PRÉ-VENDA BIOGRAFIA “WALTEL BRANCO – O MAESTRO OCULTO”, LIVRO DE FELIPPE ANÍBAL

Em novembro será lançada biografia “Waltel Branco – O maestro oculto” escrita pelo jornalista Felippe Aníbal. O livro é resultado de oito anos de trabalho, respaldado por mais de 50 entrevistados e vasta pesquisa historiográfica. A pré-venda já tá disponível pelo site www.waltel.com.br

O livro é editado pela Banquinho Publicações, com edição fina do Téo Souto Maior e projeto gráfico classudo da Livia Shimamura – sem os quais esse projeto jamais seria concretizado. A publicação tem 504 páginas e um caderno de fotos que passeia pela história do maestro.

É um trabalho que não só se debruça sobre a trajetória do Waltel Branco, mas que trata da própria história da música. Sim, por meio dos trabalhos do maestro, é possível apresentar os principais movimentos musicais ocorridos da segunda metade do século XX pra cá. É uma celebração à música.

Waltel Branco foi múltiplo. Como instrumentista, arranjador, intérprete ou diretor musical, transitou por praticamente todos os ritmos. Da música clássica às trilhas de novela; da Bossa Nova ao rock; do jazz ao samba; do black ao brega; da MPB aos regionais; entre tantas outras vertentes. Apesar da magnitude de suas criações, permanece oculto, à sombra. Quer dizer: permanecia. Com este livro, Felippe Aníbal traz à luz a vida e a obra do velho maestro. De quebra, apresenta um saboroso relato sobre a evolução da música brasileira e seus bastidores.

Você também vai ler histórias de: João Gilberto, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Pixinguinha, Radamés Gnattali, Roberto Menescal, Nara Leão, Marcos Valle, João Donato, Sérgio Ricardo, Djalma Ferreira, Dom Um, Elizeth Cardoso, Moacyr Silva, Elis Regina, Dom Salvador, Tim Maia, Hyldon, Alceu Valença, Zé Ramalho, Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Novos Baianos, Janete Clair, Dias Gomes, Boni, Nelson Motta, Henry Mancini, Dizzy Gillespie, Nat King Cole, Freddy Cole, Françoise Hardy, Paulinho da Viola, Alcione, Elza Soares, Agepê, Cazuza, Ney Matogrosso, Fafá de Belém, João Bosco, Odair José, Evaldo Braga, Alice Ruiz e muitos outros.

Ah, o projeto foi viabilizado por meio de Lei de Incentivo à Cultura, da Fundação Cultural de Curitiba. A empreitada tem apoio do Centro de Diagnóstico Água Verde, Instituto de Oncologia do Paraná e Hospital IPO. Viva a Cultura e as leis de incentivo.

Logo mais, teremos mais notícias sobre o lançamento.

Ficha técnica: Páginas: 504. Formato: 16×23 cm, brochura. 1ª Edição. Ano: 2023.  Pré-venda: Garanta já seu exemplar com desconto de 10% + frete grátis no site: www.waltel.com.br ::: Seu livro será enviado a partir de 22 de nov. de 2023.

TEATRO NOVELAS CURITIBANAS – CLAUDETE PEREIRA JORGE RECEBE ESPETÁCULOS, POCKET SHOWS, INSTALAÇÕES E PERFORMANCES DURANTE TODO O MÊS DE OUTUBRO

A programação integra a 2ª Mostra Claudete Pereira Jorge, que acontece de 08 a 28 de outubro, de forma totalmente gratuita

Durante todo o mês de outubro, o Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge recebe 20 atrações gratuitas, com programação gratuita para toda a família. Isso porque a 2ª edição da Mostra Claudete Pereira Jorge, que acontece até o dia 28 de outubro, promove uma verdadeira ocupação do Teatro, com espetáculos adultos e infantis, pocket shows, instalações e performances. A Mostra ainda oferece oficinas, realizadas em outros espaços culturais da cidade.

Ao todo, quatro pocket shows vão ocupar o palco do Teatro — batizado em homenagem à atriz Claudete Pereira Jorge, que também dá nome à Mostra —, sempre antecedendo uma apresentação de teatro. No dia 14, a artista Klüber apresenta as canções do recém-lançado disco “Pra Duvidar”. Já no dia 20, é a vez de Daniel Montelles, músico maranhense radicado em Curitiba, subir ao palco com as canções de “Matriz”, seu novo trabalho. No dia 21, o casal de músicos Yoná Masullo e Claudemir Franco entretem a plateia com músicas autorais e instrumentos de corda. A agenda de pocket shows se encerra no dia 22 de outubro, quando Chico Paes se apresenta com voz e violão.

Além do palco, o hall do Teatro também é ocupado com exposição, manifesto, aberturas de processos e performances. Durante todo o período da Mostra, o público pode visitar a exposição “CLAU”, do artista Samuel Gallo, que utiliza de formas com tinta acrílica, carvão, caneta,  texturas e diversos corantes naturais, como o café, chás e vinho para  homenagear e celebrar a trajetória de Claudete Pereira Jorge. No feriado do dia 12, a atriz Helena de Jorge Portela realiza a abertura de processo da obra “O Barco”, nova montagem da Cia. Fluctissonante que leva a audiodescrição para dentro da cena. No dia 16, acontece a intervenção/performance “Dentro do Peito uma Bomba”, da atriz Patrícia Cipriano. Outra abertura de processo acontece no dia 19, dessa vez com “Dito”, da Súbita Companhia de Teatro. No dia 23, a “rádiO atalalaiA – O Amor Está no Ar” chega com a proposta de promover uma transmissão “corpa a corpa”. Para fechar a programação de ações paralelas, a artista Stéfano Belo se apresenta com a performance “Acarajé Dada Pocket Show”.

A programação também oferece quatro oficinas gratuitas para artistas e público interessado: “Introdução ao teatro para surdas e surdos”, com Catharine Moreira e Helena de Jorge Portela, no Sesi Paula Gomes. Já a Biblioteca Pública do Paraná recebe as oficinas “Criação autoral”, com Maíra Lour, “O corpo e a voz”, com Katia Drumond e “Cabaré jogo ferida obra aberta”, com Ricardo Nolasco. O artista Chico Paes realizará, em escolas da rede pública de ensino, a oficina direcionada “Meu Primeiro Samba”, em que alunos do ensino médio da rede pública poderão compor suas primeiras letras.

Já a programação teatral, que é o foco principal da Mostra, fica por conta de “Alexandria 8836BR”, com o Grupo P.U.T.O, nos dias 13 e 14; “Os Reis do Ringue” e “Caça às Bruxas”, dos coletivos drags Kings Of The Night e PsicoDrags, nos dias 15 e 16; “Tropeço”, da Tato Criação Cênica, nos dias 20 e 21 de outubro; “Carmela, Caramelo e Remela”, da Arto Companhia de Teatro, e “O Arquipélago”, da Súbita Companhia de Teatro, no final de semana dos dias 22 e 23; “Trava Bruta”, com a atriz Leonarda Glück, nos dias 26 e 27 e; “Cabaret Tarot” + “Um bailinho perdido”, ambos da Selvática Ações Artísticas, no dia 28, para fechar a Mostra.

Uma apresentação de cada espetáculo contará com interpretação simultânea em Libras, sendo “Alexandria 8836BR” no dia 14, “Caça às Bruxas” no dia 16, “O Arquipélago” no dia 23, “Trava Bruta” no dia 27 e “Cabaret Tarot” + “Um bailinho perdido” no dia 28.

O diretor de produção da Mostra, Igor Augustho, comenta sobre a pluralidade da programação. “A ideia é que o público possa, também, ocupar o teatro de outros modos. Em uma mesma noite é possível assistir a um pocket show e uma peça de teatro, ampliando a experiência de quem vier ao Novelas e possibilitando outros olhares para o panorama das artes de Curitiba. Às vezes, o público que viria assistir a uma peça específica, acaba tendo contato com um músico que não assistira normalmente”, diz ele.

O evento, realizado pela Cia. Fluctissonante, NBP Produções e Pomeiro Gestão Cultural, reúne uma intensa programação gratuita, com produções consagradas ou que estão em destaque na cena curitibana, de modo a democratizar o acesso à cultura da população. A primeira edição aconteceu nos meses de junho e julho de 2019 e apresentou um breve recorte da produção artística em voga na época.

PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.


Claudete Pereira Jorge. Foto: Gilson Camargo.

Sobre Claudete Pereira Jorge
Claudete Pereira Jorge nasceu em Ponta Grossa em 1954. Com 20 anos, recém chegada de Cascavel, foi convidada para substituir uma atriz que havia faltado um ensaio. Pronto! Foi o que bastou para que, daquele dia em diante, além de substituir a faltosa em definitivo, demonstrasse o talento nato para o teatro. Desde o início da carreira integrou a NBP Produções, dirigindo e atuando em diversas montagens. Paralelamente, esteve em dezenas de espetáculos curitibanos. Com a direção de Manoel Carlos Karam em “O Cavalo Branco De Napoleão”; Antônio Carlos Kraide em “Curitiba Velha de Guerra” e “A Dama de Copas e o Rei de Cuba”; Oraci Gemba em “Zumbi”, “Via Cruscis” e “O Cerco da Lapa”; Felipe Hirsch em “Por um Novo Incêndio Romântico” e Marcelo Marchioro em “Pequenos Assassinatos”, “Lulu”, “Medeia”, “À Grega” e “Pico na Veia”, sendo que por estes dois últimos ganhou o Troféu Gralha Azul de Melhor Atriz. Claudete se tornou grande amiga do diretor Ademar Guerra e, sob a sua direção, atuou em “Noite na Taverna”, “Colônia Cecilia”, entre outras peças. Sob a direção de Octavio Camargo, atuou em “Leminski – A justa razão aqui delira” e “Catatau”. Além de Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro, e a convite da primeira Bienal de Arte Contemporânea de Tessalônik na Grécia, apresentou em Atenas, Berlim, Skopje e Amsterdam o Canto I da Ilíada de Homero na língua portuguesa. Em Curitiba, esteve junto a grupos como Cia. Fluctissonante, Selvática Ações Artísticas, Minha Nossa, Tamanduá Produções, TCP, CiaIliadaHomero, entre outros. Claudete Pereira Jorge, atuou em muitos outros trabalhos, com outros tantos diretores e diretoras e com diversos atores e atrizes de Curitiba em teatro e cinema. Nos deixou, desde 2016, um legado incalculável, que merece ser respeitado, lembrado e aplaudido pelas futuras gerações das artes brasileiras.

SERVIÇO
2ª Mostra Claudete Pereira Jorge
De 08 a 28 de outubro
No Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge
Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1.222 – São Francisco, Curitiba
Entrada gratuita – distribuição de ingressos uma hora antes de cada apresentação.
Mais informações no Instagram da Mostra: https://www.instagram.com/mostraclaudete/

O BARCO – Abertura de Processo
12/out I 20h00 I Cia. Fluctissonante I 16 Anos
SINOPSE: Em seu mais recente espetáculo, a Cia. Fluctissonante propõe-se, pela primeira vez, criar um espetáculo que leva a audiodescrição para dentro da cena. Continuando a pesquisa iniciada em “Foi Assim Que O Oceano Invadiu a Minha Casa”, Helena de Jorge Portela revisita suas memórias familiares, desta vez homenageando seu pai, Nautilio Bronholo Portela, que em 2022 comemora 50 anos de trajetória no teatro. Nesta abertura do processo que teve início em 2022, através de residência artística no festival Acessa BH, Helena realizará a leitura do texto de sua autoria, em que, frente ao teatro vazio, rememora sua trajetória no teatro.


ALEXANDRIA 8836BR. Foto: Elenize Dezgeniski.

ALEXANDRIA 8836BR
13 e 14/out I 20h00 I Grupo P.U.T.O I 16 anos
SINOPSE: Quais as chances de se evitar uma tragédia anunciada?  O que se espera do futuro que se constrói nesse presente caótico? De que serve um artista no meio de tudo isso? Essas (e algumas outras) questões conduziram o processo de criação que metaforiza o Brasil pandêmico e pandemônico para ALEXANDRIA 8836BR: Uma nave. Uma arca. Uma biblioteca. Um bunker. Uma cápsula do tempo. Uma tentativa de salvar a humanidade, de antemão frustrada, por não conseguir precisar o que “humanidade” significa.

PRA  DUVIDAR
14/out I 19h20 I Joã Klüber I Livre
SINOPSE: Klüber apresenta em seu show canções do disco Pra Duvidar, recém-lançado em 23 de setembro. Trans não-binária, a artista se apresenta ao piano numa concepção intimista, ácida, pragmática e terna.

O REI DO RINGUE + CAÇA ÀS BRUXAS
15 e 16/out I 20h00 I Kings Of The Night + PsicoDrags I 18 anos
SINOPSE: Essa minimostra reúne os trabalhos ‘Caça às bruxas’, das Psicodrags, e ‘O rei do ringue’, dos Kings of the night, coletivos com base em Curitiba que partem do transformismo e do burlesco, com humor, crítica, acidez e com uma relação direta e dinâmica com o público, típica do formato cabaré. “Caça às bruxas” (2019) reúne números e performances musicais, teatrais, burlescas e de dublagem, tendo como foco as bruxas, não só as bruxas do imaginário europeu, mas a bruxa como a figura que tem o potencial de ser perseguida e de segurar o tranco. Já “O rei do ringue”, traz paródias da masculinidade, recriando em um espaço cultural um dos lugares considerados mais masculinos na nossa sociedade: um ringue de luta. Nesse ringue surgem as personalidades totalmente diversas de cada king, debochadas, irônicas, filosóficas, absurdas.

*O Rei do Ringue será apresentado no dia 15 e Caça às Bruxas será apresentado no dia 16.

DENTRO DO PEITO UMA BOMBA
16/out I 19h20 I Patricia Cipriano I Livre 
SINOPSE: Pela cidade um corpo campo minado em trânsito. Um corpo que rejeita a mulheridade e invoca a fúria retirada a força em detrimento da doçura enfiada goela abaixo!

“dentro do peito uma bomba” é uma intervenção e performance criada por Patricia Cipriano em parceria com Amira Massabki, as matérias primas deste acontecimento são o mito da medusa e a pedra. Aqui o olhar que cruza não petrifica e sim convoca. Já não há mais heróis, eles viraram escombros e o marco zero é aqui agora.

Este trabalho também é um convite para erguer novos monumentos e contar outras histórias a partir da pergunta: o que podem os corpos que portam bombas dentro do peito?

DITO – Abertura de Processo
19/out I 20h00 I Súbita Companhia I 16 Anos
SINOPSE: Dito é um  processo de criação no qual o ator Pablito Kucarz coloca em perspectiva sua construção de imagem de pai e de filho. Expõe universos distintos que coabitam para abrir possibilidades de fala entre eles, a partir de uma história familiar erguida através do silêncio sobre assuntos sensíveis. Esta proposta aprofunda a pesquisa da Companhia em teatro documental e auto ficcional iniciadas no projeto Habitat, composto por 6 solos autorais que estrearam em 2019.

TROPEÇO
20 e 21/out I 20h00 I Tato Criação Cênica I 14 anos
SINOPSE: Tropeço trata das relações humanas ao mesmo tempo em que fala da solidão. O espetáculo traz à cena a relação de duas personagens em seu cotidiano de vida em comum. A partir da linguagem da animação corporal, cria-se um mundo onde dois atores manipuladores e suas mãos dão vida a duas velhas que moram juntas. Partindo da costumeira visão que temos da velhice mostra-se sua solidão e as pequenas ações rotineiras num universo de sutileza e extravagância, poesia e comicidade em mãos que andam, dançam, bebem, respiram, riem e choram.

MATRIZ
20/out I 19h20 I Daniel Montelles I Livre
SINOPSE: Após o lançamento de seu primeiro EP “Imensidão” o músico maranhense, radicado em Curitiba, Daniel Montelles, apresenta seu novo trabalho. Matriz nasce do desejo apaixonante do artista em trazer aos palcos as vozes das Marias de sua família, mulheres anônimas, mães, filhas, esposas, mães de santo, seus amores e os ventres de mulheres que lutaram e resistiram apesar da estrutura social e financeira. Daniel cresceu no seio matriarcal de sua família paterna. Aprendeu a ler e escrever com sua avó Maria Dulcey e teve em sua mãe, Lucia, cabeleireira e manicure sua fonte de inspiração.

DUETO EM CY – SOM DE BOLSO
21/out I 19h20 I Yoná Masullo e Claudemir Franco I Livre
SINOPSE: O Dueto em CY surgiu em 2017 e é formado pela professora e musicista Yoná Masullo no Violino, além de seu esposo, o músico e compositor curitibano Claudemir Franco no violão. Para a II Mostra Claudete Pereira Jorge, o Dueto em CY apresentará o Som de Bolso. Um pocket show de trinta minutos que conta com músicas autorais de Claudemir Franco.

O ARQUIPÉLAGO
22 e 23/out I 20h00 I Súbita Companhia de Teatro I 14 Anos
SINOPSE: O solo do ator Pablito Kucarz, leva a cena a história de sua mãe. Uma mulher comum, como diversas outras mães que abandonaram sua casa muito jovens para trabalhar na cidade grande. Também se permite questionar esta história quando, em busca de sua própria identidade, se confronta com temas como preconceito, bullying, machismo e violência. Com tom suave, a narrativa tem ares de fábula pessoal ao lançar mãos de metáforas poderosas: a família que é um arquipélago, juntos porém separados pela água salgada; o garoto mariposa, agredido por ser diferente dos outros garotos; a pedra lançada como um projétil que, ao invés de ferir, prefere dançar.

CARMELA, CARAMELO E REMELA
22 e 23/out I 15h00 I Arto Companhia de Teatro I Livre
SINOPSE: Não existe melhor investigador no mundo que uma criança, seja de verdade ou de brincadeira. Nesse espírito de descobertas – Feijó, Cadu, Teteia e Babu – mergulham numa deliciosa aventura para decifrar um enigma de uma carta misteriosa. E que enigma! As crianças desvendam mais que apenas uma charada: caminham pela descoberta das próprias emoções, lembranças e reconhecem um talento precioso e essencial escondido no interior de cada uma delas. Inspirada no livro da poetisa Adélia Prado – Quando eu era Pequena, essa é uma jornada sobre as gostosuras da infância e a nossa essência mais rica: a habilidade de sermos poetas.

CHICO PAES – VOZ E VIOLÃO
22/out I 19h20 I Chico Paes I 12 anos
SINOPSE: Chico Paes nos apresenta seu show voz e violão em um clima intimista, uma experiência singular entre o artista e o espectador por meio da canção em sua forma mais pura. Suas músicas permeiam a vida cotidiana, as dores e amores, experimentando as possibilidades criativas entre os gêneros brasileiros regionais e sonoridades contemporâneas dos grandes centros urbanos globais. Uma voz marcante e um violão certeiro nos levam por caminhos entre o tradicional e o desconhecido.

rádiO atalalaiA – O Amor Está no Ar
23/out I 19h20 I Filhas da Fruta I 14 anos
SINOPSE: A radiO atalalaiA sintoniza com você o quadro “O Amor está no Ar”. Quer enviar um bilhetinho amassado, uma indireta certeira, um recado musical, uma notícia inventada, um correio galante para alguém especial ou pessoa desconhecida?  Esse é o momento!  rádiO atalalaiA uma rádio de transmissão corpa a corpa “a única rádio que toca em você”.


TRAVA BRUTA. Leonarda Glück. Foto: Alessandra Haro.

TRAVA BRUTA
26 e 27/out I 20h00 I Leonarda Glück + Pomeiro Gestão Cultural I 18 Anos
SINOPSE: Partindo de sua experiência transexual, Leonarda Glück apresenta um manifesto cênico que propõe uma ponte e também um contraponto entre o contexto artístico e a atual conjuntura política e social do Brasil no campo da sexualidade. Sozinha em cena, a atriz e dramaturga discute a relação da cultura com a transexualidade, discorre sobre como é ser uma artista trans no país de hoje e de que forma a sociedade reage a um corpo que provoca, a um só tempo, repulsa e desejo. Para tanto, o espetáculo busca tensões entre a ficção e a realidade, costurando diversas camadas de artificialidade, como videoprojeções, efeitos sonoros, filtros de redes sociais (que modificam a aparência da atriz) e artifícios de figurino, que ora revelam, ora ocultam. São recursos que vão sendo destruídos e desconstruídos ao longo da narrativa, num constante questionamento sobre quais ficções são permitidas e quais diversidades são aceitas.


CABARET TAROT + BAILINHO PERDIDO. Foto: Cibelle Gaidus.

CABARET TAROT + UM BAILINHO PERDIDO
28/out I 20h00 I Selvática Ações Artísticas I 18 anos
SINOPSE: Pés marcados no cimento quase duro de uma política mercado imobiliário de revitalização. No corpo do performer entrelaçam-se mitologias, memórias, percursos, vidas, acontecimentos.

É um recipiente alquímico- encruzilhada- lápide sacrificial.

Carta manifesto esquizo bruxaria rito jocoso carregada de sarcasmo e ironia.

Espetáculo bufo.

Tragédia pós e pré dramática.

Opereta work in progress xamã.

Ditirambo.

Vida vagabunda, destino vadio, carne de carnaval.

GILDA É PURO JAZZ!
Entre cartas, canções, memórias, fragmentos e cenas entramos juntes em um cabaret imaginário de evocação a Gilda: exercício radical de ficção e reconstrução da realidade. Cabaret tarot é um estudo do tarot através da prática do cabaré. O tarot é um cabaret de mesa.

ACARAJÉ DADA
28/out I 19h20 I Stéfano Belo I Livre 
SINOPSE: Um acarajé pout-pourri batido com pimenta e tempero para Claudete Pereira Jorge

CLAU por Samuel Gallo
Visitação permanente I Samuel Gallo I Livre
SINOPSE: Samuel Gallo, homenageia e celebra a trajetória de Claudete Pereira Jorge, expondo o que chama de “retratos experimentais” da atriz. Buscando a representação da realidade e do sonho, ele reúne estes dois universos, criando formas com tinta acrílica, carvão, caneta,  texturas e diversos corantes naturais, como o café, chás e vinho.

FICHA TÉCNICA
Direção Artística: Nautilio Portela
Curadoria: Helena de Jorge Portela e Igor Augustho
Mediação Bate Papos: Luciana Romagnolli
Tradução Libras: Taepé – Libras e Cultura
Identidade Visual 2022: Pablito Kucarz
Ilustração Identidade Visual: Conde Baltazar
Assessoria de Imprensa e Marketing Digital: Platea Comunicação e Arte
Assessoria em Mídias Sociais (Orgânicas): Bruna Bazzo
Direção de Produção: Igor Augustho
Produção Executiva: Gabriela Berbert
Assistentes de Produção: Bruna Bazzo e Rebeca Forbeck
Estagiáries de Produção: Alyssa Riccieri, Babi Ferreira, Gabriel Spanemberg, Mariana Pinheiro
Direção Técnica: Luigi Castel
Coordenação Técnica: Effex Tecnologia
Técnica de Som: Vini Ruiz
Técnico de Luz: Lucio Nogueira
Técnico de Teatro: Rafael Solla
Assistência de Técnica de Som: Felipe Novashinsky (Felino)
Assistência de Técnica de Luz: Juan Lis
Registro Audiovisual e Fotográfico: Chico Paes
Captação de Recursos: Meire Abe
Realização e Idealização: Cia. Fluctissonante e NBP Produções
Realização e Produção: Pomeiro Gestão Cultural

PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.

AGENDA CHEIA: BANDOLINISTA DANIEL MIGLIAVACCA FAZ SÉRIE DE SHOWS EM CURITIBA E CIRCULA POR 15 CIDADES PARANAENSES COM DOIS PROJETOS DEDICADOS À MÚSICA INSTRUMENTAL BRASILEIRA

Daniel Migliavacca. Foto: Elis Ribeirete.

Até dezembro, o músico apresenta a série de shows “Duos” na capital e viaja para outras 15 cidades com o concerto “História do Choro”

Entre os meses de julho e dezembro, o bandolinista Daniel Migliavacca se apresenta em Curitiba e em mais 15 cidades do interior do Paraná. Ao todo, serão 27 apresentações, sendo 12 em Curitiba, com a série “Duos”, no Teatro Barracão Encena, e 15 shows em outras regiões do Estado, com a circulação do já consagrado projeto “História do Choro”.

Série de shows inédita “Duos” destaca a sonoridade do bandolim
Para este projeto, que acontece uma vez por mês no Teatro Barracão Encena, em Curitiba, sempre às 20h, Daniel Migliavacca convida seis instrumentistas brasileiros para uma série de duos inusitados com o intuito de explorar a sonoridade do bandolim e mostrar o instrumento em formações pouco usuais.

Na estreia dos concertos, prevista para os dias 13 e 14 de julho, o músico recebe o percussionista paulistano Caíto Marcondes. Nesta primeira combinação, os curitibanos podem esperar um repertório eclético, valorizando a mistura de timbres e explorando todas as possibilidades possíveis dos instrumentos individualmente e, principalmente, juntos.

No total, serão 12 shows até dezembro, sendo dois concertos seguidos por mês. Os próximos convidados são o violinista Gabriel Vieira (10 e 11 de agosto); o baixista Glauco Sölter (14 e 15 de setembro); a cantora Izabel Padovani (19 e 20 de outubro); o guitarrista Mário Conde (23 e 24 de novembro) e o clarinetista Sérgio Albach (14 e 15 de dezembro). Todas as apresentações acontecem às 20h. Os ingressos são vendidos a preços populares, custam R$10 (inteira) e R$5 (meia entrada) e ficam disponíveis uma hora antes na bilheteria do próprio Teatro Barracão Encena (R. Treze de Maio, 160 – Centro).

Para este lançamento, Daniel Migliavacca busca levar ao público um pouco da produção musical de Curitiba e do Brasil, promovendo um rico intercâmbio artístico e cultural. “Me sinto muito feliz de estar realizando um projeto tão rico musicalmente e com tantos músicos incríveis que eu admiro. Além de ser um projeto de longa duração, com muitos concertos, o que é raro no meio musical. O público poderá curtir vários encontros especiais e únicos.”, complementa.

O projeto, que conta com o incentivo do CEDIP, da Bosch e da Celepar, através da Lei de Incentivo à Cultura da cidade de Curitiba, também prevê a realização de seis concertos didáticos em regiões descentralizadas, com o objetivo de ampliar o alcance do projeto e fomentar a formação de plateia nos bairros.

Cidades paranaenses recebem apresentações de “História do Choro”
Também entre os meses de julho e dezembro, Daniel Migliavacca viaja para 15 cidades com a circulação do concerto “História do Choro”, que conta também com a participação dos músicos Lucas Melo (violão 7 cordas) e Luis Rolim (percussão). O concerto apresenta um panorama da história do Choro através de um repertório repleto de clássicos de seus principais compositores. Apesar de ser um gênero genuinamente brasileiro e a primeira música urbana brasileira, o Choro ainda é pouco difundido e conhecido do grande público.

O repertório, com arranjos e direção musical de Daniel Migliavacca, homenageia compositores fundamentais do gênero como: Chiquinha Gonzaga, Joaquim Callado, Anacleto de Medeiros, Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth, Garoto, Waldir Azevedo, Pixinguinha, Luperce Miranda, Jacob do Bandolim e chorões paranaenses como o bandolinista Walter Scheibel.

Os concertos serão em Quatro Barras (22/07), Ampére (16/08), Salto do Lontra (17/08), Chopinzinho (18/08), Itapejara d’Oeste (20/09), Clevelândia (21/09), Honório Serpa (22/09), Contenda (30/09), Tijucas do Sul (07/10), Antonina (29/10), Morretes (30/10), além de Ipiranga, Bocaiúva do Sul, Guaraqueçaba e Balsa Nova, em datas a serem confirmadas. Os shows serão gratuitos em todas as cidades.

A circulação é um desdobramento do projeto homônimo que, em 2019, promoveu uma série de doze concertos temáticos no Teatro Paiol, em Curitiba, com direção musical de Daniel Migliavacca e participações especiais de músicos de destaque no cenário nacional dedicados à produção e divulgação do Choro pelo Brasil e pelo mundo. A cada edição, uma parte da história do Choro era contada através das principais obras do gênero e seus compositores. Na época, o projeto se tornou um programa de televisão, com transmissão dos concertos na íntegra pela TV Paraná Turismo.

O “História do Choro” é um projeto incentivado pelo Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura – PROFICE da Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura do Governo do Estado do Paraná, com apoio da Copel. Além das 15 apresentações gratuitas para a população, os músicos passarão por 15 escolas antes dos concertos para tocar e contar um pouco da história do Choro, criando um espaço aberto aos estudantes de escolas públicas do ensino fundamental.


Daniel Migliavacca. Foto: Elis Ribeirete.

Sobre Daniel Migliavacca
O bandolinista Daniel Migliavacca é um dos jovens representantes do Choro e do bandolim no Brasil. Tem se destacado em diversos projetos como instrumentista, compositor, arranjador e diretor musical. Já conquistou prêmios pelo Brasil como instrumentista e compositor e possui 7 CDs lançados. É bacharel em Música Popular pela UNESPAR (2011) e mestre em Música pela UFRJ (2019) tendo lançado uma série de Dez Estudos para Bandolim Solo contribuindo para o desenvolvimento técnico do instrumento no Brasil.

Atualmente, prepara o lançamento de dois álbuns com o seu quarteto, um em parceria com a cantora Rogéria Holtz e outro dedicado ao trombonista Raul de Souza em parceria com o flautista e saxofonista Eduardo Neves.

SERVIÇO DUOS
– 13 e 14 de Julho, às 20h – Daniel Migliavacca convida Caíto Marcondes (percussão/SP)
– 10 e 11 de Agosto, às 20h – Daniel Migliavacca convida Gabriel Vieira (violino/SC)
– 14 e 15 de Setembro, às 20h – Daniel Migliavacca convida Glauco Sölter (baixo elétrico/PR)
– 19 e 20 de Outubro, às 20h – Daniel Migliavacca convida Izabel Padovani (voz/SP)
– 23 e 24 de Novembro, às 20h – Daniel Migliavacca convida Mário Conde (guitarra/PR)
– 14 e 15 de Dezembro, às 20h – Daniel Migliavacca convida Sérgio Albach (clarone e clarinete/PR)

Local: Teatro Barracão Encena
(R. Treze de Maio, 160 – Centro, Curitiba – PR, 80020-270)
Ingressos: R$10 (inteira) / R$5 (meia entrada)
Vendas no local, uma hora antes das apresentações

SERVIÇO HISTÓRIA DO CHORO
Quatro Barras
22 de julho às 20h – Auditório da Secretaria de Educação
Rua Nilo Fávaro, 100 – Centro, Quatro Barras

Ampére
16 de agosto às  20h 
Anfiteatro Municipal Ana Maria Basso
Esperança, Ampére

Salto do Lontra
17 de agosto às  20h – Auditório do Centro de Eventos
Rua Dona Rosa Oening – Parque Industrial II, Salto do Lontra

Chopinzinho
18 de agosto às 20h -Anfiteatro David Rogos Schmitz
Rua Frei Everaldo, 399-441 – Centro, Chopinzinho

Itapejara d’Oeste
20 de setembro às 20h – Casa da Cultura
Rua Santos Dumont, 80 – Centro, Itapejara d”Oeste

Clevelândia
21 de setembro às 20h – Centro Cultural Cigarra
Rua Major Diogo Ribeiro, nº 645 – São Sebastião, Clevelândia

Honório Serpa
22 de setembro às 20h – Centro Cultural de Honório Serpa
Avenida Júlio Henrique Scheib, 1009 – Centro, Honório Serpa

Contenda
30 de setembro às 20h – Salão Contendinha
Rua Projetada, 30 – Centro, Contenda

Tijucas do Sul
07 de outubro às 20h – Praça Padre Antonio Koremann
Centro, Tijucas do Sul

Antonina
2 de outubro às 20h – Theatro Municipal
Rua Dr. Carlos Gomes da Costa, 266 – Centro, Antonina

Morretes
30 de outubro 15h – Coreto Sinibaldo Trombini
Largo Lamenha Lins – Centro Histórico, Morretes

Ipiranga, Bocaiúva do Sul, Guaraqueçaba e Balsa Nova: mais informações em breve.

Entrada gratuita

FICHA TÉCNICA – DUOS
Direção musical: Daniel Migliavacca
Músicos: Daniel Migliavacca, Caíto Marcondes, Gabriel Vieira, Glauco Solter, Izabel Padovani, Mario Conde e Sérgio Albach
Direção de produção e Gestão de projeto: Gilmar Kaminski
Produção executiva: Luana Camargo
Assistência de produção: Záire Osório
Técnico de som: Chico Santarosa
Iluminação: Victor Sabbag
Projeto gráfico: Pablito Kucarz
Redes sociais e Assessoria de imprensa: Platea Comunicação e Arte
Registro audiovisual: Renato Próspero
Captação de recursos: Meire Abe
Produção: Flutua Produções
Incentivo: CEDIP, Bosch e Celepar
Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio de Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

FICHA TÉCNICA – HISTÓRIA DO CHORO
Direção musical: Daniel Migliavacca
Músicos: Daniel Migliavacca, Lucas Melo e Luis Rolim
Direção de produção e Gestão de projeto: Gilmar Kaminski
Produção executiva: Luana Camargo
Assistência de produção: Záire Osório
Técnico de som: Eduardo Schotten
Iluminação: Victor Sabbag
Projeto gráfico: Jonas Lopes
Redes sociais e Assessoria de imprensa: Platea Comunicação e Arte.
Registro audiovisual: Renato Próspero
Motorista: Demétrios Eugênio
Produção: Flutua Produções

Apoio: Copel
Projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura | Governo do Estado do Paraná.

AMARO FREITAS VOLTA A CURITIBA COM O SHOW “RASIF”

Amaro Freitas

O show é no dia 22 de janeiro, no Sesc Paço da Liberdade através do Programa Petrobras Cultural.

Um dos maiores representantes do jazz brasileiro da atualidade, o pianista e compositor pernambucano Amaro Freitas, está de volta a Curitiba com o show “Rasif”, onde revela um cruzamento de elementos da cultura popular afro-brasileira com o jazz. Com Jean Elton (baixo acústico) e Hugo Medeiros (bateria) forma o Amaro Freitas Trio, que se apresenta no dia 22 de janeiro, às 18 horas, no Sesc Paço da Liberdade, seguindo todos os protocolos sanitários da Prefeitura de Curitiba e Anvisa. São apenas 36 ingressos, distribuídos gratuitamente uma hora antes do espetáculo no SAC do espaço cultural.

A apresentação em Curitiba é uma das últimas da turnê de “Rasif”, realizada através do Programa Petrobras Cultural, com patrocínio da Petrobras e Ministério do Turismo, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura. O circuito começou em Salvador, em fevereiro de 2020, quando também passou pelo Ceará, com duas apresentações no Festival Jazz & Blues, em Guaramiranga e Aquiraz. Em janeiro de 2021, o compositor se apresentou virtualmente na Oficina de Música de Curitiba, diretamente do icônico palco do Teatro do Paiol.

A cultura de Pernambuco transborda naturalmente no estilo de Amaro Freitas. Influenciado pelo mestre do frevo Capiba, por Moacir Santos, Hermeto Pascoal e Egberto Gismonti, mas também pelas grandes referências do piano jazz, como Thelonious Monk, Keith Jarrett ou Chick Corea, o músico, para além do sempre predominante samba jazz, volta-se para a cultura nordestina e traduz frevo, baião, maracatu, ciranda e maxixe para a linguagem do jazz.

Contratado pelo selo londrino Far Out, o pianista já se apresentou em importantes clubes de jazz e festivais, dentre eles: Dizzy’s Jazz Club (Nova Iorque), Ronnie Scott’s (Londres), Unterfahrt Jazz Club (Munique), Casa da Música (Porto) e Bari in Jazz e Grado Jazz (Itália). Nesta trajetória, arrebatou também a crítica internacional em importantes mídias especializadas, como Jazzwise, All About Jazz, BBC Rádio e na mais prestigiada revista de jazz do mundo, Downbeat.

Lançado em 2018, “Rasif” é o segundo disco de Amaro Freitas. Com ele, confirmou o virtuosismo e a inventividade de seu trabalho, que conquistou a crítica especializada nacional e internacional já no álbum de estreia, “Sangue Negro”, de 2016. Em junho de 2021 lançou “Sankofa”, seu mais recente trabalho, cujo projeto visual da capa foi uma criação do Acidum Project, dos cearenses Robézio e Tereza Dequinta. O álbum está na lista de 50 melhores discos de 2021 da Associação Paulista dos Críticos de Arte.

O SHOW “RASIF”
Amaro Freitas convida o público a desbravar novas rotas e experimentar a capacidade percussiva do piano, em complexos padrões matemáticos, ritmos imprevisíveis e hipnóticos.

No primeiro momento do concerto, são apresentados temas como “Coisa nº 4”, de Moacir Santos – única música não autoral do repertório –, “Dona Eni”, “Samba de César” e “Trupé”. Na sequência, os músicos contrastam temas frenéticos, com “Aurora” e “Rasif”, ambos evocando momentos de plenitude. Na segunda parte, Amaro introduz uma performance solo e, na sequência, passeia pelo frevo “Encruzilhada”, além de “Vitrais” e “Mantra”. Para o público, a experiência é de um fluxo musical sem fronteiras que conecta com naturalidade o folclore do Nordeste brasileiro à vanguarda de nomes como Vijay Iyer, Craig Taborn, Thelonious Monk e dos conterrâneos Moacir Santos e Hermeto Pascoal.

TURNÊ SELECIONADA PELA PETROBRAS – A turnê “Rasif” foi um dos 19 projetos selecionados entre 2.214 inscritos na chamada Petrobras Cultural. “Rasif” é um dos únicos seis projetos de turnê de novos talentos contemplados pela Petrobras nesta Chamada, que também selecionou projetos especiais e de festivais.

SERVIÇO
Amaro Freitas apresenta “Rasif” em Curitiba
Data: 22 de janeiro, sábado.
Hora: 18h
Local: Sesc Paço da Liberdade – Praça Generoso Marques, 189 – Centro, Curitiba.
36 ingressos gratuitos disponíveis no SAC do Sesc Paço da Liberdade uma hora antes do evento.
Obrigatório uso de máscara.
Classificação indicativa: Livre.

Cliteriosa

SHOW MARCIO JULIANO OUTRO SAMBA -TRANSMISSÃO PARA CURITIBA


Crédito da foto: Leandro Taques

As apresentações (ao vivo e gratuitas) serão realizadas dias 04 e 05/12 (sábado e domingo), no Youtube.

O show Marcio Juliano – Outro Samba, que circulou virtualmente por oito cidades do interior do Paraná, terá transmissão (ao vivo) direcionada desta vez para Curitiba. Será neste fim de semana, dias dias 04 e 05/12 (sábado e domingo), às 19h, pelo Youtube, neste link

Outra ação do projeto será a realização da Live “A Música Brasileira e a Época de Ouro”, com a participação do músico Sérgio Albach e do cantor Marcio Juliano, nesta quinta-feira (02/12), às 19h, no mesmo link acima.

O show audiovisual é uma colagem sofisticada de 12 clipes gravados em diferentes momentos e espaços, parte deles realizados em 2019 e outra em 2021, durante a pandemia. O clipe que abre o show Eu Quero Um Samba (Janet de Almeida e Haroldo Barbosa), por exemplo, retrata este contexto do isolamento social, foi criado a partir da colaboração de vários artistas que se gravaram dançando em suas casas. O Teatro Guaíra, em Curitiba, foi usado como locação para alguns clipes. O palco, a plateia, as coxias, e os camarins serviram de cenário para as gravações realizadas presencialmente no ano passado, respeitando todos os protocolos sanitários para garantir a segurança dos artistas e da equipe.

Outro Samba é um mergulho na Época de Ouro, período representado por uma geração de grandes compositores brasileiros entre 1929 e 1945, mas com uma leitura contemporânea deste universo musical. Conta com virtuoses como Sérgio Albach (clarone e clarinete), que também assina a direção musical, Daniel Migliavacca (bandolim e violão tenor), Lucas Melo (violão 7 cordas) e Luís Rolim (bateria e percussão).

Dorival Caymmi, Wilson Baptista, Noel Rosa, Pixinguinha, Ary Barroso estão presentes no repertório com narrativa diversa que homenageia o samba e suas múltiplas possibilidades, mas que sobretudo evoca a alegria, o amor e a superação da melancolia.

“As composições retratam um país que me interessa discutir, refletir e que, ainda hoje, abordam questões relevantes, como no caso da música Pedreiro Waldemar (Wilson Baptista e Roberto Martins) que constrói um edifício e depois não pode entrar. Bem oportuna também é a reflexão de Noel Rosa na mordaz e bem-humorada composição Com que Roupa? (Noel Rosa)”, conta Marcio Juliano que também dirige o trabalho.

Os clipes que compõem o show misturam diferentes linguagens e trazem a participação de muitos artistas. Estão presentes: Orquestra à Base de Sopro de Curitiba na faixa Boneco/Nega do Cabelo, releitura que mescla Nega do Cabelo Duro e Boneca de Pixe, que também conta com a participação das cantoras Érica Silva (Banda Mulamba), Iria Braga, Milena Tupy e da atriz Cassia Damasceno (Companhia Brasileira de Teatro). A cantora Uyara Torrente, da Banda Mais Bonita da Cidade, está em Judiaria de Lupicínio Rodrigues e a performer Giorgia Conceição – Miss G atua em Na Aldeia (Silvio Caldas, Caruzinho e De Chocolat). Tem ainda a participação ilustre de artistas de fora do Paraná, como a cantora Mônica Salmaso, considerada uma das mais importantes do Brasil, em Provei (Noel Rosa e Vadico), e o trombonista Raul de Souza, falecido em junho deste ano, que gravou Na Aldeia.

“Outro Samba é um convite para o compartilhar virtual, para a escuta coletiva que nos leva, através da música, a uma determinada história do Brasil. Uma possibilidade de conexão com nossa ancestralidade na tentativa de compreender os caminhos e as escolhas coletivas que nos trouxeram até aqui”, conclui Marcio.

Projeto realizado com Recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.


Crédito das fotos: Leandro Taques

SERVIÇO:
SHOW AUDIOVISUAL MARCIO JULIANO OUTRO SAMBA
(Transmissão ao vivo)
Datas e Horários:
-04/12 (sábado), às 19h
-05/12 (domingo), às 19h
Onde: Canal Marcio Juliano no Youtube – Link: https://www.youtube.com/marciojuliano
Quanto: Gratuito
Duração: 50 minutos
Classificação indicativa: 12 anos

CONTATOS:
Produção
Marcio Juliano
marciojulianocontato@gmail.com
41 99902 5147

Assessoria de Imprensa:
Glaucia Domingos
glauciadomingos@hotmail.com
41 99909 7837

GUINGA – DELÍRIO CARIOCA

Em homenagem aos 70 anos do compositor e músico carioca Carlos Althier de Souza Lemos Escobar, o Guinga, tornamos público o documentário “Guinga – Delírio Carioca”, que retrata sua vida e obra.

Gravado entre 2014 e 2016, sem fins lucrativos e como trabalho de conclusão do curso de estudantes de Jornalismo de Brasília, o documentário conta com depoimentos de artistas como Ivan Lins, João Bosco, Ana Carolina, Leila Pinheiro, Mônica Salmaso, Thiago Amud, e do ex-jogador de futebol Paulo Cesar Caju, além de gravações de músicas e relatos inéditos do próprio Guinga.

DAQUELE INSTANTE EM DIANTE

Daquele Instante em Diante (filme completo em HD) from Rogerio Velloso on Vimeo.

“Daquele Instante em Diante” documenta em profundidade a vida e a trajetória artística do músico e poeta Itamar Assumpção, morto em 2003 de câncer aos 53 anos. Ele foi um dos pilares de um momento da música popular brasileira que se convencionou chamar de “Vanguarda Paulista”. Dono de uma personalidade vulcânica, Itamar construiu sua obra magistral de forma praticamente independente, à revelia da indústria cultural – e estabeleceu com ela, desde cedo, uma relação turbulenta. Íntegro e muitas vezes bem intransigente, sua postura lhe custou o rótulo de “maldito” e acabou por colocá-lo à margem (muitas vezes de forma dolorosa) do que se entendia por “sucesso comercial” (sucesso Itamar fazia a seu modo, com shows lotados e longas temporadas em São Paulo, turnês pela Europa…).

Partindo de uma pesquisa extensa que resultou em mais de 250 horas de imagens (muitas antológicas e inéditas) e de um mergulho no universo pessoal deste incrível artista, o filme apresenta suas várias facetas: o compositor, poeta, arranjador, o performer apaixonado por orquídeas, o pai de família, o iconoclasta, refém de clichês como o “gênio incompreendido”. Itamar vem à tona através de uma trama poética, intuitiva, onde fatos e depoimentos falam mais alto que idéias preconcebidas.

São Paulo, 110 min, 2011
realização INSTITUTO ITAÚ CULTURAL E MOVIEART
direção ROGÉRIO VELLOSO
produção executiva CAROL DANTAS
roteiro de edição GEORGE QUEIROZ
montagem GEORGE QUEIROZ / ROGÉRIO VELLOSO / PAULO MENDEL
pesquisa de conteúdo MAURICIO PEREIRA
pesquisa de imagens SOLANGE SANTOS
direção de produção CRISTIANNY ALMEIDA
assistente de direção e decupagem MARIANA FAGUNDES
fotografia HELCIO “ALEMAO” NAGAMINE
câmera HELCIO “ALEMÃO” NAGAMINE / ROGÉRIO VELLOSO / MARIANA FAGUNDES / DIEGO GARCIA
edição de som e mixagem SERGIO FOUAD
logger e primeiro assistente de câmera DIEGO GARCIA
segundo assistente de câmera RIVERTE “BABU” CRUZ
operador de áudio MÁRCIO TEIXEIRA
assistente de produção e arquivos MONICA MEDICI
motorista ÉLCIO CACHIATORE
sonorização ESTÚDIO SAX SO FUNNY
mixagem 5.1 SERGIO FOUAD / CLEMENT ZULAR / ESTÚDIO ÁUDIO PORTÁTIL
assistentes de mixagem FLAVIO PEREIRA / BRUNO CAMARA
videodesign RICARDO FERNANDES
letreiros RICARDO FERNANDES / RICARDINHO FILOMENO / GUILHERME PULICE / WAGNER VIANA
stop motion e videoarte ROGÉRIO VELLOSO
encerramento: obra livremente derivada de “O Homem Polvo”, de Tulipa Ruiz e Gustavo Ruiz Chagas
ilustrações originais de ITAMAR ASSUMPÇÃO
coordenação de finalização DIULLE SORRENTINO / MARCELO BARROS / ISABEL MATTOS
assistente de montagem e finalização FEZAO BARBIERI
cobertura on line & imagens de arquivo FRANCISCO MOSQUERA
assistentes de finalização ELTON BRONZELI / RAFAEL ELAMES / KAUÊ BREGOLA / BRUNO RAZUK
suporte técnico PIXEL TECHNOLOGY / LUIZ CAMPEDELLI / RENATO SOUZA
pos produçao DOT
direção geral de pós-produção JOSÉ FRANCISCO NETO, ABC / FERNANDO FRAIA
coordenaçâo de pós-produção GIBA YAMASHIRO / GLEICE LICA
atendimento de pós- produção MAGALI WISTEFELT
color grading MARCO OLIVEIRA / JUNIOR XIS
coloristas assistentes ALEXANDRE CRISTOFARO / RAFAEL YAMIN
edição on line HENRIQUE REGANATTI / TADEU PARRILO FREDE
estagiária MARTA TELES / GUSTAVO VEIGA
telecinagem super 8 mm ESTUDIOS MEGA — Rio de Janeiro
produção MOVIEART
coordenação de produção CLAUDIA REGINA DE MORAES
gerência administrativa ELIANA IZIPETO
gerência financeira MÁRIO ARINO
secretária de produção TATIANA BARBOSA
coordenação de tráfego MARIA APARECIDA DE SOUZA
contabilidade JOSÉ PEREIRA DE SOUZA
coordenação de estúdio VANDERLEY SENA SILVA
contra-regra ANA BARBOSA
transporte VALDIR SEVERINO / RONALDO DE FREITAS / JOAO INACIO DE AQUINO

“ERA O VENTO”, NOVO LIVRO DE CONTOS DE CARLOS MACHADO EXPLORA COM DELICADEZA A COMPLEXIDADE DOS NOSSOS TEMPOS

Os doze relatos que formam o volume tratam de questões como a imigração, as políticas sul-americanas e a incomunicabilidade diante do discurso non-sense.

A literatura do escritor e músico curitibano Carlos Machado é testemunha da mudança dos tempos e das pessoas. Seus personagens flutuam pelos espaços das cidades, desenhando pelas muitas ruas e esquinas uma trajetória a esmo, enquanto estão conscientes de que são sujeitos ausentes ou perdidos. Era o vento (140 páginas, Editora Patuá), que será lançado no dia 25 de maio, às 14h30, no Café Tiramisù, reúne contos escritos durante o trânsito do autor entre o Brasil e a Suíça, refletindo os caminhos que unem e apartam os seres humanos.

Para além do olhar sobre Curitiba, que é a figura central em muitos dos seus trabalhos anteriores, Machado constrói histórias que sustentam sobre temas como a inquietude frente ao outro, a (i)migração, a mobilidade e a imobilidade, as ditaduras, as guerras e o desejo de controle. “São temas que parecem distantes, mas que na verdade estão muito presentes”, explica o escritor, “e, por mais que eu achasse que tinha mudado o fio fundamental da minha obra – o desejo da solidão e o medo de ser solitário –, ele volta e se torna central outra vez, porém, transformado na busca por alguma coisa que nem sempre se sabe o que é”.

As narrativas se desenrolam em suas multiplicidades e variações, puxadas pelo anseio do autor em de viajar com o leitor para cada canto descrito nos contos. O olhar de Carlos Machado não se prende ao óbvio, ressignifica o cotidiano ao ler o mundo e interpretá-lo de uma maneira singela e muito pessoal.

Sangue latino
Em Era o vento, Machado volta a explorar aquele que foi o ponto de fuga em Balada de uma retina sul-americana (2004): a relação do brasileiro com a sua própria latinidade. Com sutileza e densidade, o conto “Latinoamérica” traça um olhar certeiro sobre a impossibilidade e resistência da construção de uma identidade em um continente como a América do Sul.

“Em nome do pai, amém” é um relato sensível, e às raias do expressionismo, que se desenvolve por meio das vidas de duas pessoas separadas pela guerra. Nos lugares ocupados pelas cidades existe somente um deserto e o vazio deixado pelo silêncio. “É o contraponto da minha multidão”, comenta Carlos sobre uma das suas obsessões literárias: a invisibilidade urbana.

“A Mesma moeda” é comovente ao tratar da imigração através das tradições familiares, tema que percorre também “Janela” e “A Visita”. Já “Renúncia”, conto escolhido para compor a antologia Off Flip 2019, narra, ao som da fadista Amália Rodrigues, a separação de um casal durante uma viagem à terra de Cabral. “Malheureusement, mon cher” é como filme da nouvelle vague: ruas, casais que se encontram e desencontram nos labirintos e cruzamentos, que usam as palavras como facas ou papel picado jogado ao vento. São pessoas que vão e vêm, passando à vista do narrador sentado na janela de um café. É como se a garota de Ipanema passeasse em um doce balanço no Calçadão da Rua XV.

Conflito
Os doze textos de Era o vento são uma anatomia do conflito e da inércia que, não por acaso, dá nome ao conto que abre o livro. À medida em que as diferenças se assomam, os abismos se aprofundam e se tornam intransponíveis. Para compor esse cenário, Carlos Machado brinca com os idiomas. O português, o francês e o alemão se misturam para (de)mo(n)strar as barreiras e rupturas possíveis. “As linguagens carregam todas características culturais e sociais de um povo. Quando muda o idioma, você não está alterando só as palavras, mas todo o conceito. Se um personagem fala em alemão, ele rompe o que se esperava. E aí vem outra questão: o que significa ser alemão?”

O conto “Criar raízes” é, com inteligência, uma antítese de seu próprio título. Novamente, um casal que procura na cidade as razões para que as relações – entre si e com o mundo – continuem existindo tal qual o dilema do alpinista, proposto por de Reinhold Messner: a ironia entre a inutilidade e a necessidade de escalar uma montanha.

E a montanha pode ser a metáfora para tudo. Elias, protagonista do conto que dá título ao volume, vive ensimesmado entre a vida de solteiro, suas inúmeras possibilidades, e o fardo, cada diz mais pesado, de precisar ter uma esposa e filhos. O mesmo mal acomete o personagem de “Apenas uma perspectiva”, um homem que almoça sozinho aos domingos, vítima da pena de quem senta nas mesas próximas. Na contramão das expectativas, aquele sujeito, à primeira vista solitário, é o único que pode, sem concessão alguma, chegar, sentar onde bem entender e sair na hora que quiser.

Com Era o vento, Carlos Machado se consolida como um dos grandes narradores contemporâneos, capaz de examinar sem hipocrisia a fragilidade das relações humanas e extrapolar os limites geográficos da sua literatura.

Sobre o autor
Carlos Machado nasceu em Curitiba, em 1977. É escritor, músico e professor de literatura e línguas estrangeiras. Publicou os livros A Voz do outro (contos 2004, 7Letras), Nós da província: diálogo com o carbono (contos 2005, 7Letras), Balada de uma retina sul-americana (novela 2006, 7Letras), Poeira fria (novela 2012, Arte & Letra), Passeios (contos 2016, 7Letras) e Esquina da minha rua (novela 2018, 7Letras).

Tem contos e outros textos publicados em diversas revistas e jornais literários (Revista Oroboro, Revista Ficções, Revista Ideias, Revista Philos, Revista Arte e Letra, Jornal Rascunho, Jornal Cândido, Jornal RevelO etc.), participação nas antologias “48 Contos Paranaenses” (2014), organizada por Luiz Ruffato e “Curitiba Literária” (2019) com a curadoria de Rogério Pereira. Foi finalista do prêmio Off Flip de literatura (contos) 2019.

Na música, lançou os CDs Tendéu (2008), Samba portátil (2010), Longe (2012), o DVD ao vivo (Teatro Guairinha) Longe e outras canções (2012), o trabalho em espanhol Los Amores de paso (2013), Bárbara (2015) e DESencontro (2017), seu trabalho mais recente.

Para saber mais, acesse: www.carlosmachadooficial.com

Serviço:
Era o vento (140 páginas, Contos)
Carlos Machado
Editora Patuá
R$ 40

Lançamento | Era o vento
Quando: 25 de maio, sábado | 14h30
Local: Café Tiramisù – anexo ao Museu Guido Viaro
Endereço: Rua XV de Novembro, 1330 – Centro, Curitiba – PR
Telefone: 41-99994-4580