RAÇUDAS: PEÇA ESTREIA EM CURITIBA E REFLETE SOBRE RAÇA, GÊNERO E PERTENCIMENTO NO BRASIL DE AGORA

A atriz Saravy faz investigação autobiográfica para estreia do espetáculo RAÇUDAS, de 13 a 23 de novembro na Alfaiataria com entrada gratuita. Foto: Isa LaNave.

A estreia nacional do solo da atriz Saravy acontece de 13 a 23 de novembro na Alfaiataria com entrada gratuita.

A atriz e artista sul-mato-grossense radicada em Curitiba, Saravy, apresenta RAÇUDAS, seu novo trabalho cênico em parceria com a diretora Sueli Araújo e a Pomeiro Gestão Cultural. O projeto nasce de uma investigação autobiográfica sobre o lugar da mulher negra indígena na sociedade brasileira contemporânea, explorando suas complexidades históricas e afetivas dentro de um país ainda marcado pelas contradições da colonização e da miscigenação. “Sou nascida e criada no MS, vim buscar uma formação aqui no sul do país (PR), morei na Costa Verde Fluminense, lá me aproximo dos quilombolas e dos caiçaras, fui reconhecendo minha racialização nos territórios brasileiros que morei, sigo construindo e identificando os diálogos raciais em nosso país”, conta a atriz.

Artista na encruza da racialidade brasileira, indígenafrodescendente, mestiça fronteiriça, cabocla, sertaneja, Saravy transforma a própria trajetória em matéria poética e política, fazendo de seu corpo um território de memória, escuta e resistência. RAÇUDAS é um solo com características de teatro-palestra, em que o documental e o autoficcional se misturam para criar uma cena em que arte e vida se confundem, abrindo espaço para reflexões sobre raça, gênero, território e pertencimento. “O espetáculo coloca em jogo vivências pessoais e coletivas sobre pertencimento racial no Brasil atual e estabelece um  espaço de diálogo direto com o público através de temas que cruzam ciência e sabedorias ancestrais”, explica a diretora.

A montagem marca também o reencontro artístico entre Saravy e Sueli Araújo, quinze anos após a última colaboração entre as duas criadoras. A direção potencializa a força da intérprete, construindo uma encenação que parte da escuta e do rigor, atravessada pela delicadeza e pela urgência do tema, uma ação artístico-política.

O espetáculo, RAÇUDAS é um processo expandido que articula formação, criação e difusão. O projeto é composto por oficinas e vivências sobre identidade racial conduzidas por Saravy com grupos de mulheres privadas de liberdade no Centro de Integração Social na região metropolitana de Curitiba, encontros gratuitos que atuaram como impulsos para as discussões de pertencimento racial. De acordo com Saravy, foram dessas trocas que o texto, o corpo e o gesto se nutriram para dar forma ao solo. “Adentrar o sistema prisional e construir diálogo sobre identidade de nação com as mulheres privadas de liberdade nos traz material e movimenta vontades para que o caminho deste trabalho teatral seja uma oficina/assembleia, uma troca sobre Brasil com o público”, revela Saravy.

A estreia nacional acontece em Curitiba, na Alfaiataria Espaço de Artes, entre 13 e 23 de novembro de 2025, com doze apresentações gratuitas, incluindo sessões com tradução em Libras e audiodescrição. Outro fator de destaque é a equipe criativa, que reúne profissionais do audiovisual e artes visuais como Laís Melo, Lidia Ueta, Isa LaNave e Uóshi; artistas das artes cênicas como Stéfani Belo, Nathan Gabriel e Jo Mistinguett.

O percurso de RAÇUDAS também ganhará registro em uma websérie homônima, com direção audiovisual de Lidia Ueta e edição de Ricardo Kenji, composta por oito episódios curtos a serem publicados gratuitamente no YouTube. A série acompanha os bastidores do processo de criação e revela os modos de fazer teatro em Curitiba, destacando o papel das mulheres na cena contemporânea e os caminhos de uma arte construída na partilha.

Mais que uma obra sobre identidade, RAÇUDAS é uma ação que reflete sobre pertencimento. O projeto ecoa o debate sobre raça e gênero no Brasil, onde, a presença de pessoas negras e indígena na cena, amplia  ações contracolonial e decolonial do país. Saravy propõe um gesto de coragem e sensibilidade: olhar para si como modo de compreender o coletivo.

Com produção da Pomeiro Gestão Cultural, referência na execução, administração e produção de projetos que provocam debates sociais e coletivos, RAÇUDAS é, ao mesmo tempo, espelho e travessia,  um solo que nasce do corpo e da memória para existir no encontro com o outro. O projeto é realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba, com incentivo da Bosch.

Serviço:
Espetáculo RAÇUDAS
Datas: 13 a 23 de novembro (Quinta a domingo, às 19h30 | Sábados e domingos também com sessões às 16h)
Sessões com Libras aos sábados às 16h.
Sessões com audiodescrição no sábado (22) às 16h.
Local: Alfaiataria Espaço de Artes (Rua Riachuelo, 274, centro de Curitiba)
Ingressos: Gratuitos (Retirar uma hora antes na bilheteria)

Ficha Técnica:
Idealização, Dramaturgia e Atuação: Saravy
Direção e Dramaturgia: Sueli Araujo
Cenografia: Laís Melo
Figurino e Visagismo: Stéfani Belo e Matheus & Matheyas
Iluminação: Nathan Gabriel
Trilha Original: Jo Mistinguett
Criação Audiovisual: Lidia Ueta
Cenotécnica: Fabiano Hoffmann
Direção de Produção: Igor Augustho | Pomeiro
Produção Executiva: Rebeca Forbeck | Pomeiro
Assistentes de Produção: Hanon Arthur e Pedro Oliveira | Pomeiro
Financeiro: Ivanes Mattos | Pomeiro
Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo
Assessoria em Redes Sociais: Gabriela Berbert
Design Gráfico: Uoshi
Fotografias e Colagens: Isa LaNave
Tradução para Libras: TAÉ – Libras e Cultura
Audiodescrição: ELAS A.D (Helena de Jorge Portela e Joselba Fonseca)
Realização: Ópera de Pequi Produções
Realização e Produção: Pomeiro Gestão Cultural

Informações adicionais:

Sobre Saravy:
Nascida em Campo Grande (MS) e radicada em Curitiba (PR), Saravy é atriz, roteirista, diretora e arte-educadora popular. Com atuação destacada no teatro e no audiovisual, desenvolve projetos artísticos e formativos integrando arte, educação e direitos humanos. Em 2025, estreia seu primeiro solo, Raçudas, em parceria com a Pomeiro Gestão Cultural. No cinema, protagoniza filmes como Nó (Grafo Audiovisual) que em 2025 recebeu  três kikitos do Festival de Gramado e prêmio de melhor filme no Festival Bravo em Los Angeles, A Felicidade das Coisas (Filmes de Plástico), A Caverna e Sereia (ambos da Beija-Flor Filmes), entre outras produções de longas metragens, curtas, séries, e, televisão com exibições no Brasil e pelo mundo. Reconhecida por sua força interpretativa e engajamento artístico em narrativas de sensibilidade e potência social, Saravy recebeu diversos prêmios em festivais nacionais, entre eles, Brasília, Guarnicê, Curta Taquary e Aruanda.

Sobre Sueli Araújo: é encenadora, dramaturga e roteirista e uma das fundadoras da CiaSenhas de Teatro de Curitiba. Suas produções artísticas procuram estabelecer diálogo crítico e amoroso com demandas sociais, históricas e memórias envolvendo a sociedade brasileira. A trajetória inclui publicações, curadorias e mentorias de processos criativos de grupos e artistas da cena.

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

ETRUSKA WATERS EM O TOMBAMENTO DA REPUBLIQUETA (COMPLETO)


Obs.: precisa estar logado no Youtube para assistir, Vídeo com restrição de idade (solicitada pelo usuário que fez o envio)

Uma homenagem ao cinema marginal brasileiro. Um falso trailer para um filme fictício sobre Etruska Waters: uma drag queen xamânica, repulsiva e super-queer fazendo justiça social. Abandonada por sua mãe e em seguida raptada, a protagonista-dragqueen Etruska Waters, após anos, volta para se vingar. Em seu retorno a cidade que agora se tornou uma republiqueta, vê-se com uma missão: um golpe de tombamento da nação foi consumado e ela precisa salvar sua pele e a de outras viadas. Horrendas e guerreiras no melhor estilo Waters, formam seu exército queer e seguem na missão de destruir a republiqueta. Permeada de ironia e sarcasmo, a história épica e marginal é narrada ao estilo radiofônico, no formato de falso trailer, tendo como referência o “cinema de invenção”, em especial o trailer de O Bandido Da Luz Vermelha.

2017  – 13º Festival Internacional de Cinema Super-8 de Curitiba, seleção oficial.  Caixa Cultural  Curitiba – PR. 

2019 – 27o Mix Brazil Festival for a Culture of Diversity, official selection Program: Dystopya Brazil – Brazilian Shorts São Paulo, Brazil

Argumento: Stéfano Belo e Thiago Bezerra Benites
Estrelando: Stéfano Belo como Etruska Waters
Produção: Pomeiro Filmes
Co-produção: Selvática Ações Artísticas
Elenco: Leonarda Glück, Ricardo Nolasco, Simone Magalhães, Leo Bardo, Má Ribeiro, Matheus Henrique, Victor Hugo, Jo Mistinguett, Gal Freire
Direção e roteiro: Thiago Bezerra Benites
Assistente de Direção: Nico Loiola
Direção de Fotografia: Marcos Serafim e Thiago Bezerra Benites
Produtor e Diretor de Produção: Igor Augustho
Direção de Arte: Gabriella Olivo
Maquiagem e Cabelo: Amali Mussi
Montagem: Marcos Serafim e Thiago Bezerra Benites
Assistentes de Arte: Alisson Nepomuceno e Gal Freire
Assistente de Produção: Nathalia Garcia
Distribuição: Nico Loiola
Stills: Graziela Braz Camilo
Sonoplastia: Jo Mistinguett

JO MISTINGUETT APRESENTA “TECHNO MUNDO – SESSÕES AO VIVO” EM CURITIBA

Na foto de Cibelle Gaidus, Jo Mistinguett e Strangepeo, a dupla se prepara para a experiência musical de Techno Mundo – sessões ao vivo que acontece de 2 a 11 de outubro na Casa Quatro Ventos.

Seis apresentações gratuitas unem música eletrônica brasileira, arte visual em 3D e inteligência artificial na Casa Quatro Ventos.

A casa Quatro Ventos em Curitiba recebe, entre os dias 2 e 11 de outubro, uma experiência sonora e visual inédita com a multiartista Jo Mistinguett. Após o lançamento digital do álbum TECHNO MUNDO, a artista traz agora ao palco o projeto “TECHNO MUNDO – sessões ao vivo”, com seis apresentações gratuitas. Durante as performances o público vai mergulhar na Música Eletrônica Brasileira (MEB) com uma abordagem tecnológica e sensorial.

A proposta é transformar o álbum lançado em maio de 2024, em uma imersão multimídia que une MEB, visualizações em 3D e Inteligência Artificial. Em cada sessão, o público vai vivenciar performances únicas que misturam som, imagem e tecnologia ao vivo. Durante as apresentações, Jo Mistinguett vai remixar ao vivo as faixas do EP TECHNO MUNDO, cortando, editando, cantando e aplicando efeitos em tempo real. Ao seu lado, Strangepeo, artista visual que vai comandar a criação de imagens 3D e projeções operadas ao vivo, integrando arte digital à performance musical.

Mais do que um espetáculo, “TECHNO MUNDO – sessões ao vivo” é uma celebração da diversidade, da arte brasileira e da potência tecnológica na criação artística. Para Jo Mistinguett, é através do olhar contemporâneo que o projeto reforça o protagonismo de artistas lgbtqiapn+ e propõe novas formas de expressão e ocupação cultural. “TECHNO MUNDO é a indústria tecnológica, é o ritmar das máquinas no calor tropical. O mundo Brasil, onde a dança vem aos prantos em meio ao eterno ressurgir da fênix”, enfatiza. 

Uma das apresentações será gravada e disponibilizada com legendas no canal do YouTube da artista, garantindo acesso gratuito e inclusivo ao conteúdo.

Como parte da iniciativa, o projeto inclui a oficina gratuita “Escaneando o Mundo – Curso de Introdução ao Escaneamento 3D”. Ministrada por Strangepeo, com duração de 4 horas e acesso gratuito, a oficina vai ser realizada no Estúdio Riachuelo, para 30 pessoas, com tradução em Libras, além da concessão de cinco bolsas-auxílio para transporte e alimentação, priorizando mulheres e pessoas lgbtqiapn+.

Sobre TECHNO MUNDO, um EP de MEB (Música Eletrônica Brasileira) com 3 faixas sonoras da multiartista Jo Mistinguett lançado em Maio de 2024 nas plataformas de streaming. Estilos musicais se misturam, renovam e desafiam fronteiras extrapolando limites estéticos-sonoros.

Sobre artistas

Jo Mistinguett é sonoplasta, produtora musical, trilheira, performer, DJ, pesquisadora de novas tecnologias, percepções e experimentações sonoras e artista visual. Colaborou, produziu e participou de diversos projetos artísticos e musicais. Lançou 1 álbum, 7 EPs, 3 singles e 5 remixes, assim como o disco de vinil “Apokalipse Now”. Ganhadora do Prêmio London Burning em 2007,   do Prêmio Aldir Blanc – Reconhecimento de Trajetória LGBTQIA+ Paraná em 2020 e da Quadrienal de Praga 2023 com o Prêmio “Melhor Trabalho em Equipe”.

Sobre Strangepeo é produtore audiovisual e artista. Começou a trabalhar com fotografia em 2013, e transitou nas áreas de produção de vídeo, música e VJ. Uma persona que nasceu em meio às raves e o estranhamento. Seu projeto consiste em mixar diferentes áreas do audiovisual para criar um mundo fantástico focado em 3D, música e moda, inspirados pela exploração de expressão à partir da perspectiva da cultura Queer e que podem ser colecionados como NFT.

Serviço:
TECHNO MUNDO – sessões ao vivo
Dias: 2, 3, 4, 9, 10 e 11 de outubro de 2025
Horário: 20h
Local: Casa Quatro Ventos (Rua da Paz, 51,  Centro, Curitiba – PR)
Ingresso: Gratuito (lugares limitados)

Escaneando o Mundo – Curso de Introdução ao Escaneamento 3D
Data: 08/11/2025
Horário: 14h às 18h
Local: Estúdio Riachuelo (Rua Riachuelo, 407)
Inscrições gratuitas: @jomistinguett 

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

THE MANGO TREE, NOVA COMÉDIA DE LEONARDA GLÜCK, ESTREIA EM CURITIBA E FLERTA COM O TEATRO DO ABSURDO

Flávia Imirene, Saravy e Katia Horn protagonizam nova comédia de Leonarda Glück. Foto: Vitor Dias.

O espetáculo traz, numa irreverente montagem, diferentes arquétipos do feminino em três personagens que se encontram para uma festa e cumpre curta temporada gratuita no Teatro José Maria Santos, em Curitiba.

De 5 a 22 de setembro o palco do Teatro José Maria Santos vai receber a temporada de estreia de The Mango Tree (em português A Árvore de Manga), uma comédia escrita e dirigida por Leonarda Glück que trata sobre os ideais e estereótipos do feminino na sociedade contemporânea e no imaginário popular. Através do humor, da ironia e do deboche, a criação – produzida pela Pomeiro Gestão Cultural – provoca questões acerca da presença da mulher nos dias atuais.

A trama é protagonizada por três mulheres com diferentes personalidades: uma escritora decadente, uma aspirante a atriz de Hollywood e uma ex-atriz pornô cleptomaníaca. Elas se encontram para uma festa que nunca acontece. Interpretadas por Flávia Imirene, Katia Horn e Saravy, as personagens retomam memórias do passado enquanto protegem um pomar onde há um grande pé de mangas.

Com forte inspiração no teatro do absurdo, em especial Eugène Ionesco e o brasileiro Qorpo Santo, o texto foi originalmente escrito por Glück em 2004 e agora, 20 anos depois, a dramaturga retoma o material e lhe dá nova roupagem, fazendo referência à cultura pop dos anos 1990 e também dos dias de hoje. Para Leonarda, a situação mundial é a maior referência à proposta da peça The Mango Tree: “O teatro do absurdo acabou ignorado no decorrer da história teatral, e eu acredito que não há nada mais absurdo que os dias atuais, que são um prato cheio para a dramaturgia nacional”, revela.

A visualidade da peça foi concebida a partir das cores e tonalidades das mangas – o laranja, o verde e o roxo. Na composição do espetáculo uma equipe criativa de peso, com cenário e figurinos seguindo a mesma proposta de cores como resultado de diálogo profundo entre a cenógrafa Guenia Lemos e as figurinistas Fabianna Pescara e Renata Skrobot. Somam-se ainda a artista Jo Mistinguett, na criação da trilha original, e os iluminadores Nadja Naira e Wagner Corrêa. A direção de movimento fica por conta de Katia Drumond.

A montagem integra o projeto Dramaturgia TransCuritibana, uma parceria entre a artista Leonarda Glück e a Pomeiro Gestão Cultural, que visa fomentar a presença de pessoas trans no cenário teatral e dramatúrgico de Curitiba. O projeto contempla ainda um laboratório de dramaturgia para pessoas trans, leituras públicas e a publicação de um e-book com trechos dos textos produzidos pelos participantes. A iniciativa é viabilizada com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura de Curitiba e tem o incentivo do Ebanx.

SINOPSE:
Uma escritora decadente, que é praticante de sadomasoquismo nas horas vagas, uma aspirante a atriz de Hollywood interiorana e uma ex-atriz pornô cleptomaníaca se encontram para uma festa que não acontece. Canções, rixas e suspiros do passado vêm à tona e expõem as forças e fragilidades da mulher contemporânea em um mundo caótico que as atormenta. Nos preparativos para essa celebração que jamais ocorrerá, é entre inspirações, martinis e revistas de fofoca que rememoram as agruras e os prazeres dos dias de outrora e brindam, ainda, aos que virão.

FICHA TÉCNICA
Texto e Direção: Leonarda Glück
Elenco: Flávia Imirene, Katia Horn e Saravy
Direção de Movimento: Katia Drumond
Cenografia: Guenia Lemos
Figurinos: Fabianna Pescara e Renata Skrobot
Trilha Original e Operação de Som: Jo Mistinguett
Iluminação e Operação de Luz: Nadja Naira e Wagner Corrêa
Costureira: Rose Matias
Cenotécnico: Fabiano Hoffmann
Técnico de Som: GuiMiudo
Direção de Produção: Igor Augustho
Produção Executiva: Rebeca Forbeck
Estagiários de Produção: Ayesla Fabian, Isac Kempe e Luciano França
Designer Gráfica e Identidade Visual: Adriana Alegria
Fotografias: Vitor Dias
Videomaker: Eduardo Ramos
Maquiagem Ensaio Fotográfico: Kenia Coqueiro
Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo
Estratégia Digital e Vídeo Creator: Gabriela Berbert
Intérprete de Libras: Talita Grünhagen
Captação de Recursos: Meire Abe
Realização e Produção: Pomeiro Gestão Cultural

SERVIÇO:
THE MANGO TREE – Comédia
Temporada de 5 a 22 de setembro.
Quarta a sexta às 20h. Sábados às 16h e 20h. Domingos 16h e 19h.
Teatro José Maria Santos (Rua Treze de Maio, 655 – Centro).
Ingressos Gratuitos, retirada a partir de 1 hora antes no teatro.
Classificação: 16 Anos I Sujeito à lotação.

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

ISSO É UM CONVITE, UMA CONVOCATÓRIA, UM CHAMAMENTO ABERTO QUE CELEBRA A PRIMEIRA DÉCADA DE ATIVIDADES DA CASA SELVÁTICA!

Selva aberta
Há dez anos a Casa Selvática existe em Curitiba com um espaço in-disciplinar, de convivência e festivo. Sabemos da importância desse espaço para a cidade e, por isso, queremos pensar um gestão compartilhada para que a coisa siga existindo.

Este espaço é sonho conjunto, plataforma para ser transformada em seu uso, loucura para ser compartilhada, obra aberta, in process, transgressora e pulsante. Neste momento, entendendo nosso caminho até aqui, abrimos casa e coração: queremos nos relacionar com mais artistas, coletivos, propostas e repensar a forma de residir na Casa Selvática, encontrando novas parcerias e projetos de ocupação e insistência do sobrado mais amado do underground, na capital mais fria do país.

Convidamos
Pessoas artistas, produtoras, agitadoras, ativistas e quem mais esteja a fim de pensar, ser e fazer a Selvática para colar junto!

Venha, ocupe a Selvática com seus desejos, ideias e utopias!

Tragam
Suas propostas de ocupação da casa com oficinas, debates, encontros, apresentações, ensaios, investigações, grupos de pesquisa, possibilidades para criação de mundos e lançamentos de livros e filmes.

Agito
Para começarmos a movimentação de interessades neste novo momento, convidamos todes que desejam integrar as discussões e a vida selvática para um encontro afetuoso e cheio de amor onde compartilharemos espaço, ideias e projetos para a nossa casa.

Abrimos as portas! Venha junto e refloreste a Selva conosco!

Serviço:
Data: 19 de abril, às 18:30!
Local: Casa Selvática: R. Nunes Machado, 950, Rebouças, Curitiba-PR.
Instagram: www.instagram.com/selvaticaoficial/
Site: www.selvatica.art.br/
Fonte: Selvática

AS MULTI ARTISTAS CURITIBANAS HELEN KALISKI E JO MISTINGUETT LANÇAM O FANZINE ELETRÔNICO MULTIARTE EM FORMATO DE WEBSITE INTITULADO FEIJOADA DA MEIA NOITE

O trabalho é uma reunião de recortes, colagens, sons, imagens, vídeos, fotografias, textos e até mesmo bastidores do contexto de lésbicas, bissexuais e travestigeneres na pandemia no Brasil

Feijoada da Meia Noite é um fanzine eletrônico multiarte em formato de website que cria brechas para difundir arte sapatão. Com trabalhos das artistas Helen Kaliski e Jo Mistinguett, o projeto apresenta obras criadas no período pandêmico e trabalhos inéditos das artistas.

Recortes, colagens, sons, imagens, vídeos, fotografias, textos e até mesmo bastidores do contexto de LBTs na pandemia no Brasil atual – momento em lésbicas, bissexuais e travestigeneres (sigla citada no texto acima), assumidas como tais, produziram arte e ideias.

O lançamento acontece em cinco dias. Na quarta feira, 06 de abril de 2022, o fanzine eletrônico ‘Feijoada da Meia Noite – Açougue de Pequenos Prazeres & Renúncia – A Saga’ faz sua estreia na web. O endereço é: www.feijoadameianoite.art. O fanzine também conta com algumas ações inéditas como live performances, vídeos e bate-papo com convidades.

Na sexta, 08 de abril de 2022, Live Performance ‘Feijoada da Meia Noite’ com Helen Kaliski e Jo Mistinguett (através do Youtube e das redes sociais das artistas @helenkaliski @jomistinguett). Live transmissão performática onde as artistas preparam uma refeição e depois entregam marmitas para os espectadores.

No sábado, 09 de abril de 2022, Bate-papo ‘LBTs – Arte, Trabalho e Pandemia’ com a participação de Andreia Lais Cantelli (Professora de História e Metodologia do Ensino. Pesquisadora em Gênero e Diversidade na Educação. Ativista LGBT; Movimento de Travestis e Transexuais e dos Direitos Humanos brasileiros. Fundadora e Ex-presidente do IBTE – Instituto brasileiro Trans de Educação.) e Ísis (elu) é sapatão não-binárie, proletárie nas horas vagas, artista em tempo integral. desenha, escreve, traduz, pesquisa, edita y faz-de-um-tudo. toca a editora independente de escritos dissidentes @machorraedicoes.

No domingo, 10 de abril de 2022, Live Performance Renúncia – A Saga de Jo Mistinguett (no Youtube e rede social da artista @jomistinguett). Uma jam eletrônica sonora onde Jo cria uma narrativa ficcional de seu cotidiano.

Na quarta feira, 13 de abril de 2022, lançamento vídeo Açougue de Pequenos Prazeres a partir do conto O Poço de Helen Kaliski através do site
www.feijoadameianoite.art

Sobre as artistas

Helen Kaliski

Helen Kaliski é sapatão não-binarie. Escritora, performer, produtora, tradutora, professora e artista visual. É formada em Ciências Sociais pela UFPR. Transita por entre a ficção científica e a distopia que vive. Saiba mais sobre a artista: https://linktr.ee/helenkaliski

Jo Mistinguett

Jo Mistinguett é multiartista sapatão, DJ, sonoplasta, produtora musical, performer e artista visual. Ganhou o Prêmio Aldir Blanc de Reconhecimento de Trajetória LGBTQIA+ 2020 no Paraná. Saiba mais sobre a artista: https://linktr.ee/jomistinguett

Serviço:
Lançamento fanzine eletrônico ‘Feijoada da Meia Noite – Açougue de Pequenos Prazeres & Renúncia – A Saga’
www.feijoadameianoite.art

Lançamento: 06 de abril de 2022

08 de abril de 2022 – Live Performance ‘Feijoada da Meia Noite’ com Helen Kaliski e Jo Mistinguett (através do Youtube e das redes sociais das artistas @helenkaliski @jomistinguett)

11 de abril de 2022 – Bate-papo ‘LBTs – Arte, Trabalho e Pandemia’ com a participação de Andreia Lais Cantelli (Professora de História e Metodologia do Ensino. Pesquisadora em Gênero e Diversidade na Educação. Ativista LGBT; Movimento de Travestis e Transexuais e dos Direitos Humanos brasileiros. Fundadora e Ex-presidente do IBTE – Instituto brasileiro Trans de Educação.) e ísis (elu) é sapatão não-binárie, proletárie nas horas vagas, artista em tempo integral. desenha, escreve, traduz, pesquisa, edita y faz-de-um-tudo. toca a editora independente de escritos dissidentes @machorraedicoes.

12 de abril de 2022 – Live Performance Renúncia – A Saga de Jo Mistinguett (no Youtube e rede social da artista @jomistinguett)

13 de abril de 2022 – Lançamento vídeo Açougue de Pequenos Prazeres a partir do conto O Poço de Helen Kaliski através do site www.feijoadameianoite.art

“TRAVA BRUTA”, SOLO DE LEONARDA GLÜCK SOBRE A VIVÊNCIA DA SUA TRANSEXUALIDADE NA REALIDADE BRASILEIRA, CHEGA A 30ª EDIÇÃO DO FESTIVAL DE TEATRO DE CURITIBA

Trava Bruta – Leonarda Glück – Foto Alessandra Haro.

Espetáculo estreou em São Paulo em dezembro de 2021 e marca os 25 anos de carreira da artista Leonarda Glück, que teve trabalhos apresentados em países da Europa e da América Latina

Após realizar estreia nacional na cidade de São Paulo e cumprir temporadas presencial e online no Centro Cultural São Paulo, o espetáculo “Trava Bruta”, solo escrito e encenado por Leonarda Glück com direção de Gustavo Bitencourt, faz duas únicas apresentações gratuitas no Festival de Teatro de Curitiba, dias 5 e 6 de abril, às 19h, em NOVO LOCAL, agora no Mini Guaíra, Rua Amintas de Barros, s/nº, centro de Curitiba. A entrada é gratuita e os ingressos começam a ser distribuídos às 18h, no teatro mesmo.

“Trava Bruta” é um manifesto que parte da experiência transexual da própria Glück para propor uma ponte e um embate entre o contexto artístico e a atual conjuntura política e social brasileira no que se refere ao campo da sexualidade. O trabalho marca as comemorações de 25 anos de carreira da artista e também o seu reencontro com o diretor Gustavo Bitencourt. Juntos os dois já desenvolveram criações em performance, dança e teatro, com destaque para Valsa Nº 6, montagem do texto de Nelson Rodrigues premiada pela Funarte em 2012, na ocasião do centenário do autor.

Leonarda, que hoje mora na capital paulista, começou a escrever o texto ainda em Curitiba, sua cidade de origem, onde fundou importantes coletivos do cenário teatral nacional como a Companhia Silenciosa e a Selvática Ações Artísticas. Seus trabalhos tratam de diversas temáticas, e já foram apresentados em vários países da Europa e América Latina, mas esta é a primeira vez em que a artista dedica uma criação exclusivamente à transexualidade: “Me veio uma possível angústia repentina de talvez não ter conseguido em outro momento antes escrever tão intimamente sobre o assunto da transexualidade, e seus efeitos na minha mente e na vida social da qual faço parte”, diz Leonarda.

Sobre o processo de direção do espetáculo, Gustavo Bitencourt conta que percebeu o quanto o texto fala de vivências que dizem respeito a todos, e não somente às relacionadas a transexualidade no Brasil: “É importante que a gente olhe tanto para o que tem de específico nesse contexto do qual ela fala, quanto para onde essa história se conecta com outras tantas”. Partindo daí, ele entendeu o texto de “Trava Bruta” como uma auto-ficção, gênero literário e teatral que combina autobiografia com ficção.

Leonarda e Gustavo, então, se encontraram no conceito, como nos diz o diretor: “Ficção que é o que eu pesquiso, é a minha profissão  – como drag queen, que é o que eu faço da vida há 12 anos – e é uma necessidade básica de qualquer ser humano. Humano precisa de ficção pra viver, e em diferentes medidas, com diferentes graus de comprometimento e de risco, todo mundo vai dando um jeito de concretizar”, destaca.

Para Gustavo, o ponto chave da ideia no trabalho encontra-se no fato de que “algumas ficções são permitidas e outras não. Quando se trata de gênero, as pessoas tendem a ficar muito assustadas”. Leonarda complementa: “chego aqui com a certeza de que o herói macho branco, heterossexual, cristão e suas ideias precisam urgentemente ser substituídos, trocados ou mesmo revisitados por outros ângulos. Estão chatos. De alguns eu ainda gosto muito, mas estão chatos.”

A participação de Leonarda, Gustavo e da Pomeiro no Festival marca, também, o retorno dos artistas à cidade: por muitos anos os três integraram eventos variados dentro do Festival (como o Fringe, a Mostra Oficial, a Mostra Novos Repertórios, a Curitiba Mostra e outras). Embora suas obras mais recentes tenham estreado em outros municípios do país nos últimos anos, boa parte de suas trajetórias foi consolidada em Curitiba.

O espetáculo chega à capital paranaense integrando a edição comemorativa de 30 anos do Festival de Curitiba, dentro do Interlocuções,  uma das ações do evento, a convite da curadoria de Giovana Soar e Celso Curi.

Sobre os artistas:
Leonarda Glück é atriz, dramaturga e diretora curitibana radicada em São Paulo. Co-fundadora da Companhia Silenciosa e do Coletivo Selvática. Graduada em Direção Teatral pela Faculdade de Artes do Paraná (FAP). Tem mais de vinte textos encenados por diferentes grupos, companhias e artistas brasileiros e internacionais de diversas linguagens artísticas. Publicou A Perfodrama de Leonarda Glück – Literaturas Dramáticas de Uma Mulher (Trans) de Teatro, coletânea com seis textos teatrais. Para maiores informações acesse www.leonardagluck.com

Gustavo Bitencourt é diletante profissional, nascido e residente em Curitiba, Paraná. Estudou Letras na UFPR. Atua em diversos campos artísticos e tem na indisciplinaridade uma das principais características de seu trabalho. Trabalha como ilustrador, designer gráfico, redator e tradutor, performer, ator, diretor de teatro, drag queen, crítico de arte e já compôs trilhas para teatro, dança e vídeo.

SERVIÇO
TRAVA BRUTA.
Dias 5 e 6 de abril, às 19h.
Mini Guaíra, Rua Amintas de Barros, s/nº, centro de Curitiba.
A entrada é gratuita e os ingressos começam a ser distribuídos às 18h, no próprio teatro.
18 Anos, 70 Minutos.

FICHA TÉCNICA
Criação, texto e interpretação: Leonarda Glück
Direção: Gustavo Bitencourt
Direção de produção: Igor Augustho
Trilha original: Jo Mistinguett
Luz: Wagner Antônio
Assistente de iluminação: Dimitri Luppi
Criação em vídeo e projeções: Ricardo Kenji
Figurino: Fabianna Pescara e Renata Skrobot
Fotografias: Alessandra Haro
Assessoria de imprensa São Paulo: Pombo Correio
Assessoria de imprensa Curitiba: Platea Comunicação e Arte
Realização e produção: Pomeiro Gestão Cultural

TRAVA BRUTA COM LEONARDA GLÜCK

Trava Bruta – Leonarda Glück – Foto Alessandra Haro.

Trava Bruta é um manifesto que parte da experiência transexual da autora Leonarda Glück para propor uma ponte e um embate entre o contexto artístico e a conjuntura política e social brasileira atuais no que se refere ao campo da sexualidade. O texto é também uma espécie de vertiginoso poema cuja principal metáfora reúne o ato de bloquear e impedir a livre movimentação com a capacidade de brutalidade da natureza humana, sua violência e sua incivilidade. Como é experimentar um corpo que provoca um misto de repulsa e desejo a um só tempo? O que tem a cultura a ver com a transexualidade? Como é ser uma artista trans no Brasil de 2022? Resposta não há, mas ainda há a poesia. E, mesmo que alquebrado, ainda há o teatro.

Criação, texto e interpretação de Leonarda Glück e direção de Gustavo Bitencourt (aka @dalvinhab). Em NOVO LOCAL, agora no Mini Guaíra, Rua Amintas de Barros, s/nº, centro de Curitiba, centro de Curitiba, dias 05 e 06 de abril, às 19 horas. ENTRADA FRANCA.

SERVIÇO
TRAVA BRUTA.
Dias 5 e 6 de abril, às 19h.
Mini Guaíra, Rua Amintas de Barros, s/nº, centro de Curitiba.
A entrada é gratuita e os ingressos começam a ser distribuídos às 18h, no próprio teatro.
18 Anos, 70 Minutos.

Ficha Técnica:
– Criação, texto e interpretação: Leonarda Glück
– Direção: Gustavo Bitencourt
– Direção de produção: Igor Augustho
– Trilha original: Jo Mistinguett
– Luz: Wagner Antônio
– Assistente de iluminação: Dimitri Luppi
– Criação em vídeo e projeções: Ricardo Kenji
– Figurino: Fabianna Pescara e Renata Skrobot
– Fotografias: Alessandra Haro
– Realização e produção: Pomeiro Gestão Cultural

JO MISTINGUETT FAZ LIVE PARA LANÇAR “DESTROY THE MUSIC – DYKES”

Jo Mistinguett – Apokalipse Now. Foto por Helen Kaliski

A artista curitibana apresenta o trabalho multimídia que faz referências ao lesbofeminismo e convida as artistas Gisele Dias aka DJ Elle e Carol Shimeji

A multiartista Jo Mistinguett faz uma live no dia 18 de dezembro de 2020 às 20 horas para lançar o single-video arte intitulado de “Destroy The Music – Dykes”. Ela se junta a Carol Shimeji e Gisele Dias Aka DJ Elle. A entrada é gratuita. O link da exibição vai ser exibido no Instagram de Jo Mistinguett – www.instagram.com/jomistinguett – no dia do evento.

O vídeo single foi lançado no dia 4 de dezembro e tem concepção, composição, performance e edição de autoria de Jo Mistinguett, as imagens e interlocução, de Helen Kaliski e a máscara, de Sílvia da Silva e Lua Castilho. Assista ao video clipe:


O trabalho é uma sequência de seu EP Apokalipse Now, de agosto de 2020. “Em Apokalipse Now surgiram algumas reflexões em minha cabeça sobre destruir o que entendemos por música. Acredito na destruição como possibilidade de se construir algo novo”, explica a autora, “e convoco a outras sapatão fazerem o mesmo”. Com referências ao atual contexto social e político do país, o projeto é todo composto por faixas e vídeos produzidos, mixados, gravados e editados por ela em sua casa.

Há 16 anos na cena curitibana atuando como produtora musical, performer, DJ, sonoplasta, compositora de trilhas sonoras originais e pesquisadora de novas tecnologias e novas percepções e experimentações sonoras, Jo se desenvolve em diferentes contextos artísticos. Entre seus trabalhos mais recentes realiza a jam eletrônica, Fenda Profana, em parceria com a artista Gisele Dias e o núcleo de pesquisa e ações em arte lésbica, SAPATARIA, ao lado de Daniele Cristyne e Helen Kaliski. Participou no Festival Motomix The Rokr Festival em 2006 e 2007. Em 2009, a música Girls Speak Louder em parceria com o produtor francês Costello atingiu o topo das listas em portais de DJS como Beatport e Juno Download. Realizou duas turnês na Europa de maneira independente, é co-fundadora da matilha Horrorosas Desprezíveis, com a qual participou do Festival Psicodália em 2019, integra o coletivo Casa Selvática.

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CAROL SHIMEJI é diretora de arte , ilustradora, animadora e vj, atuante na área desde de 1999. Formada em Design Digital pela Universidade Anhembi Morumbi (2003). Realizações artísticas nas áreas de artes visuais/digitais e musicais. Exemplos: animação de abertura da Comic Con Experience (CCXP), o maior evento de cultura pop do Brasil – cliente: HBO Brasil. Ilustração e animação para o festival Satélite 061 (Brasília). Animação “Casal Neura” – cliente: MTV Brasil. Direção de arte para espetáculos musicais como: “Caixa de Memória Nelson Gonçalves 100 anos, na voz de Criolo” – Sesc Pinheiros, 2019. “Eterno Retorno a Mais de Mil, Pepeu Gomes” – Sesc Pompeia, 2019. “Festival Comida de Verdade” – Ocupação 9 de Julho, 2019. “Gero Camilo Canta Belchior”- Caixa Cultural São Paulo, 2018. “África Brasil 40 anos com Jorge Du Peixe, BNegão, Xênia França, Russo Passapusso e Nayra Costa”- Sesc Pinheiros, 2016 e outros. Além da produção de videoclipes para artistas como: Marcia Castro feat. Mayra Andrade, Selvagens à Procura de Lei, Orquestra Jabaquara, Miranda Kassin e outros.

www.youtube.com/perfixduo 

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GISELE DIAS (A.K.A. ELLE) é Dj, produtora, atriz, cantora, locutora, dubladora e performer. Suas primeiras experiências como Dj foram tocando black music em campeonatos de surf e skate em Santos – SP. Ainda em 2004 passou a tocar house, progressive house e electro em várias casas noturnas no estado de São Paulo (Santos, Baixada Santista e Guarulhos). Foi 2 vezes Dj convidada da Rádio Jovem Pan de Santos para fazer sets ao vivo. Em 2008 mudou-se definitivamente para Curitiba e tocou em vários clubes e também foi Dj residente do Vox Bar de 2008 à 2017. Produtora da Festa Cabarelle Burlesco desde 2013. Em 2019 iniciou a jam eletro-acústica “Fenda Profana” com a Dj e produtora Jo Misttinguett que através de CDjs, toca-discos, mixers, sintetizadores, efeitos, drum machines e outros equipamentos eletrônicos, sons mecânicos industriais feitos com objetos inusitados, ruídos e beats feitos com colagens instantâneas performados ao vivo pelas próprias artistas – criam uma atmosfera experimental de múltiplas percepções e estilos musicais.

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www.facebook.com/giseledias.a.k.a.Elle
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Serviço:
Live Profana
Jo Mistinguett convida Carol Shimeji, Gal Freire, Galiza e Giselle Dias
Sexta, 18 de dezembro de 2020
Das 20 às 21 horas
O link da exibição vai ser exibido no Instagram de Jo Mistinguett – www.instagram.com/jomistinguett – no dia do evento.

MIL OLHOS MIL DENTES

HORROROSAS DESPREZÍVEIS já tem data para o lançamento do 1º EP, dia 26 de novembro,  Mil OLhos MiL DenTes estará disponível nas principais plataformas de streaming: Spotify, Deezer e iTunes. Você também poderá curtir no clássico Youtube.

Então aproveita e já faz a pré-save através deste link

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Agora sim podemos gritar ao mundo: OUÇA HORROROSAS DESPREZÍVEIS!!!