EVENTO SOLIDÁRIO “CARA DE UM, FOCINHO DO OUTRO “

O Cara de um, Focinho do outro, ou CUFO, é um projeto de retrato solidário que destina sua renda à castração de animais resgatados e em situação de risco.

O projeto foi criado em 2015 e já teve 3 edições em Curitiba. A quarta edição do projeto acontecerá nos dias 4 e 5 de Agosto, na Asteroide. Além dos ensaios, promovemos um evento gratuito para receber os participantes, com música e alimentação vegetariana, que fica por conta da Veg Veg e Bananika Chips. No sábado, a banda Cidrais se apresenta, e no domingo, tem discotecagem com Casa de Suingue e as gurias da Mulamba fazem um pocket show.

Realização – HAI Studio
Apoio – Asteroide Filmes e Peita
Patrocínio – Cão Véio Curitiba

Serviço:
Cara de um, Focinho do outro #4

Data: 4 e 5 de Agosto de 2018
Horário: 10h – 18h
Local: Asteroide Filmes – Rua Flávio Dallegrave, 2661 – Hugo Lange, Curitiba

Reserve seu horário pelo Sympla, aqui
Confira a página do evento, aqui
Facebook www.facebook.com/caradeum
Instagram www.instagram.com/projetocaradeum/

PEITA E TETO LANÇAM “ENTENDA QUE VOCÊ FAZ PARTE”

Crédito Imagens: Gustavo Benke

União de forças busca oferecer condições de moradias mais dignas para mais de 100 famílias em todo o Brasil.

Peita lança a frase, “entenda que você faz parte”, uma co-autoria com a organização social internacional, TETO. A venda das camisetas doadas pela marca-protesto será realizada pela embaixadora, Barbara Campelle, pelo arquiteto Juliano Monteiro e equipe. O valor arrecadado será revertido para a Campanha de Inverno do Teto Brasil, que visa construir, juntamente com as comunidades contempladas, mais de 100 casas para famílias que moram em favelas do Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. Em Curitiba, serão 28 moradias em três comunidades na Cidade Industrial.

O novo dizer-polêmico dialoga e busca sensibilizar os envolvidos no TETO: doadoras, voluntárias e moradoras. A ideia também é chamar a atenção de todas as pessoas para os problemas sociais do país onde vivemos. “Depois de empoderar, chegou a hora de falar sobre privilégios na Peita. Nós herdamos do Brasil escravocrata a desigualdade. Precisamos reconhecer nossos privilégios e fazer algo com eles. Aí está o gatilho dessa peita: quando você se dá conta que faz parte, faz o que depois? As pessoas que o TETO ajuda não precisam de camisetas, mas de condições dignas de moradia. Quem compra essa nova Peita, está junto na construção por uma sociedade mais igualitária. Cada um ajuda como pode, seja se voluntariando, doando ou comprando a peita”, enfatiza Karina Gallon, designer e fundadora a Peita.

A parceira Barbara Campelli, uma das sete embaixadores do TETO no Paraná . Cada um deles, bem como outros espalhados pelo Brasil, tem uma meta e financiamento coletivo próprio no site Benfeitoria. O lançamento da frase é um dos eventos organizados para arrecadar mais fundos, fomentar a campanha e incentivar as doações. “Dentro do teto nós somos porta-vozes das pessoas que estão nas comunidades. A parceria com a Peita nos possibilitará levar a mensagem social para mais gente. Nós coexistimos e precisamos cuidar uns dos outros”, reforça Bárbara.

Juntas somos fortes
“Entenda que você faz parte” não é a primeira parceria da marca-protesto. “Você importa pra mim” é uma co-criação com o projeto “Criativos pelo Haiti”, que mobiliza voluntários para desenvolver atividades, em curto prazo, de cunho humanitário no devastado país da América Central. “Mulheres à margem resistem” nasceu de uma co-criação com a “Ebulição Marginal”, evento que desde 2013 incentiva o diálogo entre literatura e manifestações artísticas na periferia de Curitiba. Em 2018, as garotas do Slam das Minas, de São Paulo, também aderiram a esses dizeres. “O som que nasce delas” foi uma co-criação com o Festival Sonora, em São Paulo, disponível exclusivamente no evento feito por e para as mulheres. “Meu corpo é político” é uma parceria com a “Casa Nem”, cuja parte da produção das peças nas cores da bandeira trans (branco, rosa e azul) é destinada à ONG que atende a população LGBT do Rio de Janeiro. A frase é título de um documentário que aborda o cotidiano de quatro militantes trans da periferia de São Paulo. Seu uso foi autorizado pelos autores da obra.

Lançamento em Curitiba
O lançamento oficial será no dia 17 de maio com o show  ‘Complicada e Perfeitinha’, das musicistas Naíra Debértolis e Amanda Pacífico e discotecagem do coletivo Casa de Suingue, com Luana Angreves e Heitor Humberto. Todo o dinheiro das entradas e o cachê dos DJs será revertido para a campanha do Teto. O restaurante A Caiçara também irá doar uma porcentagem das vendas do pão com bolinho para a causa. O evento beneficente começa às 19h e a entrada custa R$5 com nome no mural do evento e R$10 sem nome.

PEITA, CASA NEM, OLHAR DISTRIBUIDORA, PAIDEIA FILMES E STUDIO RIFF UNEM FORÇAS NA LUTA PELA VISIBILIDADE TRANS

Marcas envolvidas no documentário Meu Corpo é Política fazem ação conjunta

Se juntas elas já causam, imagina juntas. Peita, Casa Nem, Olhar Distribuição, Studio Riff e Paideia Filme unem forças para dar visibilidade a luta pelos direitos de cidadania de pessoas trans. No sábado (31), Dia Internacional da Visibilidade Trans a marca-protesto, Peita, dará desconto de R$20 nas camisetas com a frase “Meu Corpo é Político”. A cada 50 peitas vendidas, 10 serão doadas para a Casa Nem, espaço de acolhimento e apoio a transexuais, travestis e transgêneros no Rio de Janeiro. A Olhar Distribuição, Studio Riff e Paideia Filme liberaram o documentário para a realização de sessões através da plataforma Videocamp com o intuito de fomentar o debate sobre o tema. A campanha começa às 23h59 do dia 30 de março e termina às 23h59 do dia 31.

A parceria entre as marcas foi firmada no segundo semestre de 2017 para o lançamento Meu Corpo é Político. O filme aborda o cotidiano de quatro militantes LGBT que vivem na periferia de São Paulo. A partir da intimidade e do contexto social dos personagens, o documentário levanta questões contemporâneas sobre a população trans e suas disputas políticas. Karina Gallon, idealizadora da Peita, conta que a distribuidora sugeriu a parceria e fez a ponte entre eles. “A Alice Riff disponibilizou a frase para usarmos e, em troca, nós fizemos as camisetas nas cores da bandeira trans para ações de divulgação, além de assumirmos o compromisso de doar 10 peitas para a Casa Nem, a cada 50 que vendermos”, explica. A ação é válida para as camisetas nas cores branca, rosa e azul.

Alice Riff, diretora do Meu Corpo é Político ressalta a importância da parceria para o fortalecimento da marca-protesto, do filme independente e mais ainda, da luta das pessoas trans. “Duas forças se uniram pra que a gente conseguisse chegar em mais pessoas e passasse nossa mensagem. A Peita divulgou o filme e o filme divulgou a marca. E o mais legal é que parceria uniu ainda a Casa Nem. Foi uma ação conjunta super importante para que a mensagem chegasse em mais pessoas”, comenta Alice.

Meu Corpo é Político está disponível para exibição pública através do Videocamp. Entrando na plataforma, é preciso efetuar o cadastro como educador, ONG ou empresa, clicar em ‘Organiza sua Exibição’ e preencher o formulário. Por último, o site pede o número de espectadores (no mínimo cinco pessoas), uma foto e breve relato do que rolou no evento. O objetivo é provocar debates e fomentar o encontro de pessoas engajadas em criar um mundo melhor.

Nome do cupom de desconto é ‘MCEP’.

Link para exibição do filme: aqui

Site: https://peita.me/
Facebook: https://www.facebook.com/putapeita/
Instagram: https://www.instagram.com/putapeita/
Pinterest: https://br.pinterest.com/putapeita/
Tumblr: https://lutecomoumagarota.tumblr.com/
Hashtag: #putapeita

“LUTE COMO UMA GAROTA” COMPLETA UM ANO DE ENFRENTAMENTO URBANO E LANÇA EDIÇÃO LIMITADA DE ESCULTURAS EM CERÂMICA E MINI-DOC

    

“Lute como uma Garota” completa um ano de enfrentamento urbano e lança edição limitada de esculturas em cerâmica e mini-doc

Peita ganhou mais visibilidade após artistas como Gal Costa, Pitty e Manu D’Ávila ‘vestirem a camisa’

Dia 8 de março de 2018 a Peita completa 1 ano. E que puta ano. 14 dizeres polêmicos ganharam as ruas, carregados no peito por pessoas que acreditam na mensagem que a marca-protesto transmite. Como forma de agradecimento ao engajamento das garotas, garotos e garotes, no dia do seu aniversário será lançado o primeiro mini-doc ‘O que é lutar como uma garota?’, o tumblr ‘Lute Como Uma Garota’ e uma série de quadros confeccionados a mão, que trazem miniaturas de vestidos usados pelas sufragistas e trabalhadoras do começo do século 20, esculpido a mão (também tem mini-peita). No dia 11, a festa de comemoração é um sarau organizado com sua parceira, a banda Mulamba.

“A Peita nasceu nas ruas. Mesmo que a ideia de ter uma marca de camisetas com dizeres polêmicos em all-type já existisse, foi a Marcha das Mulheres que me motivou a criar uma ferramenta de resistência”, explica a designer Karina Gallon. “Organizações feministas batalharam mais de 60 anos pra data ser instituída. Não para ganharmos flores, é um dia de resistência, de fazermos nossas reivindicações pela igualdade entre gênero, raça, opção sexual”, complementa.

O que é lutar como uma garota?
Nesse um ano a Peita ganhou um reconhecimento acima do esperado. Diariamente pessoas entram em contato para desabafar, contar como se sentiram usando a Peita em uma reunião de trabalho, encontro de família ou andando pelas ruas. “A galera abre o coração mesmo. Recebemos relatos de estupro e outros tipos de violência física, verbal e moral. Quem usa a Peita confia na gente e sabe que pode contar conosco. Minha vontade é abraçar cada uma e dizer: ‘você não está sozinha’”, conta Gallon. Desse montante de amor, dor e desabafo, surgiu a ideia do documentário. 

Os relatos serão captados ao longo de 2018 e mensalmente um trecho será divulgado no formato de mini-doc. A afroempreendedora Aline Castro Farias é a primeira a peitar. Ela é a criadora da marca Fuá Acessórios, que usa materiais recicláveis com tecidos de estampas afro inspirados em personalidades negras, e idealizadora do “Dia de Rainha”, projeto que oferece, além de um dia com atividades e shows, bolsas e necessaires com produtos de beleza e higiene para mulheres em situação de rua. No teaser da sua entrevista, um relato emocionante do que é ser mulher, negra e criar sozinha uma filha adolescente. 

Os vídeos tem a direção de Karina Gallon e Leticiah Futata, que também assina a fotografia; a responsável pela entrevista é a psicóloga Lari Tomass; fotografia still por Duda Dalzoto e trilha sonora da Toro Creative Audio. 

Como o documentário tem um número limitado de relatos, a Peita também lança no dia 8 de março um Tumblr com os desabafos que recebe através de email ou inbox das redes sociais. 

Feministas nascem da argila
“Erguendo-nos enquanto subimos”. Esse foi o lema que a “Associação Nacional das Agremiações das Mulheres de Cor” escolheu para si em 1895 e que rege as parcerias da Peita. Depois da Mulamba e do Festival Sonora, agora é a vez da designer Marilzete Basso do Nascimento. Ela está ‘confeccionando’ roupas inspiradas nas sufragistas e operárias do início do século 20 usando argila. “Sigo o mesmo processo de uma costureira: faço os moldes dos vestidos e camisetas, recorto a massa uma por uma e ‘costuro’. Modelo o seio, barriga e quadril como se tivesse alguém dentro, pra dar a sensação de movimento’”, explica. 

O processo, pasme, leva mais de 50 horas, entre preparação da massa, modelagem, queima da argila, esmaltagem, mais queima e montagem dos quadros no tamanho 20cmx20cm. “A coleção de vestidos é exclusiva, limitada e numerada. Nenhuma peça é igual a outra: tem mais cheinhas, com menos peito, mais quadril. Teremos em estoque as ‘peitinhas Lute Como Uma Garota’”, alerta Karina. 

O perfil “As Mina na História”, famoso nas redes sociais por divulgar as conquistas e lutas de mulheres é parceira nessa empreitada. Serão sorteadas esculturas de cerâmica e camisetas em ambos os perfis no dia 8 de março. 

Festa não para 
No domingo, dia 11 de março, Peita e Mulamba se juntam em um sarau para arrecadar produtos de higiene e beleza para as mulheres em situação de risco . Entre as atrações está a banda “Horrorosas Desprezíveis”; sarau com Mulamba, Imperador Sem Teto, Nely e Resistência; intervenção e performance com a atriz Mariana Barros; discotecagem; tattoos e sorteio de peitas. O evento será no Curitiba Backpackers Hostel a partir das 15h. 

Serviço:
Sarau 1 ano de Peita e Mulamba
data: 11/03
horário: a partir das 15h
Local: Curitiba Backpackers Hostel – Rua Nilo Peçanha 243, São Francisco, Curitiba
Entrada: R$8 + um produto de higiene ou beleza. 
Site: https://peita.me/ 
Facebook: https://www.facebook.com/putapeita/ 
Instagram: https://www.instagram.com/putapeita/ 
Pinterest: https://br.pinterest.com/putapeita/
Tumblr: https://lutecomoumagarota.tumblr.com/ 
Hashtag: #putapeita

Sobre a Peita
A Peita nasceu dia 8 de março de 2017 com a frase “Lute como uma garota” invadindo as ruas de Curitiba nas manifestações do Dia Internacional da Mulher. A marca-protesto tem por objetivo dar ferramentas para mulheres lutarem contra a opressão do machismo, não apenas elevando sua autoestima, mas também promovendo uma transformação social. Assim, a Peita cumpre com a missão de trazer os dizeres do contexto das manifestações para os dias comuns, seja em camisetas, moletons, bolsas, bottons, ímãs ou adesivos. “Pedale como uma garota”, “Toque como uma garota”, “Nunca olhe pra baixo” e “Depois do não é tudo assédio” são alguns dos dizeres que também ganharam as ruas. Idealizado pela designer curitibana Karina Gallon, o projeto ainda abraça causas sociais com a co-criação de manifestos. Um exemplo é a parceria com o “Criativos pelo Haiti”, que mobiliza voluntários para desenvolver atividades de cunho humanitário no devastado país da América Central, e os dizeres “Você importa pra mim”, também na versão em crioulo haitiano: “Ou enpotan pou mwen”. Comemorando seu primeiro aniversário, a Peita lança uma série mensal de mini docs, a “Lute Como Uma Garota”, que traz relatos de mulheres contando como é, para elas, lutar como uma garota. Futuramente esse material será reunido em um documentário. Por isso, a Peita não é só uma “brusinha”.

Olá, tudo bom? 
Dia 8 de março a Peita completa um ano. A frase Lute Como Uma Garota nasceu na marcha das mulheres e vamos lançar novidades na semana que vem. Também estamos organizando uma festa com a banda Mulamba no dia 11.

Ocupação resPEITA


Trailer do documentário “Meu Corpo é Político”

Amanhã, dia 20 de outubro, em Curitiba!!!

“Cada vez que você sai na rua você faz parte de um ato político. O espaço que seu corpo ocupa é uma manifestação de sua existência. Igualdade e respeito é um caminho que precisamos trilhar juntos para que os cidadãos do futuro não sofram com os mesmos problemas que nossa geração enfrenta. Estamos de peito aberto!

A Olhar Distribuição, junto com a PEITA e o Veg Veg – Empório Vegetariano te convidam para um encontro para celebrar a diversidade e discutir sobre a visibilidade segmentos da sociedade que via de regra são excluídos / marginalizados especialmente pela sua identidade de gênero.

Confira as atrações deste nosso primeiro encontro:

– Sessão debate do documentário Meu Corpo é Político, da diretora Alice Riff: acompanha o cotidiano de quatro militantes #LGBT que vivem em periferias de São Paulo e levanta questões contemporâneas sobre a população trans e suas disputas políticas. Após a exibição tem um bate-papo com a presença da equipe.

– Lançamento da nova peita #Meu_Corpo_é_Político em uma coleção exclusiva e limitada. Tradicionalmente as camisetas da PEITA são brancas, pretas e cinzas mas nesta edição serão produzidas nas cores da bandeira trans: rosa, azul e branca;

– Lanchinos incríveis do Veg-Veg Empório Vegano.

Discutir, conhecer novas pessoas e pensar em soluções para os acontecimentos atuais relativos as causas LGBT é mais que necessário. Contamos com sua presença!

Local: Veg Veg – Empório Vegetariano. Rua Visconde de Nácar, 655 – Mercês, Curitiba.
Data: Amanhã, 20 de outubro, das 20:00 às 23:00

Confira a página do evento, aqui