Blogue FATO Agenda divulga: 1) vagas e oportunidades em comunicação social, mkt e design em Curitiba e região. 2) Agenda cultural da cidade. 3) Livros e discos de vinil (do Sebinho FATO Agenda). Editado há 17 anos (desde 2009) pelo jornalista Leandro Hammerschmidt.
Com mais de quinze anos de carreira, Roseane Santos brinda esse novo tempo com disco solo estreando como compositora e convida todos a participarem. O novo trabalho está em fase de finalização e conta com financiamento coletivo na plataforma Benfeitoria para custear suas últimas etapas
Fronteiriça, primeiro álbum da cantora Roseane Santos reúne 10 canções, dentre textos escritos pela própria artista e parcerias com amigas e amigos artistas da música, teatro, literatura e dança (como Luciano Faccini, Leonarda Glück, Ary Giordani, Francisco Mallmann, Bia Figueiredo e Ana Modesto), e resulta de uma vasta bagagem de vida e música.
Reconhecida como uma das vozes mais marcantes da cena curitibana e intimamente ligada aos universos do samba e ritmos afro-brasileiros (com passagens marcantes por projetos como Serenô, Orquestra Maria Faceira, grupo vocal Noivas de Allfreddo e muitos outros), Roseane Santos agora deseja compartilhar com o mundo um novo diálogo com suas próprias origens.
“Lançar esse trabalho é como mostrar ao mundo um cruzamento de regiões da minha própria existência. São anos de pesquisa na minha caminhada entre a música tradicional e a canção contemporânea revelados ali. O disco tem um pouco de cada coisa que fiz ao longo da minha história e não é experimental no sentido de buscar algo que nunca fiz. Me assumir como compositora é a ruptura mais importante para mim neste momento, meu divisor de águas”, conta.
O novo trabalho conta com André Garcia no violão, guitarra e arranjos-base, Gabriela Bruel na percussão, Daniel D’Alessandro na bateria, Victoria Vilandez no contrabaixo e Luciano Faccini no clarinete, violão, efeitos, ambientações, direção artística — ao lado da própria Rose — e produção musical em parceria com Leonardo Gumiero. Quem assina a arte é Thalita Sejanes e a produção executiva é de Moira Albuquerque. O álbum também traz várias participações especiais que estão sendo preparadas.
COLABORE COM FRONTEIRIÇA – Além de apoio do Colégio Medianeira obtido em suas fases iniciais, o projeto agora conta com o famoso financiamento coletivo para contemplar despesas de mixagem, masterização, lançamento (assessoria de imprensa, distribuição física e virtual) e melhora da remuneração da equipe (12 profissionais, entre músicos, designer e produtores)
As contribuições partem de R$ 15 e oferecem diversas recompensas, como ingressos para shows de FRONTEIRIÇA, download de faixas exclusivas antes do lançamento oficial e convites para o evento de audição das músicas com toda a equipe. Agora, você que é fã do trabalho de Roseane Santos e conhece seu repertório, aproveite a chance de ajudar esse projeto e ganhe também um vídeo gravado pela própria Rose cantando a música que escolher dedicada a você.
Em única apresentação, Polaroid traz um espetáculo divertido, com muito humor e cheio de momentos nostálgicos e emocionantes. A apresentação é repleta de grandes hits, coreografias icônicas, e toda a alegria e animação características da década de 90.
A direção geral é de Maurício Vogue, direção musical de Gilson Fukushima e direção executiva de Leonardo Tanaka e Renata Furtado.
Livros barateza! A partir de 2 reais nesta SEXTA (8/9) e SÁBADO, a partir das 19h, no Bazar “DUVIDO VC COMPRAR UM LIVRO” na Erva Doce Doceria Bar, Rua Paula Gomes, 380, centro de Curitiba – quase esquina com rua Duque de Caxias.
Além de livros, teremos discos de vinil, suculentas e vasinhos de cimento! Se pá, teremos roupas y otras cositas más. Uma oportunidade de você escolher um presente para a alma do seu pai! Sem falar nas comidinhas maravilhosas da doceria!!! Pizza margherita! Coxinhas veganas! Chope gelado! E cerveja também! A feira de sexta começa às 19h e vai até de madrugada! Venha!
Vamos contar uma novidade: O blogue FATO Agenda tá com o SEBO FATO agenda. Uma sala, um sebinho, na Erva Doce Doceria Bar, no centro de Curitiba. Será um jeito da gente financiar nossas atividades. Então, se vc gosta do trabalho do FATO Agenda, bora prestigiar!
Livros Livros de todos os tipos: literatura brasileira, universal, coletâneas, livros técnicos, livros infantis em inglês, revistas e gibis. Livros a partir de R$2, pra todo mundo sair carregado de livros do bazar!
Discos Mais de 800 discos de vinil. Bons descontos. Discos de rock, samba, mpb, música erudita, discos compactos.
Erva Doce Doceria Bar Uma doceria charmosa no centro boêmio da cidade! Com doces, pizzas, chope artesanal e bebidinhas doces. A doceria tem agora (dentro dela) o SEBO FATO Agenda. Um lugarzinho lindo! Com jardim! Vale a pena conhecer!
Serviço: DUVIDO VC COMPRAR UM LIVRO Data: sex (8/9) e sábado, a partir das 19h – até a madrugada Local: Erva Doce Doceria Bar, Rua Paula Gomes, 380, São Francisco, Centro de Curitiba Entrada gratuita! Página do evento, aqui Informações sobre o bazar: (41) 99745-5294 / leandro.hammer@gmail.com
“Dentre as canções escolhidas estão algumas do disco Ao Vivo no Ampli do Infinito e, especialmente, parcerias do Franco com o Luís Vaz de Camões. Em uma conversa sensacional, ele nos conta como nasceram algumas músicas a partir de Os Lusíadas em um impulso do amigo Gabriel Dória Rachwal.
Abraços especiais para Os Monges da Lapa nas figuras de Leandro Hammerschmidt e ao Evilásio Hammerschmidt, à tudo o que acontece através da FAP e, também, àqueles que apareceram nas memórias do nosso encontro: Roseane Santos, André Carvalho e sua guitarra, Thai Borges, Cacau e os Farrapos e à turma do Ireno no Kelvin de Souza e Matheus Mantovani.”
Projeto Quartas no Café do Paço da Liberdade SESC Paraná Show: Charutos de Villa-Lobos, com Franco das Camélias e Daniel D’alessandro. Datas e horários: duas apresentações em julho: dia 17, às 13h, e dia 24, às 18h. Local: Café do Sesc Paço da Liberdade. Praça Generoso Marques, 189, Centro de Curitiba. Entrada gratuita. Classificação livre. Confira a página do evento, aqui Apoio: Chocolates Weissburg
Músico da nova boa safra da cena curitibana apresenta trabalho autoral pautado em questões existenciais e sociais
São Paulo, junho de 2019 – Diego Perin lança seu álbum de estréia “Cuidado Ao Ficar Muito À Vontade”. A obra, produzida por Rodrigo Lemos, fala sobre questões existenciais do artista, como em “A Ficha Cai”, que ganha clipe dirigido por Luana Marinho. Também aborda temas sociais, como em “Wallstreet”. É o primeiro full álbum lançado por Perin após o fim da Banda Gentileza. Ele faz show de lançamento em Curitiba em um local secreto no dia 6 de julho. Apenas quem adquire o ingresso, através da Sympla, recebe o endereço.
“Grande parte dessas canções surgiu de ideias que aparecem após uma conversa interessante da qual participei ou observei e me trouxe a sensação de ‘pouts, podia ter dito isso naquela hora’. A parte musical geralmente é ruminada por semanas ou meses”, explica Perin. “Cada uma das faixas tem um sentido pra mim obviamente, mas curto deixar significados abertos sempre que não cause confusão com o panorama geral. Essas pontas soltas que dão o caldo”.
“O Diego está expondo questões atuais com uma acidez bem peculiar. Isso imediatamente me despertou o interesse em trabalhar nas faixas. Então, captamos a essência dos arranjos criados pela banda, ao vivo, sem nunca dispersar a atenção para o discurso. Sem acomodar muito o ouvinte. E, passado o processo, não sei dizer se existia uma grande tarefa pra desempenhar que não fosse exatamente essa”, define Lemos.
1. O que é que falta O que faz de nós, humanidade, a coisa mais pavorosa e incrível do mundo? Isso sempre me provoca horror e maravilha. Tem dias que esse dilema é praticamente insuportável. Num dia desses veio o refrão e, a partir dele, construí tudo em volta. Questões de empatia, justiça social, rotina, pressão, opressão.
2. A ficha cai Essa é super pessoal/autobiográfica. Reflexões que rolaram depois que um amigo me jogou essa na cara: “Falou aí! Sempre foi o mais isentão”. Fiquei mordido. Um pouco antes do processo de impeachment da Dilma e a ascensão dos movimentos de extrema-direita, senti a necessidade de me posicionar sobre as coisas. Porque notei uma galera que era contra tudo aquilo que via como avanço. Quando surgiu o tal do termo “mimimi”. As pautas progressistas me definem. Deixei de ser tão cínico também. Engraçado como a posição de privilégio de ser um cara-branco-hétero-classe-média nos deixa cego para muitas injustiças. Flagro muitas fichas caindo na minha e na cabeça de uma galera nos últimos anos. Me comprometo mais. É sobre isso. Não dá pra desver as coisas. E isso deixa tudo mais claro.
3. Não vou buzinar Acima de tudo, acredito na gentileza como a melhor maneira de relacionamento entre as pessoas. Quantas vezes já ouvi: “você tem que se impor”? Meh, tô fora. Tem uma influência gigantesca de Pato Fu daquela música “UhUhUh AhAHAH IéIé”. Sempre bom escutar os outros antes de tirar conclusões. O assunto paralelo que rola no refrão é sobre não se encaixar no sistema bruto do capitalismo e suas pressões. Você tem que ter uma profissão. Você tem que ser alguém. Você tem que se matar pra ter coisas. Qual a medida do ser humano?
4. Heróis Um belo dia eu percebi que estava levantando da cama sem me espreguiçar. Primeiro me deu tristeza, depois o desespero que sinto quando ouço “Time”, do Pink Floyd. Também me trouxe, de novo, a sensação de que a rotina é uma máquina de moer carne. Temos que estar atentos ao tempo que passa para não desperdiçar, não sucumbir e ficar apático. A vida é curta demais. Sempre evoluir. Tudo é processo, nada é definitivo.
5. Treta Sobre uma conversa que presenciei e de como esses tempos bizarros nos afastaram das pessoas. E acredito que é saudável por um lado. Hoje em dia sei melhor quais são as pessoas que quero ao meu lado. Dane-se bolsominion preconceituoso, machista, homofóbico, conservador! Mas, esperançoso que sou, (não otimista) acredito na mudança e em consequência na redenção. Tem uma pitada irônica sobre isso no final da letra.
6. Wallstreet Um dia, no banho, me veio uma pira sobre especulação financeira. Quando a bolsa cai, de quem é o problema realmente? A economia devia estar a serviço do social e não o contrário. É tipo faroeste. Tem a lei e tudo mais, mas quem está lá especulando na bolsa destrói economias inteiras em nome apenas do lucro. Junto ao corporativismo, acredito ser o auge do capitalismo desumanizado, nocivo. Ou a gente evolui esse modelo econômico ou vamos nos ferrar todos. Pelo menos os 99% aqui da base da pirâmide. Resumindo: é uma sátira das trilhas de filmes faroeste spaguetti, mais Johnny Cash, mais Zé Ramalho, mais apocalipse cristão relacionando-se a esse tema da especulação. Quem são os quatro cavaleiros do apocalipse senão capitalistões de alto gabarito? Essa faixa é onde mostro meu lado mais besta.
7. Dias bons Sou completamente anti nostalgia. Até tenho problemas em sentir saudades. Num belo dia flagrei que tava acontecendo uma coisa muito especial, um clima bom, conversas construtivas. Foi durante uma mini turnê com a Estrela Leminski, o Teo Ruiz e a trupe. Nisso me deu um gatilho de vários momentos legais, desde a infância. E pô! Como os dias bons passam rápido! Essa canção é um desejo pra que eles se demorem um pouco mais. Mas é isso aí, acabou, vamos pro próximo. Peguei um riffzinho que ficava tocando praticamente todo dia na cama antes de dormir e fui fazendo um loop mântrico a la Velvet.
8. Agora Olha a anti nostalgia aí de novo gente! Escuto muito que “no meu tempo que era bom” das pessoas mais velhas. Claro! Eram jovens, cheias de esperança e sonho. Infelizmente a rotina, as cobranças, as responsabilidades, vão esmagando tudo devagarinho e o risco de nos tornarmos saudosos e amargos ao mesmo tempo é gigantesco. Não quero isso pra mim. É meu post-it colado na geladeira, meu lembrete. Tem muito do disco Alucinação do Belchior. Aproveite o presente.
FICHA TÉCNICA Diego Perin – Guitarra e voz em todas as faixas Douglas Vicente – Bateria em todas as faixas. Backing vocal em A Ficha Cai. Ruan de Castro – Baixo em todas as faixas exceto Wallstreet. Backing vocal em A Ficha Cai. Vinicius Nisi – Sintetizadoress, Teclados e afins em todas as faixas. Bozouki Irlândes em Dias Bons, Wallstreet e Agora. Rodrigo Lemos – Guitarra em todas as faixas. Baixo em Wallstreet. Backing vocal em todas as faixas exceto Agora. Valderval Oliveira – Timbale em A Ficha Cai. Vitor Salmazzo – Percussão em A Ficha Cai, Não vou Buzinar e Treta. Leandro Delmonico – Viola em Wallstreet Bernardo Stumpf e Thiago Ramalho – Backing vocal em A ficha cai. Todas as letras e músicas por Diego Perin Produzido por Rodrigo Lemos Gravado, mixado e masterizado por Valderval Oliveira Assistência de estúdio por Isabela Leite Gravado, mixado e masterizado no estúdio da Arnica Cultural em Janeiro e Fevereiro de 2019
O CLIPE DE “A FICHA CAI” Segunda faixa do álbum e primeiro single da obra ganha clipe dirigido por Luana Marinho e fala sobre destruição e foi gravado em uma fábrica desativada de Curitiba.
“O tema desconstrução é muito presente hoje em dia, ainda bem. Mas ele não é sobre isso. Para mim, desconstrução é um processo lento, solitário, necessário, tijolo a tijolo, no fundo da mente, pro resto da vida. Destruição de amarras, valores preconceituosos, valores opressores. Acredito que isso é fundamental pra questão do posicionamento que a letra aborda. Sair de cima do muro tem muito a ver com destruir esse muro completamente pra não voltar lá pra cima. É possível mudar de ideia sobre as coisas, ainda bem. Mas ter tudo as claras é fundamental. Nada melhor do que ficar no chão pra enxergar os lados pra se posicionar”, explica Diego.
FICHA TÉCNICA Luana Marinho: Direção e edição Lucas Ajuz: Camera Mayara Santarém: Camera Luana Angreves: Still Andrei Ceeze: Efeitos Moisés Prestes: Efeitos Renato Hollanda: Efeitos
SHOW DE LANÇAMENTO @ CURITIBA (PR) Dia 6 de julho, a partir das 17h Horário do show: 20h Local secreto (para descobrir o endereço, é necessário comprar o ingresso) Ingresso: R$ 20,00 – aqui
SOBRE DIEGO PERIN Diego Perin começou a estudar música em Igarapava, com 16 anos. Teve dois grupos em Curitiba antes de formar a Banda Gentileza, em 2005, projeto onde tocou baixo e concertina, lançou dois EPs ao vivo e dois álbuns em dez anos de carreira. Com a Gentileza, tocou em várias cidades e festivais como o Psicodália, o Calango (Cuiabá), o Contato (São Carlos) e o Path (São Paulo), show que marcou o fim da banda. Nesse meio tempo também participou do projeto do Rodrigo Lemos, o Lemoskine, onde conheceu o Vinicius Nisi. Tocou brevemente na banda do Leo Fressato. Seu projeto solo surgiu após o fim da Banda Gentileza, em 2016. Após um período de gestação de mais ou menos um ano, quando compôs suas primeiras músicas, se juntou ao Rodrigo Lemos pra gravar “A Dor dos Outros”, single que foi o pontapé inicial do EP “Cabresto”, já com o Nisi nos teclados, lançado em 2018. Nesse meio tempo, começou a tocar com o Douglas Vicente e o Ruan de Castro na banda da Estrela Leminski e do Teo Ruiz. Para fechar o time ainda teve o Jean Machado. Com o boom da Tuyo, o Jean foi cuidar mais da sua carreira e fecharam em quarteto para a gravação do “Cuidado Ao Ficar Muito À Vontade”, lançado em junho de 2019.
O grupo curitibano Polaroid, formado por músicos e cantores paranaenses, faz a sua primeira apresentação com show “Tributo aos anos 90”, no sábado (29 de junho), às 19h30, no auditório do Sest/Senat, em Curitiba.
Polaroid apresenta um show divertido e emocionante, repleto de grandes hits, coreografias icônicas, e toda a alegria e animação características da década de 90.
A direção artística é de Maurício Vogue, direção musical de Gilson Fukushima e direção executiva de Leonardo Tanaka e Renata Furtado.
A estreia do grupo acontece em apresentação única. Os ingressos podem ser adquiridos no local. A entrada inteira custa R$ 16,00 e a meia R$ 8,00.
A terceira edição da Feira Internacional da Música do Sul – FIMS traz neste ano além da programação diversos shows no ‘Circuito Off’
Entre os dias 20 e 22 de junho, o Portão Cultural, em Curitiba, recebe a terceira edição da Feira Internacional da Música do Sul – FIMS. Considerado um dos principais eventos de negócios do setor musical no sul do país, além da programação oficial, a Feira apresenta diversos shows nos espaços culturais da cidade.
Neste ano, palestras, mesas, debates, rodadas de negócios, showcases e o circuito off, atraem o público e diversos agentes da cadeia produtiva da música nacional e internacional.
Em 2019, as inscrições nos showcases superaram a edição passada. Para o desempate, foi utilizado o critério de distribuição geográfica com foco na região sul.
Entre os selecionados estão, A Banda Mais Bonita da Cidade (Curitiba), Janine Mathias (Curitiba), Caburé Canela (Londrina), Dandara Manoela (Santa Catarina), Yangos (Rio Grande do Sul), Modernas Ferramentas Científicas de Exploração (Rio Grande do Sul), MARTTE (São Paulo) e o rapper Sucio Bang (Colômbia).
Neste ano, duas palestras compõem a grade. A diretora de pesquisa do DATA SIM (núcleo de pesquisa da SIM São Paulo), Dani Ribas retrata a importância de dados e informações confiáveis para o desenvolvimento do mercado da música.
O diretor de design estratégico da Rizoma Aceleradora de Projetos Culturais, Iuri Freiberger, traz a discussão sobre o desenvolvimento de novas formas do design para projetos criativos no mercado da música.
Ao todo, seis temáticas englobam as mesas tendo como pano de fundo o contexto da tecnologia. Com destaque para as mesas sobre ‘o papel da pesquisa musical na era da infobesidade’, ‘ dificuldades de se lançar um álbum independente’ e ‘música brasileira no exterior’.
Entre artistas, jornalistas e produtores participam, Lio Soares (Tuyo), Pena Schmidt (Lista das Listas), Fer Isella (Limbo Music / SoL Madrid), Fabi Pereira (Papo de Música / FARO), Tony Ayex (Tenho mais discos que Amigos), Melina Hickson (Porto Musical), David McLoughlin (Brasil Calling), Filip Košťálek (Festival Colours) e outros.
No eixo profissionalizante da FIMS, seis cursos de curta duração trazem diversos especialistas do mercado da música, entre eles, a gerente de marketing da Habro Music, Renata Gomes; os produtores, Alec Haiat e Samuel Galdino do Projeto Suspechos; o produtor musical e proprietário do Grupo UN Music, Barral Lima; os produtores do Centro Europeu/AIMEC, Alonso Figueroa e Danilo Bencke (AIMEC); a brand da agência Talquimy, Tathy Moura e o curador e programador do espaço Agulha (RS), Guilherme Thiesen Netto.
No complexo do Portão Cultural, a Casa da Leitura Wilson Bueno será o espaço dedicado para a troca de ideias entre os profissionais de entidades do Sesi Cultura (PR), DaleGig, Sarau As Mina Tudo (SP), Soundscape, Tenho mais discos que Amigos e Rádio Butiá Brasil.
Além da programação oficial no Portão Cultural, após as atividades, acontecem paralelamente em diversos espaços da cidade, os shows com Lemoskine (PR), Leo Fressato (PR), Fernando Lobo (PR), Thaïs Morell (PR), Janine Mathias (PR), Kia Sajo (SC), Bananeira Brass Band (PR), Cida Airam (PR), Trabalhos Espaciais Manuais (RS) e DJ Manoel Canepa (RS).
Para os interessados em participar de todas as atividades da FIMS, o credenciamento deve ser feito pela plataforma do Ingresso Nacional (a partir de R$40). Confira a programação detalhada no site oficial: fims.com.br
Serviço: 3ª Feira Internacional do Música do Sul Onde: Portão Cultural – Av. Rep. Argentina, 3.432 – Portão, Curitiba Quando: Entre os dias 20 e 22 de junho de 2019 Site: fims.com.br
Direção: Isabella Mariana Conceito: Klüber e Isabella Mariana Montagem: Thiago Pereira Cor: Isabella Mariana e Thiago Pereira Direção de Fotografia: Matheus de La Palm Assistente de Fotografia: Sofia Toso, André Andrade Direção de Arte: Raul Krüger Assistente de Arte: Bruna Paholsky, Helana Wichinoski Produção executiva: Klüber, Helana Wichinoski, Bruna Paholsky Figurino: Isabelle Krauze Maquiagem: Thairine Cordeiro Contrarregra: Stefano Lleporino, Jorge Martins Marques, Guilherme Busato Making of: André Andrade Locação: Mamute Lounge em Piraquara/PR. Pedreira desativada em Piraquara/PR
Apoio: VIDEOLOC Agradecimentos: Mamute Lounge, Marcio Murilo Tesserolli, Angelo Maximo, Reptilia, Heloisa Strobel Jorge, Leveza do Ser, Brotto, Dan Lira Tolomoni, Sol Pizzatto, Jessica Klüber, Russil Klüber, Murilo Silvestrim, Mariê Mazer, Rafael Lorran.
Detox – Klüber Voz, piano, estalos, letra e música: Klüber Produção musical: Murilo Silvestrim Captação, edição, mixagem e masterização: Guilherme Silveira Gravado em março de 2019.
Letra: Numa mão vai o suco detox, noutra vai o pacote de salsichas Tanta água que jorra em tanto chafariz aa Tanta água que falta em tanto canto do país Há muita gente que chega, é atendido e sai Há tanta vez que não chega nunca Tanta gente que espera em fila de hospital Mas a preferência é do acidente da família global O pobre resignado, o rico avarento… ambicioso, ai! a É preciso saber sobre os artrópodes e miriápodes a Mas não sobre o sistema sócio-político-econômico Isso é bestêra, me’rmão… Não precisa não Eu sou vegetariano e cuido dos animais, mas também sou fumante e não cuido de mim Eu não sou preconceituoso, mas até tenho amigos que são Eu não gosto de maconheiro, mas dirijo alcoolizado Não sei o que é pior, a ignorância ou o capitalismo Sei que eu sou chato, mas você o é também Quando não questiona nada e vai na onda de outrem
O baiano Baco Exu do Blues, um dos nomes mais aclamados do hip hop nacional na atualidade, vem à Curitiba para lançar seu segundo álbum, “Bluesman”, eleito o melhor disco de 2018 pela revista Rolling Stone Brasil.
Bluesman é mais sentir do que descrever. Esse disco é África, é New Orleans, é Caribe e Bahia. É revolta e amor, é dor, deprê e muita autoestima. Blueseman é peso, é força é tesão. É Baco Exu do Blues lembrando que o negro é foda.
No auge da sua criatividade, e abordando de maneira transparente a realidade dxs jovens das periferias, além do seu novo trabalho, Baco irá passear pelas canções de “Esú”, o seu elogiado trabalho de estreia.
Os ingressos começam a ser vendidos na sexta-feira, 7, pelo site Eventim e nos pontos de venda físicos: – PORKS – Museu do Olho – R. Mal. Hermes, 1092 – Ahu – PORKS – Curitiba – Vicente Machado – Av. Vicente Machado, 642 – Centro – USINA 5 – R. Constantino Bordignon, 05 – Prado Velho, Curitiba
SERVIÇO: Baco Exu do Blues data: 20 de julho, sábado hora: 22h | abertura casa Ingressos: 1º lote > R$50 a meia entrada*. Classificação 18 anos.
Sobre Baco Exu do Blues Diogo Moncorvo, mais conhecido como Baco Exu do Blues nasceu há 22 anos em Salvador e surgiu no cenário nacional em 2016 com a faixa “Sulícidio”, em parceria com Diomedes Chinaski. Em 2017, lançou seu primeiro disco “Esú”. Bluesman veio em 2018 e está presente em praticamente todas as listas de melhores discos . O álbum levou o artista aos principais festivais do país e lhe rendeu muitas indicações e prêmios incluindo o de artista revelação e melhor música (Te amo, disgraça) do Prêmio Multishow 2018.
*MEIA ENTRADA O benefício da meia-entrada contempla estudantes do território nacional, das instituições públicas ou particulares, seja do ensino presencial ou à distância, dos seguintes segmentos de ensino: infantil, fundamental, médio, superior, especialização, pós-graduação, mestrado, doutorado, supletivo e técnico profissionalizante. Também tem direito a meia-entrada clientes Eventim (basta se cadastrar no site para garantir a meia), doadorxs de sangue, clube Gazeta do Povo, Id Jovem, Professor e Meu Sócio Torcedor e Clube de Mimos Curitiba Cult.