ESCOLAS MUNICIPAIS DE CAMPO LARGO RECEBEM OFICINAS CIRCENSE

Projeto Circo Maker estimula crianças a construírem seus próprios objetos circenses

O projeto Circo Maker, que mistura a arte circense com o movimento maker – ou faça você mesmo -, oferece 16 oficinas gratuitas para alunos das escolas públicas de Campo Largo, Região Metropolitana de Curitiba. Ao final das oficinas, as crianças apresentam um número circense de sua autoria. O Projeto tem o patrocínio da Cocel e é realizado com apoio do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura (PROFICE) da Secretaria da Comunicação Social e da Cultura do Estado do Paraná.

Para entrarem na temática circense, as oficinas são divididas em quatro módulos que contemplam as áreas do equilibrismo, malabarismo, acrobacia e mágica. Na acrobacia, os alunos terão a oportunidade de aprender técnicas de estrelas, paradas de mão e muitos outros. No módulo de equilíbrio, serão trabalhados exercícios com bola, perna-de-pau e mais. Já no malabarismo, os alunos usarão claves, aros e bolas. E, por fim, serão ensinados truques simples de mágica no último módulo.

Mas, além dos conteúdos circenses, as crianças são incentivadas a construírem seus equipamentos. Assim, elas aprendem a criar objetos relacionados ao conteúdo trabalhado como, por exemplo, bolinhas de malabares com técnicas de balões, claves com cabos de vassoura e garrafas pet, pratos chinês com tecido e muitos outros. Desta forma, os professores também estimulam as crianças a utilizarem materiais recicláveis.

Ao final da oficina, como os alunos acabam dominando alguns movimentos circenses, eles criam um pequeno espetáculo para ser apresentado para todos os alunos. “Eles desenvolvem muito a criatividade ao longo do processo. Na mostra artística, eu direciono, mas muito do que eles apresentam vem dele, eles criam os próprios números”, afirma o professor das oficinas, Alexandre Tosin Gabardo.

Importância do circo na sociocultura
Além de toda a diversão que as atividades circenses promovem às crianças, as oficinas ajudam a promover a socialização de grupos, envolvendo os alunos em dinâmicas em que é preciso pensar na convivência coletiva, no comportamento social e na responsabilidade individual e ambiental.

“É muito interessante esse trabalho coletivo, eles desenvolvem a percepção da importância de cada um, do trabalho comum e do senso coletivo. Eles entendem a sua importância e o seu lugar no momento. O malabarismo, por exemplo, desenvolve perseverança porque é uma atividade muito difícil, é preciso querer muito. Então esse foco é muito bacana de se ver”, conta o professor das oficinas.

Justamente em situações como essas, o projeto é importante para que as crianças encontrem a possibilidade de se auto afirmar como indivíduos capazes e competentes para resolver desafios.

Para a diretora da Escola Municipal Carlos Drummond de Andrade, Jacqueline Merchiori disse que os alunos participaram das oficinas com interesse e entusiasmo. “Essa oficina foi muito importante, pois possibilitou aos nossos estudantes momentos de descontração,  alegria, trabalho em equipe e, principalmente, enfrentar desafios”, finaliza.

Além disso, o movimento maker aproxima o universo circense do dia a dia da criança. Alexandre explica que as crianças se interessam muito na hora de aprender a fazer os objetos porque, assim, elas podem treinar em casa. “Nós usamos materiais de fácil acesso, que se ela procurar em casa, vai ter”, afirma.

Este movimento tem entrado em muitas escolas brasileiras nos últimos anos, permitindo a elaboração de projetos e protótipos, onde os alunos fomentam a criatividade e, de fato, colocam a “mão na massa”.

Alinhamento com as ODS
Todo o projeto está alinhado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Por isso, durante as oficinas, o projeto trabalha os objetivos de saúde e bem-estar, igualdade de gênero, redução de desigualdades e consumo e produção responsável.

Os participantes recebem informações sobre os ODS, seus objetivos e metas trabalhadas no projeto. A partir de desenhos e frases feitas por eles, é criado um banner que é doado para a escola.

ANTROPOFOCUS APRESENTA EM MANDIRITUBA UM ESPETÁCULO TEATRAL DE COMÉDIA SEM NENHUM DIÁLOGO

Contos proibidos de antropofocus. Foto: Paulo Feitosa.

As apresentações gratuitas acontecem no dia 29 de julho, no Teatro Municipal com sessões às 15 hrs e 20 hrs

Fazer o público rir, sem que os atores digam uma palavra sequer. Este é o desafio do grupo Antropofocus, que vai se apresentar em Mandirituba no dia 29 de julho, no Teatro Municipal.  Serão duas apresentações no mesmo dia com entrada gratuita, a primeira às 15 hrs e a segunda às 20 hrs.

O espetáculo intitulado Contos Proibidos de Antropofocus, faz parte do projeto de circulação CONTOS EM TODOS OS CANTOS, viabilizado por meio do Profice, com apoio da Copel. No elenco, estão os atores do grupo Antropofocus, Anne Celli, Andrei Moscheto, Edran Mariano e Marcelo Rodrigues, e o ator convidado Bruno Lops.

Em comemoração aos 22 anos de trajetória, o Antropofocus está muito feliz com essa circulação pelo estado do Paraná e também por compartilhar sua pesquisa do grupo, com uma cidade da região metropolitana de Curitiba.

Além das apresentações abertas para a comunidade, o grupo também oferece uma sessão exclusiva para alunos do ensino médio de escolas públicas e uma oficina de improvisação teatral com carga horária de 9 horas.

Como o espetáculo não possui texto, pode ser assistido por pessoas surdas, que podem acompanhar e aproveitar a apresentação sem a necessidade da presença de intérprete de Libras.

“Contos Proibidos de Antropofocus” é uma das criações de maior sucesso do grupo Antropofocus, com temporadas em cidades como São Paulo, Porto Alegre, Brasília, Rio de Janeiro e também em Córdoba, na Argentina, além de participações em importantes festivais de teatro no Brasil, e agora em circulação por terras paranaense.

Mandirituba fecha a programação do mês de julho do projeto CONTOS EM TODOS OS CANTOS que já passou por Jacarezinho e Ibiporã.  E em agosto quem irá receber a programação do projeto serão as cidades de Antonina e Laranjeiras do Sul.

ROTEIRO
* Mandirituba
29 de julho, no Teatro Municipal

* Antonina
05 e 06 de agosto, no Theatro Municipal

* Laranjeiras do Sul
12 e 13 de agosto, no Cine Teatro Iguassu

O ESPETÁCULO
Em Contos Proibidos de Antropofocus, o grupo enfrenta o desafio de fazer um espetáculo sem nenhum diálogo, onde a comunicação acontece apenas por meio do som. Partindo da metáfora da incomunicabilidade, as cenas – ou contos – acontecem em ambientes onde pessoas desconhecidas se encontram, mas raramente iniciam uma conversa: dentro de um ônibus, debaixo de uma marquise num dia de chuva ou em um banheiro masculino.

O projeto, que é uma investigação do grupo sobre a força dramatúrgica que o som tem, nasceu da frequência com que grandes artistas cênicos e cinematográficos usam medidas sonoras para falar de seus trabalhos: o tom da cena, ritmo da ação e timming.

A OFICINA
Voltada para artistas e não-artistas, a oficina de Improvisação Teatral visa estimular o participante a conhecer e descobrir seu potencial inato de criatividade através de exercícios teatrais.

E, por meio da improvisação, fazer com que ele tenha capacidade de ousar, perceber, ouvir, ser espontâneo, improvisar e se relacionar.

A oficina acontece nos dias 01, 02 e 03 de agosto das 19 às 22 hrs, e as inscrições podem ser realizadas através do site do Antropofocus.

SOBRE O ANTROPOFOCUS
O Antropofocus está prestes a completar 22 anos de trajetória e sempre teve como premissa artística observar o ser humano e seu comportamento no cotidiano, sabendo que todas as suas ações podem ser consideradas cômicas, dependendo do prisma pelo qual é observado. Desde a sua fundação, em 2000, o grupo dedica-se ao processo colaborativo na busca de um resultado estético que represente as vozes, ideias e desejos de todos os seus integrantes.

Para isso o grupo vem se aprofundando nas ferramentas da dramaturgia dinâmica como metodologia para as criações de seus espetáculos. Em sua trajetória, o grupo realizou uma série de experimentos artísticos e intercâmbios com artistas nacionais e internacionais, que resultaram em criações de espetáculos e atividades pedagógicas realizadas em sua sede.

SERVIÇO
CONTOS PROIBIDOS DE ANTROPOFOCUS
Dias: 29 de julho
Horário: 15hr e 20 hrs
Local: Teatro Municipal de Mandirituba – Rua da Liberdade, 353 – Centro
ENTRADA GRATUITA – retirar o ingresso a partir de 1 hora antes
Informações: (41) 3633-1342 e @antropofocus

OFICINA DE IMPROVISAÇÃO TEATRAL
Dias: 01, 02 e 03 de agosto
Horário: das 19 às 22 hrs
Local:  Teatro Municipal de Mandirituba
Informações e inscrições:  @antropofocus e  https://bit.ly/OficinaImprovisaçãoMANDIRITUBA

FICHA TÉCNICA
Elenco: Anne Celli, Andrei Moscheto, Bruno Lops, Edran Mariano e Marcelo Rodrigues
Sonoplastia e assistente de direção: Célio Savi
Operador de som: Célio Savi
Iluminação: AnryAider e Paulo Rosa
Operação de luz: Paulo Rosa
Cenografia: Sérgio Richter & Antropofocus
Figurino e Adereços: Fabiana Pescara & Renata Skrobot
Designer Gráfico: Lula Carneiro
Fotos de Divulgação: Paulo Feitosa
Assessoria de Imprensa: Com Leite Comunicação Integrada
Articulador Local – Jacarezinho: Cleiton Santos
Articuladora Local – Ibiporã:  Lívia Zeferino
Articulador Local – Mandirituba: Andrio Robert
Diretor de Produção: Edran Mariano
Direção Geral: Andrei Moscheto
Realização: Antropofocus

Projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Comunicação Social e Cultura

CANAIS DE COMUNICAÇÃO – ANTROPOFOCUS
Site: www.antropofocus.com.br
Instagram: https://www.instagram.com/antropofocus
Facebook: https://www.facebook.com/antropofocus

BRASEIRO CONVIDA NELSON SARGENTO PARA SHOW EM CURITIBA

O projeto Sesi Música promove ação para amantes do samba e do choro 

O Sesi Música, iniciativa do Sesi Cultura Paraná, promove o show “Braseiro convida Nelson Sargento” no dia 26 de outubro, às 20h horas, no Teatro Campus da Indústria, em Curitiba.

No show “O samba de Nelson Sargento”, o grupo curitibano Braseiro convida o multiartista carioca Nelson Sargento para participar de um encontro inesquecível no qual darão destaque às composições do sambista.

A banda curitibana Braseiro é formada por amantes do Samba e do Choro. A proposta do grupo é defender as composições de sambistas da cena local, sem deixar de lado os compositores consagrados que permeiam as rodas de vários locais do Brasil. Valorizando a identidade da raiz, o grupo formado por Jonas Lopes (cavaquinho e bandolim), Luiz Ivanqui (violão 7 cordas), Otávio Augusto (sopros), Ricardo Salmazo (percussão) e Otto Lenon (percussão), nesta edição conta também com a participação de Roseana Santos (voz) e Luís Rolim (percussão) e tem por intuito buscar a sonoridade do samba mais tradicional, como a dos regionais que fizeram história na música brasileira em outros tempos. Os integrantes são ativos dentro da cena do samba em Curitiba e contribuem com a disseminação do estilo musical, buscando propagar a filosofia do samba, em especial, na capital paranaense.

O carioca Nelson Sargento faz parte da história viva do samba brasileiro, juntamente com Riachão (BA) e Hermínio Bello de Carvalho (RJ), seu Nelson está entre os consagrados sambistas da velha guarda que ainda encontra-se vivo. Além de ser considerado um dos maiores nomes da escola de samba carioca da Mangueira.

Nascido em 1924, Nelson Sargento é um multiartista, atuante até os dias de hoje. Cantor, compositor, escritor, pintor, músico, ator, artista plástico e pesquisador, ele já participou de longas e curtas-metragens, escreveu e lançou dois livros, desenvolve seu trabalho como artista plástico por meio dos conhecimentos adquiridos em seu trabalho de pintor e pedreiro, ofício que exerceu por muitos anos, além de compor e musicar canções que ficaram consagradas nacional e internacionalmente.

Nelson Sargento mudou-se para o morro da Mangueira quando tinha aproximadamente dez anos e, morando lá, conheceu Cartola e Nelson Cavaquinho – que o ensinaram a tocar violão e que, no futuro, seriam seus parceiros de composição. Entrou para a ala de compositores da Mangueira e compôs canções como “Falso Amor Sincero”, “Vai dizer a Ela” (com Carlos Marreta), “Nas Asas da Canção” (com Dona Ivone Lara) entre outros. Sua composição de maior sucesso, “Agoniza Mas Não Morre”, foi gravada por Beth Carvalho e tornou-se um hino de resistência da cultura do samba carioca. Em 2017 teve seu show “Nelson Sargento com Vida” eleito como melhor show nacional por votação popular, segundo o Guia da Folha de São Paulo.

SERVIÇO
SESI MÚSICA APRESENTA:
Braseiro convida Nelson Sargento
Data: 26 de outubro
Horário: 20h
Duração: 60 minutos
Classificação: livre
Valor: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)
Local: Teatro Campus da Indústria
Endereço: Av. Com. Franco, 1341 – Jardim Botânico, Curitiba
Página do evento, aqui

Mais informações:
www.sesipr.com.br/cultura /
www.facebook.com/sesiculturapr

SESI CULTURA – Foi em 2008 que a Regional Paraná do Serviço Social da Indústria inaugurou uma área especificamente dedicada ao desenvolvimento de ações culturais ancoradas nas diretrizes previstas na Declaração Universal dos Direitos do Homem, como a diversidade, a pluralidade e a autonomia. Desde então, o Sesi Cultura Paraná tem promovido o acesso à cultura com foco em programas de formação artística e cultural, investindo em processos criativos, formação de plateia para todas as linguagens e na formação e desenvolvimento cultural com vocação local. O Circuito Cultural Sesi, o Festival Sesi Música, os Núcleos Criativos do Sesi, o Zoom Cultural, os Programas Sesi Música, Sesi Arte, Sesi Audiovisual e Sesi Artes Cênicas são exemplos de programas desenvolvidos pela Gestão Cultural do Sesi. De 2008 até 2017, mais de um milhão de espectadores tiveram acesso à cultura por meio de cerca de 8,4 mil ações culturais realizados pelo Sesi Paraná. Todas essas ações sempre tiveram como objetivo o acesso ao bem cultural para o trabalhador da indústria, seus dependentes e para a comunidade de uma forma geral, além da difusão da arte em todas as suas manifestações, valorizando a diversidade e a pluralidade do povo brasileiro.