Blogue FATO Agenda divulga: 1) vagas e oportunidades em comunicação social, mkt e design em Curitiba e região. 2) Agenda cultural da cidade. 3) Livros e discos de vinil (do Sebinho FATO Agenda). Editado há 17 anos (desde 2009) pelo jornalista Leandro Hammerschmidt.
Composta e gravada em casa, canção faz parte de “8”, próximo álbum do músico
Madrugada, o novo single de Francisco Okabe, está disponível em plataformas como Spotify, Deezer, YouTube e Bandcamp a partir desta sexta-feira, 24 de setembro. A canção faz parte de “8”, o próximo álbum do multi-instrumentista, que vai ao ar em outubro em lançamento da Queda Livre Coletiva e do selo Onça Discos.
O novo trabalho dá sequência à discografia de Francisco, nascido em Bauru (SP) e radicado em Curitiba, e mais um passo na pesquisa de sonoridades realizada no ep “80” (2019), além de seus primeiros lançamentos realizados já em período pandêmico no Brasil.
Ao longo de quase 10 anos de carreira, Chico também já produziu outros dois álbuns – “Ah não ser eu toda a gente e toda a parte!” e “Vital” (2015 e 2018) –, além de uma série de singles e participações em projetos musicais independentes, como as bandas Charles Racional, e/ou, Obake, o duo de violões DayChi, a banda ímã e o trabalho autoral da cantora Roseane Santos.
Entre questões e conclusões parciais. O novo single propõe um passeio por linguagens e parte de uma atmosfera minimalista e gravada em fita cassete para acessar referências contemporâneas e digitais, com melodias se conectando entre violão, flauta e violoncelo, beat e vozes.
“No ep ‘80’, o fluxo era mais de dentro pra fora. Nos últimos singles e agora em ‘Madrugada’, estamos experimentando o caminho contrário, inclusive como tônica do próximo álbum, que está pronto”, conta Francisco. “Um traço comum com as faixas anteriores é a autoprodução, a descoberta de como fazer álbuns em casa. Talvez seja um tipo brasileiro de ‘bedroom pop’, esse som feito em home studio, com referências atuais e usando ferramentas acessíveis, como samplear do YouTube”, destaca. “Esse processo autônomo acaba sendo propício para criar uma mistura de todas referências que temos”.
Queda Livre. Os lançamentos de “Madrugada” e “8” (final de outubro) são realizações da Queda Livre coletiva da qual Francisco Okabe é colaborador: uma movimentação de artistas que já resultou nos discos “Fronteiriça”, de Roseane Santos, e “Ímã de Nove Pontas”, da banda ímã (lançados em 2020), e que também produziu o ep “Livro Vivo”, parceria de Luciano Faccini e Roseane Santos (de 2021). A Queda Livre surge como uma forma de nomear uma rede de apoio e criação múltipla, com trabalhos influenciados e permeados pela inspiração vinda de artistas visuais, poetas, atrizes, palhaças e outras manifestações artísticas.
Gabriel Faccini: Crédito Foto/divulgação
_ Madrugada | Ficha técnica: Francisco Okabe: composição, arranjo, produção, violão, flauta, teclados e voz Acácio Guedes: contrabaixo, mixagem e masterização Day Battisti: violoncelo Matheus Mantovani: arte Gabriel Faccini: Crédito Foto/divulgação
Faça-se você mesmo, publicado pela PONTOEDITA, chega ao Brasil em edição com J. P. Cuenca e Bernardo Cople.
Influenciado por Godard e García Márquez, argentino Enzo Maqueira discute em livro a desconstrução da masculinidade e a formação do homem
Faça-se você mesmo, publicado pela PONTOEDITA, chega ao Brasil em edição com J. P. Cuenca e Bernardo Cople.
Faça-se você mesmo, do argentino Enzo Maqueira (Buenos Aires, 1977), é uma jornada em busca da literatura que há no real, uma crônica da felicidade perdida. O livro, que foi finalista do Prêmio Silverio Cañada da Semana Negra de Gijón, na Espanha (2019), é uma história de memórias, de projetos, mas também de tragédias e de erros. A edição da PONTOEDITA, com intervenção do escritor e cineasta J. P. Cuenca e capa com fotografia do premiado diretor de arte e publicitário carioca Bernardo Cople, marca a estreia de Maqueira no Brasil. Considerado pela crítica argentina uma das vozes mais proeminentes da literatura latino-americana (La Nación, Clarín), Maqueira aborda em sua prosa temas fundamentais como a religião, as drogas e a heteronormatividade, de modo a evidenciar que toda forma de arte é uma enunciação eminentemente política.
Solilóquio de um personagem atormentado pela possibilidade de estar doente e pela necessidade não apenas de ser outra pessoa, mas sobretudo de imaginar como deverá ser (para ele, a felicidade está em transformar-se em artista), Faça-se você mesmo acompanha alguns dias na vida de um homem sem nome e sem convicções que foge de Buenos Aires para a casa dos avós onde passava os verões de sua infância. A casa — um território sagrado no meio da Patagônia desértica — fica em San Benito, um vilarejo fictício, quase mítico, que não é apenas uma encarnação narrativa de Comodoro Rivadavia (cidade em que o autor de fato costumava, assim como seu protagonista, passar as férias de infância na casa dos avós), mas também uma homenagem a Coronel Vallejos de Manuel Puig e Macondo de Gabriel García Márquez.
Nesse lugar cheio de fantasmas do passado, entre as memórias agradáveis de verões ao lado dos avós, agora mortos, e de amigos, agora ausentes, o protagonista ganha consciência de sua covardia a partir de uma sequência de frustrações. A expectativa de futuro o impede de fazer qualquer coisa no presente, de concluir qualquer tarefa, e se traduz em procrastinação e insatisfação contínuas.
A partir de referências aos grandes mestres da Nouvelle Vague e à banda de rock inglesa Queen, o livro extrapola os limites do gênero e ganha contornos cinematográficos à medida que o protagonista se torna, ele mesmo, personagem da própria ficção. Mas a beleza da prosa de Maqueira está na desconfiança dos limites da palavra (na epígrafe que abre o livro, tirada do filme Adeus à linguagem, de Jean-Luc Godard, lemos: “As palavras — não quero voltar a saber delas”) e isso pode causar nos leitores certo nervosismo ou ansiedade por símbolos e interpretações. Pois se a narrativa começa com um tom quase idílico de busca da felicidade perdida na infância, ela vai aos poucos se transformando em outra coisa, ficando mais sombria.
A maior homenagem, porém, é a Fellini, em especial ao filme Oito e meio (há inclusive um capítulo com esse título). Em certo momento, o narrador declara: “Fellini tinha razão: as únicas memórias que valem a pena estão na infância.” Entretanto, se, como em Fellini, o romance de Maqueira de fato tem um ponto de partida autobiográfico, sua prosa não cai na autoficção, pois se abre às exigências da narrativa e propõe uma reflexão profunda sobre como a sociedade criou, mediante múltiplas ficções, uma idealização da obrigação de ser feliz. Essa obrigação (o último bastião do neoliberalismo) é equacionada no discurso vazio da autoajuda que ressoa na ironia fina presente no título (que torce a fórmula americana “do it yourself”) e dá o tom do estilo que a linguagem de Maqueira coloca em cena: um sarcasmo fellinesco que transita entre realidade, sonho ou suprarrealidade.
Essas fronteiras fluidas ganham forma na figura de um vizinho parecido com Freddie Mercury, ídolo de sua infância. A imagem do líder do Queen, que representa uma nova masculinidade, entra em conflito com a imagem do avô, símbolo de um patriarcado falido, e obriga o protagonista a enfrentar seus próprios demônios.
Mas, conforme pergunta J. P. Cuenca em sua intervenção, como seria o solilóquio de um personagem-macho em tempos de queda do capital simbólico do homem branco, intelectual, heteronormativo no mercado das ideias e da cultura? São perguntas como essa que, entre canções do Queen e referências a Truffaut, Godard e Varda, Maqueira elabora narrativamente.
Sobre o projeto gráfico O projeto gráfico original da PONTOEDITA explora a fronteira entre realidade e ficção presente na narrativa e materializada na fotografia de Bernardo Cople na capa, impressa em papel texturizado feito com fibras de algodão. Como memória ancestral da paisagem narrativa (com a qual mantém uma relação anacrônica — a fotografia é de 2015 e o livro foi lançado na Argentina em 2018), a imagem é um convite a múltiplas interpretações.
O miolo, na medida em que apresenta em frames de um rolo de filme contínuo os rascunhos de roteiros que o personagem jamais executará, resgata graficamente a consciência cinematográfica que Maqueira imprime na narrativa.
O uso da imagem em preto em branco e do amarelo é uma homenagem às capas clássicas da revista francesa Cahiers du Cinéma e à Série Noire, famosa coleção de romances policiais da editora Gallimard criada por Marcel Duhamel em 1945 e da qual a edição da PONTOEDITA faz uma releitura, também, do formato.
“Faça-se você mesmo” é o livro no. 5 da PONTOEDITA.
Sobre o autor Enzo Maqueira (Buenos Aires, 1977) é um escritor e jornalista argentino. Formou-se em Comunicação Social no Centro de Altos Estudios en Ciencias Exactas e é colaborador do Clarín e das revistas Anfibia, Vice e Viva, além de apresentador do programa Narraciones Extraordinarias na Radio Provincia de Buenos Aires. Considerado uma das vozes mais proeminentes da literatura contemporânea latino-americana, é autor dos livros “istorias de putas (2008), Ruda macho (2010), El impostor (2011), Electrónica (2014) e Rarities (2021). Publicado originalmente em 2018, Faça-se você mesmo foi finalista do Prêmio Silverio Cañada da Semana Negra de Gijón, na Espanha, e é a estreia do autor no Brasil.
Sobre a editora A PONTOEDITA é uma editora independente e de nicho que publica literatura, artes visuais, música, poesia, performance e tradução sempre em edições únicas com tratamento editorial autoral e intervenções exclusivas de artistas dos mais variados campos.
Ficha técnica Título: Faça-se você mesmo Autor: Enzo Maqueira Tradutor: Mauricio Tamboni Apresentação: J. P. Cuenca Imagem da capa: Bernardo Cople Número de páginas: 144 Valor: R$99,90 À venda exclusivamente no site da editora, neste link: https://bit.ly/2XzfdQv
Raízes da Poesia Paranaense é um projeto que reúne em vídeorécitas de poemas alguns dos grandes poetas e poetisas do Paraná interpretados por atores e atrizes também paranaenses. As récitas, organizadas em dois episódios, buscam aproximar o público da vida e obra de nomes que fazem parte da história da literatura no Estado do Paraná, mas que, nem sempre, são conhecidos.
O projeto, realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba, foi concebido por Ana Paula Taques, que acumula a direção artística com Claudecir de Oliveira Rocha, e por Ivan Justen Santana.
Junto a eles, atores e atrizes convidados como Geyisa Costa, Luíz Felipe Leprevost, Ricardo Pozzo e Thadeu Peronne, deram vida a doze poetas e poetisas.
Com fotos antigas e raras dos poetas e das cidades em que nasceram, cenário intimista, iluminação cuidadosa e dramática, à “La Caravaggio”, e a música incidental de José Itiberê de Lima, executada pela pianista Gisele Rizental, as récitas “transportam o espectador para meados do século XIX e mostram o trovador Bento Cego. Vão para o início do século XX, passando por Emiliano Perneta até chegar na poeta Laura Santos”, afirma o professor Doutor Claudecir Rocha.
RAÍZES DA POESIA PARANAENSE é uma boa oportunidade não só para professores ilustrarem suas aulas, mas também para todos conhecerem um pouco da literatura feita no Paraná. “Quantas vezes a gente passa pelas ruas Júlia da Costa, Silveira Neto, sem nem imaginar o que essas pessoas escreveram? As récitas dão um gostinho da nossa poesia. São uma forma de incentivar o público a pesquisar mais sobre os grandes nomes da nossa literatura!”, conclui a idealizadora do projeto, Ana Paula Taques.
Poetas paranaenses que fazem parte das Récitas por ordem cronológica: Bento Cego, Júlia da Costa, Emílio de Menezes, Emiliano Perneta, Dario Velozo, Silveira Neto, Ricardo de Lemos, Leite Junior, Ismael Martins, Rodrigo Junior, Ada Macaggi e Laura Santos.
FICHA TÉCNICA Elenco: Ana Paula Taques: Júlia da Costa e Ada Macaggi. Claudecir de Oliveira Rocha: Emiliano Perneta e Rodrigo Júnior. Geyisa Costa: Laura Santos Luiz Felipe Leprevost: Emílio de Menezes e Ismael Martins. Ricardo Pozzo: Dario Velozo e Leite Júnior. Thadeu Perrone: Bento Cego, Silveira Neto e Ricardo de Lemos
Produção Executiva e Direção Artística: Ana Paula Taques Produção Executiva e Coordenação: Lucas Marcelli Pesquisa e Curadoria: Claudecir de Oliveira Rocha Pesquisa e Curadoria: Ivan Justen Santana Captação e Edição de Vídeo: Vitral Produções Direção de corte: Ricardo Janotto Operação de câmera: Diogo Luiz Schechtel Designer de Luz: Erica Mityko Fotógrafia: Eliete Silva Cenografia: Adriana “Russa” de Lucca Adereços e Maquiagem: Marcelino de Miranda Figurinos: Trícia de Almeida Assessoria de comunicação: Karen Monteiro Designer Gráfico/ Digital e Ilustração: Pedro Henrique Spolador Ilustração Digital: Andrew Adriano Kostiuk Transporte: Abiderman Brito
Trilha Sonora: Composição Musical sobre trova de Bento Cego (00:35 – 03:40) Thadeu Peronne. Arranjo instrumental: Lucas Marcelli. Música Incidental – José Itiberê de Lima. Intérprete: Gisele Rizental.
FONTES DE PESQUISA PARA REALIZAÇÃO DO PROJETO Acervo Instituto Moreira Salles Acervo Museu Paranaense Acervo: Júlia Wanderley IHGPR Acervo Cid Destefani Acervo Gazeta do Povo Acervo Casa da Memória Acervo INP Acervo Paulo José da Costa. CASTRO, Nestor de. Bento Cego. Curitiba: Impressora Paranaense / Correia & C., 1902 MURICY, J. C. de Andrade. Panorama do movimento simbolista brasileiro. [2 vols] 3ª. ed. São Paulo: Perspectiva, 1987. MENEZES, Emílio. Obra reunida. [Org. Cassiana Lacerda Carollo] Rio de Janeiro: José Olympio; Curitiba: Sec. da Cultura e do Esporte do Est. do Paraná, 1980. NETO, Silveira. Luar de Hinverno. Curitiba: Farol do Saber, 1996. PERNETA, Emiliano. Ilusão e outros poemas. Curitiba: col. Farol do Saber, 1996. ROCHA, C. O. Quadros Provincianos: A Obra de Rodrigo Júnior. Tese. Curitiba: UFPR, 2019. RODRIGO JÚNIOR. Poesia Completa. Curitiba: Anticítera, 2015. SABÓIA, A.; FERNANDES, H. V.(orgs.) Antologia didática de escritores paranaenses.. Curitiba: Imprensa Oficial. SANTANA, Ivan Justen. Emiliano Perneta: vida e poesia de província? Tese. Curitiba: UFPR, 2015. SANTOS, Laura. Poemas. Curitiba: SEEC, 1990. SANTOS, Pompília. L. S. (org.) Sesquicentenário da Poesia Paranaense. (antologia). Curitiba: Secretária da Cultura e do Esporte do Paraná, 1985. SOUSA, Colombo & RAITANI NETO, Felício.(orgs.) Letras Paranaenses. Curitiba: Ocyron Cunha, 1971. VELOZO, Dario. Cinerário & outros poemas. Curitiba: Farol do Saber, 1996.
A Secretaria da Comunicação Social e da Cultura (SECC) do Paraná, por meio da Superintendência-Geral da Cultura, informa que estão abertas as inscrições para as 12 mil vagas do Programa Bolsa Qualificação Cultural – Lei Aldir Blanc 2021. Para macrorregião de Curitiba serão 3.784 vagas. As inscrições vão de 15 a 04 de outubro de 2021.
O objetivo geral do Programa Bolsa-Qualificação é a oferta de cursos de qualificação e concessão de bolsas para até 12.000 (doze mil) trabalhadores e trabalhadoras da Cultura, pessoas físicas, residentes no Estado do Paraná.
Os objetivos específicos do Programa Bolsa-Qualificação são: – Incentivar a participação destes trabalhadores no processo de formação; – Garantir conhecimentos mínimos necessários para participação em editais e ações desenvolvidas pela Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura-SECC; – Qualificar os trabalhadores e trabalhadoras no segmento cultural em que atuam, deixando assim um legado de aperfeiçoamento do fazer Cultural e a possibilidade de geração de trabalho, emprego e renda.
Os cursos do Programa Bolsa-Qualificação Cultural serão ofertados na modalidade de Educação a Distância. Os cursos terão duração total de 120 (cento e vinte) horas, divididos em 03 (três) Módulos de 40 (quarenta) horas cada, no período de no período de 19 de outubro a 08 de dezembro de 2021.
São 3 módulos de 40 horas cada, onde você vai estudar sobre cultura e no final de cada módulo ganha R$1.000,00.
Os cursos do Programa Bolsa-Qualificação Cultural serão ofertados na modalidade de Educação a Distância. Os cursos contém 03 Módulos: MÓDULO 1 – comum a todos os Segmentos do Setor Cultural; MÓDULO 2 e MÓDULO 3 – Qualificação específica para cada segmento do setor cultural: Artes Visuais / Audiovisual / Circo/ Dança / Literatura, Livro e Leitura / Música / Ópera / Povos, Comunidades Tradicionais e Culturas Populares / Teatro / Técnicos que atuam na cadeia produtiva da cultura.
O pagamento das bolsas será realizado ao fim de cada módulo, em três parcelas de R$ 1.000,00 (um mil reais), totalizando R$ 3.000,00 (três mil reais) por bolsista. O pagamento das bolsas está condicionado ao bom desempenho no curso, ou seja, para receber a bolsa referente ao módulo concluído é preciso que o participante seja aprovado e receba o seu certificado de conclusão do módulo.
As inscrições serão realizadas online exclusivamente no endereço eletrônico no período no período de 00h00min do dia 15 de setembro de 2021 até às 23h59min do dia 04 de outubro de 2021. Os interessados devem acessar o link: https://inscricoes.apps.uepg.br/
Entre no site da Lei Aldir Blanc para saber mais sobre o programa, neste link.
Bolsa CONFIRA O EDITAL RETIFICADO, Edital Bolsa Qualificação Cultural – Lei Aldir Blanc, neste link.
“MANO BROWN (Racionais Mc’s) mostra umas técnicas de sampler para o programa DO LADO DE CÁ. Ele cria uns beats na MPC2000 junto com a ROLAND MC303, no fim do vídeo e ainda rola umas rimas de improviso com Ylsão (Negredo), Poetisa e Lelê (Di Função).”
Gravação em estúdio de Paulo Leminski (voz e violão) e Kito Pereira (bateria e percussão). Esse arquivo foi gravado no final da década de 80 em Curitiba. Leminski canta composições de sua autoria: Mudança de Estação, Valeu e Verdura. http://doclondrina.blogspot.com.br/
“A gravação é um raro documento sonoro do Leminski cantando, com a força da originalidade que lhe era peculiar, foi gravado direto sem ensaio nem foi editado, simplesmente sendo o que era pra ser no momento. Eu na bateria, o Marinho Gall na viola, Leminski no violão, voz e mais nada….. mesmo assim Valeu !!!”, relembra Kito Pereira.
Neste sábado, 21, teremos show da banda Black Sabiá no Bar Chapéu Velho, na Rua Antônio Escorsin, 730, Santa Felicidade, em Curitiba. Informações e reservas (41)9 95462353.
Produção: Lado Sujo da Frequência Direção: Cria da Rua Câmera e Edição: Igor Henrique Produção Executiva: Verônica Menezes Produção Geral: Carol Azolin