhzdQFrPKLOoUEo7jgn?si=eImfqZTAQVSSAl6HKZtvOg&dl_branch=1&nd=1

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BANDA CURITIBANA TROY E OS CALVOS LANÇA VIDEOCLIPES E PROMOVE LIVE NO DIA 04/11

Projeto foi gravado em casa, e traz três músicas conhecidas e uma inédita

A banda Troy e Os Calvos realiza durante o mês de novembro de 2021 o lançamento do seu mais recente trabalho, a produção de videoclipes do repertório autoral. Cada músico gravou de sua casa, respeitando os protocolos de segurança neste período de distanciamento social, tendo a sua finalização executada pela Rockout Magic Estúdio.

As canções selecionadas fazem parte do repertório, sendo três já executadas pela banda em shows autorais e eventos culturais de Curitiba, e uma inédita ao público. São elas: Reza para um Querubim, Se Eu Corro, Inimaginável e Inútil Solidão.

Para apresentar o trabalho e conversar com o público, a banda realiza no próximo dia 04 de novembro, às 20h, uma live pelo canal no Youtube. E cada videoclipe será lançado, semanalmente, em todas as redes sociais da banda.

Troy e os Calvos é uma banda de repertório autoral, e faz parte da cena Curitibana há mais de 12 anos, levando a boa música ao público, destacando-se pela qualidade artística e profissionalismo. Formada por Troy Rossilho, que já teve suas canções gravadas por inúmeros artistas, usadas também como trilhas para peças de teatro e cinema, acompanhado da banda os Calvos, com Leo Barros (voz e guitarra), Mauro Castilhos (bateria) e Thiago Menegassi (voz, baixo e direção musical). A diretora de produção da banda é a jornalista e produtora Mariane Antunes.

“PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.

Serviço:
Live: 04/11 – 20h
Lançamentos dos videoclipes:
11/11, 18/11, 25/11 e 02/12
Facebook e instagram: @troyeoscalvos
Youtube: https://www.youtube.com/user/troyrossilho

PROJETO CURITIBANO FOMENTA A CONSERVAÇÃO DE ESCULTURAS SACRAS E OFERECE CURSO GRATUITO

Foto: Wagner Melo.

A iniciativa idealizada pela conservadora-restauradora Ana Caniatti oferece curso gratuito de noções básicas de conservação preventiva e é um dos primeiros projetos a ocupar a recém-inaugurada Escola de Patrimônio

No mês de novembro, a Escola de Patrimônio & Liceu das Artes da Fundação Cultural de Curitiba recebe o curso semipresencial de “Introdução à Conservação da Imaginária Sacra”, idealizado pela conservadora-restauradora Ana Caniatti a convite da Flutua Produções. O projeto busca instigar um olhar crítico sobre a preservação da imaginária sacra através do curso acompanhado de material didático. Em contrapartida, o projeto prevê a conservação de uma imagem musealizada pertencente ao acervo do Museu de Arte Sacra de Curitiba – MASAC.

O curso gratuito é formado por cinco aulas presenciais, ministradas de 16 a 20 de novembro por Ana Caniatti, Flávia Dias, professora no Museu de Arte Sacra de São Paulo, e Ruy Neto, arquiteto conservador. Além dos encontros presenciais, o curso conta com uma aula de encerramento, que será realizada no dia 07 de dezembro, através de um encontro online síncrono. Ao todo, são 12 vagas destinadas a funcionários de museus e igrejas, conservadores, restauradores, laudistas, museólogos, historiadores, arquitetos, galeristas, colecionadores, estudantes e pessoas interessadas no tema. As inscrições podem ser feitas no link https://forms.gle/B8F2thiShcuTzN4S9 entre os dias 14 e 30 de outubro.

No cronograma, estão presentes temas como: princípios de conservação, história da arte sacra, métodos de pesquisa, agentes de degradação e patologias, além de análise do estado de conservação.

Para Ana Caniatti, a preservação do patrimônio histórico está diretamente ligada à preservação da nossa memória e identidade cultural. “A importância de difundir as noções de preservação de bens culturais vai ao encontro da necessidade humana de ter contato com a sua memória e sua história. Estes bens, e neste caso tratamos das imagens sacras, precisam ser respeitados e resguardados, pois narram os modos de produzir e de existir dos nossos antepassados.”, ressalta ela.

O fundador da Flutua Produções, Gilmar Kaminski, reforça a importância de projetos como esse para a cultura. “Trabalhar com patrimônio é entender a importância da conservação e da valorização da memória, e isso se potencializa na proposição do curso, que tem como principal objetivo instrumentalizar a população para a preservação do patrimônio cultural, nesse caso, da imaginária sacra.”, comenta o produtor cultural.

Projeto realizado com recursos do programa de apoio e incentivo à cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Sobre Ana Caniatti
Ana Caniatti é formada em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes do Paraná (2007), Técnico em Conservação e Restauração pela Fundação de Arte de Ouro Preto (2009) e Especialista em História da Arte Sacra pela Faculdade Arquidiocesana de Mariana (2012). Integrou a equipe de restauro das igrejas de Nossa Senhora D´Ajuda, em Congonha (MG); Matriz de Nossa Senhora Imaculada Conceição, em Videira (SC); e Matriz de São Domingos, em Araxá (MG). Estagiou no Museu da Inconfidência de Ouro Preto e trabalhou na FAOP, no laboratório de conservação e restauro de escultura policromada. Em 2013, fundou em Curitiba o Atelier Caniatti Conservação e Restauro, onde atua realizando projetos para conservação, restauração, documentação de obras e de acervos de instituições públicas, privadas e particulares. Foi presidente da Associação dos Restauradores e Conservadores de Bens Culturais do Paraná – ARCO.IT (2018 e 2019) e promoveu diversos cursos para aperfeiçoamento dos profissionais da área, assim como projetos de incentivo à pesquisa científica. É associada ao Centro de Estudos em Imaginária Brasileira – CEIB.

Sobre Flutua Produções
Fundada em 2016 pelo produtor cultural Gilmar Kaminski, a Flutua Produções tem como proposta o diálogo com as diversas linguagens artísticas, desenvolvendo projetos nas artes cênicas, música, literatura, patrimônio histórico, artístico e cultural, artes visuais e audiovisual. Presta serviços de planejamento, organização e produção de projetos e eventos culturais, com foco na elaboração e gestão de projetos via leis de incentivo à cultura, sempre com a premissa da democratização de acesso. Dentre os atuais trabalhos desenvolvidos destacam-se a coordenação de produção da Bienal de Quadrinhos de Curitiba e o projeto Histórias e Retratos da Feira do Largo da Ordem. Mais informações em www.flutuaproducoes.com.br

SERVIÇO
Curso de Introdução à Conservação da Imaginária Sacra
Quando: de 16 a 20 de novembro, das 14h às 18h (presencial)/ encontro final em 07 de dezembro, das 19h às 21h (online)
Onde: Escola de Patrimônio & Liceu das Artes (R. Kellers, 63 – São Francisco, Curitiba)
Inscrições gratuitas em https://forms.gle/B8F2thiShcuTzN4S9

FICHA TÉCNICA
Realização: Caniatti Conservação e Restauro e Flutua Produções
Coordenação pedagógica: Ana Eliza Caniatti Rodrigues e Flávia Andrea Siqueira Dias
Coordenação de produção: Gilmar Kaminski
Pesquisadores e ministrantes: Ana Eliza Caniatti Rodrigues, Flávia Andrea Siqueira Dias e Ruy Altamir da Cruz Neto
Pesquisa histórica – Sant’Ana Mestra: Deborah Agulham Carvalho
Intervenção de conservação – Sant’Ana Mestra: Ana Eliza Caniatti Rodrigues
Assistência de produção: Luana Camargo
Projeto gráfico e diagramação: Adriana Alegria
Revisão textual: Anna Carolina Azevedo
Assessoria de imprensa e Marketing digital: Platea Comunicação e Arte
Fotografia: Wagner Melo e Lucas Gabriel de Souza da Silva

Projeto realizado com recursos do programa de apoio e incentivo à cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Assessoria de Imprensa
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