IRIA BRAGA CELEBRA 20 ANOS DE CARREIRA COM NOVO ESPETÁCULO

Com entrada franca em todas apresentações, Hawwwwah estreia durante o Festival de Ópera

Entre os dias 23 e 25 de outubro, estreia em Curitiba a Cineópera Hawwwah. Uma peça multimídia que combina diversas narrativas do cinema, do vídeo, da dança, do teatro, da luz, da poesia, da música instrumental, canto e eletrônica. Com concepção geral e composição assinadas por, Indioney Rodrigues, Hawwwah é interpretada pela cantora, Iria Braga que completa em cena 20 anos de carreira. Ao lado deles, Ricardo Janotto traz instrumentos e eletroacústica com a direção geral de Flávio Stein.

Com cerca de uma hora de duração, o espetáculo faz menção à história de Eva, do livro de Gênesis, remetendo-a aos nossos dias, à imagens verossímeis e líricas do nosso cotidiano, especialmente às relações interpessoais emergentes do tempo e do uso da internet. Um pequeno universo de referências se constrói, sobrepondo-se, adensando-se, retorcendo-se sobre si mesmo rumo à eternidade. Além dessa fragmentação temática, textual e de texturas, o público também encontrará em Hawwwah a grande melodia, a ária, o canto plasmado e lírico e a poética de Hilda Hilst, de Gonçalo Tavares e de Adriana Lisboa.

A peça transita rapidamente por diversas cenas, alternando entre processos de improvisação controlada e narrativas fugazes, que se constroem e desconstroem num ritmo frenético. Entremeados de fragmentos de música instrumental e eletroacústica sugerem-se diversos arquétipos do mundo virtual, da palavra inaudita, do timbre robótico, da urgência da comunicação, da necessidade de ser amado e não ser, da dupla personalidade, do mundo todo em todo lugar e da vida toda a todo instante. A peça avança em rotinas sempre renovadas do mesmo e novamente do mesmo.

Com concepção geral e composição de Indioney Rodrigues, Hawwwah é interpretada por Iria Braga (performance cênica, canto e processos criativos), Ricardo Janotto (instrumentos, eletroacústica e processos criativos) e Indioney Rodrigues (instrumentos, eletroacústica e processos criativos), e conta com a colaboração de Alceste Ribas (vídeo), Victor Sabbag (iluminação), Lucas Pereira Nery (design), Rafael Forcadell (código), Silvia Patzssch (preparação corporal e cênica), e direção artística de Flávio Stein.

Serviço:
Hawwwah Cineópera
Quando: 23, 24 e 25 de outubro
Onde: III Festival de Ópera do Paraná Curitiba
Local: Guairinha
Endereço: Rua XV de Novembro, 971 – Centro de Curitiba
Horário: 20h
Informações: (41) 3304-7900
ENTRADA FRANCA

PRAÇA ENCANTADA DO SHOPPING TOTAL RECEBE CONTAÇÕES DE HISTÓRIAS

Os voluntários do Instituto História Viva apresentam clássicos da literatura às crianças durante todo o mês de outubro. A entrada é franca

O Dia das Crianças passou, mas as comemorações continuam a todo o vapor no Shopping Total Curitiba. Os contadores de histórias da ONG Instituto História Viva estão animando a Praça Encantada do centro comercial de quarta a sexta até o dia 27 de outubro. A entidade, que capacita voluntários na arte de contar histórias há mais de 10 anos, apresenta clássicos da literatura no local sempre a partir das 19h. E o melhor: a entrada é franca! É só comparecer e aproveitar a programação.

Fundado em 2005 pela gestora Roseli Bassi, o Instituto História Viva tem como missão transformar ambientes de dor e sofrimento por meio da literatura oralizada. Por meio deste trabalho, a ONG curitibana tem incentivado a leitura, a educação e a cultura brasileira. Durante os seus mais de 10 anos de existência, a entidade já formou mais de três mil voluntários na arte de ouvir e contar histórias. Semanalmente, asilos, hospitais, casas lares, abrigos e orfanatos recebem a visita dos voluntários do História Viva que, por ano, atendem cerca de 14 mil pessoas.

Os contadores de histórias do Instituto apresentam perfis variados e são capacitados a ouvir, escrever, contar e recontar histórias clássicas, casos de vida e contos da literatura brasileira e mundial no intuito de levar alegria a indivíduos em situações de fragilidade física e emocional e em espaços culturais diversos. A seriedade deste trabalho tem rendido premiações variadas à entidade nos segmentos de cultura, educação e ação social.

Serviço:
Momento História Viva no Shopping Total
Local: Na Praça Encantada do Shopping Total Curitiba
Endereço: Rua Itacolomi, 292Portão – Praça de Eventos (Setor Azul)
Datas: sessões de contação de histórias de quarta a sexta, às 19h, durante todo o mês de outubro.
Custo: Gratuito

Histórias da Semana: de 18 a 20 de outubro
· História com Mágica
· Cinderela
· Fábulas
· Polegarzinha
· O Sapo da Boca Grande
· Festa no Céu
· A Hora do Desconto
· Peter Pan

Mais informações:
historiaviva.org.br/site/
www.facebook.com/institutohistoriaviva/

HAWWWAH CINEÓPERA ESTREIA TEMPORADA EM CURITIBA

Com entrada franca em todas apresentações, Hawwwwah estreia durante o Festival de Ópera

#touchme #likeme #watchme #followme

Nos dias 23, 24 e 25 de outubro em Curitiba, 7 de Novembro em São Paulo e, 9 e 10 de novembro no Rio de Janeiro, o público recebe a Cineópera Hawwwah, uma peça multimídia que combina diversas narrativas do cinema, do vídeo, da dança, do teatro, da luz, da poesia, da música instrumental, canto e eletrônica. Com cerca de uma hora de duração, o espetáculo faz menção à história de Eva, do livro de Gênesis, remetendo-a aos nossos dias, à imagens verossímeis e líricas do nosso cotidiano, especialmente às relações interpessoais emergentes do tempo e do uso da internet.

A peça transita rapidamente por diversas cenas, alternando entre processos de improvisação controlada e narrativas fugazes, que se constroem e descontroem num ritmo frenético. Entremeados de fragmentos de música instrumental e eletroacústica sugerem-se diversos arquétipos do mundo virtual, da palavra inaudita, do timbre robótico, da urgência da comunicação, da necessidade de ser amado e não ser, da dupla personalidade, do mundo todo em todo lugar e da vida toda a todo instante. A peça avança em rotinas sempre renovadas do mesmo e novamente do mesmo. Um pequeno universo de referências se constrói, sobrepondo-se, adensando-se, retorcendo-se sobre si mesmo rumo à eternidade. Além dessa fragmentação temática, textual e de texturas, o público também encontrará em Hawwwah a grande melodia, a ária, o canto plasmado e lírico e a poética de Hilda Hilst, de Gonçalo Tavares e de Adriana Lisboa.

Com concepção geral e composição de Indioney Rodrigues, Hawwwah é interpretada por Iria Braga (performance cênica, canto e processos criativos), Ricardo Janotto (instrumentos, eletroacústica e processos criativos) e Indioney Rodrigues (instrumentos, eletroacústica e processos criativos), e conta com a colaboração de Alceste Ribas (vídeo), Victor Sabbag (iluminação), Lucas Pereira Nery (design), Rafael Forcadell (código), Silvia Patzssch (preparação corporal e cênica), e direção artística de Flávio Stein.

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Serviço:
Hawwwah Cineópera
Quando: 23, 24 e 25 de Outubro, Às 20h
Onde: III Festival de Ópera do Paraná Curitiba
Local: Guairinha, Endereço: Rua Xv de Novembro, 971. Centro de Curitiba
Informações: (41) 3304-7900

7 de Novembro
São Paulo
MIS – Museu da Imagem e do Som
20h
Av. Europa, 158. Jardim Europa
Informações: (11) 2117-4777

9 e 10 de Novembro
Rio de Janeiro
Galpão da Gambôa
20h
R.da Gamboa, 279. Gambôa
Informações: (21) 2516-5929

FESTIVAL LITERÁRIO ZOONA II – AMÉRICAS TRANSITIVAS NA CAPELA SANTA MARIA

Em sua segunda edição, festival literário reúne artistas em performances, shows, lançamento de publicações, fóruns e feiras literárias.

O festival literário ZOONA II – Américas Transitivas se realiza em Curitiba, na Capela Santa Maria, de 16 a 19 de outubro, e em Foz do Iguaçu, na UNILA – Universidade Federal da Integração Latino-Americana, de 23 a 25 de outubro. O tema transversal desta edição, resumido no título, são as fronteiras, as transições e misturas nos saberes e práticas literárias.

O Paraná, por sua localização e história, é um lugar de trânsito de pessoas e bens materiais e simbólicos. O Estado tem sido destino de imigrantes vindos tanto do exterior como de outras regiões do Brasil e conta com um porto, o de Paranaguá, que é um dos mais importantes do país. Na área da fronteira tríplice com a Argentina e o Paraguai, utilizam-se na comunicação cotidiana as interlínguas resumidas no termo “portunhol”.

Recentemente instalada nessa região, a UNILA – Universidade Internacional Latina vem se tornando uma instituição pública de vital importância para a pesquisa das questões sociais, econômicas, ambientais e culturais da região utilizando, oficialmente, as línguas portuguesa, guarani e espanhol.

Esta condição favorece uma produção cultural e literária “de fronteira”. Desde que Wilson Bueno lançou Mar paraguayo (1992), o portunhol tem sido explorado como material literário. No último decênio do século XX, foram publicados inúmeros textos em variantes desta interlíngua. Mais recentemente, a partir de iniciativas como a de Douglas Diegues, formou-se o movimento conhecido como “portunhol selvagem” reunindo autores da fronteira.

Mais além da tensão ou oposição entre urbano e rural, erudito e popular, literário e não literário, exemplificada, por exemplo, na obra plural de Paulo Leminski, e nas singulares interseções e montagens de imagem-texto, do HQ ao cinema, constantes na obra de Valêncio Xavier, o Paraná tem sido um laboratório de criação intercultural.

A etnopoética, da tradução à criação, a partir do envolvimento em vários níveis com as culturas originárias, marca obras como Curare (2011), de Ricardo Corona, e Roça Barroca (2011), de Josely Vianna Baptista.

Autores e autoras nascido(a)s, radicado(a)s ou em trânsito pelo Estado têm contribuído para ampliar o conceito de “literatura latino-americana”, como Maria Alzira Brum, cujo trabalho pode ser caracterizado como nômade, Isabel Jasinski, que, a partir do curso de Letras da Universidade Federal do Paraná e da pesquisa acadêmica, coloca em diálogo as literaturas latino-americanas contemporâneas, ou Maria Josele Bucco, que, na mesma instituição realiza estudos sobre as culturas dos imigrantes.

ZOONA II – Américas Transitivas busca explorar e criar vizinhanças por meio da participação presencial e à distância de convidados do Brasil e do exterior. O dominicano radicado em Chicago Rey Andújar utiliza o afro-caribenho, a literatura de gênero, a dança e o teatro para explorar e renovar os sentidos de migração e “mestiçagem”. O uruguaio Dani Umpi, que mora na Argentina, é um híbrido entre músico, artista visual e escritor. O chileno Héctor Hernández Montecinos foi um dos escritores que no começo da década dos 2000, iniciou a formação de uma rede interconectada de poesia latino-americana. O uruguaio Roberto Echavarren, um dos expoentes do neobarroco, momento igualmente transitivo e potente da criação literária nas américas, trabalha pensamento e linguagem em sua obra crítica e poética.

Estas vizinhanças abarcam também o ensaio literário, as práticas pedagógicas e a escrita criativa e expandida por meio da participação de Raúl Antelo (argentino radicado em Florianópolis), Elena Palmero (cubana radicada no Rio de Janeiro), Ana Cecília Olmos (argentina radicada em São Paulo) e Juliana Borrero (colombiana nascida no Brasil). 

A estas contribuições se somam o lançamento da publicação de artista Passaporte, de Eliana Borges, performances, leituras presenciais e à distância de escritores do Paraná e outros países, em português, espanhol e línguas originárias, edição e apresentação da coleção “américas transitivas” (Editora Medusa), organizada especialmente para o festival, da Baronesa, feira de publicações de artista e editoras independentes, e mostras de cinema e fotografia.

Com diálogos e ações artísticas intercruzados ZOONA II – Américas Transitivas pretende discutir e difundir estéticas e ideias a partir do Paraná e criar pontos de vista transperiféricos por meio dos trânsitos, dos diálogos entre diferenças e dos pensares e fazeres em rede.

Essa perspectiva visa uma abordagem dos fenômenos literários que considera as redes não apenas como um meio de difusão de literaturas nacionais ou de mercado, mas, principalmente, como espaço multidimensional de trocas e aprendizagens intermedidas por afetos, ideias, estéticas e atuações conjuntas.

Confira a programação completa do evento em zoona.editoramedusa.com.br

SERVIÇO:

ZOONA II – AMÉRICAS TRANSITIVAS

16 a 19 de outubro na Capela Santa Maria (R. Conselheiro Laurindo, 273 – Centro, Curitiba – PR, 80060-100).

23 a 25 de outubro em Foz do Iguaçu na UNILA – Universidade Internacional Latina (Av. Silvio Américo Sasdelli, 1842 – Vila A, Foz do Iguaçu – PR, 85866-000)

Confira a programação completa do evento no site zoona.editoramedusa.com.br

PRÊMIO POETIZE 2018: CONCURSO NACIONAL NOVOS POETAS

Estão abertas as inscrições para o Concurso Nacional Novos Poetas, Prêmio Poetize 2018.

Podem participar do concurso todos os brasileiros natos ou naturalizados, maiores de 16 anos.

Cada candidato pode inscrever-se com até dois poemas de sua autoria, com texto em língua portuguesa.

O tema é livre, assim como o gênero lírico escolhido. Serão 250 poemas classificados.

A classificação dos poemas resultará no livro, Prêmio Poetize 2018. Antologia Poética.

O certame está entre os mais destacados concursos literários da língua portuguesa.

A licença poética em pleno exercício, através do ineditismo da nova poesia em sua forma e conteúdo.

A poesia contemporânea egressa do cotidiano, merecedora das condições de permanência entre o que há de melhor no patrimônio literário brasileiro.

Concurso literário e uma importante iniciativa de produção e distribuição cultural,

alcançando o grande público, escolas e faculdades.

Inscrições gratuitas

De 05 de setembro a 05 de dezembro de 2017 pelo site: www.premiopoetize.com.br

Realização: Vivara Editora Nacional
Apoio Cultural: Revista Universidade

SESI CULTURA PROMOVE EVENTO GRATUITO COM CRISTOVÃO TEZZA

Cristovão Tezza / Foto de Artur Makos

Escritor premiado fala sobre a importância da literatura dentro e fora das instituições de ensino, no Centro Cultural Sesi Heitor Stockler de França

Antes mesmo de se demitir da vida de professor universitário para se dedicar exclusivamente à literatura, Cristovão Tezza já galgava reconhecimento crescente em meio ao público leitor e crítica. Suas obras têm sido acompanhadas por premiações diversas desde a década de 90. Uma de suas últimas conquistas tem sido a tradução e o lançamento de “O filho eterno” em mais de dez países. A mesma obra também foi adaptada para o teatro com direito a Prêmio Shell e este ano foi lançada nos cinemas. Para falar um pouco sobre a sua trajetória e o poder da literatura dentro e fora das instituições de ensino, o Sesi Cultura Paraná traz o autor para um bate-papo no Centro Cultural Heitor Stockler de França com entrada franca nesta quarta (27).

Catarinense radicado em Curitiba, Tezza estudou no Colégio Estadual do Paraná, se aventurou como ator quando jovem e saiu da capital paranaense para estudar Letras em Portugal, na Universidade de Coimbra. Foi professor de Língua Portuguesa da UFSC e da UFPR. Concluiu doutorado na USP com tese publicada pela editora Rocco em 2002. Ainda na área acadêmica, escreveu dois livros didáticos. Foi cronista no jornal Gazeta do Povo e é autor de coluna quinzenal na Folha de São Paulo.

Sua produção literária alcançou premiações de destaque como: o Prêmio Petrobrás de Literatura, o Prêmio Machado de Assis da Biblioteca Nacional, o Prêmio da Academia Brasileira de Letras, o Prêmio Bravo!, entre tantos outros. Várias de suas obras já foram traduzidas em 18 países, como China, Estados Unidos, Noruega, México, Eslovênia e Inglaterra.

Por meio do projeto “O Autor Perto da Gente”, do Sesi Cultura Paraná, Cristovão Tezza estará no Centro Cultural Sesi Heitor Stockler de França nesta quarta (27), às 14h30, para conversar sobre a sua trajetória pessoal e profissional, o impacto da literatura no contexto escolar e fora dele e o ofício do professor. A entrada é franca, mas com vagas limitadas. A inscrição deve ser feita pelo e-mail biblioteca@fiep.org.br

Serviço:
Sesi Cultura Paraná apresenta
Projeto” O Autor Perto da Gente” com Cristovão Tezza
Data: 27 de setembro
Horário: 14h30 
Local: Centro Cultural SESI Heitor Stockler De França
Endereço: Av. Mal. Floriano Peixoto, 458 – Centro de Curitiba
Entrada gratuita mediante inscrição em biblioteca@fiepr.org.br
Observação: Sujeito a lotação
Mais informações:
www.sesipr.com.br/cultura/ 
www.facebook.com/sesiculturapr/

SESI CULTURA
Foi em 2008 que a Regional Paraná do Serviço Social da Indústria inaugurou uma área especificamente dedicada ao desenvolvimento de ações culturais ancoradas nas diretrizes previstas na Declaração Universal dos Direitos do Homem, como a diversidade, a pluralidade e a autonomia. Desde então, o Sesi Cultura Paraná tem promovido o acesso à cultura com foco em programas de formação artística e cultural, investindo em processos criativos, formação de plateia para todas as linguagens e na formação e desenvolvimento cultural com vocação local. O Circuito Cultural Sesi, o Festival Sesi Música, os Núcleos Criativos do Sesi, o Zoom Cultural, os Programas Sesi Música, Sesi Arte, Sesi Audiovisual e Sesi Artes Cênicas são exemplos de programas desenvolvidos pela Gestão Cultural do Sesi. De 2008 até 2016, mais de 927 mil espectadores tiveram acesso à cultura por meio de cerca de 7,5 mil eventos realizados pelo Sesi Paraná. Todas essas ações sempre tiveram como objetivo o acesso ao bem cultural para o trabalhador da indústria, seus dependentes e para a comunidade de um forma geral, além da difusão da arte em todas as suas manifestações, valorizando a diversidade e a pluralidade do povo brasileiro. 

LER O MUNDO” ENCONTROS DE INCENTIVO À LEITURA

Projeto Histórias dos Quatro Ventos promove contações de histórias e rodas de leitura em escolas públicas do Paraná.

Todo mundo sabe que estimular o gosto pela leitura entre as crianças é fundamental, pois entre tantos benefícios desenvolve a criatividade, a memória, o aprendizado, o interesse por novas áreas do conhecimento, enriquece o vocabulário e desenvolve a escrita.

Mas, hoje esta tarefa, sem dúvida, está ainda mais desafiadora, pois o livro enfrenta grandes e fortes concorrentes, além da TV ele compete com os games, smartphones, tablets, redes sociais e internet. Foi pensando neste contexto que a Malasartes – Educação Sensível e a Travessia – Arte Educação se uniram em mais um projeto que visa driblar esta dificuldade promovendo encontros literários de incentivo à leitura. O projeto Histórias dos Quatro Ventos – Encontros de Incentivo à Leitura irá realizar, neste semestre, contações de histórias e rodas de leitura em escolas públicas de cinco municípios do Paraná: Itaperuçu, Rio Branco do Sul, Campo Magro, Piraquara e Fazenda Rio Grande. Ao todo serão 150 encontros literários de incentivo à leitura voltados para alunos com idade entre 8 e 12 anos.

(*Confira o cronograma das apresentações em Rio Branco do Sul abaixo).

. A mediação será feita pelos mediadores de leitura e contadores de histórias: Adriane Havro, Vinícius Mazzon, Michelle Peixoto e Luis Teixeira.“Este trabalho dá continuidade às ações de incentivo à leitura que já realizamos em parceria com o programa CURITIBA LÊ, criado em 2010 pela Fundação Cultural de Curitiba e reconhecido internacionalmente pela Unesco como exemplo de programa que contribui para a transformação social por meio da formação de leitores. Além disso, amplia nosso raio de atuação que também tem como objetivo a democratização do acesso a vivências artístico-culturais no âmbito da literatura”, conta o mediador de leitura e produtor Luis Teixeira, da Malasartes.

O projeto está sendo viabilizado pela Secretaria do Estado da Cultura, por meio do Edital PROFICE e conta com o apoio das empresas Copel e Beaulieu do Brasil.

Os encontros terão como foco a experiência do ouvir e ler contos tradicionais de várias culturas, compilados de publicações de reconhecidos autores que pesquisam e trabalham com o reconto. O repertório escolhido inclui nomes consagrados como: Ana Maria Machado, Ricardo Azevedo, Ítalo Calvino, Ernani Ssó, Ilan Brenman, Heloísa Prieto, Regina Machado, Rosane Pamplona.

“Ler não pode ser uma obrigação, deve ser um ato que proporcione, sobretudo, prazer, por isso nossas ações são bem lúdicas e estão apoiadas no diálogo e na diversão”, conta Adriane Havro da Malasartes.

Na opinião dos idealizadores do projeto o encontro da criança com a literatura precisa ir muito além do emprego do texto literário como pretexto para diferentes conteúdos curriculares. “Nossa intenção é que as crianças descubram como é fascinante reler estas histórias inúmeras vezes, histórias que são fruto da sabedoria popular acumulada há muitas décadas por gerações de narradores anônimos que nos deixaram esse rico patrimônio”, afirma Vinícius Mazzon da Travessia.

“Ao garantir todas as condições de acesso a crianças de escolas públicas, procuramos contribuir para o florescimento de uma sociedade mais justa e igualitária, com valores humanistas e fraternos, orgulhosa de sua cultura e identidade”, conclui Michelle Peixoto da Travessia.

Ações do projeto integram a programação do Mês da Literatura do Paraná promovido pela Secretaria de Estado da Cultura (SEEC) e a Biblioteca Pública do Paraná (BPP) de 24 de agosto a 29 de setembro.

CRONOGRAMA RIO BRANCO DO SUL-PR:
Contação de História – local: Museu Municipal. Obs.: Os alunos das escolas irão até lá.

25/09
EM Benjamin Constant (9h e 10h)
EM Jueli Costa Rosa Polonha (14h e 15h)

26/09
EM Victor de Oliveira Franco (9h, 10h e 14h)
ERM de Pernambuco / EM Prefeito Octávio (15h)

29/09
EM Maria Elisa Cruz (9h e 10h)
EM Prefeito Octávio Furquim (14h e 15h)

Roda de Leitura – local: nas escolas

25/09
EM Nilce Faria Elias (9h e 13h)

26/09
EM Vovó Brasília (9h20 e 13h30)

29/09
EM Jueli Costa Rosa Polonha (9h30)
EM Maria Elisa Cruz (13h30)

UM PASSARINHO ME CONTOU…

Foto: Lucas Rachinski

Visando o incentivo à leitura projeto leva para alunos e professores da rede pública de ensino de Curitiba sessões gratuitas de contação de histórias, rodas de leitura e oficinas.

“Os cientistas dizem que somos feitos de átomos, mas um passarinho me contou que somos feitos de histórias.”  (*Eduardo Galeano)

Sabe aquele ambiente simples, aconchegante que as antigas vovós criavam ao contar histórias para os netos? Pequenos sentados em roda no tapete, em torno da cadeira de balanço, encantados pela magia das palavras. É este o clima que a TRAVESSIA – ARTE E EDUCAÇÃO está levando para as Escolas da Rede Municipal de Ensino de Curitiba, Casas da Leitura e Instituições de Assistência Social com o projeto: UM PASSARINHO ME CONTOU.

O projeto que já passou pelas escolas municipais: João Cruciani, no Campo Comprido; Julio Moreira, no São Brás; e Mirazinha Braga, no Bom Retiro teve início em abril e segue até novembro. Até lá os contadores de histórias Michelle Peixoto e Vinícius Mazzon vão realizar 70 sessões de contação de histórias, 50 rodas de leitura para alunos do ensino fundamental e educação infantil, totalizando 120 apresentações GRATUITAS, além de oficinas também gratuitas para educadores e bibliotecários.

A próxima oficina, marcada para o dia 15 de setembro, “Contação de Histórias e Formação de Agentes de Leitura” será voltada para um grupo de agentes de leitura ligados aos Faróis do Saber de Curitiba.

Trata-se de um amplo e efetivo programa de incentivo à leitura e difusão literária. No repertório: contos da tradição oral brasileira, contos contemporâneos de literatura infanto-juvenil, temperados com canções, parlendas, quadrinhas e adivinhas.

Os textos escolhidos para este projeto são de autores consagrados e reúne o que há de melhor. “Nossa rica oralidade popular é uma porta de entrada privilegiada para a literatura escrita. Vários autores brasileiros, entre eles, Câmara Cascudo, Silvio Romero, Henriqueta Lisboa, Ana Maria Machado e Ricardo Azevedo, foram bem sucedidos ao lançar coletâneas de recontos populares. No Brasil, estas publicações edificaram a ponte entre a literatura oral e os livros, e é por esta ponte que desejamos transitar e servir de guia para os alunos e educadores beneficiados pelo projeto. Nosso foco é a relação entre oralidade, literatura, incentivo à leitura e cidadania”, explica Mazzon.

Ao final de cada sessão, os atores apresentam os livros que trazem as histórias narradas e outras sugestões de leitura. “De acordo com Câmara Cascudo, essas narrativas têm a dupla função de entreter e levar a uma discussão sobre a alma nacional. Através da apropriação dos contos tradicionais brasileiros se fortalece a identidade cultural e se ajuda a compor a memória da nação, e a memória é que nos permite desenvolver consciência e autoestima, bases fundamentais da cidadania”, acrescenta Mazzon.

Durante as rodas de leitura, os participantes terão em mãos uma cópia dos textos para poder acompanhar a leitura em voz alta realizada pelo mediador, além de ter a oportunidade de poder contribuir com sua leitura particular e experiência pessoal. A ideia, através das rodas, é criar um espaço para ouvir o outro e possibilitar o aprendizado de ler socialmente, criticamente e afetivamente.

“Um passarinho me contou pretende reatar o fio de histórias que vem tecendo a humanidade desde o começo dos tempos, costurando com ele asas compatíveis para as crianças de hoje alçarem voo seguro pelo universo literário. Esperamos que essas histórias ajudem a formar seres humanos que sejam mais do que um aglomerado de átomos, como diz Galeano*, mas que consigam dar rumo significativo ao seu futuro e ampliar os horizontes de seu presente”, conta Peixoto.

“Acreditamos que as experiências culturais que oferecemos a partir deste projeto servirão de alimento valioso também para os educadores, nossa intenção ao oferecer os cursos é contribuir com sua atuação profissional. Tais ações buscam tornar a escola pública um local de beleza, onde vigore uma educação sensível”, conclui.

Vinícius Mazzon e Michelle Peixoto vêm desenvolvendo projetos semelhantes a este em Curitiba e outros municípios do Paraná há sete anos, já tendo beneficiado mais de 30 mil crianças e adultos através da contação de histórias tradicionais, rodas de leitura, espetáculos teatrais e oficinas de capacitação para professores. Além da Travessia – Arte e Educação, Mazzon é integrante também da Associação Malasartes e do Trio Dedo de Prosa, com os quais já circulou com apresentações de teatro e narração de histórias por diversas regiões do país.

O atual projeto foi viabilizado por meio da LEI MUNICIPAL DE INCENTIVO À CULTURA e FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA e conta com o incentivo da COPEL e da BWT OPERADORA DE TURISMO.

Serviço:
Oficina:”Contação de Histórias e Formação de Agentes de Leitura”
Dia 15/09 (sexta), das 8h às 11h30 e das 13h às 16h30.
Local: Auditório do Setor de Orgânicos do Mercado Municipal
Endereço: Rua da Paz, 608 – Telefone(41) 3088-1403
Contato: Cris Coraiola – Gerência de Faróis do Saber e Bibliotecas.

CONCURSO NACIONAL NOVOS POETAS. PRÊMIO CNNP 2017

Estão abertas as inscrições para o Concurso Nacional Novos Poetas, Prêmio CNNP 2017.

Podem participar do concurso todos os brasileiros natos ou naturalizados, maiores de 16 anos.

Cada candidato pode inscrever-se com até dois poemas de sua autoria, com texto em língua portuguesa.

O tema é livre, assim como o gênero lírico escolhido. Serão 250 poemas classificados.

A classificação dos poemas resultará no livro, Prêmio CNNP 2017. Antologia Poética.

O certame está entre os mais destacados concursos literários da língua portuguesa.

A licença poética em pleno exercício, através do ineditismo da nova poesia em sua forma e conteúdo.

A poesia contemporânea, egressa do cotidiano, merecedora das condições de permanência entre o que há de melhor no patrimônio literário brasileiro.

Concurso literário e uma importante iniciativa de produção e distribuição cultural,

alcançando o grande público, escolas e faculdades.

Inscrições gratuitas

De 05 de junho a 05 de setembro de 2017 pelo site: www.cnnp.com.br

Realização: Vivara Editora Nacional
Apoio Cultural: Revista Universidade