CASA HOFFMANN RECEBE DUAS ÚNICAS APRESENTAÇÕES DE GALOPE, TRABALHO INÉDITO DE PATRICIA CIPRIANO

Espetáculo propõe uma coreografia de autodefesa da memória sapatão e integra programação gratuita em julho, com apresentações e oficina abertas ao público

A performance solo GALOPE, mais recente trabalho da artista Patricia Cipriano, será apresentado em duas únicas sessões nos dias 3 e 4 de julho, às 19h30, na Casa Hoffmann – Centro de Estudos do Movimento. Com entrada gratuita, a obra investiga memória, identidade e pertencimento a partir da experiência sapatão, construindo uma coreografia de autodefesa que articula dança, performance, palavra e arte sonora. A programação inclui ainda a oficina gratuita “Do Trote ao Galope”, ministrada por Cipriano e Janaine Karma e realizada em 1º de julho.

Em GALOPE, a figura do cavalo surge como metáfora de deslocamento, sobrevivência e conexão entre diferentes temporalidades. A partir dessa imagem, Patricia constrói uma dramaturgia corporal que mobiliza memórias individuais e coletivas para reivindicar a presença de pessoas e trajetórias frequentemente invisibilizadas.

Resultado de uma pesquisa iniciada durante residência realizada na Casa Hoffmann, em 2025, GALOPE tem origem no trabalho experimental TROTE, apresentado na Mostra de Residentes. A criação, que agora chega ao público em sua primeira versão integral, foi desenvolvida em parceria com a artista Amira Massabki e integra uma investigação de longa duração sobre arte sapatão e linguagens híbridas que transitam entre teatro, performance, audiovisual e experimentação sonora.

A partir da pergunta “como não desaparecer na história?, Patricia Cipriano investiga a memória como ferramenta de permanência e resistência, especialmente diante do apagamento histórico de experiências e vivências sapatão. “Me interessa pensar a memória como um animal vivo, que continua seu percurso mesmo quando tentam interromper seu caminho e, talvez, não desaparecer seja justamente isso: continuar produzindo vida, arquivo vivo e através do corpo e dos afetos deixar vestígios pelo caminho, marcas que tempo nenhum apaga.”, fala a artista.

Além das apresentações, Patricia Cipriano e a artista e pesquisadora Janaine Karma conduzem a oficina “Do Trote ao Galope” no dia 1º de julho. O encontro propõe o compartilhamento de procedimentos criativos e investigações ligadas ao corpo, à memória e à identidade. A atividade busca construir coletivamente uma coreografia de autodefesa a partir das experiências e repertórios das pessoas participantes, promovendo reflexões sobre proteção à vida, enfrentamento das violências e promoção da igualdade para pessoas LGBTQIAP+.

Sobre Patricia Cipriano
Com mais de duas décadas de atuação nas artes da cena, no audiovisual e na produção cultural, Patricia Cipriano desenvolve uma trajetória marcada pelo diálogo entre criação artística e engajamento político. Integrante da Selvática em Rede e colaboradora da Súbita Companhia, a artista pesquisa práticas dissidentes e investiga as relações entre corpo, performance, gênero e memória, afirmando perspectivas LGBTQIAP+ como eixo central de sua produção.

SERVIÇO:
GALOPE – Performance solo de Patricia Cipriano
03 e 04 de julho, às 19h30Casa Hoffmann – Centro de Estudos do Movimento (Rua Dr. Claudino dos Santos, 58 – São Francisco, Curitiba/PR)
Entrada gratuita
Classificação indicativa: 18 anos
A apresentação do dia 04 de julho contará com audiodescrição e bate-papo após a performance.

Oficina – Do Trote ao Galope
Com Patricia Cipriano e Janaine Karma
1º de julho, das 14h30 às 17h30
Casa Hoffmann – Centro de Estudos do Movimento (Rua Dr. Claudino dos Santos, 58 – São Francisco, Curitiba/PR)
Participação gratuita
Inscrições: em breve, pelos perfis das produtoras no Instagram.
Mais informações: @furiosasproducoes | @flutuaproducoes

FICHA TÉCNICA
Idealização e performance: Patricia Cipriano
Desenho de som: Amira Massabki
Iluminação: Semy Monastier
Interlocução artística: Janaine Karma
Direção de produção: Gilmar Kaminski
Produção executiva: Dânatha Siqueira
Audiodescrição: ElasAD – Joselba Fonseca
Design gráfico: Pablito Kucarz
Assessoria de imprensa: Thays Cristine
Redes sociais e criação de conteúdo: Gabriela Berbert
Realização: Furiosas Produções
Produção: Flutua Produções

Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio, Fomento e Incentivo à Cultura de Curitiba – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

SÚBITA COMPANHIA LEVA REMONTAGEM DO PREMIADO “AMORES DIFÍCEIS” A DIVERSAS CIDADES PARANAENSES

Fotografia: Carol Castanho.

Com dramaturgia baseada em clássicos da literatura e do teatro, peça retorna aos palcos com nova encenação e elenco renovado para investigar os impasses do amor contemporâneo em sessões gratuitas em junho

Quase sete anos após sua última apresentação, o espetáculo “Amores Difíceis”, da Súbita Companhia de Teatro, retorna aos palcos em uma remontagem que chega de forma gratuita a sete cidades do Paraná. Entre maio e junho de 2026, a montagem percorre os municípios de Antonina, Siqueira Campos, Ribeirão do Pinhal, Bela Vista do Paraíso, Saudade do Iguaçu, Tibagi e Balsa Nova.

“Amores Difíceis” levanta uma pergunta — o que é o amor? — para construir uma encenação contemporânea que aposta na metalinguagem para investigar o amor e seus embates. A obra tem como ponto de partida o conto “Aventura de um esposo e uma esposa”, do escritor italiano Italo Calvino, e trechos das peças de A Gaivota, de Anton Tchekhov, e Bodas de Sangue, de Federico García Lorca.

Dirigido por Maíra Lour, o espetáculo tem elenco formado por Pablito Kucarz, Patrícia Cipriano, Dafne Viola e Zeca Sales, que se revezam em diferentes papéis entre cenas de obras consagradas e textos autorais. Voltada para o público jovem e adulto, a montagem carrega a assinatura da Súbita Companhia com uma encenação contemporânea marcada pelos estudos do corpo e do movimento no teatro.

“O espetáculo traz o tema das relações amorosas, seus prazeres e frustrações, embalado por músicas que falam de amor, de fossa e de superação. O elenco traz para o palco várias situações que provocam reflexões sobre escolhas, atitudes e entrega nas relações amorosas”, conta a diretora e dramaturga Maíra Lour.

A obra estreou em 2013 no Teatro Novelas Curitibanas, percorreu festivais em Curitiba, Maringá e Itacoatiara (AM), foi premiado com o Prêmio de Melhor Iluminação no 10º Festival de Teatro da Amazônia, indicado ao Prêmio Troféu Gralha Azul 2013 nas categorias Melhor Espetáculo e Melhor Direção, e fez temporada na Caixa Cultural do Rio de Janeiro em 2015. Sua última apresentação aconteceu em 2019, em uma mostra de repertório da própria companhia.

Para a circulação, a montagem se renova. “Desde a concepção do espetáculo em 2013 até os dias atuais muitas coisas mudaram em relação ao amor”, explica Lour. “A pandemia transformou as relações afetivas e nós, artistas criadores desse espetáculo, também mudamos muito, amadurecemos e hoje percebemos as relações amorosas de outra maneira. O elenco desta nova montagem trouxe outras inquietações e questões para a remontagem, revelando também uma oportunidade de amadurecimento na linguagem artística da Companhia”, completa Maíra.

Projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Cultura | Governo do Estado do Paraná, com incentivo da Copel.

Sobre a Súbita Companhia de Teatro
Fundada em 2007 e sediada no Centro Histórico de Curitiba, a Súbita Companhia de Teatro é um coletivo de artistas dedicado à criação de espetáculos, produções audiovisuais, publicações e ações formativas. A companhia desenvolve pesquisa continuada em encenação e dramaturgia contemporâneas, com foco nos estudos do corpo e do movimento. Com 18 peças, 3 cenas curtas, 8 curtas-metragens e 13 publicações em dramaturgia ao longo de sua trajetória, a Súbita se destaca pela continuidade e qualidade de seu trabalho no cenário cultural brasileiro. Em 2025, foi premiada no Troféu Gralha Azul, o principal prêmio do teatro paranaense, nas categorias Melhor Espetáculo, por O medo da morte das coisas, e Melhor Direção, por Deriva, tendo recebido outras 15 indicações em diversas categorias.

Serviço
Amores Difíceis
Duração: 60 minutos
Classificação: 14 anos
Entrada: gratuita

SAUDADE DO IGUAÇU
03/junho (qua) | 15h30 e 19h
04/junho (qui) | 15h30 e 19h
Centro Cultural de Saudade do Iguaçu

TIBAGI
10/junho (qua) | 15h e 19h
11/junho (qui) | 15h e 19h
Teatro Municipal Tia Inália

BALSA NOVA
13/junho (sáb) | 16h e 20h
14/junho (dom) | 16h e 20h
Campo das Artes

Mais informações:
www.instagram.com/subitacompanhia
www.instagram.com/flutuaproducoes

Ficha técnica:
Direção: Maíra Lour |  Dramaturgia: Maíra Lour e Álvaro Antonio | Elenco: Dafne Viola, Pablito Kucarz, Patrícia Cipriano e Zeca Sales | Direção de movimento: Juliana Adur | Assistência de direção: Anna Wantuch | Sonoplastia: Álvaro Antonio | Cenário: Fernando Marés | Figurinos: Isbella Brasileiro | Iluminação: Lucri Reggiani | Direção de produção: Gilmar Kaminski | Produção executiva: Dânatha Siqueira | Assessoria de imprensa: Thays Cristine | Redes sociais e criação de conteúdo: Gabriela Berbert | Realização: Súbita Companhia e Flutua Produções

RUA RIACHUELO É PALCO DE ESPETÁCULO ITINERANTE SOBRE O TEMPO, A CIDADE E O DIREITO DE SONHAR

Inspirado em histórias reais e na memória urbana, o grupo Olho Rasteiro convida o público a percorrer a cidade em uma experiência teatral gratuita que mistura realidade e ficção.

O grupo Olho Rasteiro apresenta ao público o espetáculo “Como nasce uma rua ou Cartografia de um tempo”, uma experiência teatral itinerante que convida a repensar a cidade, suas memórias e futuros possíveis. As apresentações acontecem nos dias 17, 18 e 19 de novembro, às 11h e 16h, pela Rua Riachuelo, no centro de Curitiba. A participação é gratuita.

O percurso cênico tem início na Praça 19 de Dezembro e se encerra na esquina da Rua São Francisco, misturando o real e o ficcional em uma dramaturgia inspirada em histórias de pessoas que vivem e trabalham em uma das ruas mais antigas da cidade. Segundo Rana Moscheta, cofundadora do grupo, a proposta é construir um diálogo vivo entre arte e cidade: “Estar na cidade significa estar poroso ao ambiente, sem uma relação unilateral. É construir ativamente o acontecimento teatral. A função da pessoa artista na cidade vai além de uma atuação individual, ela se dá na intensificação da teatralidade urbana e na extrapolação do próprio espetáculo”.

Resultado de um processo de criação coletiva, o trabalho nasceu a partir de um levantamento histórico, entrevistas e improvisações realizadas com moradores, comerciantes e transeuntes da região. Em cena, três personagens tentam seguir suas vidas em pleno 2025, em meio a uma rua completamente urbanizada. Conduzidos por uma misteriosa figura, são instigados a sonhar novos futuros e a refletir sobre as transformações do espaço urbano. A ideia, de acordo com Paulo Chierentini, cofundador, é que o espetáculo desperte novos olhares sobre o cotidiano. “Nosso desejo é olhar para além do concreto, para além do nível horizontal da altura dos nossos olhos. Convidamos o espectador a enxergar poesia onde normalmente não se vê, a criar afetos por meio de situações ficcionais dentro de uma cidade sempre viva e real.”

A encenação valoriza a relação com o território e seus habitantes. O grupo contou com o apoio de comerciantes locais, como o Ateliê Sina, que cedeu o espaço de sua varanda para a realização de uma das cenas. Figurinos e elementos cênicos também foram adquiridos em estabelecimentos da própria rua, fortalecendo o vínculo entre arte e comunidade.

O projeto foi contemplado pelo EDITAL Nº 032/2024 – Fomento Aldir Blanc Curitiba 2024, da Fundação Cultural de Curitiba.

Serviço:
Espetáculo: Como nasce uma rua ou Cartografia de um tempo
Datas: 17, 18 e 19 de novembro de 2025
Horários: 11h e 16h
Local: Rua Riachuelo (início na Praça 19 de Dezembro e término na esquina com Rua São Francisco), Curitiba
Ingresso: Gratuito

Ficha técnica:
Direção e dramaturgia: Grupo Olho Rasteiro | Elenco: Alucas Santos, Paulo Chierentini, Rana Moscheta e Rosane Freire | Consultoria de Visualidades (cenografia, figurino, maquiagem e adereços): Patricia Cipriano | Designer gráfico: Nicolas Dorvalino | Costureira: Adelaide dos Santos Silva | Contra-regra: Amanda Curedes | Assessoria de imprensa: Bruna Bazzo | Agradecimento: Ateliê Sina

Sobre o Grupo Olho Rasteiro
Formado em 2014, o Grupo Olho Rasteiro tem como eixo de criação o trabalho coletivo, integrando atuação, dramaturgia, música e performance. A pesquisa do grupo parte da relação entre corpo, cidade e teatralidade, sempre buscando construir experiências que ultrapassem os limites tradicionais da cena.

Com seis trabalhos em seu repertório: Lugar de ser Inútil (2014), Os Cegos (2016), O Terreno Baldio (2016), O Auto Segundo Gabriel (2017) e Hi, Breasil! (2019), o grupo já realizou mais de 200 apresentações em estados como Paraná, São Paulo e Ceará.

Instagram: @grupoolhorasteiro

Facebook: Grupo Olho Rasteiro

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

TEATRO NOVELAS CURITIBANAS – CLAUDETE PEREIRA JORGE RECEBE ESPETÁCULOS, POCKET SHOWS, INSTALAÇÕES E PERFORMANCES DURANTE TODO O MÊS DE OUTUBRO

A programação integra a 2ª Mostra Claudete Pereira Jorge, que acontece de 08 a 28 de outubro, de forma totalmente gratuita

Durante todo o mês de outubro, o Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge recebe 20 atrações gratuitas, com programação gratuita para toda a família. Isso porque a 2ª edição da Mostra Claudete Pereira Jorge, que acontece até o dia 28 de outubro, promove uma verdadeira ocupação do Teatro, com espetáculos adultos e infantis, pocket shows, instalações e performances. A Mostra ainda oferece oficinas, realizadas em outros espaços culturais da cidade.

Ao todo, quatro pocket shows vão ocupar o palco do Teatro — batizado em homenagem à atriz Claudete Pereira Jorge, que também dá nome à Mostra —, sempre antecedendo uma apresentação de teatro. No dia 14, a artista Klüber apresenta as canções do recém-lançado disco “Pra Duvidar”. Já no dia 20, é a vez de Daniel Montelles, músico maranhense radicado em Curitiba, subir ao palco com as canções de “Matriz”, seu novo trabalho. No dia 21, o casal de músicos Yoná Masullo e Claudemir Franco entretem a plateia com músicas autorais e instrumentos de corda. A agenda de pocket shows se encerra no dia 22 de outubro, quando Chico Paes se apresenta com voz e violão.

Além do palco, o hall do Teatro também é ocupado com exposição, manifesto, aberturas de processos e performances. Durante todo o período da Mostra, o público pode visitar a exposição “CLAU”, do artista Samuel Gallo, que utiliza de formas com tinta acrílica, carvão, caneta,  texturas e diversos corantes naturais, como o café, chás e vinho para  homenagear e celebrar a trajetória de Claudete Pereira Jorge. No feriado do dia 12, a atriz Helena de Jorge Portela realiza a abertura de processo da obra “O Barco”, nova montagem da Cia. Fluctissonante que leva a audiodescrição para dentro da cena. No dia 16, acontece a intervenção/performance “Dentro do Peito uma Bomba”, da atriz Patrícia Cipriano. Outra abertura de processo acontece no dia 19, dessa vez com “Dito”, da Súbita Companhia de Teatro. No dia 23, a “rádiO atalalaiA – O Amor Está no Ar” chega com a proposta de promover uma transmissão “corpa a corpa”. Para fechar a programação de ações paralelas, a artista Stéfano Belo se apresenta com a performance “Acarajé Dada Pocket Show”.

A programação também oferece quatro oficinas gratuitas para artistas e público interessado: “Introdução ao teatro para surdas e surdos”, com Catharine Moreira e Helena de Jorge Portela, no Sesi Paula Gomes. Já a Biblioteca Pública do Paraná recebe as oficinas “Criação autoral”, com Maíra Lour, “O corpo e a voz”, com Katia Drumond e “Cabaré jogo ferida obra aberta”, com Ricardo Nolasco. O artista Chico Paes realizará, em escolas da rede pública de ensino, a oficina direcionada “Meu Primeiro Samba”, em que alunos do ensino médio da rede pública poderão compor suas primeiras letras.

Já a programação teatral, que é o foco principal da Mostra, fica por conta de “Alexandria 8836BR”, com o Grupo P.U.T.O, nos dias 13 e 14; “Os Reis do Ringue” e “Caça às Bruxas”, dos coletivos drags Kings Of The Night e PsicoDrags, nos dias 15 e 16; “Tropeço”, da Tato Criação Cênica, nos dias 20 e 21 de outubro; “Carmela, Caramelo e Remela”, da Arto Companhia de Teatro, e “O Arquipélago”, da Súbita Companhia de Teatro, no final de semana dos dias 22 e 23; “Trava Bruta”, com a atriz Leonarda Glück, nos dias 26 e 27 e; “Cabaret Tarot” + “Um bailinho perdido”, ambos da Selvática Ações Artísticas, no dia 28, para fechar a Mostra.

Uma apresentação de cada espetáculo contará com interpretação simultânea em Libras, sendo “Alexandria 8836BR” no dia 14, “Caça às Bruxas” no dia 16, “O Arquipélago” no dia 23, “Trava Bruta” no dia 27 e “Cabaret Tarot” + “Um bailinho perdido” no dia 28.

O diretor de produção da Mostra, Igor Augustho, comenta sobre a pluralidade da programação. “A ideia é que o público possa, também, ocupar o teatro de outros modos. Em uma mesma noite é possível assistir a um pocket show e uma peça de teatro, ampliando a experiência de quem vier ao Novelas e possibilitando outros olhares para o panorama das artes de Curitiba. Às vezes, o público que viria assistir a uma peça específica, acaba tendo contato com um músico que não assistira normalmente”, diz ele.

O evento, realizado pela Cia. Fluctissonante, NBP Produções e Pomeiro Gestão Cultural, reúne uma intensa programação gratuita, com produções consagradas ou que estão em destaque na cena curitibana, de modo a democratizar o acesso à cultura da população. A primeira edição aconteceu nos meses de junho e julho de 2019 e apresentou um breve recorte da produção artística em voga na época.

PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.


Claudete Pereira Jorge. Foto: Gilson Camargo.

Sobre Claudete Pereira Jorge
Claudete Pereira Jorge nasceu em Ponta Grossa em 1954. Com 20 anos, recém chegada de Cascavel, foi convidada para substituir uma atriz que havia faltado um ensaio. Pronto! Foi o que bastou para que, daquele dia em diante, além de substituir a faltosa em definitivo, demonstrasse o talento nato para o teatro. Desde o início da carreira integrou a NBP Produções, dirigindo e atuando em diversas montagens. Paralelamente, esteve em dezenas de espetáculos curitibanos. Com a direção de Manoel Carlos Karam em “O Cavalo Branco De Napoleão”; Antônio Carlos Kraide em “Curitiba Velha de Guerra” e “A Dama de Copas e o Rei de Cuba”; Oraci Gemba em “Zumbi”, “Via Cruscis” e “O Cerco da Lapa”; Felipe Hirsch em “Por um Novo Incêndio Romântico” e Marcelo Marchioro em “Pequenos Assassinatos”, “Lulu”, “Medeia”, “À Grega” e “Pico na Veia”, sendo que por estes dois últimos ganhou o Troféu Gralha Azul de Melhor Atriz. Claudete se tornou grande amiga do diretor Ademar Guerra e, sob a sua direção, atuou em “Noite na Taverna”, “Colônia Cecilia”, entre outras peças. Sob a direção de Octavio Camargo, atuou em “Leminski – A justa razão aqui delira” e “Catatau”. Além de Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro, e a convite da primeira Bienal de Arte Contemporânea de Tessalônik na Grécia, apresentou em Atenas, Berlim, Skopje e Amsterdam o Canto I da Ilíada de Homero na língua portuguesa. Em Curitiba, esteve junto a grupos como Cia. Fluctissonante, Selvática Ações Artísticas, Minha Nossa, Tamanduá Produções, TCP, CiaIliadaHomero, entre outros. Claudete Pereira Jorge, atuou em muitos outros trabalhos, com outros tantos diretores e diretoras e com diversos atores e atrizes de Curitiba em teatro e cinema. Nos deixou, desde 2016, um legado incalculável, que merece ser respeitado, lembrado e aplaudido pelas futuras gerações das artes brasileiras.

SERVIÇO
2ª Mostra Claudete Pereira Jorge
De 08 a 28 de outubro
No Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge
Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1.222 – São Francisco, Curitiba
Entrada gratuita – distribuição de ingressos uma hora antes de cada apresentação.
Mais informações no Instagram da Mostra: https://www.instagram.com/mostraclaudete/

O BARCO – Abertura de Processo
12/out I 20h00 I Cia. Fluctissonante I 16 Anos
SINOPSE: Em seu mais recente espetáculo, a Cia. Fluctissonante propõe-se, pela primeira vez, criar um espetáculo que leva a audiodescrição para dentro da cena. Continuando a pesquisa iniciada em “Foi Assim Que O Oceano Invadiu a Minha Casa”, Helena de Jorge Portela revisita suas memórias familiares, desta vez homenageando seu pai, Nautilio Bronholo Portela, que em 2022 comemora 50 anos de trajetória no teatro. Nesta abertura do processo que teve início em 2022, através de residência artística no festival Acessa BH, Helena realizará a leitura do texto de sua autoria, em que, frente ao teatro vazio, rememora sua trajetória no teatro.


ALEXANDRIA 8836BR. Foto: Elenize Dezgeniski.

ALEXANDRIA 8836BR
13 e 14/out I 20h00 I Grupo P.U.T.O I 16 anos
SINOPSE: Quais as chances de se evitar uma tragédia anunciada?  O que se espera do futuro que se constrói nesse presente caótico? De que serve um artista no meio de tudo isso? Essas (e algumas outras) questões conduziram o processo de criação que metaforiza o Brasil pandêmico e pandemônico para ALEXANDRIA 8836BR: Uma nave. Uma arca. Uma biblioteca. Um bunker. Uma cápsula do tempo. Uma tentativa de salvar a humanidade, de antemão frustrada, por não conseguir precisar o que “humanidade” significa.

PRA  DUVIDAR
14/out I 19h20 I Joã Klüber I Livre
SINOPSE: Klüber apresenta em seu show canções do disco Pra Duvidar, recém-lançado em 23 de setembro. Trans não-binária, a artista se apresenta ao piano numa concepção intimista, ácida, pragmática e terna.

O REI DO RINGUE + CAÇA ÀS BRUXAS
15 e 16/out I 20h00 I Kings Of The Night + PsicoDrags I 18 anos
SINOPSE: Essa minimostra reúne os trabalhos ‘Caça às bruxas’, das Psicodrags, e ‘O rei do ringue’, dos Kings of the night, coletivos com base em Curitiba que partem do transformismo e do burlesco, com humor, crítica, acidez e com uma relação direta e dinâmica com o público, típica do formato cabaré. “Caça às bruxas” (2019) reúne números e performances musicais, teatrais, burlescas e de dublagem, tendo como foco as bruxas, não só as bruxas do imaginário europeu, mas a bruxa como a figura que tem o potencial de ser perseguida e de segurar o tranco. Já “O rei do ringue”, traz paródias da masculinidade, recriando em um espaço cultural um dos lugares considerados mais masculinos na nossa sociedade: um ringue de luta. Nesse ringue surgem as personalidades totalmente diversas de cada king, debochadas, irônicas, filosóficas, absurdas.

*O Rei do Ringue será apresentado no dia 15 e Caça às Bruxas será apresentado no dia 16.

DENTRO DO PEITO UMA BOMBA
16/out I 19h20 I Patricia Cipriano I Livre 
SINOPSE: Pela cidade um corpo campo minado em trânsito. Um corpo que rejeita a mulheridade e invoca a fúria retirada a força em detrimento da doçura enfiada goela abaixo!

“dentro do peito uma bomba” é uma intervenção e performance criada por Patricia Cipriano em parceria com Amira Massabki, as matérias primas deste acontecimento são o mito da medusa e a pedra. Aqui o olhar que cruza não petrifica e sim convoca. Já não há mais heróis, eles viraram escombros e o marco zero é aqui agora.

Este trabalho também é um convite para erguer novos monumentos e contar outras histórias a partir da pergunta: o que podem os corpos que portam bombas dentro do peito?

DITO – Abertura de Processo
19/out I 20h00 I Súbita Companhia I 16 Anos
SINOPSE: Dito é um  processo de criação no qual o ator Pablito Kucarz coloca em perspectiva sua construção de imagem de pai e de filho. Expõe universos distintos que coabitam para abrir possibilidades de fala entre eles, a partir de uma história familiar erguida através do silêncio sobre assuntos sensíveis. Esta proposta aprofunda a pesquisa da Companhia em teatro documental e auto ficcional iniciadas no projeto Habitat, composto por 6 solos autorais que estrearam em 2019.

TROPEÇO
20 e 21/out I 20h00 I Tato Criação Cênica I 14 anos
SINOPSE: Tropeço trata das relações humanas ao mesmo tempo em que fala da solidão. O espetáculo traz à cena a relação de duas personagens em seu cotidiano de vida em comum. A partir da linguagem da animação corporal, cria-se um mundo onde dois atores manipuladores e suas mãos dão vida a duas velhas que moram juntas. Partindo da costumeira visão que temos da velhice mostra-se sua solidão e as pequenas ações rotineiras num universo de sutileza e extravagância, poesia e comicidade em mãos que andam, dançam, bebem, respiram, riem e choram.

MATRIZ
20/out I 19h20 I Daniel Montelles I Livre
SINOPSE: Após o lançamento de seu primeiro EP “Imensidão” o músico maranhense, radicado em Curitiba, Daniel Montelles, apresenta seu novo trabalho. Matriz nasce do desejo apaixonante do artista em trazer aos palcos as vozes das Marias de sua família, mulheres anônimas, mães, filhas, esposas, mães de santo, seus amores e os ventres de mulheres que lutaram e resistiram apesar da estrutura social e financeira. Daniel cresceu no seio matriarcal de sua família paterna. Aprendeu a ler e escrever com sua avó Maria Dulcey e teve em sua mãe, Lucia, cabeleireira e manicure sua fonte de inspiração.

DUETO EM CY – SOM DE BOLSO
21/out I 19h20 I Yoná Masullo e Claudemir Franco I Livre
SINOPSE: O Dueto em CY surgiu em 2017 e é formado pela professora e musicista Yoná Masullo no Violino, além de seu esposo, o músico e compositor curitibano Claudemir Franco no violão. Para a II Mostra Claudete Pereira Jorge, o Dueto em CY apresentará o Som de Bolso. Um pocket show de trinta minutos que conta com músicas autorais de Claudemir Franco.

O ARQUIPÉLAGO
22 e 23/out I 20h00 I Súbita Companhia de Teatro I 14 Anos
SINOPSE: O solo do ator Pablito Kucarz, leva a cena a história de sua mãe. Uma mulher comum, como diversas outras mães que abandonaram sua casa muito jovens para trabalhar na cidade grande. Também se permite questionar esta história quando, em busca de sua própria identidade, se confronta com temas como preconceito, bullying, machismo e violência. Com tom suave, a narrativa tem ares de fábula pessoal ao lançar mãos de metáforas poderosas: a família que é um arquipélago, juntos porém separados pela água salgada; o garoto mariposa, agredido por ser diferente dos outros garotos; a pedra lançada como um projétil que, ao invés de ferir, prefere dançar.

CARMELA, CARAMELO E REMELA
22 e 23/out I 15h00 I Arto Companhia de Teatro I Livre
SINOPSE: Não existe melhor investigador no mundo que uma criança, seja de verdade ou de brincadeira. Nesse espírito de descobertas – Feijó, Cadu, Teteia e Babu – mergulham numa deliciosa aventura para decifrar um enigma de uma carta misteriosa. E que enigma! As crianças desvendam mais que apenas uma charada: caminham pela descoberta das próprias emoções, lembranças e reconhecem um talento precioso e essencial escondido no interior de cada uma delas. Inspirada no livro da poetisa Adélia Prado – Quando eu era Pequena, essa é uma jornada sobre as gostosuras da infância e a nossa essência mais rica: a habilidade de sermos poetas.

CHICO PAES – VOZ E VIOLÃO
22/out I 19h20 I Chico Paes I 12 anos
SINOPSE: Chico Paes nos apresenta seu show voz e violão em um clima intimista, uma experiência singular entre o artista e o espectador por meio da canção em sua forma mais pura. Suas músicas permeiam a vida cotidiana, as dores e amores, experimentando as possibilidades criativas entre os gêneros brasileiros regionais e sonoridades contemporâneas dos grandes centros urbanos globais. Uma voz marcante e um violão certeiro nos levam por caminhos entre o tradicional e o desconhecido.

rádiO atalalaiA – O Amor Está no Ar
23/out I 19h20 I Filhas da Fruta I 14 anos
SINOPSE: A radiO atalalaiA sintoniza com você o quadro “O Amor está no Ar”. Quer enviar um bilhetinho amassado, uma indireta certeira, um recado musical, uma notícia inventada, um correio galante para alguém especial ou pessoa desconhecida?  Esse é o momento!  rádiO atalalaiA uma rádio de transmissão corpa a corpa “a única rádio que toca em você”.


TRAVA BRUTA. Leonarda Glück. Foto: Alessandra Haro.

TRAVA BRUTA
26 e 27/out I 20h00 I Leonarda Glück + Pomeiro Gestão Cultural I 18 Anos
SINOPSE: Partindo de sua experiência transexual, Leonarda Glück apresenta um manifesto cênico que propõe uma ponte e também um contraponto entre o contexto artístico e a atual conjuntura política e social do Brasil no campo da sexualidade. Sozinha em cena, a atriz e dramaturga discute a relação da cultura com a transexualidade, discorre sobre como é ser uma artista trans no país de hoje e de que forma a sociedade reage a um corpo que provoca, a um só tempo, repulsa e desejo. Para tanto, o espetáculo busca tensões entre a ficção e a realidade, costurando diversas camadas de artificialidade, como videoprojeções, efeitos sonoros, filtros de redes sociais (que modificam a aparência da atriz) e artifícios de figurino, que ora revelam, ora ocultam. São recursos que vão sendo destruídos e desconstruídos ao longo da narrativa, num constante questionamento sobre quais ficções são permitidas e quais diversidades são aceitas.


CABARET TAROT + BAILINHO PERDIDO. Foto: Cibelle Gaidus.

CABARET TAROT + UM BAILINHO PERDIDO
28/out I 20h00 I Selvática Ações Artísticas I 18 anos
SINOPSE: Pés marcados no cimento quase duro de uma política mercado imobiliário de revitalização. No corpo do performer entrelaçam-se mitologias, memórias, percursos, vidas, acontecimentos.

É um recipiente alquímico- encruzilhada- lápide sacrificial.

Carta manifesto esquizo bruxaria rito jocoso carregada de sarcasmo e ironia.

Espetáculo bufo.

Tragédia pós e pré dramática.

Opereta work in progress xamã.

Ditirambo.

Vida vagabunda, destino vadio, carne de carnaval.

GILDA É PURO JAZZ!
Entre cartas, canções, memórias, fragmentos e cenas entramos juntes em um cabaret imaginário de evocação a Gilda: exercício radical de ficção e reconstrução da realidade. Cabaret tarot é um estudo do tarot através da prática do cabaré. O tarot é um cabaret de mesa.

ACARAJÉ DADA
28/out I 19h20 I Stéfano Belo I Livre 
SINOPSE: Um acarajé pout-pourri batido com pimenta e tempero para Claudete Pereira Jorge

CLAU por Samuel Gallo
Visitação permanente I Samuel Gallo I Livre
SINOPSE: Samuel Gallo, homenageia e celebra a trajetória de Claudete Pereira Jorge, expondo o que chama de “retratos experimentais” da atriz. Buscando a representação da realidade e do sonho, ele reúne estes dois universos, criando formas com tinta acrílica, carvão, caneta,  texturas e diversos corantes naturais, como o café, chás e vinho.

FICHA TÉCNICA
Direção Artística: Nautilio Portela
Curadoria: Helena de Jorge Portela e Igor Augustho
Mediação Bate Papos: Luciana Romagnolli
Tradução Libras: Taepé – Libras e Cultura
Identidade Visual 2022: Pablito Kucarz
Ilustração Identidade Visual: Conde Baltazar
Assessoria de Imprensa e Marketing Digital: Platea Comunicação e Arte
Assessoria em Mídias Sociais (Orgânicas): Bruna Bazzo
Direção de Produção: Igor Augustho
Produção Executiva: Gabriela Berbert
Assistentes de Produção: Bruna Bazzo e Rebeca Forbeck
Estagiáries de Produção: Alyssa Riccieri, Babi Ferreira, Gabriel Spanemberg, Mariana Pinheiro
Direção Técnica: Luigi Castel
Coordenação Técnica: Effex Tecnologia
Técnica de Som: Vini Ruiz
Técnico de Luz: Lucio Nogueira
Técnico de Teatro: Rafael Solla
Assistência de Técnica de Som: Felipe Novashinsky (Felino)
Assistência de Técnica de Luz: Juan Lis
Registro Audiovisual e Fotográfico: Chico Paes
Captação de Recursos: Meire Abe
Realização e Idealização: Cia. Fluctissonante e NBP Produções
Realização e Produção: Pomeiro Gestão Cultural

PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.

SAPATADA 2 / CASA SELVÁTICA / CURITIBA

No dia 13 (sábado) a partir das 16h20 na Casa Selvática , em Curitiba. Vamos comemorar nossa existência, nossa resistência, nossa arte e nosso rebolado! Teremos shows, CERVEJA GELADA, drinks selváticos, comida vegana, publicações, zines, cortes de cabelos, tarot, perfos, tattoos.

Durante a semana conheça a equipe artística que faz SAPATADA ACONTECER!

@pagodelus – Pagodinho feito com amor, por Elus e Elas!

@simoblues_ – desenvolve um trabalho entre o teatro, a música e a militância antiracista enquanto mulher preta e sapatão. É artista residente e programadora do Espaço Cultural Casa Selvática

@naomeritaduo – Há quase 10 anos sem tempo pra macho escroto, fazendo punk brega e sofrendo por mulher

Serviço:
SAPATADA 2
Data: Sábado, 13 de agosto, a partir das 16h20
Casa Selvática, R. Nunes Machado, 950 – Rebouças, Curitiba
Entrada livre.

fonte

MOSTRA INTERNACIONAL DE CABARÉ ::: DE 05 A 8 DE MAIO EM CURITIBA

O CABARET SE INSTAURA EM CURITIBA: A programação da MOSTRA INTERNACIONAL DE CABARÉ vai do dia 05 ao dia 8 de maio e conta com espetáculos, palestras, festas, lançamento de livro, oficinas e muito, mas muito cabaré – com nomes nacionais e internacionais. Programação gratuita.

Serviço:
1ª MOSTRA INTERNACIONAL DE CABARET DE CURITIBA: Uma realização Selvática Ações Artísticas, de 5 a 8 de maio no Espaço Fantástico das Artes, R. Trajano Reis, 41 – São Francisco, Curitiba-PR.
Programação completa: www.selvatica.art.br/mic22

Ficha técnica:
Realização Selvática Ações Artísticas
Curadoria e direção geral: Ricardo Nolasco e Gabriel Machado
Direção de produção: Gabriel Machado e Patricia Cipriano
Coordenação técnica: Semy Monastier e Marina Arthuzzi
Técnica e operação de som: Matheus Henrique
Assistência de comunicação: Leo Bardo
Arte gráfica: Rafael Bagatelli
Curadoria da convocatória: Gabriel Machado, Leo Bardo, Marina Arthuzzi, Marina Viana, Patricia Cipriano, Ricardo Nolasco e Semy Monastier.


PRIMEIRO FESTIVAL DE BOLSO DE TEATRO DE RUA EM CURITIBA

Vikings e o Reino Saqueado. Foto: Valeria Félix.

Grupo Olho Rasteiro propõe festival de teatro de rua na praça Eufrásio Correia.

O Festival de Bolso de teatro de rua é um evento gratuito que acontece pela primeira vez na cidade de Curitiba, a partir desta quarta feira, dia 4 de maio até dia 8  de maio na praça Eufrásio Correia. Durante esses cinco dias reúne em sua programação apresentações teatrais de classificação indicativa livre.

Com curadoria de Cleber Borges e Lúcia Helena Martins, artistas ligados ao movimento de teatro de rua, a programação inicia na quarta-feira às 16h com o espetáculo Os Vikings e o Reino Saqueado da Cia Os Palhaços de Rua de Londrina. Na quinta-feira às 16h, a companhia Arte da Comédia (Curitiba-PR) apresenta o espetáculo As Espertezas de Arlequim. Na sexta-feira, às 16h, a trupe de palhaços do Circo Rodado (Curitiba-PR) apresenta Reprises Pareadas. No sábado às 16h, a artista Patricia Cipriano apresenta Dentro do Peito Uma Bomba e no domingo o grupo baquetá apresenta KARINGANA UA KARINGANA – Histórias de África.

Além das apresentações, o Festival propõe uma oficina com um dos Grupos de teatro de rua mais antigo do Brasil: Ói Nóis Aqui Traveiz. Esta oficina será formativa para artistas participantes do Festival e estudantes de teatro da UNESPAR, Universidade parceira neste projeto. O ministrante da oficina fará uma fala pública na noite da quarta feira, dia 4 de maio.

Durante os dias subsequentes, ocorrem as apresentações de espetáculos no período da tarde na Praça Eufrásio Correia e durante a noite terá oficina com o multiartista Itaercio Rocha voltada a processos criativos em canções e brincadeiras populares aberta à comunidade em geral.

Para mais informações, acesse as redes sociais do Festival de Bolso de Teatro de Curitiba.

SERVIÇO:
Festival de Bolso de Teatro de Curitiba
4 a 8 de maio na praça Eufrásio Correia (centro de Curitiba)
Entrada gratuita
Para mais informações, entre em contato: (41) 99854-9506 Vitória Gabarda – Assessora de imprensa.


Patricia Cipriano. Foto: Maringas Maciel.


Circo Rodado Reprises Pareadas. Foto: Paulo Brito.

ISSO É UM CONVITE, UMA CONVOCATÓRIA, UM CHAMAMENTO ABERTO QUE CELEBRA A PRIMEIRA DÉCADA DE ATIVIDADES DA CASA SELVÁTICA!

Selva aberta
Há dez anos a Casa Selvática existe em Curitiba com um espaço in-disciplinar, de convivência e festivo. Sabemos da importância desse espaço para a cidade e, por isso, queremos pensar um gestão compartilhada para que a coisa siga existindo.

Este espaço é sonho conjunto, plataforma para ser transformada em seu uso, loucura para ser compartilhada, obra aberta, in process, transgressora e pulsante. Neste momento, entendendo nosso caminho até aqui, abrimos casa e coração: queremos nos relacionar com mais artistas, coletivos, propostas e repensar a forma de residir na Casa Selvática, encontrando novas parcerias e projetos de ocupação e insistência do sobrado mais amado do underground, na capital mais fria do país.

Convidamos
Pessoas artistas, produtoras, agitadoras, ativistas e quem mais esteja a fim de pensar, ser e fazer a Selvática para colar junto!

Venha, ocupe a Selvática com seus desejos, ideias e utopias!

Tragam
Suas propostas de ocupação da casa com oficinas, debates, encontros, apresentações, ensaios, investigações, grupos de pesquisa, possibilidades para criação de mundos e lançamentos de livros e filmes.

Agito
Para começarmos a movimentação de interessades neste novo momento, convidamos todes que desejam integrar as discussões e a vida selvática para um encontro afetuoso e cheio de amor onde compartilharemos espaço, ideias e projetos para a nossa casa.

Abrimos as portas! Venha junto e refloreste a Selva conosco!

Serviço:
Data: 19 de abril, às 18:30!
Local: Casa Selvática: R. Nunes Machado, 950, Rebouças, Curitiba-PR.
Instagram: www.instagram.com/selvaticaoficial/
Site: www.selvatica.art.br/
Fonte: Selvática

MIL OLHOS MIL DENTES

HORROROSAS DESPREZÍVEIS já tem data para o lançamento do 1º EP, dia 26 de novembro,  Mil OLhos MiL DenTes estará disponível nas principais plataformas de streaming: Spotify, Deezer e iTunes. Você também poderá curtir no clássico Youtube.

Então aproveita e já faz a pré-save através deste link

E para que esse trabalho alcance mais pessoas compartilhe o link e este vídeo nas suas redes!

Agora sim podemos gritar ao mundo: OUÇA HORROROSAS DESPREZÍVEIS!!!

EM DOSE DUPLA: CIRCO DA CIDADE RECEBE DOIS ESPETÁCULOS GRATUITOS DE CIRCO-TEATRO COM O COLETIVO PALHAÇX GOURMET

A Pequena Loja Mística da Madame Sinistro – Foto de Mateus Tropo

As peças, que acontecem no mesmo dia e contam com elencos grandes, estreiam no dia 07 de março e ficam em cartaz aos sábados e domingos, às 15h e às 17h, até o dia 22 de março. A entrada é gratuita. Página do evento, aqui

As obras “A Pequena Loja Mística da Madame Sinistro” e “Fim dos Tempos” terão sua estreia na lona do Circo da Cidade – Zé Priguiça, no dia 07 de março (sábado) e ficam em cartaz até o dia 22 – aos sábados e domingos – com apresentações sempre às 15h e às 17h, respectivamente. Os ingressos são gratuitos e começam a ser distribuídos uma hora antes do início do espetáculo.

As duas dramaturgias inéditas fazem parte do CIRCO-TEATRO BOQUEIRÃO, novo projeto do coletivo curitibano Palhaçx Gourmet. Por meio de apresentações gratuitas, a iniciativa nasceu com o propósito de movimentar o Circo da Cidade, além de alimentar espaços de convivência e socialização, prática comum de companhias de Circo-Teatro tradicionais.

Essencialmente, os espetáculos são sobre grupos que resistem à imposição de forças maiores, sejam elas grandes empresas ou figuras de autoridades que sequer dão as caras. Em “A Pequena Loja Mística da Madame Sinistro” que acontece às 15h, a personagem Valkiria, mais conhecida como a paranormal Madame Sinistro, juntamente com seu filho Gigi, um jovem que consegue ouvir os objetos falarem, e Adalberto, um aspirante a atirador de facas, trabalham numa loja mística prestes a falir. O sonho de Valkiria sempre foi ter uma loja, mas esse desejo está ameaçado por uma dupla trambiqueira que quer construir um estacionamento na região e para isso precisam expulsar a família do local.

Fim dos Tempos – Foto de Mateus Tropo

Já em “Fim dos tempos”, apresentada às 17h, a personagem Sandra Pereira sonha em montar sua nova peça chamada “Fim dos Tempos” assim que terminar a última apresentação de uma temporada de 10 anos do espetáculo Chapeuzinho Vermelho. Porém, quando o patrocinador chega com mais 300 crianças para uma sessão extra, toda a equipe artística se atrapalha para fazer essa peça que já não queria mais. Enquanto apresenta, uma confusão fora do circo chama a atenção da companhia. A cada dia de exibição, serão apresentadas as duas peças, respectivamente às 15h e às 17h, nas quais o elenco exerce diferentes funções, dividindo-se em atuação, contrarregragem e técnica, trabalhando simultaneamente dentro e fora do espaço cênico. Além disso, as peças se cruzam, com objetos cênicos, cenários e referências que atravessam de uma para a outra.

Para diversificar seu repertório artístico e criar as dramaturgias, as palhaças e os palhaços do coletivo partiram da pesquisa e experimentação sobre a linguagem do Circo-Teatro, um formato popular e originalmente brasileiro. Como parte do processo, o elenco fez, inclusive, uma breve residência artística no Circo de Teatro Tubinho, referência no fazer circo-teatral.

“Estamos propondo um modelo de ocupação de espaço em que as pessoas são convidadas a ficar lá mais tempo do que muitas costumam em peças de teatro ou espetáculos circenses na cidade, vendo as trocas de cenário, a circulação de artistas”, conta Edran Mariano, diretor de produção da peça, sobre a importância do circo como a escolha do palco. 

Além das apresentações gratuitas no Circo da Cidade, o projeto promove outras ações, que incluem sessões exclusivas para alunos de escola pública mediante agendamento, oficinas artísticas gratuitas de Técnicas Circenses, que acontecerão sempre às quartas-feiras (manhã e tarde) entre os dias 11 de março e 15 de abril, intituladas “Palhaçaria Para Iniciantes” e “Números Circenses, além de um Cabaré com os artistas do CIRCO-TEATRO BOQUEIRÃO e os participantes das oficinas artísticas, como forma de encerramento.

SERVIÇO
De 07 a 22 de março, sábados e domingos
15h | A Pequena Loja Mística da Madame Sinistro – Classificação indicativa: 10 anos
17h | Fim dos Tempos – Classificação indicativa: 12 anos
Entrada franca, com ingressos distribuídos uma hora antes do início do espetáculo
Circo da Cidade – Zé Priguiça | Rua Dr. Benedicto Siqueira Branco, s/nº- Alto Boqueirão
Informações: (41) 3287-5307

Sobre o Palhaçx Gourmet
Originado em 2015, o coletivo Palhaçx Gourmet investiga e pratica palhaçaria, improvisação e música. Atualmente com 12 integrantes, o grupo se apresenta um sábado por mês na Casa da Flor Bistrô, em Curitiba, de forma independente e com entrada gratuita. O coletivo acredita na contribuição livre no chapéu como forma de democratizar o acesso ao trabalho produzido, movimentando a cidade culturalmente e instigando reflexão sobre a valorização da arte. Dentre as produções, destacam-se as “Palhaças Gourmet”, o “Cabernet” e o “Ocupa Rua”.

FICHA TÉCNICA
Direção: Ricardo Nolasco
Elenco e Criação: Bruno Lops, Diogo Bonito, Fernanda Fuchs, Igor Ribeiro, Karina Flor, Larissa Lima, Lucri Regianni, Má Ribeiro, Mateus Tropo, Paulo Henrique Carneiro, Rodrigo Fowolski
Provocação e Orientação Artística: Jo Mistinguett (sonoplastia), Leonarda Glück (dramaturgia), Patrícia Cipriano (figurino)
Cenotécnicos: Anderson Quinsler e Felipe Gustavo Casagrande
Costureiras: Adelaide dos Santos Silva, Ana Luiza Costa de Melo, Catarina Ribeiro e Lurdes – Lú Confecções
Iluminação: Victor Sabbag
Produção de Áudios: Jo Mistinguett
Locuções: Ricardo Nolasco
Design Gráfico: Ju Stin
Assessoria de Imprensa e Mídias Sociais: Luísa Bonin e Thays Cristine – Platea Comunicação e Arte
Fotos de Divulgação: Mateus Tropo (registro) e Francineli Valdeira (edição)
Registro Fotográfico: Francineli Valdeira
Registro Audiovisual: Bruno Mancuso
Captação: Renata Cunali e Rumo de Cultura
Assistência de Produção: Dânatha Siqueira e Francineli Valdeira
Direção de Produção: Edran Mariano
Coordenação do Projeto: Bruno Lops, Larissa Lima, Má Ribeiro
Realização: Palhaçx Gourmet

GRUPOS DE TRABALHO – CRIAÇÃO
– Dramaturgia: Bruno Lops, Diogo Bonito e Ricardo Nolasco
– Figurino: Fernanda Fuchs, Karina Flor, Larissa Lima e Patrícia Cipriano
– Sonoplastia: Jo Mistinguett e Rodrigo Fowolski
– Cenários e traquitanas: Igor Ribeiro, Lucri Reggiani, Má Ribeiro, Paulo Henrique Carneiro e Mateus Tropo

OFICINAS PARA COMUNIDADE
Oficinas de Palhaçaria e Orientação Cênica: Larissa Lima e Má Ribeiro
Oficinas de Técnicas Circenses: Sabrina Almeida e Luis Borges

RESIDÊNCIA ARTÍSTICA
Circo de Teatro Tubinho
Projeto realizado com o apoio do Programa de Apoio de Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba, com incentivo do CEDIP e Celepar.

Assessoria de Imprensa
Luísa Bonin e Thays Cristine
Platea Comunicação e Arte
platea.comunicacao@gmail.com